terça-feira, 21 de abril de 2015

S.O.S. socios do S.C.O! Estádio José Arcanjo em risco de ser penhorado,por dividas às Finanças!

Um sócio do SCO,  mandou  para o emai-l do olhão Livre a convocatória da ordem de trabalhos da Assembleia Geral do SCO, onde entre outros pontos, se inclui no ponto 6 do SCO, dessa Assembleia Geral a hipótese de penhora dos Estádio José Arcanjo..
O ponto 6 dessa ordem de trabalhos diz o seguinte,  e é assinado por Filipe Ramires presidente da A,Geral do S.C.O.
Deliberar sobre a proposta  da direcção que visa a constituição da hipoteca a prestar pelo Sporting Clube Olhanense  a destinar sobre o prédio urbano destinado a campo de futebol, sito em Brancanes freguesia e concelho de Olhão,denominado Lote A (Estádio José Arcanjo),descrito na conservatória do registo predial do mesmo concelho, sobe o numero 2837/ 20050504,inscrito na matriz predial da aludida freguesia sob o artgo nº 6874, e de que o clube é proprietário,a favor da Fazenda  Publica Nacional,  para garantia de pagamento de dividas exequendas, até ao montante de 320 000€(trezentos e vinte mil euros),  a ordem do chefe das finanças de Olhão.
Perante esta ameaça de penhora,que os sócios devem recusar e exigir uma auditoria às contas do S.C.O. Perguntamos nós como é possível penhorar  terrenos que foram doados pelos herdeiros de José Arcanjo para neles dar lugar a uma cidade desportiva.
Há que exigir responsabilidades a quem prometeu o paraíso,  vendendo aos desbarato o gloriosos e histórico Estádio Padinha, e hipotecando os apartamentos que o saudoso José Damásio deixou por permuta ao SCO, e que agora com o inferno às portas nem sequer aparecem.
Há poucos anos diziam,os profetas da desgraça, incluindo muitos dos governantes locais,  que só fazendo uma SAD o SCO tinha salvação a SAD foi feita e a salvação é esta.
Podem os terrenos do SCO doados pelo benemérito José Arcanjo, para a prática desportiva dos filhos deOlhão,serem penhorados ou vendidos?
O Drº José Barbosa durante anos e anos presidente da Assembleia Geral do S.C.Olhanese, afirma que não  nas páginas 178 e 178 do seu livro " Visto e Ouvido em Olhão Reflexões" Editado pela C.M.OLhão em  1993.
Os sócios do SCO.  tem todo o direito de fazer essa pergunta" Pode o Estádio José Arcanjo ser penhorado como quer a direcção do SCO?

RIA FORMOSA: A HIPOCRISIA DO "LIMPAR A RIA FORMOSA"!

A Câmara Municipal de Faro através da sue empresa Fagar deu inicio a mais uma acção de propaganda, como se estivesse interessada em limpar a Ria Formosa e disso faz eco mandando constantes notas para a imprensa com se pode ver em http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/detalhe/centenas_recolhem_lixo.html 
Aparentemente tudo estaria certo, não fosse dar-se o caso da acção de limpeza e propaganda se destinar apenas a zonas de praias que de facto integram a Ria Formosa, mas não propriamente em relação à Ria.
O maior problema que a Ria Formosa é sem sombra de duvidas a poluição, mas contra isso a Câmara de faro nada faz, mantendo esgotos directos e sem qualquer tratamento a despejar para a Ria da mesma forma que promove uma lixeira junto ao cais comercial.
E se duvidas houvesse quanto à entidade que promove a lixeira, basta ver-se que o acesso àquela zona está condicionado por um segurança que tem a obrigação de fazer o registo das viaturas que acedem ao lugar.
Escuda-se a Câmara Municipal de Faro de ali manter um estaleiro vedado com materiais de construção civil e não só, num sitio que não será o mais apropriado dado tratar-se de uma zona protegida e que aos particulares seria proibido, mas que às entidades publicas tudo é permitido.
É óbvio que para a Câmara Municipal de Faro manter o estaleiro e a lixeira precisa da cumplicidade da direcção do Parque Natural da Ria Formosa e também da Administração da Região Hidrográfica, uma vez que se encontra na área do Parque e em Domínio Publico Marítimo.
Claro que também sabemos que o director do Parque é um aprendiz de jardineiro que tomava conta da relva do Estádio do Algarve e o presidente da ARH é filho de um ex-secretario de estado do repolho de Boliqueime, todos com um cartão laranja-azedo.
Enquanto a Câmara se entretém com esta farsa hipócrita de pôr voluntários a fazer quer ela própria deveria fazer, as pessoas vão acreditando nas boas intenções e não exigem aquilo que deveria manter a Ria Formosa cada vez mais formosa, acabando com o lixo e a poluição.
Mas parece que para os lados do laranjal só o que incomoda são as casas, mesmo que os moradores fazem questão de manter as casas e a áreas circundantes limpas.
Deixem-se de palhaçadas!

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Combate ao terror na Ria Formosa , será tema, da reunião de Jonh Kerry com Rui Manchete??

Será que o tema do terrorismo na Ria Formosa,  que o Polis tem exercido sobre as pessoas, com casas  construídas há mais de 40 anos na Ilha da Culatra, Praia de Faro e Ilhotes da Ria Formosa,  vai ser um dos  temas dessa reunião de amanhã, entre Jonh Kerry e Rui Manchete?
Será que Jonh Kerry  senador dos E.U.A. com uma "barraca"  construída, nas margens da Ria Formosa, no sitio da Fábrica em Cacela Velha,  "barraca" essa que impede a passagem dos cidadãos ao Domínio Publico que é de todos,  vai dizer ao Rui Manchete que é preciso parar a acção terroristas  das máquinas de destruição maciça que o Polis tem preparadas, para avançar a partir do dia 25 de Abril, para demolir cerca de 800 casas construídas, há vista de todas as autoridades, há mais de 40 anos quando ainda nem sequer existia o Parque Natural da Ria Formosa, nem o PROT nem  REN nem sequer se falava do POOOC?
Aqui fica mais uma vez a foto aérea da barraca do Jonh Kerry senador dos E.U.A. construída há poucos anos,  em Domínio Publico Marítimo nas margens da Ria Formosa, ou seja em pleno Parque Natural da Ria Formosa, em Rede Ecológica Nacional e zona abrangida pelo PROT, e agora pelo POOC. e muito mais perto do mar do que a casa de Claude  Picasso,  filho do famoso  pintor  Picasso, construção essaem Cacela Velha, bem perto da "barraca" do Jonh Kerry, e que o Parque Natural da Ria Formosa decretou o embargo durante  15 anos por excesso de construção.
Pode ver e ler o que se passou  com  o fim desse embargo que só foi conseguido com a redução substancial da área de construção da casa de Claude Picasso, em Cacela Velha: Pode ver fotos e mais desenvolvimento   carregando aqui.
Sabendo nós pelas fotos aéreas que a construção existente na zona da antiga fábrica , não tem nada a ver com aérea da actual barraca de Jonh Kerry, perguntamos nós como é possível essa barraca ter sido legalizada?Enquanto o governo PSD/CDS, quer à força demolir 800 casas na Ilha da Culatra e Praia de Faro,depois de já ter demolido as casas construídas no Ilhote de São Lourenço, deixando na rua várias pessoas que só tinham aquela casa para morar.
A casa do John Kerry na Fábrica, Cacela Velha. Agora já tem muros altos e jardins. http://t.co/cnXmtAKp7W

Politica de natalidade do Governo é: Mostrar as mamas para as mulheres que ainda tem emprego terem direito a reducção de horário.

Mulheres forçadas a espremer mamas para provar que amamentam

Trabalhadoras são chamadas a consultas de saúde ocupacional e propõem-lhes que esguichem leite para poderem continuar a ter redução do horário. Desde que começou a pedir provas, Hospital de S. João detectou que metade das licenças seriam fraudulentas.
Maria dos Anjos Teixeira, 34 anos, trabalha há 12 no Hospital de Santo António, no Porto Paulo Pimenta

Duas enfermeiras, uma do Hospital de Santo António e outra do Hospital do S. João, no Porto, queixam-se de terem tido que comprovar que estão a amamentar espremendo leite das mamas em frente a médicos de saúde ocupacional. Perplexas e indignadas, reclamaram para várias entidades, que lhes deram razão, mas para já nenhuma se dispôs a prestar-lhes algum tipo de apoio jurídico. O conselho que lhes dão é, tão só, o de que, no futuro, se recusem a fazer tal prova.
Noticia do publico on line
Nota do Olhão Livre. Mais uma medida digna de um governo fascista!
Que tal os governantes ministros e deputados assessores e toda a cambada de xulos desta República das Bananas, que se transformou Portugal, mostrarem o que fazem pelos que os elegeram para justificarem os chorudos ordenados que recebem.

Nas Ruas de Olhão os crimes continuam! Esgoto corre a céu aberto, há 3 dias infectando toda a zona envolvente.

domingo, 16 de novembro de 2014

OLHÃO: A CABEÇA DO PRESIDENTE NA LARGO JOÃO DE DEUS?

Apesar da semelhança de conteúdo, o vídeo de cima mostra, não o tampo da cabeça do Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão e da Ambiolhão, empresa responsável pela agua e saneamento, mas tão só a tampa de um esgoto localizado no Largo João de Deus, fronteira da chamada Zona Histórica.
Esgoto este que está a deitar por fora desde a manhã de quinta-feira mas que ninguém com responsabilidades viu ou não quis ver.
Diga-se de passagem que o caudal agora exibido é diminuto devido à hora a que foi feito o vídeo, 07:50 deste Domingo, com bastante gente ainda a dormir. O que seria em hora de ponta de um dia de semana?
Não venham agora atribuir culpas aos funcionários que executam ordens e que até prestam um serviço exemplar mas que contrasta com aqueles que têm por obrigação mandar executar, uns autênticos nabos.
Para quê tanto engenheiro, como a Clarisse que levou catorze anos para detectar um esgoto directo ou de um Alberto Almeida, filho de quanto baste para ser funcionário com direito a carro da empresa municipal, se depois não conseguem ver o que está à vista de todos.
Já sabemos que o Pina e a restante pandilha não gostam de andar a pé e muito menos percorrer algumas ruas da cidade porque não querem misturas com aqueles que os elegeram, que lhes delegaram um capital de confiança com base em promessas feitas para mais tarde serem confrontados com o oposto daquilo que lhes foi prometido.
E não basta aquela porcaria estar a correr para a rua senão ainda ir parar à rede de águas pluviais e desaguar na Ria Formosa que a acrescer ao incomodo dos moradores da zona, são motivos mais que suficientes para uma rápida intervenção.
Fosse isto à porta do Pina ou do Pirolito e tudo se resolveria de imediato, como o fizeram com os lugares de estacionamento.
Os moradores do Largo João de Deus devem mostrar a sua indignação e revolta pela forma displicente como são tratados pelo Poder local e exigir a Rápida resolução do problema.
REVOLTEM-SE, PORRA!
 
Este artigo foi publicado por a.terra em Novembro de 2014 e nele pode ver carregando aqui,os vídeos do crime de saúde publica que  aconteceu durante dias e dias.

Este fim de semana vários moradores mandaram e-mails para o Olhão Livre, a denunciar novamente aquela pouca vergonha. no Largo João de Deus.
Não será tempo da CMOlhão,  reparar de vez aquela conduta de esgoto, que de 6 em 6 meses entope e sai na via publica?
Tenham vergonha  na cara não roubem só as pessoas ao aumentarem a factura da agua, de tal maneira que cada vez há mais cortes de agua em Olhão, para quem não é amigo do regime.
Sabemos que os grandes amigos do regime o ano passado, deviam milhares de € e continuavam sem  nque lhes cortassem a agua, será isso legal?
Afinal o lema  de António Pina  na sua campanha eleitoral para a sua eleição, que era que:" Em 1º Lugar as Pessoas" era só para a caça ao  voto, pois para António Pina em 1º Lugar estão as empresas amigas do regime e as negociatas que favorecem os amigos.

domingo, 19 de abril de 2015

RIA FORMOSA: NOVA ETAR COM DECISÃO ILEGAL! POLUIÇÃO LEGALIZADA!

Tentando enganar as populações da Ria formosa com a construção de um nova ETAR, os políticos ligados ao actual governo, muito se têm vangloriado de uma obra que no futuro pode traçar um destino muito sombrio para os produtores de bivalves.
A nova ETAR será dotada de um nível de tratamento secundário com desinfecção, precisamente igual ao que é praticado nas ETAR ainda em funcionamento, pelo que está condenada à contestação dos produtores. 
Em principio, as ETAR serviriam para eliminar a contaminação microbiologica, por metais pesados mas também dos nutrientes como o fosforo e o azoto.
Quanto á contaminação por metais pesados devemos dizer que os avanços tecnológicos da industria permitiu a sua redução substancial, para alem de que as novas industrias estão obrigadas a instalar ETAR próprias antes de mandar os efluentes nos sistemas de saneamento, o quer permite dizer que nesse aspecto as ETAR até cumprem minimamente  seu papel.
Já a contaminação microbiologica pode e deve ser substancialmente reduzida, não só pela classificação das zonas de produção de bivalves como também pela qualidade das águas da Ria Formosa. Os actores políticos do arco da governação tentam fazer crer que acabando com a contaminação microbiologica está resolvido o problema da mortandade dos bivalves quando isso não corresponde à verdade.
A verdade é que, e nada garante que no futuro seja diferente, a matéria orgânica (caca) em suspensão turva as águas, impede a passagem da radiação solar para as plantas de fundo, determinando a sua morte por anoxia, como são o meio adequado á proliferação do Perkinsus Atlancticus, o parasita que ataca o aparelho respiratorio dos bivalves, que com a subida das temperaturas precisa de mais oxigénio, e acaba por sucumbir.
Mas as ETAR funcionam como autênticos centros de produção de algas microscopicas potencialmente toxigenas, como as diatomaceas, cianobacterias e dinoflagelados, com nos revelam as monitorizações e estudos sobre as descargas das águas residuais. Estas micro algas em determinadas condições climáticas, degeneram em biotoxinas. Embora existentes no meio natural, mas em quantidades que não constituem ameaça, elas são acrescidas pelas que diariamente são libertadas pelas ETAR.
E como se isso não bastasse, as águas residuais tratadas são ricas em nutrientes como o fosforo e o azoto, que como se sabe são utilizados como fertilizantes agrícolas, e que no libertadas no meio aquático, têm um efeito multiplicador das micro-algas, que para alem de poderem degenerar em biotoxinas, consomem  oxigénio presente nas águas da Ria Formosa.
Por todas essas razões era da máxima importância uma audição publica sobre a localização da nova ETAR pelos efeitos negativos que pode ter no ambiente e no desenvolvimento económico e social das populações.
A Lei 83/95 assegura o Direito de Participação Procedimental e de Acção Popular. Nela está previsto que este tipo de intervenções sejam submetidos a discussão publica, publicitada por editais afixados nos lugares de estilo, publicada em dois jornais diários de grande circulação e ainda num jornal regional.
A Águas do Algarve e a Agência Portuguesa do Ambiente não fizeram qualquer publicitação da discussão publica, pelo que o processo de construção da nova ETAR pode estar ferido de nulidade ou seja ilegal.
Porque vivem no obscurantismo as entidades publicas?
No fundo, aquilo que se prepara, é aos poucos e através da degradação económica e social de quem vive da Ria Formosa, levar ao abandono das suas actividades tradicionais, para introduzir um elemento novo,  turismo dos grandes interesses imobiliários.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 18 de abril de 2015

RIA FORMOSA: COM SE CRIA A LEGALIDADE E A ILEGALIDADE


Quem faz o crime é o legislador; o criminoso pratica-o!
Vem isto a propósito da legalidade e da ilegalidade do edificado na Ria Formosa, seja na margem oceânica ou na margem terrestre, onde os poderosos e influentes podem construir mercê de planos de ordenamento que se adaptam ou encomendam.
No caso em apreço, voltamos à barraca do senador americano John Kerry, no Sitio da Fabrica em Cacela Velha, só possível, porque o POOC, de forma muito conveniente, arranjou uma solução.
O POOC é um plano especial de ordenamento, hierarquicamente superior aos Planos Directores Municipais, tendo estes que se conformar com as emanações daqueles, e não o contrário.
O POOC criou então os Espaços de Urbanização Programada ou Espaços Turísticos para permitir que algumas áreas passassem a gozar de um estatuto semelhante aos dos espaços urbanos consolidados, mas que ainda não o tinham. Ou seja, foi através do POOC, que se permitiu a edificabilidade em sítios onde não se devia, normalmente junto ao mar.
As plantas do POOC estão dividida em três folhas, que consultadas nos mostram que os locais foram previamente seleccionados para dar satisfação a grandes interesses ou a poderosos, mas que na planta de condicionantes, aponta para a aplicação do Decreto-lei 468/71, a Lei do Domínio Publico Hídrico, em vigor até 2005.
O processo de obras da casa de John Kerry deu entrada ainda em 2004. Em 2005 o estado em que se encontrava o espaço, é visível na imagem de baixo, mas também se vê a volumetria existente. Mas em 2007, o espaço apresentava a imagem de cima, onde se vê bem a diferença da volumetria.
Por outro lado, ainda que pouco perceptível na imagem de baixo, o espaço tinha na sua frente de mar, uma muralha em tijolo de burro, para alem de que permitia o seu atravessamento para o acesso ao mar, como estava previsto na lei do domínio hídrico.
Com a construção desta barraca, destruíram a muralha e substituíram-na por betão. Sim, betonizaram a Ria e impediram o acesso ás pessoas, que têm de esperar que a maré vaze para atravessar para o outro lado.
Está tudo legalizado sim senhor porque para os poderosos e influentes se fazem leis a preceito, enquanto para os mais frágeis se manda demolir.
Estas e outras razões semelhantes são motivo mais que suficiente para correr com os politicos que têm governado o País e o conduziram à situação de fome e miseria em que o Povo está metido.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Governo deixa construir ilegalmente em cima da Arribas e Falésias,e agora vai destruir a Praia Dona Ana considerada a mais bonita do Mundo!Almargem convoca manifestação contra esse atentado.


A praia mais bonita afinal é curta e por isso vai ser soterrada por areia

A praia D. Ana, distinguida com o titulo a “mais bonita do mundo”, vai duplicar de tamanho. Ao Ministério do Ambiente, a associação Almargem pede a “suspensão imediata do processo de destruição em curso”.
A praia Dona Ana (Lagos) vai crescer, de forma artificial, para o dobro da área. O estaleiro de apoio às obras começou ontem a ser montado, com críticas dos ambientalistas aos trabalhos que vão obrigar ao encerramento da praia até ao início da época balnear. É uma “destruição da paisagem marítima ancestral e deslumbrante” desta praia, diz a Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental – Almargem, lembrando o outro lado da questão: os efeitos negativos dos empreendimentos turísticos encavalitados nas arribas.
A câmara de Lagos, numa nota distribuída à imprensa, considera que a obra da responsabilidade do ministério do Ambiente, é “indispensável para a viabilidade e continuidade da praia D. Ana, como praia de eleição e cartaz turístico de Lagos”. O alargamento da praia vai implicar a retirada 150 mil metros cúbicos de areia do fundo do mar, e ainda a construção de um esporão com 40 metros (que ficará parcialmente soterrado) a ligar um leixão à arriba. Durante o Verão, com a maré cheia, esta praia, de 40 metros de largura, fica reduzida uma pequena língua de areia, apinhada de gente a disputar a sombra das arribas.
A beleza da praia, lembra Maria José Trigoso, residente no local, “não está no tamanho, encontra-se nas suas características naturais, que pretendem agora artificializar”. Não será por acaso, observa, que a praia D. Ana foi recentemente considerada a “praia mais bonita do mundo” (revista Condé Nast Traveller) e a “melhor praia de Portugal (prémios TripAdvisor)”.
Por seu lado, a Almargem convocou para este sábado uma manifestação no local, com o objectivo de exigir ao ministério do Ambiente a “suspensão imediata do processo de destruição em curso”. Para os ambientalistas, a questão de fundo da defesa do litoral prende-se com a politica de ordenamento – empreendimentos construídos nas falésias sobranceiras à praia, exercendo uma “enorme pressão física sobre as rochas”. Neste caso, são apontados dois exemplos. O edifício Montana, debruçado sobre a falésia, com cinco andares (47 apartamentos), foi construído há cerca de três décadas. Na calçada de acesso às garagens abriu-se um buraco por onde escorrem as águas pela falésia até à praia. “Passo por ali todos os dias, quando vou levar o meu filho à escola, e tenho medo”, diz Ana Sousa, a porteira, acrescentado que a situação é conhecida da câmara há mais de três anos.
O empreendimento Iberlagos – 337 apartamentos, com uma enorme piscina construída sobre as rochas arenosas, é outro dos casos que obteve licença de utilização em 1997, cinco anos antes da publicação do Plano de Ordenamento da Orla Costeira ( POOC Burgau-Vilamoura). Durante a época baixa, a ocupação hoteleira é diminuta ou quase nula, mas quando chega Agosto não há praia que resista à massa humana. Os ambientalistas recordam que as zonas consideradas de maior perigo estão há muito tempo identificadas, situando-se entre a Ponta da Piedade (Lagos) e os Olhos d'Água (Albufeira). No entanto, tal situação não impede “com a conivência das autoridades” que surjam “com regularidade ainda mais novas construções” nesses locais.
As areias que vão ser depositadas na praia Dona Ana serão sugadas de uma profundidade de 40 metros, a cerca de dois quilómetros de distância da costa. A obra esteve para se realizar em 2009, mas devido à necessidade de fazer alterações ao projecto, acabou por ser suspensa. A proprietária do apoio de praia “Mar e Sol”, Luísa Martins, recorda-se de ter visto, nessa altura, a clientela a afastar-se quando as máquinas chegaram à praia. “Vamos ver se isto vai ser bom, não tenho muita fé”, observa, lembrando que a areia fina e dourada que actualmente existe vai ser coberta pelo areão escuro que vem do mar. Cá no alto, junto ao parque de estacionamento, o tendeiro Ramiro Lanceiro, comenta: “O mar leva, o mar traz”, diz, lembrando as muitas vezes que já viu os ventos de sueste deixarem a praia quase despida, para passado algum tempo voltarem a repor areias. Este comerciante foi um dos elementos que câmara de Lagos convidou, no passado sábado, a participar numa reunião para ouvir explicações técnicas sobre como é que se iriam processar as obras e pedir “compreensão” por eventuais incómodos que venham a suceder. “Não apanhei muita coisa do que foi dito, porque me falha o ouvido”, disse. Mas uma coisa reteve: “explicaram que areia vinha escura, mas depois o mar misturava com a outra e ficava clara”. A moradora do outro lado da rua, Maria José Trigoso, comenta: “Cinzenta, talvez”
O director regional da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Sebastião Teixeira, por seu lado, garante que esta operação que vai custar 1,8 mihões de euros, beneficia da experiência alcançada em intervenções semelhantes em anos anteriores. “Basta ir à praia Nova [situada ao lado da Senhora da Rocha - Lagos) e verificar o trabalho, positivo, que resultou da recarga artificial feita o ano passado”. Em relação às águas pluviais que rasgam a arriba, garantiu que os trabalhos de recuperação terão lugar depois de terminada o assoreamento da praia que vai permitir crescer dos 40 para os 80 metros de largura. Maria José Trigoso deixa uma advertência: “aumentam a praia, duplica o número de automóveis”. No Verão, diz, o estacionamento já é caótico – chega à Ponta da Senhora da Piedade. A porteira do edifício Montana, termina com um apelo. “Haja alguém que olhe para o Hotel Golfinho”. O edifício, abandonado, diz, “está transformado no covil de ratos”
Noticia do Publico on line
O governo deixa construir onde não se deve construir , e depois o resultado é este, o mesmo se passa nas margens da Ria Formosa onde grupos poderosos,estão ao ataque das margens da Ria Formosa em especial em frentes de mar  onde se saia de casa e se lave logo os pés ,nas aguas da Ria Formosa, como está a acontecer na zona Ribeirinha da Fuzeta numa zona de risco do  mais alto que há,pois em caso de Tsunamis corre o risco de desaparecer do mapa, mas a essas ilegalidades o Governo a fecha os olhos e a Protecção Civil do Algarve faz o mesmo.
A Almargem está a convocar uma manifestação para amanhã, contra este atentado do governo,que as pessoas devem aderir,  mas não se percebe porque não convoca a Almargem uma manifestação para que as pessoas vejam os crimes ambientais e urbanísticos que se passam na Ria Formosa!

Discussão Publica do Polis em 2009: Valeu toda a espécie de mentiras para enganar as pessoas,sobre as demolições na Ria Formosa!

 

Noticia do Algarve Press em 24 de Novembro de 2009 sobre a sessão Publica de discussão do Polis Ria Formosa, realizada  no Auditório da Quinta de Marim, em Olhão.

DEMOLIÇÕES SÃO “CASOS PONTUAIS” – Valentina Calixto





Pescadores, mariscadores e viveiristas das ilhas barreiras da Ria Formosa encheram, esta segunda-feira, o auditório do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), na Quinta de Marim, em Olhão, para participarem num debate público patrocinado pela Sociedade Polis, dirigida por Valentina Calixto, e questionaram esta segunda-feira aquela responsável e os técnicos que a acompanhavam (ICN) e empresa (Nemus) que ganhou o concurso para realizar os estudos de reabilitação ambiental na Ria, sobre quais as casas a demolir, mas Valentina Calixto remeteu para o futuro as informações sobre "casos pontuais".
Perante uma catadupa de questões dos moradores, profissionais e associações das ilhas, a que se juntaram intervenções de políticos locais do Bloco de Esquerda, a responsável pela execução do programa assumiu que “as demolições são uma das acções que estão previstas no Polis, mas que hoje (segunda-feira) não era o dia indicado para falar de casos pontuais, mas sim de fazer sugestões ao nível geral”
Sob um `fogo cruzado´de críticas e questões dos profissionais da Ria Formosa e moradores nas ilhas barreiras, que acusaram o Polis de ser "um relatório técnico e rebuscado”, com as “demolições escondidas pelo nome de renaturalização,”, Valentina Calixto teve de intervir em autêntico auxílio do técnico da empresa Nemus, que às questões sobre os estudos de perigo de galgamentos oceânicos, a ponto de se ditar a renaturalização de alguns locais das ilhas para as proteger desse perigo, admitiu que “não há estudos profundos sobre a estabilidade da Culatra e dos Hangares”.
Até em relação às dragagens na Ria e na barrinha de S. Luís, na zona nascente da Ilha de Faro, necessárias para a oxigenação da Ria Formosa, Valentina Calixto voltou a sublinhar que “não era o momento para falar sobre que canais iam ser dragados, acrescentando que actualmente o Polis está na fase da avaliação dos resultados dos inquéritos”.Perante as diversas insistências sobre as casas que vão ser demolidas, Valentina Calixto acabou por reconhecer que, também nessa área, “o Polis é um programa que terá de dar cumprimento ao que está determinado pelo POOC - Plano de Ordenamento da Orla Costeira”.
Recordemos que o "Polis Litoral Ria Formosa" é um plano de requalificação da Ria Formosa, que está em consulta pública até ao próximo dia 27 de Novenbro (sexta-feira), cujo investimento total ascende a 87 milhões de euros, com obras previstas até 2012.
ESTUDO PREVÊ “CONTESTAÇÃO NO MOMENTO DAS DEMOLIÇÕES” Por seu turno, Pedro Bettencourt, da Nemus, empresa responsável pela realização do plano de reabilitação ambiental para a Ria, nas explicações do relatório ambiental preliminar à plateia dos estudos realizados, admitiu igualmente a possibilidade de “contestação no momento das mais de 700 demolições, nomeadamente quando estiver em causa o realojamento de famílias com primeira residência”.Como consequência do plano de demolições é também salientado o “eventual desaparecimento de micro e pequenas empresas e postos de trabalho associados”, bem como a “dificuldades em depositar convenientemente os resíduos provenientes das demolições e da limpeza dos terrenos”. Na sua dissertação aquele técnico explicou: Como o plano global do PEIRVRF aponta apenas uma única visão estratégica que pretende fazer da Ria Formosa uma zona de sustentabilidade, coube à avaliação ambiental agora em consulta a equação de três cenários alternativos de desenvolvimento. 1 - A hipótese de manter tudo como está foi considerada como cenário zero, embora fosse desde logo classificada como «insuficiente». 2 – A segunda hipótese traça um cenário reactivo em que a Sociedade Polis não interviria na coordenação e os projectos seriam concretizados pelas entidades com responsabilidades na gestão do litoral.
Por último, o terceiro cenário foi o escolhido. Considerado proactivo, corresponde à total execução do Plano por parte da Sociedade Polis Ria Formosa, constituída pelo Estado e pelos municípios de Loulé, Faro, Olhão e Tavira. Por ser o mais ambicioso, é sobre o terceiro cenário que incide boa parte das mais de trezentas páginas do relatório ambiental e onde estão centradas centenas de recomendações.

Nota do Olhão Livre:artigo de Manuel Luís do Algarve Press onde se pode ver as fotos do auditório cheio, e se pode ler como a então presidente do Polis e da ARH hoje APA, quando confrontada com as pessoas se refugiou na mentira afirmando que as demolições do Polis  na Ria Formosa seriam PONTUAIS!

Passados mais de 5 anos depois dessa sessão publica em Marim,  as pessoas atordoadas pelas mentiras e pelas promessas dos partidos, que desde sempre as tem enganado, de que não haveria lugar a demolições mas sim uma renaturalização, deixaram-se enganar pelas promessas dos sucessivos governos, 1º do governo PS de José Sócrates e depois pelo actual governo PSD/CDS, e ao deixaram-se  adormecer e o resultado está à vista, pois agora todos os partidos que aprovaram o Polis Ria Formosa, nas Autarquias e nas Assembleias Municipais de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real se Santo António,  a sacudir agua do capote, quando quase todos eles tiveram a sua dose de culpa ao não mobilizarem e alertarem as pessoas para a defesa da Ria Formosa, pois é esta que está em causa e em risco de ser vendida; Como ontem Bacalhau presidente da CMFaro ao deixar escapar, e dizendo às pessoas presentes, que"não garante que na Ilha da Culatra não será construído Algo" conforme se pode ler nessa reportagem do Algarve Express um dos poucos órgãos da Comunicação Social regional,  com coragem para furar o cerco de silêncio, ao que se passa na Ria Formosa.
Nós no OLhão Livre, há muito que afirmam-mos que a Ria Formosa está a saque, e que o Leilão há muito começou,  ainda por mais sabendo que quem está à frente da revisão do POOC  , é  Valentina Calixto, que em 2009 enganou as pessoas revoltadas no Auditório de Marim.

Pois não foi  Valentina Calixto que autorizou as construções do Delamar  Village enquanto presidente da então ARH, e não foi Valentina Calixto que à pressa encomendou estudos feitos em cima do joelho, para fechar a Barra da Fuzeta que a natureza abriu , conforme pode ver o video carregando aqui mesmo em frente aos 92 apartamentos em construção em Domínio Publico Marítimo na Fuzeta.Com medo que o mar destruísse as construções iniciadas em 2009 do Delmar Village.
 Valentina Calixto gastou 3 milhões do erário Publico, sem que lhe tivessem pedido responsabilidades,  a fechar essa Barra, indo assim contra a natureza, pois o mar  é teimoso e  em ciclos de 50 a 60 anos,volta a abrir a Barra,  sempre naquele local em frente à estação do Salva Vidas na Fuzeta, como os documentos oficiais que temos em mão o provam!
O resultado do fecho da Barra está à vista pois passado um mês já a Barra  assoreada, colocava em risco a vida dos pescadores da Fuzeta na sua entradas e saídas para a faina do mar,e assim continua todos os dias a colocar a vida dos pescadores em perigo quando se gastam milhões em demolir casas de pés  gente sem poder , pois as casas de gente com poder vão continuar de pé!

Discussão Publica do Polis Ria Formosa em 2009. Passados mais de 5 anos dessa Discussão Publica, Os poderosos apoderam-se do Dominio Publico de Todos,perante o fechar de Olhos de TODAS as autoridades!


O texto que podem ler a seguir foi um artigo do Olhão Livre  em Novembro de 2009. Essa discussão publica foi realizada no Auditório da Quinta de Marim, sede do Parque Natural da Ria Formosa, que se encontrava completamente lotado e na mesa estavam,  a então presidente do Polis e da ARH,  Valentina Calixtoe do presidente do PNRF e Pedro Bettencourt empresa Nemus responsável pelo plano de reabilitação da Ria Formosa, e já nessa sessão publica  foi denunciado, alguns cidadãos,  o que estavam a começar a  construir  em Domínio Publico Marítimo na Fuzeta construção essa que deu depois origem à construção de 92 apartamentos de luxo, Delmar Village, e onde esse empreendimento alterou as quotas do terrenos junto a um murro de betão então construido,  fazendo aterros com resíduos perigosos de restos dessa construção desses 92 apartamentos,  para dar lugar a jardins relvados de uso privado  e a uma piscina privada em terrenos públicos,  vedando dessa forma o acesso dos cidadãos às margens da Ria Formosa.

"Olhão 17 de Novembro de 2009
Discussão Publica do Polis Ria Formosa, em Olhão

A sociedade Polis Ria Formosa, a quatro dias do fim do prazo da discussão pública (27/11), vai promover pela 1ª vez uma sessão pública no Auditório do P.N.R.F. na Quinta de Marim dia 23 de Novembro às 17 h, para apresentação do Relatório Ambiental Preliminar desse programa.
O curioso é que essa discussão, que devia ser promovida pelas entidades responsáveis (CMO, PNRF,…), só acontece depois do Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão!" ter endereçado um convite à sociedade Pólis Ria Formosa para a realização de uma discussão pública na Música Nova, sobre o mesmo tema. Em resposta a este convite a Sociedade Pólis viu-se obrigada a tomar essa iniciativa.
O plano de pormenor do que vai ser feito em Olhão, no âmbito desse programa, não foi discutido nem dado a conhecer à população local. Parece que a opção da CMO é gastar o dinheiro do Pólis a fazer um parque de estacionamento na zona poente de Olhão junto ao Marina Village, à conta da destruição de mais uma zona húmida da Ria Formosa, em vez de acabar com os esgotos sem tratamento, reabilitar a zona da praia do Pedro Zé, (que é uma vergonha para a cidade, como podem ver nas fotos) ou apostar noutros melhoramentos que contribuam realmente para a recuperação da Ria.








Pessoalmente, apelo aos proprietários das casas nas ilhas, para uma participação massiva nessa discussão pública e aproveitem para perguntar à responsável máxima do Polis, a Drª Valentina Calixto, qual a









diferença, para o ambiente, entre as casas nas ilhas e nos ilhotes e as casas que se estão agora a construir na Linha do Domínio Público Marítimo (menos de 50 metros do maior preia-mar),na Fuzeta e no Ancão.
Quem for hoje a esta sessão publica ,deve questionar o s responsáveis do Pólis Ria Formosa, se o que faz mais mal à Ria Formosa são as casas ditas clandestinas em cima da Ilhas, ou os aterros que no dia a dia as entidades responsaveis pelo ordenamento, a A.R.H a C.C.D.R. o P.N.R.e o I.C.N.B. permitem fazer, e vão fazer ainda mais aterros ao abrigo do Programa Pólis."
Este artigo do Olhão Livre artigo foi feito em:

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Hoje passados mais de 5 anos o Delmar Village, construi 92 apartamentos de luxo em Dominio Publico Maritimo, mesmo depois das nossos alertas, e impende a passagem das pessoas ao mar, isso tudo com a autorização da CMOlhão da CCDR da ARH e do Parque Natural da Ria Formosa. e da Capitania do Porto de Olhão.

 

Afinal srº Ministro do Ambiente Jorge Moreira da Silva o Domínio Publico  em Portugal, é capturavél pelos poderosos,com a conivência das autoridades publicas,  ao contrário do que disse em declarações à TVI.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

RIA FORMOSA: POLUIÇÃO CONDENA PRODUTORES À FOME E MISÉRIA!

Com inicio a partir de ontem, está interdita a apanha de bivalves na maior parte das zonas de produção da área da capitania de Olhão, seja na costa ou dentro da Ria Formosa, como se pode constatar no edital que reproduzimos na imagem acima.
Há cerca de dezoito meses que a direcção do IPMA decretou a desclassificação das zonas de produção de bivalves, alegando possíveis riscos para a saúde publica, e até aos dias de hoje assim se mantém.
Numa palhaçada toda ela encenada, tanto o presidente do IPMA e o secretario de estado do mar, foram ouvidos na Comissão Parlamentar para se limparem e branquearem os crimes do estado, nos quais têm responsabilidades, e muitas!
As micro algas potencialmente toxigenas existem no meio natural mas não em quantidade suficiente para afectar os bivalves. Como surgem estes episódios de biotoxinas?
As ETAR são autenticas fabricas de produção de fitoplacton potencialmente toxigeno que em determinadas condições climáticas degeneram em biotoxinas. E como se ele mal não bastasse, elas multiplicam-se ainda mais na presença do fosforo e azoto descarregado pelas ETAR, tornando toda a costa portuguesa um perigo para a saúde publica, no entender dos nossos responsáveis políticos.
O que os decisores políticos não assumem é a responsabilidade por estarem a poluir a costa e a Ria Formosa, mas resta ainda saber se o fazem por simples ignorância ou se de um projecto mais vasto que é o de levar a que os produtores de ameijoa ou pescadores da ganchorra abandonem a actividade.
Porque já levamos uns anitos a estudar e discutir este problema, acreditamos na segunda versão com o tempo e as acções a darem-nos razão!
Ele são as demolições na Ria Formosa; ele é o final das concessões dos viveiros; ele é a poluição que mata os bivalves e que obriga a períodos de interdição que no ano passado chegaram aos cinco meses.
Vem o ministro verde e seus apoiantes falar na construção de uma nova ETAR com o mesmo nível de tratamento que as já existentes, ou seja vamos continuar a ter a mesma merda mas menos visível, porque é de crer que no inicio, o efluente tratado surja com melhor apresentação. Trata-se de uma espécie de varrer o lixo para debaixo do tapete!
Resta ainda saber por quanto tempo se vai manter esta interdição, lamentando desde já a postura de algumas associações sócio-profissionais do sector que preferem ver os seus representados prejudicados do que criar melindres com quem capacidade de decisão. Fretes políticos!
Mas porque entendemos que toda a situação da Ria Formosa deve ser discutida, e este é um dos aspectos mais negativos, apelamos à subscrição da petição Salvem a Ria Formosa em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Ria Formosa será que a Barraca do Jonh Kerry na Ria Formosa também é para ir abaixo?

Hoje enviaram-me esta foto de mais uma " barraca" construída na Fábrica, ao pé de Cacela Velha e bem  junto às margens da Ria Formosa, por isso em Dominio Publico Maritimo.
Ao principio pensava eu que era mais uma das 800 barrracas dos pés descalços do povo da rua, que foi corrido da A.R., (por protestar contra a demolição das suas 800 "barracas"),  pela incoseguida  da presidenta  do Palácio de S.Bento, reformada com 12 anos de serviço.
Fazendo uma busca pormenorizada qual  seria o pé descalço, que se atreveu a construir essa barraca a menos de 50 metros do preia mar da Ria Formosa, cheguei ao nome de Jonh Kerry secretário de estado dos E.U.A. casado com a portuguesa   Teresa  Madama do Tomate, como é conhecida pelo povo da rua, no sitio da Fábrica.
 A casa do John Kerry na Fábrica, Cacela Velha. Agora já tem muros altos e jardins. http://t.co/cnXmtAKp7W
Perante tal facto questionei-me se o Jonh já se teria reformado do governo dos E.U.A. e se teria dedicado ao cultivo da ostrinhas na Zona da Fabrica.
Parece que não, logo a barrequinha de Jonh ou é de 2ª ou 3ª habitação, e acreditando nas palavras do Ministro do Ambiente  Jorge Moreira da Silva em entrevista à TVI na passada 6ª feira à TVI, onde  afirmou taxativamente, e convictamente que: " O Domínio Publico é de TODOS e não pode ser Capturavél por alguns"!
 Perante tal afirmação do ministro, penso que a sua barréquinha  do Jonh Kerry, será uma das 800 casas abarrecadas,  que irão ser demolidas na Ria Formosa?
Povo da Rua com "barracas"  na Ria  Formosa, que o governo e o Polis,e o Bacalhau querem demolir,  que tal pedir ajuda ao John Kerry,  para ele ajudar a resolver mais este conflito de terrorismo, que se passa na Ria Formosa?
Povo da Rua que tal mandar a Petição Salvem a Ria Formosa,para o Jonh Kerry assinar?
Se o John Kerry aderir à luta, contra a demolição das barracas,  podem ter a certeza que armas,como as do E.I,  irão aparecer, às paletes,  para lutar contra as máquinas de destruição maciça do Polis não irão faltar.
Vá lá contactem o homem, que ele é um grande defensor da igualdade no mundo, deste Mundo, desde que esse Mundo tenha petróleo, e petróleo é o que  vai aparecer em breve nas costas do Algarve.





RIA FORMOSA: PRODUÇÃO DE AMEIJOA EM RISCO!

O Decreto-lei 226-A/2007 estabelece o Regime de Utilização dos Recursos Hídricos, complementando o disposto da Lei 58/2005, e no seu conjunto, põem neste momento em causa a continuidade da exploração das concessões, mais conhecidas como viveiros de ameijoa.
Há um ano atrás. a Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Sebastião Braz Teixeira, o terrorista numero um da Ria Formosa, fez notificar os detentores das concessões de que estas terminariam em Junho deste ano e convidava-os a declarar se queriam exercer o direito de preferência.
Qualquer pessoa compreenderá que o exercício do direito de preferência implica acompanhar a melhor oferta, se houver outros candidatos à mesma concessão.
Terminado o prazo das concessões, as mesmas irão ser submetidas a um concurso (leilão) cujo Regulamento terá de ser publicado em Diário da Republica. A menos de três meses do termo das concessões, o Regulamento do concurso é desconhecido, o que traz os viveiristas bastante preocupados quanto ao seu futuro.
Já aqui manifestámos por diversas vezes que o poder de compra dos franceses é muito superior ao dos portugueses, e que aqueles através dos seus testas-de-ferro bem podem fazer ofertas que vai muito alem da capacidade dos nossos produtores, ou seja os viveiros estão em vias de mudar de mãos, lançando a fome e miséria junto dos nossos produtores, e com os reflexos que uma tal situação terá no desenvolvimento económico e social de toda a população olhanense.
Mas ainda temos mais para dizer a este propósito. É que a produção intensiva de ostras, no meio da produção de ameijoas, vai ter um efeito ainda mais nefasto que a poluição, dado que a ostra consome cerca de cem vezes o alimento e oxigénio da ameijoa. A competição entre as espécies pelos elementos essenciais à sua vida, determinarão a morte da ameijoa.
Por outro lado, na bacia de Arcachon, em França, as perdas na produção de ostras juvenis, chega a atingir os 100%, vitimadas pelo vírus do herpes, razão pela qual, poderemos estar a importar também a propagação de mais uma doença para os nossos moluscos, quando  o que as entidades publicas deveriam promover, era a produção da ostra portuguesa.
Quando se perspectivam situações destas, as entidades publicas deveriam ter em conta na atribuição das concessões, áreas apenas para a produção de ameijoas e outras para a produção de ostras por forma a que compatibilizar todas as produções.
Como vem sendo habitual, as entidades publicas não o fazem porque o objectivo final, é correr com as populações autóctones.
Até pela data do decreto se percebe que foi mais uma argolada dos socialistas que os social-democratas no poder vão esgrimir para não resolverem o problema a contento dos produtores, tal como têm vindo a fazer com as demolições das casas.
Está na altura de todos os moradores da Ria Formosa, e muito em especial os olhanenses, perceberem a importância da produção da ameijoa e juntarem-se ao caudal do descontentamento contra a governança deste País, solidarizando-se com os moradores das ilhas e produtores de ameijoas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 13 de abril de 2015

RIA FORMOSA: É ESTA A VALORIZAÇÃO DA RIA?

O vídeo que apresentamos foi captado em Agosto de 2010 mas continua actual porque se repete a longo dos tempos e cada vez que os esgotos entopem.
No caso deste colector de esgotos, colocado estrategicamente dentro da Ria Formosa, pela Águas do Algarve, empresa por enquanto publica, e autorizado pela Administração da Região Hidrográfica (ARH) merece-nos alguns comentários menos apropriados, pelo momento que se vive na Ria.
Este colector encontra-se na Fuzeta por detrás daquele empreendimento de luxo designado por Delmar. que como se sabe fica bem perto da Praia dos Tesos.
As águas da Ria Formosa estão classificadas como de uso balnear, piscicola e conquicola pelo que deveria obedecer a determinados parâmetros de qualidade, pelo que qualquer descarga, acidental ou não, põe em causa a qualidade exigível. Refira-se que quase todos os anos, durante a época balnear, há relatos de episódios de irritação cutânea de banhistas, a que não serão alheias estas descargas e houve até alturas em que a Praia foi interdita a banhos.
Qualquer pessoa de bom senso compreenderá que a localização deste colector não é a mais apropriada e que o Programa Polis e a sociedade do mesmo nome, que tanto pregam a Valorização ambiental da Ria Formosa e em seu nome cometem as maiores atrocidades, podiam e deviam promover a sua retirada.
Porque razão ali foi colocado aquele colector?
Todo o lado sul da Rua Nª Sª do Carmo na Fuzeta, está situado em Domínio Publico Marítimo, do qual não foi desafectado, concessionado ou reconhecida a propriedade privada, mas que não impediu que ali fossem construídos mais de 200 fogos, vendidos ao preço do ouro, com fogos a atingirem preços que oscilavam entre os 350 mil e perto do milhão de euros. Obviamente, que quando há tanto dinheiro em jogo, tanto há algo mais, os crimes conexos à corrupção.
Seria interessante saber o que pensa fazer a ARH, a entidade que tutela o domínio hídrico e presidida por um bandido chamado Sebastião Braz Teixeira, o mesmo que persegue os moradores das ilhas barreira, sobre esta situação.
É que, tanto quanto sabemos, Lei do Domínio Publico Marítimo só há uma e tanto abrange a margem oceânica da Ria Formosa, as ilhas barreira, como a terrestre, e nas condições em que foram construídos aqueles fogos, tornam-nos tão ilegais quanto as casas nas ilhas barreira.
A Constituição da Republica portuguesa e o Código de Procedimento Administrativo asseguram a igualdade de tratamento da administração publica perante o cidadão e nesse caso, estavam obrigados a dar a estes empreendimentos o mesmo tratamento que dão às casas nas ilhas barreira. Mas não!
Neste caso levantam-se interesses mais elevados, o trafico politico e de influencias e muito dinheiro, o suficiente para comprar qualquer titulo que legalize o ilegalizavel.
Foi por causa destes empreendimentos que o colector ali foi colocado, com a agravante de tentar promover o aterro da Ria, apesar de todos os regimes de protecção consagrados como a Convenção Ramsar, Rede Natura 2000, Convenção de Aarhus, classificada como Sitio de Interesse Comunitário e Zona de Protecção Especial.
Todas as restrições, está mais que visto, apenas são aplicáveis em relação aos mais frágeis da nossa sociedade, porque em relação aos ricos, poderosos e influentes tudo é permitido.
Porque todas estas situações devem ser discutidas entre as populações e os actores políticos apelamos à subscrição da petição SALVEM A RIA FORMOSA em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743 
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 12 de abril de 2015

RIA FORMOSA: A DESOCUPAÇÃO PELA FOME!

Nos últimos meses temos assistido à saga das demolições das casas nas ilhas barreira da Ria Formosa com um inculto ministro a dizer asneiras atrás de asneiras em matéria ambiental.
Pretende aquele mentecapto fazer passar a mensagem de que o que estaria em causa era o ambiente, quando o maior problema da Ria Formosa é a poluição, como se pode ver acima nos vídeos.
Também o deputedo da maioria que suporta a governação bota palavra sem saber do que falam, mas à semelhança dos bons vigaristas, vão conseguindo enganar algumas pessoas.
Mas o problema é muito mais vasto e afecta todo o litoral português, que não só a Ria Formosa.
Á medida que se vão passando os anos, a degradação ambiental da costa portuguesa vai aumentando, pondo em causa o desenvolvimento económico e social de quem vive do mar como fonte de riqueza.
Ao degradar-se as actividades económicas tradicionais da Ria Formosa, estão a obrigar as pessoas a abandonar o seu modo de vida e por via disso criar as condições para correr com aqueles que tenham uma casa nas ilhas barreira.
O Povo tem de começar a compreender que uma coisa são os pareceres encomendados, normalmente para justificar as péssimas decisões tomadas por uma quadrilha que tomou de assalto o Poder e outra os estudos científicos para analise das situações.
Quando num estudo encomendado à UALG, tecnicamente perfeito mas que nas conclusões diz "A Ria Formosa não está bem mas se comparada com outras rias não está mal" logo se percebe a ausência do rigor cientifico da conclusão, e que obviamente ajudou a branquear a actuação das entidades publicas.
Quando o bando malfeitor que dá pelo nome de Polis da Ria Formosa encomenda um estudo, concluído em 2013, para dizer que a contaminação microbiologica se deve às escorrências superficiais da agricultura, estamos perante em mais uma acção de branqueamento da poluição na Ria Formosa. Para os distraídos e para aqueles que só agora nos acompanham, lembramos que a contaminação microbiologica pode ser de origem humana ou animal. Com o encerramento do matador regional em 2009, acabou a produção animal no Sotavento algarvio, pelo que a contaminação microbiologica é única e exclusivamente de origem humana. Portanto a Polis mais uma vez mentiu e branqueou os crimes de entidades publicas poluidoras.
Para que não restem duvidas, apresentamos no link que segue um estudo que vem pôr a nu a origem das biotoxinas, ainda que de forma menos explicita, mas também não era esse o objectivo do estudo em causa. Vejam http://jspmac62.home.sapo.pt/Espumas.pdf . Neste estudo podemos retirar desde logo como primeira ilação que ETAR com nível de tratamento secundário, são fonte de degradação do meio marinho, podendo ter impactos significativos na pesca, e pior ainda se num meio confinado com a Ria Formosa. E isto é razão mais que suficiente para que os produtores de bivalves se revoltem contra a governação, porque vai matando a actividade.
Portanto quando o desmiolado ministro vem falar sobre a Valorização da Ria Formosa apenas porque vai construir uma nova ETAR, que em nada resolve os problemas da actividade conquicola, deveria antes metê-la na boca de baixo e fazer bom proveito.
Essa é mais uma razão para subscrever a petição SALVEM A RIA FORMOSA em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 11 de abril de 2015

Faro S.O.S Ria Formosa! Salvem a Ria Formosa pois é a Poluição é que mata a Ria Formosa!


 As afirmações do ministro do  ambiente  Jorginho mentiroso, que  afirmou  TVI no dia 9deste mês,  às 22h que" O Domínio Publico, é de todos e não é capturável  para alguns". fez-me vir à  memória que a C.M.Faro, está ilegal ao utilizar espaços do  Domínio Publico Marítimo, para manter uma lixeira a céu aberto, numa zona do Domínio Publico que devia ser de todos.
Na foto vê-se o ministro no seu ambiente preferido roubar aos mais fracos para encher as algibeiras do governo

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Em  Maio de 2011 era então Macário Correia presidente da CMFaro, e num passeio pelo Cais Comercial de Faro, deparei-me,com várias situações que me revoltaram e  achava que constituíam  um crime ambiental e publiquei com as fotos em baixo publicado.
Hoje passados quase 4 anos a lixeira continua lá só foi retirada a sucata, pois  foi a única coisa que Macário Correia fez foi retirar as carcaças velhas dos automóveis, pois com  venda da sucata ainda fez uns cobres para a endividada CMFaro, e pensava que nos calava,com essa acção.
O Polis gastando dinheiro publico retirou uns restos de uma embarcação abandonada, de uma empresa que durante anos sacaram areia da Ria Formosa.

Perante as afirmações do Ministro do mau  ambiente  há TVI,  pergunto como será  possível, o presidente mentiroso (pois mente quando afirma aos orgãos de comunicação social, que Faro não tem esgotos tóxicos directos para as aguas da Ria Formosa), da C.M.Faro Rogério Bacalhau, manter  esta lixeira a céu aberto em actividade, numa Zona que faz parte do Domínio Publico Maritimo ou seja, é uma zona de todos.
O local onde a CMFaro mantêm essa lixeira a céu aberto,  faz parte da Rede Natura 2000 faz parte da  Zona de Protecção Especial da Ria Formosa, faz parte da Zona Húmida da Ria Formosa, e que faz parte da Convecção Ramsar, e ao abrigo da diretiva AVES, a Ria Formosa está classificada como zona húmida de importância comunitária como habitat de aves aquáticas, o site da CMFaro alerta as pessoas para a importância da Ria Formosa, e para a sua importância, mas há anos que mantêm uma lixeira activa nessas zonas tão protegidas.
Todas  as entidades oficiais  que tutelam o ambiente e sabem desse crime o que fazem?  Nada pura simplesmente fecham os olhos pois quem comete o crime é Rogério Bacalhau presidente da CMFaro, que foi eleito pelo PSD,  partido que está  no poder. O estado de direito em Portugal é assim mesmo!

Gasta-se milhões para demolir casas construídas na Praia de Faro e nas Ilhas e Ilhotes na Ria Formosa, há vista de todos as autoridades há dezenas de anos, enquanto o presidente  mentiroso da C.M.Faro,  mantêm esta lixeira  a poluir a Ria Formosa,sem que as autoridades que tutelam o ambiente façam o que tem de fazer proceder criminalmente contra o poluidor.Ou como o poluidor é um presidente de uma autarquia  como é Rogério Bacalhau, pode poluir à vontade?
São só as casas dos descamisados da Ria Formosa , que estão em Domínio Publico que é de todos?
Em defesa  da Ria Formosa e em defesa de um verdadeiro estado de direito assina esta petição:http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743
Quantos anos mais irá ser mantida esta lixeira a céu aberto?
 Este crime ambiental por detrás dos Estaleiros da CMFaro no Cais Comercial vai continuar sem que se castiguem os responsáveis?
Quantos anos mais irão  contaminar o ambiente os resíduos  maléficos para o ambiente que entretanto se espalham por toda aquela área sensível, sem que as autoridades façam algo para colocar fim a este atentado ao ambiente da Ria Formosa?

quinta-feira, 19 de maio de 2011


Faro - S.O.S. Ria Formosa

Sucata e lixeiras ilegais junto ao Cais Comercial, no domínio público hídrico, com o aval da Câmara Municipal de Faro . Imagens valem mais que mil palavras.

RIA FORMOSA: PODER NAS MÃOS DE MAFIA POLITICA!

No rescaldo da discussão dos projectos de resolução apresentados na Assembleia da Republica e da expulsão dos ilhéus que manifestaram o seu descontentamento, voltamos ao assunto em primeiro lugar para saudar a atitude de todos aqueles que protestaram de viva voz assim como manifestar a nossa solidariedade para com eles.
Não é desta legislatura que o Poder politico está nas mãos das grandes famílias politico-mafiosas da Europa as consequencias das decisões destes bandos põem em causa o desenvolvimento económico, social e ambiental da Ria Formosa.
Ouvida a gravação dos intervenientes publicada em  http://olhaolivre.blogspot.pt/2015/04/ria-formosa-e-o-terrorismo-do-governo.html, facilmente se percebe que estamos perante um bando de mentirosos compulsivos que vai desde o ministro até a alguns dos deputados, autênticos farsantes.
Numa tentativa de explicar os números dos investimentos, a abecula ministerial retira dos 47 milhões do Polis, 11,5 milhões para a construção da nova ETAR que é da responsabilidade única e exclusiva da Águas do Algarve.
As águas residuais urbanas descarregadas pelas ETAR devem cumprir com alguns parâmetros consoante o uso a que se destina o meio receptor. Ora as águas da Ria Formosa devem estar em condições para a produção conquicola mas não é a isso que assistimos, pelo contrario. Tão pouco a nova ETAR, cujo nível de tratamento é igual às existentes, irá cumprir essa função, embora inicialmente o grau de eficácia venha a apresentar algumas melhorias, mas a poluição continua a subsistir, uma vez que o tratamento secundário visa essencialmente a eliminação da contaminação microbiologica, ou seja tornar as águas da Ria Formosa aptas apenas para o uso balnear.
Nesta palhaçada, o ministro fez-se acompanhar do deputado Cristóvão Norte eleito pelo Algarve, mas que pelos vistos não está lá para defender os interesses daqueles que o elegeram mas sim do directorio politico- mafioso do partido a que pertence.
Cristóvão Norte não se cansa de falar dos esgotos directos de Olhão mas omite os de Faro, como omite que foi chefe de gabinete de Macario Correia e sabe que por pressão nossa, este acabou com a sucata que a Câmara de Faro tinha em Reserva Ecológica mas que o Bacalhau podre mantém uma lixeira no mesmo sitio. Cristóvão Norte está deliberadamente contra a cidade de Olhão e contra o Povo de Olhão caso contrario teria também denunciado os esgotos directos em Faro dos quais tem conhecimento privilegiado.
Cristóvão Norte sabe, porque lhe fiz chegar documento, que um empreendimento reconhecido como estando em Domínio Publico Marítimo e cujos terrenos são propriedade do Estado, sem qualquer titulo de utilização, foi legalizado com uma multa. Perguntaria a estas aventesmas politico-mafiosas se existe mais alguma Lei do Domínio Publico Marítimo que permita isto, a não ser pela via trafico politico?
Por outro lado, a desculpa destes parasitas políticos, é de que as pessoas estão a ser instrumentalizadas pelos partidos da oposição, o que não corresponde à verdade mas mesmo que assim fosse, deveriam lembrar-se que o primeiro partido a usar dessa estratégia foi precisamente o PSD quando em 2010 fez deslocar à Fuzeta os seus principais cabeças de cartaz na Região, em vésperas de eleições, por causa da Barra da Fuzeta, sem que até hoje fosse capaz de apresentar uma solução.
A "falta de soluções" é o melhor expediente para, pela degradação económica e social levar as pessoas a abandonar as suas actividades tradicionais e casas para posteriormente os substituir pelas grandes virtudes de um pseudo turismo sustentável.
TUDO QUE OS MANIFESTANTES NO PARLAMENTO FIZERAM FOI POUCO!
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

O Circo de São Bento decretou por maioria a continuação do terrorismo na Ria Formosa!

Hoje no Circo de São Bento os Jhiadistas do costume,  com a inconseguida mor em destaque,  na ofensa aos cidadãos presentes, afirmando que o Circo não era a Rua, decretaram a continuação do terrorismo em cima das Ilhas da Ria Formosa!
Pois é sua inconseguida mor,  o Circo não é a Rua,  mas é com os votos de quem vive na rua que tu xulas os portugueses, mamando a reforma por ser maior , que o ordenado de presidir esse circo.

Os cidadãos que combatem este tipo de terrorismo foram expulsos do Circo,  sem que nenhum fosse preso nem identificado depois de manifestarem a sua revolta aos terroristas.

Na  foto às portas do Circo, ainda com esperanças  na derrota dos terroristas.
Pode ser que um dia venham passar uns dias às ilhas, e sejam recebidos condignamente, com uma tacadas de ouriço e de xoxas de velha!

OLHÃO: ATITUDES PIDESCAS DO PRESIDENTE DA CÂMARA. PARTE II

Da parte de um trabalhador da Câmara Municipal de Olhão recebemos  texto seguinte:
Como anteriormente foi relatado o presidente da câmara municipal de Olhão, António Pina, tinha irrompido, acompanhado pela diretora de departamento, Carla Martins, numa assembleia geral do Centro de cultura e desporto do pessoal da câmara municipal de Olhão ameaçando os presentes com processos disciplinares pois, segundo aqueles hipócritas, os trabalhadores não tinham autorização para participar naquela assembleia geral nem têm LIBERDADE DE REUNIÃO  a não ser que o senhor presidente da câmara lhes autorize. Embora antinatural  é, no entanto, compreensível, o moço ainda não era nascido quando se deu o 25 de Abril de 1974, daí que frases como liberdade de expressão ou liberdade de reunião nada signifiquem para ele. O que se seguiu, ainda é mais caricato. Para quem não acompanhou o primeiro episódio desta saga, a referida AG teve lugar no passado dia 31 de Março. Após ter terminado aquela assembleia geral, a direção do CCD tentou reunir com o presidente da câmara para esclarecimento de algum eventual equívoco. Cruzaram-se a direção do CCD e o presidente da CMO na escada acesso ao piso superior onde se encontram os gabinetes de suas excelências, presidente da câmara e demais vereadores. Interpelado pela direção do CCD  o presidente da câmara municipal, em tom arrogante retorquiu que não tinha nada que se reunir com a direção do CCD visto que não tinha qualquer assunto a tratar com aquela organização de trabalhadores e, assim, seguiu caminho, recusando o pedido de reunião.
No dia seguinte,  a menina Célia Puga, ao que tudo parece continua sendo a dona da câmara municipal de Olhão, mesmo sem que para isso tenha sido eleita, (aliás ninguém é eleito para ser dono de nada) encontrava-se junto do gabinete da Jurista Drª Susana e em altos gritos assim se dirigia àquela jurista: "Eu quero saber quem foram os trabalhadores que estiveram naquela assembleia geral" "Vou levantar processos disciplinares a todos".
Maravilhosa, esta funcionária, que manda no presidente da câmara, aliás já mandava no anterior, até conseguiu que a câmara municipal lhe atribuísse um subsídio de 700.000 euros (setecentos mil euros) para erguer uma associação que se denomina "VERDADES ESCONDIDAS". De facto, este nome é bem sintomático do que aquela senhora deve ter a esconder para que os presidentes da câmara de Olhão lhe façam todas as vontades. Mas avancemos um pouco mais neste episódio. O pau mandado em que os olhanenses votaram para presidente da câmara mandou mesmo avançar com processos disciplinares a alguns funcionários que estiveram naquela reunião, era ver nessa mesma tarde algumas funcionárias lavadas em lágrimas pelos corredores da câmara municipal e, tal foi a comoção da notícia que por pouco uma funcionária não foi parar ao hospital com a tensão arterial a subir para os 18/10.
Ora, desde que o CCD foi criado, ou seja, desde João Bonança a Francisco Leal, embora com todos os defeitos que este último foi acrescentando aos seus mandatos e que culminou com a sua não eleição para presidente da assembleia municipal de Olhão, nas últimas eleições autárquicas, nunca um presidente da câmara de Olhão impediu a dispensa dos associados do CCD para participação nas assembleias gerais e a menina Célia Puga, melhor do que ninguém sabe disso, está tudo nas atas do CCD, desde assembleias gerais que tiveram início às 16 horas, sempre os trabalhadores foram dispensados pera que pudessem participar, de forma ativa, nos trabalhos daquela coletividade. Essa mesma menina que hoje, com o apoio do fascizante presidente da câmara de Olhão quer levantar processos disciplinares a toda a gente já foi também dirigente daquele CCD até ao ano passado e, nessa altura toda a gente era dispensada do serviço para poder participar nessas assembleias gerais. Tal como uma outra menina chamada Tânia Serôdio, que, no mandato da Célia Puga à frente do CCD era a tesoureira daquela organização, hoje, tudo parece indicar ser também protegida pela Célia Puga e dada como exemplo de profissionalismo pela diretora de departamento Carla Martins, que, sem qualquer justificação plausível, por vezes, vai para o ginásio após a hora de almoço, em vez de ir ocupar o seu lugar na câmara municipal que é para isso que os contribuintes lhe pagam o seu salário na função pública. Tânia Serôdio que é dada como exemplo a seguir até preenche os impressos do IRS de diversos cidadãos que a procuram, só que esse trabalho particular é pago particularmente por esses cidadãos mas esse mesmo trabalho é efetuado durante as horas de serviço e expediente na câmara municipal.
António Costa que se cuide pois com esta personagem à frente dos destinos da câmara municipal de Olhão, e que se revelou uma fraude em todos os domínios, não sei como os olhanenses irão votar nas legislativas, embora a questão nacional se sobreponha à questão local, penso que muitos olhanenses não vão ser capazes de deixar de associar António Pina a António Costa, embora António Pina tenha apoiado António José Seguro e tudo tenha feito durante a disputa interna para hostilizar o candidato aa secretário-geral António Costa. A sua permanência neste cargo com o apoio do partido socialista local e da federação do algarve não auguram nada de bom para o futuro do partido socialista no concelho de Olhão. O papá deste menino deveria explicar-lhe que com o advento do 25 de Abril de 1974 a palavra FASCISMO NUNCA MAIS, veio para ficar.
Os trabalhadores da Câmara Municipal não devem temer esta cambada de imbecis que desconhecem o significado de democracia, devem sim, dar-lhes luta!
Quem muito se baixa, o cu lhe aparece, já diz o Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Demolições no Dominio Publico Maritimo da Ria Formosa é assim: Destroi-se habitações de descamisados e ficam de pé a dos poderosos!




Amanhã perguntem aos deputados se os ricos são mais que os pobres, pois nas margens da Ria Formosa  no Ancão ,ao pé da ponte para a Praia do Gigi, está construída esta casinha construida mesmo na crista da arriba a menos de 10 metros do Preia Mar.

 


Quem for a esta casa que se diz ser a casa da democracia, que levante a voz e que se faça ouvir!

Salvem a Ria Formosa! Se és contra a Poluição na Ria Formosa assina a petição!

Está on line a petição Salvem a Ria Formosa, que pode assinar indo a este site http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743.
A poluição  com origem nos esgotos tóxicos directos para a Ria Formosa  com origem na CMOlhão e na CMFaro,  assim como nas ETARs das Aguas do Algarve de Olhão Poente e de Faro Nascente tem sido a causa de toda uma mortandade de fauna e flora, como toda as pessoas devem saber seja através do nosso blog seja através das variadíssimas noticias dos órgãos da comunicação social.
Uma dos alvos dessa poluição tem sido as aves que morrem nas  nas lagoas assassinas das ETARs das Aguas do Algarve.
Se és contra a morte de centenas de aves provocadas pela poluição das ETARs que dão origem à morte das aves que deviam ser protegidas e são assassinadas,sem que ninguém seja responsabilizado ao longo dos anos,assina a petição!
Esta foto é de 2008 já na altura o Olhão Livre denunciou este crime que foi noticia da RTP1.
Hoje é moda falar no turismo de observação de aves mas e quando não houver aves? Em 2010 depois de mais uma mortandade de aves na Ria Formosa colocamos essa questão,que pode ver carregando aqui.
Como vêem o que faz mal à natureza da Ria Formosa não são as casas construídas à vista de todos,na Praia de Faro e nos Ilhotes e Ilhas da Ria Formosa,mas sim o veneno que as ETARs, produzem.
 
Para que acabem esses crimes na Ria Formosa, sem que as autoridades competentes façam algo, assina a petição e divulga pelos teus amigos.

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Mulher é colhida mortalmente por comboio da CP em Faro! É esta a segurança da CP?

Uma mulher de 42  anos foi colhida mortalmente por um comboio esta tarde numa passagem de nível, na cidade de Faro
Mais uma morte que acontece, nas passagens de níveis de Faro. 
Já em 17/6 de 2014 tinha acontecido nesta passagem de  nível um acidente mortal
Também em 2011 tinha havido outro acidente mortal desta vez um jovem de 13 anos.
A Refer que fechou à força, a passagem de nível em Olhão que divide a cidade ao meio, alegando motivos de segurança, continua em Faro  cidade Capital do Algarve a ter passagem de níveis dignas do 3º mundo onde os peões podem atravessar a passagem de nível, mesmo com o sinal vermelho.
Não será tempo da Refer ser obrigada a ter passagens de nível com mais segurança, onde os peões não possam atravessar, sempre que o comboio se aproxime, arranjando  maneira que a cancela feche completamente e impeça a passagem dos peões, e de todos os veículos?
Em Olhão numa passagem de nível onde não houve acidentes mortais a Refer, continua com o braço de ferro e a passagem de nível continua fechada para os mais velhos, que são precisamente os que mais dificuldades tem em passar na passagem desnivelada,  pois os jovens partem a redes, e pulam com a agilidade e irreverência própria da idade.