domingo, 20 de novembro de 2011

OLHÃO: IGAL LAVA MAIS BRANCO







A sequencia de imagens reproduzidas mostra a forma de funcionamento das instituições oficiais e como procuram branquear as situações, em nada diferindo a atitude das tutelas sejam elas de que cor forem, isto é rosa ou laranja.
Na imagem II pode ver-se que o processo teve inicio em Setembro de 2008, portanto com três anos, para parir um nado morto, inconclusivo, com a afirmação de que "Nada mais constava do processo", deixando no entretanto escapar que (3.2.2.)que a construção semelhante à anteriormente apresentada recebeu pareceres favoraveis, quando a anterior fora indeferida por violação do PDM. Dois criterios para começar!
A Câmara Municipal de Olhão argumenta com o facto de a construção se encontrar em Espaço Urbano Estruturante II porque lhe interessava beneficiar o novo construtor, e não terá sido pela cara dele mas talvez por..., omitindo que mesmo os terrenos naquela categoria de espaço estão sujeitos às restrições ao uso dos solos por constituirem Servidão Administrativa, do Dominio Publico Maritimo, aliá assinaladas na Planta de Condicionamentos do PDM de Olhão, e estarem obrigadas ao parecer previo e autorização da entidade com jurisdição na materia, a Capitania do Porto, que tambem fechou os olhos, ao crime ali cometido, e sobre isto o IGAL não tuge nem muge.
Que o IGAL, então tutelado pelo secretario de estado das autarquias locais José Junqueiro, camarada de partido do mentiroso Francisco Leal, tivesse fachado os olhos, ainda era compreensivel, mas o processo só agora foi concluido e a tutela passou para as mãos do homem de confiança de Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas, que parece pouco interessado no apuramento de responsabilidades, não vá ter no seu partido alguns presidentes de câmara nas mesmas condições.
Já não bastava que o processo tivesse demorado três longos anos senão ainda termos de levar com a mixordice deste relatorio que nem para limpar o traseiro dá.
São estas situações, o modo como estes politicos de merda se governam fazendo tabua rasa das leis que dejectam, que devem merecer a indignação e revolta da população.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

OLHÃO: MAFIA ROMENA ORGANIZA-SE

Como é do conhecimento publico, a Ilha das Ratas ou Côco está infestada de emigrantes romenos que aparentemente se dedicam ao marisqueio, apesar de não estarem legalizados, colectados ou por qualquer outra forma habilitados para exercer a actividade, contando para isso com o apoio do armazenistas, a quem sabe bem comprar o marisco ao preço da uva mijona.
Ainda assim, admitir-e-ia que o fizessem, não fora o facto de na sua maioria, estarem apenas a fazer o controlo do viveiristas para depois lhes roubarem a ameijoa dos viveiros, e é de tal forma que sabendo do gosto que alguns viveiristas nutrem pelo futebol tambem eles vão, controlando-o enquanto outros roubam as ameijoas.
E para não erem surpreendidos, deixam alguem de vigia à Policia Maritima, controlando o seus movimentos.
Porque tem havido desaguisados com os viveiristas e sabendo do potencial que podem ter dos viveiros da Ria Formosa e não querendo perder esse filão, organizaram-e e fizeram vir do Paí natal, a Romenia, armamento de guerra, para enfrentar quem e atrvesse pela frente, perante a passividade das autoridades.
A situação é algo semelhante à que se passou com o emigrantes moldavos e as redes mafiosas que os acompanharam, não querendo com isto dizer que sejam todos iguais, pois ainda exite gente boa e trabalhadora misturada com a escumalha.
Não podem é ser os naturais daqui a ser alvo da pilhagem desta gente e muito meno correr o risco, o desconforto e a insegurança que a situação provoca. Por muito menos do que isso, se vê o corpo de intervenção das policias ou o Serviço de Estrangeiros, sempre prontos para desancar no cidadão comum mas para cuidar da sua segurança parece que não existem.
Apesar de terem sido encontrados corpos na Ria Formosa no ultimo ano as diversas forças policiais parecem alheias ao que se passa. Estarão à espera da morte de algum olhanense para depoi agirem?
A indignação e revolta dos olhanenses deve manifestar-se de forma inequivoca no proximo dia 24 de Novembro, solidarizando-se com a GREVE GERAL NACIONAL.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

OLHÃO: DESPERDICIO DA CÂMARA

Que a Cãmara Municipal de Olhão é há muito tempo dirigida por um bando de mentecaptos, desfazados da realidade do concelho, vivendo da imagem que até há pouco coneguiam fazer passar, não é novidade para ninguem.
A incompetencia e ignorancia dos nossos autarcas é de tal forma que em pequenas problemas de facil solução borram a opa. Se repararem no Parque de Estacionamento do Levante, uma das carissimas e megalomanas obras com direito a placa com o nome do galhardo em presidente, verificarão que exite uma bomba continuamente a esgotar agua, doce, pois o parque foi contruido em cima dum veio freatico, tal como acontece com o edificio onde era a Fabrica Cocco.
A Câmara Municipal de Olhão entretida a gastar o dinheiro dos municipes com a asneira do "arranjo" do Parque do Patinhos, uma autentica cagada, e o consumo exagerado de agua do tanque e da rega do Jardim Patrão Joaquim Lopes quando tinha ali uma forma de poupança e de dar utilidade a um bem essencial e cada vez mais escasso como é a agua.
Aliás, no escritorio da Ambiolhão fizeram afixar uma frase dando a perceber que a Ambiolhão tem preocupações efectivas com a agua, mas depois pelo que se vê, é apenas imagem publicitaria.
A inutilidade de tanto vereadores principescamente pagos pelo pessimo trabalho que fazem, aliada ao despesismo da autarquia induzem a um endividamente que terá de er o municipe a pagar, eja atraves da factura da agua ou do IMI.
Enquanto o desgoverno nos obriga a apertar o cinto, roubando os subsidios de ferias e natal e a Câmara Municipal de Olhão nos aperta o garrote com os aumentos previstos para o proximo ano em materia de agua e IMI, assitimos ao despezismo consumista da autarquia, ignorando areas onde poderia reduzir custos que bem podiam ser canalizados para apoios sociais, onde há enormes carencias.
Já etá na altura do olhanenses manifestarem a sua indignação e revolta pelo modo como estes politico da treta têm conduzido os nossos destinos e uma boa maneira seria aderindo à GREVE GERAL NACIONAL do proximo dia 24 de Novembro.
Viva a Greve Geral Nacional.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

OLHÃO: BRINCANDO ÀS ESCOLINHAS

Educação: Olhão continua sem atividades de enriquecimento curricular, denuncia associação de pais
A Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas José Carlos da Maia, de Olhão, manifestou a sua “preocupação e descontentamento” por ainda não estarem a funcionar, neste concelho algarvio, as atividades de enriquecimento curricular (AEC).
No Algarve, diz a associação, “somente o concelho de Olhão não tem as AEC a funcionar”, pois continua a aguardar autorização do governo para contratar os professores.
A Associação de Pais, que reuniu quarta feira com os representantes dos pais das turmas do 1.º ano, realizou vários contactos e reuniões com as entidades competentes na região e até ao momento “ainda não foi obtida qualquer resposta sobre a data de início destas atividades”.
O ano letivo teve início a 15 de setembro sem as AEC. “O atual horário de funcionamento das escolas é completamente incompatível com os horários de trabalho da maioria dos pais e encarregados de educação, situação que vem causando enorme transtorno às famílias”, refere a associação.
Em declarações à Lusa, o diretor regional de Educação do Algarve, Alberto Almeida, reconheceu que Olhão é o único concelho algarvio ainda sem professores de atividades extra-curriculares colocados, depois de, há três semanas ter sido resolvido problema idêntico no concelho de Faro.
“O problema ocorreu em câmaras que atingiram o nível de endividamento máximo e no início havia muitas mais no Algarve. As situações têm sido desbloqueadas aos poucos, mas sobraram Faro e Olhão e agora só Olhão”, disse.
O responsável frisou que “o problema ultrapassa o Ministério da Educação” e assegurou que se tem “esforçado para resolver o problema”.
Mostrou-se convicto que a colocação dos professores será “desbloqueada a qualquer momento”
RETIRADO DE "DIARIO ONLINE"
Tal como é reconhecido no conteudo da noticia, a Câmara Municipal de Olhão à emelhança da generalidade da adminitração publica, excedeu-se no endividamento com projecto megalomanos de duvidosa necessidade e eficacia, não trazendo nenhum valor acrescentado para a população olhanense, pelo contrario mitigando ainda o pouco que de bom nos restava.
As alterações da legislação laboral e muito especialmente a flexibilização do horarios veio criar um novo problema: quem toma conta dos miudos, enquanto o pai trabalham?
E, se na noticia apenas se fala das actividades das actividades de enriquecimento curricular, há que lembrar que os proprios infantarios, mesmo aqueles que gozam do apoios da segurança social, não têm horario compativeis com a nova realidade laboral.
Francico Leal e Antonio Pina responsaveis pela situação criada, lavam as mãos como Pilatos, dizendo que não têm dinheiro, o tal que esbanjaram e continuam a esbanjar, alheios e indiferentes à realidade social do concelho, mas faltando naquilo que é essencial: a educação e a alimentação.
Perante os factos deve a população olhanense manifestar toda a sua indignação e revolta pela forma como são conduzidos os nossos destinos, solidarizando-se com a GREVE GERAL NACIONAL do proximo dia 24.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

OLHÃO: VENDER A IMAGEM


Acabadinha de chegar, a equipa que vem dar a iluminação de Natal à cidade, ontem`ao final da tarde.
Enquanto grassa a fome e miseria no concelho, o insensato e insensivel presidente da câmara continua a sua cruzada de vendedor de imagens, fazendo lembrar o Pinoquio que esteve à frente do desgoverno da nação ou do Paulinho Feirante a tentar restaurar o negocio iniciado pelos antecedentes. VENDEDORES, e vendidos, uns e outros, vivendo de imagens virtuais.
Regressando à nossa cidade, o candongueiro cá do burgo, prefere esbanjar dinheiro promovendo a iluminação de Natal na chinatown olhanense com o custos inerentes para de seguida nos roubar na agua, saneamento basico e residuos solidos ou no IMI,mas fazendo ouvido de mercador e vista grossa às carencias da população.
Se este indecente presidente, que entre reformas e ordenados, recebe cerca de cinco mil euros mensais sem falar de algumas alcavalas, e vestisse a pele daqueles para quem o Natal deixará de fazer sentido este ano, sem nada para pôr na mesa e ainda menos para dar uma pequena lembrança aos filhos, certamente que as prioridades seriam outras.
Não é tanto pelo valor da iluminação que este ano será mais pobrezinha, mas mais pelo somatorio de todos os pequenos luxos a que se dão os nossos autarcas, que mais parecem viver num concelho e País irreal, esquecendo que estamos na penuria. Grandes miseraveis, estes decisores politicos.
Provavelmente irá destribuir uns saquinhos com algumas latas de conserva e embalagens de grão, feijão, massas ou arroz, e respectivos bichos, mais uma vez tentando dar a imagem de uma solidariedade falsa.
É verdade que todos nós temos culpa pelo que se passa na gestão do municipio, não intervindo, não participando e deixando que a escumalha asilada na autarquia continue seguindo uma politica de empobrecimento, de miseria e fome para a população.
Indignado e revoltado com aquilo que se passa na nossa terra e é reflexo do País que temos, apelo a todos se solidarizem com a GREVE GERAL NACIONAL de DIA 24 de NOVEMBRO, mostrando todos o que sentimos perante um Poder que só tem lingua para os trabalhadores.
VIVA A GREVE GERAL!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Revolta na Ria Formosa, contra a Mão Morta da Presidente da ARH.

Viveiristas da Ria Formosa preocupados com cobrança de taxas com uma década de atraso

Os viveiristas da Ria Formosa acusaram hoje a Administração Central de os obrigar a pagar licenças em atraso, no valor de milhares de euros, uma medida que alegam ser ilegal e que pode levar muitos empresários à ruína.

“A situação é extremamente grave para toda a atividade de aquacultura na Ria. O que eles fizeram foi proceder, de atacado, à regularização e pagamento dos anos em atraso, e isto está a pôr em causa todo o processo e a capacidade financeira” dos empresários, disse hoje à Lusa Américo Custódio, presidente da Associação de Viveiristas da Ria Formosa (VIVMAR).

Até 1994, as taxas eram pagas nas capitanias mas desde então o processo foi suspenso, quando passou para a tutela do Parque Natural da Ria Formosa (PNRF), que apenas em 2007 decidiu notificar os viveiristas.

Nos meses de maio e junho deste ano, a administração do PNRF enviou dezenas de notificações para que os viveiristas procedessem à liquidação da taxa de utilização do domínio público hídrico, relativa ao período de 1994 a 2007.

“Contestamos este pagamento, e já expusemos a situação à senhora ministra, porque as autoridades abstiveram-se, durante décadas, de liquidar as taxas, e agora, enviam-nos notificações que padecem de uma série de vícios e ilegalidades”, acusa o viveirista.

A VIVMAR sustenta que as notificações “omitem os anos em atraso e o que se está a liquidar”, e que a cobrança dos anos em causa prescreveu, escudando-se no artigo 45 da Lei Geral Tributária (que entrou em vigor a 1 de janeiro de 1999).

Segundo o referido diploma, o prazo de prescrição estipulado é de quatro anos, não podendo ser cobrados os anos anteriores a 2004.

“Nunca dissemos que não pagávamos ou não queríamos pagar, arranjaram-nos foi uma embrulhada que nem eles próprios sabem qual a solução, porque o parque não tem meios para dar conta deste processo, que é grande, e envolve milhares de viveiros desde Cacela até à Quinta do Lago, em trinta anos nunca existiu um cadastro de viveiros, e o resultado está à vista”, sublinha o dirigente.

Com o aparecimento da Administração Regional Hidrográfica (ARH), o pagamento das licenças, a partir do primeiro semestre de 2008, passou a ser tutelado por este instituto, que entretanto procedeu à actualização das taxas para o dobro (de 25 para 50 cêntimos o metro quadrado).

As associações de viveiristas reúnem amanhã com a administração da ARH “para encontrar soluções alternativas para o problema.”
Noticia saida no Região Sul, on Line.

Nota do Olhão Livre.
Valentina Calixto Presidente da ARH, num acto de desespero e de vingança, quer deixar a sua Mão Morta, sobre os viveiristas da Ria Formosa, pois além de nunca querer acabar com a poluição na Ria Formosa,provocada pelos esgotos Tóxicos,sem tratamento da CMOlhão da CMFaro, e das ETARS assassinas das Aguas do Algarve.
Quer agora Valentina Calixto cobrar taxas dos viveiros, viveiros esses, que tem sido vitimas da Poluição que ela como presidente da ARH tinha obrigação de ter acabado, e que não acabou, pois andou ocupada em fazer favores ao presidente da CMOlhão, em fechar a Barra que o Mar abriu na Ilha da Fuzeta, para defesa de prédios ilegais ,construídos em Domínio Publico Maritimo na Zona Ribeirinha da Fuzetae a abrir barras no frágil cordão da Ria Formosa,sem qualquer estudos de impacto ambiental como fez ao cortar ao meio a importante Peninsula de Cacela.
Também A presidente da ARH, se esqueceu de Fazer as devidas obras de desassoreamento na Ria Formosa deixando inclusive que se fizessem a canalização de esgotos para as Ilhas da Culatra e Farol por cima do leito da Ria, indo assim contra as normas comunitárias, e dando assim origem ao assoreamento da Ria na zona oeste da Ilha da Armona ,que provocou a morte de milhares de hect de florestas marinhas ,devido ao assoreamento naquela zona.
Valentina Calixto ficará para a História como uma das responsáveis pela morte de várias zonas da Ria Formosa, que dantes eram um oásis de vida, e hoje são um deserto de lodo que nada produz, além de mau cheiro,como são os sítios adjacentes às ETARs e esgotos que escorrem sem controlo, e com o fechar de olhos de todos os organismos responsáveis.como o IPIMAR o PNRF a CCDR e O ICNB, pois a Ria Formosa é um local que devia ser protegido e não o é, levando assim cerca de 10 000 pessoas que dependem da Ria ao desespero.
Por tudo isso as pessoas devem-se revoltar e exigir o julgamento de todos os responsáveis pela Poluição da Ria Formosa.

sábado, 12 de novembro de 2011

OLHÃO: GRANDE ASSALTO

Na quarta-feira passada houve reunião de representantes da ARH e de alguns viveiristas com o objectivo de cobrar as taxas de ocupação de espaços do dominio publico maritimo (viveiros) relativas a anos anteriores. Tudo estaria correcto, não fora o facto de terem sido as entidades responsaveis quem deixaram de cobrar as taxas.
Antes da criação do Parque Natural da Ria Formosa, eram as capitanias quem cobrava as ditas taxas, que foram transferidas para o Parque e agora estão na ARH da sempre Valentina Calixto, a praga da Ria Formosa.
O Parque Natural da Ria Formosa abandalhou o sistema e deixou atrasar anos de cobrança que a Valentina quer agora cobrar por atacado. Não podem os viveiristas ser culpados do pessimo funcionamento do Estado e por isso deve ser estabelecido um calendario razoavel para o respectivo pagamento.
Se a ARH vai extinguir-se, tambem não podem ser os viveiristas, os prejudicados por uma decisão politica que é da competencia do governo.
De qualquer das formas, o que esta canalha pretende é cobrar as taxas aos valores actuais, quando os valores em vigor à data das "dividas" eram bastante mais baixos do que aqueles que resultam da nova tabela. Sendo assim os viveiristas devem recusar o pagamento das taxas em divida e mesmo assim reclamar da qualidade das aguas da Ria Formosa.
Valentina Calixto é uma expert nesta especie de "roubo", autentico assalto ao bolso dos desgraçados que bem lutam para que a ameijoa não morra e bem merecia uma tacada de ovos podres.
Ao assalto devem os mariscadores responder com a manifestação de indignação e revolta solidarizando-se com a GREVE GERAL NACIONAL de dia 24 de Novembro.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O OE E A GREVE GERAL DE 24 DE NOVEMBRO

O "orçamento de estado" antes de ser "aprovado", já o tinha sido. Com maioria absoluta e com a conivência do P"S", a discussão tornou-se inútil. O P"S" ensaiou um "fait diver" da "almofada" como forma de captar algumas simpatias perdidas com José Sócrates. Já todos nós sabíamos que o aí vinha era mais austeridade a juntar à austeridade dos últimos tempos, era recessão a somar à recessão. Exactamente o mesmo caminho da Grécia. Este é o "orçamento" dos farnco-alemães, o "orçamento do sistema financeiro e do grande capital. A aposta continua a ser salvar a banca, permitir aos grandes grupos económicos mais lucros. Alexandre Soares dos Santos é um exemplo disso. O patrão do "Pingo Doce" e do grupo Jerónimo Martins é bem claro: "reduzir os salários dos gestores públicos é um apelo à mediocridade". Não é por acaso que este senhor faz estas afirmações. Foram os governantes a nível central e a nível local, os gestores públicos, as parcerias público-privadas quem afundaram o País mas a quem não são pedidas responsabilidades pela má gestão dos dinheiros públicos. Também não é por acaso que as maiores fortunas do País estão nas mãos dos patrões das cadeias de distribuição...
A cada dia que passa a situação dos portugueses vai-se agravando. Este mês, uma boa parte dos trabalhadores já vai sentir o roubo no subsídio de Natal. Em Janeiro, a partir do dia 1, os portugueses vão começar a sentir que vão comprar menos com o mesmo dinheiro, fruto do aumento do IVA. No fim de Janeiro vão começar a sentir o peso da factura da energia e da água, dos combustíveis e dos transportes e em consequência o aumento dos preço dos produtos.
Foi o ministro da "Economia" quem anunciou os despedimentos nos transportes públicos. Foi ele quem levou os trabalhadores para a greve. Os trabalhadores não são masoquistas ao ponto de, numa situação de dificuldades, abdicarem de parte dos seus parcos salários para fazerem greve. O secretário de estado, com um discurso fascizante veio reiterar a ameaça do seu ministro.
A carga fiscal e os custos energéticos estão a asfixiar as empresas e o alemão Passos Coelho apresenta-lhes como alternativa mais trabalho sem acréscimo de salários. Passos Coelho quero empobrecimento do Povo. Mais trabalho e menos salário. Antes da "crise", as empresas operavam, tinham lucros, viviam, sinal que os trabalhadores mal ou bem trabalhavam. A "cantilena" da falta de produtividade só serve para disfarçar o assalto que o Estado faz às empresas e atirar a "culpa" para cima dos trabalhadores.
Os despedimentos vão ser um facto e até a redução dos salários está em preparação. O poder de compra está substancialmente diminuído e vai ficar ainda mais diminuído quando se der a redução efectiva dos salários. Mas quem vai ser despedido? As chefias? O trabalhador A, B ou C? Ninguém sabe. O garrote de Passos Coelho aperta-se ao pescoço de qualquer um e todos olhamos para o lado: "será que é "ele" (parceiro do lado) ou será que serei eu?". É neste clima que está convocada a GREVE GERAL DE 24 DE NOVEMBRO. É neste clima que o descrédito em relação aos políticos, em relação aos partidos, em relação aos sindicatos, mais se acentua. Quem vê as notícias nas televisões e vê as entrevistas na Grécia, na Itália e em Portugal nota perfeitamente o sentimento de descrédito. À mesa do café não hácão nem gato que não se manifeste contra a presente situação. Os "pulhas" que nos governam e governaram são uníssonos em afirmar que o Povo compreende as medidas.Nada mais falso!
As redes sociais tem um papel determinante sendo uma boa forma de incentivar, de motivar, de mobilizar os portugeses para a GREVE GERAL. Nas ruas pouco se vê que possa moblizar as pessoas ao exercício de uma forma de luta que tem como pretensão que as medidas se tornem ainda mais gravosas para todos nós. O descrédito nos políticos, nos partidos e nos sindicatos não pode ser factor de desmotivação. Há políticos, partidos e sindicatos que ainda de alguma forma tentam contrariar a situação. Poucos, é verdade mas cabe aos cidadãos deste País mostrarem a sua disposição para contrariar as intenções dos governantes, do grande capital e da troica.
Contráriamente àquilo que estes governantes afirmam no presente, a degradação fez-se sentir desde a última vez em que o FMI interveio em Portugal, em 1983. Foi depois disso e com a adesão a CEE que começou a submissão aos interesses franco-alemães. Deram-se "incentivos" para não se produzir na agricultura e pecuária e hoje importamos produtos agrícolas e o leite da Europa. Deram-se incentivos para o abate dos barcos e hoje importamos peixe da Europa. Liquidámos a pouca indústria que tínhamos para passarmos a importar o que antes produzíamos. Liberalizou-se o mercado no pressuposto da concorrência e ficámos com os produtos mais caros (veja-se o caso do peixe. é só ir ao mercado de Olhão). Perante a CEE, mais tarde União Europeia, sempre fomos "rapazes bem comportados". Os nossos governantes fizeram as suas opções, criaram as suas estratégias. Erradas, é verdade, mas erradas do nosso ponto de vista porque do ponoto de vista "deles" sempre estiveram correctas. Essa opções e estratégias permitiram o enriquecimento rápidos dos seus boy's, dos seus amigos e dos seus familiares. Está bem à vista.
Apela-se às redes sociais para que se transformem em verdadeiros motores da GREVE GERAL DE 24 DE NOVEMBRO. Nós, Olhão Livre" faremos a nossa parte...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

OLHÃO: MISÉRIA OCULTADA

Ontem, cerca das 12:40 fui abordado por um mendigo que andava à procuea de algo para comer. O homem já havia ido aos contentores do lixo do Intermarchê e fora corrido pelo segurança de serviço, que o detectara pelas câmaras de video-vigilancia. Até aqui tudo normal.
Não me dando por satisfeito procurei saber algo mais e constatei que afinal não era apenas aquela grande superficie que assim procedia. O tacanho presidente da Câmara Municipal de Olhão, há cerca de dois anos e porque aqui se denunciava a degradação social com laivos de miseria profunda, entendeu por bem contactar as direcções de todas as grandes superficies no sentido de impedirem o acesso aos contentores por parte dos esfomeados.
Assim no Pingo Doce, os funcionarios da recolha do lixo têm a chave da arrecadação onde estão os contentores do lixo e à noite vão recolhê-los sem dar oportunidade de alguem fazer um "rebusco". O Modelo que até dava no final do dia o pão que sobrava a uma instituição de solidariedade social deixou de o fazer por ordens superiores.
Convem desdes já esclarecer que boa parte dos produtos "inutilizados" estão no final do prazo e apenas por isso não podem estar nas prateleiras, o que não significa que estejam detiorados, ao contrario do que aconteceu com os sacos de alimentos distribuidos pela Câmara Municipal de Olhão, que como se viu em reportagem recente até bicho apresentavam.
Francisco Leal, tacanho e mau, apoiado por uma certa cambada de invertebrados incapazes de lhe fazer frente, aposta tudo na imagem socorrendo-se de acessores contratdos para o efeito, como forma de ocultar a situação a que conduziu o concelho, de fome e miseria, traduzida na necessidade de as pessoas procurarem alimento nos contentores do lixo.
Ao mesmo tempo anuncia aos beneficiarios do subsidio à renda de que vai pôr termo a tal subsidio enquanto continua a gastar dinheiro em espectaculos que só dão prejuizo.
A situação do Povo de Olhão não é má mas pessima e por isso tento mostrar toda a minha indignação e revolta com o que fizeram, fazem e farão se não mostrarmos todos juntos o que pensamos desta cambada de inuteis de politicos de trampa. Assim apelo a todos se solidarizem com a GREVE GERAL NACIONAL de dia 24 de NOVEMBRO.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

OLHÃO: NEGOCIO ACABADO

Tal como denunciámos durante bastabte tempo, a Ambiolhão acabou por dar alguma utilidade à vassoura mecânica na posse da Câmara Municipal de Olhão desde 2001. Ao longo destes anos, a Câmara e mais recentemente a Ambiolhão, lograram celebrar contratos com a empresa do marido de Valentina Calixto, contratos esses pelo mesmo valor que havia custado a aquisição da varredoura.
Francisco Leal andou todos estes anos, não à peteira mas com outra arte, a celebrar contratos e a alienar o patrimonio publico como quis e entendeu, quem sabe se na mira de pescar algum enriquecimento "politico".
Em presença dos sinais exteriores de riqueza de tão tacanha pessoa, não é possivel ajuizar o que terá feito ao dinheiro que ganhou, enquanto presidente da Câmara Municipal de Olhão, já que nem carro proprio tem. Coitado!
Mas tambem não vou acreditar na sua santidade apesar de ser frequentador assiduo da igreja com a qual tem boas relações, bastando para isso recordar a celeuma que o casamento do sobrinho levantou, e acreditar que comete toda a especie de irregularidades e ilegalidades pela cara das pessoas.
Os contratos em volta da varredoura mecanica estão na Policia Judiciaria que em devido tempo dirá se há ou não materia criminal pelo meio, estando por ora em segredo de justiça.
Tivessemos nós em Portugal uma justiça séria e isenta e há muito que Francisco Leal se sentaria no banco dos rèus não perdendo pela demora, tais as evidencias de todo um conjunto de jogadas que efectuou.
Francisco Leal sabe melhor que ninguem o valor do polvo e por isso dispensa a peteira para se dedicar aos covos.
Com gente desta na gestão da coisa publica, destruindo o patrimonio movel e imovel de todos nós, parec-me fazer todo o sentido, apelar a todos os olhanenses para se solidarizarem com a GREVE GERAL NACIONAL DE 24 DE NOVEMBRO, mostrando assim toda a indignação e revolta que estes politicos de merda provocam.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

OLHÃO: AVENTESMAS

As entidades oficiais como a ARH, CCDR, Cãmara Municipal de Olhão, IPTM e Capitania de Porto fizeram-se representar numa reunião realizada na passada quinta-feira, 3 de Novembro, para analise da situação dos esgotos directos para a Ria e muito particularmente o do Porto de Pesca de Olhão.
Nada transpirou das aventesmas reunidas mas pelo menos são notórios os sinais de que estão obrigados a tomar uma solução. As reclamações de anos dos viveiristas e pescadores, a pressão exercida pelo Movimento de Cidadania SOMOS OLHÃO junto da Comissão Europeia e do Ministério do Ambiente, aliadas às queixas que estão na Policia Judiciaria e em segredo de justiça, parece começar a dar frutos, ou pelo menos não os deixa dormir descansados.
Durante anos estas aventesmas poluíram e degradaram a Ria Formosa e pela sua acção e, ou omissão parte substancial da fauna e flora desapareceu com todas as consequencias daí resultantes como a degradação económica e social de quem vive da Ria.
Cabe aos viveiristas, aos pescadores e a todos em geral que querem ver uma Ria Formosa realmente formosa manter a pressão, não ceder nem um milímetro sobre aquelas entidades e muito menos dar por finda a luta sem que os problemas estejam resolvidos. Fazer passar a informação do ponto em que está a luta trará mais apoios, chamando os descrentes a engrossar o caudal do descontentamento. Só com Força e Unidade a Victoria será certa.
Mais uma vez o Povo de Olhão se prepara para fazer recuar o Poder politico insano, podre, caduco e quem sabe corrupto, obrigando-o a repor a legalidade e reparar os danos causados no ambiente, permitindo mais qualidade em todos os aspectos sociais e económicos.
Dia 24 de Novembro vai realizar-se uma GREVE GERAL NACIONAL e todos devem seguir o exemplo dos viveiristas de Olhão, solidarizando-se com ela e dar mostras de toda a indignação e revolta que vai na alma do Povo português perante o mais serio ataque feito aos trabalhadores.
VIVA A GREVE GERAL!

domingo, 6 de novembro de 2011

OLHÃO: APENAS INCOMPETENCIA


José Apolinário, ex-secretario de estado, ex-deputado,ex-presidente de câmara, actual director geral das pescas, politico por profissão (pelo menos não se lhe conhecem outra actividade profissional, é natural de Olhão mas depressa se apercebeu que o seu futuro não passava por aqui, daí que abandonasse com vergonha da terra que o viu nascer e demandasse outras paragens.
A sua naturalidade tem-lhe valido nomeações, não para oscares, mas para lugares relacionados com a pesca, sendo dos mais desastrosos nos lugares que tem ocupado, mas servindo bem outros interesses que não os da pesca e dos pescadores.
Porque não vai esse cavalheiro tratar das terras de família ou pensar num outro tacho ligado à agricultura, as suas verdadeiras origens?
A resposta que a imagem documenta e subscrita por um extenso abaixo assinado em anexo, mostra bem o que os senhores do Terreiro do Paço sabem das matérias que vão gerir. Pretendia o Director-Geral das Pescas que os viveiristas mantivessem em devidas condições higino-sanitárias incluindo as águas dos seus viveiros. Enquanto presidente da Câmara Municipal de Faro teve graves responsabilidades na poluição da Ria Formosa, não pondo termo aos esgotos directos nem obrigando as Águas do Algarve a tratarem adequadamente as águas residuais urbanas, tendo em conta o meio receptor. E vem agora no alto do pedestal exigir algo que é da responsabilidade de outros que não dos viveiristas. Todos nós pagamos o péssimo serviço prestado pela Águas do Algarve, nomeadamente o tratamento dos efluentes domésticos que afinal não correspondem aos objectivos pretendidos. E, enquanto Director-Geral das Pescas, sabe ou devia saber que tal não é da responsabilidade das pessoas a quem se dirige.
De cepo, ignorante e incompetente, é a figura que faz!
Contra políticos rascas que têm conduzido o País para à situação de crise, contra os incompetentes por profissão, contra a asneirada da governação, devemos mostrar a nossa INDIGNAÇÃO e REVOLTA, solidarizando-nos com a GREVE GERAL NACIONAL de 24 de NOVEMBRO.

sábado, 5 de novembro de 2011

O WC RIA FORMOSA




A Ria Formosa está transformada numa enorme retrete que as autoridades oficiais tentam esconder, fazendo passar a imagem de uma Ria sem problemas, que sendo de facto uma Maravilha Natural, está completamente degradada.
As imagens documentam a reclamação de um viveirista dos muitos que o ousaram fazer e das peças pode verificar-se a indicação de trinta e seis esgotos directos para a Ria, sem qualquer tratamento.
Valentina Calixto, presidente da ARH e antiga responsável pelo pelouro do ambiente na CCDR, João Varejão Faria presidente da CCDR, e o calhau Francisco Leal presidente da Câmara Municipal de Olhão, são os principais responsáveis por este crime, embora hajam mais uns nomes para acrescentar à lista. Todos eles sabem do que se passa. Na ARH, tentaram dizer a um dos reclamantes que aquilo não era assunto daquela entidade, mas para "roubar" o dinheiro aos viveiristas, já é com eles.
A ARH é a entidade responsável pelo Domínio Publico Hídrico, marítimo ou não, e é ela quem tem a obrigação de fiscalizar o cumprimento da legislação nesta matéria, situação de que desde sempre se demitiu, delegando mesmo competências na CCDR para emitir as licença de descarga das ETAR.
A CCDR emitiu licenças de descarga que estão em violação da legislação nacional e comunitária, permitindo que apenas sejam aplicados os parâmetros previstos no decreto-lei 152/97, quando e porque a Ria Formosa está classificada como de águas conquicolas, estaria obrigada a cumprir com os parâmetros impostos pelo decreto-lei 236/98. A CCDR é cúmplice neste crime e nem a desproposito o Varejão para estar a decidir da merda.
A Câmara Municipal de Olhão tem ignorado sistematicamente as reclamações do viveiristas porque à frente dos seus destinos está a escumalha politica do burgo.
36 esgotos directos em qualquer tratamento, todos eles localizados por GPS e que desde pelo menos 2005, estão na posse da escumalha politica local e regional.
Pelo veneno que esta cambada joga na Ria deviam ser responsabilizados criminalmente e obrigados a indemnizar os viveiristas. Ao invés disso, dizem não haver degradação economica e social para a população da Ria. GRANDES PULHAS.
Todos os viveiristas devem seguir o exemplo destes reclamantes e não precisam de estar à espera de ter que efectuar qualquer pagamento para reclamar. Têm toda a razão e legitimidade para reclamar pelas descargas, ilegais, que lhes matam o produto do trabalho e só lhes trazem fome e miseria.
Dia 24 de Novembro vai haver uma GREVE GERAL NACIONAL e todos,mas todos, devem solidarizar-se com ela numa gigantesca manifestação de indignação e revolta pela forma como são tratados.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

RIA FORMOSA EM SALDO

Não há muitos anos que investidores russos compraram a Herdade do Ludo onde pretendiam implementar um complexo que era susceptível de pôr em causa uma zona que constituí reserva natural. Os investidores desapareceram, deram o cavaco, e não cumpriram com as suas obrigações fiscais pelo que o fisco avançou com a execução fiscal, penhorando a propriedade que agora vai hasta publica pela simbólica quantia de um milhão de euros.
Ora se o Ministério das Finanças estivesse tão interessado em resolver os problemas do País, declarava o interesse publico e apoderava-se do terreno. Convém dizer que a propriedade tem 570 hectares, qualquer coisa como 5.700.000 m2. Bastaria ao Estado alienar uma fracção, cerca de 70 hectares e tornar a vendê-la por 5 euros/m2 para obter três milhões e meio, um lucro assinalável.
Os restantes 500 hectares passariam a integrar o Parque Natural da Ria Formosa já que o lugar é o ideal para a observação das aves selvagens, integrando-se assim na nova visão de Turismo, e muito especialmente porque permitia manter a integridade de um espaço publico, de alto valor natural e paisagistico, possuidor de rica biodiversidade.
Deixar aquela propriedade à mercê da gula e ganancia especulativa é tão criminoso quanto a situação que os titulares de cargos políticos criaram ao Povo português, e o abrir da porta à destruição de um santuário natural.
Fartos dos negócios pouco transparentes da governação e perante a autentica pilhagem que representam o agravamento de impostos, eis uma oportunidade de o governo arrecadar alguns trocos sem entrar nos bolsos dos contribuintes.
Todos sem excepção e particularmente os amantes da Ria Formosa devem exprimir a sua indignação e revolta por mais este negocio anunciado, solidarizando-se com a GREVE GERAL NACIONAL DE 24 DE NOVEMBRO.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

BIRRAS NA AMBIOLHÃO

Ainda de recente actividade e já começam a cair cabeças na Ambiolhão. Os meninos de ouro, a nove geração socialista sem valores e princípios defendidos estatutariamente andam de candeias às avessas.
O demissionario director financeiro-administrativo e engenheiro financeiro que induziu a ACASO à situação de falencia, bateu com a porta. Muito chegado à concelhia olhanense do partido que detém o poder há mais de trinta anos de má memoria, com uma ascensão politica meteórica, desde logo se destacou, mal, pela gestão financeira da Junta de freguesia de Olhão, fez parte da direcção da ACASO, vogal da Sociedade de Reabilitação Urbana e mais recentemente foi nomeado director financeiro e administrativo da Ambiolhão onde começou com as aldrabices nomeadamente com a celebração de um contrato por ajuste directo no montante de 313.000 euros que viria a transformar em 31.300 assim que soube que havia um processo em tribunal.
Pensam estes rapazolas que a gestão publica é a mesma coisa que a gestão privada, que não têm de prestar contas dos seus actos. A impunidade está muito perto do fim.
O conselho de administração fez publicar um aviso de concurso publico para o lugar do recem demissionario, exigindo habilitações profissionais que o "menino de ouro" não tinha, o que demonstra a forma como ele próprio foi nomeado, requerendo uma especial atenção para quem se segue, já que todos nós sabemos como funcionam os concursos de admissão de pessoal na Câmara Municipal de Olhão e suas empresas.
A nomeação de boys para lugares de destaque na administração publica faz parte do esquema que determinou as designadas gorduras do Estado que persistem, enquanto mandam os trabalhadores apertar o cinto até mais não. Essa é uma das razões porque todos os trabalhadores, publicos e privados, pequenos comerciantes e produtores se devem associa à GREVE GERAL NACIONAL, DIA 24 DE NOVEMBRO, numa grande manifestação de indignação e revolta.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

OLHÃO: QUEM ACODE?




As imagens documentam o estado do saneamento básico nas Ruas dos Lavadouros, Fabrica da Loiça e ainda de uma outra por traz, situação que dura há três dias.
E se é certo que os vereadores andam com miopia grave que não se dão conta do que vai pela cidade, mostra também a forma deficiente como o pelouro do ambiente descamba.
É que o serviço de limpeza todos os dias percorre a zona e seria tão simples reportar ao superior hierárquico imediato e este que contactasse os serviços de saneamento para desobstruir os colectores. Mas será que a Câmara está realmente interessada em resolver estes problemas, que para eles serão pequenos mas grandes para os moradores da zona?
Por outro lado fomos informados que o pessoal do saneamento é obrigado a sair da Horta da Câmara e deambular pelo campo, consumindo gasóleo e tempo, apenas porque os responsáveis do serviço estão obrigados a aparentar que trabalham, como se algum mal viesse ao mundo por estarem de piquete no seu posto de trabalho.
No fundo o que ressalta da situação é a incapacidade e incompetência do elenco camarário para a tomada de decisões, organização dos serviços e a continuidade do desperdício dos dinheiros públicos.
Os trabalhadores da Câmara Municipal e muito particularmente estes que são dos mais atingidos pelo garrote imposto pela acção governativa, devem mostrar toda a sua indignação e revolta pelas condições de trabalho, solidarizando-se com a Greve Geral Nacional do próximo Dia 24 de Novembro.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

OLHÃO, A JUSTIÇA E A DEMOCRACIA

O rosto da justiça portuguesa tirou a mascara para anunciar ao País o que pensa sobre o que é a Justiça.
O Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha do Nascimento, segundo o que vem escrito no Correio da Manhã, terá dito no decorrer do 9º Congresso dos Juízes Portugueses que “Um principio comum aos estados democráticos é os titulares de cargos políticos não responderem judicialmente”.
Significa isto que a democracia existe para a despenalização dos políticos mas penaliza os cidadãos eleitores. Na verdade a prática recente mostra bem a forma como os políticos são tratados pela maquina da Justiça. Em Olhão temos exemplos mais que ilustrativos desta triste realidade, com o Ministério Publico a arquivar processos a traz de processos, recorrendo apenas ao uso do contraditório e ignorando da conformidade com o Direito. De outro modo e caso a Justiça tivesse a noção do verdadeiro interesse publico que deve presidir às instituições e não aos seus titulares, o presidente da Câmara Municipal de Olhão há muito que teria sido destituído e quem sabe senão estaria enjaulado, tal a quantidade de crimes que cometeu e comete.
Compreende-se, deste modo, a lógica da Procuradoria-Geral da Republica que perante uma denuncia assinada, se remeta ao papel de triagem, enviando para um Tribunal Administrativo, mas não encetando uma investigação criminal seria e isenta.
Mas a questão é mais ampla pois tem que ver com a própria democracia. Nos termos em que se apresenta, esta democracia apenas serve uma classe, a dos políticos e da classe que representam, virando-se contra o Povo, o único alvo da maquina repressiva do Estado, a Justiça, transformando-se numa ditadura com um rosto mais aceitável.
O péssimo exemplo da Justiça à Portuguesa é também motivo de indignação e revolta, pelo que todos se devem solidarizar com a Greve Geral Nacional do próximo Dia 24 de Novembro.

OLHÃO: A ESCUMALHA


A imagem esteve publicada na pagina da Internet da Câmara Municipal de Olhão e é referente à extinta Agenda 21 Local de Olhão. A Agenda 21 Local tinha como objectivos pôr a sociedade civil a participar na vida da autarquia, mas porque foi desfavorável à Câmara ou não correspondia às suas pretensões, o cacique Francisco Leal determinou o seu fim. Nada que espante perante a ausência de dialogo manifestada pelos autarcas do burgo.
Que a escumalha, autentico lixo politico, que nos tem governado ao longo dos últimos 36 anos, venha a desclassificar todos aqueles que deram nome à terra com o seu labor é merecedor de algo mais que a simples penalização eleitoral.
Quando se diz "A pesca é uma actividade muito rica. Pode-se ganhar em 3/4 horas em arraste de bivalves, numa maré, 60 contos. Mas este dinheiro é logo gasto, em bebida, droga, prostituição" não sabemos se o autor de semelhante prosa se está a referir a algum familiar, mas mostra desde logo o que os autarcas pensam da população olhanense, particularmente de pescadores e viveiristas, as principais actividades económicas de Olhão.
Levar os pescadores por bêbados e drogados é demasiado baixo para quem, hipocritamente, todos os anos os medalha.
Que pensarão António Pina e Carlos Martins, vice-presidente e vereador, respectivamente, também eles empresários de moluscicultura? É isso que pensam dos seus trabalhadores?
Quanto aos gastos com prostituição, não seria melhor que se olhassem ao espelho e ver quem, na autarquia, procura relações fora dos casamentos? Em tempos constou que...
Percebe-se as razões que levam o cacique mor da aldeia a denegrir a imagem de quem trabalha. Essa é uma das razões para promover o seu afastamento da Ria e deixá-la para estranhos, subjugados a interesses de estranhos.
Porque a população de Olhão está farta dos tiques de ditadura desta escumalha politica, porque são eles quem têm promovido a degradação social do concelho, todos devem manifestar a sua indignação e revolta, solidarizando-se com a Greve Geral Nacional de 24 de Novembro.

sábado, 29 de outubro de 2011

O REGABOFE CONTINUA

O alemão Passos Coelho cantou vitória junto com os outros comparsas da União Europeia. Cantaram vitória antes de tempo. Nenhum Povo está para se submeter aos interesses de qualquer´país que procure dominar, ainda que seja "apenas" através da economia. Que o digam os gregos.
Em Portugal, como na Grécia, na Espanha, na Itália, na Irlanda, na França, foram os políticos os principais responsáveis pela deterioração da economia de cada um desses países. Os governantes sempre fizeram "merda" e depois deram "à sola" quando não lhes convinha. Os prórpios países emergentes começam a sentir dificuldades. Numa cidade chinesa, a população levantou-se contra o aumento de impostos. Na Grécia o Povo levanta-se contra a nova forma de nazismo da senhora Merkel. Os italianos rejeitam mais medidas de austeridade. A Espanha bateu o record de desemprego tendo já ultrapassado a fasquia dos 5.000.000 de desempregados.
A "vitória" conseguida pelos 17 da zona euro traduziu-se numa euforia que não tinha correspondência com a realidade. Passados dois dias, as "Bolsas" europeias entravam em queda, à excepção de Frankfurt e mesmo esta não conseguindo chegar a 1% de ganho. Ao mesmo tempo os juros da divida italiana a dez anos batia juros record e os juros de Portugal também subiam.
Com as medidas preconizadas pelo governo a economia nunca crescerá. O desemprego aumentará para números incontroláveis. Está em preparação o desemprego para 15.000 funcionários públicos durante o próximo ano. Quem é que quer ser despedido nesta altura do "campeonato"? Ninguém! Os funcionários públicos vão começar a interrogar-se sobre quem será o "azarento". Enquanto o mal bater só à porta do "vizinho" do lado, ainda vá que não vá. O pior é quando bate à nossa porta. Mais 400 escolas ~irão encerrar no próximo ano e a purga dos professores vai continuar mas continua-se a dar 85.000 euros por turma aos privados, para que estes continuem a ter lucros. O cidadão comum, aquele que vive do seu magro salário, não tem que pagar a educação dos "filhotes" daqueles que podendo pagar não querem pagar ou daqueles que sem terem posses para pagar mas por uma questão de vaidade pessoal querem manter os "meninos" no colégio.
O ministro da Economia quer ter uma receita através do IMI para subsidiar as empresas de transportes públicos, isto é, não quer despedir ou cortar nos salários dos salafrários que sempre estiveram nos conselhos de administração dessas empresas e que as conduziram à situação em que hoje se encontram e vem fazer chantagem com a ameaça de grandes despedimentos nesse sector.
Enquanto o governo pede ao Povo sacrifício atrás de sacrifício, há quatro políticos da Madeira que parecem estar acima da Lei do País, entre eles, claro está, Alberto João Jardim. Esses quatro "artistas" continuam a receber as pensões vitalícias enquanto estão a exercer cargos na administração pública, ou seja aos políticos tudo é permitido.
Foi aprovada a lei orgânica dos ministérios. Muitos irão para o quadro da mobilidade especial, outros serão "reformados" e outros despedidos. Mas quanto é que custou esses estudos feitos em escritórios privados de advogados? Se os departamentos de juristas dos diferentes ministérios, então que os mandem todos embora. Não nos ponham é a pagar a esses chulos que fazem da Justiça um dos maiores negócios deste País.
Dia 24 de Novembro é dia de  GREVE GERAL. Devemos mobilizarmo-nos e procurar mobilizar o maior número de pessoas possível. Os pensionistas são penalizados? Então vamos mobilizá-los. Os militares são prejudicados? Então, mobilizemo-los! O pequeno comércio, as pequenas empresas. Toda a gente.
VIVA A GREVE GERAL DE 24 DE NOVEMBRO!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

GRANDE TRETA


A Constituição da Republica assegura aos trabalhadores portugueses a protecção na velhice, na doença mas também no desemprego.
A Segurança Social, no regime de protecção aos desempregados atribui o designado subsidio de desemprego, que o trabalhador pode requerer o recebimento de uma só vez, quando o respectivo montante se destine ao chamado empreendedorismo, nomeadamente na criação do próprio emprego.
Para que o desempregado o possa fazer tem de apresentar um projecto de viabilidade económico-financeira capaz de se prolongar por um período de três anos. Para alem a dificuldade na elaboração deste projecto porque poucos serão os habilitados a fazê-lo, os promotores enfrentam um conjunto de dificuldades, que no fundo visam a não concessão do subsidio.
No caso em apreço, o promotor requereu o apoio previsto para a instalação de um estabelecimento de uma mercearia-frutaria-bazar, pelo que foi convidado a participar numa reunião onde estavam três representes do micro credito, o que desde logo indicia um desvio ao propalado apoio.
Apresentada a candidatura e após a respectiva analise, o Centro de Emprego emitiu o despacho constante da imagem, o indeferimento, por expectativas excessivamente optimistas no contexto de crise em que o País mergulhou.
Quem fez a analise não cuidou de saber nem a zona de inserção, nem a dimensão do espaço e muito menos o numero de estabelecimentos na zona e que podiam concorrer com o estabelecimento a instalar, pronunciando-se, pois sem conhecimento de causa.
O estudo de viabilidade económico-financeira aponta para 419 euros diários de proveitos e é esse valor que é considerado excessivo. O analista não teve em conta a baixa margem de comercialização, o que leva necessariamente a proveitos de maior grandeza, sob pena de não fazer face às despesas. Para quem tem a obrigação de apresentar resultados (lucros)depois de deduzidas os encargos com o seu próprio vencimento, segurança social, consumos intermédios, produtos consumidos e recuperação de capital investido para alem da fiscalidade parece ser evidente que face à margem de comercialização não é ter uma visão optimista mas realista. Pelo visão do analista, só restariam as grandes superfícies, um cancro do qual beneficiamos enquanto consumidores mas que destroi todo o tecido produtivo, comercial e que induz ao desemprego pela falência dos produtores.
O despacho emitido, qual chapa 7, é aplicável a qualquer candidatura ficando no poder discricionario do analista, a concessão do subsidio, afinal um direito do trabalhador.
Que empreendedorismo defende afinal o governo? UMA GRANDE TRETA!
É por situações como esta que todos, trabalhadores, pequenos e médios empresários se devem juntar à GREVE GERAL NACIONAL DIA 24 DE NOVEMBRO e manifestar a sua indignação e revolta contra um poder despesista, consumista, podre, corrupto que vê nas restrições dos direitos dos trabalhadores a sua arma contra a crise, enquanto distribuem entre si, políticos, amigos e ou familiares mordomias com as quais apenas acentuam as desigualdades.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

MERCADOS DE OLHÃO METEM AGUA

Com os vendavais que fustigaram a região e porque a Mercados de Olhão escolheu para esta epoca as obras de arranjo das coberturas dos mercados, estes acabaram por meter agua.
Ainda que duvidosa a solução encontrada por não ser a mais adequada, a verdade é que a Mercados de Olhão bem podia ter escolhido outra altura evitando os transtornos causados aos comerciantes que ali operam.
Enquanto senhoria, a Mercados de Olhão faz ouvidos de mercador às reclamações dos comerciantes que viram os seus espaços alagados com prejuizos ao nivel dos equipamentos electricos, declinando a responsabilidade pelos danos causados.
Na esteira da casa mãe, a Cãmara Municipal de Olhão, para alem de ser uma entidade com graves problemas de gestão´, é tambem má pagadora, senão sendo ela senhoria e os danos ocasionados por deficiencias exteriores ao estabelecimento quem de direito teria de arcar com os prejuizos causados? A Mercados de Olhão!
Duzentos mil euros é quanto custa a reparação das coberturas e sabe-se já que em zonas já reparadas como são os torreões, os Mercados meteram agua na mesma, pelo que é previsivel o continuar das reclamações dos operadores.
Tão lestos a avançar para a cobrança coerciva de alguma renda que se atrase e tão lentos a resolver os problemas de quem os suporta, esta é a filosofia politica da classe dirigente de Olhão, acoitada na Câmara Municipal, que de vez em quando promove a rotatividade dos seus pares, ora fazendo-os vereadores ora fazendo deles administradores, com excelentes prestações demonstradas pela cronicidade dos defices empresariais, que todos nós suportamos.
Dia 24 de Novembro realiza-se uma GREVE GERAL NACIONAL, que deve envolver não só trabalhadores mas tambem os pequenos e medios comerciantes deste País, naquilo que deve ser uma grande manifestação de indignação e revolta pelo estado em que estes politicos da treta deixaram a economia. Assim os operadores dos Mercados de Olhão, solidarizando-se com os demais grevistas, demonstram junto de Francisco Leal, o ainda presidente da Câmara Municipal de Olhão, o que pensam do assalto que ordena aos magros proveitos da população olhanense.
FAZ GREVE DIA 24 DE NOVEMBRO! NÃO COMPAREÇAS AO TRABALHO! INDIGNA-TE! REVOLTA-TE!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

RIA FORMOSA VAI AO FUNDO

O molhe levante da Barra de Tavira ameaça ruir por lhe faltar o assentamento de areia, tal como acontece com o molhe poente da Barra Faro/Olhão.
A ameaça em causa deriva do mau estado geral e abandono da Ria Formosa por parte das entidades responsáveis a ARH, presidida por Valentina Calixto e o Parque Natural da Ria Formosa que tem como coordenador um tal João Alves e que há muito deveriam ter sido afastados dos cargos que ocupam.
As barras naturais estão todas assoreadas apenas permitindo o fluxo e refluxo das marés a partir de meia maré ocasionando uma pressão intensa sobre as barras artificiais com correntes fortíssimas que arrastam as areias dos fundos, deixando os molhes sem suporte. E como se não bastasse isso a Barra Grande da Armona, que vê a sua largura reduzida em 2500 metros, viu a Aguas do Algarve assentar sobre o seu fundo os tubos de agua e saneamento básico das ilhas e que vem contribuindo para aumentar o processo de assoreamento daquela barra.
Não há um plano de dragagens ainda que esteja previsto no Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa e não é por acaso.
Na verdade as autoridades centrais, regionais e também as locais estão mais interessadas em afastar as populações autóctones da Ria para introduzir o elemento estranho, o turista, num acto de imbecilidade por não compreenderem da compatibilidade e até motivo de atracção turística que é o exercício das actividades económicas tradicionais.
O assoreamento das barras dificulta a renovação das aguas com a consequente falta de oxigénio, aumento da temperatura da agua da Ria, o efeito cumulativo da poluição das ETAR e o desaparecimento da fauna e flora marinha.
Assim constata-se do gritante abandono da Ria contra o qual todos, mas todos devem, devem mostrar a sua indignação e revolta.
Dia 24 de Novembro terá lugar uma greve geral nacional a que todos os trabalhadores públicos ou privados devem aderir, procurando concentrar-se em locais onde possam dar visibilidade à luta e mostrar o seu estado de revolta.