Após a eleição em 2013, o presidente da câmara, optou por uma estratégia de valorização da imagem, prometendo tudo e pouco ou nada fazendo, deixando para as vésperas das eleições de 2017 o cumprimento de algumas promessas feitas. Depois de 2017, eclipsou-se e as promessa ficaram por cumprir, o que não impedia a publicitação da imagem. Imagem que se tem desgastado porque as pessoas também vão percebendo que o homem vive de e para a imagem.
A anunciada Variante Norte à Estrada Nacional 125, o fim dos esgotos directos, a construção de habitação a custos controlados, a rotunda das Quatro Estradas e muitas mais promessas incumpridas.
Desgastado deixou de enviar noticias para a comunicação social regional em nome da autarquia. Mas porque o seu ego demasiado grande, fá-lo agora em nome da AMAL como se fosse o dono da região.
Num momento tão importante como aquele que se vive por causa do vírus assassino, o presidente parece ter desertado, não tendo outras palavras que não sejam as recomendações da DGS.
Proceder à desinfecção ou lavagem das ruas não é com ele, que na sua deserção se refugia no recato social domiciliário. Mandar distribuir mascaras pelos funcionários que são obrigados a andar na rua, não faz. Desencadear medidas de impacto social como a isenção do pagamento de taxas de estacionamento, não pode que levava a autarquia à falência; de igual modo dispensar do pagamento de outras taxas e impostos municipais não é com a câmara por ele presidida. de tudo o que as outras autarquias do Algarve vêm fazendo, não é capaz de retirar, copiar uma medida de índole social, num momento em que as pessoas se veem condicionadas por rendimentos reduzidos ou por gastos com que não contavam como a aquisição de desinfectantes, mascaras ou luvas e outros meios de protecção.
Apenas em nome da AMAL anunciou, como se fosse uma decisão sua, a doacção de alguns ventiladores, algo que o município de Portimão já havia sinalizado; também a instalação de uma tenda para rastreios sob a alçada da ARS. E por aqui se fica o presidente desertor.
Temos assim um general que em tempo de guerra foge para o bunker.





