segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

OLHÃO: O "SUCESSO" TURISTICO DO PINA

Pensa o Pina que é mandando notas para a imprensa, glorificando o turismo e o "seu" hotel, que engana as pessoas, ciente de que a maioria delas não vai consultar as estatísticas, que comprovam os erros que vem cometendo.
A taxa de ocupação global das diversas componentes turísticas em 2015, apontam para 51,2% e em hotéis de 59,3, sendo que o mês com maior pique de ocupação é em Julho, como se pode ver em http://www.turismodeportugal.pt/Portugu%C3%AAs/ProTurismo/estat%C3%ADsticas/quadrosestatisticos/taxasdeocupa%C3%A7%C3%A3o/Documents/Taxas%20de%20ocupa%C3%A7%C3%A3o%202015%20Tipologias%20-%20ALGARVE.pdf
Contrariando a ocupação turística no conselho de Olhão em Julho foi de situou-se nos 74,5%, de todo o Algarve a mais baixa, e que pode ser acompanhada em http://www.jornaldoalgarve.pt/hoteis-registam-quarta-melhor-taxa-de-ocupacao-dos-ultimos-20-anos/ o que não impede o Pina de tecer os maiores encómios ao fluxo turístico do seu imaginário. 
É evidente que para o Pina, convém-lhe o uso desta retórica como forma de justificar os crimes que vem cometendo contra o Povo de Olhão, empurrando-o para os guetos da periferia e assim poder proceder às negociatas que se anteveem.
Tudo aproveita o Pina para subverter a essência da cidade e do seu Povo que é a Ria Formosa, outrora fonte de alimento e rendimento, agora quase exclusivamente virada para a exploração e ao serviço do tal turismo.
O Pina tem de perceber que se estamos no atoleiro para onde nos remeteram o seu partido e os outros dois do arco da governação, se deve à destruição do tecido produtivo, o que implica que entre exportações e importações, o saldo é-nos completamente desfavorável, o que qualquer um pode comprovar consultando a evolução da balança de pagamentos. Ou seja, só é possível manter este défice comercial com recurso a divida, caso contrario o País não teria liquidez.
O turismo, é importante porque ajuda a amenizar o défice da balança de pagamentos com a entrada de divisas mas jamais poderá poderá substituir o sector produtivo.
Apostar tudo no turismo, como faz o Pina, quando com menos investimento publico resolvia o problema da poluição na Ria Formosa, é um erro crasso, com custos avultados na economia local, no rendimento das famílias, criando bolsas de pobreza, quando o mar e a Ria sempre foram o grande suporte de vida do Povo de Olhão.
Pina soma e segue até que um dia o Povo se revolte e lhe faça o mesmo que fizeram a Miguel de Vasconcelos.
REVOLTEM-SE, PORRA!


domingo, 17 de janeiro de 2016

ALGARVE: NÃO À EXPLORAÇÃO DE PETROLEO E GAS DE XISTO!

  NÃO AO PETRÓLEO E GÁS DE XISTO!

De há uns anos a esta parte que os sucessivos governos, têm vindo a negociar, nas costas do Povo, concessões para a exploração de petróleo e gás de xisto na costa portuguesa e muito particularmente na costa algarvia.
Por mais que dourem a pílula, a verdade é que a extracção daqueles elementos, tem custos ambientais mas também económicos e sociais, porque a sua exploração pode pôr em causa diversos sectores com a agricultura, pesca, turismo e até com implicações para a saúde humana, razões mais que suficientes para que as populações das áreas abrangidas fossem chamadas a pronunciar-se.
A única justificação admissível seria a do interesse nacional, mas ainda assim se a exploração ficasse nas mãos do Estado e mesmo assim, teriam de ficar bem claras e salvaguardadas as consequências dos impactos negativos, o que é desmentido pelo conteúdo dos contratos celebrados em que apenas estão assegurados os interesses dos investidores.
O tema é de tal forma melindroso, que a própria União Europeia, de direita, se viu obrigada a elaborar um documento onde acaba por recomendar o envolvimento das populações das regiões vitimas desta praga. Acontece que ao longo dos anos temos sido governados por duas grandes quadrilhas de gatunos, verdadeiros bandidos, para quem o Povo não conta.
Veja-se a paginas 87 do documento da Direcção Geral de Politicas Internas - Departamento Temático - Politicas Económicas e Cientificas da União Europeia em http://www.europarl.europa.eu/RegData/etudes/etudes/join/2011/464425/IPOL-ENVI_ET(2011)464425_PT.pdf.
O Algarve é uma das regiões do País onde a exposição solar é maior, tanto em tempo como em temperatura. O Sol é a nossa maior fonte de energia, renovável e natural mas ainda muito sub-aproveitada. A UALG, e especialmente Celestino Ruivo, têm feito um excelente trabalho nesse campo, faltando dar-lhe uma maior amplitude.
Se os nossos leitores mais velhos se recordarem, no passado, os comboios, utilizavam o vapor com força motriz. Pois bem, fiquem sabendo que nos dias de hoje é possível, atingir-se temperaturas e mais vapor de agua com recurso à energia solar.
Não estamos com isto a defender o regresso ao comboio a vapor, como qualquer conclusão precipitada pode fazer supor, mas sim que  mesmo sistema pode servir para fazer trabalhar geradores de grandes dimensões, criando electricidade de baixos custos.
Os nossos leitores mais velhos, certamente se lembram das pequenas centrais, a nível de conselhos, que a solução apresentada permitia retomar com energia de baixo custos e susceptível de substituir o gas de xisto nos aparelhos de queima.
Só que uma tal solução vai contra s poderosos interesses instalados das petroliferas e das empresas de distribuição de electricidade, agora em mãos estrangeiras. Mas vai também contra os interesses daqueles que fazem questão que sejamos eternamente dependentes, em termos energéticos.
O SOL é a nossa maior riqueza, uma energia limpa e saudável, assim os bandidos que nos governam o queiram.
NÃO À EXPLORAÇÃO DE PETROLEO E GAS NO ALGARVE!
REVOLTEM-SE, PORRA!


sábado, 16 de janeiro de 2016

OLHÃO:AS MENTIRAS DO PINA!

Durante a semana que agora acaba, António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, fez questão de mandar uma nota de imprensa para a comunicação social regional e até par um pasquim nacional de grande tiragem, apresentando como sua prioridade o combate à poluição na Ria Formosa.
Pina acredita que através da comunicação social engana as pessoas, dizendo mentiras atrás de mentiras como é o caso presente, afirmando que acabou com as descargas directas no esgoto da doca, presumivelmente de aguas pluviais.
No vídeo acima, feito esta manhã pelas 10:05, é visível a turvação da agua assim como alguns dejectos, não sendo de facto a melhor hora para captar as imagens porque com se vê, o cano ainda não está a descoberto.
Em Novembro de 2013, o Pina dizia ter naquela altura, quinhentos mil euros para acabar com os esgotos directos, mas passados mais de dois anos, continua quase tudo na mesma. Dos quinhentos mil euros gastou uma apenas uma parte e o grosso do problema está por resolver.
De mentira em mentira, diz ter procedido à monitorização da rede de aguas pluviais, o que em parte até corresponde à verdade, porque a fez na Rua 18 de Junho, gastando trinta mil euros, mas não o fez nas ruas Gil Eanes, da Majuca, na Avenida da Republica entre outras.
Sabemos nós de ligações directas à rede de aguas pluviais na Avenidas da Republica e Bernardino da Silva, mas porque não lhe convém, por variadas razões, aí não fez qualquer monitorização.
Entretanto anuncia que no próximo biénio resolverá parcialmente parte do problema, já que a ligação ao esgoto da Marina se torna difícil.
Um mentiroso que primeiro negava tudo, mas sem querer acaba agora por reconhecer aquilo que temos vindo a dizer há anos.
A merda que sai da rede de aguas pluviais na Doca ou no Cais de embarque é igual à que tem dentro da cabeça, caso contrario, não só elegia o combate à poluição como primeira prioridade, como a combatia, porque a poluição na Ria Formosa é a principal causa da elevada mortandade dos bivalves com custos económicos, sociais e ambientais para  Povo de Olhão.
Refere ainda que está em fase de adjudicação, a construção da nova ETAR, prometido que estava o seu inicio para o ano que passou e conclusão em 2016, sem se aperceber que existe um processo pendente no Tribunal Central Administrativo, que pode anular todos os procedimentos, tal o grau de incumprimento quer por parte da Aguas do Algarve como da própria Agência Portuguesa do Ambiente.
Moss, Pina, atira-te ao mar e chafurda naquela merda se achas que aquela agua tem qualidade!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

PS de António Costa a favor da exploração de petróleo e de gás no Algarve!

No Blog Olhão Livre os autores sempre souberam que o PS de António Costa pouco deferia da coligação PSD/CDS.
No que toca à defesa de interesses dos algarvios então são precisamente iguais, o Algarve para esses senhores do poder só serve para uma coisa: Vir cá  passar férias,  e sacar votos e deputados, que assim que são eleitos se vendem aos interesses dos partidos sejam ele o PS o PSD ou o CDS.
No que toca a promessas eleitorais são autênticas fotocópias, pois prometem uma coisa e assim que chegam ao poder fazem outra
Mais uma prova disso é as declarações de António Costa no que toca à exploração do Petróleo e do Gás em território do Algarve.
Diz António Costa que os contratos são  para cumprir...mas só alguns contratos não? Pois o contrato da TAP não quer cumprir... ou antes dizia que não queria, pois o tempo dirá o que o Costa vai fazer.
Uma dezena protesta no Algarve contra exploração de petróleo na costa

Os algarvios devem estar atentos e correr com essa cambada que leva há 40 anos a fazer sempre o mesmo, prometem prometem e depois traem o voto de quem os elege,assim como os deputados eleitos pelo Algarve, que continuam eternamente,  a dizer amém aos  barões dos partidos do poder., na ânsia de conservar o tacho.

ALGARVE: AGUA PRIVATIZADA!

Segundo o Algarve Primeiro, que pode ser lido em http://www.algarveprimeiro.com/d/autarquia-de-vila-real-de-st-antonio-paga-dividas-privatizando-saneamento-e-agua/11194-4, a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, vai privatizar o serviço de agua e saneamento, a troco de quarenta e sete milhões por um período de trinta anos.
Como se pode ver, o que leva a câmara de Vila Real à privatização de um bem essencial como a agua, é o elevado endividamento da autarquia, praticado pelos políticos locais, sem terem consultado o Povo do conselho.
Na noticia não é dito a quem foi entregue a exploração em baixa da rede de agua e saneamento básico, embora saibamos que a Aguas do Algarve tinha essa tipo de exploração previsto, o que mesmo assim já seria um mau prenuncio. Só que a Aguas do Algarve, por enquanto ainda é uma empresa publica, pelo que muito provavelmente a exploração passará a ser feita por uma outra empresa do foro privado.
O presidente da Câmara de Vila Real, agora demissionário da presidência do PSD Algarve, prossegue as politicas de direita, até nesta matéria, como se o governo do seu partido estivesse em funções.
Sendo certo que as dividas da autarquia pombalina, são da responsabilidade única e exclusiva de quem geriu os dinheiros públicos, também deveriam ser responsabilizados pela gestão ruinosa que está na origem desta venda que não traz qualquer beneficio para o Povo de Vila Real, bem pelo contrario.
Bem pode o presidente da câmara alegar com os dinheiros gastos, mas omitindo que as obras de saneamento desde há muito que eram uma obrigação prevista por legislação comunitária e nacional, para as quais foram disponibilizados fundos, que se não foram devidamente aproveitados, apenas se deve a uma certa inercia e definição de prioridades errada. A agua e o saneamento são uma das primeira prioridades de qualquer sociedade, não fazendo qualquer sentido, que só há um ano e porque foi sujeito a procedimento comunitário de multa, a autarquia pombalina se sentisse na obrigação de resolver um problema essencial.
Mas estas coisas não acontecem por acaso. 
Em Olhão, também a Câmara Municipal enveredou pela via do endividamento excessivo, apenas controlado por lei do anterior governo como forma de provocar a asfixia financeira dos municípios. Mas, no nosso conselho de Olhão, o presidente tem vindo a aumentara divida da empresa municipal que explora a distribuição de agua e resíduos em baixa, de tal forma que a Aguas do Algarve se propunha abocanhar a empresa a troco da divida.
Ou seja, aos poucos, os partidos do arco da governação, PS, PSD e CDS, vão levando a agua ao seu moinho, privatizando os bens essenciais, tal como o fizeram com a electricidade ou os combustiveis, sem que o Povo retire daí qualquer beneficio.
Se o preço dos combustiveis, privatizados, não acompanha as constantes descidas do preço do petróleo, alguém está a engordar e bem com a respectiva facturação. E aqui temos uma entidade reguladora que não regula nada; se a factura da electricidade é um escândalo, com a sua entidade reguladora a nada fazer, alguém de olhos em bico está engordando; se a factura da agua e resíduos é um roubo, bem podemos agradecer a uma entidade reguladora que permite tamanha escandaleira. Para engordar, a mesma teia de gatunos de sempre mas para colar a barriga às costas, o desgraçado do Zé Povinho.
O Povo de Vila Real deve organizar-se e dar luta a este tipo de politicas tal como o fizeram e bem, contra os parquímetros.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: CHARLATANICE EM TORNO DAS DEMOLIÇÕES!

De acordo com a noticia publicada no jornal Publico visível em http://www.publico.pt/local/noticia/autarcas-preocupados-com-as-demolicoes-na-ria-formosa-1720007?frm=ult, quem apresentou a proposta de moção na AMAL, foi o presidente da Câmara Municipal de Faro, agora na oposição ao governo, onde pretendia a clarificação sobre se as demolições eram para continuar ou acabar.
Os políticos do arco da governação são costumeiros nestas palhaçadas ou charlatanices de fazer crer às pessoas que estão agindo em prol das comunidades quando o que fazem afinal é contra elas.
A apresentação da moção fora do prazo, dava o motivo para que os restantes pares na AMAL não a discutissem.e muito menos a submetessem a votação, tendo sido adiada para quando já não fizer falta.
PS e PSD brincam com a vida das pessoas, mentindo todos os dias sobre um assunto tão melindroso, e desmobilizando as pessoas da única forma de fazerem valer a sua posição, que é lutando.
Os trapalhões na presidência das câmaras da área de intervenção da Polis Ria Formosa, tomaram conhecimento da carta que o ministro do ambiente mandou para conhecimento dos autarcas presentes na Assembleia Geral da Sociedade Polis, cujo conteúdo era precisamente igual às declarações do seu antecessor, dando a entender que as demolições eram para continuar. 
Ainda assim, porque a AMAL é mais abrangente que o pequeno núcleo de autarquias da área da Ria Formosa, tendo em conta a urgência e gravidade da situação, nada impedia que a moção fosse discutida e aprovada, embora se saiba que muito provavelmente o ministro mandaria nova carta mas com o mesmo conteúdo.
O presidente da AMAL é também presidente da câmara municipal de Tavira e parte interessada na continuidade da Sociedade Polis, porque ainda falta concluir as obras da marginal das Quatro Aguas, mesmo sabendo que o alargamento da estrada entra em domínio privado sem terem consultado os proprietários dos espaços, nomeadamente as salinas que produzem a única flor de sal certificada, no País.
Rogério Bacalhau, um autentico bacalhau podre nestas andanças políticas, durante a governação anterior, defendia as demolições exceptuando as do núcleo da Culatra, mal se percebendo se mudou de opinião ou se apenas está tentando conquistar a simpatia dos moradores com um bluff.
O aldrabão António Pina, presidente da câmara municipal de Olhão, vem agora dizer que tem uma alternativa, caso as decisões dos tribunais sejam desfavoráveis. Um presidente que permitiu e apoiou as demolições na sua área de jurisdição e que as quer em parte da Ilha da Armona, mas que é contra em área que não é a sua, por ser parte interessada, posto que tem casa no núcleo do Farol. Não diz qual a alternativa, mas ele lá saberá qual a próxima jogada.
O que António Pina devia dizer, foi o que lhe disse o secretario de estado do ambiente na reunião que mantiveram e na qual esteve presente o deputado socialista Luís Graça e não andar a criar falsas expectativas junto dos moradores desmobilizando-os da sua luta. 
As ilhas integram o Domínio Publico Marítimo e os núcleos edificados ou são desafectados ou concessionados, mas mesmo assim, porque mesmo desafectados, estão sujeitos às regras definidas para o DPM e previstas nos planos de ordenamento que incidem sobre a Ria Formosa, torna-se necessário a revisão urgente daqueles planos.
Por outro lado, o partido dito socialista continua a recusar receber os representantes dos moradores que são atraiçoados por alguns dos que se dizem representa-los. Não fora assim, e se os socialistas os não recebem a bem, convocariam uma concentração para a porta da Federação Socialista do Algarve exigindo ser recebidos e saber qual a posição do PS em relação a esta matéria, tanto mais que Apolinário, Luís Graça ou António Eusébio conhecem bem o dossier Ria Formosa.
Não podem os moradores adormecer e têm de sair à rua e fazer barulho, chamar a atenção do poder político e de um governo a prazo.
REVOLTEM-SE E LUTEM, PORRA!
SEM LUTA NÃO HÁ VITORIA!


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Morte no Algarve e na Ria Formosa! A musica ajuda a denuciar os crimes da destruição no Algarve.

MORTE NO ALGARVEhttps://www.youtube.com/watch?v=yOTVvJnEvXo
Uma teoria da conspiração passou à realidade
Condena-se um paraíso a uma calamidade
Foi destruída uma cultura milenar ligada ao mar
Políticas suicidas para a pesca e industria matar
De um ano para o outro o marisco da Ria Formosa
Passa a merda o que era ouro, mais uma verdade mentirosa
Não! Petróleo no Algarve!
Não! Morte no Algarve!
Pouca gente vive do mar e quem vive está ilegal
Matam a contestação, abre-se a porta ao capital
Nos media nada se fala, a morte entra em silêncio
A população moribunda procura emprego num anúncio
Não! Petróleo no Algarve!
Não! Morte no Algarve!
Onde antes encontravam comida animais estão condenados
Num cemitério aquático encontrarão petróleo derramado
No sul de Portugal, um ecossistema único no mundo
Petróleo foi encontrado no fundo
Estuário único no mundo, a natureza foi vencida pelo capital
A fauna e a flora serão defuntos, a morte será vital!
Ver video  no youtube A Chama.Morte no Algarve

(feat. Sonekas & Dirtyking Ze')


OLHÃO: CÂMARA HIPOCRITA!

Como vem sendo habitual, a Câmara Municipal, fez chegar às redacções da comunicação social regional, um texto no qual revela toda a sua hipocrisia, tentando enganar as pessoas, como se pode ver em http://www.sulinformacao.pt/2016/01/museu-de-olhao-revela-arquitetura-cubista-aos-pequenos-olhanenses/.
Na verdade, a arquitectura cubista do edificado, particularmente na Zona Histórica, é o ex-libris da cidade, promovendo uma vista única no País, manchada pela barreira de betão que a autarquia permitiu, tapando toda a vista.
Quando a Câmara, e achamos muito bem que tenha proporcionado à nossa juventude, o conhecimento sobre a arquitectura cubista, e ao mesmo tempo se prepara para alterar essa mesma arquitectura, bem se pode dizer que estamos perante uma Câmara tão hipócrita como quem a preside e acompanha na descaracterização dessa mesma arquitectura.
Na realidade, a Câmara Municipal de Olhão e o seu presidente, António Pina, pretendem ver aprovado o Plano de Pormenor da Zona Histórica, um plano que a ir para a frente, vai permitir ou habilitar à destruição da arquitectura cubista, nivelando todo o edificado da Zona Histórica, para alimentar a ganancia de alguns especuladores imobiliários.
António Pina, embora reconhecendo a principal e importância característica do edificado fazendo eco disso, mas que ao mesmo tempo a pretende destruir, não passa de um traste político, para quem a historia da cidade e do seu Povo pouco conta, privilegiando as negociatas.
Aliás, só o simples facto de a Zona Histórica ter sido restringida aos núcleos da Barreta, Levante e Sete Cotovelos, já diz muita coisa, ignorando outras áreas que podiam e deviam ter sido incluídas na Zona Histórica, como o Mundo Novo e o edificado entre o Caminho de Ferro, a Sul e a Estrada Nacional 125, a Norte, e entalado entre as Ruas 18 de Junho e Almirante Reis, bastando para isso recordar que a imagem de Olhão que mais mostra a arquitectura cubista, ser vista do cimo da ponte na Rua 18 de Junho.
Olhão precisa de uma grande mudança, a mudança que se previa e anunciava com as ultimas eleições autárquicas, mas que mais uma vez foi adiada, tal como tudo que o Pina e os seus comparsas, anunciam.
Já chega de demagogia.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Desportista Internacional de Olhão com deficiência motora, lança apelo nas redes socias! Precisa de uma cadeira de rodas para praticar desporto!

 Anda nas páginas do f.b de Olhão  este apelo de um desportista com deficiência motora, que publicamos, para as pessoas saberem da necessidade deste cidadão de Olhão.

" Meu nome é Hélder Farroba tenho 44 anos sou portador deficiência motora sou filho de Olhão. pratico desporto adaptado esgrima e andebol.
No esgrima ja representei duas vezes Portugal num campeonato no mundo. No andebol jogo pelo Sporting clube de portugal/Casa do Povo Messines/Algarve, tive um gosto enorme de representar as cores de Portugal No Europeu em Austria que ficamos em segundo lugar fui considerando o melhor ala direita e pivô no torneio.
Tenho uma cadeira de rodas para o desporto á uns 10 anos ja esta a ficar velhota e estou a precisar de outra nova mas a cadeira custa caro nao tenho como comprar uma porque minha invalides nao chega nem para comprar uma roda.
Assim peço se algumas imprensas ou mesmo a Câmara de Olhão possa ajudar adquirir uma cadeira nova.
COM AGRADECIMENTOS DA MINHA PARTE E UM BEM AJA."


Perante este apelo e sabendo, que António Miguel Pina que teve  250 000 € para dar ao Moncarapachense para  um relvado sintético no  Campo da Torrinha, não terá  também António Miguel Pina a sensibilidade de resolver este problema a este  cidadão de Olhão  desportista internacional com deficiência motora ?

Sabemos que a C.M.OLhão, nuns casos não tem sequer dinheiro para mandar arranjar uma simples torneira de uma escola do ensino básico, ou um tecto de outra escola que está a cair aos poucos em cima dos alunos do ensino básico, numa das escolas, situada na freguesia de Olhão,  também sabemos que António Miguel Pina ainda não arranjou dinheiro para que os cidadãos de  Olhão com deficiência motora,  possam assistir,como manda a lei  (publicada em Decreto-Lei (DL) 163/2006, que estabelece o regime da acessibilidade dos edifícios e estabelecimentos abertos ao público),  às sessões publicas da CMOlhão que se realizam na ultima 4ª feira de cada mês às 9.30h, pois essas são realizadas no Salão Nobre da C.M.Olhão que fica no 1º andar do edifício dos Paços do Concelho, e esses cidadãos não tem nem elevador, nem rampa, nem um sistema motorizado que lhes permita vencer essas escadas;  No principio do mandato quando questionado por um cidadão numa dessas sessões publicas sobre esse impedimento dos cidadãos com deficiência motora não poderem participar na vida autárquica António Miguel Pina disse que a CMOlhão  não tinha verba para tal.
Passados dois anos a verba ainda não chegou  para que António Miguel Pina pusesse-se a mão na consciência e resolve-se esse atropelo à lei que já foi publicada há 10anos?

Mas pelo jeitos hoje  já há verbas na C.M.Olhão, pois assistimos ao esbanjar de dinheiro em  fogo de artificio da passagem do ano, assim como assistimos ao contrato de um artista para animar a dita pasagem do ano, e ainda ao aluguer de uma tenda gigante, à empresa CR20, durante pelo menos 15 dias.

Esperemos perante esse esbanjar de dinheiro publico, onde lhe apetece, sem passar cavaco à oposição, que António Miguel Pina , tenha em atenção  o apelo deste desportista de Olhão lançado nas páginas das redes sociais, talvez por estar impedido devido às barreiras arquitectónicas,  de ir pessoalmente  a uma sessão publica da CMOlhão expor o seu problema.




RUA COM A UNIÃO EUROPEIA!

A Comissão Europeia é o órgão anti-democrático que governa a União Europeia mas não é eleita e ainda menos procede ao escrutínio dos Povos em matérias que afectam  gravemente seu futuro.
Com a adesão à União Europeia, não foi Portugal que nela entrou mas ela que entrou no nosso País, beneficiando com isso e contribuindo para a destruição da nossa economia e do mundo do trabalho.
Não se contentando com isso, querendo sempre mais e mais para  o grande capital europeu, enceta negociações com os EUA com vista à celebração de um acordo de comercio e investimento livres.
É de tal forma grave, que as negociações são rodeadas do maior secretismo, não vão os Povos insurgir-se contra. 
Uma vez celebrado um tal acordo, os tribunais comuns deixarão de apreciar os processos de litigancia, sendo criado um tribunal arbitral que decidirá. Um tribunal privado, escolhido pelas partes.
Este tratado prevê o pagamento de indemnizações por parte dos Estados às empresas, sempre que os seus lucros sejam reduzidos ou ameaçados, seja pela convocação de uma manifestação que ponha em causa a sua imagem ou até mesmo se o governo de um País decidir aumentar o salário mínimo nacional.
Por outro lado, na agricultura serão ainda mais utilizados os organismos geneticamente modificados ou a carne de gado criado com hormonas, o que por ora não é permitido na UE.
Até mesmo as empresas petrolíferas e o fracking (exploração de gaz natural) ficam com o direito à exploração das jazidas mesmo contra a vontade dos Povos.
Os grandes beneficiários de um tal acordo serão as grandes corporações e bancos americanos, que passam a desfrutar do maior espaço comercial do mundo, o espaço comunitário, onde a capacidade de consumo ainda é superior quando comparado com outras zonas.
A celebração do acordo, para alem de criar mais desemprego, fome e miséria, traz no seu bojo também a degradação ambiental e mal do Estado que permita a defesa do ambiente, pondo em causa os resultados das empresas, o que será motivo para o pagamento de indemnizações milionárias.
O governo anterior e actual, embora tenha conhecimento dos conteúdos do acordo pela integração de membros dos partidos que os suportaram e suportam na Comissão Europeia, a começar desde logo por Durão Barroso, que não hesitou na hora de vender o seu Povo.
Se por um lado temos a obrigação de rejeitar um tal acordo, devemos, por outro questionar se devemos continuar na União Europeia, posto que todos os Estados membros serão severamente afectados, sem que os Povos fossem chamados a pronunciar-se.
A anti-democrática Comissão Europeia, tal com os governos deste País, têm por habito a celebração de acordos ou tratados internacionais sem os submeter a referendo para que os Povos possam, em liberdade, decidir do seu futuro.
NÃO À UNIÃO EUROPEIA!


domingo, 10 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: A CONTAMINAÇÃO MATA!

Desde o inicio desta pagina que temos vindo a alertar para a situação de degradação na Ria Formosa, mas já não estamos sozinhos. Numa interessante reportagem da RR são os produtores a queixar-se e não nós a denunciar, como se pode ver em https://www.google.com/url?rct=j&sa=t&url=http://rr.sapo.pt/noticia/43641/a_ostra_francesa_esta_a_contaminar_a_ameijoa_da_ria_formosa&ct=ga&cd=CAEYACoUMTQyNzE2MjIxNTY5MTA1ODI0MDkyGjIzODhjNDZjMTEyOTEyY2M6Y29tOnB0OkJS&usg=AFQjCNHgyUT0AlzUxF2-6oMnzlPVGOwTGw.
A Ria Formosa está sob o estatuto de Zona de Protecção Especial e o próprio Regulamento do Parque Natural da Ria Formosa proíbe a intrusão de espécies não autóctones, como é o caso da ostra francesa, quando devia obrigar à produção da ostra portuguesa. O Parque Natural da Ria Formosa integra o ICNF, ex-tanta coisa, mas que sob a sua orientação, foi implementada a produção da ostra portuguesa no Rio Sado, o mesmo que devia fazer aqui.
Há muito que denunciamos o facto da ostra de semente oriunda da Baía de Arcachon, em França, estar contaminada com o vírus do herpes, o que tem levado a taxas de mortandade na ordem dos 100% naquela região.
Também em tempos denunciámos o facto de um produtor que ao ter comprado ostra de semente nas ilhas britânicas e que por o transporte ser feito de avião, estiveram as ostras sujeitas ao controlo da autoridade veterinária para verificar do estado fito-sanitário das mesmas, o que não acontece quando o transporte é feito por terra como no caso da ostra francesa. Registe-se que em qualquer dos casos, as ostras vêm acompanhadas de um certificado de salubridade, os quais nuns casos são ignorados ( os britânicos) e validados os segundos (franceses).
E a confirmar, é o próprio IPMA a dizer na reportagem que as ostras mortas na Ria de Alvor revelaram a presença do vírus embora menosprezando os efeitos do mesmo. Mas o IPMA não se fica por aí e vai apontando o dedo para a elevada taxa de mortandade registadas, à elevada carga orgânica e às microalgas tanto na Ria de Alvor como na Ria Formosa, reconhecendo assim que é a poluição que está a destruir umas das grandes atividades económicas tradicionais nas duas rias.
Competia ao IPMA enquanto instituição publica, proceder à reprodução da ostra portuguesa e fornecer a ostra de semente portuguesa aos produtores, mas não o faz. Recentemente foi criada uma empresa privada que o faz, mas cuja divulgação é fraca.
Tudo se insere numa política de destruição do sector produtivo nacional a mando da UE, mas que no caso defende a ostra e os produtores franceses, os grandes beneficiados da situação.
Claro que nesta matéria as entidades publicas falham em toda a linha, não promovendo e apoiando um recurso natural nacional. No momento, a venda de ostra adulta está em queda porque causa do bloqueio à Rússia que impede os franceses de exportarem as ostras para lá, mas isso também mostra que afinal o grande consumidor não é a França mas sim a Rússia. Sendo assim, os responsáveis pelo comercio externo deviam fazer a ponte entre os produtores portugueses e os importadores estrangeiros para alem dos franceses, com ganhos assinaláveis, já que são os intermediários franceses a ganhar as mais valias sobre um produto produzido em Portugal.
Mas enquanto fazem e não fazem, os bivalves vão morrendo fruto da poluição dos mares, com origem nos esgotos directos, no mau funcionamento das estações elevatórias ou das ETAR.
Enquanto os produtores de bivalves da Ria Formosa e Ria de Alvor não juntarem forças contra a poluição jamais conseguirão os níveis de produção do passado, pelo contrario, definharão ano após ano.
REVOLTEM-SE, PORRA!



sábado, 9 de janeiro de 2016

Ilha da Armona na Ria Formosa, um paraiso sem saneamento, cobiçado pelos barões do Turismo internacional!


 


Saneamento é reconhecido como direito humano distinto do direito à água potável



Uma nova resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, adotada em 17 de dezembro, reconheceu o saneamento básico como um direito humano separado do direito à água potável. A decisão pretende chamar a atenção para a situação das mais de 2,5 bilhões de pessoas que vivem sem acesso a banheiros e sistemas de esgoto adequados no mundo todo.
De acordo com o relator especial da ONU sobre os direitos humanos à água potável e ao saneamento básico, o brasileiro Léo Heller, a deliberação “dá para as pessoas uma percepção mais clara do direito (ao saneamento), fortalecendo sua capacidade de reivindicá-lo quando o Estado falha em prover os serviços ou quando eles não são seguros, são inacessíveis ou sem a privacidade adequada”. A resolução da Assembleia reconheceu a natureza distinta do saneamento em relação à água potável, embora tenha mantido os direitos juntos.
Para Heller, a ausência de estruturas sanitárias adequadas tem um ‘efeito dominó’, prejudicando a busca e o desfrute de outros direitos humanos, como o direito à saúde, à vida e à educação. A falta de saneamento favorece a transmissão de doenças infecciosas, como cólera, hepatite e febre tifoide.
Segundo estudo recente realizado pela ONU, somadas as abstenções escolares de todos os alunos no mundo, problemas ligados à falta de saneamento e água fazem com que 443 milhões de dias letivos sejam perdidos todos os anos.
“Espera-se que a resolução da Assembleia tenha um impacto direto para as mulheres, crianças, pessoas com deficiência e indivíduos e grupos marginalizados que, atualmente, não têm acesso a saneamento. E uma oportunidade de destacar suas dificuldades”, disse Heller.
Noticia retirada daqui 

Nota do Olhão Livre:A Ilha da Armona é  uma Ilha com cerca de 900 casas mas que continua sem saneamento Básico, a maior parte das fossas estão obsoletas e degradadas e assim poluem as aguas do poços, e vão parar às aguas da Ria Formosa, constituindo assim um sério risco  ambiental, e de saúde publica.
A rede de saneamento da Ilha da Culatra e da ilha do  Farol passa a céu aberto por zona protegidas da Rede Natura 2000 na Ilha da Armona (como se pode ver na foto  retirada da página do f.b. da Ilha da Armona), mas as 900 habitações  da Ilha da Armona, por incompetência e desleixo dos autarcas no poder em Olhão, (com o   consentimento da oposição PSD,e  CDU),  não foram ligadas a essas condutas de saneamento que atravessam a ria e vão ter a Olhão.
Sendo a falta de saneamento um perigo ambiental, e de saúde publica dos residentes e dos turistas, porque razão António Miguel Pina, que está há 10 anos no poder em Olhão, ainda não mexeu uma palha para resolver esse  grave problema ambiental e de saúde publica, conforme se pode ler no documento da ONU acima publicado.

António Miguel Pina,  veio em tempos de campanha eleitoral , para as  ultimas eleições autárquicas,  botar faladura,  para a comunicação social  e afirmar que a Ilha da Armona é a Quinta do Lago de Olhão, mais tarde e depois de eleito o moço presidente  conhece e contrata,  um Pardal  que é arquitecto e é Sidónio( contratado não se sabe por quanto do nosso dinheiro,  por contratação directa do moço Pina),para afirmar que a Ilha da Armona será a Seychelles de Portugal,  como se isso fosse a melhor coisa do mundo para os cidadãos de Olhão e para quem vive na Ilha da Armona.
Analisemos a questão a nosso ver:
A ilha da Armona ou qualquer zona da nossa Ria é certamente melhor, disso não temos dúvidas, que qualquer Quinta do Lago,e  de que as  Seychelles.
Para além da beleza natural e da riqueza da Ria, a ilha da Armona é melhor do que a Quinta do Lago e das  Seychelles, porquê?
É melhor porque é uma zona de lazer que desde sempre pertenceu aos olhanenses.
É melhor porque é uma ilha que está no coração dos olhanenses.
É melhor porque, sendo um bem público, a ilha da Armona é utilizada, aproveitada, protegida, acarinhada pelo povo de Olhão.
 A Ilha da Armona só não é ainda melhor porque a CMOlhão e os seus presidentes todos do PS, desde o Bonança passando pelo ditador F.Leal, e agora pelo moço Pina,  não se importaram nem se importa agora, com as condições de  saúde publica de quem os elegeu e elege, e não cumpriram  o que  estava no contrato de concessão da Ilha da Armona,  que era fazer o saneamento e cuidar da sua limpeza, como deve ser e não fazendo estrumeiras a céu aberto em cima da Ilha da Armona que faz parte do espaço da Rede Natura 2000 e é também Sitio de Interesse Comunitário.
 Pode-se  e deve-se perguntar quando anos mais, é que a CMOlhão e António Miguel Pina(o defensor do Camaleão nas Ilhas do Farol), por quantos anos mais vão continuar os crimes ambientais e de saúde publica na ilha da Armona??  É que é  triste um paraíso  desses ser tratado assim
 Na foto de cima retirada da página do f.b da Ilha da Armona pode-se ver a conduta que passa por cima da Ilha da Armona com os esgotos da Ilha da Culatra,e que António Miguel Pina não aproveita para trazer os esgotos da Armona para Olhão.
Aqui fica uma foto do região sul online,  da estrumeira da ilha da Armona e uns links que mostram como a CMOlhão tão mal tem tratado  a Ilha da Armona e a Ria Formosa.
 
Quando Antonio Miguel Pina era vice-presidente, a ilha da Armona tinha uma estrumeira que só acabou graças aos protestos dos moradores e a uma reportagem da SIC sobre esse crime pode ler aqui neste nosso artigo, e pode-se ver e ouvir neste video da reportagem da SIC, a revolta dos moradores,que denunciaram o crime da Lixeira da Ilha da Armona,  e as  declarações  estapafurdias, do vereador Carlos Martins que em nome da CMO afirmava que a estrumeira não era nenhum problema.
Quer-nos parecer que a comparação que António Pina faz da ilha da Armona com a Quinta do Lago,e o Pardal com as Seychelles, tem um significado mais profundo! O que ele quer dizer na realidade é que esta ilha era o ideal para a construção de um Hotel ou de uma Urbanização turística, e é para isso que está a preparar a opinião pública!
Não se deixem enganar cidadãos de Olhão. Podem acenar-vos com criação de emprego, com turismo, com benefícios para a cidade, mas o que vos querem dar é TIRAR aquilo que sempre foi nosso e que é de todos nós, para entregar de mão-beijada a qualquer grupo turístico importante e fazer dinheiro com isso. O que vos querem tirar é o direito de continuarem a utilizar, aproveitar, acarinhar a vossa ilha e preparar o terreno para espaços onde só alguns podem entrar, que só alguns podem pagar.
Certamente que para isso, já não seria muito mau haver construções nas ilhas!
 Olhão, Algarve-ilha da armona
Lutemos para  preservar um paraíso que pertence aos olhanenses e salvar a Ria Formosa da Poluição e do betão!


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Ruben Faria cai fractura o pulso e assim é obrigado a desistir do Rali Dakar!

Ruben Faria fratura pulso e abandona o Dakar

Hoje às 17:01
O motociclista português Ruben Faria (Husqvarna) foi obrigado a abandonar o Rali Dakar, esta sexta-feira, depois de ter fraturado um pulso, em consequência de uma queda sofrida durante a sexta etapa da prova.
 
Frank Fife/Reuters
Ruben Faria em Husqvarna
De acordo com o sítio oficial da prova na Internet, Ruben Faria, que ocupava a sétima posição da classificação geral, caiu durante a "especial" que teve partida e chegada em Uyuni, na Bolívia, na extensão de 542 quilómetros.
Noticia retirada do JN online 
Nota do Olhão Livre: Infelizmente o nosso piloto cai e é obrigado a desistir, mas como se diz em Olhão há mais Marés que marinheiros e oportunidades de vencer esses Rali não vão faltar, o valor está na  coagem do Ruben Faria que nos orgulha a  todos os olhanenses.
Força Ruben!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Poluição das Aguas da Ria Formosa podem dar cadeia! António Pina que se cuide pois jogar veneno tóxico para a Ria Formosa é CRIME!

 
A pena de prisão para os crimes ambientais é a principal medida da proposta de directiva que a Comissão Europeia aprova hoje em Estrasburgo. Esta visa a protecção do ambiente através do direito penal.

Segundo Bruxelas, os responsáveis pelos crimes contra o ambiente na União Europeia, através de actos intencionais ou por negligência grave, não devem ficar impunes. Por isso, pretende criar uma base legislativa que permita aplicar sanções mais duras, como penas de prisão efectiva aos "criminosos ambientais", informou a Lusa.
Entre os crimes puníveis com penas de prisão, constam o derrame de hidrocarbonetos na água, as emissões atmosféricas acima dos níveis permitidos, o despejo de resíduos no solo e na água e a posse, captura, degradação e comércio de espécies animais e vegetais protegidas - um leque de crimes que poderá ser alargado no futuro.
A Comissão Europeia considera que as sanções previstas actualmente pelos Estados-membros são insuficientes para garantir um respeito absoluto do ambiente, uma vez que não prevêem sanções penais "efectivas e dissuasivas" das violações mais graves do direito comunitário.
O executivo de Bruxelas quer ver aplicados castigos que sejam "qualitativamente diferentes dos existentes actualmente", como as sanções administrativas ou as indemnizações civis.
As penalizações serão decididas pelas autoridades judiciais de cada Estado-membro, de acordo com a legislação nacional, e abrangerão as violações da legislação comunitária em matéria de ambiente.
A entrega desta responsabilidade às autoridades judiciais visa criar "um sistema imparcial e independente" das entidades administrativas que concedem as autorizações de exploração e de poluição.
As penalizações, que incluem ainda os cúmplices das violações e os que incitam às infracções, prevêem sanções criminais e penas de prisão para as pessoas responsáveis pelo acto praticado, bem como a interdição de apoios e de exercício de actividade aos responsáveis morais.
A iniciativa legislativa partiu dos comissários europeus da Justiça e Assuntos Internos, António Vitorino, e do Ambiente, Margot Wallstrom.
Cada três anos, os Quinze deverão apresentar relatórios à Comissão Europeia sobre a aplicação desta directiva, cuja proposta segue agora para conselho de ministros, com base nos quais será publicado um documento comunitário. 
Noticia retirada do Publico online 
 
Nota do Olhão Livre: António Miguel Pina, actual presidente da CMOlhão, que se cuide pois  pode ir parar à cadeia, por crimes de poluição em Olhão, pois esses tem sido uma constante  desde que o PS é o partido maioritário  na  vereação da C.M.Olhão, e ele próprio já está nessa vereação há 10 anos 1º como vereador depois como vice presidente e desde há 2 anos como presidente com sucessivas  violações às regras comunitárias de descarga de esgotos tóxicos sem qualquer tipo de tratamento,o que são crimes de poluição às  super protegidas aguas da Ria Formosa.
Como António Miguel Pina tinha a obrigação de saber, a Ria Formosa é uma área protegida com o estatuto de Parque Natural, legalmente criada pelo Decreto-Lei nº 373/87 de 9 de Dezembro, tem como objectivos preservar o sistema lagunar, proteger a fauna e flora específicas da região, as espécies migratórias e os habitats, e promover o uso ordenado do território e dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento económico, social e cultural e para o ordenamento das actividades recreativas e que se estende pelos Concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Stº António e abrange uma área de cerca de 18400 ha ao longo de 60km desde o Ancão até à Manta Rota. Está também integrada na Rede Natura 2000 como zona de protecção especial, estabelecida ao abrigo da directiva AVES, e como zona especial de conservação, ao abrigo da directiva HABITATS:
- Ao abrigo da directivo AVES, a Ria Formosa está classificada como zona húmida de importância comunitária como habitat de aves aquáticas, A zona de Proteção Especial para aves selvagens “Ria Formosa” foi criada Decreto-Lei nº 384-B/99, de 23 de Setembro.

Perante as fotos que publicamos, António Miguel Pina e quejandos, que se cuidem que se cuidem, pois as coisas podem mudar e uma nova queixa  contra os poluidores da Ria Formosa, pode entrar no parlamento e na União Europeia.

ALGARVE: FALÊNCIA DO CENTRO HOSPITALAR DO ALGARVE

Em http://olhaolivre.blogspot.pt/2015/12/isn-e-hospital-de-faro-socorro-e.html, dávamos conta de um acidentado que fora tratado no hospital de Faro e ao qual apesar de ter um problema na coluna cervical, foi enviado para casa sem o respectivo colar.
Ao ter alta, foi dito ao doente que fizeram tudo o que estava ao alcance e marcaram nova consulta para um mês depois.
Presente à consulta e ao repetir a bateria de exames a que foi submetido, trinta dias depois, foi-lhe diagnosticada uma fractura na bacia.
Uns tempos antes destas ocorrências, os ortopedistas, em ruptura com a Administração do Centro Hospitalar do Algarve, pediram a demissão.
Entretanto vão-se avolumando os casos, autênticos crimes contra a saúde dos utentes dos hospitais deste País, com um traço comum entre todos eles, já que estão associados aos cortes de verbas na área da saúde determinados pelo monte de lixo que foi a troika.
Bem pode, o presidente do Conselho de Administração, argumentar com as directivas governamentais que nunca questionou ou denunciou como sendo altamente prejudiciais ao regular funcionamento do Centro Hospitalar, mas daí até deixar ou mandar doentes para casa com um diagnostico incompleto e capaz de provocar o agravamento do estado clínico dos doentes via uma grande distancia. É que não pode ou não devia permitir que por razões de falta de verbas, os doentes deixassem de ter a assistencia devida.
Da falta de médicos, enfermeiros, auxiliares de diagnostico e terapêutica, de pessoal auxiliar, ir alem dos cortes, sendo a própria administração a roubar nos salários para fazer obras e depois vir apresentar como um grande sucesso a gestão do Centro Hospitalar, podemos nós dizer, que a gestão foi de facto criminosa, e pior ainda quando é um ex-bastonário da Ordem dos Médicos a fazê-lo.
A política de saúde do anterior governo saldou-se pela falência do Centro Hospitalar do Algarve em contra-ciclo com as clínicas privadas, que na falta de respostas do Serviço Nacional de Saúde, viram florescer os seus negócios.
O Centro Hospitalar do Algarve, polos de Faro e Portimão, não dizem respeito apenas aos residentes daqueles conselhos mas a toda a população algarvia que deve lutar por um Serviço Nacional de Saúde para todos, independente da sua condição económica e muito particularmente para aqueles que por essa razão não têm alternativa.
É no quadro do SNS que tem de ser encarada a prestação de cuidados médicos e medicamentosos, por mais troikas que nos coloquem pela frente. A troika roubou na saúde dos portugueses para dar à banca que levou anos a acumular lucros e a repartir pelos gangs que os administraram.
O caso que denunciámos e denunciamos, é só mais um de entre os muitos que uma população que sofre em silencio, incapaz de chamar os bois pelo nome, não se percebendo porque o actual governo ainda não mandou embora, o criminoso em presidente do Centro Hospitalar do Algarve.
REVOLTEM-SE, PORRA!



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

PESCA DA SARDINHA ENCALHADA!

Decidiu o governo socialista decretar a proibição de pescar sardinha até pelo menos 29 de Fevereiro, para protecção da desova e dos juvenis.
A medida merece o nosso aplauso mas não se diz como vão ser apoiados os pescadores, que já vêm acusando dificuldades à bastante tempo por causa das famigeradas quotas de captura.
Mantém-se a recomendação do ICES, a instituição internacional para a (des)protecção dos mares, que fixa a quota de captura de sardinha Ibérica nas 1600 toneladas para o corrente ano e mesmo este a repartir com os vizinhos espanhóis.
A União Europeia lava as mãos como Pilatos, mandando os governos de Portugal e Espanha entenderem-se na repartição da quota, quando até aqui, estava estipulado setenta por cento para Portugal e trinta para a Espanha.
Os estudos efectuados pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) apontavam para um crescimento do stock de sardinha na ordem dos trinta e quatro por cento, não se percebendo a razão da redução da quota.
Obviamente que também achamos correcta que sejam tomadas medidas de protecção para que os stocks de sardinha não levados à exaustão, mas não é esse o caso, havendo mesmo condições para o aumento da quota de captura.
Mais uma vez lembramos que, antes da "criação" da sardinha Ibérica, a nossa sardinha tinha obtido uma certificação internacional, com rotulo ecológico, devido à forma como era pescada e que permitia separar os juvenis dos adultos.
Já os nosso vizinhos espanhóis dão-se ao luxo de apanhar tudo, adultos mas também juvenis que depois aparecem nos nosso mercados, onde são vendidos livremente. Uma tal política de pesca por parte de nuestros hermanos, conduz inevitavelmente à escassez da sardinha, uma vez que se apanham hoje os juvenis, amanhã não temos adultos. Portanto se alguém não cumpre, são os espanhóis, pelo que só eles deviam ser penalizados com medidas tão drásticas como aquelas que são recomendadas.
Tal não acontece, porque os nossos governos, o actual como o anterior, se prestam à subserviência dos ditames de uma União Europeia que cada vez mais acentua as diferenças entre os países, tal com o faz em relação aos Povos.
Isto é o que faz sermos governados por bandos de traidores. Basta compararmos a situação de um casal em que quem manda lá em casa não é o corno, mas o amante da mulher. Assim são os nossos governantes; corneiam-nos e põem a UE a mandar no nosso País.
Até quando?
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: A GUERRA A CAMINHO!

Teve ontem lugar mais uma reunião entre as associações de moradores das ilhas barreira, núcleos dos Hangares e Farol por um lado e do outro, representantes do BE.
Ainda que não saibamos qual o conteúdo das reuniões, é fácil perceber a preocupação das associações face à posição assumida pelo novo ministro do ambiente.
Pelo meio, sabemos também que António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, manteve reuniões com o ministro e secretario de estado e que está preocupado com o desenrolar do processo, quanto mais não seja pela casa que a sua família tem no núcleo do Farol.
Tudo indica que, mal os tribunais deem provimento aos recursos apresentados pela sociedade Polis, esta venha a tomar a posse administrativa das casas, o primeiro passo para as demolições do edificado na ilhas barreira.
Sobre as casas e os possíveis impactos negativos para o ambiente, constatamos que apenas apontam para a destruição de algumas dunas, que até naturalmente poderia ocorrer, de alguma vegetação autóctone, e logicamente da paisagem natural, e que poderão de algum modo perturbar a movimentação eólica das areias.
Nenhuma das casas impede o uso balnear, a fruição publica de todos das manchas de areal a elas afecta.
As casas, são propriedade, em regra de elementos da pequena-media burguesia, e foram construidas há mais de trinta anos, sob o olhar das autoridades que à época tinham jurisdição sobre as ilhas e que passaram licenças para o transporte dos materiais de construção, sabendo ao que se destinavam.
Ainda que admitindo e reconhecendo a autoridade do Estado sobre terrenos que são do Domínio Publico Marítimo, e tendo em conta que na margem terrestre mas também naquele Domínio, foram emitidos títulos de utilização que permitiram a edificabilidade, não se achará senão, que o a administração publica, tratando todos os cidadãos por igual, principio consagrado na Constituição da Republica Portuguesa e no próprio Código de Procedimento Administrativo, emita o mesmo titulo, aliás no seguimento do que é proposto pelo Decreto-Lei 226-A/2007.
A administração publica tem dois pesos e duas medidas para avaliar situações semelhantes, consoante a capacidade económica-financeira e ligações ao Poder político, numa clara demonstração do que é o trafico de influencias e sintoma de corrupção. É verdade que na situação presente, também estão envolvidos alguns actores políticos, mas de segunda linha, face aos grandes interesses turístico-imobiliários que impendem sobre os terrenos das ilhas.
As ilhas, particularmente a da Culatra, têm um comprimento assinalável, que permite a fruição de todos e até mesmo para a satisfação de todos os interesses, não sendo por isso a onda destruidora que se perspectiva naquela ilha, com as demolições previstas.
Percebemos perfeitamente que o Estado queira realizar dinheiro e preferencialmente estrangeiro para reduzir as contas com o exterior, mas achamos absolutamente indigno que se corram com os portugueses para no seu lugar introduzir os estrangeiros, demolindo as casas dos primeiros para no seu lugar erigirem casas para os segundos.
Uma solução equilibrada e de bom senso, mandaria que a área ocupada pelo conjunto dos núcleos edificados da Culatra, fossem desafectados do Domínio Publico Marítimo a favor da autarquia com jurisdição na zona, com a obrigatoriedade da elaboração de um Plano de Pormenor ou de Urbanização, que contenha o crescimento da malha urbana e no respeito pelo património histórico, cultural e humano.
Mas para se conseguir isso, os moradores das ilhas barreira, têm de lutar, sair à rua, manifestarem-se por forma a avisar o governo das consequências dos seus actos. Os moradores têm de criar uma comissão de luta, única, com uma liderança revolucionaria. Não podem deixar-se cair nas canções de embalar com que alguns pretendem esconder a responsabilidade do partido a que pertencem, tem nesta matéria.
Associações que não são capazes de despir a camisola do partido, e neste caso do partido que está no governo, jamais conseguirão conduzir os moradores à vitoria, nesta que será a sua guerra.
LUTEM, PORQUE SEM LUTA NÃO HÁ VITORIA!
REVOLTEM-SE, PORRA!


segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Ruben Faria em destaque no Rali Dakar


 Rúben Faria (EPA/Felipe Trueba)
Rali Dakar
Rúben Faria segundo na segunda etapa
17:40 - 04-01-2016

O português Rúben Faria, em Husqvarna, terminou esta segunda-feira a segunda etapa do Rali Dakar no segundo lugar, ocupando agora o mesmo lugar na classificação geral.

O vencedor da tirada, 354 quilómetros cronometrados entre Villa Carlos Paz e Termas de Rio Hondo, na Argentina, foi o australiano Toby Price (KTM), que ascendeu também à liderança da prova.

Rúben Faria terminou o percurso 20 segundos depois de Price, ficando com dois segundos de atraso na classificação geral.

Paulo Gonçalves (Honda) foi sexto classificado, ocupando agora o sétimo lugar na geral, enquanto Hélder Rodrigues (Yamaha) foi o 16.º a cortar a meta, caindo ao 15.º lugar da geral.
Noticia retirada do site da Bola online

ALGARVE: AGUAS DO ALGARVE POLUEM À VONTADE!

Já há uns meses que não consultávamos o site da Aguas do Algarve, a empresa que tem a seu cargo a exploração e tratamento das aguas residuais urbanas, em alta.
Ainda que por lei, esteja brigada à publicitação, na sua pagina na internet, dos resultados analíticos, à entrada e saída, a verdade é que, apesar de já estarmos em 2016, não tem um único resultado publicado relativo ao ano de 2015.
A publicação dos resultados permitem o acompanhamento e fiscalização das descargas de aguas residuais (mal) tratadas no meio aquático, seja ele nas aguas interiores ou costeiras, e ver da conformidade com a lei.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e a Agência Portuguesa do Ambiente são as entidades licenciadoras das ETAR mas têm também a responsabilidade da fiscalização do cumprimento por parte das mesmas.
Ao longo dos anos temos vindo a denunciar da ilegalidade das descargas das aguas residuais, com denuncias apresentadas junto dos tribunais e até mesmo da UE, que encontram sempre uma forma subtil de fugir à sua função e viabilizar a poluição, neste caso do meio marinho.
As aguas do mar, sejam costeiras, interiores ou de meios estuarinos, são classificadas e obedecem a parâmetros consoante a utilização a que se destinam. No caso, podemos dizer aguas para uso balnear, piscícolas ou conquicolas.
Também já percebemos que a única preocupação das entidades publicas é em relação às aguas para uso balnear, desvalorizando as consequências das descargas poluidoras das ETAR para as actividades económicas tradicionais no litoral algarvio, do mesmo modo que percebemos o porquê da sua actuação.
Na divisão do trabalho imposta pela União Europeia, aquilo que é dado a Portugal, é a prestação de serviços, a troco da destruição de todo o sector produtivo, que é transferido para outros países como a Espanha ou a França. É nesse contexto que se insere a política de pescas e da actividade conquicola.
Assim, desde que as aguas cumpram os requisitos para o uso balnear, pode dizer-se que está tudo bem, mas o pior é que a ausência dos resultados analíticos, escondem também, que nem para uso balnear as aguas têm a qualidade devida.
O IPMA, que deveria proceder à monitorização das aguas piscícolas e conquicolas também está calado que nem um rato, não fazendo a monitorização para não ter de dizer o que vai errado.
Por outro lado, temos as associações ditas ambientalistas, que têm muita língua contra os privados mas que contra o Estado calam os crimes deste, mesmo que possam pôr em risco a saúde publica. Os pantomineiros da LPN ou da Quercus, a esta até lhe foi dado o Minuto Verde para lhe fechar a boca, nunca denunciaram a poluição na Ria Formosa nem na Ria de Alvor.
Curiosamente, o anterior presidente da Aguas do Algarve foi promovido a secretario de estado do actual governo, talvez com a indicação de poluir o resto do País. 
E o nosso moço pequeno em presidente de câmara, vogal do concelho de administração da empresa poluidora, nada diz sobre a falta de publicação dos resultados, talvez porque habituado à falta de transparência na autarquia, não vê mal algum na omissão.
Enquanto não publicarem as analises, podemos dizer que afinal a Aguas do Algarve está poluindo o mar algarvio.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Ruben Faria piloto de Olhão à frente do Rali Paris Dakar.


Ruben Faria piloto filhe de Olhão parte à frente de Dakar.

" Os motards Ruben Faria (Husqvarna) e o espanhol Joan Barreda (Honda) partilharam a vitória no prólogo de 11 quilómetros da 28.ª edição do Rali Dakar, na província de Buenos Aires, Argentina. A prova ficou ainda marcada por um despite que fez oito feridos.
 Com 6.27 minutos, a dupla foi apenas três segundos mais rápida de que Hélder Rodrigues (Yahmaha), enquanto Paulo Gonçalves (Honda), segundo em 2015, rodou mais lento devido a problemas com a moto e foi apenas 50.º, perdendo um minuto para os rivais na oitava vez que a prova é disputada na América do Sul."
Noticia retirada da TSF rádio noticias online 
Os autores do Olhão Livre desejam ao Ruben  Faria tudo do melhor,durante este dificílimo Rali, pois bem merece pelo seu valor inquestionável.
Neste Rali  Dakar Ruben Faria alinha com uma Husqvarna FR 450 Rally.
" A moto será, no fundo, “uma KTM porque não havia tempo para se fazer uma moto de rali de raiz e a equipa optou, e no meu ponto de vista bem, em pegar em todo o trabalho que estava feito com a KTM e ‘colocar’ a moto como Husqvarna. Os mecânicos são os mesmos, vai ser tudo igual, o que muda é a cor da mota”, explicou ao Motosport.
Porém, esta 450 tem identidade própria, e a Husqvarna Factory Rally Team desenvolveu-a dentro das possibilidades que o tempo permitiu. Em conversa com o Motorsport o piloto de Olhão acrescentou: “A maior alteração que fizemos foi a nível da desmultiplicação do amortecedor de trás – a moto está muito mais estável em zonas rápidas e fácil de conduzir. Trabalhámos na aerodinâmica e estivemos a experimentar, mas ainda não sabemos se vamos usar o controlo de tração na moto.”"
Noticia retirada do MotoSport online





sábado, 2 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: AS VERDADES OCULTAS

Os "bombeiros" bem tentam apagar o fogo da revolta dos moradores das ilhas barreira da Ria Formosa, mas dentro em breve perderão a sua face, quando o assunto for discutido no Parlamento, seja ele pela discussão dos projectos de resolução seja pelo envio atempado da petição feita a propósito.
Mais uma vez lembramos que as deliberações e acções que permitem a demolição do edificado nas ilhas, foram da responsabilidade do Partido Socialista. O Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) foi aprovado em 2005 pelo governo Sócrates; o Programa Polis e a sociedade do mesmo nome foram criados em 2008 pelo governo Sócrates; o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa foi revisto  e aprovado em 2009 pelo governo Sócrates. Todos estes documentos tiveram a chancela de Sócrates e do Partido Socialista e na maioria dos casos, o actual primeiro-ministro integrava o governo de então.
À boleia das aberrações ditas socialistas, o governo de Coelho/Portas, começou sem ter concluído o processo de demolições nas ilhas barreira, o que gerou uma forte oposição por parte dos moradores e de tal forma assim foi que o presidente da Câmara Municipal de Olhão, também ele socialista viria a terreiro defender a ilegalidade da Sociedade Polis, como se pode ver em http://www.cm-olhao.pt/listar-artigos/1303-antonio-pina-contesta-legalidade-da-sociedade-polis-ria-formosa.
A 7 de Abril do ano que agora findou, o rato Moreira da Silva, como se pode ver no link do post anterior, dizia que "...Estamos disponíveis para tentar encontrar investimento, nomeadamente para o núcleo central da Ilha de Faro."
Não estava, o rato, a referir-se a investimento publico porque esse já estava previsto no âmbito do Polis. O que o rato queria dizer é que para os espaços a reestruturar, leia-se demolir, na Ilha de Faro, procuraria encontrar investidores para desenvolver projectos turístico-imobiliários. Por um lado, corria com os feios, porcos e maus portugueses para introduzir o elemento estranho, enchendo as algibeiras de uma certa cáfila oportunista.
Qualquer pessoa compreenderá, que tendo a Ilha de Faro já uma ponte e outra programada, portanto de bastante acessibilidade, que os projectos de investimento apareçam em primeiro lugar naquela zona da Ria Formosa, deixando para depois as restantes ilhas, onde ainda é preciso alterar os Planos de Ordenamento que sobre ela incidem.
Mas que ninguém alimente ilusões porque é tudo uma questão de tempo.
Nas declarações do Pina no link acima, uma das questões que ele levanta é a ausência da elaboração do Plano de Pormenor e requalificação da Ilha da Armona. Lembramos aos mais distraídos que no âmbito do Polis, a lado nascente da passadeira está classificado como espaço a reestruturar (demolir).
Pina previa uma oportunidade de investimento de cerca de quatro milhões para a Ilha da Armona. É que ele diz, e não nós.
Se considerarmos que o arquitecto contratado pela Câmara de Olhão pretendia transformar a Armona nas Seicheles da Ria Formosa e o Pina na Quinta do Lago da Armona, outra coisa não podemos concluir que o que se prepara para ali, também é um projecto turístico.
Neste contexto, e perante a contestação dos moradores das ilhas barreira, é pois natural que os apoiantes socialistas tentem refrear os ânimos dos mais combatentes, desviando as atenções para questões colaterais. Os moradores das ilhas barreira, Armona incluída, não se podem deixar adormecer com as cantilenas de embalar deste pessoal.
O actual governo não durará até ao fim do ano que agora começa e se os moradores não o pressionarem para uma resolução rápida e definitiva do problema, um dia destes vão ser confrontados com o camartelo demolidor da Polis.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

RIA FORMOSA: ANO NOVO, GUERRAS VELHAS!

O novo ano não abre com melhores perspectivas para os moradores das ilhas da Ria Formosa, por mais que alguns pretendam branquear as pretensões do governo empossado no rescaldo das ultimas eleições.
Comparemos então as diferenças ou semelhanças entre o anterior e o actual governo nesta matéria, nas declarações dos responsáveis políticos de então e de agora.
A 29/12/2015, na carta enviada aos autarcas presentes na Assembleia Geral da Sociedade Polis da Ria Formosa e que pode ser lida em http://sos-ria-formosa.tumblr.com/post/136270959939/carta-do-ministro-do-ambiente-a-prorrogar-a , a actual ratazana repetia tudo o que ratinho Moreira dissera antes.
Ouvido no grande circo nacional em que transformaram o Parlamento, Moreira da Silva dizia a propósito que as demolições eram para continuar nas ilhas barreira da Ria Formosa, mas que todas as famílias cujas casas eram de primeira habitação iam ser realojadas.
No entanto deixava antever o futuro que reservam para as ilhas da Ria Formosa quando diz .... "Estaremos disponíveis para tentar encontrar investimento para o núcleo central da Ilha de Faro". Isto pode ser confirmado no link do dia 07/04, acima.
No segundo link, do dia 15/05, o ratinho Moreira, em reunião com os autarcas e representantes dos moradores, dizia "Apesar de serem construções ilegais, não faremos nenhuma demolição tratando-se de primeiras habitações, sem ter havido o realojamento prévio das populações".
"Sabedores da sensibilidade especial que envolve a demolição de habitações localizadas em Domínio Público Marítimo, não deixaremos de, em conjunto com as autarquias, as acompanhar a par e passo, garantindo que não serão efectuadas demolições de primeiras habitações sem prévio realojamento, e assegurando um “combate às construções comprovadamente não autorizadas em Domínio Público Marítimo”, com prioridade às que se encontram em zonas de maior risco." Palavras a actual ratazana que tem a tutela do ambiente.
A comparação dos diversos discursos não nos permite descortinar qualquer diferença entre uns e outros. Os dois ministros são unânimes e bastante claros no que diz respeito às construções em Domínio Publico Marítimo, fazendo questão de afirmar o combate às construções não autorizadas.
O que a actual ratazana vem dizer, é que se as construções forem autorizadas, podem ser feitas, mas para isso têm de correr primeiro com os actuais moradores. Ou seja, com uma futura revisão do POOC, pode vir a ser possível construir em cima das ilhas.
Mais, no momento já nem invocam qualquer dano ambiental, mas sim o da autoridade do Estado, quando o mesmo Estado, o Estado dos Piratas e Bandidos, tem permitido a construção em Domínio Publico Marítimo, aos poderosos.
Dito de outra forma, o que está em causa, é um problema de classes, entre dominados e dominadores, com os de menores recursos a sucumbirem perante os interesses do grande capital.
No momento, a única saída sensata para o problema das casas das ilhas barreira passa pela suspensão imediata de todas as acções previstas. Todo o território abrangido pelos núcleos do Farol, Hangares e Culatra, deve ser desafectado do Domínio Publico Marítimo e passar para o Domínio da Câmara Municipal de Faro. mas ainda assim, o POOC e o POPNRF têm de ser revistos, posto que prevalecem até mesmo em propriedade privada.
Os moradores das ilhas barreira não se podem deixar manipular por aqueles que, quais bombeiros, tentam apagar o fogo da REVOLTA.
REVOLTEM-SE, PORRA!