terça-feira, 12 de abril de 2011

Preparem-se Chegou a Portugal o F.M.I. os Vampiros que vem sugar o resto do sangue a quem trabalha.

Chegou hoje a Portugal o F.M.I., ou seja os modernos Vampiros que vem sugar o sangue a quem trabalha, e dar dinheiro às paletes, a quem foi culpado da crise, ou seja, o governo de Sócrates e o sistema bancário.
Sócrates há um Mês atrás dizia, que nunca ia governar com o FMI em Portugal, mais uma mentira de um politico que confunde a verdade com a mentira já não havendo diferença entre as duas.Pois bastou os banqueiros exigirem a entrada do FMI e logo Sócrates obedeceu caninamente,e recandidatou-se ao cargo de 1º ministro, contrariamente ao que já anuciou, seu homologo Zapatero, sabendo de antemão, que a Espanha é o país que se segue, e que os Vampiros do FMI, vão lá entrar.
Como sempre vai ser quem trabalha que vai ser novamente sacrificado a não ser que o povo faça o que estão a fazer as pessoas na Islândia,que me referendo se recusam a pagar a quem foi responsável pela crise na Islândia(como podem ver carregando aqui).
Em Portugal o FMI vai fazer a mesma coisa que faz nos outros paises mal governados, carregar ainda mais, em cima de quem trabalha, salvando o sistema bancário capitalista, e os governantes culpados pela crise, pois o governo de Sócrates em 6 anos duplicou a divida externa e em 2012 vai ser o único país no mundo em recessão.
A única saída para quem trabalha é sair para a rua,para exigir referendos,para ver quem tem de pagar a crise, e exigir a responsabilização criminal, de toda a classe politica que nos governou até aqui.

domingo, 10 de abril de 2011

Fernando Nobre o Camaleão!

O presidente da AMI diz que não tinha planos para ser deputado, mas considera que "o projecto apresentado por Passos Coelho é bem mais amplo" e que preserva a sua "autonomia e independência".ver aqui
Muitos dos comentários publicados na net, acusam o candidato do PSD de ter trocado a independência partidária por um cargo na política. "O homem que vinha de fora do sistema a inserir-se no sistema, quando esperávamos que a sua causa fosse bem maior... O humanista a ceder lugar ao "político"", escreve um dos seus apoiantes na campanha presidencial.
Como estarão, os 2226 cidadãos de Olhão, e o seu Mandatário a nível regional DrºAntonio Pina(ver aqui), que depositaram a confiança, e o voto neste candidato a Presidente da República que criticava Cavaco, e que se considerava impoluto,mas que não resistiu ao aceno de Passos Coelho se calhar a troco de uma possível candidatura à Presidência da República, desta vez apoiado pelo PSD e CDS.
O futuro dirá porque muda de opinião Fernando Nobre . Pois começou por preencher uma ficha do PPM depois apoiou o B.E. depois apoiou Mario Soares, para na ultima campanha vir falar mal de todos os partidos, em nome da Cidadania, acompanhado por figuras de proa do P.S. boicotando, assim, a campanha de Manuel Alegre, candidato oficial do PS.
Será que o preço final da candidatura de Fernando Nobre, pelo PSD, será o apoio do PSD e CDS a uma eventual recandidatura de Fernando Nobre à Presidência da República daqui a 5 anos?

HÁ OU NÃO CORRUPÇÃO NA CM DE OLHÃO?






Como se pode ver pelas imagens exibidas a alienação dos terrenos do hotel a favor do hotel Real Marina, estão envoltas numa cortina tão escura como todos os negócios da Câmara Municipal de Olhão com o Grupo Bernardino Gomes.
Tentou, a Câmara Municipal de Olhão, dar um ar de transparência ao negócio, através de uma pretensa hasta publica, omitindo todas as regras que a essa matéria dizem respeito.
Começando pela falta da publicitação da deliberação camarária que decidia a hasta publica como modalidade de alienação, a que está obrigada pelo regime jurídico das autarquia locais.
Passando pela falta de publicitação da hasta publica num jornal semanário e outro diario de grande circulação a nivel nacional, e ainda na publicitação num jornal regional ou local, conforme mandam as regras de publicitação da hasta publica.
O pagamento da 1ª prestação é feito no acto da adjudicação provisória, conforme a elaboração da acta do fecho da hasta publica, pelo que o acto de entrega da proposta deve ser acompanhada de um cheque no valor de 25% da proposta e não como o edital prevê 30 dias uteis após. No final da praça, é elaborado o auto de arrematação e passados trinta dias, é notificado por carta registada com aviso de recepção, o adjudicatário.
O auto de arrematação e o documento de notificação são elementos bastante para que o adjudicatário possa efectuar o registo provisório, o qual caduca decorridos dois anos se entretanto não tiver sido convertido em definitivo.
Ora a Câmara Municipal de Olhão, levou cinco anos para celebrar a escritura, pelo que todo o processo estava caducado.
Por outro lado o adjudicatário estava obrigado a apresentar documentação em como a sua situação perante as contribuições e impostos ou segurança social estava regularizada, até dez dias depois da adjudicação provisória. Não o fez em tempo algum, pelo que a falta de documentação implicava a não adjudicação definitiva do imóvel.
E, assim, o adjudicatário, perdia todos os direitos eventualmente adquiridos bem como das importâncias já entregues, podendo ainda ser objecto d participação criminal.
O que levou Francisco Leal e seus muchachos a correrem este risco, quando por vias disso podem ser responsabilizados criminalmente por prevaricação, participação económica em negocio e abuso de poder? Não terá sido pela cara do procurador da Bernardino Gomes, certamente.
Certo, é que Francisco Leal, ao guardar na gaveta a publicitação da hasta publica deu vantagem ao único concorrente, que "adivinhando" estar a concorrer sozinho fez uma oferta com o valor atribuído ao preço base de licitação de 100euros/m2.
Ao mesmo tempo em que tomo conhecimento destes factos decorre um congresso onde está representada toda a cáfila de mentirosos, oportunistas e bandidos que usaram destes metodos para levarem o País à falência, com Francisco Leal muito bem posicionado.
Aproxima-se um acto eleitoral e é bom que os olhanenses revejam o seu sentido de voto, a não ser que queiram a continuidade do gamanço e da delapidação do erário publico, o aumento de impostos e taxas, muito ao gosta desta canalha.

sábado, 9 de abril de 2011

Luta contra as Portagens na Via do Infante, Une Portugueses e Espanhois.

Hoje mais uma manifestação contra as portagens na Via do Infante uniu Cidadãos Portugueses e Espanhóis, contra a introdução de Portagens,nessa Via rápida, que querem Chamar A22.
O Alcaide de Ayamonte que fez as seguintes declarações ao Região Sul:O alcaide de Ayamonte, António Rodriguez, considerou hoje que a introdução de portagens na Via Infante é um recuo de “trinta anos” ao tempo em que não existia uma ponte de ligação entre o sul de Portugal e Espanha.

“Com esta medida, o que vão fazer [o Governo português] é retroceder 30 anos”, afirmou, lembrando que a abertura da Ponte do Guadiana, em 1991, facilitou muito a mobilidade entre os dois países.
Dada a enorme tradição de “intercâmbio económico” e “criação de riqueza” entre os dois povos, a introdução de portagens irá ter “consequências gravíssimas” para o Algarve, para toda a província de Huelva e em particular para Ayamonte, considerou.
Além dos milhares de cidadãos presentes,os politicos os mais notáveis foram:
O presidente da Câmara de Alcoutim (PSD), Francisco Amaral, também considera que o pagamento da circulação na Via Infante vai fazer com que os espanhóis “tenham menos vontade” de ir ao Algarve.

Amaral, que formou com José Estevens (PSD), presidente da Câmara de Castro Marim, a dupla de presidentes de autarquias do Algarve presentes no protesto, considerou ainda que a suspensão das portagens da A22 é apenas “uma forma de enganar” os algarvios.

Já João Vasconcelos, da Comissão de Utentes da A22, diz que o facto de adiamento ser só por “dois meses” não “resolve a situação”, contudo, afirma acreditar que o processo ainda seja reversível.

“Acredito na não introdução de portagens, mas temos que lutar até ao fim”, afirmou aos jornalistas, acrescentando que a comissão está a ponderar medidas “mais radicais” como fazer uma marcha até ao Governo Civil ou ao Aeroporto de Faro."

A oportunista medida de dizer que vão adiar as malfadadas Portagens, anuciadas para começar a funcionar em 15 de Abril próximo, mas adiadas sine die para depois das eleições , só para tirar dividendo eleitorais pois as pessoas assim só irão pagar as portagens depois das eleições,prova disso, são os pórticos já implantados na Via do Infante, que mostram bem a intenção do PS e do PSD.
As pessoas não podem desmobilizar dessa luta contra as portagens. Os algarvios não devem ir nas ilusões dessa suspensão, de quem quer implantar as malditas e ruinosas portagens.
Esta suspensão, só vai servir para que as pessoas se esqueçam das portagens, até ao dia do voto,tentando que as pessoas, votem nesses partidos que prometem uma coisa e fazem outra. uma coisa e fazem outra.
Os homens que dizem que defendem o Algarve, mais uma vez não estiveram presentes!

O CONGRESSO DO EMBUSTE

Desde ontem que está reunido o Congresso do P"S". O partido de Sócrates "O Mentiroso" dá, assim, início à sua campanha eleitoral, fazendo o papel de vítima, que foi o que sempre fez desde o início da sua governação. Negando a realidade dos factos, procurando esquecer que dos últimos quinze anos o P"S" esteve doze anos à frente, que o défice duplicou com a sua governação, que foi durante a sua governação tivemos e temos a maior taxa de desemprego, que durante o seu reinado fecharam e continuam a fechar centenas de empresas.
Sócrates "O Mentiroso" fala como se a sua governação tivesse trazido alguns benefícios ao Povo, quando todos os dias nós assistimos à perca de regalias, quando se vê reduzir o subsídio de desemprego, do Abono de Família e outras prestações sociais.
Com Sócrates "O Mentiroso" o País ficou mais pobre, o Povo ficou mais pobre. Com Sócrates "O Mentiroso" só quem lucrou foi a banca e os grandes grupos económicos.
A realidade que Sócrates "O Mentiroso" pretende escamotear é a dos administradores das empresas públicas que ganham principescamente e que tem às ordens carros de luxo novos a cada ano que passa. No mínimo, assim que foi feita a denúncia pública, o governo deveria ter demitido a administração da Carris.
Guetterres deixou o País de "tanga", como disse Durão Barroso, após seis anos de governação. Abandonou o barco e teve como prémio um lugar nas Nações Unidas. Seguiu-se-lhe Durão Barroso que, não sabendo governar sem dinheiro, fugiu para Bruxelas ao serviço do neo-liberalismo da União Europeia. Santana Lopes nem teve tempo para aquecer o lugar. Depois veio Sócrates "O Mentiroso" e é o que está à vista.
Pedro Passos Coelho que não governava com o PEC IV, Sócrates "O Mentiroso"que não governava com o FMI. Sendo ambos farinha do mesmo saco, ambos estão disponíveis para governar com os PEC's  todos que o FMI e a União Europeia entenderem.
Para pagar a factura está um Povo adormecido que deveria sair à rua e mostrar com força toda a sua revolta interior...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

António Pina o Dono do Algarve?????

Marca Algarve não pode ser utilizada pelas autarquias, diz António Pina


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joão tiago Ver Fotos »
António Pina

Confrontado com as críticas da associação Odiana, o presidente da ERTA António Pina diz que a atitude dos autarcas do Baixo Guadiana «prejudica» a unidade do Algarve e alerta que «alimentar a lógica das capelinhas» só cria «efeitos negativos».

Da mesma forma, o recém-regressado líder da ERTA lembra que apesar de as autarquias serem livres de promover os seus produtos e de poderem divulgar os seus territórios como estando inseridos na região do Algarve, «não poderão utilizar diretamente a marca Algarve», registada em nome do Turismo do Algarve.

Apesar de até à passada sexta-feira não ter recebido nenhuma comunicação oficial da Odiana, Pina mostra abertura para discutir a questão, mas refuta a acusação de não existir uma promoção eficaz junto dos mercados espanhóis.

«A vida continua e esta semana a Associação Turismo do Algarve irá reunir-se para debater questões relacionadas com a promoção», concluiu António Pina, numa clara referência ao momento de instabilidade vivido na instituição.

6 de Abril de 2011 | 10:10
filipe antunes


Noticia retirada do Barlavento On line.

Nota do Olhão Livre: Será que o drº António Pina o Velho (pois há António Pina o Novo, que é seu filho e vice-presidente da C.M.Olhão, e vice presidente do PS Algarve) ensandeceu de vez?

A Associação Odiana sentindo-se discriminados pelo governo, não podem fazer a promoção do Algarve? Se ainda reivindicasse a patente da palavra, ALLGARVE seria lógico, pois o Governo gastou 3 milhões para criar essa patente, mas agora querer impedir que uma Associação do Algarve seja impedida de fazer a divulgação do ALGARVE? Foi para tomar para decisões deste tipo, que António Pina quis voltar para a direcção do Turismo do Algarve, com o apoio dos presidentes de Câmara do PSD?É com atitudes ditatoriais, como esta, que se defende o Algarve dos Tubarões de Lisboa????

O tempo dirá, se Antonio Pina ensandeceu de vez, ou se quis voltar para o Turismo para colocar a sua assinatura num projecto turístico, que está no segredo dos deuses para Olhão.

Expomar em Olhão.Milhões de Euros Jogados ao Mar na Fuzeta.

Vale a pena ler esta compilação de textos do Blog Faro é Faro, para ver se é esse o Desenvolvimento Sustentável das Zonas Costeiras, que é Tema na Expomar 2011 em Olhão.

DOSSIER EXPLOSIVO - BARRA DA FUSETA

DOSSIER VALENTINA



Caros,

Tendo em conta o interesse que este assunto tem suscitado, resolvi fazer uma compilação de posts do Blog Faro é Faro, do blog Polvo do Algarve e do Blog Olhão Livre, para que quem quiser saber mais sobre a situação vergonhosa que se vem vivendo na Fuseta.

Simplificando, a Fuseta é uma vila piscatória situada no concelho de Olhão. Desde há muitos anos que uma comunidade de pescadores, mariscadores e homens do mar habitam aquela zona, praticando essencialmente a pesca artesanal, quer com redes, aparelhos, covos, etc.

Para poderem sair para o mar, tinham de atravessar uma barra, conhecida como barra da Fuseta, que é uma barra movel, que ao longo dos anos tem mudado de posição, conforme é o normal movimento migratório das barras.

Entretanto, a Câmara de Olhão aprovou a construção de prédios em zona muito próxima do Preia-Mar, na baixa da Fuseta.

Com os temporais violentos que vieram nestes últimos Invernos, a Ilha foi sacudida por um temporal que encerrou a antiga barra e abriu outra (por processo natural) onde existiu uma barra em tempos.

Com receio que essa barra atingisse os prédios construídos a poucos metros da linha de maré, decidiu-se fechar a barra que a natureza tinha aberto para abrir outra mais a baixo.

Ao fim de poucas semanas a barra estava já assoreada, e neste momento só se entra ou sai na Preia-Mar, e em alguns casos, colocando em risco o pescadores devido a tormenta.

Aqui ficam então os posts:
  1. Faro é Faro - Valentina Calixto inaugura a nova Barra da Fuseta
  2. Faro é Faro - Pescadores dizem que a nova barra é um "cemitério"
  3. Faro é Faro - Fuseta: - Barra nova já fechada
  4. Faro é Faro - O polvo contrataca
  5. Polvo do Algarve - As barras da Valentina
  6. Polvo do Algarve - Cadê os estudos; Valentina?
  7. Polvo do Algarve - Contornando o direito Europeu
  8. Polvo do Algarve - As barras da Valentina na barrela
  9. Faro é Faro - Comissão Europeia ataca de novo
  10. Polvo do Algarve - Barra da Fuseta: E agora Valentina?
  11. Polvo do Algarve - Asneiras de Valentina e não só
  12. Polvo do Algarve - E agora, Valentina?
  13. Polvo do Algarve - Fuseta: O que é uma construção
  14. Polvo do Algarve - Branqueamento na CEE?
  15. Olhão Livre: - Barra da Fuseta: É só mentiras
  16. Olhão Livre: - Movimento de Cidadania "Somos Olhão" exige a reabertura da Barra que o mar abriu e o Polis fechou
  17. Olhão Livre: - Barra da Fuseta: A cambalhota
  18. Olhão Livre: - Barra da Fuseta: Moscas Varegentas
  19. Olhão Livre: - Barra da Fuseta: O princípio do fim
Assim, aqui vos deixo a colecção de 19 posts de 3 blogs que contam o escândalo que foi a abertura da barra da Fuseta, e mostram como foram atirados ao mar milhões de euros, dinheiro que o pais precisa urgentemente em tempo de crise.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Expomar, 2011. Que Desenvolvimento Sustentável das Zonas Costeiras?



Francisco Leal espera que a feira seja vantajosa para empresários
A 7ª Feira do Mar e das Actividades Náuticas – Expomar, a realizar em Olhão entre 28 de Abril e 3 de Maio, vai responder à crise com mais espaço para a venda de embarcações de recreio e material náutico.

“A retoma económica já está a começar”, assinalou o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Francisco Leal, durante a apresentação da iniciativa, realizada na passada sexta-feira.

Palavras do actual presidente da CMO o ano passado ao Região Sul on line.

Afinal parece que não houve retoma nenhuma,Sócrates a mando dos bancos pediu ontem a entrada do FMI em Portugal, e em Olhão, a crise nas pescas,e na aquacultura em Olhão agudiza-se de dia para dia.
Vejamos algumas situações gritantes:

- No sector das pescas durante o último ano abateram-se mais 2 traineiras, continua a redução nas quotas de pescas, o leilão do peixe na lota, continua como dantes, o peixe vale pouco para depois atingir preços exorbitantes no comercio.


- No porto de pesca de Olhão, os esgotos tóxicos continuam a ser descarregados pela C.M.Olhão para a doca de pesca. As águas onde esses esgotos descarregam servem também para a descarga do peixe. Essa água é obrigatoriamente fornecida pelo I.P.T.M., mas esta entidade não faz a sua monitorização, como é sua responsabilidade.

Depois da denúncia, neste blog, da falta de monitorização por parte do IPTM, as bombas do IPTM "avariaram" e o IPTM deixou de fornecer água para a descarga do pescado. Como o peixe não pode ser descarregado sem água, a alternativa foi o recurso ao “Burrinho” (motor auxiliar das traineiras) que bombeia a água da doca para a descarga, sem se saber a sua qualidade.

Pensamos que é um caso de saúde pública. Mas as entidades oficiais, como a C.M.Olhão, a ARH, o I.P.T.M. a C.C.D.R. o INCB e a Direcção Regional de Saúde assim não o entendem. A ASAE nesses casos não tem ordens de actuar?

- Nas instalações da Docapesca não funcionam as infra-estruturas obrigatórias: os guinchos estão avariados, o piso está cheio de crateras, não existem meios de salvação, as luzes públicas, na maioria, não acendem, não existem W.C. nem balneários. No entanto os armadores, os pescadores e os comerciantes de peixe pagam as taxas cada vez mais caras, por cada m2 que ocupam com as artes de pesca ou com os camiões.

- Na Ria Formosa, a produção de bivalves a cada ano que passa é menor. Há mais de 15 anos o IPIMAR, dizia que a morte das amêijoas era provocado pelo vírus, Perkinsus Atlanticus. Deixaram de falar desse vírus, não sabemos se o IPIMAR arranjou soluções como era sua obrigação. O que sabemos é que a poluição, na Ria é cada vez maior assim como maior é a mortandade das amêijoas nos viveiros e nos terrenos selvagens.

As descargas de esgotos tóxicos continuam, além do esgoto da Doca, existe o esgoto do Cais de embarque para as ilhas (conhecido por T, situado a 20 metros da sede do IPIMAR), existe outro esgoto que corre para dentro da Marina e que está mesmo no local da EXPOMAR (ao lado da entrada do meio para os pontões), existe o esgoto da horta da C.M.Olhão provenientes das oficinas da CMO. Todos eles são despejados para a Ria Formosa com o consentimento e conhecimento da ARH, organismo, que já devia ter feito um plano para a erradicação desses esgotos na Ria Formosa até 2009 e monitorizar a qualidade da água na Ria Formosa, mas que não o fez. Preocupou-se a ARH em aumentar as taxas dos viveiros para mais do dobro e ainda por cima quer agora cobrar taxas com 10 anos de atraso.
Também os pescadores da ganchorra não governam vida há 15 dias por mais uma paragem obrigatória devido às toxinas e sem que o Estado os compense.

- Também as ETAR das Águas do Algarve continuam a não cumprir a lei do Quadro de Água (normativo comunitário) e continuam a descarregar efluentes para zona de produção conquícola.
A ETAR Poente de Olhão descarrega veneno para cima dos viveiros de bivalves da Ilha da Lebre situados a 50 m do seu local de descarga. Aí foi colocado um ambientador com odor a lima, para os turistas do Real Marina Hotel (situado a menos de 400 metros) não serem incomodados com o cheiro.

- As dragagens na Ria Formosa fazem-se de 10 em 10 anos e não quando é necessário, por isso a Ria Formosa em Olhão, está cada vez mais assoreada.

Foi hoje inaugurada a 8ª edição da Expomar, com pompa e circunstância no Real Marina Hotel, com a presença do Secretário Adjunto da Agricultura e Pescas, Luís Medeiros.

Segue-se um seminário “O Desenvolvimento Sustentável das Zonas Costeira”que tem Costa Monteiro do IPIMAR como moderador.

Será que o desenvolvimento sustentável desses senhores passa por construírem mais, prédios, hotéis e campos de golfe nas margens da Ria Formosa?
Ou irão discutir porque motivo os pescadores da Fuzeta estão desde Novembro sem uma barra, onde possam governar a vida?

Os intervenientes dessa palhaçada no Hotel, deviam era de ter vergonha porque todos os anos dizem o mesmo e fazem muitas palestras mas a poluição na Ria é cada vez maior.

A fome e a miséria é cada vez maior em Olhão em todos os sectores ligados à Ria, mas os governantes e as entidades responsáveis teimam em não reconhecer que existe poluição na Ria Formosa e que é preciso acabar com ela. Podem fazer muitas edições da Expomar mas não é assim que as coisas vão melhorar.

Pode haver muita fome em Olhão mas saliente-se que as palestras da Expomar este ano são todas feitas no Real Marina Hotel, em vez de serem efectuados no auditório do IPIMAR, com era costume, ou no auditório da CMOlhão.

Será promoção do Real Marina Hotel, por parte da CMOlhão?

Ou a CMOlhão tem muito dinheiro e está a pagar balúrdios pelas instalações do Hotel ou há uma grande promiscuidade entre a CMOlhão e o Hotel privado (nomeadamente a venda do terreno em zona privilegiada frente de mar 100 €/m2, quando os terrenos na zona ribeirinha andam na ordem do 1000 €/m2).



DUAS ALTERNATIVAS PARA A CRISE

Agora já ninguém tem dúvidas. José Sócrates "O Mentiroso" pediu ajuda externa com todas as consequências que daí advém. Fazendo-se de vítima, como se no seu reinado a dívida não tivesse duplicado. Com o apoio de Passos Coelho e do PSD lançaram os PEC'S que estrangularam a economia, tornaram os pobres ainda mais pobres, levaram pessoas a perderem as suas casas, os carros e de certa forma a sua dignidade, mas naquilo que era fundamental mexer não mexeram. Deixaram, "lá", os seus boy's, ganhando chorudos ordenados e esvaziando os cofres do Estado.
A solução para pagar, para os partidos do arco do Poder (CDS, PSD e P"S"), é simples: cortes nas pensões de reforma, cortes nos ordenados, cortes nos subsídios de férias e de Natal, cortes nalgumas prestações sociais como o subsídio de desemprego, aumento de impostos, uma vida extremamente difícil para o cidadão comum.
O cidadão comum deve aceitar estas roubalheiras? Não!!! Foram os partidos do arco do Poder (CDS, PSD e P"S") que nos conduziram à bancarrota. A submissão destes partidos à banca e aos grandes grupos económicos, os submarinos de Paulo Portas, o BPN de Oliveira e Costa, de Dias Loureiro com o "apoio" de Cavaco Silva e o BPP, as obras megalómanas e o despesismo de José Sócrates fizeram o resto. O aparelho de Estado engrossou ao longo destes 35 anos por conta destes mesmos partidos que para servirem as suas clientelas políticas, colocando na administração central do Estado e nas autarquias montes de gente, cujo único critério de admissão era o cartão do partido, fosse "rosa" ou "laranja". Mas essa gente nunca esteve preocupada com os problemas que afevtavam e vão afectar ainda mais as pessoas.
Uma das exigências que devemos fazer é de expurgar o aparelho de Estado desses boy's para que sintam na pele aquilo que, com o seu contributo, o cidadão comum sente. Outra exigência deve ser o julgamento em tribunais a sério (estes tribunais que temos só servem o Poder) dos titulares cargos públicos que conduziram autarquias, empresas municipais, institutos públicos, empresas públicas a uma situação de falência e pô-los a responder com os seus bens. Outra exigência que devemos fazer é a da extinção de fundações eminemtemente políticas e de insitutos públicos que não servem para nada, bem como a fusão de toda uma série de entidades (CCDR, ARH e ICNB). Outra exigência que devemos fazer é o fim das subvenções às campanhas eleitorais e aos grupos parlamentares e redução do número de deputados, aplicando um sistema que não beneficie os maiores partidos. As leis de Base da Educação, da Saúde e da Justiça bem como os regulamentos serem obrigatóriamente aprovados por 2/3 da Assembleia da República. Instituir o referendo para as grandes questões nacionais como a participação em guerras, grandes obras públicas. O nível de endividamento ser sujeito a aprovação por 2/3 do Assembleia da República e fiscalizado por uma comissão parlamentar.
Inevitavelmente temos que pagar. Os nossos governantes gastaram mais do que podiam, pediram emprestado em nome do País e agora cabe-nos honrar um compromisso. Honrar esse compromisso, sim mas não a qualquer preço. Tomemos o exemplo da Islândia...

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sócrates obedece aos bancos e pede ajuda ao FMI

Como é habitual Sócrates diz uma coisa e depois faz outra. O que ontem era vergonha, hoje é realidade.

Os bancos ameaçados pelos “ratings” e em conluio exigiram a ajuda externa do FMI! Vão ser tomadas mais medidas de austeridade em que vão ser outra vez os mesmos a pagar.

Nós pagamos, mas afinal, devemos e não sabemos quanto, devemos e não sabemos a quem, devemos e não sabemos porquê. Não vamos acreditar que o FMI é o milagre! Devemos exigir alternativas a estas políticas contra nós, geradas por uma gestão fraudulenta e pela especulação financeira, nomeadamente exigindo que seja apresentado um projecto que aponte para o desenvolvimento da economia e para a diminuição do desemprego.




BRUXELAS VAI LEVAR PORTUGAL A TRIBUNAL

"Portugal ainda não adoptou, nem apresentou, os planos de gestão das bacias hidrográficas, considerados indispensáveis para cumprir a legislação europeia de qualidade da água. O prazo era até 22 de Dezembro de 2009. Por isso, a Comissão Europeia vai levar a questão a tribunal, foi hoje revelado por Bruxelas.
Além de Portugal, também a Bélgica, Dinamarca e Grécia serão levadas ao Tribunal de Justiça da União Europeia, por recomendação de Janez Potocnik, comissário responsável pelo Ambiente. Já em Outubro do ano passado, este responsável tinha decidido o envio de parecer fundamentado, instando Portugal e outros seis países a cumprirem a legislação."
É só uma parte do texto que vem publicado no Jornal Público. O Olhão Livre já por diversas vezes se tem pronunciado sobre este tema aos quais os nossos autarcas e não só, sempre tem fugido. Como não somos de desistir e a verdade, mais tarde ou mais cedo, virá ao de cima, aqui fica o registo que podem ler o texto completo no link abaixo:

C M OLHÃO: VIVÓ OS BOYS!

A Câmara Municipal de Olhão é uma autentica caixa de surpresas. Toda a gente tem conhecimento do estado degradante dos diversos serviços. Toda a gente tem conhecimento do estado de decadência social que o concelho vive. Toada a gente tem conhecimento do estado caótico de desenvolvimento económico do concelho.
O órgão Câmara tem um presidente e três vereadores a tempo inteiro e mais uma muleta a meio tempo. As empresas municipais têm administradores remunerados. Recentemente foi criada mais uma, a Ambiolhão, em que para disfarçar e muito mansamente, arranjaram um Manso para uma cargo remunerado, isto é mais um emprego para um boy, farto de ir todos os dias para Vale de Lobo.
Como se estes não chegassem, para lhes dar assessoria nas áreas económica, social, cultural, jurídica e outras julgadas convenientes, como a promoção do concelho como destino turístico, arranjaram mais um staff composto por:
Um chefe de gabinete (será de ministro?)
Um chefe de divisão (será de artilharia?)
Cinco técnicos superiores (será na arte de disfarçar’)
Três assistentes técnicos (será para melhorar alguns ordenados?)
Mais de meio milhão de euros para alimentar uma maquina que só cria confusão onde predomina a falta de transparência, onde não há rei nem roque, onde se avolumam reclamações e onde se sobem as taxas para a voracidade dos boys socialistas. Eles comem tudo e não deixam nada, a tal ponto que a Câmara está falida.
Se esta canalha ainda fizesse um trabalho em que os olhanenses se revissem, poderia aceitar-se, mas o que nos têm dado ao longo dos anos, é o acumular de dividas, sejam nas aguas, na Mercados de Olhão, na Fesnima, no Auditório e agora mais a chulice da Ambiolhão. Está na hora dos olhanenses pensarem correr com esta gentalha, porque com tantos técnicos não dão uma para a caixa.

terça-feira, 5 de abril de 2011

C.M.Olhão deve 4.238.173euros de Agua! Para onde foi o Dinheiro?

É sabido que se os cidadãos de Olhão, não pagarem a agua essa é cortada pela autarquia. Assim sendo como pode a C.M.OLhão dever mais de 4 Milhões de euros em Agua às Aguas do Algarve?
Alguém explica onde pára o dinheiro?
Será por esse motivo que a CMOlhão aumentou para mais do dobro o preço da factura mensal da agua e do saneamento? Se assim for,vão ser os cidadãos a pagar a divida que a CMOlhão tem com as Aguas do Algarve, ou estarei enganado?
Se nós pagamos o saneamento, qual o motivo que há esgotos sem tratamento, que correm para a Ria Formosa? A lei permite que se pague um serviço que não é feito?
Espero pela resposta a esta pergunta a não ser que tenham desviado os 4 milhões para outro lado,o que é crime, para não dizer que foi roubo, pois sei de antemão, que os nossos autarcas são pessoas muito sérias, quando não se riem desses e outros aumentos que nos tem prendado, nos últimos meses.

PREPARA-SE MAIS UM ASSALTO ÀS NOSSAS CARTEIRAS!

http://sol.sapo.pt/pesquisa/default.aspx?search=EDP

A EDP quer pôr os portugueses a pagarem mais quatro euros na factura da energia. O "benemérito Mexia" com um ordenado fabuloso apela à "nossa" compreensão. Jogando com a ignorância das pessoas, com solidariedade que caracteriza os portugueses propõe criar a imagem de uma empresa preocupada com os problemas humanos. Em Portugal, um "desgraçado" que caia no desemprego, se não pagar a factura cortam-lhe a luz.
Snr. António Mexia, Á frica é um continente cheio de problemas, sendo que os maiores problemas residem nos governantes. Todos nós sabemos as fortunas que os governantes africanos tem feito, deixando os seus Povos no desemprego, na miséria e na fome. Dar a possibilidade, como tem sido feito ao longo dos anos, aos governantes de enriquecerem à custa de projectos da UE, da ASDI ou das UN, é um erro tremendo. Os Povos conseguiram a sua "indepência" para terem uns tiranos que os exploram ainda mais que os colonialistas. A imagem que transparece para a opinião pública desses países  é a da preocupação dos governantes, nada mais falso.
Pague a EDP porque é a EDP que vai ganhar os louros dessa fantasia. Então o snr. Mexia quer construir um Centro Cultural, junto ao Museu da Electricidade em Lisboa, que orça em 19.000.000 de euros e vem pedir-nos que retiremos aos nossos magros salários para você fazer "figura"? Tenha dó!
A Fundação da EDP tem muito "carcanhol" para essas benfeitorias:
Era bem melhor que o senhor se preocupasse em deixar de ser o "cobrador de fraque" do estado ladrão. A EDP é daquelas empresas contra quem o Povo português se deveria levantar e deixar de pagar a factura...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Luta contra as Portagens na A22(Via do Infante.)Sabado às 16h.

Marcha do Guadiana, que junta contestatários da introdução de portagens na A22, realiza-se no sábado e não na sexta-feira, como estava inicialmente previsto, informou hoje a organização, que diz que a ação deverá integrar também automobilistas espanhóis.
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Em comunicado, a organização precisa que o ponto de partida da marcha - que decorre sob o lema "Algarve-Andaluzia sem portagens" -, será às 16:00 junto ao restaurante "O Infante", na EN 125, em Altura (Castro Marim).

A marcha, que deverá estender-se por três horas, prossegue depois rumo à A22 e à Ponte Internacional do Guadiana, prevendo-se que os automobilistas invertam o sentido já em território espanhol para regressar ao ponto de partida.

De acordo com a organização, a cargo da Comissão de Utentes da Via do Infante e do movimento "online" "Algarve - Portagens na A22 não", está ainda prevista a partida de vários automobilistas de Ayamonte, que se juntarão à caravana automóvel.

A data final do protesto foi acertada depois de uma reunião na sede da Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) na qual os presentes consideraram que o facto de se realizar a um sábado permitiria uma maior participação.

A organização quer também mobilizar mais presidentes de Câmara do que no protesto anterior, realizado a 19 de março entre Lagos e Vila Real de Santo António, no qual, dizem, apenas participaram três líderes de autarquias algarvias.

O protesto gerou longas e demoradas filas de trânsito ao longo da Via do Infante e é classificado pela organização como "a maior luta dos algarvios contra a introdução de portagens, bem superior ao movimento de 2004".

Noticia retirada do Observatório do Algarve.

Nota do Olhão Livre: Os algarvios devem comparecer em massa, e lutar contra uma portagens que não tem razão de ser,pelos seguintes motivos.

1º Porque é contra o desenvolvimento do Algarve, e a ser aplicada é a falência de mais umas centenas de empresas regionais.

2ª porque a 125 vai ter mais de 70 rotundas e semáforos, assim como centenas de passadeiras de peões, desde Sagres a Vila Real de Stº António, não podendo por isso a velocidade ser constante, colocando em perigo tanto automobilistas como peões.

3ª porque a 125 não passa de uma grande avenida do Algarve cheia de estabelecimentos comerciais,e de habitações, onde a velocidade não pode ser constante.

4º Porque grande parte da Via do Infante foi paga pela então C.E.E.

5º Se o turismo está para o Algarve como actividade prioritária, então não tem nexo nenhum baixar a taxa do IVA do Golfe de 23% para 6%, e criar portagens na maior Zona de Turismo de Portugal!

Claro que as grandes figuras dos partidos, não vão estar presentes, mas nós no Olhão livre estaremos atentos a quem vai estar presente e divulgaremos quem estará.

OLHÃO: OS CUSTOS DA NOSSA CULTURA (?)

A Câmara Municipal de Olhão vive momentos de sonho, apesar das dificuldades financeiras que atravessa porque em ultimo caso agrava-se mais uma taxa e será o munícipe a pagar os luxos da cambada que está agarrada ao Poder.
Vem isto a propósito do óptimo auditório, que recentemente comemorou dois anos com um jantar que ficou por pagar, e que prima pelo luxo.
A equipa do auditório é formada por 26 elementos, onde até os técnicos superiores são assistentes de sala, a ganhar 1334 euros mensais, e há chefes que o são por serem casados com alguém. Os encargos com esta tropa, custam em media 25.000 euros mensais, faltando acrescentar os custos energéticos e os dos artistas.
Tudo isto, para depois a Câmara Municipal e as outras entidades publicas da região, irem fazer acções de propaganda e promoção ao hotel ( já não sei quem é o dono) quando pela natureza dos eventos, era suposto ser feito na auditório.
Argumentarão os responsáveis pela cultura olhanense, de que a cultura não tem preço, e é com esse argumento que na agenda cultural nos brindam com artistas do tipo Quim Barreiros ou Marina Mota. De facto esta "cultura" não tem preço mas serve para o Director de programação ganhar 1700 euros mensais.
Certo é que o saldo negativo das contas do auditório, rondará o meio milhão de euros por ano. Ora uma autarquia que está à beira da falência e que esbanja dinheiro desta maneira, para depois vir "roubar" o munícipe na factura da agua, não merece outra coisa que não ser penalizada.
PORQUE NÃO VÃO ROUBAR PARA OUTRO LADO?

domingo, 3 de abril de 2011

BARRA DA FUZETA: O PRINCIPIO, NO FIM!



As imagens mostram que afinal o grande relatório do LNEC que Valentina Calixto usava para defender as suas intervenções nas barrinhas da Fuzeta, não é nada daquilo que afirmava.
Trapalhona, terá aprendido com Francisco Leal, Valentina Calixto recebeu este relatório a 9 de Novembro, já a barra estava aberta e com inauguração programada para 12, pelo que não pode sustentar a sua defesa com base nele. Mas mesmo que assim fosse, nas conclusões, não se vê que o LNEC se manifeste a propósito da barra, mas sim de dragagens no canal a Este da barra.
Dos documentos constantes do processo, e que aqui foram dados a conhecer, conclui-se que apenas houve a preocupação com o uso balnear, em "condições de segurança", a única razão da barracada que Valentina Calixto tem dado.
Convém por isso, também analisar o uso balnear da praia da Fuzeta.
O vendaval de 2 de Março destruiu entre outras coisa o cais de embarque, elo que este teria de ser reconstruído, ali ou noutro local se fosse necessário.
A utilização das barras naturais para uso balnear, é frequente, e pode ser vista na Barrinha, Armona-Olhão ou no Lacem, não se percebendo a incoerência de Valentina. De qualquer das formas, e por razões que se prendem com a migração das barras naturais o novo cais de embarque deveria ser reconstruído a Oeste da barra aberta pelo mar, e as pessoas podiam sempre deslocar-se no sentido poente.
Ou será que as razões que levaram à decisão politica de fechar a barra aberta pelo mar, são de outra natureza e visam proteger interesses ocultos? As construções em áreas abrangidas pelo domínio publico marítimo, terão que ver com isto? Ou será porque se pretende construir no local do Parque de Campismo, o único espaço verde da Fuzeta?
Certo, é que com esta brincadeira esbanjaram o dinheiro dos contribuintes, prejudicaram e continuam a prejudicar os pescadores da Fuzeta, destruíram uma pradaria marinha que havia sido adoptada, ameaçaram e continuam a ameaçar a biodiversidade da zona, chegando os efeitos a fazer-se sentir a alguns quilómetros, em Armona-Olhão.
Valentina Calixto deve ser responsabilizada, civil, criminal e administrativamente pelos actos cometidos. Se não tivéssemos um Poder tão trapalhão, Valentina Calixto seria de imediato demitida. É o mínimo que se pede!

sábado, 2 de abril de 2011

BARRA DA FUZETA: MOSCAS VAREGENTAS







Como se pode ver nas imagens reproduzidas, a CCDR Algarve só se pronunciou sobre a Barra da Fuzeta a 23 de Julho de 2010, quando a barra aberta pela natureza já estava fechada.
A CCDR é a entidade regional de AIA. Curiosamente o seu presidente, qual mosca varegenta de nome Varejão, sacode a responsabilidade, quando diz que as obras da competencia dos serviços centrais ou de institutos publicos é da responsabilidade da APA. Esqueceu-se o Varejão, varegento, que a obra é da Sociedade Polis e esta é uma sociedade anonima de capitais exclusivamente publicos, logo a responsabilidade de AIA é da CCDR. Ainda assim, sugere que o processo deve ser sujeito a AIA e coloca á consideração de Valentina Calixto a intervenção da APA, coisa que que a Dona não fez.
A imagem III e seguintes, fazem parte de uma Comunicação de Serviço Interna da CCDR.
Aqui, os tecnicos da CCDR, reconhecem que foram apanhados de calças na mão, pois a barra já estava fechada.
Mas no ponto 2.1 daquela comunicação dizem "Da analise do documento e das especificações tecnicas nele contidas, (da autoria do LNEC) regista-se que os documentos de analise são escassos, não apresentando fundamentação tecnica que sustente o tipo de intervenção a levar a efeito, (encerramento de barra nova, abertura de outra mais a nascente e a dragagem de um canal).
Foram assim confrontados com um facto consumado. O ladrão assalta a casa e depois chama a policia, que no relatorio da ocorrencia dos factos, acaba por ilibá-lo. Mais tarde, vai receber o dinheiro do seguro. Belo filme.
Ainda assim (em 2.2) dizem que o caracter de urgencia, não justifica que não se cumpra toda a legislação ambental aplicavel.
A situação descrita, mostra a confusão, omissão e mentira das entidades envolvidas bem como a pessima gestão que fazem dos bens publicos.
Parece não se saber onde começam e acabam a Polis, ARH, CCDR e outras, surgindo Valentina Calixto como a patroa toda poderosa, que em tudo manda, como se não ouvesse regras a cumprir.
As intervenções são da Sociedade Polis, SA.
A ARH, faz parte do conselho consultivo da Polis e os seus pareceres foram emitidos em sede propria. Não agora.
A CCDR, é a entidade maxima em materia de ambiente, mas tambem faz parte do conselho consultivo e emitiu os pareceres em sede propria.
O IPTM, o ICNB, a Capitania, são moços de fretes, com o objectivo unico de dar substancia á violação das regras. E todas elas fizeram parte do conselho consultivo da Polis. Esquecem que todas estas entidades, estão impedidas de emitir pareceres em obras em que intervenha o Estado, precisamente para evitar o que está acontecendo com a aldrabice pegada que é o fecho e abertura de barras na Fuzeta.
Onde vai parar este País, com esta escumalha a dirigir-nos?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

BARRA DA FUZETA: A CAMBALHOTA





As imagens documentam o momento da cambalhota dos serviços dependentes de Valentina Calixto, no que diz respeito à Barra da Fuzeta. Mostram também como a mentira foi curta.
O mesmo Sebastião Teixeira, que antes da natureza abrir a barra, considerava que era naquele local que a mesma deveria ser aberta, vem agora justificar o seu encerramento por:
-o transporte e desembarque de passageiros para a praia, é presentemente inviável
-a localização da barra no limite da zona balnear configura quadro de risco elevado para os utentes da praia.
...A intervenção proposta visa mitigar o risco para os utentes da praia decorrente da existência de barra de mar activa no limite da área balnear e consiste no encerramento da barra de maré.
Afinal, no que ficamos? É o Sebastião Teixeira, um tecnico incompetente que anteriormente não se apercebeu que o local por si sinalizado ia deslocalizar o cais de embarque e que estava a pôr em causa os utentes da praia, ou pelo contrario é um tecnico competente mas que foi pressionado pela sua presidente a alterar o seu parecer?
Estava assim, determinado o encerramento da barra.
A 7 de Maio de 2010, dá entrada nos serviços a Sociedade Polis, o celebre "estudo" do LNEC, que serviu de desculpa para as asneiradas de Valentina Calixto e solicitadas por um narigudo em presidente da Camara Municipal de Olhão.
Este "estudo" como se vê, não adianta nem atraza o quer que seja. Apenas visa dar seguimento à proposta da ARH-Algarve,e por isso, no ponto 2.2, diz que "a Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, SA pretende promover a abertura de uma nova barra em posição mais proxima do porto".
Portanto, o estudo do LNEC, não foi no sentido de se pronunciar sobre a situação da barra aberta pela natureza à luz dos estudos da Hidrodinamica das Ilhas Barreira da Ria Formosa, mas apenas e " Segundo informação da Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, SA, pretende-se manter a tradicional utilização balnear do local, a poente do porto, onde ocorreu a ruptura/galgamento do cordão litoral, o que implica a sua recuperação e consolidação".
Fica assim explicito que o objectivo da intervenção de emergencia de Francisco Leal e Valentina Calixto, era unica e exclusivamente o uso balnear da praia naquele local, como se não pudesse ser feito mais a nascente. Não foram equacionadas os impactos ambientais e sociais que a intervenção podia ocasionar, e agora são os pescadores da Fuzeta que são prejudicados com as estrategias de um calhau com olhos feito Tio Patinhas. Sabemos bem que os projectos turistico-imobiliarios são bem mais atractivos para a carteira de algumas pessoas que esquecem as origens.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Movimento de Cidadania" Somos Olhão".Exige a reabertura da Barra que o mar abriu e o Polis Fechou.

Noticia do Publico on line.

"Movimento cívico de Olhão exige reposição de areias na barra da Fuzeta

31.03.2011
Lusa

O Movimento Cidadania Activa Somos Olhão (SO) vai avançar com uma acção popular administrativa para exigir a reposição do “estado inicial” das areias da Barra da Fuzeta, em Olhão, anunciou hoje o presidente do movimento.

Em 2010, a sociedade Polis Litoral Ria Formosa decidiu fechar a barra que tinha sido aberta naturalmente pelo mar, com o rompimento do cordão dunar, e abriu uma barra artificial, que o mar encerrou cinco dias depois.

Segundo Raul Coelho, a acção contra o Polis Litoral Ria Formosa, “exige a reposição inicial ou seja, o estado em que se encontravam as areias antes das dragagens para a abertura artificial da barra, e que seja aplicada a Lei de Bases do Ambiente”.

O presidente do Movimento acrescentou que a acção popular administrativa está a ser preparada para que nos próximos dias possa dar entrada no Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé.

O movimento vai ainda pedir “o direito à compensação dos pescadores lesados, que ficaram impedidos de circular na barra com acesso ao mar, não podendo exercer a profissão”.

Raul Coelho considera que o Polis Litoral Ria Formosa cometeu “uma série de infracções” à Lei de Bases do Ambiente, “ao fechar uma barra aberta naturalmente pelo mar e ao abrir uma artificial, que o mar fechou cinco dias depois”. “Há um conjunto de violações ambientais que se verificaram e que queremos que sejam corrigidas.”

A acção popular administrativa segue-se a outras reclamações apresentadas pelo movimento junto da Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia (DGACE).

Na resposta a uma das reclamações apresentadas pelo movimento, a DGACE informou que “é intenção propor à Comissão Europeia que intente um processo contra Portugal, tendo por objecto a incorrecta transposição de várias disposições da Directiva 85/337/CEE”, sobre as intervenções na orla costeira.

As obras que custaram cerca de um milhão de euros, foram justificadas pela sociedade Polis como de “emergência” para permitir a navegabilidade e o acesso ao mar dos pescadores daquela freguesia do concelho de Olhão, e alegadamente “suportadas” por pareceres de várias entidades entre as quais, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).

Os trabalhos foram efectuados na sequência dos temporais de 2009 e 2010, antes da conclusão dos estudos para a construção de uma nova barra, prevista desde 2008 pela Sociedade Polis Litoral Ria Formosa.

A agência Lusa aguarda desde segunda-feira uma resposta da Sociedade Polis Ria Formosa às críticas do Movimento Somos Olhão, sobre a intervenção na barra da Fuzeta."

Nota do Olhão Livre:Nessa obra do fecho da barra que o mar abriu,não se gastou 1 milhão mas vários milhões pois estiveram envolvidos nessas obras que duram à um ano várias máquinas pesadas em cima do frágil cordão dunar, desde camiões pesados a giroescavadouras e várias chupadoras alguma vindas da Holanda. Além disso o Polis alterou o sistema natural da Ria conforme se pode ver e ouvir nessas declarações da Valentina à RTP1, que foi contra as declarações de responsáveis do Governo como se pode ver aqui. Passado 3 dias da Barra inagurada; a barra fechou como se pode ver aqui.

O jornalista da Lusa bem pode esperar sentado, pela resposta da Valentina.

BARRA DA FUZETA: É SÓ MENTIRAS!



Finalmente e contrariada D. Valentina Calixto, enviou, via expresso, os documentos relativos à charola que tem sido a barra da Fuzeta.Mais de um quilo de papel, imaginem, talvez pensando que assim não daríamos conta do recado.
De entre outros e por razões que se prendem com a cronologia dos acontecimentos, trazemos hoje a proposta de D. Valentina e os despachos da SEOTC e da Ministra Passara.
Na imagem de cima e pelo sublinhado pode concluir-se que a proposta de intervenção de emergência visava a dragagem do fundo da nova barra e dos canais envolventes, de modo a promover o escoamento, garantir a navegabilidade em segurança...
Esta proposta vem na sequência da nota técnica da Administração da Região Hidrográfica- Algarve, elaborada por Sebastião Braz Teixeira a 19 de Fevereiro de 2010, portanto antes do vendaval de 2 de Março que abriria a nova barra da Fuzeta. Nesta nota técnica defendia-se a abertura da barra no sitio onde a natureza a abriu ou no enfiamento do canal de saída do porto e dizia: "abertura artificial da barra de maré (caso não se verifique a abertura natural)"
Na imagem de baixo, com data de 15 de Março de 2010 a Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades despachava nestes termos " atenta a situação descrita, considero justificada a urgência da intervenção e a sua execução nos termos propostos. À consideração da Srª Ministra.
A 16,dia seguinte a Ministra Passara diz " concordo com a intervenção proposta.
Numa primeira abordagem constata-se que as peças do processo não estão numeradas nem rubricadas, quando na administração publica tal está implícito até para se saber da ordem de entrada dos documentos. Os documentos enviados não respeitam a ordem de entrada, da mesma maneira que nos impede de saber se foram sonegados alguns. Esta é a transparencia das autoridades à portuguesa.
Não temos mais nenhum documento da srª ministra, pelo que se considera que a autorização dada, visava única e exclusivamente o conteúdo da proposta da ARH e como tal a manutenção da barra aberta pela natureza.
Porque alteraram, então, o que já estava decidido? Façam os nossos leitores o seu juízo.
Aguardem, agora, os novos capítulos desta novela.