domingo, 21 de dezembro de 2014

OLHÃO: PRESIDENTE PROMOVE A MISERIA!

Na passada sexta-feira, o presidente da Câmara Municipal de Olhão presidiu a uma reunião com todos os funcionários das escolas para lhes dizer entre outras coisas que "quem não estivesse satisfeito que o dissesse que ele trataria do assunto".
As escolas têm défice de trabalhadores, algumas delas com serias dificuldades de funcionamento que se reflectem na insatisfação dos trabalhadores, agravadas pelas transferencias de local de trabalho.
Alheio às preocupações e insatisfação dos trabalhadores, pelo contrario, satisfeito mesmo pela oportunidade que o descontentamento lhe dá de promover a fome e a miséria de quem trabalha.
É que a Câmara aproveita a medida fascista de um Governo fascista, usando e abusando dos contratos de emprego e inserção, promovendo o trabalho escravo e que já mereceu o protesto do Provedor de Justiça.
Na pratica os contratos de emprego e inserção permitem às instituições, ir recrutar desempregados nos centros de emprego, pagando-lhes a miséria de 84 euros mensais em que o trabalhador está impedido de procurar trabalho noutro lado durante um ano.
Assim, a Câmara pretende reduzir os custos com o pessoal, particularmente aqueles que menos habilitações e mais dificuldades têm no acesso ao mercado de trabalho, despedindo-os ou convidando-os a sair, independente do vinculo que tenham.
Foi assim que há um mês atrás mandaram para casa uma trabalhadora com quatorze anos de trabalho efectivo dedicado ao ensino especial e na altura foi-lhe dito que se quisesse podiam ir buscá-la ao centro de emprego, ou seja, na hora do despedimento não prestava mas se fosse de uma forma em que recebesse um rendimento reduzido já servia. Quer dizer que se a dita trabalhadora aceitasse um contrato de emprego e inserção pelo qual passava a receber da autarquia 84 euros em troca do anterior salário, estaria tudo certo.
É verdade que a Câmara precisa reduzir as despesas com o seu pessoal mas também é preciso saber em que pessoal. E aí verificamos que tem uma carrada de chulos sem nada fazer mas com ordenados bem superiores e que se passeiam pelos corredores ou estão à mesa de café.
Veja-se o caso do Jorge Tavares, pertencente aos quadros da Ambiolhão, empresa municipal, contratado para assessor de imagem do Pina, um técnico superior da chulice camarária; a Célia Neves promovida a uma categoria extinta três anos antes para que lhe fosse dada a equiparação a técnica superior; a Ditza Reis, arquitecta a contas com um processo crime pela eventual pratica dos crimes de corrupção e ou abuso de poder, entre outros, porque não se resume aí a quadrilha do Leal e do Pina.
Para os membros da quadrilha que dirige a Câmara Municipal não há restrições mas para quem trabalha, o Pina quer pagar apenas 84 euros por mês, promovendo a fome e miséria entre os trabalhadores.
REVOLTEM-SE, PORRA!

FUZETA: BARRA NO PARLAMENTO

A pedido da Associação dos Armadores de Pesca da Fuzeta, deslocou-.se ao parlamento uma delegação acompanhada de autarcas do PSD, para discutir da necessidade urgente de uma intervenção na Barra local.
Durante o vendaval de Março de 2010, o mar abriu uma barra que as entidades publicas fecharam. Nessa altura nenhum dos actuais acompanhantes abriu a boca em defesa dos pescadores, mas passado um ano e já com a dissolução da Assembleia da Republica marcada, o PSD ensaiou uma operação de charme promovendo um encontro na Vila da Fuzeta que contou com a participação dos seus deputados. Desde essa altura que os responsáveis do PSD Algarve sabem da situação mas nada fizeram para reverter a situação da barra, da mesma que também desta vez nada farão.
A deslocação de uma delegação da Comissão Parlamentar de Agricultura e Pescas a 20 de Janeiro, à Vila da Fuzeta, a convite do presidente da Junta de Freguesia, não é mais do que uma acção de campanha eleitoral antecipada, visto que temos eleições no próximo ano, porque em termos de resultados práticos nada dará, embora os pescadores da Fuzeta devam aproveitar a oportunidade para dizer de sua justiça.
Em abono da verdade se diga que a situação da barra da Fuzeta já foi objecto de duas resoluções daquela comissão, em anos anteriores que apesar de bem elaboradas não surtiram qualquer efeito, o que não acontece por acaso.
Por outro lado, sabemos que a ilha da Armona/Fuzeta tem vindo a perder largura e está cada vez mais em risco de novo galgamento oceânico, que pode muito bem acontecer no próximo equinócio se houver conjugação de vendaval com o preia-mar. Aí o cordão dunar romperá exactamente no mesmo local onde em 2010 abriu a barra aberta pelo mar e fechada pelas entidades publicas.
Mais uma vez, virão as nossas queridas entidades publicas, em particular para o Ministro Verde, dizer que não há dinheiro para a intervenção desejada, porque em primeiro lugar estão as demolições nas ilhas barreira.
Para aqueles que têm andado distraídos, convém lembrar que os partidos que se alternam na governação elegeram o sector turístico como o eixo principal do desenvolvimento e por isso, nos planos de gestão territorial, tudo é permitido para o uso balnear enquanto se criam restrições às actividades económicas tradicionais na zona da Ria Formosa, consideradas incompatíveis com as perspectivas de desenvolvimento delineadas.
As dificuldades criadas à pesca, e não só, surgem num quadro há muito traçado de destruição do sector produtivo e que estão na origem da profunda crise em que estes políticos mergulharam o País, e que deve merecer por parte dos pescadores manifestações de indignação e revolta, mas de uma revolta mais musculada que obrigue a governação a mudar de direcção.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 20 de dezembro de 2014

OLHÃO: PRESIDENTE DE CÂMARA OU PALHAÇO?

António Miguel Pina, o ainda presidente da Câmara Municipal de Olhão mostra mais dotes para integrar uma dupla de palhaços do que para ostentar o titulo e desempenho do cargo para que foi eleito.
Vem isto a propósito da discussão publica que vai promover em torno da possível solução alternativa à passagem de nível da Avenida Bernardino da Silva.
Ainda esteve  em agenda a possibilidade, e para isso foi contactado um nome sonante do urbanismo, um tal Pardal que integrou a pré-campanha eleitoral do dito cujo, de um túnel paralelo ao existente mas para fins pedonais, facilitando a mobilidade e com a vantagem de não haver o perigo de inundações que o tornassem inoperacional.
Mas o candidato a palhaço e actual presidente mudou de estratégia e optou por outra solução alternativa ao projecto apresentado pela REFER há quatro anos. E a alternativa encontrada, passa exactamente pela solução apresentada pela REFER com ligeiras alterações, como a altura do passadiço e um pouco mais de largura.
A discussão publica neste caso, para alem de fugir à pratica habitual da autarquia que foge sempre que pode destas coisas, não é mais que um expediente para ganhar tempo, atrasando ainda mais a solução.
A vingar a tese do passadiço proposto pela REFER, e tudo leva a crer que será essa a ideia, pergunta-se porque não foi aprovada há quatro anos ou em Fevereiro deste ano ou até mesmo em Setembro quando a REFER se preparava para encerrar a passagem de nível?
Pergunta-se também qual a necessidade da discussão publica que se prolongará por todo o mês de Janeiro, se é necessário elaborar um projecto e levar a concurso a empreitada, atrasando a obra?
Para quem acompanha as diatribes deste presidente apalhaçado perceberá facilmente as suas intenções. Primeiro porque não incluiu um cêntimo no Orçamento recentemente aprovado para esta obra porque na sua cabeçorra. é a REFER a pagar a factura, quando não tem nenhum documento onde tal esteja implícito, havendo apenas uma "disponibilidade" por parte da empresa em financiar a obra. Mas lembramos como funcionam estas disponibilidades, porque ainda recentemente, Antonio Pina enquanto presidente da câmara, mostrou essa "disponibilidade" à presidente da Águas do Algarve para conceder a exploração em baixa da agua e saneamento, mas que depois enquanto presidente da Ambiolhão veio recusar. É esse o sentido da disponibilidade, hoje verdade, amanhã mentira.
Por outro lado, 2015 é ano de eleições e o Pina ao protelar a solução mais não está a fazer do que empurrar o inicio das obras para o período de campanha eleitoral, ou seja já está em campanha.
Certo, certo é que vamos ter um passadiço, tal como a REFER sempre defendeu mas que quando a maré do túnel encher vai servir para irmos á pesca ou dar um mergulho.
Deixe-se de palhaçadas e resolva os problemas que foi para isso que foii eleito!
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

OLHÃO: O PRESIDENTE DOS ESQUEMAS!

António Miguel Pina, ainda em presidente da Câmara Municipal de Olhão, mostra que veio para prosseguir os esquemas montados pelo seu defunto antecessor.
Em http://olhaolivre.blogspot.pt/2014/06/olhao-crime-medalhado.html denunciávamos a situação de ilegalidade das contas da Junta de Freguesia de Pechão, com uma divida escondida que António Pina pretende resolver com mais um dos seus habituais expedientes.
A divida é da Junta de Freguesia e a Câmara quer proceder ao seu pagamento, por um lado para salvar a face do seu camarada ex-presidente da Junta e ao mesmo tempo afastá-lo da companhia da concelhia dos socialistas, também eles em rota de colisão com a gestão da autarquia.
Sabendo que a oposição não entra em ondas, quer e exige transparencia na gestão da Junta, o presidente da Câmara foi propor junto da oposição que aceitassem que a Câmara pagasse a factura.
Sendo certo que quem executou o trabalho e o facturou tem direito a receber, a solução passa pelo credor apresentar a factura no Balcão de Injunção e exigir o seu pagamento. À Junta resta-lhe pagar ou contestar tal pagamento.
Não pode é vir o presidente tentar corromper os elementos da Junta que sempre se bateram contra a falta de transparencia do anterior presidente para agora virem aceitar os esquemas do presidente da Câmara.
Este é apenas mais um dos esquemas do presidente Pina de entre muitos outros, como o do Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara com contas que são um autentico caso de policia mas sobre as quais não quer qualquer espécie de ruptura, ou seja penalizar que usou e prevaricou.
Embora a presidente do CCD não fosse a Célia Neves a verdade é que era ela quem manejava e maneja os cordelinhos dentro da Câmara, mandando mais até do que o próprio presidente quando há muito que deveria ser afastada dos serviços.
Latas de Cerelac, tiras de choco. relógios, pulseiras e um rol infindável de produtos cujos destinatarios são desconhecidos, contemplados com brindes proporcionados pela atribuição a granel de subsídios, de dinheiros públicos e com os municipes a pagarem.
Desde ajustes directos que encobriam subidos até à atribuição de subsídios, numa espiral de esquemas que António Pina não quer sejam investigados, perseguindo e ameaçando mesmo a quem tal se propõe.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

OLHÃO: PRESIDENTE CONTRA O PRÉ-ESCOLAR

Amanhã, representantes da Câmara Municipal de Olhão vão reunir com os trabalhadores contratados para dar apoio ao pré-escolar do concelho, sendo que o que lhes está reservado é a indicação de que no final do contrato serão despedidos, a pretexto de que a autarquia não tem dinheiro.
Também por falta de dinheiro, a câmara pretende cortar nos lanches que são fornecidos às crianças, algumas das quais, é na escola que comem a única refeição decente, porque governo e autarquias conduziram o Povo à maior das misérias.
E porque a Câmara invoca a falta de dinheiro, lembramos que temos trazido a lume denuncias sobre o esbanjamento de dinheiros para a compra de brindes para "desconhecidos" em montantes que são um escândalo. Lembramos também que quando a Câmara dá um subsidio à associação desportiva do Colégio da Bernadette Romeira, criada exclusivamente para receber esse subsidio, e depois vem dizer que não há dinheiro. Quer a Câmara gastar dinheiro num campo de futebol relvado e depois não tem dinheiro para dar de comer àqueles que serão o futuro deste País.
Quando António Pina chamou filhos da puta aos governantes, a propósito das portagens na Via do Infante, provavelmente estava-se olhando a um espelho, pois o que agora faz não é nem mais nem menos do que os nossos governantes.
Depois da reunião e na posse de mais e novos elementos, voltaremos aqui para dar a conhecer até onde chega a categoria deste patife feito presidente.
E a oposição que delegou competências neste gajo e não lhas retira, permitindo mais um ataque desproporcionado e despropositado à escola publica?
Vão todos a bardamerda!
Trabalhadores e pais devem unir-.se e opor-se ao projecto do Pina-
REVOLTEM-SE, PORRA!

OLHÃO: PRESIDENTE DE CÂMARA EM OPERAÇÃO DE BRANQUEAMENTO!



As imagens acima reportam as paginas 1, 2 e 13 da Acta da Leitura de Sentença do Processo 28047/13.OYIPRT que decorreu no Tribunal de Olhão, Tendo sido entregue uma copia ao Presidente da Câmara Municipal para os fins tidos por convenientes:
Apesar de ter conhecimento desta sentença, o presidente da câmara entendeu promover um concurso interno para chefe de divisão e aceitou que a funcionaria objecto desta sentença participasse no concurso e mais; que fosse a seleccionada para o exercício do cargo:
DA presente acta; pode constatar_se que a DRª Juíza mandasse extrair certidão com vista ao apuramento da pratica de eventuais crimes de corrupção e ou abuso de poder.
Volvidos todos estes meses, o ainda presidente da câmara nada fez para alterar ou esclarecer esta situação, promovendo um processo de inquérito e se caso disso, o respectivo procedimento disciplinar.
Mas ontem, sem fazer constar da Ordem de Trabalhos, levou a sessão de câmara, para que os vereadores se pronunciassem sobre o assunto, acto inédito deste presidente que normalmente promove os processos disciplinares e depois comunica as conclusões e decisões decorrentes dos mesmos.
É por demais óbvio, que o presidente tenta atirar o ónus da situação para cima da oposição, lavando as mãos desta sujeira como se não fosse ele próprio um dos culpados.
É que, este presidente armado em anjinho, cumpriu um mandato sem pelouro e um dos que mais casos duvidosos criou e aos quais deu o seu aval, cumpriu outro como vice-presidente até chegar à situação de presidente, carregando nas suas costas, já nove anos de poder autárquico.
E sabe o presidente que esta funcionaria sabe de todos os podres e crimes urbanísticos, alguns deles com o aval deste meio presidente, e que se der com a língua nos dentes, muita gente fugirá do País para tentar escapar à Justiça, que embora funcionando mal, às vezes também precisa de dar mostra de que funciona a serio.
O PDM de Olhão não permite a construção dispersa, mas ainda assim foram construídos mais de 600 casas , muitas delas com o parecer desta funcionaria e que serviam às mil maravilhas ao sindicato de voto controlado pelo partido dito socialista. E quem diz a edificação dispersa, diz o edificado em Domínio Publico Marítimo, em Reserva Agrícola ou na Reserva Ecológica, violando os planos de gestão territorial quanto às categorias de espaço como até quanto aos índices de construção.
O facto de ter levado o assunto a sessão de câmara, traz-nos à lembrança uma outra operação de branqueamento, protagonizada pelo vereador pirolito ao propor processos de inquérito interno a uma das arquitectas e ao próprio chefe do gabinete jurídico e de cujos resultados nada se sabe, o que por si só é demonstrativo que o objectivo não era o de esclarecer o quer que fosse, mas antes, branquear os procedimentos dos intervenientes em situações nas quais não deviam ou não podiam ter acontecido.
Ou seja, a gestão do municipio continua tal como antes, onde o munícipe apenas é chamado para pagar os desmandos desta cambada.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 14 de dezembro de 2014

OLHÃO: PRESIDENTE CONTRA FILHOS ADOPTIVOS DO CONCELHO

Há uns meses atrás, António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, não só mandou publicar no site da autarquia como mandou uma nota para a comunicação social regional, regozijando-se pelo facto de vir a aumentar a comunidade estrangeira residente na Zona Histórica da cidade e pelo excelência do trabalho na recuperação das respectivas casas.
Tal gesto de reconhecimento faz parte do passado, porque a atitude face àquela comunidade, é hoje bem diferente. O que se passou entretanto e que levou António Pina a mudar de atitude?
A cidade de Olhão transformou-se num dormitório porque as casas aqui eram mais baratas, levando a que milhares de pessoas fixassem residência, mas também devido à falta de trabalho, que a Câmara Municipal nunca teve arte nem engenho para promover. Acompanhando esse ciclo vimos chegar à cidade e nela fixar residência, uma comunidade de estrangeiros encantados com as caracteristicas da Zona Histórica, a afabilidade do nosso Povo e da nossa gastronomia, podendo dizer-se que se tornaram filhos adoptivos da cidade. Filhos adoptivos, antes desejados e agora maltratados!
Depois de denunciado aqui o que estava programado no projecto de Plano de Pormenor para a Zona Histórica, e estando em curso a fase de apresentação de sugestões para o processo de revisão do Plano Director Municipal, estes olhanenses adoptivos, organizaram-se e muniram-se dos meios humanos e técnicos para participarem activamente no dito processo de revisão.
E se bem pensaram melhor o fizeram, apresentando as suas ideias, que desde já aplaudimos, com vista à preservação das caracteristicas essenciais da Zona Histórica, que vão desde a arquitectura do edificado, às ruas, ruelas, travessas ou vielas, passando pela calçada portuguesa e melhor ainda, incluindo os olhanenses de gema nesse processo.
Pina não gostou e criou todo o tipo de dificuldades à participação da comunidade. Primeiro porque o documento seguira em língua inglesa, o que de imediato foi corrigido, depois porque alguns documentos seguiram em A3 e só aceitavam em formato A4 e que voltaram a ser corrigidos, chamando um representante da comunidade para lhe dizer que aquelas obras não eram para se fazer porque não havia dinheiro, e tudo isto acompanhado de uma linguagem menos própria para um presidente de Câmara que se dirige a uma comunidade estrangeira como se de indesejáveis se tratassem, quase impedindo a sua participação.
É certo que a Zona Histórica é apenas uma fracção do conjunto do Plano Director Municipal, mas não é factor impeditivo da participação. Aliás pena é que não hajam especialistas noutras áreas, temáticas, como as Reservas Agrícola ou Ecológica, as Zonas Históricas da Fuzeta ou Moncarapacho ou ainda sobre o potencial do património arqueológico do concelho. Logo a Câmara Municipal de Olhão está obrigada a receber e a dizer como incorporou as sugestões apresentadas pela comunidade destes filhos adoptivos da cidade.
A comunidade estrangeira não defende nem se pronuncia sobre qualquer actividade partidária, mas defende a preservação da identidade do Povo de Olhão, motivo mais que suficiente para estarmos com ela nesta luta, assistindo-lhes o direito à indignação.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Demolições na Ria Formosa são decisão política,que nada tem a ver com a defesa do ambiente!

Demolições na Ria Formosa são decisão política

Com a presença humana secular sobre o cordão dunar em respeito absoluto com a natureza, a concessão às Câmaras Municipais de Faro e Olhão de áreas desafectadas do domínio marítimo alterou as relações de força, com o estatuto social dos anos 50 e 60 a ditarem a ocupação sazonal em edifícios de betão, de um ou dois pisos, agravados posteriormente em plena democracia e maior poder aquisitivo de uma nova parte da população. Muitas das humildes barracas passaram a casas de valor acrescentado, misturando-se com as populações de pescadores, particularmente na ilha de Faro, onde a mobilidade está servida de cais de acostagem e ponte rodoviária.

Nas outras ilhas barreira apenas dependentes da navegação, o assédio foi menor, com o surgimento de outras habitações mais ligado a raízes familiares e à fixação de novas gerações de profissionais da pesca e mariscadores. Toda esta ocupação foi feita debaixo dos olhos das autoridades ou a com a sua conivência e rendimentos, e só mais tarde condicionada pelos planos de ordenamento da costa algarvia...

Nos últimos anos, com a visibilidade dos recursos naturais da Ria Formosa e a saturação do Barlavento algarvio, os ventos do poder em Lisboa (PS, PSD e CDS), encetaram uma linguagem de suposta mudança, de necessidade de requalificar e renaturalizar esta área lagunar, ao mesmo tempo que foram impondo regras apertadas e injustas sobre os milhares de profissionais que dali vivem, privilegiando as utilizações e apoios para uso balnear - casos da Deserta e da Fuzeta -, pondo anos a fio na gaveta renovadas promessas eleitorais de regeneração dos fundos com as dragagens vitais para a reprodução da riqueza, tal como a construção dos equipamentos para travar as descargas poluentes nos concelhos de Faro e Olhão.

No fundo, a estratégia governamental da renaturalização entregue a uma corporação de empregos no Programa Polis em conjunto com as Câmaras, ataca mais sobre a areia e deixa as águas ao abandono, deixando transparecer que se trata de razões políticas e interesses ainda não esclarecidos que regem a presença de um ministro para lançar a primeira pedra abaixo em barracos irrelevantes numa margem do canal da cidade para a praia de Faro.

A investida das demolições, antecedida de justificações que foram caindo, refugia-se tenuamente nas condições de segurança de bens e pessoas, tombado o argumento do domínio marítimo violado em vários locais da linha de água (Fuzeta, Cabanas de Tavira e na Praia de Faro). E falar de insegurança sobre casas em zonas de uma maneira geral seguras em contraste com os “arranha-céus” autorizados e desprotegidos, afirma-se uma falácia que realça a injustiça denunciada firmemente pelos moradores e pescadores, que inclusivé pediram explicações ao executivo camarário, ouvindo evasivas, enquanto preparava com o Governo um simulacro policial intimidatório, demonstrando que tem um plano que pode recorrer à violência sobre quaisquer actos de resistência.
 Noticia retirada do Blog Faro Activo
Nota do Olhão Livre: um excelente texto que coloca bem o dedo na ferida das demolições que são politicas e não de defesa do ambiente. 
Basta para isso ver o que se construi em dominio Publico maritimo na Zona Ribeirinha da Fuzeta durante a vigência do Program Polis Ria Formosa.
Aqui ficam as fotos de 93 apartamentos construidos em 2009, na Zona Ribeirinha da Fuzeta.
Se o pretexto do governo é que as casas em cima das ilhas vão ser demolidas por estarem em Dominio Publico Maritimo,perguntamos nós se estavam cegos, quando a CMOlhão e a CCDRe a então ARH e o Parque Natrual da Ria Formosa aprovaram e deixaram construir estes 93  apartamentos dentro de agua.
Estavam cegos? Houve comissões? Alguém foi corrompido para aprovar este crime?
Responda quem souber!
Uma piscina em cima da Ria alterando as cotas do terrenos, com aterros feitos de residuos perigosos de construção civil e ningém viu?
Macário Correia por muito menos que isto, perdeu o mandato de presidente da CMFaro por ilegalidades cometidas em Tavira.
Há justiça em Portugal? Ou a justiça só funciona quando alguém tem interesse que funcione?
 
 
 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

O Fascismo está de regresso em Portugal!

Atentados à Democracia nas Escolas 1 - Na Escola Secundária Alves Redol (Vila Franca de Xira) o director da Escola tenta por todos os meios impedir os estudantes de realizarem uma RGA para decidirem o calendário eleitoral para as eleições da Associação de Estudantes! Temos direito a reunir, temos direito a ter Associações de Estudantes, dos e para os estudantes! Comunicado da Lista V:
"COMUNICADO
A única lista que este ano se candidatou às eleições para a Associação de Estudantes da ESAR, a Lista V, foi chumbada pelo director da nossa escola. Isto porque, segundo os Estatutos da AE, nenhum aluno finalista pode candidatar-se enquanto suplente, pois isto não garante a continuidade.
Do ponto de vista da direcção, a nossa lista estava a ir contra os Estatutos.
No entanto, segundo a lei 23/2006 23 de Junho que estabelece o regime jurídico do movimento associativo juvenil diz que, segundo o princípio da Democraticidade, todos os estudantes têm o direito de eleger e ser eleitos. Esquece-se também o Director que, segundo os Estatutos, não é a direcção que verifica a legalidade das listas apresentadas, mas sim a Comissão Eleitoral segundo a lei 23/2006 23 de Junho que estabelece o regime jurídico do movimento associativo juvenil. Mas mais o mais grave disto tudo é que nos Estatutos da ESAR, vão contra a Lei do Associativismo Jovem que diz que as Associações de Estudantes gozam de autonomia, e são os estudantes que têm o direito de tomar nas mãos todo o processo eleitoral. Por isso, perguntamos que legitimidade tem o sr. Director para decidir o que quer que seja quanto à Associação de Estudantes e as listas que concorrem às eleições.
Aquilo com que nos deparamos é nada mais, nada menos do que uma profunda ofensiva aos nossos direitos. Os estudantes não se revém nestes estatutos, que põe em causa a democracia na escola e os direitos dos estudantes.
Convidamos todos os alunos a juntarem-se a nós na Reunião Geral de Alunos que vai ser realizada quinta-feira, dia 11/12, pelas 12h35, no anfiteatro. Todas as faltas serão justificadas ao abrigo do artigo 32º da lei 23/2006 23 de Junho que estabelece o regime jurídico do movimento associativo juvenil que diz que a participação em RGA´s tem as faltas justificadas
EXIGIMOS O DIREITO A CONSTITUIR UMA ASSOCIAÇÃO DEMOCRATICAMENTE E SEM INGERÊNCIAS EXTERNAS"
Retirado daqui
Nota do Olhão LIvre:O Olhão Livre como blog que defende a liberdade ao saber deste atentado à Livre participação dos estudantes num plenário de estudantes,não podiamos deixar passar estes acto de puro fascismo em claro.
O fascismo está de regresso ninguém tenha duvidas, e são essas acções, agora da PSP, que nos levam a afirmar isso,pois a PSP não pode de maneira nenhuma entrar num pelnário de estudantes faz-nos lembar o que fazia a PIDE no tempo do regime fascista de Salazaer e Caetano.
Os estudantes devem dar a devida resposta e denuciar esse acto a todos os portugueses, pois o que se passou hoje em Vila Franca vai-se passar por todo o país, quando outros estudantes se revoltarem em defesa da escola publica que este governo quer acabar..
 

OLHÃO: DEBOCHE COM DINHEIROS PUBLICOS!

Há uns dias atrás dávamos conta nesta pagina do "assalto" ás Piscinas Municipais, mas à medida que o tempo passa vamos também obtendo mais informação e cada vez mais, ficamos indignados e revoltados com o assalto que fazem aos nossos bolsos para depois gastarem o nosso dinheiro em regabofes.
Entretanto soubemos que o "assalto" não foi por arrombamento mas com recurso a chave "falsa", pois não foram encontrados outros indícios. Sabemos também que quem apresentou queixa na PSP foi a direcção do Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Olhão.
E se já referíramos as latas de Cerelac para o biberon de Pina ou as tiras de choco que dizem agora terem ido para o Festival de Marisco (não sabemos a que propósito ou titulo), faltava o melhor. É que dos documentos desaparecidos constavam a compra de relógios e pulseiras no valor de 30.000 euros, um autentico regabofe ou deboche com o nosso dinheirinho. Não sabemos quem foi contemplado com estes preciosismos mas se pensarmos que à época Antonio Pina era vice-presidente, é bem possível que lhe tenha tocado um bom relógio.
Trinta mil euros! Mas que vem a ser isto?
Compreende-se, pois as razões porque António Pina, presidente não disponibilizou o dinheiro necessário para fazer a auditoria à gestão anterior do CCD que a actual direcção pretendia fazer.
Verdades Escondidas, não a associação de que a todo poderosa da Câmara é presidente, mas a forma como ela distribuía brindes pelo séquito de fãs, com alguns autarcas pelo meio, usando e abusando do facto de pertencer à direcção do CCD.
Compreende-se melhor, agora, as razões que a levam a ameaçar a actual direcção, caso prossiga a investigação que vem fazendo às contas do CCD, pois o deboche era mais que muito.
O CCD era contemplado com subsídios da mais variada índole e também com ajustes directos, e portanto dinheiros públicos, usados ao bel prazer de quem o dirigia, não para satisfação dos trabalhadores da autarquia mas para este festival de consumismo despropositado se não ilegal.
E eu aqui sem nenhum berloque, pergunto onde pára a minha pulseira e o meu relógio? Será que o Pina os traz no pulso?
Não brinquem com isto! A Câmara Municipal de Olhão tem a obrigação de acompanhar e fiscalizar os dinheiros que concede, ver onde, quando e como são aplicados, mas os seus responsáveis nada fazem nesse sentido quem sabe +por colherem frutos dessa politica.
Se à epoca reinava o maior dos deboches na utilização do dinheiro, António Pina agora cai no miserabilismo, conveniente, de ainda não ter atribuído o subsidio pedido pelo CCD para a festa de Natal dos trabalhadores do Município, um pouco mais do que o custo dos relógios e pulseiras agora descobertos, apesar de estarmos mesmo em cima da data prevista para a festa, dando aval e cobertura às ameaças da toda poderosa e verdadeira funcionaria-presidente.
Se não houver festa de Natal para os trabalhadores a responsabilidade é única e exclusiva destas duas peças, o presidente da Câmara António Pina e da Célia Neves, a dona da câmara, desconhecendo-se as razões porque tem, usa e abusa de tanto poder.
Lamentamos ainda que a oposição não ponha fim a este ciclo de termos uma funcionaria a mandar num presidente. É que mais uma oposição forte do que um Poder fraco embora saibamos que no Poder está o PS Bom e na oposição, o PS Mau a que pertence a direcção do CCD.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

RIA FORMOSA: FUNDAMENTALISTAS AO LADO DO PODER!

Aproveitando o aniversário do Parque Natural da Ria Formosa, o esterco fundamentalista pseudo-ambientalista da Quercus, vem em socorro do governo apelar à destruição de todo o edificado nas ilhas barreira por causa dos danos que provocam nas dunas.
O que a Quercus não diz é quanto recebeu desse mesmo Poder para a construção da sua sede e a quantidade de subsídios encapotados que recebe como aquele do Minuto Verde, para ficar calada quando é o próprio Poder quem comete mais atentados contra o ambiente.
Não dizem estes palhaços quantos quilómetros de extensão têm as ilhas barreira e qual a percentagem que é ocupada com o edificado nem o estado de abandono a que foi votada a Ria Formosa. Nunca abriram a boca contra a abertura da Barra de Cacela e posterior destruição do cordão dunar. Não apontam uma única solução nem têm uma palavra para a ocupação das margens de mar.
Para esta escumalha, a espécie a abater são os humanos, são os pescadores e mariscadores que vivem da Ria, chegando ao ponto de apontarem o dedo à apanha excessiva de bivalves, quando estes são produzidos em explorações controladas. 
Incapaz de apontar o dedo aos grandes interesses privados associados ao sector turístico-imobiliário, esperam apenas a oportunidade para em determinadas condições exigirem uma indemnização para alimentar os seus cofres. Podiam tê-lo feito aquando das construções em Domínio Publico Marítimo na crista da arriba no Ancão, na Fuzeta, em Cabanas, mas aí poderiam perder os apoios do Poder.
E são estas palhaçadas fundamentalistas que dão ao Poder o argumento para a aplicação do camartelo na Ria Formosa, como se pode ver em http://www.diarionline.pt/noticia.php?refnoticia=150146
Manifestam-se contra a abertura de barras, mas omitem que o colapso do sistema lagunar se deu com a abertura das barras artificiais e que a partir daí é necessário o recurso a dragagens constantes para manter a renovação das águas e da navegabilidade em condições de segurança para os pescadores. Estar contra essas dragagens, é estar contra a actividade piscatória.
Quanto ao reforço do cordão dunar lembramos que, desde que haja vontade politica, o recurso aos recifes artificiais multi-funcionais em mangas de geo-têxteis permite aumentar em largura e altura as zonas de praia, diminuindo o risco para pessoas e bens.
Tudo aquilo que está programado para a Ria Formosa não é mais do que um ataque a quem sempre daqui e aqui viveu. A destruição das importantes actividades económicas tradicionais que conseguem conviver com a fauna e flora presentes e das quais depende a sua actividade, a destruição do edificado para  no seu lugar introduzir o elemento estranho e satisfazer apenas grupos de interesses económicos, sem o mínimo respeito pelos valores naturais em presença.
Não nos bastavam os governos senão estes f.d.p.Vão ser fundamentalistas para quem os pariu!
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

RIA FORMOSA: O CAMARTELO VEIO PARA FICAR?

De acordo com as declarações do Ministro Verde, o camartelo na Ria Formosa veio para ficar, como se pode ler em http://www.publico.pt/local/noticia/governo-diz-que-demolicao-de-800-construcoes-na-ria-formosa-nao-encerra-o-assunto-1678356
Na verdade, o ministro com mais olhos que barriga, quer mesmo destruir todo o edificado nas ilhas barreira embora o faça de forma faseada para vencer a resistência dos moradores. E é vê-lo declarar que para já são apenas as de segunda habitação, deixando as de primeira habitação para uma avaliação da reestruturação e renaturalização em tempo próprio. Tal como dissemos por varias vezes, está já na forja uma revisão do famigerado POOC para enquadrar as futuras reestruturações e renaturalizações, como forma de ultrapassar questões jurídicas que se possam vir a levantar.
Repare-se que o ministro, invocando o Domínio Publico Marítimo, apenas aponta para intervenções nas ilhas barreira e não tem uma única palavra para as margens de mar que integram também aquele Domínio, só que outros interesses mais altos se levantam.
Uma das dificuldades invocadas pelo representante do governo, prende-se com a dificuldade no realojamento dos moradores de primeira habitação, sendo necessário criara as condições financeiras para o fazer.
Significa isto que este ministro, pior que os ministros do regime derrubado em 25 de Abril, pretende correr com todos os moradores das ilhas barreira, e estes no seu egoísmo próprio, de que não é com eles mas com o vizinho do lado, não vislumbram que aquilo que os governos, socialista e social democrata, pretendem é ir dividindo os moradores, criando zonas "legais" e ilegais, primeira e segunda habitação e reduzindo a sua capacidade para uma acção de maior resistência.
Mas as zonas, hoje ditas "legais", amanhã por força de uma nova reestruturação poderão passar à condição de ilegais. Nessa altura, com menos peso e força,será muito mais difícil aos moradores que resistirem ao camartelo demolidor de agora, oporem-se aos ditames destes senhores.
Mandaria o bom senso e equidade que a haver demolições no Domínio Publico Marítimo, seriam elas não só mas ilhas barreira mas também de todo o edificado nas margens de mar e cuja dominialidade é do Estado, mas aí, já se venderam e vão continuar a vender, num processo que tresanda a corrupção por todos os lados. Portanto, aqueles que ainda hoje acreditam na boa fé desta governança, preparem-se que num futuro próximo pode muito bem bater-lhes à porta o homem do camartelo.
Não sejam solidários com os que agora são despojados e amanhã não esperem a solidariedade daqueles a quem hoje voltam as costas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Antonio Pina candidata-se ao FEDER para destruir, a Zona Histórica de Olhão!O Prazo para discussão Publica acaba dia 10 se és contra participa!

Recuperar a zona histórica de Olhão com apoio FEDER

Foram recentemente apresentados os trabalhos desenvolvidos no Plano de Pormenor da Zona Histórica de Olhão, objeto de candidatura ao Algarve 21 – Programa Operacional do Algarve, com cofinanciamento FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
Este plano, desenvolvido pelo arquiteto Pedro Ravara da empresa Baixa Atelier de Arquitetura Lda., insere-se no programa de ação integrado do Centro Histórico e da Frente Ribeirinha de Olhão, tendo como objetivo regenerar a malha urbana desta zona da cidade.
O programa de desenvolvimento deste Plano de Pormenor terá um custo estimado de cerca de 12 milhões de euros, compreendendo demolições, indemnizações, pavimentações, vegetação e infraestruturas, entre outros.
O Plano de Pormenor da Zona Histórica, cuja 3ª fase espera aprovação da Câmara, pretende valorizar a especificidade única de Olhão e o seu núcleo antigo como um dos motores de desenvolvimento, projetando a imagem da cidade.
Para isso, é preciso definir regras e orientações para uma correta reabilitação já que, após aprovação da proposta pela Câmara, inicia-se um período de discussão pública aberto a reclamações e observações de particulares.
Este modelo de intervenção integrada em edifícios, espaços públicos e equipamentos de utilização coletiva, sugere a continuidade do processo histórico que definiu esta zona, dando-lhe maior vivacidade.
As propostas feitas pelo arquiteto da Baixa Atelier implicam algumas transformações urbanas, nomeadamente em relação ao exterior de alguns dos edifícios implantados nesta zona. Prevê-se um modelo de gestão intra-zonal, que privilegia o recurso a instrumentos contratuais, que poderão ter de ser mediados pela Câmara Municipal.
A fase seguinte poderá vir a ser a constituição de uma Área de Reabilitação Urbana, que permitirá aos privados ter acesso a financiamentos específicos para equipamentos coletivos sendo que o investimento nesta reabilitação terá depois impacto na criação de emprego, nas vendas do comércio e na restauração.
13-08-2014
Noticia retirada daqui

Nota do Olhão Livre: Antonio Pina depois da revolta das pessoas de OLhão,  e da comunidade estrangeira, diz a toda a gente que não vai demolir edificios, nem retirar a calçada portuguesa , na zonas históricas de Olhão, para colocar lajes de pedra, porque não tem dinheiro para as obras.
Uma coisa é certa,  Antonio Pina candidatou Olhão Para este programa do Feder,  e se as pessoas não se revoltarem e não participarem  na discussão publica em defesa da zona histórica de Olhão, essa zona vai ser mesmo descaracterizada, se houver dinheiro dos fundos europeus do FEDER,  os edficios previstos irão abaixo, a calçada portuguesa será esventrada, e desaprecerá do mapa, e Olhão passará de cidade unica na Europa, para uma cidade igual a tantas outras.
Se Antonio Pina,  se preocupa com a reabilitação da Zonas históricas de Olhão que faça um plano de restauro das habitações a precisar de restauro, e que as reabilite em conjunto com os proprietários, que  se acabe, com os azulejos de W.C.nas fachadas, que se preserve os azulejos antigos, que se acabe com as portas e janelas de, e que as fachadas voltem a ser caiadas.
Damos aqui o exemplo de um largo histórico de Olhão como era e como ficou
 Largo do Gaibéu depois de retirarem a calçada portuguesa

Com um presidente desta estripe, que só pensa em destruir o que Olhão tem de melhor,é caso para dizer que senão nos revoltarmos, ele vai mesmo FEDER Olhão.



 
Largo doGaibéu com calçada portuguesa

GOVERNO E CÂMARAS MATAM A VIDA NA RIA FORMOSA

Quer o Governo, quer as câmaras municipais na área da Ria Formosa, vêm há décadas matando a vida na Ria Formosa com o objectivo final de acabarem com as actividades económicas tradicionais como a pesca, moluscicultura ou a salinicultura.
O meio utilizado para acabar com estas actividades é lançando a poluição com as descargas das águas residuais urbanas ricas em fosforo e azoto, nutrientes utilizados na agricultura para ajudar a desenvolver as horto-fruticolas, do mesmo modo que quando descarregados nas águas da Ria Formosa, originam o crescimento acelerado das plantas marinhas que no seu processo de competição pelo oxigénio dissolvido na agua, acabam por sucumbir as mais fracas. Há também a elevada carga de matéria orgânica em suspensão que turva a agua, não permitindo às plantas de fundo realizarem a fotosintese pela qual produzem oxigénio. Foi assim que desapareceu a seba, abrigo de algumas espécies piscicolas para a desova.
Para que os nossos leitores compreendam a importância do que está em causa, é preciso atribuir um valor económico resultante daquelas actividades e comparar o que se tem e o que se poderia ter sem os efeitos da poluição.
A área de produção de bivalves tem 4.500.000 m2 e neste momento a produção de ameijoa-boa oscila entre os 0,25 a 0,3 Kg por m2 que poderiam valer no mercado cerca de 12.000.000. Se não houvesse poluição, e segundo dados do IPMA poderia atingir-se entre 2 a 3 Kg por m2 ou seja oito vezes mais e como é óbvio cerca de 96.000.000.
Se ao valor da ameijoa-boa juntarmos os das outras espécies, então podemos dizer que o valor económico das actividades tradicionais da Ria Formosa, é superior a cento e oitenta milhões de euros, de mais valias locais, algo que nenhum outro sector da actividade económica é capaz de produzir.
Mas os nossos governantes e autarcas não pensam assim, preferindo criar restrições ao Povo que labuta na Ria mas permitindo tudo ou quase tudo para o uso balnear, tal como decorre dos planos de gestão territorial, porque, para eles, um certo sector turístico.
O turismo defendido baseia-se na construção de grandes infra-estruturas, às quais são necessários investimentos públicos de alguma grandeza, cuja contra-partida no desenvolvimento económico e social se resume a pouco mais dos que os salários pagos aos trabalhadores.
Que o governo, se é que governa alguma coisa, pense assim na procura de equilibrar a balança de pagamentos não admira mas só por desconhecimento do facto da maior parte dos produtos da Ria se destinarem à exportação. Já quanto às autarquias, particularmente as de Olhão e Faro, onde se concentra a maior zona de produção de bivalves do País, o mínimo que podemos dizer é que, para alem do desconhecimento revelado, estão-se pura e simplesmente borrifando para aqueles que pelo voto os levaram ao Poder.
Curiosamente, governos e autarcas, melhor dizendo todo o aparelho de estado, está enfeudado de gentinha dos partidos que os suportam, PS e PSD que nada fazem pelo Povo.
Já vai sendo tempo de correr com esta gentalha e pôr no seu lugar alguém que defenda os interesses do Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Moradores da Praia de Faro recusam-se a abandonar as casas!Há que organizar e lutar!

Proprietários com ordem de saída da Praia de Faro recusam abandonar casas

09:40 - 06/12/2014 FARO
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Durante anos, viveram sob a ameaça de perderem as casas na Praia de Faro e a maioria convenceu-se de que não aconteceria. Agora, há 116 construções consideradas ilegais na ilha para irem abaixo em 2015, mas muitos proprietários recusam sair.
Augusta Pudim é o rosto da desolação quando fala do que aí vem, quase dez anos após a aprovação do plano de demolições na Ria Formosa.
Tal como outra centena de pessoas com casas de segunda habitação ou anexos nos núcleos piscatórios da Praia de Faro, recebeu a última carta do programa Polis Ria Formosa, que intima os proprietários a desocuparem as casas até 05 de janeiro, mais um mês do que a data prevista inicialmente.
"A mágoa é muita. É uma vida de trabalho e uma vida de tudo, estão a querer tirar-me isso, a mim e aos meus", diz à Lusa a mariscadora, de 59 anos, que passa a maior parte do ano na casa que tem na zona nascente da ilha, de onde só sai "no rigor do inverno" e de onde promete não retirar "coisíssima nenhuma".
Apesar de não usar a casa como apoio à atividade profissional, como Augusta, José Teixeira, com casa de férias comprada por 30 mil euros, há 15 anos, na zona poente - a mais afetada, com 73 construções sinalizadas -, também se recusa a retirar os bens e acusa a sociedade Polis de agir de forma abusiva.
"Esta operação não tem base sustentável de legalidade absoluta porque devia ter sido decidida em Assembleia Municipal e não foi", refere, defendendo que se o Estado quer avançar com as demolições deve indemnizar as pessoas, porque foi "esse mesmo Estado" que permitiu que os proprietários tivessem água, eletricidade e pagassem impostos à autarquia.
José Teixeira integra um grupo de 40 proprietários, dos extremos poente e nascente, que estão a preparar uma ação judicial para tentar travar o processo e impedir a posse administrativa das edificações, marcada para 07 de janeiro, entre as 10:00 e as 17:00.
Contudo, segundo a carta enviada pela sociedade Polis Litoral Ria Formosa a 18 de novembro, a que a Lusa teve acesso, se terminar o prazo fixado sem que a decisão tenha sido "voluntariamente acatada" pelos proprietários, os custos da demolição "correrão por conta do interessado".
Numa primeira fase, a Polis prevê demolir 800 construções ilegais nos ilhotes e ilhas-barreira da Ria Formosa, entre casas de segunda habitação e anexos de apoio à pesca. Numa segunda fase, serão as casas de primeira habitação na Praia de Faro a ir abaixo, mas só com realojamento garantido.
De fora ficam, por enquanto, as casas situadas na faixa central, território desafetado do Domínio Público Marítimo e concessionado à autarquia.
Para José Teixeira, é "uma grande injustiça" manter umas casas e derrubar outras, até porque quando o mar galga de um lado ao outro da ilha é sobretudo na zona central e não nos extremos. A fragilidade do cordão dunar, acrescenta, foi acelerada pela construção do molhe da marina de Vilamoura, que dificulta a passagem natural de areias.
João Barreto, reformado emigrado em França que comprou casa a um pescador há 32 anos, na zona poente, também se recusa a retirar os bens e pretende lutar até ao fim contra as demolições, até porque, refere, os critérios não estão bem fundamentados e há "erros grosseiros" na avaliação dos casos.
Há 13 anos a viver na área nascente, Carlos Estêvão, pescador profissional e mariscador, diz mesmo que não tem para onde ir, porque aquela é a casa onde vive.
"Não vou retirar nada, tenho tudo aí. Não tiro nada, nada. Eles têm que ter uma solução para resolver o meu problema", desabafa, acrescentando que a sua casa foi considerada como segunda habitação pelo facto de a mulher ter outra casa, em Faro, onde vive o filho do casal.
Noticia retirada da Voz do @lgarve on line
Nota do Olhão Livre: Os moradores da Praia de Faro devem unir a sua luta a todos os moradores ,que o governo quer demolir as suas habitações.
Sem luta não há vitória, deixem de acreditar em politicos traidores e camaleões, que se dizem contra as demolições, mas depois aparecem nas televisões ao lado do ministro e da sua comitiva a dar inicio àsa demolições, como aconteceu com o traidor do Bacalhau no Ramalhete.
As casas só ficam de pé, se a luta for de TODOS e não cada um por si.

OLHÃO: CÂMARA E GOVERNO QUEREM MATAR-NOS!

Ontem quando chegava ao meu local de trabalho pelas 05:45, deparei com três pessoas numa travessa mas não me apercebi do que se tratava, sendo certo que não estavam a fazer nada de errado.
Passado cerca de vinte minutos, batem-me à porta e eis que me entram três pessoas, um casal e uma pessoa que aparentava estar doente, apática, sem falar, branca que nem a cal da parede. O casal informou-me que desde as três horas da manhã que telefonava para o 112, em vão. Como nada mais podiam fazer acabaram por levar a pessoa a casa.
Durante a manhã, mais tarde, a mesma pessoa saiu para a rua vestida como se fosse para andar por casa, tendo chamado a atenção de populares, que e face à presença de uma agente da PSP logo lhe comunicaram o facto. Vieram então a saber que desde as três da manhã que a pessoa em causa estava naquele estado, que o 112 já fora contactado e não dera qualquer resposta. Face aos factos o agente da PSP contactou de imediato os serviços mas mesmo assim o tempo que levou até a ambulância chegar foi excessivo, mais de uma hora e vindos de Tavira.
A primeira questão que aqui se coloca é o interrogatorio a que são sujeitos os populares face a uma situação destas:
É branco, vermelho, negro ou amarelo?
Que idade tem?
De que se queixa?
Que sintomas apresenta?
Tem febre? 
Tem dores?
Tem diarreia?
Já fornicou?
A paginas tantas a vontade que quem telefona para estes serviços tem é a de responder de forma mal criada e mandá-los mamar na perna do meio. Se uma qualquer pessoa estivesse habilitada a fazer um diagnóstico e tratar um doente para que seriam necessários estes serviços?
Compreendemos, é certo, que há indivíduos capazes de brincarem com estes serviços e darem alarmes falsos, mas também sabemos que o 112 está ligado às forças de segurança que por sua vez têm carros patrulha nas ruas, a circular, que nestas condições bem podiam verificar da veracidade do alarme.
No fundo este sistema, não passa de mais uma redução de custos no Serviço Nacional de Saúde mas que não serve as populações, não prestando a assistência devida a quem dele precisa.
Mas também se levanta uma outra questão e esta passa pelo papel das autarquias e que tem a ver com o serviço de atendimento nocturno, o apelidado Serviço de Atendimento Permanente.
É durante a noite que as populações estão mais fragilizadas e mediante uma situação de doença súbita não podem ou não devem estar sujeitas a questionarios completamente despropositados, fazendo todo o sentido que no período nocturno estivesse aberto um Serviço de Atendimento e é aqui que entram as autarquias.
No caso de Olhão, a Câmara Municipal estabeleceu um protocolo com a sua congénere de VRS António para dar assistência, a consultas e operações de oftalmologia em clínica privada, mas nenhuma delas estabelecer um protocolo com o Administração Regional de Saúde para reactivar um Serviço de Atendimento Nocturno. Ou seja, se o Governo diz mata, as Câmaras dizem esfola, a quem tiver a ousadia de adoecer à noite, tal foi o cenário encontrado.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

OLHÃO COM PRESIDENTE CALOTEIRO E TRAPALHÃO

 À Agência Lusa, em mais uma acção de auto-promoção, António Pina ainda presidente da Câmara Municipal de Olhão por inercia da oposição, veio mostrar os seus dotes de caloteiro trapalhão, como se pode ver em http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=150097
Entre outras baboseiras António Pina diz que vai pôr a Sociedade Polis em Tribunal por não não ter executado o plano de investimentos previstos para a cidade.
António Pina em determinado momento também afirmou que poria em Tribunal a Águas do Algarve como também ameaçou de igual procedimento o então IPTM. Não sabemos que medico lhe terá dado alta, mas a verdade é que o nosso presidente sofre de demência e a família não sabe. Internem-no!
No caso da Sociedade Polis lembramos ao demente presidente que a Câmara Municipal a que preside, é accionista, mas um accionista que não realizou o capital subscrito e fora de prazo apesar de já terem expirado o prazo para a ultima prestação em Junho de 2010. Enquanto representante do município, é caso para dizer que estamos perante um presidente caloteiro! E como caloteiro que é, certamente que não vai proceder judicialmente contra quem deve. Mas convém dizer também, que apesar de a Sociedade Polis não ter realizado as intervenções previstas na cidade, gastou uma boa parte do dinheiro na Barra da Fuzeta para dar cobertura às ilegalidades cometidas pela Câmara Municipal de Olhão nos mandatos em que foi vereador e com muitas culpas no cartório.
Lamenta-se que a Sociedade Polis gaste o dinheiro onde não deve, leia-se demolições, mas foi ele próprio que por diversas vezes defendeu as demolições nos Ilhotes, fazendo pois, declarações ao sabor dos momentos, revelando não ter nenhuma perspectiva para o futuro da cidade e pior ainda para o concelho.
E congratula-se com as precárias dragagens que vão ser realizadas na Ria Formosa esquecendo que aquela que era a principal barra do sistema lagunar fica no seu concelho e que para ela não há nenhum plano de dragagens porque a tubagem da agua e esgotos que o seu camarada Apolinário encomendou à Águas do Algarve o impedem, e sem dragagens naquela barra a renovação de águas nesta parte da Ria Formosa não se faz.
Depois de ameaçar a Águas do Algarve vem agora o elogio à Águas do Algarve, e não será demais lembrar que é vogal do conselho de administração, por esta ir fazer a nova ETAR, esquecendo que tem esgotos directos a despejar na Ria. Fez o mês passado um ano sobre a desclassificação das zonas de produção de bivalves e a porcaria continua na mesma.
Uma das caracteristicas que tem demonstrado ao longo deste ano de desgovernação, é que está ali para a satisfação de clientelas, sejam elas na base da amizade ou de partido ou quem sabe outra coisa qualquer mais enriquecedora espiritualmente. Tanto assim é que mostra a sua indignação pelo facto da Sociedade Polis não refazer a Praia dos Cavacos, sendo certo que apenas escassa meia de utilizadores tem mas que a ser refeita pode originar chorudos negócios, e quem sabe algum para o bolso que nestas andanças ninguém corre por correr.
Porque a escrita já está demasiado longa aqui me fico por esta breve apreciação às asneiras de um presidente que alem de caloteiro é um verdadeiro trapalhão.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Governo quer demolir 113 casas na Ilha da Culatra!

Novas noticias dão a conhecer demolições  de 113 casas na ILha da Culatra!

Noticia retirada do Expresso  on Line pode ver carregando aqui

Culatra
 Projeto de reestruturação da Culatra
Construções
Existentes: 512
A demolir: 113
A manter: 399
Realojamentos: ND
Investimento: €--* milhões

Investimento e realojamentos não disponíveis

 Hangares

Projeto de renaturalização dos Hangares
Construções
Existentes: 162
A demolir: 159
A manter: 3
Realojamentos: 2
Investimento: €2,023 milhões
Farol

Projeto de renaturalização do Farol Nascente
Construções
Existentes: 223
A demolir: 217
A manter: 6
Realojamentos: 2
Investimento: €2,692 milhões

 Ilha de Faro (poente)

Projeto de renaturalização da Península do Ancão
Construções
Existentes: 245
A demolir: 225
A manter: 20
Realojamentos: 99
Investimento: €0,573 milhões

Ilha de Faro (nascente)

Projeto de renaturalização da Península do Ancão
Construções
Existentes: 245
A demolir: 225
A manter: 20
Realojamentos: 99
Investimento: €0,573 milhões

 Ilha Deserta

Projeto de renaturalização dos ilhotes e da Ilha Deserta*
Construções
Existentes: 200
A demolir: 193
A manter: 7
Realojamentos: 7
Investimento: €1,620 milhões

 Ilhote do Côco

Projeto de renaturalização dos ilhotes e da Ilha Deserta*
Construções
Existentes: 200
A demolir: 193
A manter: 7
Realojamentos: 7
Investimento: €1,620 milhões

*Ilhotes: Altura, Cobra, Côco, Ramalhete e Ratas

Nota do OLhão Livre: Sempre desconfiamos que o governo escondia as demolições na Ilha da Culatra, hoje com esta noticia e o mapeamento que vem no Expresso on line,  confirma-mos o nosso presentimento, que era fastar da luta contra as demolições, os combativos  moradores da Ilha da Culatra.
Dividir para reinar foi sempre o lema do governo e mais uma vez confirma-se essa táctica usada pelo governo.
Resta aos moradores e pescadores da Praia de Faromda  Ilha da Deserta,  Ilha do Farol ,Hangares e Culatra dos  Ilhotes do Coco e das Ratas, unir a sua luta para evitar que vá uma só casa abaixo.
Se tem tanto dinheiro disponivél para gastar que o gastem onde faz falta, que é : Acabar de vez com  poluição na Ria  Formosa, sejapelos  esgotos tóxicos directos para a Ria em Faro e em Olhão. Acabar de vez com as descaragas venenosas das escorrências das ETARs das Aguas do Algarve, nas ETARS assasinas de Olhão Poente e de Faro Nascentereaproveitando essa agua para a agricultura. Começar de imediato,  as dragagens prometidas há 14 anos de todas as Barras e canais da Ria Formosa.
Reabastecimento das dunas primárias em risco com com a areia das dragagens, fazer um plano de colocação de mangas geotexteis cheias de areia de modo a evitar que o mar leve a areia dos pontos criticos do frágil cordão dunar.
A luta deve ser, por impedir as demolições e por uma total revisão do POOC,onde as populações locais sejam chamadas a debater as soluções para o desenvolvimento das populações locais, de modo que a Ria seja uma fonte de riqueza para as populações locais.
 As pessoas devem perder as ilusões no Presidente da CMFaro que quando confrontado com as populaçoes diz que é contra as demolições mas na prática é a favor como prova essa foto das demolições no Ramalhete que andou a prestar vassalagem ao ministro que teima em demolir as casas dos pescadores e descamisados na Ria Formosa, de pé as casas dos poderosos, e politicos na Praia de Faro.
fotos retiradas daqui

 

OLHÃO: MANOBRAS DA ACASO

Tal como já havíamos escrito nesta pagina em http://olhaolivre.blogspot.pt/2014/11/olhao-utente-sequestrado-e-objecto-de.html, voltamos hoje ao assunto da instituição dita de solidariedade social que confiscou os bens de um utente.
No dia 20 de Outubro o utente, que nessa altura frequentava o Centro de Dia da ACASO à cerca de um mês, deu entrada no Hospital de Faro com desidratação profunda e diagnóstico de indícios de infecção pulmonar e intoxicação medicamentosa.
No dia 24 do mesmo mês funcionários da ACASO foram buscá-lo ao Hospital e conduziram-no à Unidade de Internamento de Apoio e Cuidados ao Idoso, não recebendo visitas de familiares ou amigos, por ordem expressa para ser dada qualquer informação para o exterior.
Durante três semanas, família e amigos tentaram visitar o utente e sempre foram impedidos, apenas tendo a instituição permitido a visita depois de ter sido pedido e escrito no livre de reclamações após a chegada da GNR ao local.
Pelo meio ficou uma vista de um notário para fazer o testamento do utente a favor da ACASO, onde constavam as contas bancarias, terrenos e casas.
Perguntamos nós como é que uma pessoa no seu estado normal em tão pouco tempo toma uma decisão daquelas, sendo que o utente se queixava com alguma frequência da péssima qualidade da alimentação do Centro de Dia e onde apenas desfrutara dos seus serviços durante um escasso mês? E como é que em menos de três semanas de internamento resolve fazer um tal testamento?
No dia seguinte a visita dos familiares e amigos no Centro de Dia, volta a proibição de visitas. desta vez acompanhada de uma declaração do assinada pelo utente em como não queria receber mais visitas.
A GNR foi novamente chamada ao local e tomou conta da ocorrência e perante a atitude da ACASO, a família e amigos apresentaram queixa nos Serviços do Ministério Publico.
Independente da veracidade ou da autenticidade do documento, a verdade é que a ACASO enquanto instituição de solidariedade deveria promover a inclusão e aproximação da família e não afastá-la como o faz, apenas se compreendendo à luz do desejo de evitar que o utente resolva alterar o testamento fito de forma que deixa bastantes duvidas.
As habilidades da direcção não eleita e do seu director executivo na forma como gerem os destinos da instituiçao deixam muito a desejar e este é apenas um caso entre muitos outros que afectam a imagem da instituição.
Estranhamente uma instituição que se diz tesa que nem um carapau magro mas que tem dinheiro para assumir as obras de recuperação do antigo Matador Municipal ou da casa pegada ao Centro de dia onde até um elevador vão colocar, à custa da péssima qualidade da comida que fornecem aos utentes e trabalhadores, que não tem dinheiro para pagar ao seguranças e depois contrata uma empresa de segurança bastante mais cara.
Tudo é possível quando um utente, como este que em Setembro passado tinha oitenta mil euros só no Banif em Faro, faz um testamento extemporaneo a favor da mesma instituição que esteve na origem do seu péssimo estado de saúde ou não fosse ela a principal responsável por um utente que estava ao abrigo dos seus cuidados.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Começaram as demolições na Ria Formosa! Hoje foram abaixo as habitações no Ramalhete.

Para pagarem reformas não há dinheiro.... para a saúde não há dinheiro ....não há dinheiro para desassorear as barras e a Ria para criar riqueza não há dinheiro.... Excepto para deitar casas abaixo de gente que não tem onde ficar....para destruir há sempre dinheiro.... Miseráveis !!!
Retirado da página do Face Book de Henrique André. 

Nota do Olhão Livre: Hoje as casas demolidas foram no Ramalhete, num futuro próximo,será os Ilhotes de São Lourenço,onde há 20 familias com casas de 1ª habitaçºao e não 7 como diz o Polis,depois tentarão jogar abaixo  as casas  da Praia de Faro,depois será a vez do Farol.
Nessa leva de demoliçõe nem a Culatra escapa pois segundo estas noticias,vinda hoje a lume" Nas zonas da Ria Formosa a restruturar, que segundo o POOC podem incluir algumas construções, o núcleo da Culatra vai ter 113 demolições" Pode ler a noticia  carregando aqui:
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=150067

Conforme diz e muito bem  Henrique André, não há dinheiro para pagar as reformas não há dinheiro para a saude não há dinheiro para desassorear as Barras da Ria Formosa e por esse motivo, há pouco mais de um mês morreu um pescador na Barra da Armona, mas dinheiro é coisa que  não falta para as demolições na Rioa Formosa.
Perguntamos nós se é por causa do ambiente, porque razão não usam esses milhões todos para acabar com os esgotos tóxicos directos para a Ria Formosa?
Aqui fica a foto do esgoto assasino da CMOlhão, que o Presidente Antonio Pina,  disse ter acabado,mas que podemos ver na Foto de Mario Dias tirada há poucos dias e publicada na sua página do Face Book,esse esgoto  envenena diariamente  com dejectos humanos,  as aguas da Rede Natura 2000 que a Ria Formosa pertence, dejectos humanos esses  que vão ser filtrados  pelos bivalves e pelos peixes que entram na alimentação das pessoas,a saida desse esgotofica situada  no Cais T, local de embarque para as Ilhas da Armona Culatra e Farol onde as aves vão comer os dejectos humanos que saem desse esgoto assasino.As entidades oficiais como a ASAE o SEPNA sabem disso, mas nada fazem,para punir o poluidor que é a CMOlhão, não será essa descarga de esgotos um crime ambiental e de saude publica?

OLHÃO: NEGLIGENCIA DA FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL




Leitora nossa sente-se prejudicada e com razão pela incuria, negligencia dos serviços de fiscalização da Câmara Municipal de Olhão. Porque não démos a devida atenção ao caso no momento certo, pedimos desculpas pelo atraso na denuncia, pelo que de seguida apresentamos o teor do seu email:
Boa tarde

O que me aconteceu foi o seguinte, existia uma banheira no estacionamento do meu prédio. Ao estacionar, como se pode verificar pelas fotos não se consegue visualizar a banheira, e embati.
Telefonei para a Polícia, que me disse que a banheira não pode estar na ocupação da via pública sem licença e sinalização, e para eu me dirigir à Câmara, uma vez que eles é que são responsáveis por estas situações de ocupação de via pública.
Fui. Expus a situação, mostrei as fotos.
Disseram-me para enviar as fotos para o mail do Presidente. Enviei para a Câmara e para o Presidente.
Entretanto, como passado uma semana não existia resposta, enviei outro mail a dizer "estão a demorar tanto tempo, se tiram dali a banheira tenho a situação resolvida? 
Ao que me respondem que está tudo encaminhado para o processo de fiscalização.
Passadas 3 semanas recebo um mail que não existem obras, nem banheira (claro, já tinha passado 3 semanas) e que não havia nada a fazer.
Fui à Câmara. Perguntei quem tinha dito que não existia obras. As obras continuam a decorrer, e estão à vista para qualquer pessoa, uma vez que estão de frente para a estrada perto da Rotunda do Cubo. 
Não interessa quem disse, foi um fiscal, e nós somos só 4 portanto as coisas levam o seu tempo.
Ao que eu digo, que não tenho nada a ver com serem só 4, que quero a situação resolvida, que tenho as fotos comprovativas.
E dizem-me que não podem fazer nada, que isso devia ter sido resolvido pela Polícia.
Que palhaçada!!!
O cidadão nunca tem direitos????
Eu é que pago o arranjo do carro, quando as pessoas andaram a colocar material de forma ilegal e sem licença????
Cumprimentos
P.S.: Na primeira foto consegue-se ver perfeitamente que ao estacionar não existe qualquer visibilidade de material de obras ou obstáculos. 
         Na segunda foto e terceira foto consegue-se ver o obstáculo, que ao virar, qualquer carro embate sem conseguir-se aperceber que algo está na via pública.

          Na última foto encontra-se o dano do meu veículo automóvel provocado por este objecto.
Nota do Olhão Livre - Uma vez que a PSP se descartou do problema e entendemos que também ela devia ter tido outro procedimento, não deixamos de dizer que as autoridades policiais tinham a obrigação de verificar no local quem era o proprietario da banheira e chamar-lhes a atenção para o facto de não poderem ocupar a via publica sem a respectiva autorização e muito menos de forma susceptível de provocar um acidente. Ou será que apenas servem para fiscalizar o estacionamento indevido dos carros?
Independente do facto de as obras a decorrerem no local necessitarem de licença ou não, a ocupação do espaço publico, ainda que temporário carece de autorização da autarquia e o pagamento das respectivas taxas. O pelouro das obras é da responsabilidade do vereador Carlos Martins que ao que rezam as cronicas está de relações cortadas com o presidente António Pina e talvez por isso não tenha comunicado a ocorrência ao seu vereador.
De qualquer das formas, a partir do momento em que o serviço de fiscalização toma conhecimento do assunto, deveria de imediato ter intervido, até porque o que mais faltam na autarquia e no serviço de fiscalização são viaturas pagas com o dinheiro tirado dos bolsos dos munícipes, e que ao serviço deles deve estar. Se querem carros para não ver, então será melhor que o serviço de fiscalização passe a andar a pé ou de bicicleta a pedal, como antigamente.
Este episódio mostra bem do desprezo com que o presidente e a sua vereação tratam o Povo quando vai reclamar direitos.
A denunciante tem toda a razão em estar indignada e revoltada com o prejuízo que teve no seu carro e pior ainda pela forma negligente como funcionam os serviços camarários, em regra fortes com os fracos e fracos com os poderosos.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

OLHÃO: TAL ARVORE TAL CÂMARA MUNICIPAL

A árvore que se vê tombada, na imagem, já está assim há cinco dias mas ninguém da Câmara Municipal de Olhão ou da Ambiolhão teve vagar para verificar do que se passa.
Entretanto na Avenida 5 de Outubro andam a podar ar árvores de tal forma que só dão força às raízes para ver se elas arrancam a calçada
A atitude da Câmara Municipal e particularmente d seu presidente em relação a este tipo de situações, dizem bem do pensamento que t~em da cidade e do concelho. Antes tínhamos um presidente com mais nariz que intelegencia e agora temos um presidente com menos cabeça e mais propensão para a satisfação das negociatas.
A verdade é qualquer dos dois não conseguiram enxergar outro ponto da cidade que não fosse a Avenida 5 de Outubro, confinando todas as perspectivas de desenvolvimento da cidade àquela rua e esquecendo toda a restante, votando-a ao abandono.
Não se criam pólos de atractividade, não se dinamizam as outras zonas, não se promove o comercio ou a restauração, nem se cuidam dos espaços verdes como não se criam equipamentos desportivos nessas zonas como se elas não existissem, marginalizando-as mesmo, promovendo um crescimento desigual.
Este presidente, pode dizer-se sem ponta de exagero que é o presidente da 5 de Outubro! É nessa rua que se aposta tudo como se uma cidade pudesse crescer ou desenvolver-se a partir de uma só rua.
Da mesma forma que esta árvore está caída, reflectindo o abandono da cidade, poderíamos falar do lixo ou da falta de limpeza das ruas, apesar da qualidade do serviço prestado pelos trabalhadores.
Quem manda, se é que manda mal e quando temos uma funcionaria a mandar mais que o presidente, então muito mal anda esta autarquia.
Lamentamos ainda que a chamada oposição pouca mossa faça na carola do presidente que só se mantém de pé porque o PSD não apresenta ninguém capaz de lhe fazer oposição e muito menos para presidente.
E é assim que temos uma Câmara Municipal caída de rastos tal como a arvore!