sexta-feira, 7 de julho de 2017

OLHÃO: O USO QUE DÃO AO DINHEIRO QUE NOS EXTORQUEM!

Este é mais um cartaz de campanha eleitoral encapotada, feito com o dinheiro que nos sacam em taxas e impostos, e mais uma vez em violação da Lei, nada que nos espante, já que o presidente ainda em exercício não sabe fazer outra coisa. A imagem reporta um outdoor no extremo poente do Jardim Pescador Olhanense.
Para alem de estar proibido a utilização de publicidade institucional por parte dos órgãos do Estado, esta violação da Lei, prevê um regime sancionatório com coimas que vão dos quinze a setenta e cinco mil euros, agravada em um terço se reicindente quer para o mandante como para o executor.
Não venha depois a empresa que está a ganhar dinheiro com este tipo de publicidade proibida queixar-se que a perseguem, mas hoje mesmo seguirá nova queixa para a Comissão Nacional de Eleições contra todos os envolvidos.
A Comissão Nacional de Eleições, após a recepção da queixa tem quarenta e oito horas para contactar a entidade alvo da queixa, que terá de responder no imediato. Apesar da anterior queixa ter seguido na segunda-feira passada, ainda não há feedback daquele organismo.
A utilização de publicidade institucional, ou seja campanha eleitoral encapotada é prática recorrente em quase todas as autarquias do País, disponibilizando dinheiros públicos obtidos a partir da cobrança exagerada de taxas e impostos, sejam pela ocupação de espaços públicos, pelo IMI, pelo IMT, pelas áreas de compensação ou pelo elevado preço das licenças de construção, mas que todos eles se fazem reflectir no custo de vida dos munícipes.
Portanto para alem da ilicitude da prática, temos ainda as pessoas a serem depenadas dos seus poucos rendimentos disponíveis para que a canalha política ainda os maltrate em proveito próprio. As pessoas têm de ter a percepção de que cada cêntimo pago a mais serve para esta gentinha se eternizar no Poder, e isso representa um proveito próprio na medida em que são eles os únicos beneficiários, à custa da exploração e da condenação de um Povo á fome e miséria.
No nosso caso, cabe ao Povo de Olhão revoltar-se contra este tipo de práticas, mas não deixamos de apelar, para que um pouco por todo o território nacional, onde encontrem campanha eleitoral encapotada, seja ela de que partido for, para apresentar queixa electrónica na CNE, invocando a Lei 72-A/2015 e exigindo a aplicação das sanções previstas. Não se deixem enganar por trafulhas da política.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 6 de julho de 2017

OLHÃO: PERSEGUIÇÃO A FUNCIONÁRIO?

A preocupação de assessores e conselheiros do Pina centra-se na descoberta de perfis falsos, um método utilizado para fugir à perseguição que é movida contra quem se opuser ao pequeno ditador. A democracia, a liberdade de expressão estão a ser postas em causa por um bando que se diz socialista e ou social democrata. fazendo coro com os ressabiados que no passado se arvoraram em arautos de uma mudança que tiveram oportunidade de fazer e não fizeram, mas agora apresentam-se como arautos da continuidade como se o Pina fosse melhor que o seu antecessor.
Desde há alguns anos a esta parte que os eleitos, quando pretendiam isolar funcionários, mandavam-nos para as piscinas, bem longe do local de trabalho onde passaram anos. Mas agora arranjaram ou vão arranjar um lugar ermo, condenando um funcionário ao isolamento total, longe de tudo e todos, a pretexto de dar apoio a um campo de manutenção. E lá vão gastar mais uns cobres do dinheiro sacado aos contribuintes para fazer uma barraca para instalar o dito funcionário, quando se sabe que dentro do seu horário de trabalho, pouca ou nenhuma pessoa frequenta o dito circuito.
O que de errado fez o funcionário em questão? Bom, o homem era para integrar uma lista adversária nas próximas eleições pelo que entenderam os novos ditadores que o melhor seria exilá-lo, bem longe das pessoas.
Pelo bom trabalho que tem executado, na área do desporto, o funcionário tem contacto diário com centenas de pessoas, estabelecendo com elas uma relação de proximidade muito grande, o que representava um perigo eleitoral uma vez que poderia arrastar muitas delas para votar na lista que esteve para integrar.
Isto é um acto de banditismo político, próprio de ditadores, pelo que daqui convidamos os trabalhadores da autarquia a denunciar este tipo de situações.
Por outro lado torna-se curioso ver como o Pina vem procedendo a inaugurações com a do DOG Park, gastando um dinheiro que não tem, quando sabemos que há contas, de arranjos florais para a secretária do vaidoso, por pagar, do mesmo modo que as há em restaurantes.
Não será demais lembrar que há uns anos atrás, foi criado um Programa de Apoio à Economia Local, ao qual a autarquia recorreu para pagar dividas com onze anos de dezenas de euros. Afinal o Pina está a favor ou contra a economia local? É que os pequenos comerciantes já têm a corda no pescoço para estarem a financiar uma autarquia que coloca a fasquia no limite máximo do endividamento.
Porque não falam os pides que o apoiam nestas coisas, em lugar de andarem a fazer a caça às bruxas?
FORA COM O DITADOR!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

OLHÃO: PINA COM CAMPANHA ILEGAL!

Que o ainda presidente da Câmara Municipal de Olhão seja avesso ao cumprimento da Lei, já nós sabíamos. mas que utilize dinheiros públicos para campanha camuflada é outra história.
O painel da imagem é proibido pela Lei Eleitoral, o que não impediu o Pina de o mandar executar, tendo para o efeito, celebrado a 30 de Maio, um contrato de "Prestação de Serviços para impressão de autocolantes e faixas publicitária" no valor de setenta mil euros.
De acordo com o comunicado da Comissão Nacional de Eleições, que pode ser lido em http://www.cne.pt/sites/default/files/dl/al2017_nota_informativa_publicidade_comercial.pdf, a partir da publicação do decreto que marcou a data das eleições autárquicas (12 de Maio), é proibida a publicidade institucional por parte dos órgãos do Estado e da Administração Publica de actos, programas, obras ou serviços nos termos do nº 4 do artigo 10º da Lei 72-A/2015 de 23 de Julho.
Sabia, ou tinha a obrigação de saber, que o que estava fazendo era proibido mas ainda, porque está na sua génese, continuou. E não se pense que o painel constante da imagem é o único porque há mais e outras formas de campanha camuflada que todos nós temos a obrigação de denunciar, porque distorce o principio da igualdade de oportunidades entre as diversas candidaturas, até porque só quem exerce o Poder estará em condições de realizar este tipo de publicidade.
Por isso, apesar de não sermos concorrentes às eleições, apresentámos uma queixa junto da Comissão Nacional de Eleições com o pedido de mandar retirar este tipo de publicidade e da aplicação de sanções, se disso for caso.
Mas compete a todas as candidaturas, aquelas que estão fora da área do Poder, apresentar a necessária reclamação.
Pina instruiu a sua corte de assessores e conselheiros para andarem nas redes sociais, alguns dentro do horário de trabalho, à caça de contestatários que comentam debaixo de "perfis falsos" escamoteando as criticas que lhe são dirigidas, como se não fosse o conteúdo dessas criticas o mais importante. Obviamente que o objectivo do Pina é silenciar quem se pronuncia contra ele. E de tal forma é assim que os próprios funcionários da autarquia estão passando por uma fase difícil, não podendo abrir a boca sob pena de ser alvo de medidas persecutórias.
Pretender saber a identificação dos críticos, para alem de ser um acto pidesco, é demonstrativo da falta de democracia reinante na autarquia. Foi assim que nos levaram a Tribunal, mas tiveram azar. No entanto aconselhamos os críticos a ter alguma contenção na adjectivação do homem para que não venham a sofrer represálias, podendo e devendo ampliar o movimento de critica ao cretino presidente e ao bando que o apoia.
Pedimos igualmente que nos auxiliem a localizar todo o tipo de campanha camuflada para que possamos continuar a denunciar junto da CNE as irregularidades cometidas, sejam da autarquia ou das empresas municipais, como a titulo de exemplo, os brindes das Piscinas Municipais.
PELA DEMOCRACIA E LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
PELA IGUALDADE DE DIREITOS!
ABAIXO A DITADURA!

terça-feira, 4 de julho de 2017

OLHÃO: OUTRO DEPÓSITO DE ÁGUA A REBENTAR PELAS COSTURAS!

Ainda não foi reparado o depósito de água do Bairro 8 de Outubro e eis que já o que está por detrás da Urbanização da CHASFA revela estar ainda em pior condições do que aquele.
Este depósito está escondido e longe do alcance dos olhos das pessoas, passando despercebido, mas ainda assim e devido ao seu avançado estado de degradação, a Ambiolhão, resolveu cerca-lo com uma rede para manter à distância quem dele se queira aproximar.
Neste caso, não só a cuba está a deitar água como, e as imagens mostram, as infiltrações afectam já os pilares de suporte. O desleixo da autarquia e da Ambiolhão e o desinvestimento em infraestruturas põe em causa o regular funcionamento do abastecimento de água ao Povo de Olhão, com roturas todos os dias.
Por muito que os defensores daqueles que têm exercido o Poder autárquico tentem desmentir, apelidando de boatos as noticias que vamos divulgando, a verdade é que todos eles têm graves responsabilidades no que está acontecendo.
Quando foi criada a Ambiolhão, foi anunciado um Plano de Investimento nas infraestruturas de 26 milhões de euros, mas eis que passados sete anos, apenas gastaram dois milhões, em remendos e pouco mais, continuando nós a assistir à degradação dos serviços. Nem água nem esgotos!
Obviamente que esta prática política se deve a que os autarcas tenham a tendência para o auto elogio, apostando mais na sua imagem do que na satisfação das necessidades da população, promovendo projectos megalómanos para onde desviam as verbas necessárias naquilo que é essencial.
Depois de ter mandado elaborar um gigantesco cartaz (proibido por Lei) anunciando uma intervenção para o próximo mandato, pergunta-se se não seria preferível que o actual presidente e futuro candidato António Pina, fosse apresentando o estado calamitoso em que se encontra todo o concelho e as medidas que pensa aplicar para que se possa sair do pantâno em que o concelho mergulhou.
Quem tanto apregoa o turismo, deve saber que é essencial termos uma cidade limpa, o que não acontece, e com os serviços básicos capazes de responder às necessidades de quem nos visita. Uma cidade porca, com deficiências na distribuição da água e com esgotos sem tratamento e visíveis aos olhos de todos, não será nunca uma cidade turística! Não basta os investimentos feitos naquela área, o concelho precisa de muito mais e este candidato não dá qualquer garantia de querer mudar de paradigma.
Por isso no próximo dia 1 de Outubro, os olhanenseS têm uma excelente oportunidade de correr com esta gente.
REVOLTEM-SE E VOTEM CONTRA O PINA E SOCIALISTAS! 

segunda-feira, 3 de julho de 2017

OLHÃO: COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS!

Denunciada a situação de degradação do depósito de agua do Bairro 8 de Outubro, a Ambiolhão, num só dia conseguiu a proeza de arranjar um especialista para fazer uma vistoria e contratualizar a intervenção necessária. Mas tanta rapidez faz desconfiar!
Desde logo, porque não foi instalada nenhuma infraestrutura à volta do depósito e nem utilizada uma máquina quer permitisse chegar junto das fissuras visíveis; ou seja, a vistoria foi feita de baixo para cima, à distância da altura do depósito, cerca de quinze metros. Mas também nos informaram que não foi feita qualquer vistoria ao interior do depósito, o quer permitiria verificar o estado em que se encontra. Sem querer pôr em causa a capacidade técnica do técnico que passou a vistoria, achamos muito pouco, a não ser que o relatório visasse a desresponsabilização dos eleitos pela negligência com que encararam a situação.
No sábado passado, mais uma vez nos deslocámos ao local e verificámos que já começou a dita intervenção, pelo lado de fora como se pode ver na imagem.
Conversando com os moradores, foi-nos dito que o encarregado da intervenção, teria explicado que depois do exterior, iriam atacar o interior, mas que ainda assim seria uma intervenção provisória, que uma outra mais profunda teria lugar daqui a uns tempos.
Perante aquilo que nos foi dado ver, e não sendo técnicos, parece-nos uma bocado descabido proceder-se a qualquer intervenção no exterior sem primeiro assegurar as condições interiores do depósito, pela simples razão de que as infiltrações vão continuar, afectando o ferro, que dilata e está na origem das fissuras. Parece-nos que mandaria o bom senso que a intervenção começasse pelo interior, mas eles é que sabem! Mas também não espanta devido ao carácter provisório da intervenção.
O Pina, presidente da câmara e da Ambiolhão, continua a brincar com as pessoas. Ele sabe que uma intervenção séria e correcta levaria à falta de agua em pelo menos dois terços da cidade e estamos a três meses das eleições, o que poderia representar a derrota dele.
Creio que já todos se aperceberam que este tipo de políticos vivem de e para a imagem, procurando apresentar obra feita e a futura, como forma de conquistar o voto das eleitores, mas sem acautelar a satisfação das necessidades mais elementares da população como a agua.
É caso para dizer que COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS, mas continuaremos atentos e não deixaremos cair este assunto enquanto não houver uma decisão definitiva, até porque estamos a apurar outros elementos que permitam demonstrar a forma negligente e criminosa como têm sido geridos os destinos do concelho.
REVOLTEM-SE, PORRA! 

sexta-feira, 30 de junho de 2017

HOSPITAL DE FARO CONDENA DOENTES À MORTE POR FALTA DE ASSISTÊNCIA!

O Serviço de Hematologia do Hospital de Faro está a condenar doentes oncológicos à morte com a falta de assistência.
O Serviço de Hematologia não tem lista de espera, mas algo de muito mal vai naquele serviço. A chefe de serviço foi de férias, das quais regressou na passada segunda feira, e sem as suas instruções não são marcadas consultas. Felizmente foi apenas uma semana, mas se fosse por mais tempo, o problema subsistiria porque o seu comportamento é o de uma autêntica rainha sem o mínimo de respeito pelos seus súbditos, os doentes.
Durante as férias da chefe, foram encaminhados para aqueles serviços, pela especialidades em que estavam a ser acompanhados, dois doentes oncológicos, prioritários, com indicação de urgente e pelo menos um deles com a indicação de muito urgente.
Regressada de férias, a chefe não teve tempo para marcar as respectivas consultas, sabendo de antemão que àqueles doentes ainda falta fazer análises que permitam fazer o tratamento mais adequado.
Um deles, o designado "prioritário" e "muito urgente", apresentou-se na terça feira e na quinta feira, mas a chefe esteve fora na terça e quarta feira só regressando na quinta, já depois das onze horas quando o seu horário de entrada diz que será às nove. Embora o doente se tivesse apresentado com um aspecto cadavérico, com ausência de massa muscular e óssea, a senhora entendeu não dar nem marcar consulta, regressando o doente a casa sem qualquer tratamento, fazendo apenas o controlo da dor indicado ainda pelo serviço onde fora acompanhado.
Este episódio vem pôr a nu algumas questões, começando desde logo pelo conceito de prioridade da chefe, quando se sabe que até numa mercearia de bairro existe o chamado atendimento prioritário, conceito que no Hospital de Faro parece não existir.
A indicação de muito urgente não serve de nada perante a nova rainha, quando não, teria dado as consultas, tão necessárias aos doentes.
Porque já vai sendo rotineiro na administração publica, também o conceito de que na ausência de que na ausência de alguém responsável por um serviço, ele deixa de funcionar, apesar de haver substitutos à altura. Na ausência da rainha do sangue, seria natural que ficasse a gerir o reino o príncipe regente, mas a rainha não o permite.
Por outro lado, percebe-se claramente porque não existe lista de espera, uma vez que se as consultas nem sequer são marcadas não pode haver uma tal lista, considerando-se um serviço muito eficiente, embora os doentes fiquem a definhar de dia para dia.
Este tipo de funcionamento do Serviço de Hematologia Oncológica condena os seus doentes à morte por falta de assistência.
Resta saber se a administração e a direcção clínica do hospital, e tudo leva a crer que sim, tem conhecimento do que se passa no Serviço de Hematologia Oncológica e que medidas pensa tomar para que casos destes não ocorram mais.
Devemos ainda dizer que aos doentes nesta situação, assiste-lhes o direito de apresentar uma queixa na Inspecção Geral de Actividades em Saúde, porque o designado "Livro Amarelo" mais não serve do que para limpar o às de copas, com a hierarquia a branquear as reclamações dos doentes.
O Hospital de Faro, é o hospital de todo o Sotavento Algarvio pelo que aquilo que de mau ali se passa nos diz respeito a todos, lamentando-se que algumas autarquias se prestem a negociatas com serviços privados quando tinham a obrigação de apoiar o Serviço Nacional de Saúde e exigir respostas do mesmo, É para isso que no conselho de administração está um representante das autarquias. Ou está lá apenas para mamar um bom ordenado?
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 28 de junho de 2017

OLHÃO: UM ESGOTO CHAMADO PINA!

Como se se tratasse de uma autêntica agência noticiosa, a Câmara Municipal de Olhão e as suas empresas municipais, fazem chegar a toda a imprensa regional e todos os dias, notas de imprensa que mais não são do que pura campanha eleitoral, uma vez que maioria dos casos não é para anunciar obras feitas mas sim obras para realizar no próximo mandato, apesar de se prever a mudança de inquilino.
Ontem fomos brindados com esta, em http://www.jornaldoalgarve.pt/olhao-quer-acabar-com-descargas-ilegais-em-quatro-anos/, a qual esconde muito mais do que a pretensa ideia, que nunca teve, de acabar com os esgotos directos para a Ria Formosa.
A primeira questão prende-se desde logo com que caudalimetro é que o Pina mediu a redução em 40% daqueles esgotos, quando todos os dias, duas vezes por dia, é possível verificar a quantidade de trampa parecida com ele, descarregada junto ao T ou na Doca. ou na Marina de Olhão como se vê na foto.
Imagem relacionada
Mandou, este finório, proceder à monitorização da rede de aguas pluviais por uma empresa especializada, há mais de um ano. Mas apesar de ser um documento publico, não o publica, tentando ocultar do Povo de Olhão informação que a todos diz respeito; infelizmente os partidos da oposição parece que também andam distraídos quando não, já teriam pedido o acesso a esse processo. Por outro lado, nos últimos anos a APA procedeu à monitorização das aguas da frente ribeirinha com vista a verificar o seu grau de contaminação, e sabemos nós que os resultados não são nada abonatórios para a Câmara e sua empresa municipal. Também aqui os partidos da oposição adormeceram, o que é de lamentar.
Vem agora o cretino em presidente, atribuir à Zona Histórica a origem da maioria dos esgotos directos, o que é completamente falso, já que seria quase impossível aqueles esgotos irem desaguar na Doca ou até mesmo no T. Que pretende Pina com isto?
Depois do Plano de Pormenor da Zona Histórica ter ficado como que em banho maria, porque a Direcção Regional de Cultura emitiu um parecer desfavorável, que obrigava a uma aprovação unânime em Assembleia Municipal, o que felizmente não aconteceu, o Pina continua a sua cruzada contra contra a Zona Histórica, usando os esgotos como desculpa para destruir a sua calçada à portuguesa e substituí-la pela de escarpão. Essa é que é a realidade a que todos os olhanenses se devem opor.
Sabemos nós de ligações de esgotos à rede de aguas pluviais, devidamente identificadas, nas Avenidas Bernardino da Silva e da Republica pelo que discordamos da pretensão do Pina, quanto mais não fosse se não por isso.
Mas adiar para o próximo mandato uma obra que podia e devia ter sido feita no actual, não passa de mera campanha eleitoral e os olhanenses não se devem deixar enganar pelo guião dos folhetins do  esgoto  do Pina.
FORA COM O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 27 de junho de 2017

OLHÃO: NEGLIGÊNCIA CRIMINOSA?

No seguimento do postado nesta página no passado sábado, a empresa municipal Ambiolhão, mandou um comunicado para a comunicação social, tentando desmentir-nos. Já estamos habituados a este tipo de situação, pois não é a primeira vez que tal acontece. Foi assim quando denunciámos a presença de bromatos na agua, de imediato desmentido, para depois vazarem os depósitos e procederem à sua limpeza; foi assim com as descargas ilegais do esgotos, agora reconhecidas; foi assim com a destruição dos Jardins e por aí fora. Desmentidos e mais desmentidos, mas o tempo encarrega-se de nos dar razão.
Alguns socialistas mais vesgos que o Camões, vieram em socorro do chefe de fila de forma mais disparatada, tentando fazer crer que a agua da barragem entra imediatamente no sistema, importando por isso esclarecer que a agua da barragem é encaminhada para a ETA de Tavira onde é tratada e introduzida na rede em alta; a partir daqui, é encaminhada para a rede em baixa, indo direitinha para os depósitos, como o que está a ser posto em causa.
Há cerca de um ano que os moradores do Bairro 8 de Outubro alertaram para a situação e não, como diz a Ambiolhão, em http://www.postal.pt/2017/06/ambiolhao-esclarece-danos-no-reservatorio-agua-da-zona-baixa/. Não é uma semana, mas sim um ano de negligência criminosa.
Os moradores que nos fizeram chegar a denuncia, fizeram-no também para outros órgãos de comunicação social, na passada sexta-feira, dos quais pelo menos um, contactou a autarquia procurando obter uma resposta. E foi nesse mesmo dia, curiosamente, que foi feita a inspecção ao reservatório.
Por coincidência, o docente universitário que fez a dita peritagem tem o mesmo nome do vereador com o pelouro do ambiente  da Câmara Municipal de Olhão e que integra os órgãos sociais da empresa municipal, pelo que seria conveniente apurar se não se trata da mesma pessoa. E a que titulo o fez? Particularmente, a titulo individual, como empresário ou docente?
E estranhamento, uma peritagem efectuada na sexta-feira, tem logo no dia útil imediatamente a seguir feito e pronto o relatório de avaliação da situação, com as instruções para a intervenção a efectuar na cuba do depósito. Se é possível? É mas muito duvidoso!
E mais duvidoso se torna, quando no próprio dia, a fazer fé nas declarações prestadas, a Ambiolhão adjudicou os trabalhos de reparação e selagem das fissuras.
Reforçando as duvidas deixadas em aberto pela comunicação da Ambiolhão, constatamos contradições na mesma. É que tanto se diz que o relatório pericial aponta para que as fissuras tenham origem nas zonas de ligação entre betonagens (que resolveram aparecer ao fim de setenta anos de existência do depósito), não sendo por isso devido a esforços/tensões pelo que "não deverá existir risco de colapso do reservatório", como se diz a seguir não haver qualquer risco. Afinal no que é que ficamos? Não deve ou não há mesmo risco?
Claro que a três meses das eleições, o impacto que uma situação destas poderá nelas ter, obrigam a declarações deste tipo, quando o que verdadeiramente está em causa é a segurança de pessoas e bens e da privação de agua canalizada durante meses, se o desastre acontecer.
Logo, a Ambiolhão só tem que proceder à reparação, embora na nossa opinião, o mais sensato e talvez mais económico fosse a construção de um depósito novo. Isto porque uma coisa é tapar as fissuras, outra bem diferente é saber como restaurar os danos causados no ferro da betonagem que vai apodrecendo, aumentando de volume e provocar novas fissuras.
Tanta mentira junta, a roçar a negligência criminosa, que vai deixar os moradores do Bairro inquietos.
Estes trastes não podem continuar à frente da autarquia sob pena de fazerem o mesmo que t~em feito até aqui, desvalorizando os problemas reais que afectam o Povo de Olhão. Deixem-se de obras de encher o olho e façam as que são mais necessárias!
FORA COM O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

segunda-feira, 26 de junho de 2017

OLHÃO: ROTURA ATRÁS DE ROTURA!

Há quatro dias, de madrugada, assistimos aos trabalhos de reparação de uma rotura na Rua 18 de Junho, a menos de cinquenta metros da Farmácia Olhanense. Os trabalhadores deixaram lá as baias de protecção, talvez adivinhando que nos próximos dias surja outra, como se pode ver na imagem seguinte:
Alertamos os nossos leitores para o facto dos nossos eleitos locais e responsáveis pela empresa municipal de ambiente, Ambiolhão, só considerarem uma rotura quando se vir um repuxo ou ribeiro de agua.
As roturas por vezes, são de pequena dimensão, tipo fissuras nas condutas, que vão perdendo agua, que nós pagamos, mas que vão minando por debaixo do alcatrão, criando crateras, como se Olhão fosse uma cidade iraquiana bombardeada pelo fogo "amigo".
Passados quatro dias, detectámos ontem à tarde, que mais uma cratera abriu na 18 de Junho, a menos de vinte metros da Farmácia Olhanense, como se vê na imagem seguinte:
A quantidade de roturas na zona, como as que têm surgido nas ruas perpendiculares à 18 de Junho, faz com que os moradores passem largos períodos dos dias sem agua canalizada, um cenário repetitivo ao qual a autarquia e a empresa municipal não dão solução.
Quer queiram ou não, a verdade é que a maioria da rede de abastecimento de agua está podre a precisar ser substituída. Ora o presidente e candidato socialista anunciou que queria esventrar a cidade para corrigir o problema dos esgotos mas esqueceu-se da rede agua. Claro que percebemos que este tipo de obras não dão votos e por isso o pequeno ditador Pina, prefere gastar o dinheiro dos munícipes em arranjos estécticos, mas capazes de dar alguns votos, enquanto a população passa privações, pelo menos de agua.
Esta postura do Pina demonstra bem quais têm sido, são e continuarão a ser as suas prioridades, sem o mínimo de respeito pelos munícipes que o vão eleger. Será, ou vão dar-lhe uma surpresa?
Nos últimos eventos em que participou, Pina tem estado isolado, muito longe dos banhos de multidão que recebia quando afrontava o governo de Passos Coelho. Assim, na inauguração das estatuetas do caminho das lendas, eram mais as estatuetas do que os inaugurantes; na Fuzeta a comitiva era maior que o numero de pescadores; no baile por ele promovido acabou por abandonar porque ninguém lhe passou cartão. O Pina está em queda livre!
Mas apesar dos sinais, Pina continua sem dar mostras de querer corrigir os erros da sua gestão política. Depois de um ano, continua sem tomar a decisão de mandar construir um novo depósito de agua com o antigo a ameaçar rebentar a qualquer momento, como se de uma bomba se tratasse. E pode mesmo ser uma bomba se rebentar antes das eleições, privando dois terços da cidade de agua canalizada durante seis meses, como se as pessoas estivessem preparadas para isso.
São as opções políticas do Pina, mas nós entendemos que o Povo de Olhão precisa de outro tipo de opções e de alguém que tenha capacidade de dialogo que não um ditador.
FORA COM O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

domingo, 25 de junho de 2017

FUZETA: AS FALSAS PROMESSAS DO COSTUME NA CAMPANHA PRÉ ELEITORAL!

Sem o anuncio prévio de uma acção do governo ou de pré campanha eleitoral, ontem apresentaram-se na Fuzeta os trastes do Apolinário e do Pina, acompanhados de uma comitiva maior do que o numero de presentes, e entre os quais se contava o representante da Autoridade Marítima. 
E o que foram fazer estes trastes? Mais uma vez tentar enganar os pescadores da Fuzeta com promessas antigas incumpridas. Desta é que é! Dizem eles.
Mais uma vez, o Apolinário vem anunciar uma intervenção na Barra da Fuzeta, prevista para Setembro do ano passado mas adiada desta vez para o final da época balnear, Setembro, "coincidindo" com o calendário eleitoral.
Os poucos pescadores presentes riram-se na cara deles, gozando o tema e promessa. Mas a questão merece uma reflexão mais profunda. Não há assim tantos anos, andava o Pina a chuchar no biberão, a frota de Marrocos era maioritariamente da Fuzeta e isso dava-lhe um peso político muito grande. Convém desde logo esclarecer que por razões de falta de navegabilidade, as embarcações com maior calado tinha de aportar em Olhão, que por via disso, chegou a ser a lota numero um a nível nacional, em termos de vendas. Nessa altura, Mário Soares prometia a construção de uma barra ( talvez de sabão azul e branco).
Nos tempos que correm, com a fobia de um certa forma de turismo, tudo fica condicionado ao uso balnear, subvalorizando todas as outras actividades, com especial ênfase para aqueles que têm o meio marinho como base. 
Assim. não espanta que as prometidas dragagens se realizem no final da época balnear, em contradição com o enchimento da Praia dos Cavacos, a realizar o mais breve possível, ou as dragagens junto à Armona-Olhão. Porque carga de agua, aqui se pode dragar em qualquer altura e na Fuzeta tem de ficar à espera de melhoramentos naquele "cemitério" chamado barra?
Os trastes foram logo dizendo que não se podem fazer molhes nem utilizar pedra para fixar a barra, mas esquecem-se que é possível fixar a barra, depois de estudos sérios quanto à sua localização, com recurso a mangas de geo-têxteis, enchidas com as areias dragadas no local, uma operação simples e económica. Ao fazê-lo, a configuração da barra deverá apresentar a forma de um funil de tal forma que a corrente de vazante, arraste as areias para fora, impedindo o seu assoreamento.
Como o Pina é um ilustre desconhecido do Povo da Fuzeta, tal o trabalho que ali tem desenvolvido, ao questionar um pescador sobre a sua identidade, este respondeu-lhe de igual modo porque também não sabia com quem estava a dizer tanta asneira.
Do que o Pina não falou, omitiu premeditadamente, foi que pretende deslocalizar o Parque de Campismo, destruir a mata, os bares e casas dos apetrechos de pesca que estão juntos, para no seu lugar construir um eco-resort. Porquê? tem medo de perder as eleições? No entanto prometeu arranjar um parque de estacionamento para os pescadores, como se ele fosse abrir mão do estacionamento para fins turísticos. E mais uma vez enganou os pescadores com uma promessa de algo que não pretende executar.
No dia 1 de Outubro saberemos realmente se conseguiu os seus intentos.
ABAIXO O PINA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

sábado, 24 de junho de 2017

OLHÃO: OPÇÕES DE POLITICA CRIMINOSA!

Depois de anos a batermos-nos por uma solução para os esgotos directos ilegais a despejar poluição para a Ria Formosa; depois de anos a batermos-nos pelo fim das descargas das ETAR na Ria Formosa, temos agora uma nova frente de batalha: a rede de agua!
Como é do conhecimento publico, a rede está extremamente envelhecida, limitando-se a Câmara e a Ambiolhão, ambas presididas pelo criminoso Pina, a proceder a remendos, com soluções provisórias, sem atacar  o problema de fundo, a renovação da rede!
No passado é que tínhamos o Provisórios, uma marca de tabaco também conhecida por mata-ratos. Desconhecemos quem ou o que o Pina pretende matar, mas ratos não será certamente.
De seguida vamos dar a conhecer algumas imagens que certamente farão os nossos leitores pensar nas opções político-criminosas do Pina:
 Esta imagem mostra-nos o depósito de agua, no Bairro 8 de Outubro, se é que não mudou de nome, tirada à distância, mas onde se pode ver que o mesmo apresenta fissuras, a ameaçar o colapso. Este depósito serve a maioria da população de Olhão e caso aconteça o pior, uma parte significativa da cidade ficará privada do abastecimento de agua por muito tempo.
Por outro lado, temos de ter em conta que aquele depósito tem uma capacidade na ordem dos seiscentos metros cúbicos de agua, um volume enorme que pode criar gravíssimos problemas nas habitações que estão ali perto sem falar no perigo que representa para pessoas e bens.
 Claro que o Pina está-se borrifando para o cidadão anónimo eleitor, centrando-se única e exclusivamente na centro de negócios em que quer transformar a 5 de Outubro. O Pina é alérgico a questões que se prendem com a segurança das pessoas.
Na imagem ao lado, temos o mesmo depósito, visto de mais perto, onde se vê o estado de degradação a que a Câmara e a Ambiolhão o votaram, mas também mostra o perigo real que ali espreita.
Virá o meu amigo Pina, que há muito não me visita no Espanha, dizer que somos alarmistas, como se isto não saltasse a olhos vistos.
 Mas o Pina, quer queiramos ou não sabe bem do risco e por isso mandou cercar o depósito com uma rede para que as pessoas não se aproximem nem estacionem ali perto as suas viaturas.
Só que se o depósito rebentar, não afectará apenas a área vedada, atingindo as casas, carros e pessoas.
Nos últimos anos temos vindo a assistir a um anormal volume de roturas na rede de aguas,e também elas têm a ver com o lastimoso estado em que se encontra todo o depósito.
Na sua zona central há uma conduta comandada por válvula que permita o controlo da pressão na rede, mas até essa válvula deu o badagaio. Então a Ambiolhão resolveu colocar uns tubos de alta pressão no exterior do depósito para poder no futuro controlar a rede. Até lá continuaremos a ter roturas quase todos os dias, porque a rede não suporta a pressão utilizada. Nada disto impede, que o depósito colapse, ficando-se por uma mais uma solução provisória.
Poderão os fãs da aventesma presidencial, dizer que o homem não tem conhecimento do que se passa, esquecendo que é ele quem preside à Ambiolhão.
No local, foram vários os moradores que de viva me afirmaram já ter chamado a atenção da Ambiolhão, há mais de um ano e que o Pina nada fez. Nem fará, dizemos nós!
Nessa altura, o Pina prometeu aos moradores fazer uma intervenção no depósito, mas depressa esqueceu o assunto. O habitual, dizemos nós!
Há cerca de duas semanas, quando uns trabalhadores faziam uma intervenção na conduta geral, dentro de depósito, algo correu mal, e a conduta rebentou, pondo em risco a vida de quem ali trabalhava. A quantidade e a pressão de agua era de tal forma que alguns moradores fugiram de casa por sentirem os seus filhos em risco, quando a agua lhes entrou em casa.
Portanto, temos um presidente-candidato cujas opções políticas passam por fazer obra de dar no olho, na mira do voto, mas que em relação àquilo que é essencial, indispensável mesmo e prioritário finge ignorar. Quem precisa de um presidente assim? Esperemos que na hora do voto, o Povo de Olhão recorde todos os episódios que envolvem este traste e o mandem para casa, com uma pesada derrota eleitoral.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 23 de junho de 2017

OLHÃO: PINA ENCOBRE TRAFULHICE!

Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, mas vereador desde 2005, sabe que os promotores da Urbanização Cerro Azul, que também já mudou de nome, prestaram uma caução como garantia da entrega das infraestruturas concluídas, caução essa que nunca foi accionada, nem as infraestruturas concluídas, pelo menos de forma eficiente.
Vir anunciar, como o faz em http://www.postal.pt/2017/06/ruas-da-urbanizacao-cerro-azul-olhao-alvo-melhoramentos/, que vai recuperar aquilo que a Câmara deveria ter exigido ao promotor e não fez, gastando dinheiros públicos extorquidos ao Povo sob a forma de impostos e taxas, teria feito melhor figura se tivesse ficado calado. Mas a pré-campanha eleitoral já começou e é o vale tudo.
Compreendemos que os moradores da urbanização queiram ver as suas infraestruturas em bom estado e estamos do lado deles, mas já não podemos aceitar que a autarquia se demita da sua função, demitindo-se de cobrar o que devia, ajudando a enriquecer de forma ilegítima quem promoveu a obra.
Por outro lado, a degradação das infraestruturas não ocorre apenas naquela urbanização. Ainda esta madrugada, o piquete da Ambiolhão foi chamado para uma rotura na Rua 18 de Junho, onde não há muito ocorreu uma outra. O pessoal da Ambiolhão bem tenta remendar, mas logo a seguir a rede de agua rebenta outra vez porque está completamente degradada com os custos da agua que se perde na rede a serem reflectidos no tarifário da agua que todos nós pagamos.
Na imagem acima podemos ver mais uma das muitas crateras espalhadas pela ruas da cidade, a denotar uma rotura, que a Ambiolhão em lugar de resolver, manda deitar uma camada de alcatrão para tapar. Esta está junto à Olhãobateria, com a agravante de, de vez em quando, jogarem agua de lavagem dos quintais do prédio para a rua, podendo contaminar a agua que os moradores da zona vão depois beber.
Na Rua Mestre Martins Garrocho, mais do mesmo como se pode ver na imagem seguinte. Aqui já taparam a cratera mais de dez vezes e a agua a perder-se.
A diferença de atitude do presidente da Câmara e cumulativamente da Ambiolhão ao anunciar a intervenção no Cerro Azul e nas transversais da 18 de Junho, tem a ver com os estratos sociais que habitam nos diferentes lugares, e não só.
Na verdade, o Cerro Azul está na freguesia de Moncarapacho, um bastião social democrata a quem o Pina pretende roubar votos.
Portanto o que o Pina vem fazendo, não passa de pura campanha eleitoral, usando e abusando dos dinheiros públicos como se seus fossem, não apresentando qualquer obra que sirva directamente um leque mais alargado da população.
Que o Povo de Olhão compreenda isso e nos primeiros dias de Outubro o mande para casa!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 22 de junho de 2017

OLHÃO: DIREITA AO LADO DO PINA!

Os sectores mais retrógados da direita olhanense uniram-se numa só candidatura, a do Pina, o que não espanta, tendo em conta o apoio dado ao longo de todo o mandato, trocando favores entre si.
É assim que surge um congénere nosso, assumidamente liberal conservador, cujo autor e administrador é o vereador em regime de substituição irregular Fernando Soares que em lugar de combater o poder instalado na autarquia há mais de quarenta anos, dá uma no cravo e outra na ferradura, fingindo fazer oposição ao apontar defeitos noutras bandas que não naquilo que se passa à porta de casa, porque do seu interesse.
Na imagem acima, concluída a obra que a EDP levou a cabo, a tampa do colector foi substituída pela jante e pneu.
A ocupação do espaço publico, terrestre ou aéreo, é regulamentado pelos Regulamentos Municipais de Ocupação do Espaço Publico e pelo da Urbanização e Edificação, consoante o fim a que se destinam.
No caso da imagem, é a ausência de acompanhamento e fiscalização por parte dos serviços camarários, que permite que a tampa que pertence ao colector não tenha sido recolocada.
Curiosamente, a situação situa-se mesmo à porta do vereador Eduardo Cruz que não foi ainda capaz de abrir o pio para perguntar o que se passa. Nem ele, nem o seu apoiante blogueiro. Porque será?

Se alguém pensa que, os actuais apoiantes do Pina, se ficam por aqui, reparem na segunda imagem, numa zona situada entre as casas dos dois vereadores, com o passeio ocupado com viaturas, transformado em Parque de estacionamento gratuito, para não falar no que acontece duas ruas mais abaixo.
Fiquem os nossos leitores a saber que foi o vereador Eduardo Cruz quem, depois de ser multado, pediu ao executivo que integra, a autorização para o estacionamento em cima dos passeios. Pergunta-se agora, o chinfrim que a direita, capitaneada pelo Eduardo Cruz, vem pedir a devolução dos passeios aos peões quando foram eles que propuseram o contrário? Foi à porta deles e interessava-lhes porque quando se trata à porta dos outros, a postura é bem diferente.
Mas mais, se os passeios são para os peões, as estradas são para as viaturas e estacionamento, mal se percebendo como vêm defender os direitos de uns e depois estão contra os outros, como é no caso dos Mercados.
Os nossos leitores devem compreender que a sociedade é feita por pessoas e não por negócios, e as políticas encetadas ao longo da era, dita democrática, mais não tem feito que promover todo o tipo de negócios mas nunca promovendo o bem estar social, quando é certo que o capital mais valioso, é o capital humano.
Nada temos contra os negócios e suas oportunidades, mas quando nos apercebemos que mais de metade da população do concelho vive abaixo do limiar de pobreza e temos uma governação autárquica orientada por políticas de direita reaccionária e fascista, discriminatória e revanchista, temos a obrigação de lutar por todos os meios, contra as perspectivas de futuro que os nossos eleitos têm criado.
Já agora, aproveitamos para dizer que nos bastidores da política olhanense, o vereador Eduardo Cruz, eleito nas listas do PSD, comenta-se que este cavalheiro, será o mandatário da candidatura do Pina.
Que rica tribo, esta!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

OLHÃO: CAMPANHA ELEITORAL COM DINHEIROS PÚBLICOS?

A imagem acima reporta um painel com cerca de 200 metros quadrados de área, localizado no gaveto da Avenida D. João VI com a 18 de Junho, onde se pretende apresentar a requalificação da Avenida 5 de Outubro, e os Jardins Patrão Joaquim Lopes e Pescador Olhanense.
Durante a apresentação dos planos de intervenção, o Pina fê-lo de forma dispersa para que as pessoas não tivessem noção do que se preparava e prepara na baixa de Olhão, mas eis que chegou a hora, não de apresentar a obra feita, mas a obra a realizar, se for reeleito, do que duvidamos.
Como sempre haverá defensores e oposicionistas do projecto porque nunca se procurou fazer uma intervenção consensual envolvendo as pessoas, quando na verdade, poderiam surgir projectos mais, talvez mais dispendiosos, mas que representassem uma solução de futuro, tornando a 5 de Outubro quase exclusivamente pedonal.
Nada temos contra os comerciantes naquela artéria, antes pelo contrário, mas não podemos deixar de frisar que os passeios foram criados para os peões, embora se possa dar-lhes uma aplicação mista, que permita as esplanadas no respeito pelos peões, não só naquela rua, mas em todas do concelho.
Falta ainda a apresentação do projecto de construção da área comercial do Porto de Recreio, 2500 metros quadrados, que pode alterar por completo a dinâmica comercial da 5 de Outubro, pormenor a que os comerciantes devem prestar a máxima atenção.
Ainda assim, os Jardins estão dentro da Zona de Proteção dos Mercados, requerendo por isso o parecer prévio da Direcção Regional de Cultura. Vir, o Pina, apresentar alterações à configuração e estrutura dos jardins sem estar munido do parecer prévio, só é possível por estarmos em período pré eleitoral, tanto mais que o projecto ainda pode vir a ser alterado por força da Direcção Regional de Cultura.
Tal como aconteceu com a proposta de deslocalização das embarcações da pequena pesca artesanal, com a ministra do mar a dar com os pés, pode também desta vez levar mais uma biqueirada.
Aqueles que têm acompanhado a actividade político-partidária, sabem bem que a contratualização deste tipo de publicidade, despropositada, pode esconder permutas com os dinheiros públicos a pagar por antecipação a colocação de outdoors para a campanha do partido que exerce o Poder.
Aquilo de que ninguém quer falar, é das consequências de um certo tipo de políticas, autárquicas, que visam a promoção de negócios e negociatas, sem terem o mínimo de preocupação pelas população residente. População essa que vive, na maioria dos casos, abaixo do limar de pobreza, uma miséria envergonhada e que se vê ser escorraçada da Zona Ribeirinha de Olhão por não ter condições económicas para suportar os preços praticados ali.
No fundo, o que estão a fazer é, utilizar dinheiros públicos, de todos nós, para construir uma cidade para os visitantes, enquanto os olhanenses são relegados para os guetos da periferia. Os olhanenses também o direito de usufruir da sua Zona Ribeirinha e é neles que os nossos autarcas devem e têm de pensar. Como não o fazem, devem ser corridos pela força do voto popular, enquanto não houver condições para os despejar de outra forma, nas próximas eleições autárquicas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 20 de junho de 2017

OLHÃO: AFECTOS ESCORREGADIOS!

A menos de quatro meses das eleições, chegou a hora dos afectos e sorrisos que faltaram durante todo o mandato, mas atenção que há afectos e cumprimentos muito escorregadios.
Tão escorregadios quanto as rampas que existem em quase todos os passeios da cidade. Os mandantes, qual donos disto tudo, esqueceram-se que a pedra com que é feita a calçada é dura e que com o uso acaba por ficar polida, nalguns casos tão polida quanto escorregadia. Nada que não se possa resolver com soluções de baixo custo, tanto mais que algumas das rampas representam perigo para quem as utiliza, bastando para isso, um pouco de tinta anti-derrapante ou uma tela emborrachada. Mas para isso é preciso vontade política, o que tem andado arredado dos corredores da Câmara municipal de Olhão.
Na passada sexta-feira, o Pina procurando emitar o professor Martelo, já depois de ter recebido as más noticias da ministra do mar, deslocou-se ao snack-bar 31, onde distribuiu beijos, abraços e cumprimentos, como forma de controlar a azia provocada pelo discurso ministerial.
No seu afã, à saída, escorregou e espalhou-se ao comprido, não tendo sofrido qualquer problema físico, tal como tem acontecido com muitos utilizadores daquela rampa e que por isso, fizeram chegar à autarquia cartas denunciando o risco que representavam as rampas polidas.
E foi precisamente um dos cumprimentados pelo Pina e também reclamante que nos fez chegar a novidade.
Claro que o Pina, ao longo do mandato sempre se esteve borrifando para as pessoas, ao ponto de dizer em plena sessão de câmara que a partir da tomada de posse, era ele quem decidia como queria e entendia. Ou seja, para ele a democracia e as questões suscitadas pelas pessoas que pretendiam participar na vida da cidade, se esgotava no acto de votar.
Quando um problema cuja reparação tem custos irrisórios e se fazem ouvidos de mercador,  sofrendo na pele os dissabores dali resultantes, estamos perante um acto deliberado e negligente que pode afectar a vida das pessoas, não merecendo por isso o apoio da população e muito menos o seu voto.
Por essas e outras mais, está na hora de provocar uma mudança de políticas, votando contra o Pina.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 19 de junho de 2017

OLHÃO: OS DONOS DISTO TUDO!

Antes de ser vereador, Pina esteve a fazer serviço no IFADAP.

Nessa altura, em nome do falecido pai do Carlos Martins, foi comprada uma licença de um viveiro junto à fortaleza, à qual se viria a juntar mais uma área concedida a titulo de experiência piloto por um período de três anos, findo o qual não foi renovada.
Entretanto, em nome do falecido, foi apresentado uma candidatura para o financiamento das bancadas das ostras. É aí que entra em cena o Pina que validou a candidatura, aceitando os números apresentados. Só que o exagero era tão grande que o superior hierárquico do Pina, mandou refazer o projecto, dado que outras candidaturas apresentavam orçamentos muito mais baixos. Mas mesmo após a rectificação o exagero manteve-se, não tão grande já, mas ainda assim exagerados. Passou!
Não tendo sido renovada a licença da área cedida a titulo experimental, manteve-se contudo ocupada, de forma ilegal, mantendo-se assim até aos dias de hoje, com a ocupação a aumentar continuamente.
Por outro lado, de acordo com a Lei, compete ao IPIMAR proceder à classificação das zonas de produção, mas também a criar zonas de transposição sempre que haja uma desclassificação. Acontece que a área onde poderia ser criada a tal zona de transposição, um baldio produtivo onde era apanhada a ameijoa de semente, está ocupada ilegalmente.
A ocupação ilegal de terrenos teve inicio com a ocupação do Pina e Carlos Martins, que outros, face à ausência negligente de fiscalização, e sentindo-se no mesmo direito, entenderam também ocupar, de tal forma que a área total ocupada ilegalmente é já superior à área total concessionada.
Há três anos que a zona de produção Olhão 1 está desclassificada e desde Março ultimo que Olhão 3 seguiu o mesmo caminho, sem que o IPIMAR tenha criado as tais zonas de transposição, colidindo com o direito ao trabalho dos produtores abrangidos pela desclassificação, que se veem assim desprovidos de obter o sustento das suas famílias.
Entretanto o Pina tem-se desmultiplicado a enaltecer a luta pela reclassificação das zonas de produção, desclassificadas em Novembro de 2013, mas omite que temos duas zonas desclassificadas, e sobre este assunto, está calado que nem um rato, quando a soma das duas áreas é quase igual à soma das restantes três.
Obviamente que com a desclassificação de 2013, o viveiro do Pina e Carlos Martins também estavam desclassificados, o que não acontece agora e é a razão do seu silencio.
Temos assim duas entidades envolvidas cuja actuação negligente ou premeditada, ao proceder a uma desclassificação sem criar as alternativas, ou pela falta de fiscalização, induz por um lado ao abandono da actividade, até pelo aumento do grau de exigência que vem sendo aplicado, mas por outro promovendo uma nova classe, os donos da Ria Formosa!
Diga-se de passagem, que a degradação da qualidade ecológica das aguas da Ria Formosa deixa muito a desejar, fruto das descargas das ETAR e dos esgotos directos a que está associada a alta taxa de mortandade da ameijoa. É nesse contexto que se vem assistindo à substituição da produção de ameijoa pela ostra, uma espécie exótica, já manipulada geneticamente para resistir a certas formas de poluição. Só que, também neste aspecto assistimos a uma repetição do que se passou com a ameijoa, ao introduzir o agente patogénico que daqui a mais uns tempo levará à morte da ostra.
Costuma o Povo dizer que enquanto o pau vai e vem, folgam as costas, mas entretanto o Pina vai carregando de papel com uma ocupação ilegal.
REVOLTEM-SE, PORRA!


domingo, 18 de junho de 2017

OLHÃO: PINA, O CAGA-MILHÕES!

Na ultima edição do pasquim do Sporting Clube Olhanense, transformado em órgão oficioso da Câmara Municipal de Olhão, foi publicada uma extensa entrevista (8 paginas) ao Pina.
Para além de outras questões abordadas, vem o caga-milhões feito presidente, fazer alarde dos  milhões de investimentos a realizar após as eleições  de Outubro, como se a vitória, que lhe foge a cada dia que passa, fosse sua. Digam o que disserem mas a verdade é que o jornal de um clube que tem sócios de todas as cores partidárias, acaba por entrar na campanha pré-eleitoral, sem proporcionar a igualdade de tratamento às restantes candidaturas.
Na maioria dos casos, os investimentos anunciados pelo caga-milhões, cá do burgo, apenas um, e é preciso que vá por diante, terá retorno para a população. Estamos a falar da eliminação dos esgotos directos para a Ria, algo que o Pina, em Novembro de 2013, dizia ter quinhentos mil euros para fazer. A quantia agora apresentada de três milhões e meio, aquém de uma outra estimativa, não há muito apresentada de 4,5 milhões, pelo que nos ficam sérias duvidas quanto às reais intenções do Pina.
Todo o restante investimento não terá, em regra, qualquer retorno. No entanto é do conhecimento de todos nós o estado de degradação da rede de agua, com as constantes roturas e consequentes perdas que o munícipe tem de suportar na factura da agua. Para resolver o problema da rede de saneamento, o caga-milhões vai ter de esventrar um boa parte da cidade, mal se compreendendo que não aproveite a oportunidade para corrigir desde logo os problemas da rede de agua.
Bem sabemos que os investimentos anunciados visam, nesta fase, essencialmente as eleições autárquicas, procurando limpar a imagem de quatro anos do mais puro laxismo. Numa segunda fase aqueles investimentos, são para melhor servir os interesses instalados na actividade económica, particularmente na exploração do sector turístico, mas jamais pensados para servir a população.
E porque existem algumas ideias erradas em torno do turismo, devemos lembrar que Vila Real de Santo António e Portimão têm muito mais turismo que Olhão, mas também têm as mais elevadas taxas de beneficiários do RSI na região Algarvia, o que equivale a dizer que aquela actividade poucos benefícios traz para as populações, mas que serve os tais interesses económicos.
Pina ou caga-milhões tem de perceber que a cidade deve desenvolver-se por forma a satisfazer a população de Olhão de tal forma que quem nos viste se sinta atraído e deseje regressar, adoptando a cidade para sua residência. Ora isso só se consegue dando mais e melhor qualidade de vida a quem aqui vive, porque de outro modo estaremos a empurrar o Povo de Olhão para a emigração.
Olhão precisa de uma mudança urgente na sua forma de desenvolvimento, porque aquele que nos tem sido oferecido há anos, falhou.
Uma tal mudança só poderá ser conseguida com a derrota do Pina nas próximas eleições.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 17 de junho de 2017

OLHÃO: NAUFRÁGIO DE BOATO!

Que os nossos eleitores não se deixem iludir pelo titulo, já que este naufrágio, representa apenas a primeira derrota das intenções políticas de António Pina, nada tendo a ver com um naufrágio real.
A verdade é que o Pina tem por habito dizer e desdizer, consoante as conveniências, aquelas que são as suas intenções, sem que as passe para o papel, o que obriga a um exercício mental para denunciar as suas habilidades de bastidores. E como se isso não bastasse, socorre-se ainda de uma cambada de loucos que o assessoreiam, para nas redes sociais, branquearem a sua acção.
Ontem, a Ministra do Mar, deslocou-se a Olhão, para assinar o contrato de concessão e exploração do Porto de Recreio, tendo declarado que o Porto de Abrigo da Pequena Pesca Artesanal é para se manter, tal como se pode ler em http://www.sulinformacao.pt/2017/06/porto-de-recreio-de-olhao-vai-tornar-se-referencia-no-pais-apos-investimento-de-33-milhoes/?fb_action_ids=10208625699511683&fb_action_types=og.comments.
Assim que o Pina se preparava para correr com os pescadores do Porto de Abrigo, nós denunciámos a situação, no que fomos acompanhados pela associação Almargem, ainda que por outras razões. E foi a denuncia prévia dos impactos negativos tanto para a pesca como ambientais, que levou  a ministra a decidir que o Porto de Abrigo se manteria, afundando ou "naufragando" as intenções do Pina. As declarações da ministra caíram tão mal para o medíocre presidente e para o seu protector, que perderam por completo os sorrisos habituais nestas manifestações publicas, como se pode ver nas imagens do artigo.
Não queremos deixar de tecer ainda assim algumas criticas ao projecto, porque embora a ministra faça referências às exigências ambientais, continuamos a ver esgotos directos a despejar para a Ria Formosa sem qualquer tratamento. Também constatamos que apesar de haver um parque de estacionamento para barcos, não se vê no entanto o espaço para estaleiro que permita a manutenção e pequenas reparações dos barcos. É isto a grande marina pela qual o Pina tanto inchava?
Por outro lado, nas palavras da ministra, ressalta estar a criar-se a Comissão Instaladora da Portos do Algarve, a nova empresa estatal que irá ficar com a jurisdição até aqui da Docapesca ou da Administração do Porto de Sines, na costa algarvia, como denunciámos em primeira mão.
Esta nova empresa contará nos seus mais altos quadros, um herdeiro natural, o filho do Apolinário. Até quando teremos de suportar este monta/desmonta dos tachos que se transmitem de geração em geração como se vivêssemos numa monarquia?
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

OLHÃO: QUANTO MAIS NOS ROUBAM, MAIS DEVEM!

Nos últimos anos a Ambiolhão tem vindo a actualizar os tarifários da aguas e resíduos de forma ilegal pelo que dois cidadãos promoveram uma acção popular para a reposição da legalidade.
Para o corrente ano, e os nossos leitores poderão verificar isso na factura da agua,  há parcelas que estão isentas do IVA, mas entendeu a Ambiolhão, empresa municipal presidida pelo Pina, incluir aquele imposto nos respectivos tarifários, o que é um autêntico roubo!
Apesar dos contínuos roubos de que o Povo de Olhão é alvo por parte deste bando político-mafioso, a verdade é que segundo o relatório da Aguas de Portugal, Olhão aparece na lista dos municípios maiores devedores, situando-se a nível nacional, num "honroso" décimo terceiro lugar e a nível regional em segundo, apenas sendo ultrapassado por Vila Real de Santo António. É a "excelência" da gestão política do Pina!
Paralelamente, porque este aprendiz de malandro faz questão de enganar as pessoas com as obras da nova ETAR, vem a Comissão Europeia dizer que Portugal é um dos países com maior potencial para a reutilização das aguas residuais (6,1 milhões de metros cúbicos por ano), mas a percepção dos benefícios é baixa.
Acontece que há anos que levamos a propor a reutilização das aguas residuais para fins agrícolas, porque são ricas em nutrientes, pelo que a nova ETAR deveria ser construida junto das zonas de produção agrícola. Mais, alertámos em devido tempo, a afinação requerida para a reutilização das aguas para fins agrícolas é mais baixa, portanto com menores custos. Logo, e tendo em conta que se trata de um serviço essencial à população, qualquer redução de custos, deveria representar uma redução no tarifário no consumidor.
Deste modo, não só pagamos mais, fruto das ilegalidades cometidas pela empresa municipal, como somos também roubados na factura de saneamento, para além do impacto negativo causado pelas descargas das ETAR, por melhor que seja o seu tratamento.
São as descargas das ETAR que estão na origem dos, cada vez mais frequentes e maiores episódios de interdições da apanha de bivalves em todo o litoral português. As ETAR são autênticas fábricas de produção do fitoplâncton potencialmente toxigeno, que em determinadas condições ambientais, degenera em biotoxinas.
A cada interdição, são milhares de pessoas que estão impedidas de exercer a sua actividade e de obter o sustento das suas famílias. Sendo certo que a prevenção de riscos para a saúde publica deve prevalecer, entendemos que, havendo a possibilidade de evitar os riscos e inconvenientes das descargas das aguas residuais na Ria Formosa, ou na costa, mal se percebe a insistência das autoridades nacionais na continuação deste tipo de políticas, a não ser pela intenção de, aos poucos, levarem os pescadores a abandonar as suas actividades.
Já o dissemos e não temos qualquer problema em sermos repetitivos, participámos num evento promovido pela Aguas do Algarve, ARH, ERSAR e outras entidades, onde foi manifestado o "interesse" na reutilização das aguas para fins agrícolas, cujos inconvenientes se cingiam ao elevado custo do tratamento ( questão falsa) e à distância das ETAR em relação às zonas de produção.
Certo é que somos de facto roubados de toda a maneira e feitio, compelidos a abandonar as actividades tradicionais da Ria e ainda por cima vemos a divida do município a crescer!
Cabe ao Povo de Olhão reflectir se nas próximas eleições autárquicas devemos manter estes trastes à frente da autarquia ou se pelo contrário vamos correr com eles.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 15 de junho de 2017

OLHÃO: A CENTRAL DE NEGÓCIOS, ATACA NOVAMENTE?

Nos ultimos tempos, temos sido inundados com uma campanha de intoxicação da opinião publica, utilizando os dinheiros e os meios da autarquia para promover a campanha eleitoral do ainda presidente Pina. E de tal forma assim é que, na Avenida, foram colocados um conjunto de doze paineis da autoria da Arquivo Municipal sobre o tema do Projecto à Obra.
Dirão alguns que a iniciativa é do Arquivo que não da Câmara, como se aquela não dependesse desta. Mas mais, antes disso, tivemos uma sessão publica aberta sobre a arquitectura de Olhão onde não se podia discutir o problema da Zona Histórica. Ora, estes eventos não são mais do que tentar polir a imagem e marcas deixadas pela discussão do Plano de Pormenor da Zona Histórica.
Curiosamente a iniciativa do Projecto à Obra, dá a conhecer os projectos de alguns edifícios situados na Avenida, mas omite propositadamente o da chamada Recreativa Rica, que apresentamos na imagem acima.
Sabemos que a proprietária apresentou um projecto de intervenção no edifício, onde a unica alteração, se é que assim se pode chamar, a destoar daquilo que ora se vê, é o regresso à cor original do edifício, recuperando para já o torreão do lado esquerdo por estar devoluto, e só não recuperando  do lado esquerdo por ter inquilinos. A traça do edifício é para manter, segundo a proprietária.
É natural que a dona queira recuperar o dinheiro que vai gastar, instalando um restaurante onde até há pouco era o café "A Velha", e no edifico central e esplanada, destinar um espaço para a cultura e outro para um hostel. 
Apesar de se manter toda a traça original do edifício, a verdade é que o processo emperrou na Câmara, sendo utilizados toda a espécie de argumentos, sem qualquer substancia, mal se percebendo o chumbo por parte da autarquia. A não ser que...
A área ocupada pelo conjunto edificado é de tal forma grande e tão central que é susceptivel de alimentar o desejo e ganancia dos senhores do costume, para quem o betão é mais importante que a história e identidade de uma cidade, mesmo que isso implique a destruição de uma parte do nosso património. Só assim se compreende, que a autarquia, negue à proprietária a intervenção que pretende fazer, para dar algum pato-bravo a oportunidade de encher os bolsos.
Ver os cartazes do Projecto à Obra, mesmo junto ao edifício em causa, onde se procura preservar o património, omitindo este edifício, é em si um indicio de que a autarquia está mais uma vez a funcionar como uma central de negócios.
O Povo de Olhão precisa de pensar se deve manter esta gentinha à frente dos destinos da autarquia ou se pelo contrário, vai devolvê-los à procedência por incapacidade de gerir o que é de todos nós.
BASTA!
REVOLTEM-SE, PORRA! 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

OLHÃO: VERDADES ESCONDIDAS, FALIDA?

Desde o inicio que temos vindo a denunciar a situação da suposta IPSS, Verdades Escondidas, dirigida por uma poderosa funcionária da autarquia, que tinha e tem o apoio da maioria do executivo do centrão, vá-se lá saber porquê?
A Segurança Social não deu provimento ao pedido de financiamento da Verdades Escondidas, pelo que esta está sem dinheiro para fazer face às suas despesas. Pergunta-se porque razão a Segurança social deixou de apoiar a instituição?
Sem querer dizer que tenha sido a prática recorrente na Verdades Escondidas, a verdade é que muitas IPSS, tinham por hábito, apresentar um numero de utentes muito superior ao que efectivamente tinham, uma expediente para extorquírem dinheiro da Segurança Social. E nesse aspecto, havia até instituições onde os mortos não eram abatidos para continuarem a receber os respectivos apoios. Bastaria uma simples fiscalização surpresa da SS para constatar o óbvio. 
Desde logo, nenhuma IPSS, ou algo parecido, conseguirá sobreviver sem o necessário apoio da SS. Mas atenção, que o dinheiro da SS, da câmara, ou dos fundos comunitários, são dinheiros públicos, o que equivale a dizer que são de todos nós. Assim, competiria a todas as entidades ligados ao processo, acompanhar e fiscalizar a aplicação do nosso dinheiro, sob pena de estarmos a dar a alguém um dinheiro que lhe não pertence por direito.
E face à situação criada, a câmara municipal, presidida por António Pina, mostra-se excessivamente preocupada com a possibilidade da Verdades Escondidas ter de fechar portas, procurando obter apoios políticos que lhe permitam conceder um subsidio e manter activa uma instituição que já nasceu torta, quando afinal o que a autarquia tina a fazer, era procurar saber as razões para a retirada de apoio por parte da SS, e se houvessem irregularidades graves, declinar também ela qualquer apoio.
Bem sabemos que o Pina é um apoiante dos "amarelos", promovendo as iniciativas privadas, tal como acontece com o Colégio Bernardete Romeira, rodeado de escolas publicas, não se justificando o apoio estatal. E se esse é apenas um exemplo, poderíamos citar outro que é sua bandeira, o Projecto Cuidar, através do qual as pessoas menos e mais carenciadas, podem aceder a consultas de oftalmologia, num serviço privado protocolado pela autarquia, quando esta deveria apoiar, disponibilizando as verbas necessárias, e exigir uma resposta adequada do SNS.
Não nos parece razoável, que a Câmara Municipal de Olhão, venha a conceder qualquer apoio a uma instituição que está claramente falida, por erros crassos de gestão, a não ser que algo mais nebuloso se esconda por detrás de tanta promiscuidade.
Culpar terceiros pela falência da Verdades Escondidas, que não da direcção da instituição, vai ser o discurso, habitual, do Pina.
Só há uma maneira de acabar com esta promiscuidade e falta de transparência que passa pela derrota eleitoral do Pina e seus muchachos, nas próximas eleições autárquicas. E isso, cabe ao Povo de Olhão decidir.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 13 de junho de 2017

OLHÃO: FESTA NO BRASIL, FESTA EM OLHÃO

No passado fim-de- semana, o presidente da câmara, integrou a comitiva presidencial e do Costa que se deslocou ao Brasil para as comemorações do Dia das Comunidades. As imagens televisivas passadas do evento mostram o Pina e segundo secretário da Assembleia municipal, eleito pelo PSD, juntos ao Costa, não porque este ultimo se tivesse mudado de armas e bagagens para o partido dito socialista, mas mal se percebendo porque integrou a comitiva e quem o terá convidado.
De qualquer das formas, fica-nos uma imagem de promiscuidade entre representantes de partidos tão distintos, que nos deixam a pensar que negócios haverá por detrás.
Sabe-se que em 2008 foi proposto pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro a celebração de um protocolo de geminação com Olhão e que resultou de uma iniciativa da APOS que ali se deslocara no âmbito das comemorações dos 200 anos  da elevação de Olhão a Vila.
Sabemos também que em Novembro passado, a Câmara do Rio mandou um ultimato à Câmara de Olhão, questionando-a sobre o real interesse no processo de geminação, e que esta terá respondido de forma afirmativa. Apesar de já se terem passado seis meses, volta tudo à estaca zero.
Mas sabe-se ainda, que no próximo dia 16, Dia de Olhão, a ministra do mar, mais uma vez em socorro do Pina, se desloca a esta cidade, desconhecendo-se se vem inaugurar mais uma vez o Porto de Recreio, ou se para assinar o contrato de concessão da exploração do Porto de Recreio, com o consorcio ganhador, e no qual se integra o dito segunda secretário da Assembleia municipal.
E porque sabemos que, por mais negas que deem, a intenção é mesmo alargar o Porto de Recreio até ao Cais T, expulsando os pescadores da pequena pesca artesanal do Porto de Abrigo, é com naturalidade que a integração do deputado municipal na comitiva, tenha tido como objectivo, sensibilizar o Costa para as intenções, tendo em vista a criação do tal "segundo hotel de 5 estrelas" tão propagandeado pelo Pina, com o argumento falacioso do investimento privado.
O alargamento em vista, é um claro ataque à pequena pesca artesanal, que se verá assim relegada para o interior do Porto de Pesca que não tem o mínimo de condições para receber este tipo de embarcações;mas é também uma ataque a todos os olhanenses na medida em que nos vão entaipar a vista para a Ria com os mastros dos veleiros ali estacionados.
Desde logo, e mais uma vez chamamos a atenção para as possíveis consequências daquilo que nos propõem. Uma Marina tem de ter um conjunto de serviços que logicamente serão criados, mas também os Jardins serão afectados, sofrendo alterações que entram em conflito com as Zonas de Protecção e Especial de Protecção dos Mercados; por outro lado, os Mercados ficarão na zona central da Marina e qualquer pessoa compreenderá a sua importância para uma certa actividade económica que conflitua com a génese da criação dos Mercados e que é afinal o maior cartaz turístico da cidade.
Que a ganancia de certas pessoas, os seus interesses pessoais se sobreponham aos interesses de um população não espanta, mas que a promiscuidade de um Poder político que se diz com as pessoas, com determinados sectores da sociedade, é por demais evidente que, só a ignorância dessas pessoas, permite que se mantenham no exercício daquele Poder.
Olhão precisa de uma mudança profunda de políticas em que a prioridade seja efectivamente o bem estar social e não o enriquecimento de meia dúzia de gananciosos. Acautelem-se os olhanenses que aquilo que vamos ter em Outubro, poderá determinar a continuação ou a mudança de paradigma. Não basta dizer que vamos fazer política com as pessoas, mas fazê-lo.
FIM ÀS NEGOCIATAS COM O QUE É PUBLICO!
PELA QUEDA DO PINA!
REVOLTEM-SE PORRA!