





Como se pode confirmar pelas imagens, temos em presidente da Camara Municipal de Olhão, um aldrabão convicto, de tal forma que acredita até nas mentiras que mete.
O Somos Olhão, conforme se lê no Parecer da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos, pediu acesso aos processos nº 160/2003 e nº Zero três Zero Cinco Doze, tendo respondido que "... não existem (...) processos com tais numerações".
A mentira foi desfeita e deu lugar ao pedido de intimação judicial, conforme imagem nº 2. Reparem na data da sentença: 28 de Maio de 2010.
No ultimo paragrafo da pagina 3 da sentença (imagem 3) o fingimento, a hipocrisia deste birras, ao afirmar que se o SO! tivesse dirigido aos serviços pessoalmente, o erro teria sido esclarecido e o acesso facultado. E, prossegue a mentira com o paragrafo 1º da pagina 4 (imagem 4), atribuindo a terceiros erros que são dos serviços, se é que há algum erro, como se verá adeante,
No ultimo paragrafo da imagem nº 5, em oficio datado de 11-03-11, quase um ano depois da decisão judicial, constata-se que o processo foi fornecido na integra, não havendo para além daqueles, outros documentos sobre o assunto, e que as folhas que o constituem estão numeradas. De facto estão, só que não respeitam a sequencia de entrada.
Finalmente a imagem nº 6, mostra que afinal o processo 160/2003 existia pois consta deste processo nº 030512 um documento datado de 10.12.2003. Este é o tal que os serviços camarários diziam que estava ser sinalizado erradamente.
Como é que presidente de camara consegue mentir tanto em torno de um só processo?
Que leva em presidente de camara a usar de todos os meios para evitar o acesso a um processo, senão esconder a verdade, consciente da prática criminosa e das consequencias que poderão vir?
Um presidente, aldrabão como este, tem condições politicas para continuar a gerir os destinos do concelho? Sim, porque o partido que o suporta e os boys que o alimentam, são farinha do mesmo saco.
Cabe à população de Olhão penalizar este bando de malfeitores que a coberto da impunidade politica, delapidam o patrimonio colectivo, para o colocar ao serviço de camaradas e amigos. Basta de gamanço e mentiras. É hora de sabermos a verdade!
“A retoma económica já está a começar”, assinalou o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Francisco Leal, durante a apresentação da iniciativa, realizada na passada sexta-feira.
Palavras do actual presidente da CMO o ano passado ao Região Sul on line.
Afinal parece que não houve retoma nenhuma,Sócrates a mando dos bancos pediu ontem a entrada do FMI em Portugal, e em Olhão, a crise nas pescas,e na aquacultura em Olhão agudiza-se de dia para dia.
Vejamos algumas situações gritantes:
- No sector das pescas durante o último ano abateram-se mais 2 traineiras, continua a redução nas quotas de pescas, o leilão do peixe na lota, continua como dantes, o peixe vale pouco para depois atingir preços exorbitantes no comercio.
- No porto de pesca de Olhão, os esgotos tóxicos continuam a ser descarregados pela C.M.Olhão para a doca de pesca. As águas onde esses esgotos descarregam servem também para a descarga do peixe. Essa água é obrigatoriamente fornecida pelo I.P.T.M., mas esta entidade não faz a sua monitorização, como é sua responsabilidade.
Depois da denúncia, neste blog, da falta de monitorização por parte do IPTM, as bombas do IPTM "avariaram" e o IPTM deixou de fornecer água para a descarga do pescado. Como o peixe não pode ser descarregado sem água, a alternativa foi o recurso ao “Burrinho” (motor auxiliar das traineiras) que bombeia a água da doca para a descarga, sem se saber a sua qualidade.
Pensamos que é um caso de saúde pública. Mas as entidades oficiais, como a C.M.Olhão, a ARH, o I.P.T.M. a C.C.D.R. o INCB e a Direcção Regional de Saúde assim não o entendem. A ASAE nesses casos não tem ordens de actuar?
- Nas instalações da Docapesca não funcionam as infra-estruturas obrigatórias: os guinchos estão avariados, o piso está cheio de crateras, não existem meios de salvação, as luzes públicas, na maioria, não acendem, não existem W.C. nem balneários. No entanto os armadores, os pescadores e os comerciantes de peixe pagam as taxas cada vez mais caras, por cada m2 que ocupam com as artes de pesca ou com os camiões.
- Na Ria Formosa, a produção de bivalves a cada ano que passa é menor. Há mais de 15 anos o IPIMAR, dizia que a morte das amêijoas era provocado pelo vírus, Perkinsus Atlanticus. Deixaram de falar desse vírus, não sabemos se o IPIMAR arranjou soluções como era sua obrigação. O que sabemos é que a poluição, na Ria é cada vez maior assim como maior é a mortandade das amêijoas nos viveiros e nos terrenos selvagens.
As descargas de esgotos tóxicos continuam, além do esgoto da Doca, existe o esgoto do Cais de embarque para as ilhas (conhecido por T, situado a 20 metros da sede do IPIMAR), existe outro esgoto que corre para dentro da Marina e que está mesmo no local da EXPOMAR (ao lado da entrada do meio para os pontões), existe o esgoto da horta da C.M.Olhão provenientes das oficinas da CMO. Todos eles são despejados para a Ria Formosa com o consentimento e conhecimento da ARH, organismo, que já devia ter feito um plano para a erradicação desses esgotos na Ria Formosa até 2009 e monitorizar a qualidade da água na Ria Formosa, mas que não o fez. Preocupou-se a ARH em aumentar as taxas dos viveiros para mais do dobro e ainda por cima quer agora cobrar taxas com 10 anos de atraso.
Também os pescadores da ganchorra não governam vida há 15 dias por mais uma paragem obrigatória devido às toxinas e sem que o Estado os compense.
- Também as ETAR das Águas do Algarve continuam a não cumprir a lei do Quadro de Água (normativo comunitário) e continuam a descarregar efluentes para zona de produção conquícola.
A ETAR Poente de Olhão descarrega veneno para cima dos viveiros de bivalves da Ilha da Lebre situados a 50 m do seu local de descarga. Aí foi colocado um ambientador com odor a lima, para os turistas do Real Marina Hotel (situado a menos de 400 metros) não serem incomodados com o cheiro.
- As dragagens na Ria Formosa fazem-se de 10 em 10 anos e não quando é necessário, por isso a Ria Formosa em Olhão, está cada vez mais assoreada.
Foi hoje inaugurada a 8ª edição da Expomar, com pompa e circunstância no Real Marina Hotel, com a presença do Secretário Adjunto da Agricultura e Pescas, Luís Medeiros.
Segue-se um seminário “O Desenvolvimento Sustentável das Zonas Costeira”que tem Costa Monteiro do IPIMAR como moderador.
Será que o desenvolvimento sustentável desses senhores passa por construírem mais, prédios, hotéis e campos de golfe nas margens da Ria Formosa?
Ou irão discutir porque motivo os pescadores da Fuzeta estão desde Novembro sem uma barra, onde possam governar a vida?
Os intervenientes dessa palhaçada no Hotel, deviam era de ter vergonha porque todos os anos dizem o mesmo e fazem muitas palestras mas a poluição na Ria é cada vez maior.
A fome e a miséria é cada vez maior em Olhão em todos os sectores ligados à Ria, mas os governantes e as entidades responsáveis teimam em não reconhecer que existe poluição na Ria Formosa e que é preciso acabar com ela. Podem fazer muitas edições da Expomar mas não é assim que as coisas vão melhorar.
Pode haver muita fome em Olhão mas saliente-se que as palestras da Expomar este ano são todas feitas no Real Marina Hotel, em vez de serem efectuados no auditório do IPIMAR, com era costume, ou no auditório da CMOlhão.
Será promoção do Real Marina Hotel, por parte da CMOlhão?
Ou a CMOlhão tem muito dinheiro e está a pagar balúrdios pelas instalações do Hotel ou há uma grande promiscuidade entre a CMOlhão e o Hotel privado (nomeadamente a venda do terreno em zona privilegiada frente de mar 100 €/m2, quando os terrenos na zona ribeirinha andam na ordem do 1000 €/m2).






















