Na imagem acima, está identificado um individuo que foi fiscal dos Mercados de Olhão e que foi perseguido de tal forma que se sentou forçado a negociar a sua saída da empresa municipal.
Antes das eleições autárquicas de 2017, a pessoa em causa pediu a desfiliação do partido dito socialista, já que não se conformava com o rumo que o Pina queria impor, e decidiu então apoiar outro candidato, algo perfeitamente natural em democracia.
Só que o Pina não lhe perdoou, e continua a persegui-lo, desta vez utilizando a Policia Municipal como braço armado das suas politicas.
A pessoa tem um terreno nas Fontes Santas, tendo permitido durante anos que os vizinhos usassem o terreno como passagem para evitar andar mais duzentos metros. Caminho esse que não consta nos documentos da câmara como sendo públicos, da mesma forma que o terreno não está dividido.
O Pina tratou de arregimentar os vizinhos da pessoa para lhe dar apoio no sentido de dizer que o caminho era publico, passando por cima de documentos da própria autarquia que o negam. Razão pela qual, a pessoa entende que o Pina, enquanto presidente da câmara, deve recorrer aos tribunais para resolver o conflito.
Já o Pina por sua vez entende recorrer á Policia por ele criada como forma de intimidação e apropriação indevida de um terreno que é do domínio privado e que o dono resolveu tapar o acesso.
A notificação enviada tem algumas particularidades que convem realçar. Desde logo pelo facto de a delegação de competências na Comandante da Divisão de Policia Municipal ser feito nos termos do Despacho do Presidente da Câmara, datado de 30/10/2017, data em que ainda não existia aquela Policia.
Sabe, ou pelo menos deve saber, a Comandante de Divisão, que tem a obrigação de verificar da conformidade das ordens com a Lei sob pena de incorrer na prática de algum crime, caso exceda as suas funções ou aja contra a Lei.
Portanto a Comandante da Divisão de Policia Municipal tem que verificar nos documentos da autarquia, onde, quando e como passou aquele caminho a ser publico. Não basta invocar o Regime Juridico da Urbanização e da Edificação para vir se pronunciar sobre a natureza do caminho como publico ou privado.
E como policia bem mandada faz uso da ameaça de um possível crime, agora muito em voga, de desobediência, como se a pessoa não tivesse o direito de resistir na defesa de um bem que é seu. Acompanhando aquela, segue-se a ameaça a da posse administrativa do imóvel, como se aquilo fosse deles.
No fundo o que está aqui em causa, é mais uma peça na perseguição que o Pina move contra um ex-camarada, usando de técnicas de autentico terrorismo contra um cidadão que apenas defende a sua propriedade.
Todos aqueles que nos acompanham devem ter presente que o Pina já mostrou a natureza dos seus fígados, sempre pronto a perseguir quem lhe faça frente. Hoje é com o Luis Rocha, amanhã será com um qualquer dos nossos leitores. Quando é que as pessoas começam a repudiar este tipo de situações?











