terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Sentir Olhão no dia dos namorados é: Andar de barco no Tunel da Vergonha !

Que melhor maneira de Sentir Olhão no dia de São Valentim em Olhão se não fazer um passeio de Barco no Tunel da Vergonha, mais uma transformado em Zona alagada.
Parabéns à brilhante iniciativa satírica!
Carregando aqui podem ver o vídeo que  Bruno Barros publicou no facebook.
É o resultado do que pode acontecer, quando se procede aos aterros das Zonas de Cheias nas zonas limítrofes desse desse túnel?
A foto seguinte é de Ivo Santos

Foto de Ivo Santos.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Jardim Patrão Joaquim Lopes a quem serve a sua destruição?


Segundo o Postaldo Algarve, a Avenida 5 de Outubro, o Jardim Patrão Joaquim Lopes e o Jardim Pescador Olhanense, na Frente Ribeirinha de Olhão, deverão começar a ser requalificados “em finais de Outubro”. António Pina o ainda presidente da CMOlhão e putativo candidato pelo PS às eleições autárquicas deste ano, afirmou que vai fazer obras nos jardins no valor de 750 000€ e passo a citar: “renovação do piso actual, colocação de novos bancos, nova arborização e alteração de circuitos”.
Como é que António Pina tem cara de melão para dizer aos olhanenses que vai esbanjar 750 000€ em obras que vão destruir o que nos é querido?
Piso actual em calçada portuguesa – o que pode ser mudado para melhor? Será que vai ser destruída para colocar as lajes da Floripes?
Bancos novos – para quê? Aqueles fazem-lhe doer o rabo? Ele nem põe lá o cu! Ou vai trocar por bancos do mesmo estilo que os candeeiros alienígenas modernaços que colocou no acesso às praças? Sim, isso tem tudo a ver com Olhão!
http://www.turismodoalgarve.pt/galeria/12/Jardim_Pescador_Olhanense_h.JPGNova arborização – quer dizer que as frondosas árvores, a maioria delas já cinquentenárias, do Jardim Patrão Joaquim Lopes,  vão ser destruídas para dar lugar a quê? Provavelmente a escolha será tão inteligente como a que foi feita quando substituíram as oliveiras da avenida, as amendoeiras dos bairros e as casuarinas da 18 de junho.
Alteração de circuitos – se for na Av. 5 de Outubro ou na frente ribeirinha trata-se provavelmente da polémica questão de corte de trânsito a sul do mercados e via única na avenida para aumentar as esplanadas. Se for nos jardins qual será a alteração dos circuitos? Desviar o canteiro mais pra direita, fazer mais canteiros circulares, fazer outros canteiros com outras formas geométricas mais atrativas? Huuum!! Sim, é capaz de ter razão! Essa questão é mesmo decisiva para o bem-estar de Olhão!

Não será mais barato para o erário público fazer a manutenção destes jardins que já têm a sua “pele” e com esses 750000€, construir um jardim novo noutro espaço da cidade? Ou substituir as árvores que a CMOlhão tem  arrancado nos últimos anos, em frente à Capitania do Porto de Olhão e em frente ao Quartel da GRN e nas suas traseiras, quartel esse onde está instalada a Brigada de Ambiente do SEPNA?

Qual  o verdadeiro motivo dessas obras desnecessárias? Parece-nos que é apenas e mais uma vez, obra de fachada para as eleições que estão próximas, fazer de contas que tem trabalho feito, trabalho que encha o olho, mesmo que não seja o melhor para Olhão. Que raio, afinal é com dinheiro dos contribuintes! Com tanta crise, com tantos arranjos básicos para serem feitos em Olhão, vai-se gastar tanto dinheiro assim? 
Já gastámos velas à procura da oposição? Onde anda? São coniventes? Querem uma placa a dizer que deram o seu amén? Trocaram a sua posição por um cargo numa empresa municipal?
Se não há oposição talvez esteja na altura do povo de Olhão se opor! Afinal é o seu dinheiro, é a sua terra, são os seus jardins e são os seus autarcas que deviam estar lá para os ouvir e tomar as decisões acertadas ... em de se servirem a eles.
 Resultado de imagem para fotos do Jardim Patrão Joaquim LOpes emOlhão


As imagens apresentadas são do Jardim Patrão Joaquim Lopes e foram retiradas da página web da Junta de Freguesia de Olhão e do Turismo do Algarve.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Demolições na Ria Formosa: Está em causa o Estado de Direito, e as pessoas tem o direito à contestação!

A Associação de Moradores dos Hangares marcou presença ontem, 9 de fevereiro, numa reunião conjunta com as restantes associações efetuada na Capitania do Porto de Olhão convocada pela autoridade marítima.

O Comandante da Zona
Marítima do Sul e Capitão do Porto de Faro, Capitão-de-mar-e-guerra, Cortes Lopes e o Capitão do Porto de Olhão, Capitão-de-fragata, Nunes Ferreira apelaram ao civismo da população e à colaboração das associações de moradores nas datas previstas para a tomada de posse administrativa de habitações nos núcleos do Farol e dos Hangares por parte da POLIS.extrato da noticia retirada da página da Associação de Moradores dos Hangares

 Foto de Filipe da Palma.

 Como podem as pessoas ser cívicas e colaboracionistas,  quando vêem que em Monte Gordo há um Hotel chamado Dunamar, construído em cima das dunas, e que lá vai continuar.

Como podem apelar às pessoas para nada fazerem, e para não reagirem,  quando o governo do PS aprovou uma lei para autorizar a construção no Litoral Alentejano?Pode ler carregando aqui.
Como poder haver uma lei do Domínio Publico Marítimo, que só se aplica aos pés descalços, e deixa as mansões dos poderosos construídas em Domínio Publico Marítimo de pé? 
 


Como podem as pessoas não reagir se na Fuzeta se dão ao luxo de numa das maiores marés que marcariam a linha do Preia Mar, os poderosos donos dessas mansões de luxo aprovadasem DPM;  pela CMOlhão, tiveram o desplante de fazer um aterro para a agua não subir, assim fazer recuar uns metros o limite do Preia mar.


 A quem interessa que essas casas de gente poderosa não vá abaixo?
Será que é assim que  Portugal  é  um estado de direito onde TODOS os cidadãos temo direito de ser tratados da mesma forma???
Será que as pessoas da Ilha dos Hangares,  não tem o direito à indignação por essa diferença de tratamento por parte do Governo PS que aprovou o POOC e o Programa Polis Ria Formosa?

Será que as pessoas não tem o direito de defender as casas que construíram à vista de todas as autoridades e muito antes de ser criado o Parque Natural da Ria Formosa?
Porque será que as casas das pessoas na Ilha dos Hangares que estão a 50 metros do Preia Mar,  tem de ser demolidas alegando o Ministro do Ambiente do Governo PS, a segurança das pessoas, e  o presidente da CMOlhão que faz parte da Administração do Polis Ria Formosa,  autorizou o mês passadoem sessão da CMOlhão,  que acabasse o embargo decretado pela CMOLhão em 2009, de uma obra ilegal dentro de agua da Ria Formosa na Fuzeta?
 
Tal obra foi embargada por não respeitar o projecto  e as respectivas condicionantes será que agora essa obra está legal?
E que diz o Ministro do Ambiente do governo PS desta construção dos condomínio fechado e de Luxo Delmar Village na Fuzeta ,de cerca de 90 apartamentos,  vendidos entre 800000€ e 1 milhão de € e autorizada pela CMOlhão onde era vice presidente António MIguel Ventura Pina, e construída em 2009  já com o programa Polis Ria Formosa implementado?
 
Nessa obra na Fuzeta em DPM,  os construtores deram-se ao luxo de usar o entulho da construção das obras do  empreendimento para fazer aterro para alterar as quotas dos terrenos pertencentes à Rede Natura 2000,e assim ficar com a piscina ao nível do praia mar.
Será que a segurança dos compradores abastados,  desses apartamentos de luxo não correm perigo ou  o Ministro do Ambiente do PS só se preocupa com a segurança dos pés descalços, que não tem dinheiro suficiente para ter casa nas margens da sua  Ria Formosa?
Será que as pessoas vão ficar impávido e serenas ou  resistir, e exigir o direito de igualdade?
Tanta revolta quando o governo era do PSD e agora que o governo é PS tanta submissão?
Será ordens de um certo camaleão  na administração do Polis Ria Formosa, António Miguel Ventura Pina que vomitou para a comunicação social as seguintes declarações:

"António Pina admitiu ser necessário realizar acções de renaturalização nas ilhas, mas avisa que "é tão radical" a posição de querer "deitar tudo abaixo", como a de defender "que nada deve ir abaixo.
Para o autarca, o PCP e o BE "não se podem acantonar numa decisão radical de que nada pode ir abaixo" Será que opresidente da CMOlhão e da Administração do POlis Ria Formosa, fala assim porque vê a casa do Pai  ex governador civil de Faro, fica de pé?

Perante essa posição ao DN, de António Miguel Ventura Pina,  percebe-se porque razão quando as visitas dos ministros do governo PS ao Algarve nunca mais houve manifestações a contestar as demolições!  
Como diz o ditado popular o Povo não perdoa a traidores, e esses aos poucos e poucos vão mostrando o rosto. 



VERSÃO BRASILEIRA DO POEMA DE MAIAKOVSKY
 
 
NA PRIMEIRA NOITE, ELES NOS DERAM UM TAMBOR E BATUCAMOS ATÉ AMANHECER.
 
NA MANHÃ SEGUINTE, ELES NOS DERAM UMA BOLA E JOGAMOS ATÉ ANOITECER.
 
ENTÃO, ELES NOS DERAM UM TERÇO E REZAMOS ATÉ ANOITECER.
 
DEPOIS, ELES NOS DERAM UMA TV E ASSISTIMOS BBB ATÉ AMANHECER.
 
ENTÃO, ELES LEVARAM NOSSOS CÉREBROS E LHES AGRADECEMOS, PORQUE ERAM MUITO PESADOS PARA CARREGAR.
 
Será que é isso que vai acontecer?




 

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Continua o gamaço e as ilegalidades, na factura da agua em Olhão!

Na sessão publica do passado mês de Novembro, apenas tendo sido publicada a acta da dita cuja, passado dois meses, na tentativa de iludir a vigilância dos munícipes presentes nessa sessão  publica de 30 de Novembro de 2016.





Na imagem  de cima reproduzimos uma página do relambório com que a empresa Municipal Ambiolhão justifica  a alteração dos tarifários da factura da água  para 2017, e das quais ressaltam desde logo duas ilegalidades.
Assim as tarifas variáveis  crescem 7,4% (6%+1,4%) e as fixas 6%, do que resulta um aumento dez vezes superior ao permitido por lei.
Diz o  Nº2, do artigo 23º, do Decreto Lei 194/2009 que:
"Para efeitos de actualização prevista no numero anterior, o calculo da variação do tarifário deve ser realizado com base num índice de preços de Laspeyres, em que o as quantidades utilizadas são apuradas no período completo de 12 meses findo no mês de Junho do ano procedente ao exercício  no qual é aplicado o novo tarifário"
Sendo assim teríamos de recuar a Junho de 2016, quando o índice de Laspeyres registava a taxa de o,6%.

A taxa de aumento de 1.4% com que nos brindam a Ambiolhão e a CMOlhão é a prevista na inflação para 2017, contrariando assim o que estipula a lei.
A situação é tanto mais grave, quando nós  e a CMOlhão tínhamos conhecimento que estava a decorrer um processo em Tribunal Administrativo, que nem assim inibiu os administradores/autarcas efectivos de aprovarem tal aumento.
Mas ainda tem mais:O  IVA que é um imposto dedutível, não representando por isso qualquer encargo para a empresa, pelo que a justificação apresentada só terá aceitação para aqueles que são alheios a este tipo de assunto.
Curiosa é também a prestação do vereador da CDU ex.chefe das Finanças em Olhão aposentado, que em lugar de esclarecer o modo de funcionamento do IVA, resolve servir de muleta à Geringonça de Olhão(PS/PSD), abstendo-se no acto da aprovação desse brutal e ilegal aumento da factura da água.
No Concelho de Administração da empresa Municipal Ambiolhão pontificam, os vereadores Carlos Martins do eleito pelo PS  o Drº Sumol também conhecido por Eduardo Cruz eleito pelo PSD,  para além do próprio presidente camaleão, António Miguel Ventura Pina, por esse motivo não podiam votar o brutal e ilegal aumento da água.; De realçar que os últimos  tem por hábito enaltecer os seus altos dotes gestionários, quando se trata do assalto à carteira dos munícipes.
Bem pode o presidente camaleão,  por os seus imbecis acólitos a manifestarem-se nas redes sociais, contra os  opositores do regime socialista de Olhão e contra a Geringonça de Olhão(PS/PSD), saída das eleições autárquicas de 2013.
Quando o fim das ilegalidades na factura da agua em Olhão levados à prática pelo PS e pelo PSD?

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Ex autarcas do PS Algarve acusados pelo Ministério Publico: 1º Olhão agora Portimão.

Em 24 de Novembro de 2016 publicamos este artigo, onde divulgamos que o Ministério Público acusou Francisco Leal, ex-presidente da CMOlhão, de ter lesado  o Município de Olhão em cerca de 7 Milhões de €. Esta acusação de um crime de prevaricação,  deveu-se a uma queixa  apresentada em 2009 pelo  Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão".
Esta semana foi notícia que Luís Carito, o autarca do PS de Portimão, que engoliu provas do crime, foi esta semana acusado conjuntamente com o ex-autarca Jorge Campos, pelo Ministério Publico por abuso de poder e participação económica em negócio. Segundo a investigação levada a cabo, estas condutas causaram “um elevado prejuízo ao Estado”, no valor global de 4.614.448,20 euros.
Perante tal acusação do Ministério Público, a C.M. de Portimão de maioria PS, resolveu constituir-se assistente no processo Judicial do Ministério Público contra os ex-autarcas do PS e outros 19 arguidos, que são acusados de vários crimes, conforme se pode ler aqui
A CMPortimão ao constituir-se assistente neste processo, tem o direito de ser reembolsada no valor de 4.614.448,20 €, se os acusados forem condenados.
Em Olhão a CMOlhão tudo fez para chumbar a proposta do vereador do BE Ivo Soares, várias vezes apresentada de a CMOlhão se constituir assistente no processo em o Ministério Publica acusa Francisco Leal, ex-presidente da CMOlhão de lesar a C.M.Olhão  em cerca de 7 Milhões de €.
Inclusivamente, numa  das sessões públicas da CMOlhão, em 30 de Novembro, vários cidadãos puderam testemunhar as acusações feitas ao vereador Ivo Soares, pelo vereador Eduardo Cruz, eleito pelo PSD, de  fazer “chicória política” ao querer forçar a CMOlhão a constitui-se assistente  no referido processo de acusação a Francisco Leal.
António Miguel Ventura Pina presidente da CMOlhão eleito pelo PS, corroborou nessas acusações do vereador Eduardo Cruz  e disse mais uma vez que a CMOlhão iria pedir mais um parecer jurídico.
Parece que António Miguel Ventura Pina e os seus apoiantes na CMOlhão incluindo os vereadores do PSD,  Eduardo Cruz e Domitília Matias, deixaram passar o prazo legal da CMOlhão se poder constituir assistente nesse processo. Assim em caso de condenação, não será possível exigir o retorno dos 7 milhões em que a CMOlhão foi lesada. A CMOlhão ficará assim duplamente lesada!
É caso para dizer: tão prevaricador é o que prevarica como aquele que fica a ver e tudo faz para ocultar o crime de prevaricação.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Os Mercados de Olhão e o resto



Os mercados municipais são estruturas tradicionais de comércio que encontramos praticamente em todo o nosso país.
Estes mercados têm muitos aspectos positivos quer para comerciantes/produtores locais que conseguem esgotar os seus produtos, quer para os consumidores que têm a oportunidade de adquirir produtos variados e frescos e com qualidade associada, ao mesmo tempo que se reduz a pegada ecológica dos produtos alimentares que são consumidos pela população. Para além disso há uma relação de confiança com os vendedores que se conhecem de toda a vida e a relação qualidade/preço também é muito boa.
O comércio local e neste caso a nossa praça ou mercados municipais dinamizam a localidade, porque promovem um consumo dentro do círculo social da cidade, ajudam a manter tradições locais preservando o património e são centros de convivência da população.
Ao apostar-se no desenvolvimento dos mercados municipais está-se a promover o desenvolvimento do município, contribuindo para o aumento de novos postos de trabalho, recolhendo impostos municipais e gerando mais investimentos.
2016-11-26-11-58-07
jjoaovalentim.wordpress.com
Precisamente por tudo isto, é que não se percebe como é que, ao abrigo de um orçamento participativo, à partida viciado e cuja representatividade é duvidosa (5% da população do concelho), pode pôr e dispor destes espaços sem uma reflexão sobre as suas consequências a curto e médio prazo.

A eliminação da circulação automóvel na Zona Ribeirinha a sul dos Mercados e a restrição a um único sentido na Av.5 de Outubro são sem dúvida um primeiro passo para acabar com os mercados de Olhão. Quem vai carregar com meia vaca às costas? Quem vai carregar com uma dúzia de caixas de laranjas, arrobas de batatas ou melancias? Quem vai descarregar as caixas de peixe? Uma estrada daquela largura vai servir para quê? Para alargar as esplanadas? Nem só de restaurantes e cafés vive Olhão. Há que saber cuidar das restantes actividades económicas que a muito custo ainda conseguem sobreviver nesta cidade.
Num sábado normal podemos verificar a dinâmica da nossa praça onde os locais e os visitantes das localidades em redor se abastecem e é esta dinâmica que torna os mercados municipais atractivos para os turistas.
Posto isto, é bom que os trabalhadores do mercado de Olhão se insurjam contra as medidas que estão a ser tomadas sem os consultar e que façam ouvir a sua voz na defesa do seu local de trabalho. 
E nós? Bem, se queremos continuar a ir à praça e se queremos que Olhão mantenha as suas características, é melhor também tomarmos uma posição!