quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
OLHÃO COM OBRAS DE Sª ENGRÁCIA
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
OLHÃO: O DESCONTROLO NO COMBATE AO COVID
domingo, 10 de janeiro de 2021
Último mercado de rua de Olhão
Ontem realizou-se o último mercado de Olhão na rua, junto às praças.
Os vendedores sabem apenas o que lhes foi dito: que a partir do próximo sábado não haverá mais mercado de rua devido às obras de “embelezamento” da zona ribeirinha. Em alternativa não foi criado nem dispensado outro espaço para os agricultores locais venderem os seus produtos e para a população habitual se abastecer.
Levantam-se algumas questões:
- a Câmara de Olhão, o seu presidente e restante comitiva vereadora, que deviam zelar pelo direito ao trabalho de toda a população, são os primeiros a impedir que estes agricultores e vendedores o façam. Mesmo que o “embelezamento da zona ribeirinha” fosse uma questão primordial e de interesse nacional, têm a obrigação de disponibilizar outro espaço para o mercado se realizar enquanto durarem as obras. De ânimo leve e sem pensar nas consequências, assim se decide e trava a vida de quem precisa de trabalhar de sol a sol para comer e pagar os seus impostos.
- ao tomar esta decisão os senhores atrás referidos estão a deixar sem alternativa os compradores locais e de arredores que se abastecem neste mercado de rua, estão a deixar sem alternativa a população idosa, a maioria também sem transporte para se deslocar a outros locais de comércio.
- para além disso, esta decisão é completamente contra o princípio por todos defendido (e por eles badalado) da necessidade de incentivo ao consumo e à produção local. Acabar com o mercado de rua é mandar a população comprar no Continente, Pingo Doce e afins, produtos do Chile, da Colômbia e etc. Ao mesmo tempo que destroem os jardins e constroem novos escudando-se nas “alterações climáticas”, obrigam-nos a comprar produtos com bem maior pegada ecológica, com todas as implicações que isso tem para a economia local.
O presidente e afins ignoram por completo as evidências actualmente discutidas da necessidade de criar uma economia autónoma, apostando na produção local (pesca, agricultura, indústria) e continuam a apostar no turismo com “unhas e dentes” esquecendo todas as outras actividades.
Destroem a zona histórica e as nossa tradições, correm com a população local para a periferia, inventam tradições novas (ataques de piratas, roteiros de lendas ,…)
OLHÃO: A RESPOSTA DO PRESIDENTE A QUEM NÃO CONCORDA COM ELE
sábado, 9 de janeiro de 2021
OLHÃO: OS IRRESPONSAVEIS CIDADÃOS E FAMILIAS
sexta-feira, 8 de janeiro de 2021
OLHÃO: REINA A IRRESPONSABILIDADE DO PODER
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
OLHÃO: PRESIDENTE ANEDOTA SOBRE O COVID
Que os nossos leitores pensem que pretendo chamar anedota ao presidente; o coitado nem merce isso e seria mesmo um ataque às anedotas que essa alguma têm piada e o discurso dele nenhuma.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2021
OLHÃO: POLUIÇÃO ZERO?
terça-feira, 5 de janeiro de 2021
OLHÃO: PESQUISA DE PETROLEO? SERÁ?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
OLHÃO: ESGOTOS, O CANCRO DA CIDADE
sexta-feira, 1 de janeiro de 2021
OLHÃO: ANO NOVO, VIDA VELHA
quinta-feira, 31 de dezembro de 2020
OLHÃO: AGENDA ELEITORAL EM EXECUÇÃO NO ANO QUE TERMINA
quarta-feira, 30 de dezembro de 2020
RIA FORMOSA: CRISE E CRIME AMBIENTAL
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
ALGARVE: APOSTA TURISTICA CONDENA POPULAÇÃO ALGARVIA
domingo, 27 de dezembro de 2020
OLHÃO: QUE FUTURO PARA OS NOSSOS FILHOS E NETOS?
sábado, 26 de dezembro de 2020
OLHÃO: NATAL DE MISÉRIA E FOME
Temos então uma população total de 45.216, a qual se divide entre população em idade activa e não activa: os primeiros integram desde os jovens à procura do primeiro emprego até aos que têm idade para se reformar e que representam cerca de 60% e os segundos, os jovens em idade escolar e os reformados ou pensionistas que representam cerca de 40%.












