quarta-feira, 28 de setembro de 2016

PS trai os eleitores da Ilha da Culatra e vai proceder às demolições na Ilha do Farol!.

As demolições na Ilha do Farol estão aí, e como sempre afirmamos que os camaleões de 4 patas e de 2 patas, só serviriam para enganar e desmotivar as pessoas da verdadeira luta que deviam travar, contra as demolições que era a defesa da Ria Formosa e  pela  igualdade de tratamento.
Sempre afirmamos que o poder seja ele PSD/CDS seja PS iriam tentar dividir as pessoas, para não envergar pela verdadeira luta,que devia ser  a a revisão do POOC Vilamoura Vila Real de Stº António,e o fim da poluição da Ria Formosa.
A divisão foi estudada e  foi executada por este governo PS, de António Costa e  de António Miguel Pina o tal presidente da CMOlhão, tal que se armou em defensor do ambiente com o argumento da defesa dos camaleões,  enquanto o governo foi PSD/CDS, mas que se calou por receber ordens superiores para se calar,  assim que António o Costa formou governo.
Assim que Antóniuo Costa frmou governo, logo começaram  a prometer mundos e fundos para o núcleo da Ilha da Culatra de modo  a dividir a luta, está confirmada a divisão e as demolições voltam à ordem do dia desta vez pela mão do PS, com as promessas vãs de salvaguarda do Núcleo de pescadores da Ilha da Culatra..
Enquanto isso na Fuzeta o empreendimento o DELMAR VILAGE  foi construido praticamente dentro de agua, e o empreendimento "Viver a Ria" de um camarada do PS,  continua a construir em Domínio Publico Marítimo e sem  o obrigatório  titulo de utilização do Domínio Publico Hídrico.
Será que tal infracção ao POOC,  é perdoada  devido a esse ex.presidente de uma autarquia do Algarve ser camarada de partido, de António Costa e ter projecto aprovado plea CMOLhão do qual o camaleão mor António Miguel Pina é presidente?
As pessoas devem escolher um lado da barricada que é  lutar ou o outro que é continuar a acreditar em quem está sempre de sorriso na boca e a prometer tudo e mais alguma coisa para depois lhes espetar a faca nas costas!
Não foi por acaso que esse camaleão mor António Miguel Ventura Pina o ainda presidente da CMOlhão,  faltou ontem aos protestos em Portimão, pois sabe se aparecer nos protestos públicos  o PS tira-lhe o tapete e já não será candidato do PS às próximas eleições autárquicas de 2017.
O PS que diga às pessoas a que grupos poderosos, vão vender ou concessionar as Ilhas do Farol Hangares e Culatra, pois o mesmo se passou em Troia, onde em nome do ambiente nada se podia,correndo com os pescadores do local, para depois construírem os Hoteis de luxo os Resorts fechados  e Marinas.
Organizem-se e lutem não só em defesa das casas mas em defesa da Ria Formosa  da democracia e da igualdade de tratamento.
 P.S.
O seguinte documento foi roubado da página do f.b. a uma das pessoas que nunca acreditou nas promessas desses políticos, que fazem da boca cu e assim que passaram as eleições e depois de eleitos voltam com a palavra atrás.


sábado, 24 de setembro de 2016

Feira de Olhão de 2016, Feira de S. Pina?


A Feira de Olhão para quem não sabe, já foi das maiores feiras tradicionais do Algarve. É também conhecida por Feira de São Miguel, por a sua realização anual ser de 28 de a 30 de Setembro e por dia 29 de Setembro ser para a Igreja Católica dia de São Miguel.
As pessoas mais velhas de Olhão sabem bem a grandeza da Feira de Olhão e as alegrias que a Feira de Olhão lhes proporcionou assim como aos seus filhos e netos.

Os anos que a Feira de Olhão tem ninguém sabe ao certo, no entanto a CMOlhão este ano inventou e colocou na sua página do Facebook a anedota:
"A Feira de Olhão já se realiza há mais de 130 anos, tendo o seu auge acontecido na década de 60 do século passado até aos anos 90. Terá sido a partir de 1968 que lhe foi atribuída a designação de Feira de S. Miguel."
Não sabemos onde o historiador ou  conselheiro político inventou essa data, que contradiz completamente o que a Agenda Municipal da CMOlhão,  publicou em 2011:


Na “História Breve da Vila de Olhão da Restauração” de Antero Nobre, editada em 1984 também se pode ler:

"Em 1752 já ali se efectuava, não se sabe desde quando, uma feira anual nos dias 28, 29 e 30 de Setembro (então, como hoje ainda, chamada Feira de S. Miguel)(2), que um alvará régio daquele mesmo ano autorizava que passasse a ser feira franca, tal a importância que ela, e a povoação, vinham ganhando(...)"
"Ao construir o Passeio Público nos terrenos que até aí constituíam o Campo da Feira, a Câmara Municipal decidiu que as feiras anuais passassem a realizar-se nas Praínhas, que então eram ainda quasi só alagadiços, mas que para o efeito começou logo a aterrar e sanear. Enquanto este aterro não foi concluído, o que demorou ainda não poucos anos, as feiras efectuaram-se nos adros anterior e laterais da Igreja Matriz (o primeiro que já então se chamava Largo da Igreja) e nas ruas adjacentes. Actualmente (1984) as feiras efectuam-se em terrenos da antiga Horta de Martins de Brito, a Sul do Hospital, para onde passaram quando, em 1982, foi construído nas Praínhas, um bairro de 120 casas pré-fabricadas." in "História Breve da Vila de Olhão da Restauração" (Antero Nobre, 1984)".

A Feira de S. Miguel, em Olhão, era a feira que abria a época das feiras tradicionais da província  do Algarve e que como já afirmámos, realizava-se nos dias 28 29  e 30 de Setembro, embora fossem raros os anos que a Feira de Olhão não tinha duas semanas, sendo certo que uma semana o evento durava sempre.
Pois este ano o presidente da CMOlhão entendeu que devia perpetuar o seu nome na História de Olhão e mudou a data da Feira de Olhão para os dias 22, 23, 24 e 25 de Setembro,  e resolveu mais uma vez,  entregar a organização da Feira a uma empresa particular a CR20, conforme se pode ler nesse texto retirado da página do Fb. da CMOlhão
"A Feira de S. Miguel, em Olhão, uma das mais carismáticas do Algarve e que abre a temporada anual deste tipo de eventos na região, vai realizar-se de 22 a 25 deste mês no estacionamento frente à GNR, na zona ribeirinha da cidade. A organização é da responsabilidade de uma empresa de eventos de Olhão, a CR20, e conta com o apoio do Município."
Já que os partidos da dita oposição estão todos calados, perguntamos se o presidente da CMOlhão ou seja lá quem for,  pode mudar a seu belo prazer,  a data da Feira de Olhão e entregar a sua organização a uma empresa privada sem consultar a Junta de Freguesia de Olhão e a Assembleia Municipal.
Por que razão o Presidente da CMOlhão António Miguel Ventura Pina, ou a vereadora responsável pelo pelouro das Feiras e Mercados, Grancinda Rendeiro toma ou tomam uma atitude dessas sem consultar a própria vereação, a Junta de Freguesia e a Assembleia Municipal? Provavelmente nem consultou a Associação de Feirantes de Portugal e tomou essas decisões a seu belo prazer e como é hábito dos ditadores.
Além disso, a CMOlhão já tem uma empresa Municipal que é a Fesnima (desnecessária, mal gerida e sugadora de fundos da Câmara) que foi criada precisamente para gerir e administrar as feiras, mercados e organizar eventos culturais no Concelho de Olhão. Então para que faz falta dar de mão beijada a organização de Feira de Olhão/Feira de São Miguel à CR20? De notar que a Fesnima é gerida por Vítor Lopes ex-vereador da CMOlhão, que por mero acaso, é cunhado do dono da CR20. É caso para dizer que fica tudo em família e divide-se o saque por todos!

Devemos manifestar a nossa indignação e exigir o retorno em grande da NOSSA Feira,  pois a Feira de Olhão é nossa e não do CR20. É a última tradição popular  que nos resta, depois da CMOlhão governada há mais de 40 anos pelo PS (com a concordância  e o abanar da cabeça de todos os vereadores dos partidos da dita oposição, em especial os vereadores do PSD que tem servido de muleta ao poder do  PS em Olhão), ter acabado com todas as outras tradições de Olhão:
- a Feira pequena ou Feira de Maio e que era Feira Franca e se realizava nos dias 29, 30 de Abril e 1 de Maio, que teve a ultima realização no largo onde é hoje o Parque do Levante;
- o Carnaval de Olhão um dos mais antigos do Algarve que acabou com o argumento que era demasiado selvagem;
- os festejos dos Santos Populares com a ruas enfeitadas com bastante bom gosto e os Mastros Populares, que se realizavam no Largo da Fábrica Velha, no Largo João da Carma e em muitos outros largos da nossa cidade.

O espaço onde se realiza actualmente a Feira de S. Miguel, mostra a pequenez das “mentes brilhantes” que gerem a nossa autarquia. Em vez da Feira de Olhão andar sempre a saltar de um lado para o outro ou realizar-se num espaço desadequado, deveria era regressar ao antigo Largo da Feira (de onde saiu para construir um bairro de casas pré-fabricadas que eram para durar 5 anos e duraram 35 anos) e aí deve ser criado um espaço de Feiras e Mercados com a grandeza que Olhão e sua Feira merecem.

Para quem, quiser recordar o passado da Feira de Olhão ou outros documentos sobre as antigas tradições de Olhão,  nada como ver este vídeo do  bolg Cine 31 sobre a Feira de Olhão

sábado, 17 de setembro de 2016

Morte na passagem de nível que divide Olhão ao meio! Será que a culpa vai morrer solteira?


Hoje em Olhão na passagem de nível da Avenida da Republica a cerca de 50 metros da Estação de Caminho de Ferro de Olhão um cidadão foi trucidado mortalmente,  por um comboio que vinha de Vila Real de Stº António em direcção a Faro.
De salientar que o presidente da C.M.Olhão António Miguel Ventura Pina, há mais de um ano, assumiu o compromisso perante a a Refer, de fazer uma obra no túnel subterrâneo,  de modo a evitar a passagens dos peões, por esta passagem de nível.
A única coisa que o Presidente da C.M.Olhão se limitou a fazer foi contratar um segurança, para se sentar do lado da Avenida da Republica de modo a evitar que os cidadãos passassem , quando o comboio se aproximava.
Como é normal o presidente da C.M.Olhão mais uma vez  como é seu hábito prometeu e não cumpriu, e nem sequer se preocupou em colocar cancelas computorizadas que fechassem o acesso à linha quando o comboio estivesse a chegar ou a partir da Estação de Caminhos de Ferro de Olhão situada a cerca de 50 metros do local de acidente que aconteceu este fim de tarde.
Nós no Olhão Livre sempre defendemos essa solução para a segurança dos peões que diariamente atravessam esta passagem de nível, que divide Olhão ao meio e que acaba por ser o acesso natural dos utentes que por ali transitam.
Por que será que António Miguel Ventura Pina presidente da C.M.Olhão e o futuro candidato do PS  às eleições autarcas de 2017  esbanja o nosso dinheiro em festas e festarolas na Avenida 5 de Outubro durante o verão todo de 2016  e ignora da segurança dos cidadãos de Olhão que diariamente são obrigados a atravessar a pé essa passagem de nível?
Mais uma vez, se assiste a tomadas de decisões tendenciosas, pelo presidente (sempre para o lado dos mesmos) e que de modo algum são aquelas que defendem os interesses da população.

domingo, 4 de setembro de 2016

OLHÃO: PSD, SEITA DE TRAPALHÕES!


A propósito do despacho de arquivamento do pedido de sindicancia à gestão dos dois últimos mandatos na Câmara Municipal de Olhão, o PSD emitiu um comunicado que nos merece alguns comentários.
Desde de sempre que o PSD, no órgão Câmara, sempre funcionou e funciona como uma muleta do PS, aprovando quase todas as deliberações do executivo, mesmo que elas contenham as irregularidades que agora dizem reconhecer.
Neste contexto, o PSD só aprovou o pedido de sindicancia porque à época ainda restavam alguns resquícios da campanha eleitoral, onde os eleitos pela laranja se arvoraram em defensores da transparência e arautos da mudança.
Nunca esteve na cabeça deles nunca o levar o processo até às últimas consequências, e mesmo que a proposta inicial do PSD tivesse vingado, uma sindicancia externa, jamais a utilizariam para pedir responsabilidades que afectariam elementos do seu partido.
Mas o que os trapalhões do PSD não dizem, é que o pedido de sindicancia foi dirigido à IGF, ao cuidado de um determinado inspector, o que por si só deveria levantar suspeitas; assim como nunca utilizaram os canais partidários para saber qual o ponto da situação da dita cuja, numa altura em que era o seu partido que governava.
Aliás, passados meses, quando questionada através da Assembleia da Republica, a IGF respondeu que não tinha prazos para executar a sindicancia, o seu partido não se pronunciou, talvez pelos demasiados rabos de palha que tem.
Atirar a responsabilidade do despacho de arquivamento do pedido de sindicancia promovido pela IGF, para cima de terceiros, só pode ser entendido como uma manobra de diversão, já que no comunicado da laranja não se lê uma única palavra para a falta de transparência de uma entidade que tem a obrigação de fiscalizar as autarquias com os argumentos invocados.
É óbvio que o PSD, enquanto partido da alternância governativa, integra a central de corrupção que se instalou no País e não tem qualquer interesse que situações destas cheguem ao conhecimento do grande publico, e no caso de Olhão também não,porque iria comprometer militantes seus.
E se no passado foi assim, o presente continua mais que escuro para as bandas daquela seita instalada na Avenida Sá Carneiro.
Nas imagens acima damos um exemplo daquilo que é a falta de transparência do que tem sido a gestão camarária no mandato a decorrer e que tem contado com a cumplicidade dos eleitos pelo PSD.
Assim, os eleitos pelo PSD, em sessão de câmara e na Assembleia Municipal, aprovaram o chamado Loteamento do Porto de Recreio de Olhão, apesar das irregularidades que saltam a olho nu.
Todos os documentos do Loteamento o referem como sendo do Porto de Recreio, o que não impediu que o Aviso (imagem de cima) para a discussão publica se referisse a ele como sendo em Brancanes, Freguesia e Concelho de Olhão. Ora, na imagem de baixo, retirada do site do Município, pode ver-se que só existem no concelho, três localizações de Brancanes, assinaladas a cor de laranja, duas em Pechão e uma em Quelfes e nenhuma em Olhão.
Como podia alguém participar nesta discussão publica se o Aviso identificava mal o Loteamento? E será que este incidente não está ferido de nulidade?
Para não falar no resto das irregularidades contidas em todo o processo.
Nestas condições, podem os eleitos pelo PSD apontar o dedo a quem quer que seja, que não a si próprio, como muletas da falta de transparência e de crimes associados à corrupção?

sábado, 3 de setembro de 2016

OLHÃO: CÂMARA ALÉRGICA AO BOM AMBIENTE!


Estamos em Setembro e não há noticias de ter chovido nos últimos meses pelo que a presença de aguas nas linhas de agua só se pode dever a uma má utilização da rede de aguas pluviais ou de esgotos, situação para a qual a Câmara Municipal de Olhão e em particular o seu presidente, têm revelado alergia.
Há poucos dias atrás revelávamos que a Avenida D. João VI, ex-Nacional 125, lado sul, ainda utilizava fossas apesar de os prédios da zona terem mais de vinte anos. Mas hoje deparámos com a agua que as imagens documentam, no lado norte da mesma artéria, junto à Rotunda.
Se atentarmos no estado da verdura, que nesta altura do ano era para estar seca, é caso para dizer que aquela agua não está ali por acaso, sendo pelo contrário presença continua.
Na linha de agua que acompanha a dita Avenida, da Rotunda para Este, a verdura estende-se, dando indicação de onde poderão vir as aguas. Mas acontece que o Caminho João da Terça está sequíssimo, pelo que não se poderão atribuir a escorrências de lavagem de algum quintal, pelo que o óbvio apontaria para uma ligação existente algures,mas que a Câmara não está interessada em localizar, avessa que é a matéria de esgotos.
Quem passeia junto à Rotunda, vê a enorme quantidade de mosquitos, um alimento natural para certas espécies como o camaleão, figura predominante neste concelho, a ponto de nos interrogarmos se o Pina não estará a produzir mosquitos para alimentar os seus camaleões.
Certo é que, apesar de já se terem passados tantos anos, a Ilha da Armona continua com fossas, a Avenida D. João VI também, o Aldeamento de Marim não foge à regra e agora até a Rotunda "mete" agua, depois das descargas das Piscina Municipais para a Ria.
É caso para dizer que a Câmara Municipal de Olhão é alérgica ao bom ambiente.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

OLHÃO: ORÇAMENTO (POUCO) PARTICIPATIVO!

O próximo orçamento, é aquele que vigorará até às próximas eleições autárquicas, e sabendo nós qual a forma de funcionamento dos partidos do arco da governação, sempre em função da agenda eleitoral, não espanta pois, que António Pina venha apresentar a proposta de um Orçamento Participativo, procurando arregimentar algum eleitorado pouco familiarizado com estas questões.
Como é do conhecimento publico, não há muitos anos, que a Freguesia de Quelfes cercava a de Olhão, mal se percebendo como foi possível alterar a sua cartografia sem a ter submetido a discussão publica, por forma a que Quelfes abandonasse parte do seu território a sul da Nacional 125 e oeste de Olhão.
Claro que sabemos que em função da Reforma Administrativa do governo de Passos e Portas a Freguesia da Fuzeta foi extinta. Para isso contribuiu esta alteração cartográfica, dando à de Olhão ainda alguma margem de crescimento com os terrenos "conquistados" a Quelfes. E com isso, os traidores do partido dito socialista, deixaram que a Fuzeta fosse extinta, quando muito provavelmente a sorte tocaria à de Olhão.
Esta introdução vem a propósito do primeiro paragrafo, na coluna da esquerda da imagem, onde se apontam 5 freguesias, quando fruto da Reforma Administrativa, passaram a 4. Claro que se trata de uma operação de charme para a população da Fuzeta, tentando mais uma vez enganar as pessoas. Se tivéssemos um presidente a sério, já teria reunido uma Comissão de Fuzetenses e teriam pressionado o governo para o regresso da Freguesia da Fuzeta, um freguesia com mais de duzentos anos.
No capitulo dos Objectivos do Orçamento, lado direito, 2º paragrafo, diz-se que se pretende fomentar uma sociedade civil activa na definição das prioridades governativas no âmbito da qualidade de vida no concelho.
Com as verbas destinadas ao Orçamento Participativo e as limitações impostas, não nos parece que possa haver a melhoria que se pretende; quando muito algum canteiro transformado em jardim ou mais uma estatueta, tão ao agrado do presidente. A melhoria da qualidade de vida passa pela promoção e execução de politicas de progresso e bem estar das populações assentes no desenvolvimento sustentável proporcionado pelo equilíbrio dos desenvolvimento económico e social e no respeito pelo ambiente, condição essencial para a melhoria para a qualidade de vida. 
Ainda no mesmo capitulo, o folheto vem falar na "valorização da democracia local". O autor do texto deve viver num concelho muito diferente do nosso. Em democracia, debatessem-se abertamente os problemas, fazem-se criticas, refutam-se criticas, dá-se a conhecer tudo o que é do interesse publico, fazendo publicar todas as decisões e deliberações com eficácia externa.
A prática da autarquia tem sido a de esconder sistematicamente toda a informação, nunca publicando um despacho com eficácia externa como o são os relativos a obras. Mais o comportamento do presidente quando confrontado com determinados problemas reage mal, tendo até mandado um munícipe à merda e a outros, com idade para ser avô dele, respondendo torto. Como pode este presidente vir falar em democracia quando se trata de um autêntico ditador?
Com papas e bolos se enganam os tolos! Será que vai conseguir enganar alguém?
ACORDEM!


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

RIA FORMOSA MAIS FORMOSA PARA UNS E MENOS PARA OUTROS


A imagem acima foi retirada de https://www.facebook.com/futureng/photos/a.1173907309288777.1073741860.123938944285624/1218629484816559/?type=3&theater.

Nada nos move contra a empresa, nem sabemos quem é, porque não é a empresa que está em causa mas sim o que está por detrás da aprovação desta construção na Ilha da Armona.
A concessão da Ilha da Armona foi objecto de um Plano de Pormenor, ainda em vigor, mas está também sujeita às emanações do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa e do Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura - Vila Real de Santo António, pelo que o Parque e a APA estavam obrigados a proferir um Parecer prévio.
DE acordo com o POOC, a área concessionada está considerada como Espaço a Reestruturar, pelo qual está programada um Unidade Operativa de Planeamento (V) prevendo-se algumas demolições. 
Pela sua localização, e a fazer fé nas plantas do POOC (síntese e de condicionamentos), a casa ( pequeno palacete) integra faixa susceptivel a galgamento e faixa com relevo dunar e ainda dunas, estando por isso ao abrigo dos artigos nº 49 e 50 do POOC, que interdita qualquer construção, a não ser apoios de praia.
Obviamente que a autorização para uma tal construção, na situação que esta se encontra, apenas é concedida a alguém com poder ou influência suficiente para conseguir, aquilo que aos outros é negado.
Vermos isto e pensarmos que as mesmas entidades que declararam guerra às casas nas ilhas barreira, de gente sem esse poder e ou influências, aprova uma construção destas é no mínimo escandaloso.
Afinal, as razões ambientais invocadas como destruição das dunas, risco para pessoas e bens e outras apregoadas para levarem pode diante as intenções políticas de correrem com as populações residentes, não passam de um treta para os incautos acreditarem.
Deve dizer-se desde logo que o preparam, é na verdade correr com as populações residentes nas ilhas e em toda a frente de mar para as periferias dos aglomerados habitacionais nas margens da Ria Formosa, para nela introduzir o elemento estranho, subordinando tudo à exploração turística em detrimento daqueles que ao longo dos anos, têm defendido as ilhas.
Casas legais ou ilegais, têm sido o suporte da manutenção das ilhas barreira, bastando olhar para a destruição da Península de Cacela, onde não havia nenhuma casa e por isso não inspirar os cuidados ambientais tão proclamados.
Mas há um pormenor que não deve ser esquecido: é que a concessão da Ilha da Armona está entregue à Câmara Municipal de Olhão, presidida por António Pina, o tal que a quer transformar numa nova Quinta do Lago, mesmo à custa de uma serie de demolições.
Vejam o vídeo que publicámos em artigos anteriores para perceberem a mensagem do Pina quanto à possibilidade de pequenos resorts nas ilhas. E a população indígena vai para onde?
Vastas áreas de areal a serem concessionadas, mandando as populações, com menos recursos económicos  que não terão como pagar para usufruir das praias, para bem longe, ou seja, uma forma sub-repticia de pela condição económica negar o acesso a um recurso natural, de todos nós.
Acordem!