terça-feira, 3 de março de 2015

Dragagem das Barras na Ria Formosa! Barra da Fuzeta mais uma vez esquecida.

Sociedade Polis: Dragagens na Ria Formosa avançam «a seguir à Páscoa»

.
Barra FuzetaAs dragagens na Ria Formosa deverão avançar «a seguir à Páscoa». A Polis Ria Formosa irá assinar o contrato de três obras de desassoreamento de barras e canais da zona lagunar ainda esta semana e estas começarão assim que houver visto do Tribunal de Contas.
A partir do momento em que haja luz verde para o avanço das obras, as intervenções deverão demorar «três a quatro meses» até ser concluídas, o que leva Sebastião Teixeira, presidente da Sociedade Polis Ria Formosa, a antecipar que tudo ficará finalizado «bem antes do final do ano».
Sebastião Teixeira revelou ao Sul Informação que o processo dos concursos públicos relativamente às dragagens na Barra de Tavira, da Barra de Faro-Olhão e da Barra do Ancão (Barrinha), e dos canais que as servem, estão já muito avançados e praticamente prontos a fechar.
Barco Naufragou na Barra da Armona_1Atrasado «cerca de uma ou duas semanas» está o processo da Barra do Lavajo, entre as Ilhas da Armona e da Culatra, já que um primeiro concurso «ficou deserto», estando já a decorrer um segundo. Foi nesta barra que, em Outubro do ano passado, morreu um pescador, num acidente causado alegadamente por problemas criados pelo assoreamento da zona.
As obras a avançar dentro em breve são as de desassoreamento da «Barra de Tavira, do canal de Cabanas e de Santa Luzia, com reforço da Praia de Cabanas», da «Barra Faro-Olhão e do canal de acesso, com reforço da Praia do Farol» e «da Barra do Ancão, com desassoreamento do canal que lhe dá acesso e do canal do Ramalhete, com abertura de nova barra e reforço da Península do Ancão», revelou Sebastião Teixeira.
No caso da Barra do Lavajo, além da dragagem desta ligação entre o Mar e a Ria Formosa, será desassoreado o canal da Culatra e reforçada a praia do núcleo habitacional com o mesmo nome.
As dragagens nestas zonas da Ria Formosa são uma aspiração antiga dos profissionais da pesca e do marisqueio, bem como das autarquias de Olhão, Faro e Tavira.
A ausência de dragagens tem sido um argumento usado nos protestos contra as demolições nas ilhas-barreira, já que são consideradas fundamentais não só por questões ambientais, para melhor oxigenação e renovação das águas do sistema lagunar, mas também por questões de navegabilidade e segurança.
Noticia do Sulinformação online 

Nota do Olhão Livre:
Mais uma vez os pescadores da Fuzeta são esquecidos e traidos, pelo governo traidor de Pedro Passos Coelho, as fotos acima é do canal de navegação e da Barra da Fuzeta que o Polis abriu, depois de ter  contrariado a natureza ao fechar a barra que a natureza abriu e que a então presidente da ARH Valentina Calixto fechou a mando do defunto  presidende da C.M:Olhão e actual comendador que devia ter sido agraciado com a medalha da ordem da  caca, O Cacique Francisco Leal, o fecho apresado da barra que a natureza abriu, e o Polis fechou baseados em estudos encomendados à presa, o fecho dessa barra,  só foi feita com medo que o mar viesse destruir as construções ilegais em domonio Publico Maritimo na zona ribeirinha da Fuzeta licenciadas pela C.M.OLhão  pela então ARH então presidida por Valentina Calixto, pela CCDR do Algarve e pelo PRRF,como esta que  se vê na foto:



Será que os pescadores da Fuzeta só vão conseguir ter uma barra e um porto em condições de segurança se boicotarem as eleições? É que a Barra da Fuzeta tem servido de promessas eleitorais dos partidos do arco do poder desde o 25 de Abril, e até hoje nada

Ainda este ano  mais uma vez o PSD em Olhão, resolveu por agua na fervura da revolta que estava a estalar  nos pescadores da Fuzeta, e prometeu ir resolver o probema da barra da Fuzeta,  assim sendo  promoveu uma visita guiada de uma comissão de deputados, e outros ilustres da nossa praça,  à barra da Fuzeta,  visita essa rapidinha pois estava a chuviscar, e podiam-se constipar, mas que deu para ver com os seus olhos e registaram em imagens a barra sem agua.
"Mais uma vez a montanha pariu um rato" pois a Barra da Fuzeta ficou mais uma vez esquecida pelo governo.
 

 A visita dessa comissão, só  serviu para jogar areia para os olhos dos pescadores, pois os ilustres até viram as boias de sinalização em seco, conforme se pode ver nesta foto retirado da página do f.b dos passeios ria formosa.
Imaginam os deputados que é ir pro mar de noite cerrada com a maré vazia com um canal assoreado com as boias de sinalização em seco e sem agua para sair ou entrar a barra?Saberão os deputados que de noite  no mar nada se vê  e se as boias estão em seco e se a barra não tem agua para para as embarcações navegarem os pescadores colocam a vida em perigo.
Viram a triste realidade da Barra da Fuzeta e meso assim esqueceram-se de contemplar a Barra da Fuzeta com obras prometidas há mais de 40 anos.
No mês passado uma embarcação de pesca da Ilha da Culatra, ao entrar na Barra da Fuzeta, para figir ao vendaval,  só não naufragou nessa barra porque um dos pescadores quando a embarcação deu em seco de madrugada, em cima  de um cabeço de areia, um dos pescadores atirou-se ao mar e aproou a embarcação à vaga seguinte, de maneira à embarcação não dar a volta,e naufragar  como aconteceu há meses na Barra da Armona.  há embarcação "Patricio" naufrágio do qual resultou um pescador falecido e outro salvo pelos  herois desconhecidos  da tripulação do" Alamar" e" Mestre Francisco".
Será que é preciso haver mortos para o governo fazer uma barra em condições, para os pescadores da Fuzeta poderem ir para a faina e vir dessa em  condições de segurança?  Não é obrigação do governo zelar pelas condições de segurança dos  pescadores? Quanto tempo mais ficarão os pescadores da Fuzeta sem barra e sem canal de navegação?
Será que querem acabar com a pesca na Fuzeta, para mais uma vez  sairem da gaveta os tais megalónamos projectos turisticos à beira mar, e em Dominio Publico Maritmo à imagem daqueles que estão a fazer dentro do Dominio Publico Maritimo, na zona ribeirnha da Fuzeta?
Será preciso fazer um boicote nas próximas eleições, para haver uma Barra em condições de segurança,  para os pescadores da Fuzeta governarem a vida em condições?


RIA FORMOSA: ONDE COMEÇA E ACABA A LEGALIDADE?

Uma das apostas das entidades publicas, nomeadamente da Sociedade Polis, envolvidas no processo de "renaturalização"/demolição do edificado das ilhas barreira, tem sido a divisão dos moradores, criando zonas legais e ilegais, primeira e segunda habitação com critérios escondidos e com interpretações diferentes na apreciação dos casos.
Depois dos estafados e ultrapassados argumentos ambientais, passaram a defender a autoridade do Estado, embora omitindo que essa autoridade, só se aplica também consoante os promotores e diferenciando o Domínio Publico Marítimo na margem oceânica da margem terrestre da Ria Formosa.
A verdade é que a zona central da Praia de Faro, classificada pelo POOC com Espaço a Reestruturar, foi desafectada do Domínio Publico Marítimo a favor da Câmara Municipal de Faro que a loteou e vendeu a retalho, mas será que o edificado dali estará tão legal quanto dizem?
À data da desafectação estava em vigor o Regulamento dos Serviços Hidráulicos que obrigava à emissão de uma licença emitida pelo Ministério das Obras Publicas para a execução de quaisquer obras, mesmo em propriedade privada desde que estivessem nas margens de águas navegáveis e flutuáveis.
E assim se manteve até à publicação do decreto-lei 468/71 que viria a condensar toda a legislação dispersa sobre o Domínio Publico Marítimo. Este decreto considerava de propriedade privada mas sujeitos a servidão administrativa, os leitos e margens das águas flutuáveis e navegáveis que fossem objecto de desafectação.
Ou seja os lotes vendidos pela Câmara Municipal de Faro continuavam a estar sujeitos a servidão administrativa!
E para que essa situação ficasse bem clara, determinava que não era permitida a execução de quaisquer obras sem licença do Ministério das Obras Publicas, emitida pela Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos.
Durante muitos anos, confundiu-se a jurisdição das áreas do Domínio Publico Marítimo, que nuns casos pertenciam às Capitanias de Porto e noutros à Junta Autónoma dos Portos, o que levou a que alguns pedissem licenças às capitanias em lugar de as requerem à Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos.
A maioria do edificado surgiu já na década de setenta do século passado, mas a lei do Domínio Publico Marítimo só viria a ser alterada em 2005.
Pergunta-se agora em quantos casos foram cumpridos os requisitos legais na chamada zona legal da Praia de Faro? É que se não apresentaram uma licença passada pela Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos, estão tão ilegais quanto as casas que pretendem demolir!
Por outro lado, a lei do Domínio Publico Marítimo vigente até 2005, permitia o uso privativo de determinadas parcelas dos terrenos públicos desde que tivessem o consentimento das entidades competentes, a tal licença que a maioria "legal" não apresenta, estando por isso em situação de igualdade.
Se as entidades publicas tivessem um pouco de bom senso e menos interesses a defender, dividiriam as casas construídas antes e depois de 2005, altura em que foi aprovada a nova lei. 
Ao edificado antes de 2005 emitiam um titulo de utilização de uso privativo com vista à sanação administrativa do problema, assim tivessem vontade politica de regularizar a situação, mas ao invés disso preferem criar zonas legais sem ter em conta a ilegalidade das construções, numa clara manobra de divisão entre os moradores da Praia de Faro.
Quanto ao edificado depois de 2005 teria de estar em conformidade com o POOC.
Falta ainda dizer que, a zona central da Praia de Faro, o tal espaço a reestruturar, deveria ter sido objecto de intervenção e requalificação no prazo de três meses e concluído ao fim de três anos após a aprovação do POOC, mas porque aí têm residência os filhos de uma casta superior, não se mexe.
Correr sim  com o pata descalça!
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 2 de março de 2015

RIA FORMOSA: QUE FUTURO?

1 - Todos os tratados ou outras formas de compromisso que envolvam o estado e o cidadão deveriam ser submetidos a referendo, antecedido de uma discussão publica onde se debatessem as vantagens e inconvenientes da adesão a esses tratados, porque de alguma forma, implicam a perda da nossa soberania, que de acordo com a Constituição é do Povo.
A integração na Europa comunitaria não foi precedida por qualquer referendo apesar de nos vincular a decisões de um directório não sufragado que nos impõe regras penalizantes para o Povo.
Por razões geográficas e climáticas, a integração europeia atribui ao País a condição de zona de lazer como premissa do abandono do sector produtivo. Desde aí que temos assistido à promoção do turismo como eixo principal do desenvolvimento, o que está implícito nos planos de ordenamento e em tudo que se relaciona com a actividade económica. Turismo e só turismo, é o tema de discurso desde a integração europeia.
Na verdade, o turismo contribui grandemente para atenuar o défice da balança de pagamentos, aquela que mede a diferença entre a entrada e saída de divisas, razão pela qual a generalidade da classe politica põe o acento tónico nas exportações e no turismo. 
Os desequilíbrios da balança de pagamentos são provocados pela falta de produção e salvo sectores pontuais que ainda são capazes de exportar alguma coisa, a regra aponta para a importação de bens e produtos, agora de forma reduzida pelo situação de empobrecimento do Povo, razão para que aquele défice diminua. Estes desequilíbrios, a não se alterar o paradigma do País, vão obrigar a ciclos de resgate, de austeridade e a continuação do empobrecimento do Povo.
2 - Neste contexto, percebe-se bem o "interesse" nacional no sector do turismo, mesmo que esse interesse colida com os interesses da população e ajude a degradar a situação economica e social de importantes comunidades, como é o caso das comunidades da Ria Formosa.
Assim, subjugados aos ditames da Europa comunitaria e em nome do ambiente, sempre uma boa desculpa, foram criados os planos de ordenamento das áreas protegidas, as mais apetecíveis para o sector turístico e também para as grandes negociatas. Na verdade as restrições impostas aos proprietarios dos terrenos das áreas protegidas, induzem-nos à venda das propriedades ao preço da uva mijona, enquanto aos novos proprietarios tudo é permitido.
Nesse sentido o regime jurídico dos planos de gestão territorial prevê desde logo a prossecução do interesse nacional (leia-se turístico-imobiliário) na elaboração dos planos especiais de ordenamento como o POOC e o POPNRF.
No fundo ao criar este tipo de condições, os diversos governos sempre com os partidos socialista, social-democrata e democrata cristão, que vão desde o Cavaco até Passos Coelho, mais não têm feito que promover a corrupção e o enriquecimento ilegítimo senão mesmo ilícito dos envolvidos.
Para isso criaram um regime próprio para os estabelecimentos turisticos e até nomes pomposos para empreendimentos imobiliários de génese turística como os resorts que afinal não passam de projectos imobiliários com um conjunto de serviços associados.
3 - É óbvio que ao longo dos anos foram apresentados muitos projectos turísticos para as ilhas barreira mas que os planos de ordenamento não permitiam porque primeiro tinham que correr com as pessoas, o que aliás, está implícito nesses planos e apresentava custos elevados quanto mais não fossem eleitorais.
Mas eis que os desequilíbrios da balança de pagamentos entram em acção ao criarem a justificação para a venda dos anéis mas também dos dedos do Povo, com a desculpa da divida, construída à sua revelia e para a qual não foi tido nem achado.
Assim, os partidos que se alternam na governação do País criaram a Lei do Ordenamento do espaço Marítimo que permite a concessão de espaços do Domínio Publico Marítimo por períodos de cinquenta anos. Não satisfeitos com isso, preparam a criação do Dominio Privado Marítimo, para onde transferirão os bens do Domínio Publico a fim de permitir a sua venda.
Depois de anunciada a venda das principais, porque estratégicas, empresas de capitais públicos, seguir-se-ão largas faixas da nossa costa para alimentar a voracidade do turismo.
4 - Estamos perante um estado terrorista, que rouba ao Povo para vender a preço de retalho as suas principais riquezas, neste caso as praias da Ria Formosa.
Quanto aos moradores das ilhas barreira, devem resistir por todos os meios à violência de um estado terrorista para com o Povo, que o esmaga e faz sofrer.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 1 de março de 2015

RIA FORMOSA: UMA LIXEIRA "ECOLOGICA"!




O vídeo acima dá-nos conta do aterro e lixeira que a Câmara Municipal de Faro mantém há anos na zona portuária, sem que o Parque Natural da Ria Formosa tome a mais pequena atitude apesar de em tempos ter feito afixar o cartaz que mostramos na imagem de baixo.
A zona portuária integra, apesar do seu estatuto está integrada em área abrangida pelos Planos de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa, do POOC, Sitio de Interesse Comunitário, Rede Natura 2000 e como não podia deixar de ser a rede ecológica.
Apesar disso a Câmara de Faro que tem um estaleiro-lixeira vedado, já de si em violação dos planos de gestão territorial que os não permite, faz do resto do espaço, uma autentica lixeira perante a passividade das autoridades com jurisdição na área.
Aquele espaço, pouco importando a quem pertence a propriedade, integra também o Domínio Publico Marítimo por estar na faixa de 50 metros e que também por isso devia estar obrigado a cumprir com as obrigações daí decorrentes.
Para alem da Câmara Municipal de Faro e da entidade portuária com jurisdição em parte da zona, o Parque Natural da Ria Formosa e a os Serviços Desconcentrados da Agência Portuguesa do Ambiente, a ARH, têm também uma palavra sobre este crime ambiental.
Todas as entidades envolvidas estão ligadas à Sociedade Polis da Ria Formosa, seja porque integram a estrutura accionista ou o conselho consultivo da empresa encarregada da Valorização e Requalificação da Ria Formosa, que não tem nenhum projecto de intervenção previsto para aquele espaço lagunar.
A Valorização e Requalificação da Ria Formosa não só funciona como uma operação de cosmética de lavagem de cara das zonas ribeirinhas potencialmente frequentadas pelo turismo, como varre o lixo para debaixo do tapete, mantendo e escondendo dos olhos do publico esta autentica lixeira "ecológica", fruto dos condicionamentos provocados pela actividade portuária.
Quando a Sociedade Polis tem milhões para destruir e não tem tostões para a limpeza desta nojeira ambiental, é caso para dizer que os seus objectivos, muito escuros, não são na realidade para Valorizar e Requalificar ambientalmente a Ria Formosa, mas tão só espaços ao serviço do turismo que não das populações locais.
Esquecem que turistas somos nós que todo o ano somos vitimas do aumento de preços verificados pela procura turística ainda que sazonal. Somos nós que suportamos isto e depois somos tratados como cidadãos de terceira categoria, marginalizados pelos nossos governantes, pelos nossos autarcas.
Já agora aproveitar para mandar um recado a uns certos ecologistas que vivendo em Faro, não vêem nem nunca viram esta lixeira, talvez porque as associações que integram estejam a receber subsídios do aparelho de estado. Isto é que são ecologistas!
REVOLTEM-SE, PORRA!


sábado, 28 de fevereiro de 2015

RIA FORMOSA CADA VEZ MAIS POLUIDA!



O Programa Polis da Ria Formosa pretende ser um programa de Valorização e Requalificação da Ria Formosa e embora a sua acção se faça sentir apenas nas margens, ignora por completo toda a zona de sapal.
Mesmo nas margens, a acção do Programa Polis e da Sociedade do mesmo nome limitam-se a operações de cosmética e nunca de uma verdadeira valorização e ou requalificação da Ria, assistindo-se à sua degradação com o despejo de esgotos directos e sem qualquer tratamento, tornando-a cada vez menos Formosa.
Porque acompanhámos os deputados do PSD numa visita guiada aos esgotos directos em Olhão, propusemos ao deputado Cristóvão Norte uma visita em tudo semelhante, e este aceitou o repto, só que em Faro. No entanto não devemos esquecer que o deputado foi, antes, chefe de gabinete de Macário Correia, o anterior presidente da Câmara Municipal de Faro.
Os vídeos que hoje apresentamos foram captados esta semana e é possível ouvir para alem do vento, o correr da agua. Pena é que os vídeos não possam dar uma noção do cheiro, que não sendo de Bacalhau podre é ainda assim bastante desagradável.
Quando se elabora um programa de valorização e requalificação a primeira questão a colocar é a definição das prioridades, pelo que a omissão do problema dos esgotos directos é a prova mais que provada de que a prioridade do Programa Polis não tinha a ver com a tão propalada valorização e ou requalificação da Ria Formosa, mas tão somente, a acção de cosmética, de limpeza e embelezamento das zonas ribeirinhas e algumas ainda estão em curso como se pode ver na marginal de Cabanas, das Quatro Águas de Santa Luzia ou o Parque Ribeirinho em Faro.
Ninguém se opõe à melhoria e à requalificação das zonas ribeirinhas, pelo contrario, mas se essa era a ideia, então que a apresentassem como tal. Não podem vir é falar em valorização e requalificação da Ria Formosa quando o que vemos é a continuada degradação com a emissão de esgotos directos que poluem as águas da Ria, e com isso reduzindo drasticamente as actividades económicas e sociais da Ria, num desequilibrio que deveria ser objecto da primeira prioridade do programa Polis.
E a operação de cosmética vai mais longe com a pretensão da "renaturalização" que lhe vai dar mais valor num possível negocio, mas que em nada a valoriza aos olhos da população nativa.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Vergonha em Faro! A.Municipal interrompida por falta de espaço para as pessoas.

 Texto retirado de um comentário no face book de  Manuel Luis reporter do Algarve Press.

"Manuel Luis Vergonha. Vejam lá que José Apolinário, o antigo presidente de Câmara socialista e actual presidente da Assembleia Municipal de Faro(AMF), teve de adiar a AMF para a próxima quarta feira, às 21h, para o Teatro das Figuras, pois o experiente... politico, pelos vistos, não previu que os ilhéus dos núcleos da Culatra, Hangares, Farol, Deserta e Praia de Faro comparecessem em peso no salão nobre da Câmara de Faro para exigirem a votação do fim das demolições nas ilhas da Ria Formosa-Faro, sobrando gente para as paredes laterais - rodeando as bancadas parlamentares, mesa da presidência e escadarias de acesso ao salão nobre (amanhã Algarve Press apresentará reportagem fotográfica detalhada). Mais um atraso quando máquinas e funcionários da Polis andam em cima das casas das pessoas, mesmo as que colocaram providências cautelares. A quem interessam estes atrasos? Custava muito a Apolinário e ao edil Bacalhau anteverem esta "invasão" ao salão nobre da Câmara, estando em causa as raízes e bens materiais-casas de centenas de ilhéus? Na próxima quarta feira o Teatro Municipal (das Figuras) de Faro vai ser pequeno para receber toda a gente, em demonstração que não podem adiar eternamente o inadiável - o fim das demolições nas ilhas do Concelho de Faro. ML"

Nota do Olhão Livre: será que não foi tudo programado para as máquinas de destruição maciça continuarem a demolir  durante mais 5 dias,como estão a fazer no ILhote do Coco em frente a OLhão.
 
A foto foi retirada da página do f.b. de Carlos Fernandes um dos muitos que tem a casa no Ilhote do Coco 
como 1ª habitação,e que se calhar 4ª feira já a sua casa foi devorada por essas máquinas que estão em cima da Ilhote do Coco. Porque será que a solidariedade, para evitar essas demolições não chegou ao Ilhote do Coco, será por estar no Concelho de OLhão?

RIA FORMOSA NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE FARO

Esta noite vai realizar-se mais uma Assembleia Municipal em Faro em que um dos temas, é a situação das demolições das casas nas ilhas-barreira e onde será pedida a suspensão do malfadado POOC e das demolições.
Em 2010 foi feita uma petição a pedir a suspensão e revisão do POOC, do POPNRF e do POLIS, tendo sido relatora a então deputada social democrata Antonieta Guerreiro que fez um excelente trabalho. Em 2012 nova petição com os mesmos supostos, cabendo desta vez a fava de deputado relator a Cristóvão Norte do PSD.
Foi Cristóvão Norte quem elogiou a posição da deputada Bloquista, Cecília Honório, na Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, na defesa das populações nativas da Ria Formosa.
Em qualquer dos casos, os governos de Sócrates e Passos Coelho deram às recomendações parlamentares, o mesmo uso que o cidadão comum dá ao papel higiénico, limparam o cu.
No entanto todos os deputados da Comissão Parlamentar de Ambiente e Ordenamento fazem questão de sublinhar a sua solidariedade para com os moradores das ilhas barreira.
Refira-se ainda que ao deputado do CDS, eleito pelo Algarve, foi dado conhecimento da situação na Ria Formosa, em reunião na sede daquela organização partidária. 
À então ministra do ambiente, a Cristas, foi enviado um memorando muito extenso sobre os diversos problemas da Ria, que como de costume, não houve qualquer feedback.
Declarações pontuais e circunstanciais levam os deputados e as forças partidárias que os suportam a declarar o seu apoio à luta dos moradores, mas no fundo não t~em a menor intenção de resolver nada. As tomadas de posição que têm vindo a tomar deve-se essencialmente pela proximidade de um acto eleitoral. E quando dizemos isto, é com muita magoa mas sem espanto que vemos como  a representatividade que demos directa ou indirectamente a esta seita de aldrabões, afinal se vira contra os mais desfavorecidos e debilitados da nossa sociedade.
Pelo meio, uns BErloquistas de Faro, entenderam manifestar-se contra a proposta de Resolução que a sua representante pretendia apresentar. Estão no pleno direito de exercerem a sua opinião, mas segundo as regras democráticas, no respeito da minoria pela maioria. Dois sabujos, e apenas dois, bastaram para impor a posição do BE a defender as demolições, sem que em alguma vez antes se tivessem pronunciado. E fazem-no com argumentos de bradar aos céus mas são intelectuais, docentes da UALG. É quanto basta para o BE de joelhos!
Estes Syriza, ainda mais subservientes que os outros, para alem de defenderem a posição do governo de direita, conseguem ser mais anti-democratas que os próprios governantes ao imporem, em minoria, a sua posição.
Uma abelha soprou-me aos ouvidos que estaria eminente uma cisão entre o Núcleo de Olhão e o secretariado da coordenadora distrital berloquista.
Independente das questiunculas partidárias, a verdade é que os moradores das ilhas barreira devem comparecer em massa na Assembleia Municipal e não devem temer confrontar os eleitos com as conseqencias que poderão advir da falta de uma posição firme contra as demolições e tudo o mais que afecta a Ria Formosa.
Recordamos aqui, para que as pessoas compreendam até onde vão os benefícios da casta politica, a mesma que quer roubar as casas do Povo, que desafectou do Domínio Publico Marítimo, uma parcela de terreno no Ludo, não se sabe para que entidade publica, mas que acabou na propriedade de Valentina Calixto, a anterior presidente da ARH e da POLIS.
Vão todos roubar para a estrada, seus gatunos!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

RIA FORMOSA: ESTADO CRIMINOSO!



É noticia do Correio da Manhã de hoje, como se pode ver de seguida clicando no link,
http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/portugal/detalhe/decisao_judicial_trava_demolicoes.html, que o Tribunal Administrativo de Loulé decidiu que o interesse publico invocado pela Sociedade Polis da Ria Formosa não é suficiente para impedir que o Tribunal se pronuncie antes acerca da ilegalidade das casas.
Apesar desta noticia já ser conhecida ontem, a Sociedade Polis avançou para o terreno, na Praia de Faro e nos Ilhotes em Olhão, e invadiu o domicilio das pessoas, sem estar munida de um mandato judicial que lhe permitisse entrar nas casas, alegando que nalguns casos existiriam providências cautelares já decididas mas em recurso pelo que, argumentam, não teriam efeito suspensivo.
Independente das decisões judiciais, o Estado tem-se portado como um parceiro de má fé, até mesmo criminoso em todo o processo.
Por uma lado existem as questões ambientais e outras da autoridade do Estado às quais faremos uma curta analise para servir de esclarecimento a quem nos segue.
Em primeiro lugar, o cordão dunar não é para a fruição publica podendo e devendo nele haver passadiços sobre-elevados para que as pessoas possam atravessar da Ria para a costa e não como dizem alguns chicos espertos que as casas impedem a fruição publica daqueles espaços. E perante a falta de intervenção do estado, que sempre deixou a Ria Formosa ao abandono, foram as pessoas conjuntamente com as autarquia que construíram as passadeiras que existem.
É verdade que o edificado nas ilhas barreira altera a dinâmica eólica das areias, mas não é essa a principal, nem de longe nem de perto, a principal causa da degradação das praias da Ria Formosa (na costa) mas sim a artificialização da costa, com a construção de molhes e esporões que alteram, e aqui sim, de forma significativa a hidrodinamica das areias, situação omitida intencionalmente e criminosamente por certos ambientalistas de trazer por casa, como aqueles intelectualoides do BErloque de Faro que aparecem agora de braço dado com o Governo demolidor.
E foi por saber disso que os governos PS e PSD/CDS abandonaram a tese ambientalista com a qual pretendiam justificar a "renaturalização" das ilhas barreira e passaram a defender a autoridade do Estado, também este um argumento falacioso quando assistimos á ocupação dos terrenos do Domínio Publico Marítimo, ainda que na margem terrestre, por grandes interesses turístico-imobiliários.
Ora a Constituição da Republica Portuguesa ou até mesmo pelo Direito Administrativo não há cidadãos de primeira, segunda ou terceira categoria e todos devem ser tratados com igualdade de direitos. O Estado, seja ele através do governo ou das mafiosas sociedades que arranja, não pode ou não deve roubar aos mais fracos para dar aos mais fortes e poderosos em função da condição sócio-económica que cada um deles apresenta.
Ao conceder aos poderosos o que rouba aos mais fragilizados bem se pode dizer que estamos perante um Estado criminoso, pelo qual responde o governo e as suas entidades, neste caso todas elas nas mãos de homens da sua confiança politica, e por isso urge correr com esta cambada. Já chega de gamanço!
Os partidos que se alternam na governação do País, cozinham em segredo e nas costas do Povo, as Leis com que vão esmagar depois, sem que as pessoas se apercebam disso e quando vão dar pelo logro já será tarde.
Foi assim com a elaboração dos Planos de Ordenamento tal como foi com a Lei do Ordenamento do Espaço Marítimo e como preparam a criação do Domínio Privado Marítimo. Com esta legislação ficam na posse de elementos que lhes permita a venda a retalho das nossas praias, correndo com a população nativa e no seu lugar introduzir toda a cafila de interesses turístico-imobiliários.
Os nossos ex e actuais governantes, cada um mais trapalhão que o outro, melhor do que nós sabem que a Balança de Pagamentos, que mede as entradas e saídas de dinheiro do País, desde 1983 que é largamente deficitária, défice só possível de manter á custa da criação de divida. Ou seja, não arranjando resposta para o desequilíbrio das contas com o exterior, os governos vendem os anéis e os dedos, não deles mas os do Povo. E nessa venda se inserem as nossas praias.
O plano de demolições mais não visa do que a limpeza total das zonas de praia para as vender aos interesses privados. Só assim se compreende as declarações do Ministro Verde ao dizer que as oitocentas casas que estão para ir abaixo são apenas o principio, porque o objectivo final, é a limpeza total.
Que tem o Povo a dizer a isto?
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Ria Formosa para os poderosos! Rua com os pés descalços!

Hoje os terroristas do Polis voltaram à Praia de Faro!
Será que o bjectivo do Polis e do governo é destruir o mais que puderem antes da Assembleia Municipal de Faro a realizar na 6ª feira em Faro?
Será por causa desta  resolução, que dia 6 de Março, pelas 12h00, vai ser votada na Assembleia da Républica o Projeto de Resolução n.º 1253/XII “Pela suspensão das demolições nas ilhas-barreira da Ria Formosa”??????

Há casas que querem demolir à presa toda,pois  além das providências cautelares, tem  também projectos de construção aprovados  pela CMFaro,os donos pagam IMI desde que a casa foi construida e vistoriada.
Mas que raio de justiça é essa, que tem os olhos fechados?

Ao mesmo tempo uma empresa que tem um sócio que já foi presidente da CMFaro pelas listas do PS,  está a construir 12 apartamentos de Luxo, na Zona Ribeirinha da Fuzeta, em Dominio Publico Maritimo,como podem ver na foto tirada da página do f.b. de  Vannesa Morgado

.
Antonio Terramoto um dos autores deste blog e membro do Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão" fez queixa à Policia Judiciária, por essa violação do Dominio Publico Mariimo, Sebastião Brás Teixeira foi chamado a prestar declarações na Policia Judiciária, e afirmou que o terreno onde estão  a construir os 12 apartamentos de Luxo está em Dominio Publico Maritimo, que os donos da obra não fizeram prova que os terrenos estão em domnio privado antes de 1856(se não estou em erro), reconheceu ainda que os terrenos eram propriedade do estado, mas que se resolvia a ilegalidade com uma contra ordenação!
Ao lado desses 12 apartamentos está o Delmar Village construido em  Dominio Publico Maritimo em 2010 já na vigência do Polis Ria Formosa, neste caso a agua  da Ria  Formosa, bate nos muros  e tiveram  de alterar as quotas do terrenos, inclusive com aterros perigosos da construção do empreendimento, em mais de 2 metros  de altura para enterrarem as caves e fazem uma piscina,como podem ver nas fotos que estão na no f-b  do Delmar Village
Mas que raio de estado de direito é esse onde os poderosos podem fazer o que bem lhes apetece e  depois o mesmo governo  quer demolir mais de 800 casas na Ria Formosa com o argumento que estão construidas em terrenos do Dominoio Publico maritmo.

Neste momento a Associação do Farol, está a fazer um apelo para as pessoas se deslocarem à Praia de Faro com o intuito de parar as demolições.

OLHÃO: SIMPLESMENTE, PULHAS!

Já não é a primeira vez que assistimos à "coincidencia" de discursos de António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão e do vereador e cabeça de cartaz do PSD, no que se refere à intervenção dos irmãos Terramoto no panorama politico local.
Tal coincidencia não se resume apenas ao discurso da dupla de irmãos mas a um conjunto de decisões que põem em causa o desenvolvimento social do Povo de Olhão, como sejam a elevada taxa de IMI, do tarifário da agua e resíduos e outras, com as quais vão empobrecendo as pessoas.
Aquilo que leva estes pulhas a tecer as considerações que fazem sobre sobre a dupla tem precisamente a ver com as profundas diferenças nas perspectivas de desenvolvimento. É que para os pulhas, as perspectivas de desenvolvimento passam pelo betão e alcatrão, na promoção de negociatas, na satisfação clientelar, com enriquecimentos ilegítimos e ou ilícitos pelo meio, o mesmo tipo de politicas que conduziram o País e o Povo à situação que vivemos. Ao invés, os manos defendem, politicas de progresso e bem estar para o Povo ao mesmo tempo que denunciam as irregularidades ou ilegalidades que vão sendo cometidas por esta trupe.
Na passada sexta-feira foi a vez de António Pina para logo de seguida, vir o vereador pirolito, num ataque de diarreia mental, publicar no site do PSD Olhão um ataque aos manos, e em boa hora o fizeram porque assim demarcam bem as profundas distancias que nos separam. É caso para dizer que se um ladra o outro uiva, mas tanto a um como ao outro, temos a dizer que pulhas não nos são nada.
Durante todos estes anos, os manos têm tido uma actividade de denuncia das irregularidades e ou ilegalidades cometidas pelo poder politico em Olhão, poder politico esse que desde sempre foi mantido pelo PS e PSD, sem que alguma vez o segundo tivesse denunciado minimamente o primeiro, porque também comia da gamela. E enquanto os manos, contra a corrente, os denunciavam, o pirolito andava ausente fingindo nada saber, mas aprovando decisões que não podia nem devia. Vales-lhe a eles todos a podridão da Justiça, que em relação ao titulares de cargos políticos, parece temer tomar uma atitude firme, procurando despenalizar, branquear ou omitir os crimes praticados por esta canalha.
A cumplicidade entre os pulhas, é que está na base da manutenção de uma delegação de competências erradamente dada ao Pina. Quando o pirolito não é capaz, melhor dizendo, se recusa a reconhecer, jamais aquela delegação de competências será retirada.
Do mesmo modo, os pressupostos que levaram a uma aliança entre as diversas forças da oposição para dar a presidência ao PSD, estão hoje ultrapassados. Na altura, aquela "aliança" visava retirar o Leal do caminho, o que foi conseguido. Com a renuncia do pencudo, os pressupostos alteraram-se, não fazendo qualquer sentido manter na presidência da Assembleia Municipal, os representantes do PSD, agravado pelo comportamento que têm mantido para com os restantes partidos da oposição, sendo mais Pinistas que o próprio Pina. Assim, devem os restantes partidos da oposição concertar estratégias que permitam ao PS regressar à presidência da Assembleia Municipal na sua condição de partido maioritário.
Fora com o PSD!

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Demolições na Ria Formosa Ilhote do Coco, chegaram as máquinas de destruição maciça!

Chegaram as máquinas assasinas ao Ilhote do Coco, situado em frente aos mercados de Olhão, com um  unico objectivo: Destruição!
Durante mais de 4 décadas esse Ilhote foi habitado em permanência, por várias familias,de pescadores viveiristas e mariscadores, que viviam da Ria Formosa. outras havia que só iam para a Ilhote do Coco,  assim que a temperatura premitia ,pois as casas,embora de alvenaria, são rudimentares, e a maioria delas não lhes permitia  suportar os rigores do Inverno.
Aqui fica a foto do Ilhote do Coco antes do fim desse Ilhote,  muito apetitoso,  para os poderosos do Turismo Internacional,que tudo fazem na Ria Formosa,para tal  é só  necessário no futuro acabar com os viveiros em seu redor,e  se forem  desclassificados, nem sequer  irão ao tal leilão de viveiros, que o governo quer fazer este ano,  outro ataque  que está a ser cozinhado, no segredo dos deuses contra a comunidade de viveiristas, quem sempre viveu da Ria Formosa,e que os presidentes  das autarquias de Olhão e Faro sabem há muito,  mas nada fazem para defender essas comunidades históricas, deles basta-lhes o voto.



A Claudia Fernandes  moradora no Ilhote do Coco faz esta denunciae este apelo  na sua página do Face Book:
NAO TEMOS REALOJAMENTO NEM DA PARTE DA POLIS OU DE CAMARA MUNICIPAL DE OLHAO NEM DA SEGURANÇA SOCIAL DE LADO NENHUM E AQUI  JA ESTAO AS FITAS A VOLTA DA MINHA CASA....AQUI ESTAMOS A TONA...SEM QUALQUER AJUDA..

O ministro jurava a pés juntos.que nenhuma pessoa que tivesse  tivesse como 1ª habitação a casa nos Ilhotes nas Ilhas ou na Praia de Faro veria a sua habitação destruida sem se proceder ao seu realojamento.
Também Sebastião Brás Teixeira ,fez esta garantia "garanto que a segunda fase da operação só será desencadeada quando houver “garantia de realojamento”, recusando-se a avançar com datas.

Pelo que se está a passar e lendo o apelo da Claudia Fernanedes o minsitro mente, pois nem Antonio Miguel presidente da CMOlhão, nem Sebastião Brás Teixeira do Polis, nem a Segurança Social garantiu realojamento a Claudia Fernandes ao seu marido e às sua filha de poucos anos de idade.
As máquinas assasinas, chegaram ao Ilhote do Coco e devastam tudo o que lhe apareça pela frente.
Onde está agora o presidente  da CMOlhão, Antonio Miguel, que tanto fala contra as demolições na Ria Formosa, quando essas são no Concleho de Faro,  mas quando as demolições são feitas em Olhão como é o caso, cala-se como uma ratazana de esgoto,será que anda perdido neste esgoto situado no T em Olhão, e que ele afirmou à boca cheia e com o Auditório  Municipal cheio que tinha 500 000€ para acabr com ele e até hoje nada fez?

Porque não chama agora as televisões e diz que a lei do POOC não está a ser cumprida?
.
 Essa aventesma, que  adora banhos de multidão, mas que nada resolve, pois  ainda recentemente  mandou entaipar uma casa de Habitação Social, para correr com uma familia que se viu na mesma situação que a Claudia  Fernandes e que ocupou essa habitação vazia, no Bairro de Habitação Social da Rua da Armona.

Não é entaipando as casas que se resolve o problema das pessoas, sejamelas  as que foram corridas do Ilhote de São Lourenço que fazem parte os nucleos do Coco e das Ratas,em frente aos estaleiros de construçao Naval em Olhão, sejam elas outras pessoas com necessidades de habitação.
 
 


Como é possivél tal atropelo à lei  quando a lei da Constituição diz o seguinte:
Constituição da República:Artigo 65.º - (Habitação)
1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene
e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.
2. Para assegurar o direito à habitação, incumbe ao Estado:

a) Programar e executar uma política de habitação inserida em planos de reordenamento geral do território e apoiada em planos de urbanização que garantam a existência de uma rede adequada de transportes e de equipamento social;
b) Incentivar e apoiar as iniciativas das comunidades locais e das populações tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e fomentar a autoconstrução e a criação de cooperativas de habitação;
c) Estimular a construção privada, com subordinação aos interesses gerais.

3. O Estado adoptará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria.
4. O Estado e as autarquias locais exercerão efectivo controlo do parque imobiliário, procederão à necessária nacionalização ou municipalização dos solos urbanos e definirão o respectivo direito de utilização.
Início de Vigência: 25-04-1976


 

Olhão Livre completa 1 milhão de visitas! Os nossos leitores estão espalhados pelos 5 Continentes.Obrigado a todos


O nosso blog  Olhão Livre, completou hoje a bonita soma de 1 milhão de visualizações, desde Maio de 2010 até ao dia de hoje.
 Gráfico de visualizações de página no Blogger

Os leitores que nos seguem estão espalhados pelos 5 continentes, com  destaque para a comunidade emigrante dos EUA, que lidera a lista de visualizações.
A todos os que nos tem acompanhado ao longo dos poucos anos de existência do Olhão Livre o nosso obrigado, por  nos acompanharem cada vez mais, lendo os nossos artigos e a nossa opinião, sobre vários  temas, locais regionais  nacionais, e internacionais.
Um obrigado especial para toda a comunidade de emigrantes, que nos seguem  atentamente, pois  assim fazemos que estejam a par, do que se passa na terra que os viu nascer.
Um outro obrigado especial,  a todos os que comentam os nossos artigos, sejam eles comentários  a favor, ou de opinião contrária, sobre os temas publicados.
Aqui vos deixamos os numeros, que tem vindo sempre as crescer de mês para mês.


Visualizações de páginas de hoje
818
Visualizações de página de ontem
1 920
Visualizações de páginas no último mês
35 483
Histórico total de visualizações 
1 000 165










Portugal
825758
Estados Unidos
44631
Brasil
16538
França
14302
Alemanha
13330
China
11404
Bélgica
10146
Reino Unido
8851
Rússia
7591
Suíça
542




















Gráfico dos países mais populares entre os visitantes do blogue

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Acção terrorista do Polis destroi o antigo Posto da Guarda Fiscal, na Ilha da Barreta?

Recebemos um e-mail de um dos nossos leitores que nos relata que as máquinas do a ânsia de destruir tudo o que lhe aparece pela frente,os condutores  das máquinas pesadas de lagartas, que além de destruirem toda a Fauna e flora que lhe apareçam pela frente, por ordens do governo de PSD/CDS,  destruiram além  das casas, também o antigo Posto da Guarda Fiscal situado na Ilha da Barreta?Será verdade?
A ser verdade seria o Polis ou seriam os terroristas o E.I.?
Bom tirar de uns e por outros a diferência  é pouca,una decapitam pessoas outros o polis a mando do governo PSD/CDS destroem os  bens das pessoas sem olhar a quem.
A foto que publicamos não temos a certeza de ser do posto da Guarda Fiscal da Ilha da Barreta (também conhecida por Ilha Deserta), se o Posto da Ilha dos Hangares, as pessoas que conhecem um e outro é favor dar a sua opinião pessoalmente só conheço o dos Hangares mas dizem-me que o da Ilha da Barreta a arquitectura  era indêntica.
Vale tudo na Ria Formosa até destruir Património do Estado?
Senhores do Polis e do Governo vejam lá não deêm ordens para jogar o Farol de Santa Maria abaixo!
picture of Antigo posto da Guarda Fiscal

Salvem a Ria Formosa! Sem Luta não há vitórias!

Governo anuncia que a Sociedade Polis não fará demolições no núcleo da Culatra

Ilha da CulatraAs demolições no núcleo habitacional da Culatra, na ilha , previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) do Sotavento, não vão ser feitas pela Sociedade Polis Ria Formosa.
A garantia foi dada pelo ministro do Ambiente Jorge Moreira da Silva na Comissão Parlamentar de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, na passada semana, no seguimento de questões relacionadas com o Polis, colocadas pelo deputado do PSD eleito pelo Algarve Cristóvão Norte.

Apresentação Portugal 2020 no Teatro das Figuras_30
Entretanto, a contestação contra as demolições continua. Dezenas de pessoas aproveitaram a presença de Jorge Moreira da Silva e de Poiares Maduro na região, para levar a cabo protestos em Faro na terça e na quarta-feira, junto à sede da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve e do Teatro das Figuras, respetivamente.
Os manifestantes exigiram que fosse acautelado o realojamento de famílias que, alegam, não têm habitação alternativa, apesar de as suas casas terem sido consideradas de segunda habitação. Um protesto com momentos de alguma tensão e de emoção por parte dos manifestantes, que acabaram barrados à porta do Teatro das Figuras, onde Poiares Maduro fez a apresentação do programa Portugal 2020, que enquadrará a atribuição de fundos comunitários nos próximos anos.
Extratos da noticia do Sulinformação online. 

Nota do Olhão Livre:A táctica do governo é e sempre foi, dividir para reinar, só que este ministro do ambiente não conhecia o passado de luta dos moradores da Ilha da Culatra e quando veio com pompa e circustância,na acompanhado pelo Bacalhau mentiroso e rançoso, fazer as demolições no Ramalhete caiu-lhe a boca para a verdade e pela 1ª vez foram anuciadas 113 demolições na Ilha da Culatra.
Numca o ministro esperou que tal noticia tivesse tanto impacto, no crecer da revolta contra as demolições anuciadas nas Ilhas da Ria Formosa.

Hoje o ministro, vendo a revolta a crescer, com a maioria dos Culatrenses a juntar-se à luta,  alguém do seu partido lhe leu o historial de luta do povo da Culatra, e o aconselhou que o melhor era tirar as demolições da Ilha da Culatra do Programa de demolições, se quiser levar a cabo com sucesso  as restantes demolições.

Mas quando a esmola é grande, o pobre é obrigado a desconfiar e lendo as entrelinhas as afirmações do ministro:  "Governo anuncia que a Sociedade Polis não fará demolições no nucleo da Culatra".

Para bom entendedor meia palavra basta: Assim podemos ler que é só uma questão de tempo ,para as demolições acontecerem na Iha da Culatra, pois no fim de 2015 acaba a sociedade polis e depois ao abrigo do POOC e do Plano de Ordenamento do PNRF, o governo irá tentar mais uma vez demolir as tais 113 habitações que o Polis tem inventariadas como 2ª habitação na Ilha da Culatra.

Pode ser que ao ministro lhe saia o tiro pela Culatra e a luta endureça, pois o povo não é parvo e sabe que mais tarde ou mais cedo o governo irá tentar fazer demolições na Ilha da Culatra, pois as grandes negociatas assim o obrigam.

A Luta  contra as demolições deve seguir em frente,  não liderada pelos politicos que em ano de eleições tudo fazem para angariar votos das pessoas em luta, e assim tentam cavalgar a luta  dos moradores das Ilhas da Culatra Hangares e Farol.

A luta  não deve ser só contra as demolições, mas também pelo fim da poluição na Ria Formosa, provocada pelas autarquias de Olhão e de Faro, que diariamente envenenam as aguas da Ria Formosa com esgotos tóxicos directos para as aguas da Ria Formosa, como os moradores dessas ilhas bem sabem pois são obrigados a cheirar a merda como aquela que  sai do cano de esgoto do T, situado no Jardim Patrão Joaquim Lopes, local onde eles são obrigados a apanhar os barcos da carreira para as suas habitações.

As pessoas,com habitações nas ilhas,  devem mostrar ao ministro que estão mais preocupados com o ambinete na Ria Formosa,  do que o próprio governo que deixa  as autarquias de Olhao e de Faro cometer esses,  impunemente e não castiga os criminosos,  nem os obriga a acabar com essas decargas diárias de veneno nas aguas onde se produziam, antes das aguas poluidas,  cerca de 90% da producção de Bivalves a nível nacional.

Quanto às ETARs as pessoas que trabalham na Ria não devem embarcar em cantos de sereia, das promessas das Aguas do Algarve que dizem em ano de eleições ir fazer a  nova ETAR a Nascente de Faro e acabar com a ETAR assasina situada a Poente de OLhão: Nada disso vai resolvero problema da poluição,  a ETAR não vai resolver problema nenhum pois  está prevista para uma população de 145 000 pessoas, e de verão essa população vai  triplicar,  precisamente na época que está mais calor e há menos oxigénio nas agua da Ria Formosa, e como  sempre ainda a ETAR não está a concurso e já está obsoleta.
Porque razão não aproveitam as Aguas do Algarve as aguas reutilizando essas para a agricultura como já estão a fazer na serra algarvia em Loulé? Porque razão os esgotos de São Brás terão de vir ter à Ria Formosa, com tanta arvore para regar pelo caminho?

També, os viveiristas e mariscadores devem ser chamados à luta contra a poluição e contra o Leilão dos viveiros de bivalves que a APA quer fazer? Em que cabeça,  cabe um viveirista ter de ir licitar um viveiro onde toda a vida trabalhou, e que se não dá mais rendimento é porque a agua onde semeia as amêiojas,  está poluida,como já todos adimtem,e  como se viu pela desclassificaçao dos viveiros em 2013,pois 70% dos viveros de amêiojas do concelho de Olhão Passaram da Classe B para a Classe C,  e  assim sendo mais de 75% das amêiojas lançadas à terra morre, por causa da  poluição, e pelo virus Perkinsus atlanticus.
 Já agora o que tem feitos os cientistas do IPMA, antes IPIMAR,  para colocar fim a este virus?

A luta tem de ser comum só assim as pessoas terão força para acabar e salvar, não só as suas  casas, mas a  própria Ria Formosa que cada vez tem menos formosura.
A luta deve ser encabeçada, e liderada,  pelas associações  de moradores, de defesa do ambiente e se os autarcas quiserem que lhes deêm o seu apoio que será bem vindo, mas não se esqueçam que tem muitas culpas no cartório e não tentem enganar as pessoas como já fez o presidente da CMOlhão  Antonio Pina, quando aquando a desclassificação dos viveiros prometeu à boca cheia, e com o Auditório Municipal de Olhão, repleto de gente que a ambiOlhão já tinha colocado de parte 500 000€ para acabar com os esgotos tóxicos em Olhão..
Onde foram gastos esses 500 000€  já que o veneno continua a correr no T na Docapesca na Marina e na Horta da CMOlhão entree muitos outros locais de descarga de veneno.
Mas e Olhão tem esses esgotos Faro também os tem e o Bacalhau  não tente presistir na mentira,que habitualmente usa nas redes sociais,  que Faro não tem esgotos tóxicos directos para a Ria que se for preciso, os autores do OlhãoLivre lhe irão mostrar os esgotos que conhecem a descarregar directos para a Ria em Faro, como já fez Antonio Terramoto,  aos deputados do PSD em OLhão

É preciso não dormir e ir à luta e se preciso, for endurecer a própria luta, mostrando ao país e ao mundo, os crimes que estão a cometer no Parque Natural da Ria Formosa, não são só crimes de poluição,  mas também crimes contra o estado de direito: Pois enquanto querem demolir as casas construidas há decadas,em cima das ilhas,  com o argumento que estão em DPM, o mesmo governo autoriza a construção de resorts de luxo a menos de 15 metros na zona ribeirinha da Fuzeta,  em pleno  Parque Natural da Ria Formosa,  e em Dominio Publico Maritimo, assim como autoriza a construção de luxo que estão neste preciso momento a contruir em Dominio Publico Maritimo ao lado desse resort de Luxo Del Mar Village.

Na foto retirada da página do  face book do resort de luxo com 90 apartamentos,começados a construir em 2009,  onde era uma horta deu lugar a 90 apartamentos com alterações da quota de terreno com entulho da própria construção,para poderem construir as caves as piscinas e o jardim que devia ser publico e querm tornar privado.
Ao fundo vê-se  as fundações dos 12 apartamento de luxo Viver a Ria,  que já estiveram embargados,  por estarem em Dominio Publico Maritimo, mas que Sebastião Brás Teixeira disse na Policia Judiciária  estarem em Dominio Publico Maritimo que os donos não fizeram mostraram os documentos da  pose do terreno,para o dominio privado antes de 1856, que esses terrenos eram pertença do estado, mas que podiam proseguir as obras com uma conta ordenação.
Mas que raio de país é esse onde querem demolir as casas nas ilhas da Ria Formosa e na Praia de Faro com o argumento que estão em Dominio Publico Maritimo, e depois vê-se esses atropelos à mesma lei, por parte de grupos  poderosos.

 
Em defesa da Ria Formosa.
Sem luta não há vitórias!

domingo, 22 de fevereiro de 2015

OLHÃO: PINA CORRUPTO?

Depois de ter criado o programa CUIDAR à revelia dos restantes membros do órgão Câmara Municipal de Olhão, apresentando-o como um facto consumado, António Pina continua fazer das suas com a cobertura do PSD que na prática lhe dá uma maioria absoluta, aprovando tudo quanto aquele apresenta.
Para alem de constituir um ataque ao Serviço Nacional de Saúde, o programa CUIDAR serve ao Pina para decidir quem pode ter acesso ao tratamento de oftalmologia a seu bel prazer, sem cuidar de saber das necessidades de cada um e promovendo favorecimentos a camaradas.
O favorecimento é um dos crimes conexos aos de corrupção e quem os pratica deve ser apontado como presumivel corrupto.
António Pina só não faz pior, porque apesar de ter o apoio do PSD, ainda assim não confia nos seus representantes, procurando evitar situações tão flagrantes que possam fragilizar a aliança PS/PSD na Câmara. Se ao invés disso, tivesse a maioria absoluta como o defunto Leal, Pina seria de longe bem pior que aquele.
No caso do CUIDAR, houve um ex-candidato socialista à Junta de Freguesia de Moncarapacho que foi beneficiado com uma operação aos olhos no hospital privado das Gambelas.
Este socialista de nome Cristina é o proprietário dos Reboques Cristina, de taxis, de apartamentos no Marina Village e de terrenos, um dos quais foi objecto de um negocio com a autarquia. No caso do terreno, o Cristina, pediu à Sociedade Columbófila 80.000 euros que seriam pagos pela autarquia que depois cederia o terreno à sociedade, cujo valor passou para o dobro, porque os dinheiros do erário publico são para ser delapidados para o enriquecimento ilicito de camaradas e amigos.
Pois bem, o Cristina apesar de apresentar uma boa fonte de rendimentos foi contemplado pelo programa CUIDAR quando há centenas de olhanenses sem meios para aceder àquele tipo de cirurgia, sendo-lhes exigido documentação diversa que justifiquem a carência económica dos candidatos. Que rica carência a do Cristina!
António Pina mostra para que quer o Poder satisfazendo um certo clientelismo quando deveria estar ao serviço da população mais carenciada.
A lista de consultas de oftalmologia ascende às centenas e mostra-se um excelente negocio para os médicos envolvidos que a troco de consultas gratuitas, fazem empreitadas de operações para as quais a autarquia não tem dinheiro que chegue, o que não impede que alguns, poucos, beneficiem do programa mas a maioria dos carenciados fica de fora apesar de apresentarem rendimentos muito inferiores aos do Cristina.
O Povo de Olhão deve mostrar a sua indignação pela forma abusiva e de favorecimentos que estão implantados na Câmara Municipal de Olhão.
Abaixo a teia de corrupção que envolve o Câmara Municipal de Olhão!
REVOLTEM-SE, PORRA!


sábado, 21 de fevereiro de 2015

OLHÃO: O VIGARISTA POLITICO!

Ontem realizou-se mais uma Assembleia Municipal que serviu única e exclusivamente para o banho de multidão que o Pina pretendia, mas que também permitiu que as pessoas se apercebessem das reais intenções deste velhaco. 
Quando um presidente vive para o protagonismo em lugar de procurar servir o seu Povo, resolvendo-lhes os problemas e envereda por actos de exibicionismo gratuito e inconsequente, mais tarde ou mais cedo cairá do pedestal em que o colocaram.
Já aqui denunciamos por varias vezes as semelhanças entre os vigaristas e os políticos; ambos se apresentam bem arreados, melhor montados e bem falantes, como forma de enganar as pessoas.
António Pina, durante a campanha eleitoral prometeu mundos e fundos mas apenas se lhe vêem os fundilhos; vestido de Armani, conduzindo o carro da autarquia e falando bem, com um sotaque ligeiramente abrasileirado, num comportamento típico do bom VIGARISTA politico.
Apesar de um ar efeminado e uns tiques a azedo, sempre que pode entra na provocação, julgando-se um ser superior por força do cargo que ocupa, mas como connosco isso não pega, merece as respostas adequadas às suas provocações.
Muito antes do POOC e do Polis já houveram demolições nas ilhas barreira por determinação do POPNRF. Se alguém devia saber disso são os eleitos mas o Pina como nunca quis saber disso nem nunca quis uma discussão profunda e seria sobre os problemas que afectam a Ria Formosa e como tal desconhece a realidade legislativa que envolve a Ria Formosa.
Foi então confrontado com o facto de, sendo a Câmara Municipal de Olhão accionista da Sociedade Polis, ter acesso ao processo das demolições. Como se sabe, e fomos nós os primeiros a denunciá-lo, o Plano Estratégico da Polis, quantifica e identifica quais as casas que irão ser demolidas, sendo atribuída a cada casa um determinado numero. Logo o Pina, na qualidade de representante do Município naquela sociedade sabe, desde que o queira, quais as casas que vão ser demolidas e as que ficam. E sabe também quais os critérios com que umas são demolidas e as outras ficam de pé.
Os moradores das ilhas barreira, têm o direito de saber com que criterios é que as suas casas vão abaixo e as outras ficam de pé. 
Como resultado dessa confrontação, o Pina vem atribuir aos autores do Olhão Livre a culpa pelo mau estar provocado por aquela situação, dizendo que somos nós que afirmamos que seria a dele e a de Daniel Santana que restariam. Ora ninguém a não ser ele quem falou nisso. Mas o facto é que o Plano Estratégico prevê manter seis casas na zona ilegal do Farol e três nos Hangares. Sendo assim é natural que os restantes moradores queiram saber a quem saiu o euromilhões das ilhas barreira. Será de facto a casa do Pina e do Daniel Santana? Ninguém melhor do que o Pina para o saber e dizer. Então porque fica calado? O bacalhau em faro admitiu que a casa dele ia abaixo. Porque não faz o mesmo o moleque armado em presidente?
Quanto ao facto de as pessoas conhecerem uns e outros devo dizer a este monte de esterco que nunca o procurei para coisa alguma ao contrario dele que já me procurou, pensando que me enganava como tem feito com o Povo de Olhão. E já agora devo anunciar que amanhã o titulo será : PINA CORRUPTO?
Estará realmente azedo ou é só piquinho?
PASSA BEM, Ó PINA!

RIA FORMOSA: BE DEFENDE DEMOLIÇÕES NAS ILHAS BARREIRA?

O escarro, sob a forma de comunicado, do secretariado da Comissão Coordenadora Distrital do Algarve do Bloco de Esquerda, só tem paralelo com os escarros produzidos pelo governo de Passos Coelho.
O Bloco de Esquerda, não sabemos e o bom ou o mau, vem defender as demolições nas ilhas barreira, acusando aqueles que se pronunciam contra, de estarem a instrumentalizar a situação das duas famílias desalojadas dos ilhotes em Olhão.
A primeira questão que se levanta é de quer percebendo o que a classe dominante pretendia para a Ria Formosa, desde 2010 que pedimos a suspensão dos Planos de Ordenamento da Orla Costeira e do Parque Natural da Ria Formosa. E se o fizemos em 2010, repetimo-lo em 2011.
Nessa altura ainda não estavam definidas quais as casas a serem demolidas e muito menos a quem pertenciam. Não foi pelo destruição dos lares de dezenas de famílias que nos opusemos naquela altura, tal como nos opomos hoje.
E se nos opusemos foi por considerar que estes planos de ordenamento degradam o desenvolvimento económico e social das populações da Ria Formosa acompanhado da degradação ambiental das suas águas.
Curiosamente, estes intelectualoides ou mongoloides de uma certa esquerda caviar nunca se pronunciaram sobre as mortes nas barras da Ria Formosa provocadas pela degradação da navegabilidade e por falta de investimento onde ele fazia mais falta. Nunca este grupo de mariconços políticos se pronunciou sobre a poluição da Ria Formosa, Mas sabem estes merdas pronunciar-se a favor das demolições sem contudo fundamentar a sua posição.
Vem estes palhaços políticos falar em interesses privados de pequenos proprietarios mas nunca se pronunciaram sobre os grandes interesses turístico-imobiliários na Ria Formosa dos quais citamos alguns, poucos exemplos: o hotel do filho do ex-presidente da Assembleia da Republica, construído em pleno cordão dunar da Praia de Montegordo; a destruição da Península de Cacela, as construções em Cacela Velha em Domínio Publico Marítimo; os resorts nas Cabanas de Tavira localizados em Domínio Publico Marítimo e dentro do perímetro do Sitio de Interesse Comunitário e rede Natura 2000; o edificado em Domínio Publico Marítimo em Santa Luzia; o Parque de estacionamento nas Pedras del Rei; o edificado na Rua Nª. Sª do Carmo na Fuzeta ou sobre as vivendas milionárias do Ancão.
Quer dizer, que este BErloque, apenas vê e condena as casas de pequenos proprietarios mas a miopia impede-os de ver as casas dos poderosos, à semelhança de socialistas e social-democratas. Querem melhor sintonia do que esta? Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és!
Para estes cretinos, basta-lhes falar nos impactos da ocupação sem se darem ao trabalho de dizer quais da mesma forma que falam em custos, como se as demolições e os realojamento não representassem custos. Esqueceram-se que no Plano estratégico do Polis, para alem dos milhões gastos na destruição está também previsto a comparticipação de mais de dois milhões para o realojamento dos moradores da Praia de Faro, ficando o restante por conta da CM Faro. Aí já não há custos! Imbecis!
Acresce dizer que este comunicado foi feito na véspera da Assembleia Municipal de Olhão e visava condicionar os bloquistas de Olhão na tomada de posição e isto por uma razão muito simples, é que a maioria da destruição, ainda que em zona administrativa de Faro, tem mais a ver com a população de Olhão. 
O Núcleo de Olhão do BE deve reagir a este comunicado e dizer que Olhão jamais será uma coutada de Faro e muito menos reféns de intelectualoides de esterco.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Protestos em Faro contra os terroristas que atacam e destroem a Ria Formosa!

DESALOJADOS DAS DEMOLIÇÕES NAS ILHAS DA RIA FORMOSA ACUSAM GOVERNO DE “TERRORISMO SOCIAL”

As cerca de mil demolições previstas nas ilhas e ilhotes da Ria Formosa, na sua maioria habitações no Concelho de Faro, continuam a provocar fortes protestos por parte dos desalojados. Depois das mais de mil pessoas que marcaram presença no mês passado, em protesto, no auditório Municipal de Olhão, com os apoios de deputados do PS e CDU, esta quarta feira o ministro ministro do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, como se pode ver na imagem, foi surpreendido à chegada ao Teatro das Figuras, em Faro, onde o governante ia (foi) apresentar o “programa para o próximo Quadro Comunitário de Apoio – 2020″, com a presença dos ilhéus que estão a receber as cartas da Sociedade Polis – Ria Formosa, para retirarem os bens de suas casas de forma a serem demolidas.  Situação que está a provocar uma “situação de revolta entre os moradores das ilhas”, advertiu José Lezinho, mariscador dos núcleo histórico dos Hangares (nome oriundo da I Guerra Mundial).    Manif demol Ilhas Teatro Figuras (41) Manif demol Ilhas Teatro Figuras (42)
As palavras de ordem e as frases escritas em cartazes aludindo a “Terrorismo Social”, “1ª Habitação Destruída” e “Desalojados”, levaram a comitiva ministerial a olharem para cima enquanto subiam o acesso ao Teatro das Figuras. Poiares Maduro e D Santos (2)Manif demol Ilhas Teatro Figuras (26)
Como também se podem ver nas imagens de Algarve Press, viveram-se momentos dramáticos, com lágrimas e gritos com o ministro como principal alvo, levando mesmo ao reforço da protecção do governante por parte da PSP. Manif demol Ilhas Teatro Figuras (25)Manif demol Ilhas Teatro Figuras (9)
Os agentes não precisaram de intervir mais do que o normal já que as dezenas de manifestantes não passaram das palavras de indignação. Recorde-se que os tribunais estão a ser “invadidos” por centenas de providências cautelares.Manif demol Ilhas Teatro Figuras (22)Manif demol Ilhas Teatro Figuras (11)

Pescadores, mariscadores e viveiristas, acompanhados de familiares, deram azo ao desagrado, mas Poiares Maduro, questionado pelos jornalistas para comentar a recepção (inesperada) à porta do Teatro das Figuras, respondeu somente com um “não comento”.

Manif demol Ilhas Teatro Figuras (19)

Recorde-se que, no dia anterior, frente ao edifício da CCDR Algarve, após a tomada de posse do presidente daquele organismo, David Santos, os ministros Poiares Maduro e Jorge Moreira da Silva (do Ambiente), bem como o edil farense, Rogério Bacalhau, foram vaiados por vários moradores das ilhas-barreira, mas, tal como esta quarta feira frente ao Teatro das Figuras, nenhum dos responsáveis políticos responderam, directa ou indirectamente, às acusações dos populares.


Nota do Olhão Livre: O Terrorismo não é só social é também ambiental e económico, pois as pessoas que vivem da Ria  Formosa veêm essa, ser poluida todos os dias, pelos  esgotos tóxicos e sem qualquer tratamento que envenenam as aguas onde trabalham.
A Ria está poluida,  já todos as entidades oficiais admitem esse facto, a  maior parte dos viveiros sofreram uma desclassificação da Classe  B  para C, muitos deles foram impedidos de trabalhar nos seus viveiros, deviam ser compensados por não poderem trabalhar como acontece na Galiza, sempre que há desclassificações de viveiros, que impedem as pessoas de ganhar a vida, é isso que mandam as normas europeias, mas na Ria Formosa nimguém vai receber nada, e ainda tem para pagar este mês a licença dos viveiros, onde foram impedidos de trabalhar.
Como se não bastasse anda todo o mundo calado mas o leilão dos viveiros está à porta,  e já há pessoas deseperadas a fazer ameças de morte se alguém lhe tirar o viveiro que tem na sua pose há mais de 40 anos.

As demolições na Ria Formosa estão na ordem do dia e as pessoas devem vir para a Rua enfrentar os politicos, que lhes querem demolir as casas,e que lhes continuam a envenar as aguas onde trabalham, mas não se podem esquecer quem foram os partidos que aprovaram o POOC, do Sotavento do Algarve, que é o plano que foi criado tendo como um dos principais objectivos as demolições nas Ilhas Barreira, e foi o PS que fez a lei que premitiu isso, e que na Assembleial  Municpal de Olhão,  PS e PSD, e CDU inclusive aprovaram essas demolições. Na  Assembleia Municipal de Faro foi o PS, e o PSD que aprovaram as demolições, sendo a CDU e o BE os unicos que votaram contra.

Sem luta não há vitórias, e o governo prevendo a revolta das pessoas, vai dividindo as pessoas fazendo as demolições  em ilha separadas, de modo a dividir as pessoas, o que as pessoas tem de fazer é unir a luta contra as demolições contra a poluição da Ria Formosa e contra o leilão dos viveiros.

O que devem exigir é no caso das demolições a suspenção imediata do POOC edas demolições, A revisão do POOC,e do POPNRF. com uma ampla participação publica onde as organizações das ilhas dos mariscadores e viveiristas, e pescadores, das associações que se tem batido, pela Defesa da Ria Formosa e todas as pessoas interessadas devem participar activamente nessas discussão publica.

Todas as pessoas devem exigir o Fim da Poluição da Ria Formosa, para que crimes diários como esta foto mostra o que acontece diáriamente em Faro nas ruinas do  Moinhode Maré ao pé da Horta da Areia, onde existe um esgoto a céu aberto que continua a  descarregar veneno na Ria Formosa e que ao longo de décadas tem poluindo toda a zona envolvente  até ao Cais Comercial de Faro.

 As pessoas devem exigir que estas situações criminosas,  sejam banidos de uma vez por todas, e que os culpados sejam julgados pela destruição ambiental, social e económica,  que tem dado origem.
Estes crimes é que fazem mal à Ria Formosa mas o POOC e o Polis nada dizem sobre eles.
Vamos à Luta,mas não só em defesa das casas, mas em defesa de toda a Ria Formosa, só assim podemos evitar as demolições e acabar com a poluição e correr com os interesses dos poderosos em grandes negócios, tendo como objectivo correr com pessoas da Ria Formosa, para fazerem  o que estão a fazer na zona ribeirinha da Fuzeta, construir resorts de luxo quanto mais perto da agua melhor ,pois mais lucro dá, para isso há que correr com as pessoas que sempre viveram da Ria, e que tem casa nas Ilhas da Ria Formosa.
Em Olhão temos o  já célebre esgoto do T em Olhão, que António Pina,.com o Auditório cheio, por causa da desclassificação dos viveiros, dizia ter 500 000 guardados da ambiOlhão para acabar com este e outros crimes, mas passados 1 anos e 4 meses, esses esgotos venenosos  continuam iguais ou piores,  a fazer descargas assasinas como estas da foto embaixo.