sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Ruben Faria cai fractura o pulso e assim é obrigado a desistir do Rali Dakar!

Ruben Faria fratura pulso e abandona o Dakar

Hoje às 17:01
O motociclista português Ruben Faria (Husqvarna) foi obrigado a abandonar o Rali Dakar, esta sexta-feira, depois de ter fraturado um pulso, em consequência de uma queda sofrida durante a sexta etapa da prova.
 
Frank Fife/Reuters
Ruben Faria em Husqvarna
De acordo com o sítio oficial da prova na Internet, Ruben Faria, que ocupava a sétima posição da classificação geral, caiu durante a "especial" que teve partida e chegada em Uyuni, na Bolívia, na extensão de 542 quilómetros.
Noticia retirada do JN online 
Nota do Olhão Livre: Infelizmente o nosso piloto cai e é obrigado a desistir, mas como se diz em Olhão há mais Marés que marinheiros e oportunidades de vencer esses Rali não vão faltar, o valor está na  coagem do Ruben Faria que nos orgulha a  todos os olhanenses.
Força Ruben!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Poluição das Aguas da Ria Formosa podem dar cadeia! António Pina que se cuide pois jogar veneno tóxico para a Ria Formosa é CRIME!

 
A pena de prisão para os crimes ambientais é a principal medida da proposta de directiva que a Comissão Europeia aprova hoje em Estrasburgo. Esta visa a protecção do ambiente através do direito penal.

Segundo Bruxelas, os responsáveis pelos crimes contra o ambiente na União Europeia, através de actos intencionais ou por negligência grave, não devem ficar impunes. Por isso, pretende criar uma base legislativa que permita aplicar sanções mais duras, como penas de prisão efectiva aos "criminosos ambientais", informou a Lusa.
Entre os crimes puníveis com penas de prisão, constam o derrame de hidrocarbonetos na água, as emissões atmosféricas acima dos níveis permitidos, o despejo de resíduos no solo e na água e a posse, captura, degradação e comércio de espécies animais e vegetais protegidas - um leque de crimes que poderá ser alargado no futuro.
A Comissão Europeia considera que as sanções previstas actualmente pelos Estados-membros são insuficientes para garantir um respeito absoluto do ambiente, uma vez que não prevêem sanções penais "efectivas e dissuasivas" das violações mais graves do direito comunitário.
O executivo de Bruxelas quer ver aplicados castigos que sejam "qualitativamente diferentes dos existentes actualmente", como as sanções administrativas ou as indemnizações civis.
As penalizações serão decididas pelas autoridades judiciais de cada Estado-membro, de acordo com a legislação nacional, e abrangerão as violações da legislação comunitária em matéria de ambiente.
A entrega desta responsabilidade às autoridades judiciais visa criar "um sistema imparcial e independente" das entidades administrativas que concedem as autorizações de exploração e de poluição.
As penalizações, que incluem ainda os cúmplices das violações e os que incitam às infracções, prevêem sanções criminais e penas de prisão para as pessoas responsáveis pelo acto praticado, bem como a interdição de apoios e de exercício de actividade aos responsáveis morais.
A iniciativa legislativa partiu dos comissários europeus da Justiça e Assuntos Internos, António Vitorino, e do Ambiente, Margot Wallstrom.
Cada três anos, os Quinze deverão apresentar relatórios à Comissão Europeia sobre a aplicação desta directiva, cuja proposta segue agora para conselho de ministros, com base nos quais será publicado um documento comunitário. 
Noticia retirada do Publico online 
 
Nota do Olhão Livre: António Miguel Pina, actual presidente da CMOlhão, que se cuide pois  pode ir parar à cadeia, por crimes de poluição em Olhão, pois esses tem sido uma constante  desde que o PS é o partido maioritário  na  vereação da C.M.Olhão, e ele próprio já está nessa vereação há 10 anos 1º como vereador depois como vice presidente e desde há 2 anos como presidente com sucessivas  violações às regras comunitárias de descarga de esgotos tóxicos sem qualquer tipo de tratamento,o que são crimes de poluição às  super protegidas aguas da Ria Formosa.
Como António Miguel Pina tinha a obrigação de saber, a Ria Formosa é uma área protegida com o estatuto de Parque Natural, legalmente criada pelo Decreto-Lei nº 373/87 de 9 de Dezembro, tem como objectivos preservar o sistema lagunar, proteger a fauna e flora específicas da região, as espécies migratórias e os habitats, e promover o uso ordenado do território e dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento económico, social e cultural e para o ordenamento das actividades recreativas e que se estende pelos Concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Stº António e abrange uma área de cerca de 18400 ha ao longo de 60km desde o Ancão até à Manta Rota. Está também integrada na Rede Natura 2000 como zona de protecção especial, estabelecida ao abrigo da directiva AVES, e como zona especial de conservação, ao abrigo da directiva HABITATS:
- Ao abrigo da directivo AVES, a Ria Formosa está classificada como zona húmida de importância comunitária como habitat de aves aquáticas, A zona de Proteção Especial para aves selvagens “Ria Formosa” foi criada Decreto-Lei nº 384-B/99, de 23 de Setembro.

Perante as fotos que publicamos, António Miguel Pina e quejandos, que se cuidem que se cuidem, pois as coisas podem mudar e uma nova queixa  contra os poluidores da Ria Formosa, pode entrar no parlamento e na União Europeia.

ALGARVE: FALÊNCIA DO CENTRO HOSPITALAR DO ALGARVE

Em http://olhaolivre.blogspot.pt/2015/12/isn-e-hospital-de-faro-socorro-e.html, dávamos conta de um acidentado que fora tratado no hospital de Faro e ao qual apesar de ter um problema na coluna cervical, foi enviado para casa sem o respectivo colar.
Ao ter alta, foi dito ao doente que fizeram tudo o que estava ao alcance e marcaram nova consulta para um mês depois.
Presente à consulta e ao repetir a bateria de exames a que foi submetido, trinta dias depois, foi-lhe diagnosticada uma fractura na bacia.
Uns tempos antes destas ocorrências, os ortopedistas, em ruptura com a Administração do Centro Hospitalar do Algarve, pediram a demissão.
Entretanto vão-se avolumando os casos, autênticos crimes contra a saúde dos utentes dos hospitais deste País, com um traço comum entre todos eles, já que estão associados aos cortes de verbas na área da saúde determinados pelo monte de lixo que foi a troika.
Bem pode, o presidente do Conselho de Administração, argumentar com as directivas governamentais que nunca questionou ou denunciou como sendo altamente prejudiciais ao regular funcionamento do Centro Hospitalar, mas daí até deixar ou mandar doentes para casa com um diagnostico incompleto e capaz de provocar o agravamento do estado clínico dos doentes via uma grande distancia. É que não pode ou não devia permitir que por razões de falta de verbas, os doentes deixassem de ter a assistencia devida.
Da falta de médicos, enfermeiros, auxiliares de diagnostico e terapêutica, de pessoal auxiliar, ir alem dos cortes, sendo a própria administração a roubar nos salários para fazer obras e depois vir apresentar como um grande sucesso a gestão do Centro Hospitalar, podemos nós dizer, que a gestão foi de facto criminosa, e pior ainda quando é um ex-bastonário da Ordem dos Médicos a fazê-lo.
A política de saúde do anterior governo saldou-se pela falência do Centro Hospitalar do Algarve em contra-ciclo com as clínicas privadas, que na falta de respostas do Serviço Nacional de Saúde, viram florescer os seus negócios.
O Centro Hospitalar do Algarve, polos de Faro e Portimão, não dizem respeito apenas aos residentes daqueles conselhos mas a toda a população algarvia que deve lutar por um Serviço Nacional de Saúde para todos, independente da sua condição económica e muito particularmente para aqueles que por essa razão não têm alternativa.
É no quadro do SNS que tem de ser encarada a prestação de cuidados médicos e medicamentosos, por mais troikas que nos coloquem pela frente. A troika roubou na saúde dos portugueses para dar à banca que levou anos a acumular lucros e a repartir pelos gangs que os administraram.
O caso que denunciámos e denunciamos, é só mais um de entre os muitos que uma população que sofre em silencio, incapaz de chamar os bois pelo nome, não se percebendo porque o actual governo ainda não mandou embora, o criminoso em presidente do Centro Hospitalar do Algarve.
REVOLTEM-SE, PORRA!



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

PESCA DA SARDINHA ENCALHADA!

Decidiu o governo socialista decretar a proibição de pescar sardinha até pelo menos 29 de Fevereiro, para protecção da desova e dos juvenis.
A medida merece o nosso aplauso mas não se diz como vão ser apoiados os pescadores, que já vêm acusando dificuldades à bastante tempo por causa das famigeradas quotas de captura.
Mantém-se a recomendação do ICES, a instituição internacional para a (des)protecção dos mares, que fixa a quota de captura de sardinha Ibérica nas 1600 toneladas para o corrente ano e mesmo este a repartir com os vizinhos espanhóis.
A União Europeia lava as mãos como Pilatos, mandando os governos de Portugal e Espanha entenderem-se na repartição da quota, quando até aqui, estava estipulado setenta por cento para Portugal e trinta para a Espanha.
Os estudos efectuados pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontavam para um crescimento do stock de sardinha na ordem dos trinta e quatro por cento, não se percebendo a razão da redução da quota.
Obviamente que também achamos correcta que sejam tomadas medidas de protecção para que os stocks de sardinha não levados à exaustão, mas não é esse o caso, havendo mesmo condições para o aumento da quota de captura.
Mais uma vez lembramos que, antes da "criação" da sardinha Ibérica, a nossa sardinha tinha obtido uma certificação internacional, com rotulo ecológico, devido à forma como era pescada e que permitia separar os juvenis dos adultos.
Já os nosso vizinhos espanhóis dão-se ao luxo de apanhar tudo, adultos mas também juvenis que depois aparecem nos nosso mercados, onde são vendidos livremente. Uma tal política de pesca por parte de nuestros hermanos, conduz inevitavelmente à escassez da sardinha, uma vez que se apanham hoje os juvenis, amanhã não temos adultos. Portanto se alguém não cumpre, são os espanhóis, pelo que só eles deviam ser penalizados com medidas tão drásticas como aquelas que são recomendadas.
Tal não acontece, porque os nossos governos, o actual como o anterior, se prestam à subserviência dos ditames de uma União Europeia que cada vez mais acentua as diferenças entre os países, tal com o faz em relação aos Povos.
Isto é o que faz sermos governados por bandos de traidores. Basta compararmos a situação de um casal em que quem manda lá em casa não é o corno, mas o amante da mulher. Assim são os nossos governantes; corneiam-nos e põem a UE a mandar no nosso País.
Até quando?
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: A GUERRA A CAMINHO!

Teve ontem lugar mais uma reunião entre as associações de moradores das ilhas barreira, núcleos dos Hangares e Farol por um lado e do outro, representantes do BE.
Ainda que não saibamos qual o conteúdo das reuniões, é fácil perceber a preocupação das associações face à posição assumida pelo novo ministro do ambiente.
Pelo meio, sabemos também que António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, manteve reuniões com o ministro e secretario de estado e que está preocupado com o desenrolar do processo, quanto mais não seja pela casa que a sua família tem no núcleo do Farol.
Tudo indica que, mal os tribunais deem provimento aos recursos apresentados pela sociedade Polis, esta venha a tomar a posse administrativa das casas, o primeiro passo para as demolições do edificado na ilhas barreira.
Sobre as casas e os possíveis impactos negativos para o ambiente, constatamos que apenas apontam para a destruição de algumas dunas, que até naturalmente poderia ocorrer, de alguma vegetação autóctone, e logicamente da paisagem natural, e que poderão de algum modo perturbar a movimentação eólica das areias.
Nenhuma das casas impede o uso balnear, a fruição publica de todos das manchas de areal a elas afecta.
As casas, são propriedade, em regra de elementos da pequena-media burguesia, e foram construidas há mais de trinta anos, sob o olhar das autoridades que à época tinham jurisdição sobre as ilhas e que passaram licenças para o transporte dos materiais de construção, sabendo ao que se destinavam.
Ainda que admitindo e reconhecendo a autoridade do Estado sobre terrenos que são do Domínio Publico Marítimo, e tendo em conta que na margem terrestre mas também naquele Domínio, foram emitidos títulos de utilização que permitiram a edificabilidade, não se achará senão, que o a administração publica, tratando todos os cidadãos por igual, principio consagrado na Constituição da Republica Portuguesa e no próprio Código de Procedimento Administrativo, emita o mesmo titulo, aliás no seguimento do que é proposto pelo Decreto-Lei 226-A/2007.
A administração publica tem dois pesos e duas medidas para avaliar situações semelhantes, consoante a capacidade económica-financeira e ligações ao Poder político, numa clara demonstração do que é o trafico de influencias e sintoma de corrupção. É verdade que na situação presente, também estão envolvidos alguns actores políticos, mas de segunda linha, face aos grandes interesses turístico-imobiliários que impendem sobre os terrenos das ilhas.
As ilhas, particularmente a da Culatra, têm um comprimento assinalável, que permite a fruição de todos e até mesmo para a satisfação de todos os interesses, não sendo por isso a onda destruidora que se perspectiva naquela ilha, com as demolições previstas.
Percebemos perfeitamente que o Estado queira realizar dinheiro e preferencialmente estrangeiro para reduzir as contas com o exterior, mas achamos absolutamente indigno que se corram com os portugueses para no seu lugar introduzir os estrangeiros, demolindo as casas dos primeiros para no seu lugar erigirem casas para os segundos.
Uma solução equilibrada e de bom senso, mandaria que a área ocupada pelo conjunto dos núcleos edificados da Culatra, fossem desafectados do Domínio Publico Marítimo a favor da autarquia com jurisdição na zona, com a obrigatoriedade da elaboração de um Plano de Pormenor ou de Urbanização, que contenha o crescimento da malha urbana e no respeito pelo património histórico, cultural e humano.
Mas para se conseguir isso, os moradores das ilhas barreira, têm de lutar, sair à rua, manifestarem-se por forma a avisar o governo das consequências dos seus actos. Os moradores têm de criar uma comissão de luta, única, com uma liderança revolucionaria. Não podem deixar-se cair nas canções de embalar com que alguns pretendem esconder a responsabilidade do partido a que pertencem, tem nesta matéria.
Associações que não são capazes de despir a camisola do partido, e neste caso do partido que está no governo, jamais conseguirão conduzir os moradores à vitoria, nesta que será a sua guerra.
LUTEM, PORQUE SEM LUTA NÃO HÁ VITORIA!
REVOLTEM-SE, PORRA!


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ruben Faria em destaque no Rali Dakar


 Rúben Faria (EPA/Felipe Trueba)
Rali Dakar
Rúben Faria segundo na segunda etapa
17:40 - 04-01-2016

O português Rúben Faria, em Husqvarna, terminou esta segunda-feira a segunda etapa do Rali Dakar no segundo lugar, ocupando agora o mesmo lugar na classificação geral.

O vencedor da tirada, 354 quilómetros cronometrados entre Villa Carlos Paz e Termas de Rio Hondo, na Argentina, foi o australiano Toby Price (KTM), que ascendeu também à liderança da prova.

Rúben Faria terminou o percurso 20 segundos depois de Price, ficando com dois segundos de atraso na classificação geral.

Paulo Gonçalves (Honda) foi sexto classificado, ocupando agora o sétimo lugar na geral, enquanto Hélder Rodrigues (Yamaha) foi o 16.º a cortar a meta, caindo ao 15.º lugar da geral.
Noticia retirada do site da Bola online

ALGARVE: AGUAS DO ALGARVE POLUEM À VONTADE!

Já há uns meses que não consultávamos o site da Aguas do Algarve, a empresa que tem a seu cargo a exploração e tratamento das aguas residuais urbanas, em alta.
Ainda que por lei, esteja brigada à publicitação, na sua pagina na internet, dos resultados analíticos, à entrada e saída, a verdade é que, apesar de já estarmos em 2016, não tem um único resultado publicado relativo ao ano de 2015.
A publicação dos resultados permitem o acompanhamento e fiscalização das descargas de aguas residuais (mal) tratadas no meio aquático, seja ele nas aguas interiores ou costeiras, e ver da conformidade com a lei.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e a Agência Portuguesa do Ambiente são as entidades licenciadoras das ETAR mas têm também a responsabilidade da fiscalização do cumprimento por parte das mesmas.
Ao longo dos anos temos vindo a denunciar da ilegalidade das descargas das aguas residuais, com denuncias apresentadas junto dos tribunais e até mesmo da UE, que encontram sempre uma forma subtil de fugir à sua função e viabilizar a poluição, neste caso do meio marinho.
As aguas do mar, sejam costeiras, interiores ou de meios estuarinos, são classificadas e obedecem a parâmetros consoante a utilização a que se destinam. No caso, podemos dizer aguas para uso balnear, piscícolas ou conquicolas.
Também já percebemos que a única preocupação das entidades publicas é em relação às aguas para uso balnear, desvalorizando as consequências das descargas poluidoras das ETAR para as actividades económicas tradicionais no litoral algarvio, do mesmo modo que percebemos o porquê da sua actuação.
Na divisão do trabalho imposta pela União Europeia, aquilo que é dado a Portugal, é a prestação de serviços, a troco da destruição de todo o sector produtivo, que é transferido para outros países como a Espanha ou a França. É nesse contexto que se insere a política de pescas e da actividade conquicola.
Assim, desde que as aguas cumpram os requisitos para o uso balnear, pode dizer-se que está tudo bem, mas o pior é que a ausência dos resultados analíticos, escondem também, que nem para uso balnear as aguas têm a qualidade devida.
O IPMA, que deveria proceder à monitorização das aguas piscícolas e conquicolas também está calado que nem um rato, não fazendo a monitorização para não ter de dizer o que vai errado.
Por outro lado, temos as associações ditas ambientalistas, que têm muita língua contra os privados mas que contra o Estado calam os crimes deste, mesmo que possam pôr em risco a saúde publica. Os pantomineiros da LPN ou da Quercus, a esta até lhe foi dado o Minuto Verde para lhe fechar a boca, nunca denunciaram a poluição na Ria Formosa nem na Ria de Alvor.
Curiosamente, o anterior presidente da Aguas do Algarve foi promovido a secretario de estado do actual governo, talvez com a indicação de poluir o resto do País. 
E o nosso moço pequeno em presidente de câmara, vogal do concelho de administração da empresa poluidora, nada diz sobre a falta de publicação dos resultados, talvez porque habituado à falta de transparência na autarquia, não vê mal algum na omissão.
Enquanto não publicarem as analises, podemos dizer que afinal a Aguas do Algarve está poluindo o mar algarvio.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Ruben Faria piloto de Olhão à frente do Rali Paris Dakar.


Ruben Faria piloto filhe de Olhão parte à frente de Dakar.

" Os motards Ruben Faria (Husqvarna) e o espanhol Joan Barreda (Honda) partilharam a vitória no prólogo de 11 quilómetros da 28.ª edição do Rali Dakar, na província de Buenos Aires, Argentina. A prova ficou ainda marcada por um despite que fez oito feridos.
 Com 6.27 minutos, a dupla foi apenas três segundos mais rápida de que Hélder Rodrigues (Yahmaha), enquanto Paulo Gonçalves (Honda), segundo em 2015, rodou mais lento devido a problemas com a moto e foi apenas 50.º, perdendo um minuto para os rivais na oitava vez que a prova é disputada na América do Sul."
Noticia retirada da TSF rádio noticias online 
Os autores do Olhão Livre desejam ao Ruben  Faria tudo do melhor,durante este dificílimo Rali, pois bem merece pelo seu valor inquestionável.
Neste Rali  Dakar Ruben Faria alinha com uma Husqvarna FR 450 Rally.
" A moto será, no fundo, “uma KTM porque não havia tempo para se fazer uma moto de rali de raiz e a equipa optou, e no meu ponto de vista bem, em pegar em todo o trabalho que estava feito com a KTM e ‘colocar’ a moto como Husqvarna. Os mecânicos são os mesmos, vai ser tudo igual, o que muda é a cor da mota”, explicou ao Motosport.
Porém, esta 450 tem identidade própria, e a Husqvarna Factory Rally Team desenvolveu-a dentro das possibilidades que o tempo permitiu. Em conversa com o Motorsport o piloto de Olhão acrescentou: “A maior alteração que fizemos foi a nível da desmultiplicação do amortecedor de trás – a moto está muito mais estável em zonas rápidas e fácil de conduzir. Trabalhámos na aerodinâmica e estivemos a experimentar, mas ainda não sabemos se vamos usar o controlo de tração na moto.”"
Noticia retirada do MotoSport online





sábado, 2 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: AS VERDADES OCULTAS

Os "bombeiros" bem tentam apagar o fogo da revolta dos moradores das ilhas barreira da Ria Formosa, mas dentro em breve perderão a sua face, quando o assunto for discutido no Parlamento, seja ele pela discussão dos projectos de resolução seja pelo envio atempado da petição feita a propósito.
Mais uma vez lembramos que as deliberações e acções que permitem a demolição do edificado nas ilhas, foram da responsabilidade do Partido Socialista. O Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) foi aprovado em 2005 pelo governo Sócrates; o Programa Polis e a sociedade do mesmo nome foram criados em 2008 pelo governo Sócrates; o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa foi revisto  e aprovado em 2009 pelo governo Sócrates. Todos estes documentos tiveram a chancela de Sócrates e do Partido Socialista e na maioria dos casos, o actual primeiro-ministro integrava o governo de então.
À boleia das aberrações ditas socialistas, o governo de Coelho/Portas, começou sem ter concluído o processo de demolições nas ilhas barreira, o que gerou uma forte oposição por parte dos moradores e de tal forma assim foi que o presidente da Câmara Municipal de Olhão, também ele socialista viria a terreiro defender a ilegalidade da Sociedade Polis, como se pode ver em http://www.cm-olhao.pt/listar-artigos/1303-antonio-pina-contesta-legalidade-da-sociedade-polis-ria-formosa.
A 7 de Abril do ano que agora findou, o rato Moreira da Silva, como se pode ver no link do post anterior, dizia que "...Estamos disponíveis para tentar encontrar investimento, nomeadamente para o núcleo central da Ilha de Faro."
Não estava, o rato, a referir-se a investimento publico porque esse já estava previsto no âmbito do Polis. O que o rato queria dizer é que para os espaços a reestruturar, leia-se demolir, na Ilha de Faro, procuraria encontrar investidores para desenvolver projectos turístico-imobiliários. Por um lado, corria com os feios, porcos e maus portugueses para introduzir o elemento estranho, enchendo as algibeiras de uma certa cáfila oportunista.
Qualquer pessoa compreenderá, que tendo a Ilha de Faro já uma ponte e outra programada, portanto de bastante acessibilidade, que os projectos de investimento apareçam em primeiro lugar naquela zona da Ria Formosa, deixando para depois as restantes ilhas, onde ainda é preciso alterar os Planos de Ordenamento que sobre ela incidem.
Mas que ninguém alimente ilusões porque é tudo uma questão de tempo.
Nas declarações do Pina no link acima, uma das questões que ele levanta é a ausência da elaboração do Plano de Pormenor e requalificação da Ilha da Armona. Lembramos aos mais distraídos que no âmbito do Polis, a lado nascente da passadeira está classificado como espaço a reestruturar (demolir).
Pina previa uma oportunidade de investimento de cerca de quatro milhões para a Ilha da Armona. É que ele diz, e não nós.
Se considerarmos que o arquitecto contratado pela Câmara de Olhão pretendia transformar a Armona nas Seicheles da Ria Formosa e o Pina na Quinta do Lago da Armona, outra coisa não podemos concluir que o que se prepara para ali, também é um projecto turístico.
Neste contexto, e perante a contestação dos moradores das ilhas barreira, é pois natural que os apoiantes socialistas tentem refrear os ânimos dos mais combatentes, desviando as atenções para questões colaterais. Os moradores das ilhas barreira, Armona incluída, não se podem deixar adormecer com as cantilenas de embalar deste pessoal.
O actual governo não durará até ao fim do ano que agora começa e se os moradores não o pressionarem para uma resolução rápida e definitiva do problema, um dia destes vão ser confrontados com o camartelo demolidor da Polis.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: ANO NOVO, GUERRAS VELHAS!

O novo ano não abre com melhores perspectivas para os moradores das ilhas da Ria Formosa, por mais que alguns pretendam branquear as pretensões do governo empossado no rescaldo das ultimas eleições.
Comparemos então as diferenças ou semelhanças entre o anterior e o actual governo nesta matéria, nas declarações dos responsáveis políticos de então e de agora.
A 29/12/2015, na carta enviada aos autarcas presentes na Assembleia Geral da Sociedade Polis da Ria Formosa e que pode ser lida em http://sos-ria-formosa.tumblr.com/post/136270959939/carta-do-ministro-do-ambiente-a-prorrogar-a , a actual ratazana repetia tudo o que ratinho Moreira dissera antes.
Ouvido no grande circo nacional em que transformaram o Parlamento, Moreira da Silva dizia a propósito que as demolições eram para continuar nas ilhas barreira da Ria Formosa, mas que todas as famílias cujas casas eram de primeira habitação iam ser realojadas.
No entanto deixava antever o futuro que reservam para as ilhas da Ria Formosa quando diz .... "Estaremos disponíveis para tentar encontrar investimento para o núcleo central da Ilha de Faro". Isto pode ser confirmado no link do dia 07/04, acima.
No segundo link, do dia 15/05, o ratinho Moreira, em reunião com os autarcas e representantes dos moradores, dizia "Apesar de serem construções ilegais, não faremos nenhuma demolição tratando-se de primeiras habitações, sem ter havido o realojamento prévio das populações".
"Sabedores da sensibilidade especial que envolve a demolição de habitações localizadas em Domínio Público Marítimo, não deixaremos de, em conjunto com as autarquias, as acompanhar a par e passo, garantindo que não serão efectuadas demolições de primeiras habitações sem prévio realojamento, e assegurando um “combate às construções comprovadamente não autorizadas em Domínio Público Marítimo”, com prioridade às que se encontram em zonas de maior risco." Palavras a actual ratazana que tem a tutela do ambiente.
A comparação dos diversos discursos não nos permite descortinar qualquer diferença entre uns e outros. Os dois ministros são unânimes e bastante claros no que diz respeito às construções em Domínio Publico Marítimo, fazendo questão de afirmar o combate às construções não autorizadas.
O que a actual ratazana vem dizer, é que se as construções forem autorizadas, podem ser feitas, mas para isso têm de correr primeiro com os actuais moradores. Ou seja, com uma futura revisão do POOC, pode vir a ser possível construir em cima das ilhas.
Mais, no momento já nem invocam qualquer dano ambiental, mas sim o da autoridade do Estado, quando o mesmo Estado, o Estado dos Piratas e Bandidos, tem permitido a construção em Domínio Publico Marítimo, aos poderosos.
Dito de outra forma, o que está em causa, é um problema de classes, entre dominados e dominadores, com os de menores recursos a sucumbirem perante os interesses do grande capital.
No momento, a única saída sensata para o problema das casas das ilhas barreira passa pela suspensão imediata de todas as acções previstas. Todo o território abrangido pelos núcleos do Farol, Hangares e Culatra, deve ser desafectado do Domínio Publico Marítimo e passar para o Domínio da Câmara Municipal de Faro. mas ainda assim, o POOC e o POPNRF têm de ser revistos, posto que prevalecem até mesmo em propriedade privada.
Os moradores das ilhas barreira não se podem deixar manipular por aqueles que, quais bombeiros, tentam apagar o fogo da REVOLTA.
REVOLTEM-SE, PORRA!



quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

OLHÃO: OS CATAVENTOS POLITICOS

1 - António Miguel Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, é um autentico catavento político, mudando de posicionamento político consoante o seu partido é governo ou oposição, algo que se tornou característico dos partidos do arco da governação.
Quando o Polis foi aprovado pelas câmaras municipais, o PSD em Faro, votou contra, porque diziam não existir rigor na abordagem dos problemas. Chegados ao governo, anterior, foi ver como depressa mudaram de posição, apoderando-se deles, uma veia demolidora.
Corrido o governo de Portugal à Falência (PaF) e logo substituído por um outro do PS, é 5ver como reagem agora aqueles, que em oposição ao governo anterior, declaravam contra a continuidade da Polis.
António Miguel Pina, dizia que a POLIS estava ilegal e apontava para a sua extinção, mas agora é o seu partido no Poder e as coisas mudam de figura.
Quando há quinze dias atrás, recomendava moderação ao novo ministro do ambiente e ameaçava votar contra a continuidade da Polis, eis que na votação se arrepende do que dissera antes e acaba por se abster quando chamado a votar.
E assim, continua a Polis, por mais um ano, em principio.
Não que a continuidade da Polis, por si só, seja problemático, uma vez que ainda estão em curso algumas obras, mas porque o que se vislumbra, e aí sim, continua a ser problema para os moradores das ilhas barreira, é o espectro das demolições nas ilhas barreira da Ria Formosa.
António Miguel Pina, tal como o catavento mudou de posição, ao sabor dos ventos... da governação!
2 - Há dias atrás, dávamos conta dos planos de António Pina para a Avenida 5 de Outubro e das prováveis consequências que teriam para o futuro dos Mercados de Olhão.
Apesar de em entrevista à comunicação social regional, ter apresentado as linhas mestras do seu pensamento para a zona, e depois de ter aprovado o fim do estacionamento no lado sul dos Mercados, António Pina, junto dos amigos, procurou desmentir o que então disséramos, e que agora agravamos.
O maior problema da baixa de Olhão, é o estacionamento, e nessa matéria, no Plano de Pormenor da Zona Histórica, está previsto acabar com o estacionamento no lado norte da 5 de Outubro, para alem de outras ruas no centro histórico.
Quem conhece Olhão actual, sabe que no Verão, estacionar na Avenida 16 de Junho, é quase como procurar uma agulha num palheiro; sabe também que o maior "parque de estacionamento" do lado poente, é no Largo da Feira, mas aí, Pina fez aprovar um loteamento que vai reduzir substancialmente o estacionamento.
Na ânsia de promover um "calçadão" na 5 de Outubro, pretende dotar aquela Avenida de um só sentido de transito, Faro-Tavira. Mesmo que venha a fazer um estacionamento em espinha, a perda de lugares é demasiado grande.
E como se isso não bastasse, vejamos o que pode acontecer aos Mercados.
Os produtores que vendem no exterior aos sábados, e que são a maior fonte de atracção de forasteiros e residentes, terão de circular vindos do lado poente em direcção a nascente, entram para o lado sul dos Mercados, onde descarregam os seus produtos, e têm de sair, novamente para nascente, não se sabendo onde irão estacionar, porque nessas bandas não vão ter lugar. Têm então, que dar a volta, mas no lado nascente com o novo loteamento também não vão ter lugar.
As dificuldades que os produtores vão encontrar, farão com que aos poucos, deixem de trazer os seus produtos.
Os operadores no interior dos Mercados de Olhão, já são confrontados com bastantes dificuldades e se no exterior acabar a venda, os operadores acabarão por desistir das suas toldas e com isso, perde-se o principal ex libris da terra.
Pina não o diz, mas as suas propostas para a frente ribeirinha, são de molde a acabar definitivamente com os tradicionais Mercados de Olhão.
3 - Quem poderá beneficiar da proposta do Pina?
O comodismo das pessoas, leva-as a fazerem-se de transportar de carro até à porta dos estabelecimentos, se possível. Com a destruição do estacionamento, os frequentadores dos restaurantes e das esplanadas onde vão deixar os carros?
E se o numero de esplanadas aumentar, tem Olhão capacidade para manter abertas todas elas? Ou será apenas no Verão?
Mesmo que aumente o numero de forasteiros a visitar a zona, serão eles capazes de sustentar a frente ribeirinha?
4 - Por outro lado, os dinheiros públicos, são fruto do assalto à carteira dos residentes e não dos forasteiros, logo os residentes deveriam ter o retorno da carga fiscal imposta pelo município, ou seja, as perspectivas de desenvolvimento na realização dos investimentos públicos devem em primeiro lugar para aqueles que pagam as suas taxas e impostos fixados pela autarquia.
Parece que o Pina, apenas tem a preocupação de fazer grandes negócios, de satisfação de interesses ocultos, que não de um desenvolvimento sustentável, capaz de conciliar o desenvolvimento económico com o social e o ambiente.
5 - Os titulares de cargos políticos têm de se mentalizar que o Povo tem um Poder enorme que pode correr com eles quando muito bem entender, ou quando chegar ao limite do suportável. E já vai sendo hora de dizer basta a tanta canalhice.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Praia do Pedre Zé a grande aposta de merda de António Pina.



 A Praia do Pedre Zé foi durante anos e anos uma das Praias de Olhão,onde os filhos de Olhão iam a banhos e inclusive acampavam, a areia era fina e as aguas eram limpas e cheias de vidas ir a banhos à Praia do Pedre Zé era ir também apanhar o petisco, à calcada apanhavam-se búzios e búzias no debaixo da ceba, apanhavam-se também amêijoas boas de cão e berbigão,e rara era a vez que não vinha para casa uma canastra de canguerejos mouros. que aos canguerejos morraceiros nem se passava cartão,tal era a abundância e riqueza dos terreenos que circundavam a Praia do Pedre Zé.
Depois do 25 de Abril a CMOlhão promoveu  um aterro ilegal em toda a zona  terrestre, deixando e incentivando os construtores do regime a aterrarem as salinas,que eram Dominio Publico Maritimo, do lado nascente da Fábrica Unitas e a norte da Praia do Pedre Zé, como se pode ver na foto foto que Antonio Martins publicou nas páginas do f.b.e que nós publicamos aqui em baixo.
 
A foto seguinte também foi publicada por António Martins e pode-se ver  bem o estado que ficou toda a zona de salinas , depois de aterrada e depois da CMOlhão, sempre presidida pelo PS,  ter construindo a ETAR Nascente de Olhão, em cima das salinas e a Norte da Praia do Pedre Zé.
Todos esses criminosos aterros das Salinas,e a construção da ETAR,   foram feito pelo executivo do PS com a colaboração do PSD, e nas barbas dos sucessivos directores do  Parque Natural da Ria Formosa,e da CCDR.Algarve.


Depois dos autarcas da CMOlhão  com maioria PS,andarem  anos e anos a cometer esse tipo de crimes ambientais, e destruírem a Praia do Pedre Zé, impunemente, vem agora o camaleão Pina anunciar com Pompa e circunstância que a grande aposta dele António Miguel Pina é reactivar as Praias urbanas de Olhão sendo a Praia  do Pedre Zé uma dessas apostas.
Conhecendo nós no Olhão Livre o nojo que toda aquela zona é deixamos no ar as seguintes questões ao camaleão Pina.
1º précura: Saberá António Miguel Pina que na zona  da Praia  do Pedre Zé existe um tubo de descarga  das escorrências mal tratadas da ETAR Nascente de Olhão, que desagua no que resta do areal e que é um dos focos de poluição de toda a zona de Praia e de contaminação  das Aguas de Produção de Bivalves que é a Ria Formosa.
O que será que acontece se um turista colocar um pézinhe dentre da agua e lama contaminada e ficar cheio de bicos até há verilha?
2º précura: Saberá António Miguel Pina que toda a zona envolvente devido à poluição efectuada anos a fio pelos estaleiros de construção naval,está completamente poluída não só há superfície com também todas as lamas submersas estão de tal maneira contaminadas, com restos de tintas anti-vegetativas altamente poluentes, e que são altamente cancerígenas?
3ª précura pensa António Miguel Pina que jogar areia por cima da poluição e do veneno resolve o problema?Será que pensa que esconder o problema resolve o problema, pois  já era era assim que pensava o antigo ditador e presidente da CMOLhão o cacique F.Leal.
Nós no Olhão Livre estaremos atentos a mais esta charlatanice do moço Pina, e eleque se cuide, pois caso pensem em reactivar a Praia do Pedre Zé sem descontaminar  toda a zona envolvente seja em terra seja em  toda a zona envolvente da Ria,  como deve ser a sua obrigação, nós faremos aqui neste e noutros locais a denuncia publica dessa porca lavagem.
Lutemos em defesa da Ria Formosa sem poluição!
Fim à poluição e à criminalização dos  poluidores da Ria Formosa!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Cheias em Albufeira a vergonha continua!

Mau tempo no Algarve: Albufeira de novo afetada por cheias

Cheias de 1 de novembro em Albufeira
15 minutos de chuva torrencial chegaram para inundar a rua 25 de Abril. Faro e Portimão também afetadas. (em actualização)
O mau tempo abateu-se sobre o Algarve esta segunda -feira. Albufeira, Faro e Portimão são algumas das cidades afetadas, com os Bombeiros a receber dezenas de ocorrências foram provocadas pelo temporal que se abateu na região, mas a dimensão dos estragos ainda não é conhecida.
Segundo o DN presenciou a baixa de Albufeira ficou inundada, com a água a chegar aos 20 centímetros de altura e a entrar em casas, restaurantes e noutros estabelecimentos comerciais, principalmente os localizados na rua 25 Abril, a mesma que foi arrasada pela enxurrada de dia 1 de novembro e que provocou danos de mais de 20 milhões de euros.
Nota do Olhão Livre: Bastou 30 minutos de chuva para que  a baixa de Albufeira ficasse  novamente inundada. 
Será que agora vão dizer outra vez que a culpada inundação foi de Deus,como disse o ex .ministro no dia 2 de Novembro?
Porque será que a justiça não leva a julgamento os responsáveis por estes crimes de estrangular as ribeiras e linhas de agua? 
Os comerciantes de Albufeira tem todo o direito à revolta e à indignação,por verem os seus estabelecimentos mais uma vez inundados devido a obras mal planeadas e executadas!

domingo, 27 de dezembro de 2015

OLHÃO: CÂMARA POUCO TRANSPARENTE!

Ao longo dos anos, temos vindo a chamar a atenção para a falta de transparência da Câmara Municipal de Olhão, e que não será apenas desta.
A falta de transparência é uma forma de esconder aquilo que se faz de errado na gestão autárquica, podendo esconder situações menos legais ou regulares e que aos pequenos ditadores em autarcas não convém seja do conhecimento publico.
Se houve câmara municipal que também não primou pela transparência, temos a de Faro, mas que parece agora querer mudar de rumo, fazendo publicitar as deliberações com eficácia externa, como determina a Lei, ao publicitar as suas decisões como em http://www.jornaldoalgarve.pt/edital-faro/. Esperemos que seja para manter e não se trate de um simples arrufo.
As decisões com eficácia externa não se resumem às deliberações em sessão de câmara mas também às que são aprovadas por despacho.
No caso da Câmara Municipal de Olhão, nem umas nem outras são publicitadas, violando a Lei, o que parece não incomodar o pequeno ditador.
Com já é do conhecimento publico, logo na primeira sessão de câmara, após a tomada de posse, o Pina conseguiu enganar a restante vereação, propondo lhe fosse concedida a delegação de competências, com as quais pode aprovar por despacho, sem dar conhecimento à restante vereação, apresentando as suas decisões como factos consumados.
Claro que o objectivo do Pina é esconder de todos, algumas decisões cujo conhecimento prévio poderiam levantar problemas, não sendo por acaso que esconde informação que é do interesse de todos, mesmo que para isso tenha de passar por cima da Lei.
A falta de transparência, consubstanciada na não publicitação das decisões com eficácia externa, permitem-lhe autorizar projectos urbanísticos que de outra forma podiam merecer a contestação das pessoas por conterem irregularidades.
Basta ver que a Lei obriga a que sejam afixados no local, um painel informativo, visível da rua, onde conste o que se pretende construir em determinado lote. Se para algumas pessoas, menos preocupadas com este pormenor, é insignificante, a verdade é que a mesma pessoa pode vir a ser confrontada com um muro de betão que lhe vai tapar a vista. Se essa pessoa tivesse conhecimento antecipado do que pretendiam fazer poderia deduzir oposição, o que o Pina não quer.
E quem diz isso, pode também dizer que já temos casos de construções em violação dos planos de gestão territorial que tresandam aos crimes conexos aos de corrupção.
São questões como esta que levam o Pina a não publicitar uma informação que é obrigatória por Lei.
Quando é que as pessoas começam a exigir a transparência na gestão da autarquia?
Falta de transparência é sintoma de corrupção! Até quando?

sábado, 26 de dezembro de 2015

PESCA: QUOTAS DE VITÓRIA OU DE DERROTA?

No passado dia 16, a RTP anunciava como vitoria as quotas de pesca atribuídas a Portugal, como se pode ver em http://www.rtp.pt/noticias/economia/portugal-traz-de-bruxelas-aumento-das-quotas-de-pesca-para-2016_n881776.
No mesmo dia, mas em Espanha, a ministra das pescas também anunciava a sua vitoria como se pode ver em http://www.farodevigo.es/mar/2015/12/16/espana-reducir-recorte-merluza-rape/1370305.html.
No meio disto surgem algumas contradições. Desde logo, porque os nossos vizinhos espanhóis, gozam de um especial beneficio resultante da delimitação dos mares de pesca, sejam eles denominados como de aguas ibéricas, que incluem as nossas aguas, como a do Golfo de Cadiz que se estende até parte da costa algarvia.
Assim, no que respeita ao Golfo de Cadiz, o aumento das quotas de biqueirão e lagostim são iguais para os dois países, em termos de percentagem que não em tonelagem, onde a Espanha leva a parte de leão.
Já na pescada, a nossa quota foi reduzida em 25% enquanto a espanhola em 21,5%, isto em termos percentuais, porque em termos de tonelagem, a nossa passa para 3.000 toneladas enquanto os espanhóis ficam com 6946.
Já no tamboril a redução da nossa quota é de 10%, enquanto a espanhola reduz 14% embora mantendo uma tonelagem maior que a nossa.
O único aumento digno de registo verifica-se na quota do carapau, uma espécie de pouco valor económico e que mesmo assim teve um aumento de apenas 15%.
Quanto à sardinha, a posição da UE, é a de que portugueses e espanhóis que se entendam, chutando a bola para o lado.
Independente dos números, há uma questão política de extrema importância e que pela qual estamos obrigados a discordar desta "vitoria". É que afinal onde começa e acaba o nosso mar, que tipo de soberania temos sobre as nossas aguas, quem manda efectivamente sobre os nossos mares?
A definição de quotas feita em conselho de ministros da União Europeia, retira-nos qualquer capacidade de decisão sobre a nossa pesca, conduzindo de forma paulatina, à sua extinção. Compete ao IPMA analisados os estados dos stocks, em conjugação com as associações representativas dos diversos sectores da pesca, fixar as quotas de captura nas nossas aguas. Permitir a ingerência da UE em assuntos que podem pôr em causa a nossa soberania é inaceitável.
Os nosso vizinhos espanhóis, com uma gigantesca frota, são autênticos predadores dos mares, que depois de terem rebentado com os seus stocks, encontram no mar português a possibilidade de continuarem a sua actividade predadora, enquanto do lado português se assiste ao abate da frota.
Ou seja, vamos continuar a ceder aos espanhóis os nossos recursos para depois irmos comprar-lhes aquilo que pescam nas nossas aguas. É a nossa riqueza a mudar de mãos.
Ainda que a UE tenha apresentado cortes mais severos nas quotas de pesca, sem qualquer base cientifica rigorosa, a verdade é que tal se deve apenas a criar uma base negocial que permitisse depois fazer algumas cedências às partes que as apresentam agora como vitorias.
Assim, não nos parece haver motivo para uma real satisfação porquanto os maiores beneficiados com a exploração dos nossos mares, continuam sendo os espanhóis.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

OLHÃO: QUE FUTURO?


No passado dia 22, António Pina concedeu mais uma das suas celebres entrevistas, onde diz pretender proceder à venda dos lotes de terreno do loteamento da Porto de Recreio, já em Janeiro.
Acontece que antes da alienação dos lotes o assunto terá de ser discutido e aprovado em Assembleia Municipal, onde não é liquido que mereça o apoio de todos os deputados municipais, não só pela volumetria como também pelo baixo valor com que pretende proceder à alienação.
A alienação destes lotes deveria ser precedida de uma hasta publica devidamente publicitada em dois jornais diários de grande circulação e ainda nos jornais regionais por forma a surgirem o maior numero possível de interessados e assim fazer subir o valor da licitação.
Quando o Pina vem dizer que já tem dois investidores, apesar de não ter assegurada a aprovação em Assembleia Municipal e ainda menos ter procedido à hasta publica, poderá significar que os procedimentos da hasta publica não serão tão transparentes quanto o desejável e que merece ser bem acompanhado.
Por outro lado, o loteamento, insere-se numa zona de terrenos conquistados ao mar, como se pode verificar na imagem acima que reproduz a planta de Olhão datada de 1951, e que corresponde à caldeira do moinho da Barreta.
À data da planta, estava em vigor o Regulamento da Direcção Geral da Hidráulica de 1929, e os aterros promovidos ou consentidos pela autarquia, teriam que ter a anuência daquela Direcção Geral. Mas mesmo que esta o tivesse autorizado, de acordo com a Lei em vigor, os terrenos conquistados ao mar, passariam para o Domínio Privado do Estado, na altura representado pela Direcção Geral da Fazenda Publica, hoje Direcção Geral do Tesouro e Finanças.
Em 1971, a legislação sobre o Domínio Publico Hídrico foi actualizada e condensada no decreto-lei 468/71 e manteve no essencial tudo que vinha detrás, nomeadamente a passagem dos terrenos conquistado ao mar para o Domínio Privado do Estado.
Na década de oitenta, promovendo aterros que se sabe já, não terem merecido a aprovação da Autoridade Marítima Nacional, mas apenas da então Junta Autónoma dos Portos do Sotavento Algarvio, que não tinha competência para  fazer, a Câmara Municipal alienou uma parte significativa dos terrenos em causa, de forma pouco legal, substituindo-se à Direcção Geral do Tesouro e Finanças, sem ter sido mandatada para tal.
Assim a alienação de parcelas dos terrenos conquistados ao mar, tanto no passado como no presente, pode estar ferida de nulidades, pelo que denunciaremos junto da Procuradoria Geral da Republica, até porque os terrenos que constituem o loteamento do Porto de Recreio foram adquiridos pela Câmara Municipal de Olhão por usocapião.
Não podemos deixar de recordar, que ainda recentemente, a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António foi objecto de um processo judicial, precisamente por ter alienado terrenos que foram do Domínio Privado do Estado e concedidos para a instalação do Parque de Campismo de Montegordo.
António Pina contará com a nossa oposição na descaracterização da frente ribeirinha de Olhão e se pudermos pediremos a nulidade de todos os negócios jurídicos praticados sobre os terrenos conquistados ao mar no sitio da Caldeira do Moinho da Barreta e a responsabilização de quem os fez.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

OLHÃO: DITADURA SOCIALISTA PREPARA ENCERRAMENTO DOS MERCADOS

Há uns anos atrás, a Câmara Municipal de Olhão, então presidida pelo cacique Leal, pensou deslocalizar os Mercados Municipais para outra zona, o que levou a que os comerciantes da Rua do Comercio se pronunciassem contra porque tal poderia significar o fim do comercio local.
Se olharmos aos centros comerciais, encontramos a mesma lógica de enquadramento de uma zona de comercio apoiada numa ancora, o grande estabelecimento de distribuição alimentar e ainda apoiado num parque de estacionamento para utilizadores e um local apropriado às descargas.
Até ao momento, esse tem sido o molde de funcionamento dos Mercados Municipais, que aliado à frescura dos produtos ali vendidos trás à zona milhares de visitantes ao sábado.
Nas sucessivas entrevistas e naquilo que o presidente da Câmara propõe, toda essa lógica será invertida, começando por acabar com o estacionamento no lado sul dos Mercados e posterior mente, no lado norte da Avenida 5 de Outubro. Quanto aos operadores, o estacionamento ficará reduzido ao pequeno Parque a poente do Mercado de peixe.
A levar por diante tal intenção, os Mercados, que já viveram melhores dias, poderão vir a encerrar portas por falta de clientes, algo que já se verifica, com pelo menos um talho a dar lugar a um novo bar.
Mas também, ao transformar o lado sul dos Mercados em zona pedonal, a breve prazo a zona de terrado perderá o tradicional mercado de sábado, o maior cartaz turístico de Olhão.
Toda esta situação é agravada com a transformação da 5 de Outubro numa via de um só sentido, desaparecendo por completo a tal lógica de um loja ancora de todo o comercio da zona.
Pina, o pequeno ditador, entende que só ele é que sabe e que é ele quem manda, contando para isso com o apoio incondicional dos representantes do PSD na Câmara, borrifando-se para os interesses da população.
É nosso entendimento que qualquer cidade, deve desenvolver-se para satisfação dos residentes de tal forma que quem nos visita, sinta a vontade de regressar. Ao contrario Pina, pensa única e exclusivamente na satisfação dos visitantes mas ignorando os residentes, descaracterizando toda a zona em nome do crescimento turístico.
A nova "Quarteira" de Olhão, que será o calçadão em preparação, vai ser dotada de um conjunto de esplanadas em toda a sua extensão. Mesmo que se venha a verificar o crescimento de visitantes, a dispersão por tanta esplanada, não trará nada de mais aos estabelecimentos de bebidas já existentes, embora temporariamente possam ter algum beneficio, enquanto não acabar o mercado no exterior aos sábados. E isto na época alta, porque na baixa, a frente ribeirinha, será ainda mais desertificado do que é na actualidade.
Gastar os dinheiros públicos, extorquidos a todos os munícipes, para satisfazer alguns interesses, não é desenvolver a cidade e o seu Povo.
Basta pensarmos que se o Povo de Olhão tivesse ganhos nas suas actividades tradicionais, onde o Pina devia aplicar o dinheiro de todos nós, acabavam por ser tão ou mais consumidores do que os forasteiros, que serão sempre bem vindos, mas nunca substitutos de quem aqui reside.
Porque o Pina não ausculta a opinião das pessoas, promovendo uma discussão séria sobre o tema? O tempo da ditadura acabou com o 25 de Abril. E o caciquismo está desatualizado!
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Morte no Hospital deSão José, por falta de médicos!Há dinheiro para salvar os bancos, não há dinheiro para salvar vidas!

No dia 14 de Dezembro morreu no Hospital de São José em Lisboa o cidadão português David Duarte,  por falta de assistência médica, pois os médicos neurocirurgião não fazem operações cirúrgicas ao fim de semana,desde que o governo do PSD/CDS deixou de pagar aos médicos o serviço de fim de semana. 
Essa morte criminosa, por falta de assistência médica,  só nos pode revoltar pois dinheiro é coisa que não falta para salvar vários bancos de um sistema capitalista,que o sistema politico instalado(seja ele de que cor seja), em Portugal quer salvar à força dos bolsos dos contribuintes,mas querem-nos fazer querer que não há dinheiro para salvar o Serviço Nacional de Saude,que se tivesse a funcionar em pleno esta morte criminosa nunca tinha acontecido
.
«O Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC), ao qual pertence o Hospital de São José, confirmou que a prevenção aos fins de semana de neurocirurgia vascular está suspensa desde abril de 2014. Como a prevenção ao fim de semana é de regime voluntário, alguns especialistas optaram por deixar de a fazer, devido à alteração dos regimes remuneratórios.
Embora existam dois neuro-cirurgiões no Hospital de São José 24 horas por dia, a neurocirurgia de urgência de aneurismas é "altamente especializada", disse ao DN porta-voz do CHLC, e requer uma equipa "especialmente habilitada" para a realizar "com resultados satisfatórios"»

Esta noite os directores do SNS de Lisboa  demitiram-se em bloco,pois dizem que já há muitoque tinham reportado esta situação vergonhosa e os ministros da saúde nada fizeram!
As pessoas deve-se organizar e vir para a rua exigir um Serviço Nacional de Saúde digno, e  fim do roubo dos bancos,onde quem paga é o cidadão que é roubado nos salários pensões e impostos em cima de impostos,sem que um único canalha que está à frente da banca seja  julgado e condenado.
Lutemos por um SNS digno!
A Luta continua!

OLHÃO: NATAL SIM, REPRESSÃO NÃO!

Ontem, aos carteiros de Olhão, foi dada a tarefa de distribuírem, pelo menos 900 cartas registadas, sem qualquer identificação do remetente, pelo que alguns dos felizardos as rejeitou.
Mas porque nem tudo são rosas, de entre um dos que a recebeu e abriu, lá vinha um cartão de boas festas da santa PSP, com uma multa de trinta euros por mau estacionamento.
Também somos contra o estacionamento indevido, mas a avultada quantidade de multas aplicadas, revela algo que vai para alem do simples excesso de zelo para cair na pura repressão.
Numa época em que as pessoas, veem os seus magros rendimentos serem roubados para proteger a roubalheira que vai na banca nacional e a proteção física da mesma corporação que agora assalta a carteira dos condutores infractores com esta resma de multas, uma carga policial desta natureza é completamente despropositada.
A quadra que atravessamos é propensa a alguns excessos, nomeadamente no campo da alcoolemia, de velocidade e manobras perigosas, mas entendemos que para o estacionamento podia e devia haver alguma racionalidade ou tolerância, como queiram chamar, não porque concordemos com o estacionamento indevido mas porque nesta altura do ano, aumenta a população e os sítios onde estacionar, são cada vez mais escassos.
As pessoas já não têm dinheiro para dar uma prenda de natal aos familiares e muitos deles nem terão uma ceia decente e condigna com a quadra, para serem espoliados pelo excesso de zelo de alguns frustrados fardados, cuja única coisa que sabem fazer, é reprimir!
Convenhamos que não é a altura mais apropriada para uma acção deste tipo, mas deixem as pessoas festejar o Natal.
NATAL SIM, REPRESSÃO NÃO!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

RIA FORMOSA: A LUTA CONTRA A POLUIÇÃO CONTINUA!




 No principio do ano foi apresentada uma queixa na Procuradoria Geral da Republica contra a Aguas do Algarve por incumprimento no processo de decisão de construção da nova ETAR, conforme estipula a Lei 83/95.
Há cerca de 20 dias fui notificado do despacho de arquivamento por parte dos Serviços do Ministério Publico, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, com o qual não me conformo.
E porque não me conformo, contesto nos termos das imagens em cima.
Como é do conhecimento de toda a população da Ria Formosa, as ETAR e os esgotos directos, são a principal causa, directa e indirecta, da elevada mortandade de bivalves e espécies piscícolas e também das plantas de fundo, a seba.
Aquilo que tem passado um pouco ao lado da discussão, tem a ver com a origem da contaminação dos bivalves, por biotoxinas. É que sendo verdade que o fitoplâncton, potencialmente toxigeno, existe no meio natural, mas não em quantidade bastante para obrigar à interdição de apanha dos bivalves. A explicação está precisamente porque nas descargas das ETAR, elas vão acompanhadas por grandes quantidades daquele fitoplâncton, que em condições ambientais favoráveis procedem à floração, momento em que degeneram em biotoxinas.
Se no passado não havia o conhecimento suficiente para se defender outro tipo de solução, vozes ouve que defenderam a construção de um emissário para a costa, transferindo a poluição.
Mas nos dias de hoje, existem estudos mais que suficientes para a reutilização das aguas residuais na agricultura, razão pela qual a ARH elaborou um documento onde aponta como favorável a sua reutilização, mas com o inconveniente dos elevados custos do tratamento e da distancia das ETAR ás zonas de produção agrícola.
Ora, se a Aguas do Algarve se propõe construir uma nova ETAR, então que o fala junto das zonas de produção agrícola.
Não podíamos deixar passar em branco a postura do Ministério Publico, de autentica defesa das entidades publicas, mesmo quando estas estão em falta. Aceitar como validas as informações, omitindo a ausência de documentos de suporte, que não podiam existir, porque pura e simplesmente os não produziram, nomeadamente no que diz respeito à discussão (pouco) publica.
As discussões publicas estão obrigadas à sua publicitação em dois jornais diários de grande tiragem e ainda num jornal regional, coisa que nem a Aguas do Algarve nem a APA fizeram; está obrigada à publicitação nas respectivas paginas na Internet e nenhuma delas apresenta um "pRint screen" das mesmas. Ou seja esconderam do Povo, a discussão publica resumindo-a a um convidado conveniente, o Turismo do Algarve, como se a Ria se resumisse ao uso balnear.
Cabe às pessoas interessadas sair em defesa dos seus interesses, porque nós, não tendo materiais a defender, apenas estamos nesta luta por princípios, por valores, em defesa do desenvolvimento económico e social  e do bem estar do Povo da Ria Formosa.
LUTEM, PORQUE SEM LUTA NÃO HÁ VITORIA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 20 de dezembro de 2015

OLHÃO: ONDA DE REQUALIFICAÇÃO OU DE DESTRUIÇÃO?

O jornal Sulinformação, em http://www.sulinformacao.pt/2015/12/onda-de-requalificacao-a-caminho-da-frente-ribeirinha-de-olhao/. faz eco das pretensões do presidente da Câmara Municipal de Olhão.
Ora, ainda esta semana o presidente da Câmara ouviu da boca da representante da DGRM que a Ria Formosa chegou a registar capturas de bivalves na ordem das nove mil toneladas num ano. Nove mil toneladas representam cerca de noventa milhões de euros de mais valias locais, algo que todos os outros sectores da actividade económica juntos são capazes de proporcionar, razão mais que suficiente para deplorar aquilo que o presidente fazer, virar a cidade quase que em exclusivo para o turismo.
Na mesma reunião, o presidente ouviu de um técnico conceituado do IPMA, referir que o principal problema da Ria  da quebra na produção de bivalves, se deve às ETAR e aos esgotos directos.
É curioso ver como o presidente tem dinheiro para esbanjar e aquilo que sempre foi um cartaz de Olhão, as ameijoas, estejam a morrer por culpa dele e dos que o antecederam à frente dos destinos da autarquia.
Por outro lado, a requalificação dos Jardins Pescador Olhanense e Patrão Joaquim Lopes mais parece ser uma obra de destruição, transformando a Avenida 5 de Outubro num novo calçadão de Quarteira, que como se sabe, é um deserto na estação baixa.
A redução das faixas de rodagem, condicionadas a uma só, como diz o imbecil politico em presidente, é destruir aquela que foi criada para, e que em determinado momento assim se chamou, servir de via expresso, uma alternativa ao congestionamento da estrada nacional 125, agora transformada em Avenida D. João III.
Enquanto não for resolvido o problema da 125, congestionar ou condicionar a 5 de Outubro é revelador da falta de bom senso, o mesmo que recomenda ao Ministro do Ambiente.
Cada vez mais e sob a batuta de um presidente que vive para e da imagem, apresentar a requalificação da frente ribeirinha como prioridade, é condenar o Povo de Olhão a viver na fome e na miséria quando a Ria Formosa é e terá de continuar a ser a principal fonte de rendimento.
E como não podia deixar de ser, António Pina, perde a vergonha e assume que os pescadores da pequena pesca artesanal e os seus barcos são indesejados na frente ribeirinha, não percebendo que os estrangeiros que nos visitam, adoram ver o pescador a desmalhar o peixe, pedindo algumas estrelas do mar e outras espécies que vêm nas redes.
Esperemos pelo desenrolar do processo para tomarmos uma posição firme de condenação dos crimes deste presidente.
Transformar a baixa de Olhão numa nova versão de Quarteira, nunca!
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 19 de dezembro de 2015

OLHÃO: A JUSTIÇA AO SERVIÇO DO PODER

O Ministério Publico resolveu brindar-me com uma proposta absurda, demonstrativa de quem está ao serviço.
Na verdade, o processo foi desencadeado com uma acusação particular de alguém que se sente ofendido com alguns textos aqui publicados.
No âmbito deste processo fui ouvido na Policia Judiciaria, onde apenas assumi ser um dos administradores e autor do blog, nomeadamente dos artigos em causa.
Transitando o processo para o Ministério Publico, veio este, oferecer-me esta prenda de Natal, crente de que a aceitaria, mas engana-se.
O Ministério Publico não me ouviu e mesmo assim apresenta uma proposta de condenação, já que a aceitar tal proposta ela significaria pagar a uma IPSS e ao "ofendido" a quantia de 250 euros, a cada, e ainda a um pedido de desculpas no Olhão Livre, presumindo automaticamente da culpa, quando, em principio se presume até ao julgamento pela inocência.
Se por acaso tivesse chamado gay a alguém, e não foi esse o caso, teria de provar que o "ofendido" o era. Quem garante ao Ministério Publico que não terei motivos ou razões para ter adjectivado o "ofendido" da forma como o fiz?
Por outro lado, na duvida e a fazer-se justiça, é mais correcto absolver um culpado do que condenar um inocente, mas não aprece ser essa a posição do Ministério Publico.
Com esta postura de alguém que deveria ser imparcial, mas que dá mostras de querer acompanhar a acusação particular, o melhor mesmo, será obrigar o Ministério Publico a promover a tentativa de me ouvir, sendo mais que provável, a recusa a prestar qualquer declaração que não seja a minha identificação, que é um direito que me assiste e fazer seguir o processo para julgamento.
Porque reage desta forma o Ministério Publico?
Bem, o "ofendido" integra a Câmara Municipal de Olhão e durante a sua campanha eleitoral prometeu o que depois não cumpriu. Sendo um representante do Poder político, ainda que a nível autárquico, não pode ser molestado na sua intervenção embora se comporte como um traidor que enganou o seu eleitorado, motivo pelo qual deveria ser demitido, se esta democracia bolorenta funcionasse.
Os autores do Olhão Livre têm dado imenso trabalho ao Ministério Publico, nomeadamente apresentando denuncias diversas contra os autarcas nas quais o dito Ministério quase nunca encontra motivos suficientes para deduzir uma acusação, sendo por isso natural que já não suporte as queixas dos autores do Olhão Livre.
Podem, o Ministério Publico e o "ofendido", ter a certeza de que não nos desviaremos do rumo que traçámos, continuando as nossas denuncias, acompanhadas de alguns "piropos" à canalha que usa o Poder para empobrecer, esmagar e silenciar o Povo.
Pode ser que um dia, todos eles, sejam jogada pela janela como um tal de Vasconcelos.
MORTE AOS TRAIDORES!