Como comentário, foi publicado um texto que devido à sua importância aqui reproduzimos. O comentário aparece em três fases e será assim que o reproduziremos.
3 - Outra vantagem, além da maltusiana, tem a campanha vacinatória:
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Como comentário, foi publicado um texto que devido à sua importância aqui reproduzimos. O comentário aparece em três fases e será assim que o reproduziremos.
A escola Nº4 (escola do futebol) do ensino básico, pertencente ao agrupamento vertical da escola Paula Nogueira em Olhão, manda turma para casa de quarentena por um grande número de alunos estarem com gripe A.
O problema é se esses alunos vão respeitar a quarentena, ou se vão sair de casa, de maneira e infectar outros sectores da população.
Que medidas está a C.M.O. a tomar se é que está a tomar algumas medidas?
É com prazer que constatamos mais um aniversário da "Gente Singular" e que aproveitamos para comunicar a todos que a mesma leva a cabo um evento na Biblioteca Municipal, sábado, dia 21 pelas 17 horas. Os nossos parabéns.
Castro jogador de futebol do S. C. Olhanense, e da Selecção Nacional de sub 21, é mais um caso, dos muitos que nos últimos dias tem afluído ao Centro de Saúde de Olhão .
As instalações para o tratamento dessa pandemia estão a funcionara 100%?
Ao que parece existem problemas financeiros no Centro de Saúde de Olhão, sendo que começam a escassear as ligaduras, agulhas, adesivo, pilhas, e mais material de utilizado no dia a dia.
Perante essas dificuldades económicas será que o Plano de contingência para a gripe A, em Olhão, está a ser respeitado ou também estará com problemas de vacinas?
Há dinheiro para esbanjar em tudo, porque será que falta para a saúde?
O vereador do B.E. de esquerda em Olhão, abandona a sessão extraordinária da CMO, argumentando que foi convocado com menos de 48 h de antecedência, e que tinha como ordem de trabalhos, a discussão e aprovação do orçamento rectificativo da vereação transacta.
Ao começar a reunião Francisco Leal, queria transformar a sessão extraordinária em sessão ordinária, sendo que o vereador do B.E. foi o único vereador presente que se opôs, pois assim a O.T. era outra, e a sessão ordinária, não tinha a presença do publico, como é de lei.
Perante tais factos confirma-se os métodos anti-democráticos do cacique F.L , pois só faz trapalhadas destas, e tem medo que o publico assista ás reuniões da C.M.O.
A sociedade Pólis Ria Formosa, a 4 dias do fim do prazo da discussão pública (27/11), vai promover pela 1ª vez uma sessão pública no Auditório do P.N.R.F. na Quinta de Marim dia 23 de Novembro às 17 h, para apresentação do Relatório Ambiental Preliminar desse programa.
O curioso é que essa discussão, que devia ser promovida pelas entidades responsáveis (CMO, PNRF,…), só acontece depois do Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão!" ter endereçado um convite à sociedade Pólis Ria Formosa para a realização de uma discussão pública na Música Nova, sobre o mesmo tema. Em resposta a este convite a Sociedade Pólis viu-se obrigada a tomar essa iniciativa.
O plano de pormenor do que vai ser feito em Olhão, no âmbito desse programa, não foi discutido nem dado a conhecer à população local. Parece que a opção da CMO é gastar o dinheiro do Pólis a fazer um parque de estacionamento na zona poente de Olhão junto ao Marina Village, à conta da destruição de mais uma zona húmida da Ria Formosa, em vez de acabar com os esgotos sem tratamento, reabilitar a zona da praia do Pedro Zé, (que é uma vergonha para a cidade, como podem ver nas fotos) ou apostar noutros melhoramentos que contribuam realmente para a recuperação da Ria.
Pessoalmente, apelo aos proprietários das casas nas ilhas, para uma participação massiva nessa discussão pública e aproveitem para perguntar à responsável máxima do Polis, a Drª Valentina Calixto, qual a
diferença, para o ambiente, entre as casas nas ilhas e nos ilhotes e as casas que se estão agora a construir na Linha do Domínio Público Marítimo (menos de
A C.M. de Olhão mais uma vez é apanhada com as calças na mão e à revelia de tudo o que são leis e normas, procede ao entulhamento de mais uma parcela húmida da Ria Formosa.
Mão amiga, de um observador de aves, fez chegar às minhas mãos as fotos de um camião da C.M.Olhão, a descarregar entulho no Sábado dia 14 de Novembro.
Pelas fotos pode-se observar que o camião da Câmara Municipal, entra pelas oficinas da C.M.O., e vai descarregar o entulho proveniente de obras de construção civil nas salinas ali ao lado.
O presidente da CMOlhão fala em turismo da natureza mas na prática permite, sistematicamente, que se cometam crimes ambientais e que se destrua o nosso património natural. Isso é como matar a galinha dos ovos de ouro à nascença.
Sabe-se bem que a atitude do actual presidente F.Leal face ao ambiente é má, pois persiste em não acabar com os esgotos clandestinos e autoriza a construção de novos edifícios nas margens da Ria Formosa.
No entanto, admitam, é preciso mesmo descaramento para, em plena discussão pública sobre a avaliação estratégia ambiental do Programa Polis Ria Formosa, a própria C.M.Olhão entulhar mais uma zona húmida da Ria Formosa. Será que o objectivo é roubar mais uns metros à Ria com o intuito de fazer um parque de estacionamento, para servir o empreendimento privado Marina Village?
Deixo no ar as seguintes perguntas: podem, a C.M. Olhão e o seu presidente, estar acima da lei? O que diz a isso o director do PNRF? O que pensam os partidos da oposição? O que diz a isso o P.S. local e nacional? Será que o P.S. local é, cada vez mais, só o F.Leal? O que dizem a isso as associações ambientais Quercus e Almargem?
Há meses atraz, membros do Somos Olhão SO! pediram à Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa o acesso à Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) do Programa do mesmo nome, ao que aquela Sociedade respondeu não o ter feito.
Desse facto, apresentou queixa o SO! à Procuradoria - Geral da Republica e à Comissão Europeia.
Veio agora o Procurador junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé dar a conhecer o despacho de arquivamento onde revela toda a sua incompetência como a total falta de isenção e imparcialidade. Diz no despacho ter solicitado informação ao Parque Natural da Ria Formosa. Desta forma simples o dito procurador reconhece o seu desconhecimento nestas matérias já que o Parque, tutelado pelo ICNB, é uma entidade a quem compete a conservação da natureza e biodiversidade; as entidades de Avaliação de Impacto Ambiental (AIA),Estudos de Impacto Ambiental,ou AAE são a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) - Algarve e a Agência Portuguesa do Ambiente.
O Departamento de Gestão de Áreas Classificadas - Sul diz ter sido informado que a AAE estava concluída, o que é uma grosseira mentira, mas convenientemente aceite pelo Procurador.
Continuando o improviso o sr. Procurador diz que os denunciantes não tinham conhecimento da AAE por não ter sido ainda concretizada a consulta publica. Parece desconhecer o sr. Procurador que sem a consulta publica o processo de AAE não pode ser dado como concluído, tal como a AAE precede a aprovação de todos os Planos e Programas, que neste caso funcionou ao contrario.
Será a ignorância do sr. Procurador inocente? É que este senhor entendeu validar a dilação da discussão publica após a conclusão do acto eleitoral; ora o mesmo Procurador semanas antes não teve o mínimo pejo em dar conhecimento publico de um despacho de arquivamento em vésperas de um acto eleitoral que serviu objectivamente os interesses da força politica no Poder.
A ligeireza com que o sr. Procurador despacha estes processos contrasta com a morosidade de um outro que há um ano está a ganhar pó nas prateleiras do Tribunal.
Deste relato concluímos que a Justiça serve apenas os interesses do Poder, mas daqui mandamos um recado ao sr. Procurador de que as coisas não vão ficar por aqui, disso pode estar seguro.
A imagem que encima estas linhas corresponde a um antigo moinho de maré na Fuseta que agora se vê ampliado e sem qualquer parecença com o anterior edificado. Não foi possível identificar o dono da obra, que se situa de acordo com o POOC em Espaço Natural não sendo permitido o que ali se está fazendo, sendo certo que carecia em primeiro lugar do parecer prévio do Parque Natural da Ria Formosa.
A obra viola todo um conjunto de restrições.
Francisco Leal, presidente da Câmara, continua cego pois a obra é visível ao sair da rua onde reside.
À falta de outros elementos fica desde já o alerta com a promessa de voltarmos ao assunto.
Já vários casos de alunos que foram diagnosticados com gripe A, na escola Nº 5 do ensino básico ,em Olhão.
O procedimento tem sido: o de recomendar aos alunos que fiquem em casa durante 7 dias e só ser vacinado se pertencer a um grupo de risco. Até aqui tudo normal, pois são as ordens do Ministério da Saúde.
O que não se compreende é que um professor, que pertence a um grupo de risco e que lecciona nessa escola, tenha ido ao Centro de Saúde de Olhão e não lhe tenha sido administrada a vacina por não haver.
Isso no mesmo dia em que os jornais anunciam que o 1º ministro vai ser vacinado.
Ou seja o 1º ministro que não contacta com grupos de risco, é vacinado e um professor, que pertence a um grupo de risco e que contacta diariamente com uma população escolar, pede para ser vacinado e não há vacina!!
Será que cada vez mais há cidadãos de 1ª e cidadãos de 2ª.
Já por varias vezes chamamos a atenção para o facto das politicas seguidas por diversas entidades visarem sobretudo o afastamento dos olhanenses da Zona Ribeirinha e da Ria Formosa. Agora o que se prepara é algo bem mais grave e que porá em causa a sobrevivencia de muitos viveiristas.
O ICNB através da Portaria 1245/2009 de 13 de Outubro eleva as taxas de licenciamento dos viveiros para os 1000 euros, com actualizações anuais a rever em Março de cada ano; tal significa na pratica o aniquilamento dos pequenos viveiristas. Seguem-se ainda as taxas de recursos hídricos e inertes (areias).
Quanto a isto, os mariscadores têm de se levantar, e encetar formas de luta capazes de anular tal portaria.
Francisco Leal, promete desenvolvimento e aí o temos, mais fome e miséria para o Povo de Olhão. Primeiro arranjou verbas para tirar o pessoal da pesca e reconvertê-lo nomeadamente com cafés. Agora, conjuntamente com o ICNB, parceiro no POOC e no Polis, a dar mais uma machadada na população olhanense, e virando a Ria Formosa quase exclusivamente para o turismo, como se as duas actividades não fossem compatíveis.
É este o modelo de desenvolvimento sustentável que nos querem impor? Altera-se a vida das pessoas por decreto? Como vão os olhanenses reagir a isto?
Chegou até nós uma carta de uma funcionária autárquica que, para assegurar a sua integridade da ofendida, optou-se por não publicar o nome da mesma. A carta foi dirigida ao presidente da Câmara Municipal de Olhão. Se chegou às suas mãos ou não, não sabemos. Sabemos e disso temos a certeza que o vereador na altura ainda em serviço, João Peres, tomou conhecimento da situação mas que se furtou a tomar uma posição "por estar de saída", deixando a funcionária num estado de desespero.
A situação é de tal ordem que no mínimo tem que haver um processo de inquérito e apurados os factos, um processo disciplinar. Já o mata-cães tinha procedimento idêntico e nunca houve consequências, Provavelmente, nunca alguém apresentou, por escrito, a situação. Desta vez pode ser que a oposição peça explicações, porque uma situação destas é bem aberrante e o presidente torna-se cúmplice de um crime de atentado ao pudor e de assédio sexual. Estaremos atentos ao desenvolvimento da situação e mais uma vez estamos abertos a todos os que denunciarem situações irregulares e ilegais.
Para ver a carta ampliada é clicar em cima.
Na sessão de Câmara de ontem, tal como foi indicado pelo próprio, o Dr. Abundio ainda não tinha tomado posse. Os presentes entre dos quais fazia parte, não viram em qualquer momento a tomada de posse, antes, durante e depois de terminada a sessão, pelo que o Dr. Abundio não poderia ter votado. Os insuspeitos serviços jurídicos desta câmara são assim mesmo, e agora gostava de saber como vão resolver este assunto? Anular a sessão? Anular a votação? Convencer o Dr. Abundio a assinar o documento da tomada de posse com data anterior? Todos virão que não houve tomada de posse, pelo que todas as decisões tomadas pelo presidente devem ser declaradas nulas e repetir-se a sessão.
Começou hoje o exercicio de um novo mandato, ao qual compareceu uma delegação do Somos Olhão SO!. Inicialmente as instruções transmitidas ao segurança de serviço, não permitiam o acesso do publico à reunião, o que foi contestado, mas que rapidamente sanaram. Logo aqui se vê o perfil anti-democratico da pandilha liderada por Francisco Leal posto que todas as sessões são actos publicos o que não implica a participação do publico, como o deveria ser, mas que a lei permite assim o permite.
No período que antecede a ordem de trabalhos, ficámos a saber que a Câmara apesar de não ter Regimento existe, mas que o SO! por não ter ainda estatutos não existe e como tal vai continuar a não ter acesso aos processos até decisão dos tribunais.
Entrou-se finalmente na ordem de trabalhos clandestina mas que se presumia pela minuta da acta da sessão nº28 que dava como assegurada a aprovação por unanimidade das decisões lealescas, de tal forma que nem um só dos sete pontos foi passível de discussão tendo-se procedido imediatamente à votação, que obrigou à rasura da dita minuta.
A delegação de competências do órgão Câmara passou desta forma para o "King Jong Il" cá do burgo, que agora apenas convoca as sessões a que a lei impõe e com ordem de trabalhos que não dêem discussão já que tudo o mais pode ser aprovado por despacho presidencial, transformando o órgão Câmara numa caixa oca e sem sentido e os seus vereadores em autênticos capachos dos ditames do cacique.
Tal como prevíramos,a situação não se vai alterar o que vai obrigar a redobrados esforços para vergar a ditadura, nem que para isso tenhamos de contratar o bruxo que atormenta o Ronaldo.
E assim desaparece do mapa politico a pior Ministra da educação, que, deixou de rastos o ensino publico, em Portugal.
Entrou para o seu lugar,Isabel Alçada, e entrou mal, ou seja entrou a mentir, pois ainda ontem afirmou aos órgãos da comunicação social, que não sabia de nada.
Um trabalhador camarário insatisfeito fez-me chegar uma denuncia de um concurso publico, mais baço que transparente, e que culminou com o resultado que a própria constituição do júri deixava antever.
Concurso publico, cujo aviso 11048 apenas foi publicado no Diário da Republica de 17 de Junho do 2009 (isto é que é jogar pela certa) e que anuncia desde logo a constituição do júri.
Mera coincidencia, não é que um dos concorrentes era irmão de um membro do júri, agora seu superior hierárquico imediato, posto que ficou classificado em primeiro lugar a 0,17 valores do segundo conforme tabela da classificação datada de 17 de Setembro deste ano.
Apenas se deu um ar de transparencia num processo de todo opaco, tal como toda a gestão camarária e nem a inspecção em curso "consegue" detectar. Assim, fica o cidadão comum que pretenda candidatar-se a um lugar na Câmara Municipal de Olhão de que primeiro terá de arranjar um padrinho, começando por se inscrever no PS. Haja vergonha!