quinta-feira, 5 de abril de 2012

Valentina Calixto é corrida da CCDR mas será que vai ser julgada e condenada pelos favores que fez ,e pelos crimes que cometeu?

Valentina Calixto deixa Ambiente da CCDR Algarve



Ao fim de 22 anos de liderança da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) na área do ambiente no Algarve, Valentina Calixto regressou esta semana ao lugar de técnica superior na mesma entidade.

Fonte da CCDR disse hoje à Lusa que a engenheira do Ambiente mantém-se na presidência da Sociedade Polis Litoral Ria Formosa e como vogal na Sociedade Polis Litoral da Costa Vicentina.

A destituição surge na sequência da Lei orgânica da Agência Portuguesa do Ambiente enquanto novo instituto público, que entrou em vigor a 01 de abril, e determina a extinção e fusão de outros institutos públicos da área do ambiente, entre os quais as cinco Administrações de Região Hidrográfica (ARH).

Valentina Calixto, 52 anos, assumia desde 1990 a liderança de matérias relacionadas com o ambiente no Algarve, assumindo sucessivamente o lugar de presidente da Direção Regional do Ambiente e Recursos Naturais, Direção Regional do Ambiente e Direção Regional do Ambiente e Ordenamento do Território.

Em 2003 assumiu o lugar de vice-presidente da CCDR/Algarve, continuando com o pelouro do ambiente e, em março de 2008, assumiu o cargo de presidente da ARH/Algarve, assumindo também, por inerência de funções, lugares nas administrações das duas Sociedades Polis Litoral existentes no território do Algarve.
Noticia retirada do Região Sul on line.
Será que Valentina Calixto vai responder pelos crimes ambientais que cometeu, como o de fechar a Barra da Fuzeta que o Mar abriu, e que ela mandou fechar contra as ordens da Ministra do Ambiente Lurdes Pássaro, deixando depois com a abertura de uma nova barra, que abriu a 300 metros a Leste da que fechou, e que assoreou passado 2 dias de inaugurada, deixando assim a comunidade de pescadores da Fuzeta até hoje sem uma Barra em condições de governarem a vida?
Será que Valentina vai ficar impune por abrir uma nova Barra na Península de Cacela, criando uma nova ilha na Ria Formosa? Será que vai ser julgada pelos favores que fez a grandes grupos poderosos, que deixou construir campos de golfe dentro do leito da Ria Formosa,e outras construções dentro do Dominio Publico Maritimo como aconteceu na Zona Ribeirinha da Fuzeta e noutros locais do Algarve.
Será que não vai ser julgada pelas 5 pessoas que morreram soterradas, debaixo das arribas que se desmoronaram em cima de 5Turistas na Praia Maria Luisa, em Albufeira?
Valentina Calixto saiu da CCDR mas deixou para trás um vasto rol de crimes ambientais, e como tal deve ser julgada, pois não é só o simples cidadão que deve cumprir a lei num estado que se diz de direito!
Redacção DORS / Lusa
17:45 quinta-feira, 05 abril 2012








quarta-feira, 4 de abril de 2012

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sábado, 31 de março de 2012

CACELA VELHA: O FIM DA RIA FORMOSA



Por motivos alheios à nossa vontade estamos impedidos de mostar imagens da capa da publicação mas que deixamos aqui ENTDECKEN SIE ALGARVE.
Perante a incuria, negligencia e crimes ambientais cometidos por entidades publicas com responsabilidades em materia ambiental e o silencio cumplice de uma certa comunicação social, subjugada por interesses economicos, eis que surge uma publicação dirigida ao sector do Turismo a destapar um buraco que envergonharia qualquer governante da europa em que nos integramos.
Já chamámos por diversas vezes a atenção para os problemas da Ria Formosa sejam eles provocados pelos esgotos directos sem qualquer tratamento, por tratamento deficiente de aguas residuais urbanas, pelos campos de golfe que não cumprem as normas impostas pela Directiva Comunitaria sobre a utilização de nitratos, pela situação de erosão do cordão dunar e das suas implicações para as populações ribeirinhas.
A situação da ex-peninsula de Cacela, a par da Praia de Faro ou da Ilha do Farol, autenticos pontos negros, que comprometem o futuro das ilhas-barreira se não for feita uma intervenção atempada.
O cordão dunar tem vindo a perder altura e largura, sendo cada vez maior o risco de galgamentos oceanicos, que nos casos da Praia de Faro ou da Ilha do Farol pode pôr em causa o edificado, mas no de Cacela Velha põe em causa as arribas de arenite e como tal provocar o seu desabamento, arrastando construçoes seculares, patrimonio historico que importa preservar e pelo qual a ADRIP tem lutado.
Cacela Velha é dos ultimos bastiões que se mantem tão perto do natural quanto possivel embora surjam situações atentatorias e pouco claras como a construção da Miss Mayonese Heinz. E é assim que se deve manter, respeitando a traça dos seus imoveis, preservando o patrimonio e mantendo a sua, agora, ilha tão selvagem como se apresenta, mas a precisar de uma intervenção que já devia ter sido feita à muito e que só a brandura dos vendavais deste equinocio permite que continue.
Foi por acção humana errada mas compreensivel que se chegou a este ponto. Cabe agora tambem por acção humana, minimizar os impactos dos erros cometidos, fazendo uma intervenção que não só evite a erosão costeira como devolva ao cordão dunar e à propria Ria Formosa todo o seu potencial de biodiversidade, arruinada pela intervenção das autoridades publicas, sem consulta prévia das populações, ouvindo as suas propostas.
ALGARVIOS, EM DEFESA DA RIA FORMOSA, UNI-VOS!

sexta-feira, 30 de março de 2012

ALGARVE: CONTAS MAL EXPLICADAS

Não se podendo abordar o assunto em concreto por estar em segredo de justiça, pode-se dizer que o processo em causa é uma ofensa à maioria da população algarvia. Para alem da forma como são utilizados os dinheiros publicos, é tambem a estrategia que está por traz.
Decorria o ano de 2000 e o engenheiro de má memoria que conduziu o País à bancarrota e à data ministro do ambiente, planeava a privatização do grupo Aguas de Portugal. Como era esperado um certo burburinho em torno da questão o projecto ficou em banho maria à espera de melhor oportunidade.
Com Socrates em primeiro ministro, controlando todo o aparelho de estado, nele incluindo as malfadadas entidades reguladoras, que regulam sempre em prejuizo do mais fraco, a maioria do Povo, surge uma estrategia capaz de abrir caminho à privatização da agua. Bastaria para isso que as autarquias se endividassem de tal forma que as diversas empresas concessionarias da exploração da agua tomassem conta tambem da exploração em baixa. Isto é, no Algarve, a empresa concessionaria e que integra o Grupo Aguas de Portugal, a Aguas do Algarve, permitia o endividamento das autarquias para niveis que entrassem em incumprimento e daí a tomar contas delas era um apice.
Assim em 2008, as autarquias algarvias deviam na totalidade 1.500.000 euros que passou em 2009, curiosamente ano de eleições autarquicas, para 3.800.000 de euros. E porque a divida era pequenota em 2010 passou para cerca de 27.000.000 euros. Simplesmente incobravel.
Um pouco por todo o País a situação repete-se, chegando a divida das autarquias ao Grupo Aguas de Portugal a cerca de 400.000.000 euros, estando aberto o caminho à privatização da agua, elemento essencial e vital para a vida das populações.
Dos grupos economicos interessados na Aguas de Portugal surge em primeiro lugar a Indaqua, cuja empresa mãe é nada menos que a Mota-Engil de Jorge Coelho, como não podia deixar de ser.
A preocupação dos nossos miseraveis governantes é transformar o ambiente num negocio, não o encarando como elemento chave para a saúde e qualidade de vida do Povo e a base do desenvolvimento sustentavel, palavrão utilizado quando se quer fazer crer que estão trabalhando em prol da maioria, mas que na realidade serve apenas os interesses de meia duzia de individuos, os costumeiros nestas negociatas.
O endividamento premeditado e danoso (doloso para as populações), deve ser sancionado com penas criminais por forma a que quem assim procede seja obrigado a abandonar a actividade politica, para alem da respectiva sanção politica.
Por aqui continuaremos atentos, apesar de sermos manisfestamente poucos para tão ardua tarefa, e não deixaremos passar em claro situações destas, desde que as detectemos.
O sentimento de Indignação e Revolta do Povo deve traduzir-se em formas de organização que permitam um combate mais eficaz nesta luta, denunciando publicamente os crimes cometidos, mas tambem levando-os ao conhecimento da Justiça.
INDIGNA-TE! REVOLTA-TE!

quinta-feira, 29 de março de 2012

OLHÃO: TRAFICO POLITICO, NA POLICIA


Depois de um periodo de letargia, voltamos para dar dores de cabeça a uma avestruzes politicas, que epnsam estar impunes para toda a vida.
Porque a maquina da justiça não funciona neste País com especial enfase para a Procuradoria-Geral da Republica, fomos forçados a denunciar directamente na Policia Judiciaria, o trafico politico reinante na autarquia.
Devemos em primeiro lugar dizer porque apontamos o dedo à Procuradia-Geral. Sempre que um despacho ou outra forma de decisão administrativa, viole as regras do direito para beneficio proprio ou de terceiros ou em prejuizo de alguem, estamos perante actos de indole criminal. O que acontece é que apesar das inumeras denuncias junto da Procuradoria-Geral, a maioria não surtiram qualquer efeito. A PGR limitou-se a fazer a triagem das denuncias, reencaminhando-as para o tribunal administrativo, omitindo ou ignorando a materia indiciante de actos passiveis de configurarem crime. As sistematicas violações aos planos de ordenamento, dos regimes juridicos da urbanização e edificação, dos codigos de contratação publica entre outras, eram razões mais que suficientes para que fossem tiradas certidões e avançar com uma investigação aprofundada dos crimes de titulares de cargos politicos.
A atitude da PGR enquadra-se perfeitamente no tipo de legislação que temos, onde o cidadão está obrigado, mais que a fazer prova do que diz, a saber os meandros do Direito, até para fundamentar uma simples denuncia como se vivessemos num País onde cada um, é advogado.
O recurso sistematico a grandes gabinetes de advogados, quase sempre os mesmos, que elaboram leis tecnicamente imperfeitas, com saidas para toda a especie de traficancias, encomendadas por e para politicos duvidosos, conduziram o Povo e o País à situação em que encontra hoje.
Desde há muitos anos, particularmente com a entrada do engenheiro Melo Medeiros para a vereação da Câmara Municipal de Olhão, que temos vindo a assistir ao resvalar da administração da autarquia para actos indiciadores de crimes, senão mesmo de corrupção, conexos à corrupção. O favorecimento, o abuso de poder, o trafico de influencias, o dever de segredo, os desvios de execução orçamental entre muitos outros, são pratica corrente no Municipio de Olhão.
É voz corrente que determinados gabinetes de arquitectura ou engenharia conseguem a aprovação de projectos a outros rejeitados, numa promiscuidade que apenas serve uma pequena parte da população.
O financiamento partidario é tambem uma das causas.
Os autarcas olhanenses, PS ou PSD, tudo têm aprovado, numa aliança estrategica que em nada serve os interesses da população, mas serve os interesses de certas pessoas que estão na politica para enriquecerem.
Veja-se o caso de Alberto Almeida, com uma construção de quatro pisos, ali para as bandas da ex-Gelmar, quando à sua volta, não excedia mais que os dois pisos; a construção de anexos na vivenda na Urbanização dos Pinheiros de Marim em terrenos que não lhe pertenciam, mas sim ao Municipio, sem projecto e executada pelo vereador trafulha; a construção do Monte Caeiro, em terrenos agricolas, que se pde classificar como construção dispersa, proibida por lei, mas aprovada ilegalmente pela Câmara; a construção da vivenda do filho, agora do PS, em terrenos abrangidos pelo POOC e pelo POPNRF. A admissão de razões ponderosas inexistentes ou a simulação de ruinas apradinhadas pela restante vereação. Com autarcas destes, o PSD em Olhão tornou-se o eterno suplente do PS, numa coexistencia pacifica, sem que votem uma unica vez contra.
Dezta vez, todas as aldrabices serão analisadas. Basta!
Deixemos agora a investigação trabalhar, sendo certo que vai levar o seu tempo até sentarem o traseiro no banco dos reus.
À sanção politica tem de juntar-se a sanção judicial para que sirva de exemplo para os futuros autarcas, que a nova geração já demonstrou ser a continuidade da mesma politica. RUA COM O LIXO POLITICO NA CÂMARA MUNICIPAL DE OLHÃO!

segunda-feira, 19 de março de 2012

CACELA VELHA - IGREJA











Cacela Velha ainda é um dos poucos sitios do Algarve que mantem o essencial e o potencial dos seus recursos patrimoniais, naturais e paisagisticos intactos. No entanto os interesses neste tipo de pequenos aglomerados habitacionais, inicialmente de pescadores, vem pôr em causa a autenticidade dos lugares, desvirtuando-os com novas construções que não obedecem às matrizes do edificado secular.
Registe-se o exemplar trabalho da associação ADRIP na defes do patrimonio de Cacela, que ainda assim e por culpas alheias pode tornar-se insuficiente.
As imagens, dão-nos conta dos estragos causados no cordão dunar do que fora a Peninsula de Cacela pelos galgamentos oceanicos, mas tambem da mão criminosa de Valentina Calixto, responsavel pelo dominio publico hidrico do Algarve, quando mandou abrir uma barra por encomenda que pôs fim à peninsula e dando origem a uma nova ilha.
Ao longo dos anos, tem sido a mão humana, por desconhecimento ou subjugada por interesses, o principal causador dos estragos provocados no cordão dunar da Ria Formosa. A construção das barras artificiais, dos molhes de Vilamoura ou os esporões de Quarteira, que impedem a passagem das areias para nascente, interrompendo o ciclo da movimentação das areias. Deve, por isso, tambem a mão humana corrigir ou minimizar os impactos negativos criados.
Hoje, existem tecnicas que permitem a recuperação e consolidação do cordão dunar com custos diminutos se comparados com as grandes intervenções, pesadas e tambem elas negativas, a que nos habituaram.
Certo é que, e no caso da Penisula de Cacela, urge uma intervenção rapida, não só pelo cordão dunar, mas tambem para as possiveis consequencias da sua ausencia. Com o desaparecimento do cordão dunar da Peninsula de Cacela, particularmente o Sitio da Igreja está seriamente ameaçado de derrocada. Isto porquê? Porque a arriba onde está instalada a aldeia é composta de arenite, e o contacto com a agua na sua base ditará a derrocada de toda a arriba, arrastando consigo o patrimonio edificado, do qual e tal como as imagens mostram constam a Igreja, o Forte ou o proprio Cemiterio, sendo caso para dizer que até os mortos já não descansam em paz.
Qualquer pessoa, independentemente da sua nacionalidade ou credo que conheça este Sitio não deixará de reprovar e condenar os crimes contra a natureza e o patrimonio, aqui cometidos mesmo os que aconteçam por negligencia.
Já por variadas vezes que chamamos a atenção para a situação e dela demos conhecimento às diversas entidades regionais e nacionais, razão pela qual nem sequer podem invocar desconhecimento.
À Câmara Municipal de Vila Real de S. Antonio enquanto representante dos interesses das populações cabe a tarefa de exigir junto do poder central uma intervenção urgente, mas parece que tambem esta entidade está mais preocupada com interesses alheios do que com os seus municipes.
LUTEMOS CONTRA A OPACIDADE E OBSCURANTISMO POLITICO QUE CONDENAM AS POPULAÇÕES À FOME, MISERIA E ATÉ A MORTE.

domingo, 11 de março de 2012

OLHÃO: ESQUEMAS DA CÂMARA MUNICIPAL

A Câmara Municipal de Olhão não abre mão da total falta de transparencia na gestão dos dinheiros públicos, somando atropelos ao Código da Contratação Publica, até que seja travada pela máquina da justiça.
Em http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=296414&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=235152&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=158372&lk=srch , podemos constatar que foram efectuadas aquisições de serviços do mesmo tipo à família Custodinho.
A 2/6/2010 é publicado o ajuste directo no valor de 74.940 euros a Ana Bela e Alberto Custodinho, Lda.
A 6/5/2011 é publicado o ajuste directo no valor de 63.955 euros a Alberto José Gago Custodinho e a 6/3/2012 é publicado um novo ajuste, desta vez no valor de 74.553.20 euros em nome de Carlos Alberto Napier Barão Custodinho.
Esta santíssima trindade representada por pai, mãe e filho, ao longo dos últimos anos tem sido claramente beneficiada pela Câmara de Olhão, no mais completo desrespeito pelas regras da concorrencia e da transparencia.
As autarquias estão, nos termos do Código dos Contratos Públicos, sujeitas ao limiar de 75.000 euros para aquisição de bens e serviços da mesma natureza para um período de três anos, não podendo exceder aquele limite. Porque o problema já vem de traz, resolveram apresentar nomes diversos para dar a entender tratar-se de entidades adjudicatarias diferentes, pretendendo assim manter a sua fonte de rendimentos do erário publico.
Parece que nesta matéria há quem mande mais que o próprio presidente, burro por natureza, a pontos de este enquanto responsável assumir os riscos que poderão ditar o respectivo procedimento criminal, a que a conduta convida.
É que o Código da Contratação Publica, prevê que sejam excluídas as propostas cuja analise revele " a existência de fortes indícios de actos, acordos, praticas ou informações susceptíveis de falsear as regras da concorrencia".
Se o convite a entidades, agrupadas num agregado familiar, co-sócios em partes iguais numa sociedade como a Ana Bela e Alberto Custodinho, não indiciam desde logo praticas susceptíveis de falsear as regras da concorrencia e como tal criminosas, então que mais será preciso?
A Câmara de Olhão e os seus autarcas já nos habituaram a toda a sorte de expedientes, trafulhices e aldrabices para beneficiar os camaradas, amigos ou quem sabe financiadores do aparelho partidário local, mas não vão perder pela demora.
O Município está falido devido a praticas de gestão ruinosa, de despesismos que ninguém entende, que oneram depois o munícipe na hora de pagar as taxas que esta cambada de sanguessugas inventa para mastigar quem os elegeu.
A Indignação sobe de tom e o Povo deve fazer sentir o seu estado de Revolta perante a prepotência destes cavalheiros.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 10 de março de 2012

OLHÃO: TRAFICO DE SOLOS E DE INFLUENCIAS



As imagens reportam-se a uma construção em terrenos da Reserva Ecologica Nacional e como tal, zona protegida. Os condicionamentos à construção são muitos o que não impede que apareçam situações como esta, particularmente no concelho de Olhão, marcado pelo consulado de Francisco Leal.
As zonas protegidas têm sido utilizadas para o trafico de influencias e de solos, porquanto aos proprietarios nada ser permitido e depois, seja por influencia do cartão, do amigo, ou do envelope milagroso, tudo se pode fazer. Certo é que, perante a impossibilidade do proprietario poder construir o quer que seja, este vê-se obrigado a vender por tostões aquilo cuja mudança de mãos passará a valer milhões.
Certos sectores da sociedade encaram as zonas protegidas como impeditivas do desenvolvimento, porque a visão que têm desse mesmo desenvolvimento se resumir a numeros, lucros, não tendo em conta o desenvolvimento social e o ambiente, nomeadamente a preservação de valores naturais, paisagisticos, a protecção de zonas de infiltração maxima de aguas, cabeceiras ou linhas de agua, entre outras, hipotecando o futuro das proximas gerações.
Num ano de seca como o presente, situações destas, aliadas à incuria e negligencia
de certos (i)rresponsaveis, que não cuidam de saber do estado dos aquiferos e dos furos de captação como forma de garantir o abastecimento de agua às populações se os niveis das albufeiras continuarem a baixar, constituem um autentico crime. Do que ressalta à vista desarmada, o estado de abandono e desmazelo dos furos da Quinta João de Ourem, Ana Velha, ou os do Brejo, tudo indica que a autarquia de Olhão se demitiu de ter um plano alternativo para assegurar o fornecimento de um bem tão essencial quanto a agua.
Voltando à construção em si, a mesma viola os planos de ordenamento em vigor bem como o Regime Juridico da Reserva Ecologica Nacional, agravado pela obstrução de linhas de agua com betão, numa sucessão de crimes.
Curiosamente, aqueles mercenarios que vivem da elaboração encomendada de projectos de legislação, entendem que para esta canalha a perda de mandato, é uma sanção extremamente gravosa, sendo o crime, uma banalidade às vezes justificavel com um simples parecer sem fundamentação, o que condiciona e muito a qualidade do nosso sistema judicial e da propria democracia.
Contra os crimes praticados pela classe politica; contra a cultura da impunidade politica, deve o Povo mostar a sua INDIGNAÇÃO E REVOLTA. BASTA!

sexta-feira, 9 de março de 2012

OLHÃO: REGENERA O QUÊ?

Durante a semana que agora finda, a Câmara Municipal de Olhão, promoveu uma coisa a que convencionou chamar de debate, depois de ter gasto mais uma pipa de massa do Zé Povo em publicidade.
O Regenera já tem as barbas mais brancas que as minhas, não constituindo nada de novo, a não ser o conhecimento de que algumas empresas consideradas como parceiras já estão insolventes e outras, as publicas que recebem os subsídios do Chico Pencas para depois se constituírem como parceiros ainda vão fechar, mais um conjunto de associações que ou fazem o jogo da cambada asilada na autarquia ou acaba-se a mama.
O que esta cambada de imbecis políticos não percebeu é que a situação se alterou substancialmente de 2008 para cá; que o eixo estratégico do desenvolvimento não é mais o mesmo; que o próprio PROT- Algarve devia ser adaptado à nova realidade. Fingir que nada mudou é pior do que dar tiros nos pés, particularmente em época de vacas magras como a que vivemos. Se com tantas certezas nas apostas,isto só deu para o torto, então toda a estratégia tem de ser repensada nem que para isso seja necessário descobrir outro Alvarinho que este já perdeu o Emprego Jovem para o chefe da maçonaria ou a gestão dos fundos comunitários para o Salazarinho.
A Câmara Municipal de Olhão está sôfrega por arranjar una pataquinhos para gastar e agarra-se desesperadamente a esta bóia de salvação para as próximas eleições autárquicas, em 2013. E esta é a questão principal nesta hipócrita tentativa de discussão: as próximas eleições.
Francisco Leal já tem um curriculum tão grande que o espaço que lhe sobra deve ser para relacionar os processos judiciais em curso e portanto carta fora do baralho. Também com uma sota destas quem ia a jogo? O estertor vem mesmo da nova geração socialista, impotente e castrada pelo "velho" agora elevado à condição de apoiante, sob pena de a oposição interna jogar a baixo toda a estratégia montada desde o inicio do mandato.
Os milhões que a Câmara Municipal de Olhão pretende gastar sem os ter, em obras de cosmética mas de utilidade muito duvidosa se comparada com a cessação das descargas de águas residuais urbanas e sem qualquer tratamento, é a continuação de politicas contrarias à satisfação das necessidades das populações residentes, é a conduzir os olhanenses para os guetos da periferia, desenraízando-os da sua Ria, é a degradçaõ social, económica e ambiental desta parte da Ria Formosa.
Mas é ao mesmo tempo a continuação da politica de envelopes da Bernardino Gomes, do Ria Shoping, do Edifio Ondas da Casais, das construções em Domínio Publico Marítimo, das construções em Reservas Agrícola e Ecológica, No fundo, é a continuação da actividade criminosa de um bando de delinquentes políticos, a coberto da impunidade legislativa que as eminencias pardas de todos os partidos teimam em manter, não alterando nada.
Contra isto deve o Povo, REVOLTAR-SE.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Pesca proibida no Sotavento do Algarve!É esta a aposta no Mar de Cavaco Silva e de Passos Coelho?

Concessões de petróleo no Algarve deixam pescadores em terra

Trabalhos de aquisição sísmica, prévios à instalação de concessões de exploração de hidrocarbonetos ao largo do Algarve, vão limitar a pesca em quase todo o Sotavento algarvio, em três setores em alternância, nos próximos três meses. O edital foi publicado pela Capitania do Porto de Faro no final da passada semana e o prazo limite para tirar as artes de pesca do primeiro setor termina já esta quinta-feira.

No edital, a Capitania alerta para o avanço dos trabalhos «para aquisição sísmica de dados tridimensionais na bacia do Algarve», numa área que vai sensivelmente desde Península do Ancão até quase ao limite da Zona Económica Exclusiva de Portugal, na fronteira com Espanha.

Aos profissionais da pesca é exigido, desde logo, que retirem do mar «as artes de pesca fixas, redes, armadilhas, palangre e respetivas bóias de sinalização» e que o façam «cinco dias antes do início das operações» neste primeiro setor. Ou seja, todas as artes e demais material terão de ser aladas «no dia 1 de março, no setor 1».

O setor 1 vai desde o limite poente do terreno onde incide a operação, frente à Península do Ancão, até frente ao enfiamento da Barra de Faro, entre a Ilha da Barreta, vulgo Deserta, e a Ilha da Culatra, em Faro (ver mapas no final).

Além de terem de retirar as artes e outro material fixo, os barcos de pesca não poderão exercer «pesca de arrasto em todo o setor» onde decorram operações e «toda a navegação tem de dar um resguardo ao trem de reboque, não implicando com as operações em curso».

A existência deste edital, com data de 24 de fevereiro, ainda era desconhecida por duas entidades representativas dos pescadores e armadores algarvios até terça-feira, dia 27 de março, quando o Sul Informação as contactou. Mas a operação em si já era esperada, uma vez que é uma repetição do que aconteceu há alguns meses na Nazaré, onde também já foi concessionada a prospeção de petróleo off-shore.

Noticia retirada do Sul Informação on line.

Nota do Olhão Livre: A grande aposta no Mar de Cavaco e de Passos Coelho está à vista!A exploração do petróleo, acima da pesca.

Com governantes destes como é que Portugal pode sair da crise?

A resposta dos pescadores só pode ser uma revoltarem-se, e continuarem a ir ao mar, pois os seus filhos precisam de comer, e o estado que diz apostar no Mar, mais uma vez,vendeu-se ao interesses estrangeiros, e não precaveu os direitos dos pescadores.


OLHÃO: BATOTA E ABUSO DE PODER



O fim de semana não foi muito agradavel para os autarcas olhanenses, habituados que estão à censura de quem lhes faz frente, à batota, à traficancia, às trapalhadas.
A imagem cimeira revela uma ligação directa da energia electrica da sede da Ambiolhão à Câmara Municipal. A Ambiolhão já tem mais de um ano de vida e depressa assimilou os procedimentos do seu presidente, cumulativamente presidente da câmara. Foi demasiado lesta a denunciar e a põr cobro à ligação directa da agua feita pelo vereador trafulha, quando ela propria faz do mesmo.
Por outro lado o Expresso, edição papel, trazia a pequena grande noticia da ida do presidente da câmara a julgamento pelo crime de abuso de poder. Nada que não tivessemos já denunciado aqui mas que feito desta forma tem um alcance e uma amplitude diferente.
Pese embora o acto repetitivo deste tipo de noticias, nunca são demais na medida que o abuso de poder e prepotencia continuam instalados na autarquia olhanense, com perseguição a funcionarios apenas pelo facto dos conjugues emitirem opiniões diversas da canalha instalada no poder.
Os trabalhadores da Câmara Municipal de Olhão devem perder o receio desta cambada e denunciar todas as situações de que sejam vitimas. Devem eleger uma Comissão de Trabalhadores combativa, capaz de fazer frente a esta escumalha, que o conceito do exercicio do Poder é o mesmo que o do regime derrubado em 1974. É para isso que serve a Democracia, a Liberdade de expressão e pensamento, e previsto na Constituição da Republica, ainda que muito a contra-gosto desta gentinha. Desde há muitos anos que trabalhadores da autarquia não fazem uma greve nem fazem valer os seus direitos, porque no seu seio predomina a bufaria, uma teia de encarregados que fazem o jogo dos autarcas para beneficio proprio e promovidos, sabem os trabalhadores como.
O abuso do poder e prepotencia não se revela apenas no caso denunciado, mas em muitos outros, só que desta vez encontrou alguem que, revoltada lhe faz frente. O tradicional bulling do chefe, do patrão, do canalha, estão presentes em quase todos os actos da administração camararia, contando com o apoio da nova geração de socialistas, desde sempre contra os trabalhadores e seus direitos.
Ñão será demais lembrar que ainda está pendente um processo por ATENTADO AO ESTADO DE DIREITO entre outros, crimes conexos aos de corrupção.
TRABALHADORES DA CÂMARA MUNICIPAL DE OLHÃO: REVOLTEM-SE CONTRA A PREPOTENCIA E O ABUSO DO PODER. SEJAM SOLIDARIOS NA LUTA DOS VOSSOS CAMARADAS. UNIDOS, VENCERÃO!

sexta-feira, 2 de março de 2012

OLHÃO: NOVO ASSALTO

Ainda as pessoas não deixaram de contestar os aumentos da factura da agua e a Câmara Municipal de Olhão já fez entrar em vigor um novo aumento, acrescido de uma taxa de protecção civil mensal, para alem de persistir na ideia da criação da taxa de recursos hidricos.
Concordamos com a criação da taxa de protecção civil se ela servir para nos livrar desta cambada de gatunos que esbanjaram e continuam a esbanjar os dinheiros publicos, obrigando a população de Olhão a fazer das tripas coração para pagar as famigeradas taxas.
A alteração das taxas de duvidosa legalidade que ainda vai ser apurada, não reflecte os custos da agua e do saneamento basico, antes correpondendo a uma estrategia concertada dos municipios do Algarve com vista a, numa fase posterior, à privatização da agua. Já há empresas municipais com abertura a capitais privados em que as empresas (autarquias) assumem as dividas e os privados repartem os lucros.
Por outro lado, os consumidores pagam o tratamento das aguas residuais, isto é, pagam para esta cambada de criminosos poluir a Ria Formosa, uma vez que os efluentes são tratados de forma deficiente, com graves consequencias para o eco-sistema da Ria Formosa, particularmente a fauna e flora degradando as condições sociais e economicas das populaçoes residentes.
A população de Olhão saberá em tempo oportuno dar a devida resposta a esta cambada, penalizando-os pelas mais variadas formas. Os rapazinhos do PS e do PSD tanto esticam a corda que algum dia ela parte-se. Pelo moenos pela parte que nos toca, tudo faremos para o desmantelamento desta organização que mais parece do tipo mafioso tais os contornos das negociatas que diariamente fecham.
Os sintomas da INDIGNAÇÃO e REVOLTA aumentam dia-a-dia, até à queda desta nova ditadura.

quinta-feira, 1 de março de 2012

OLHÃO: CÂMARA OU ESCOLA DE TRAPALHÕES?




A construção constantes das imagens reproduzidas insere-se em zona de infiltração maxima de aguas, area com risco de erosão, cabeceiras de linhas de agua, segundo o que vem desenhado na Planta da Reserva Ecologica Nacional do Concelho de Olhão, area de protecção e valorização da Planta Sintese do PDM de Olhão e zona de grande sensibilidade paisagistica de acordo com a Planta de condicionamentos especiais do PDM de Olhão.
Conforme se pode ler no cartaz que serve de alvará da obra destinava-se a uma "ampliação". Diz o Regime Juridico da Urbanizaçao e Edificação em http://www.pgdlisboa.pt/pgdl/leis/lei_mostra_articulado.php?nid=625&tabela=leis&ficha=1&pagina=1
que entende-se por "obras de ampliação" as obras de que resulte a area de pavimento ou de implantação, da cercea ou do volume de uma edificação existente. Como se pode ver nas imagens, não é nada disso. É uma construção nova, feita de raiz, e como tal violadora do RJUE. Mas as violações não se ficam por aqui. Enquanto zona de grande sensibilidade paisagistica é aplicavel a legislação que regula a Reserva Ecologica Nacional (nº 1 do art.º 15 do PDM). Ora o Regime Juridico da Reserva Ecologica Nacional interdita as obras de urbanização, construção e ampliação ( b) do nº 1 do art.º 20º do RJda REN), ou seja aquela obra não podia pura e simplesmente existir.
Por outro lado, o alvará foi emitido em 13/09/2010, desconhecendo-se se por despacho e de quem, sendo certo que a essa data já estava em exercicio de funções o vereador Carlos Martins que pode assim incorrer nos crimes previstos e puniveis pela Lei 34/87.
Depois de anos de combate ao desordenamento provocado pela Câmara Municipal de Olhão sob a batuta de Francisco Leal, eis que a nova geração socialista assume de vez a continuidade dos crimes praticados pela geração de autarcas anteriores, não tendo qualquer pejo em usar dos mais diversos expedientes, mentindo e omitindo, para levar ao seu porto este barco à beira do afundanço.
Os planos de ordenamento, e muito especialmente os da zonas protegidas, servem para assegurar a preservação da qualidade do meio ambiente, dos sistemas naturais, da paisagem e do patrimonio construido. Assim não o entendem estes politicos da treta, unicamente interessados em sacar dinheiro a qualquer custo, retirando a qualidade de vida que as populações pretendem. Contra isto, devem os olhanenses mostrar toda a sua Indignação e Revolta.
REVOLTEMOS-NOS, TODOS!

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Afinal havia esgotos Tóxicos a envenenar as Aguas da Docapesca em Olhao!

IPTM já avançou com ligação de esgotos que viabilizará fábricas no Porto de Olhão

A obra de construção de um ramal de saneamento, que irá permitir às duas novas fábricas instaladas no Porto de Olhão começar a laborar, já está em curso e deverá estar concluída em menos de um mês. Esta solução é provisória, mas deixa já parte da intervenção final feita e permite às unidades produtivas trabalhar sem restrições, a partir do momento que estejam concluídas.

O diretor da delegação do Sul do Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) Brandão Pires confirmou ao Sul Informação que as obras estão em curso há poucos dias e que custarão «pouco mais de 20 mil euros», como já se previa.

Quando, há cerca de mês e meio, estalou a polémica em torno da falta de condições de saneamento básico para que as fábricas inseridas no porto de Olhão pudessem obter as licenças necessárias para operar, Brandão Pires já havia avançado a possibilidade de se avançar para uma solução provisória, mais barata.

O impasse esteve ligado, disse então o diretor do IPTM no Algarve, ao facto de a obra definitiva custar cerca de 200 mil euros, verba que, apesar de estar inscrita no orçamento de Estado de 2011 e 2012, acabou por nunca ser liberada.

O IPTM avançou, desta forma, com uma intervenção de ligação do Porto à rede de saneamento básico pública da Câmara de Olhão bem menos pesada, mas que resolve o problema no curto prazo. Além disso «a parte mais importante da obra fica já feita», faltando depois preparar a rede interna de saneamento do porto de Olhão para aguentar um maior volume de esgotos.

Além das duas fábricas novas, uma da Companhia de Pescarias do Algarve (CPA) já há muito concluída e outra da empresa Freitas-Mar, em fase de conclusão, serão ligadas a esta rede todas as unidades que já existiam e que neste momento deitam os seus efluentes diretamente para a Ria Formosa.

Noticia retirada do Sul Informação on line.

Nota do Olhao Livre: Durante anos andamos a alertar em vários artigos esse crime,como pode ver aqui já em 2010 do que se passava na Docapesca em Olhão, a CMO fez orelhas moucas e chamava-nos mentirosos, e aprovou a construção de unidades industriais, sabendo que não havia rede de esgotos onde ligar esses esgotos industriais.

A presidente da ARH, Valentina Calixto, dizia desconhecer esse esgoto, e dizia que eram descargas pontuais,como se pode ver em mais este artigo do Olhao Livre.

Os sucessivos directores do PNRF a quem foram feitas inúmeras queixas nem tugiram nem mugiram pois foram lá colocados para não abrir a boca, perante os crimes cometidos contra o ambiente na Ria Formosa .

Os Capitães de Porto que passaram por Olhão também devem ter as orelhas a arder pois tantas vezes foram chamados ao local do crime,mas a unica coisa que fizeram foi colocar as queixas num sitio bolorento onde aí, se perderam.

Parece, que esse esgoto vai ter um FIM, mas e os responsáveis, vão ficar sem julgamento????? E os prejuízos que causaram ao ambiente, e em quem faz da Ria o local de trabalho.

Será Portugal um estado de direito onde se vê que houve um crime cometido,contra o ambiente durante anos, e agora uma obra de 20 000€ apaga tudo???

Mas este não é o único esgoto Tóxico em Olhão sem tratamento, pois basta ir, na maré vazia, ao T, local de embarque para as ilhas da Armona Culatra e Farol ,e verificamos que existem lá 2 esgotos Tóxicos sem tratamento a despejar para o porto de abrigo de Olhão também da responsabilidade do IPTM, só que esses esgotos são da responsabilidade da CMOlhão, e sabemos que a CMOlhão desde há décadas que nada faz para acabar, com esse crime, que diariamente é cometido contra a ZPE da Ria Formosa, e contra quem trabalha na Ria Formosa.

Na Marina de Olhão também da responsabilidade do IPTM acontece isso diariamente,mas parece que nem com um Hotel de 5 Estrelas construído lá em frente o presidente da CMO e o vereador Carlos Martins ,pretendem acabar com mais este crime cometido pelos esgotos Tóxicos despejados pela CMO para a ZPE da Ria Formosa.

Até quando perguntamos Nós??????? Responda quem souber, ou então façam , como tem feito até aqui, continuem a poluir, pois a lei em Portugal protege os detentores de cargos públicos, nestes crimes contra o ambiente e contra a Ria Formosa.

É caso para perguntar se perante tais crimes, cometidos à vista de todos,e sem que ninguém seja chamado à Justiça,se Portugal é mesmo um país de direito?

OLHÃO: O AUDITORIO DA DISCORDIA



O Auditorio Minicipal de Olhão, elemento essencial da propaganda politica-partidaria do partido no Poder em Olhão e que já está em campnaha eleitoral, usa e abusa dos dinheiros publicos como se não tivessem que prestar contas à população olhanense.
Celebra este mês o seu terceiro aniversario com gastos muito acima das posses do municipio a contas com dividas superiores a cinquenta milhões de euros.
A agenda do municipio cuja capa e contra capa reproduzimo´s, é um exemplo disso. Dez mil exemplares, tal como consta da ficha tecnica e mais uma vez o designer escolhido é deputado municipal pelo partido no Poder cuja prestação de serviços se não for ilegal é no minimo destituida de um pingo de etica, revelando a forma como os jovens (i)responsaveis socialistas se comportam na gestão da coisa publica. Bons mestres tiveram!
Habituados e fartos das candonguices dos eleitos, e por se achar suspeito, pedimos orçamentos a duas tipografias, que para situação semelhante cobraria no minimo três euros cada agenda, ou seja 30.000 euros mensais, 360.000 euros anuais.
Ao mesmo tempo que esbanjam o dinheiro pago pelos municipes, inventam mais uma taxa de protecção civil onerando o seu pauperrimo peculio, cujas receitas são inferiores à cobrança da taxa agora criada.
Antonio Pina, vice-presidente da câmara tentou desmentir, de forma atabalhoada os numeros relativos à edição com a programação anual do auditorio, atribuindo-lhe a ridicula quantia de dois mil euros, o que qualquer perceberá que é perfeita mentira.
Mandou o seu pagem e assessor de imagem, pago por todos nós, assumir as suas dores de parto, o qual procurou limpar as asneiras de tão inutil politico, já que a um dirigente que se preze, basta-lhe o trabalho em prol da população para dispensar a necessidade de retoques de maquilhagem com desperdicio de dinheiros publicos.
Antonio Pina aprendeu a mentir e fá-lo sem pudor, na ansia da chegada à cadeira da presidencia, nem que para isso, e conjuntamento com os seus comparsas de conspiração, tenha de atribuir culpas ao "velho ché-ché" na presidencia como dizem.
A Antonio Pina falta-lhe o savoir-faire do progenitor na arte da intriga e estrategia politica e por isso condenado ao fracasso, já que a oposição interna e externa se preparam para o derrubar.
As politicas anti-populares dos autarcas de Olhão associadas às politicas recessivas do governo central, representam um verdadeiro assalto à carteira do cidadão anonimo, destinando-os a uma vida de miseria ao mesmo tempo que alguns, poucos, vão enriquecendo como se de um rolo compressor capaz de esmagar o Povo se tratasse.
Venha lá agora o Antonio Pina tentar desmentir mais esta.
Contra a politica camararia de extorsão do Povo, devem os olhanenses mostrar a sua INDIGNAÇÃO e REVOLTA.
REVOLTEMOS-NOS, TODOS!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Dia 8 de Março sai de casa vem para a Estrada e Luta,contra as portagens na Via do Infante!!

Via do Infante: Buzinão e marcha lenta contra portagens chega ao aeroporto
27-02-2012 7:57:00

Um novo protesto organizado pela Comissão de Utentes da Via do Infante realiza-se a 8 de março, 2pela suspensão imediata das portagens na Via do Infante” com mais uma marcha lenta e um buzinão, chega ao aeroporto de Faro.
portagens-buzinao-8março12.jpg
Ver Galeria

A partida da marcha lenta será às 16h30 de Boliqueime seguindo pela EN125, em direção à capital algarvia, mas com um desvio pelo acesso ao aeroporto.

A marcha termina na rotunda de entrada oeste da cidade, junto ao Fórum Algarve e Teatro das Figuras.

Noticia retirada do Observatório do Algarve on line

Nota do Olhão Livre: Só o povo Algarvio, pode e tem de lutar pelos seus direitos, saindo à rua e boicotando as portagens, seja ela a forma de boicote que for.Não podem é esperar mais,e alimentar esperanças, por quem foi eleito pelo Algarve para o parlamento, pois os deputados eleitos do PS e do PSD e do CDS já votaram a favor das portagens, contrariamente ao que pregoavam em campanha eleitoral.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

OLHÃO: CRIAÇÃO DE MOSQUITOS




A Cãmara Municipal de Olhão não pára de nos surpreender, desta vez com a criação de mosquitos.
As imagens revelam uma descarga de efluentes domesticos até há dias encoberta com um canavial, que o vereador responsavel pelo ambiente mandou jogar abaixo. Carlos Martins, o vereador em questão foi o mesmo que dizia que as baterias e os frigorificos na ILha da Armona, não tinham impacto negativo para o ambiente da Ria Formosa.
Quando da betumização do prolongamento da Rua João Augusto Saias, a Cãmara Municipal de Olhão deu-se ao luxo de mandar passar um dreno por baixo da estrada, jogando os efluentes não tratados para a propriedade do vizinho, em lugar de logo nessa altura ter providenciado a sua ligação à rede de saneamento basico.
Agora, passados alguns, poucos anos, os serviços camararios ao abaterem o canavial vieram pôr a descoberto o que durante anos ocultaram. Certo é que a criação de mosquitos eparticularmente em epocas de seca, encontra naquele espaço as condições adequadas`ao seu desenvolvimento.
Não sabemos qual o negocio da Câmara: se pretende exportar mosquitos, como apela o Alvaro, ou se tem algum acordo com certas farmacias que ficam de caminho e a quem Francisco Leal, com a cumplicidade dos seus camaradas, terá favorecido.
Situada numa zona habitacional nova de Olhão, para os autarcas não deve haver qualquer inconveniente por estar bem perto do Centro de Saude. Mostra no entanto este episodio, a incapacidade da nova geração de socialistas para a gestão da coisa publica, não resolvendo os problemas da cidade e da sua população. A bandalheira, a desorganização, o compadrio, os indicios da pratica de crimes conexos aos de corrupção, os atentados ambientais e ao ordenamento, a ausencia de apostas no desenvolvimento sustentavel, são tão evidentes que qualquer um compreenderá a necessidade de uma mudança seria e profunda, não só a nivel da autarquia mas e até mesmo na liderança do partido que tem estado no Poder desde o 25 de Abril.
Ao Povo de Olhão cabe mostrar toda a sua indignação e revolta contra estes megalomanos de meia tigela que não têm servido os interesses da população, mas antes se têm servido a si proprios e à sua legião de interesses.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

RIA FORMOSA E A SUA DESTRUIÇÃO




De há dois anos a esta parte que o cordão dunar da Ria Formosa tem vindo a ser fustigado por violentos vendavais que provocam os galgamentos oceanicos e a sua destruição.
Nas imagens reproduzidas, ainda que não muito visiveis, são dados três exemplos de outros tantos galgamentos na peninsula de Cacela com arrastamento da vegetação e o espraiamento das areias para o interior da Ria.
Depois de uma barra aberta artificialmente por ordens de Valentina Calixto, rainha dos crimes ambientais no Algarve, e a pedido do presidente da Cooperativa Formosa de Olhão para servir interesses proprios, sem qualquer estudo ou avaliação ambiental numa zona protegida, os galgamentos oceanicos fazem o resto do trabalho, estando neste momento, e com o aproximar da epoca de rigorosos vendavais, em jogo o desaparecimento completo do que resta da antes peninsula de Cacela.
As pessoas não afectadas directamente por estas ocorrencias desvalorizam-nos, só dando a importancia devida quando o mal lhes bate à porta. O acentuado estado de degradação e a fragilidade de todo o cordão dunar da Ria Formosa aliada à incuria e neglicencia das autoridades com responsabilidades na materia, permite-nos dizer que se não houver uma intervenção urgente que vise não o combate mas sim a prevenção da erosão costeira, a Ria Formosa corre o serio risco de desaparecer.
A diferença do preia-mar de marés vivas em relação à cota soleira é em regra inferior a meio metro, em toda a zona da Ria Formosa. A continuação dos galgamentos oceanicos e o desaparecimento do cordão dunar conjugados com situação de vendaval em preia-mar de marés vivas pode assim afectar todas as populações das zonas ribeirinhas da Ria Formosa, para lem de que as tradicionais actividades economicas da Ria, como a pesca, o marisqueio ou a salicultura poderão tambem elas desaparecer, com impactos negativos para o desenvolvimento economico e social desta região.
Já foram apresentadas soluções alternativas, menos dispendiosas que as costumeiras negociatas e reconhecidas como viaveis até pelas autoridades com poder de decisão. Alega-se a falta de dinheiro, mas o Plano de Gestão da Bacia Hidrografica do Algarve prevê gastar mais de cento e cinquenta e seis milhões de euros, não estando previstos gastos na reabilitação da Ria Formosa, a nivel da protecção do cordão dunar, do desassoreamento das barras naturais ou na minimização da poluição.
A Ria Formosa, segundo calculos do IPIMAR, produzia o equivalente a 70 milhões de euros só em ameijoa-boa a que se juntarmos os valores referentes à apanha de outras especies molusciculas ou piscicolas, bem se pode dizer que produz de mais valias locais para cima de 200 milhões de euros, a maior parte dos quais para exportação, ocuando directa e indirectamente cerca de dez mil pessoas. Nenhuma outra actividade economica na zona em tanto peso no desenvolvimento economico e social das populações.
A situação é de indignação e a população da Ria Formosa deve manifestar toda a sua revolta contra os responsaveis pels crimes cometidos por omissão e negligencia.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

OLHÃO: CÂMARA DESPESISTA

A Cãmara Municipal de Olhão já nos habituou aos excessos em termos de consumismo apesar de estar mais que falida.
Ainda recentemente o Correio da Manhã publicava que a Câmara de Olhão devia trinta e seis milhões de euros quando a realidade apontava para os quarenta e quatro. uma vez que e à pressa transferiram oito milhões de divida para a Ambiolhão.
Se clicarem no link http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=291091&lk=srch constatarão que foram concedidos mais 74.500 euros ao Centro de Cultura e Desporto da Câmara, subsidiando assim de forma encapotada as viagens turisticas de alguns funcionarios, amigos do regime, ou não fora a sua presidente a actual secretaria do narigudo presidente.
A Câmara Municipal de Olhão que enveredou pelo assalto às carteiras dos municipes, gasta muito acima das suas posses. Para alem deste ajuste directo os autarcas eleitos e que fazem parte da pandilha no Poder, degustam quase diariamente, em conhecidos restaurantes do burgo à pala do municipe, muito particularmente ali para os lados de Pechão, usando do cartão de credito.
Esta canalha na sua impunidade não distingue o que são despezas de representação das despezas pessoais.
A cultura imposta por Francisco Leal mantem-se inalterada apesar dos pretensos sucessores dizerem que não concordam com ele, praticando os mesmos actos e pautando a sua actividade autarquica pela falta de transparencia dos assuntos do municipio.
O Partido Socialista no Poder em Olhão desde o 25 de Abril comporta-se como um partido fascista por mais que a concelhia local diga o contrario. Antonio Pina, presidente da concelhia e vice-presidente da câmara não é capaz de dar o murro na mesa e obrigar Francisco Leal a dar conta dos seus actos ao proprio partido. Ao inves disso ainda está contra quem questiona internamente as situações menos claras e transparentes da gestão autarquica, acusando-os de fazerem parte da oposição ao partido.
Dentro de pouco mais de um ano teremos eleições e chegou o momento da contagem das espingardas com vista à elaboração das listas, antecediadas pela eleição de nova concelhia local. Estará Antonio Pina em condições de asegurar a continuidade ou vai ser afastado da grande pugna eleitoral? O tempo o dirá, mas as suas decisões não têm contribuido para um futuro risonho.
Olhão precisa de mudanças e quem fez parte do mal, obviamente não pode fazer parte da cura.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

RIA FORMOSA EM FANICOS


Em post recentemente publicado alertavamos para as demolições previstas na Ria Formosa e hoje damos aqui conhecimento de carta enviada a um futuro desalojado conforme se pode ver nas imagens.
As autoridades nacionais, regionais e locais estão mais interessadas, mais preocupadas com as demolições do que em resolver os problemas da Ria Formosa numa clara atitude de quem varre o lixo para debaixo do tapete, senão vejamos (cliquem nos links para ler):
A Ministra do Ambiente e Ordenamento tem pleno conhecimento do se passa http://polvodoalgarve.blogspot.com/2011/07/salvem-ria-formosa.html
Fez uso do contraditorio dando conhecimento a aberração chamada de Valentina Calixto que respondeu em http://polvodoalgarve.blogspot.com/2011/11/valentina-brinca-com-o-fogo.html
E porque Valentina Calixto é uma autentica cascavel politica que usa e abusa do poder, não tendo pejo em mentir e os seus superiores, de mediocres que são, aparam-lhe as golpadas, respondi-lhe à letra em http://polvodoalgarve.blogspot.com/2011/11/valentina-pra-fogueira.html .
Como vêem a situação da Ria Formosa vai-se degradando dia-a-dia, com o pleno conhecimento das autoridades, a todos os niveis.
A Câmara Municipal de Loulé sabe do impacto negativo dos campos de golfe para a Ria Formosa e autorizou a contrução de um deles em pleno Dominio Publico Maritimo, em terrenos ganhos à Ria.
Macario Correia, presidente da Câmara Municipal de Faro e tambem presidente do Comité do Ambiente das Regiões da União Europeia sabe que a Etar nascente polui gravemente a Ria Formosa mas está mais interessado nas demolições do que em resolver os problemas da Praia de Faro. Os doze milhões que vai gastar no realojamento das pessoas dava para a construção de uma Etar de terceira geração, ou, com muito menos aplicar nos recifes multi-funcionais que permitiam o crescimento natuaral da mancha de areal e promovia a segurança dos moradores da Praia de Faro.
Francisco Leal, um asno em presidente da Câmara Municipal de Olhão está mais preocupado em favorecimentos a empreendimentos turistico-hoteleiros do que promover a reabilitação da Ria Formosa, que só em ameijoa-boa criava de mais-valias locais setenta milhões de euros, para não falarmos de outras especies de inigualavel valor, sendo que a maior delas se destinam à exportação.
Para queles que ainda acreditam no Pai Natal não será demais lembrar que no Plano de Gestão das Bacias Hidrograficas que Integram a Região Hidrografica das Ribeiras do Algarve está prevista uma verba de 74 milhões para o Polis Ria Formosa e que podereis verificar em http://planogestaorh8.arhalgarve.pt/ .
Então há verbas para tudo quando seja maquilhagem e não há para resolver os problemas da Ria Formosa? Ou será que os nossos politicos dos mais diversos quadrantes, cambada de irresponsaveis, não os querem resolver? Porque não houvem as pessoas?
Contra isto, REVOLTEMOS-NOS, TODOS!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

OLHÃO: LIXO POLITICO MUITO TOXICO



As imagens dizem respeito à brochura mandada executar para anunciar a programação anual do Auditorio Municipal de Olhão. Para alem desta brochura a Câmara Municipal de Olhão edita tambem uma agenda cultural mensal, onde se anuncia mês a mês o que esta traz de uma acentada.
A qualidade do papel e ilustração desde logo fez desconfiar de alguma golpada e por isso pedimos um orçamento como se pretendessemos fazer outra publicação semelhante e foram-nos pedidos cem mil euros para impressão, design, composição e material. Num concelho, que é do dominio publico, não tem dinheiro para mandar catar um cego, o esbanjamento de uma tal maquia é no minimo uma aberração.
Mais grave ainda, quando o vice-presidente da edilidade anunciar pretender gastar em artistas metade do que gasta em publicidade. E é de tal forma que Antonio Pina, no pequeno texto que assina diz que no ano transacto, o auditorio teve pouco mais de treze mil espectadores, supomos que pagantes, o que poderá ter originado uma recita na ordem dos 65 mil euros, bastante inferior aos custos da brochura.
Como não podia deixar de ser, esmiuçamos o livrete de nula utilidade pois não serve nem para limpar o àz de copas e constatamos que o designer selecionado, não sabemos se de borla ou pago, é deputadp municipal pelo partido do Antonio Pina. Promiscuidades que não se ficam por aqui. Na brocchura faz-se publicidade, não se sabe se de borla ou pagantes, ao Hotel onde em tempos se realizou a boda da filha do presidente e que durante anos polui os lençois freaticos ao jogar os efluentes num poço; fazendo publicidade a uma empresa que vendeu os suspeitos audis da vereação ou a um conhecido empresario que de sociedade iria ficar com a concessão da exploração da marina. Tudo coincidencias!
Antonio Pina é licenciado em economia pela Universidade do Algarve e pelos vistos deve ter sido um pessimo aluno ou saberia que na situação em que se encontra o municipio não existem margem para estes desperdicios. Ou será que não é assim, e fá-lo por outras razões?
Muito fraco politicamente, não percebendo ainda se é de direita ou de esquerda, Antonio Pina na ausencia de politicas de satisfação das necessidades da população envereda pelo culto da imagem como forma de se apresentar ao eleitorado nas proximas eleições autarquicas, só que a azelhice é tanta que a oposição interna do partido no poder autarquico desde o 25 de Abril, prepara-se para lhe tirar o tapete.
A imagem que passa é a de um lider politico tão frouxo que mais parece lixo politico toxico com a propaganda com que pretende enganar as pessoas.
O Povo de Olhão saberá dar a resposta a este menino que mais não fez na vida que exercer cargos de indole politica e por herança.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

ALGARVE: TRAFULHAS AO ATAQUE

As mudanças na gestão da coisa publica que os eleitores esperavam do governo de Pedro Passos Coelho está a sair completamente defraudada. Cada dia que se passa aumenta a opacidade das decisões em materia de substituições de muita duvidosa eficacia e ensombrada por não serem as melhores escolhas.
A nomeação de David Santos para a presidencia da CCDR-Algarve não augura nada de bom para o ambiente e ordenamento da região quando se sabe que este cavalheiro é só mais um daqueles trafulhas da politica regional.
Ex-vereador e ex-presidente (nomeado) da Fagar onde a sua gestão se pauta pela falta de transparencia para alem de que enquanto lá esteve não foi capaz de acabar com descargas directas para a Ria Formosa algumas delas com anos.
Mas mesmo sem isso, vejam o que foi a gestão dos dinheiros publicos deste artista:
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=144692&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=184698&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=238626&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=179883&lk=srch
Como podem ver, entre o primeiro ajuste directo e o ultimo medeia um ano, um mês e dezassete dias. O Codigo dos Contratos Publicos apenas permite para a aquisição de bens e serviços até 206.000 euros por um periodo de três anos à mesma empresa. Ora, só um destes ajustes viola o Codigo da contratação publica por execder os limites agravado pelo facto de ter celebtado com a mesma empresa no espaço de uma ano três contratos que excedem largamente os valores permitiodos.
Por outro lado constata-se que o contrato de 247.000 euros não revela o numero de contadores, algo que é referido nos resantes. Porquê? É que se 3.000 contadores custam pouco mais de sessenta mil euros infere-se que os 247.000 euros tenham servido para adquirir 12.000 contadores, ou seja a Fagar de David Santos adquiriu no espaço de um ano 20.000 contadores o que para uma cidade da dimensão de Faro parece ser excessivo.
David Santos é um homem do aparelho partidario que move os cordelinhos detendo até mais poder dentro do partido que o lider da distrital passando por ele todas as grandes decisões do PSD Algarve, tais como a indicação de candidatos a deputados ou a presidentes de câmara. Sabe o que se passa em Olhão, onde o actual director regional da educação, Alberto Almeida, paga as quotas de pseudo-militantes a fim de garantir a manipulação da concelhia, mas ainda assim não lhe retira o tapete. Sabe que Alberto Almeida não olha a meios para atingir os fins de tal forma que com conduta eticamente reprovavel aceita ser vereador a meio tempo na Câmara Municipal de Olhão, em detrimento do cabeça de lista. De igual forma aceitou inegrar o conselho de administração da empresa Municipal Mercados de Olhão passando por cima do cabeça de lista.
O PSD neste contexto ao permitir comportamentos deste tipo torna-se le proprio um partido sem etica, e sem vergonha quando faz o apelo aos demais quando ele proprio dá tiros nos pés.
O cidadão comum que assiste a esta dança de cadeiras em que os trafulhas se alternam na partilha do peculio do Povo sente indignação e revolta.
CONTRA A CANALHA, REVOLTEMOS-NOS!