segunda-feira, 22 de maio de 2017

Sentir Olhão no Dia Mundial da Biodiversidade é... Ver e cheirar esgotos directos para a Ria Formosa no passeio Ribeirinho.

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Biodiversidade e como em Olhão nada muda, os turistas que nos visitam podem continuar a observar e a fotografar,  de borla o espectáculo dos esgotos tóxicos directos para a Ria Formosa.
Convêm lembrar que a Ria Formosa faz parte de Rede Natura 2000,  é a maior zona de producção de bivalves de Portugal e é onde existia   a maior colónia da Cavalos Marinhos que já foi dizimada em 80%, sendo que as suas Aguas servem para além da Produção de Bivalves, para a pesca e produção de peixe, de sal tradicional e de flor de sal.
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Custa acreditar que o presidente da CMOlhão António Miguel Ventura Pina candidato do PS imposto pela Federação do PS Algarve, tenha  anunciado em pré campanha eleitoral, com pompa e circunstância obras que vão custar ao bolso dos olhanenses,1.6 milhões de €, obras essas que tem como objectivo, destruir o Parque Infantil do Jardim Patrão Joaquim Lopes arrancar a calçada portuguesa destruir  e mudar a configuração dos canteiros, aterrar o tanque dos Patinhos, arrancar e substituir os bancos do Jardim(que a nosso ver só precisam de obras de conservação) derrubar o murro que serve há 50 anos de protecção às crianças e adultos de modo a evitar acidentes, quer ainda construir  no Jardim mais dois espaços de restauração, e todas essas obras diz o Presidente, sem arrancar uma única árvores das cerca de 80 árvores muitas delas com mais de 50 anos.

Mas para acabar com esses crimes diários que destroem a fauna e flora da Ria Formosa e que o devia envergonhar a ele e a todos os lambes cus que o apoiam,  não tem nem um cêntimo.
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Um presidente diz ter tanta sensibilidade ambiental, e que tanto  dinheiro do erário publico gastou, com advogados para em meter providências cautelares defesa do Camaleão da Ilha do Farol e dos Hangares,que pertencem ao Concelho de Faro,  não se compreende como continua diariamente a envenenar impunemente com descargas carregadas de coliformes fecais, as aguas super protegidas da Ria Formosa, levando que em Março deste ano tivesse saído em Diário da Republica a desclassificação de duas zonas de Viveiros de bivalves no Concelho de Olhão.
 De realçar que em Dezembro de 2013 com o Auditório Municipal cheio de viveiristas que protestavam contra a poluição e desclassificação dos viveiros António Miguel Ventura Pina reconheceu haver esgotos directos em Olhão e para acalmar a fúria e revolta dos viveiristas afirmou que tinha já disponibilizado 500000€ para a AmbiOlhão acabar com esgotos directos para a Ria Formosa  em Olhão.
Onde param os 500000€ prometidos se os esgotos não param de correr para a Ria Formosa em Olhão?



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O passeio sugerido é o do Passeio Ribeirinho da Av. 5 de Outubro desde o T local de embarque para as Ilhas da Culatra Armona e Farol,onde pode começar por ver esse esgoto onde as aves protegidas todos os dias, encontram uma boa dose de alimento sempre que está vazia, como podem ver na foto acima.
Andando até ao Porto de Recreio que chamam Marina podem  observar e sentir o cheiro nauseabundo mesmo ao pé do Hotel  Real Marina,pois aí se encontra mais  um esgoto directo da CMOlhão,  para as aguas do Porto de Recreio, que também é Zona da Rede Natura 2000.
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Andando mais em direcção ao por do sol e entrando nas zonas das Salinas ao pé da Horta da CMOlhão, pode observar o esgoto que corre através de uma linha de aguas que faz parte da Rede Natura 2000 e que vem ter à Ria Formosa. vindo das oficinas da CMOlhão sem qualquer tratamento.Uma visita da ASAE a essas instalações das Oficinas da CMOlhão,situada na Horta da CMOlhão,  de certeza as encerrava de vez.

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Também dentro do recinto da Docapesca em Olhão podem observar assim que a maré vaza e descobre o canal do esgoto em frente à antiga Fábrica de Conservas Bela Olhão.
Esse esgoto o presidente da CMOlhão afirma ter acabado com ele mas pode observar  a merda a boiar, todos os dias em especial sempre que a maré vaza e de noite,como testemunham os viveiristas e pescadores.
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Como pode em pleno Século  XXI  haver em Olhão,  uma Doca de Pesca com esgotos  tóxicos directos, quando a agua contaminada é usada para lavar as embarcações as artes de pesca e os devidos apetrechos.
Em 2017 tudo isso acontece na Ria Formosa no Concelho de Olhão e todas as autoridades fingem não ver esses crimes porque será?



sexta-feira, 19 de maio de 2017

Praga de Pulgas ataca a Ilha da Armona.



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Uma praga de pulgas atacou a Ilha da Armona. A praga foi detectada recentemente, numa habitação nas  cercanias do Parque Infantil da Ilha da Armona.
Será que o presidente da CMOlhão vai dizer,  que é mais um boato e empurrar esses caso de saúde publica para trás das costas, como faz com os esgotos tóxicos directos para as Aguas de Produção de Bivalves?
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 Será que o candidato imposto pela federação do PS Algarve,António Miguel Ventura Pina( filho do ex Governador Civil de Faro António Pina), vai de imediato atacar a praga de pulgas situada numa casa ao pé do Parque Infantil da Ilha da Armona constituindo assim perigo para as casas envolventes e para as crianças que forem brincar para esse parque infantil.

A Ilha da Armona é na realidade uma Ilha paradisíaca implantada na Rede Natura 2000, que se situa no Concelho de Olhão, mas que em pleno século XXI continua sem saneamento.
  Porque será que o ainda presidente da CMOlhão,  durante 4 anos de presidência 4 anos de vice-presidente e 4 anos de vereador,  não mexeu uma palha para acabar com as 900 fossas ilegais na Ilha da Armona, quando sabe que pode perder a concessão da Ilha da Armona por falta de saneamnto?
Será essa uma táctica, para o ataque  dos tubarões do imobiliário internacional,  preparem  um ataque à Ilha da Armona, que por vontade assumida de António Miguel Ventura Pina é sua vontade expressa,  transformar a Ilha da Armona na nova  Quinta do Lago de  Olhão.

Como pode a  CMOlhão autorizar construções ilegais na Ilha da Armona como é o caso da casa do casal inglês da Broadway, violando assim todos esses planos de  protecção e ordenamento do território pelos seguintes motivos:
1º - A parcela em causa está fora da área concessionada ao Município de Olhão;
2º - Dado se tratar de uma edificação localizada em área de domínio público marítimo, o deferimento da pretensão por parte do Município só poderia ocorrer se a Agência Portuguesa do Ambiente tivesse emitido o necessário título para a utilização da área dominial;
3º - A parcela em causa localiza-se em “espaço natural/dunas” onde é interdita a realização de obras de edificação, conforme o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Vilamoura – Vila Real de Santo António;
4º - O Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa também interdita a construção em “Área costeira e lagunar – Protecção parcial”;
5º - A interdição resulta ainda da parcela integrar a Reserva Ecológica Nacional.

Foram essas as respostas do  Ministério do Ambiente sobre a ilegalidade da obra aparovada pela CMOlhão ao casal inglês, às perguntas dos deputados Algarvios Cristóvão Norte.e José Carlos Barros, quando questionado por estes, qual a situação da casa dos ingleses na Ilha da Armona, que o ainda presidente da CMOlhão António Miguel Ventura Pina afirmou à boca cheia que estava legal.

Perante todas essas irregularidades da CMOlhão e depois de ouvir as declarações publicas  à SIC que a nova construção do casal inglês estava legal, é caso para perguntar porque aposta o PS num presidente que tem  constantemente declarações trampolineiras aos órgãos da comunicação social?

Quanto tempo vai a CMOlhão tomar providências para acabar com a praga de Pulgas na Ilha da Armona?Resultado de imagem para fotografias de pulgas
Quanto  vai a CMOLhão ter de pagar de indemnização,  ao casal inglês a aprovação da mansão na Ilha da Armona. 
Quanto tempo vai a oposição em Olhão vai ousar questionar o presidente da CMOlhão, quem vai pagar a indemenização ao  casal inglês?
Quanto vai o ainda presidente da CMOLhão acabar de vez com as 900 fossas na Ilha da Armona, uma vez que consultando as actas da Assembleia Municipal vimos que o presidente da CMOlhão afirmou e está escrito nas actas da A.M.,  que este ano fazia a obra de saneamento da Ilha da Armona?

domingo, 14 de maio de 2017

A vergonha continua em Olhão! Av. João VI continua com fossas no século XXI.

António Miguel Ventura Pina o putativo candidato a candidato para a presidência da CMOlhão, continua a  só ter olhos e dinheiro para gastar em obras desnecessárias na Av 5 de Outubro,  mas continua sem gastar um cêntimo para acabar fazer a rede de saneamento, e acabar de vez com as fossas existentes na Av. João VI entre a Rotunda da Galp ate à Rotunda Oeste de Olhão.



Toda essa zona que mostra a foto de cima , foi construído há mais de 20 anosque vem sendo construidos vários blocos de habitação de 5 pisos,onde estão instaladas com várias empresas de comércio e restauração, também  nessa zona está o Restaurante "Franguinho",  um Hotel uma bomba de gasolina  e uma empresa de comida rápida, toda essa zona por incrível que pareça,  continua sem rede de saneamento pleno século XXI.
Várias vezes ao ano o esgoto transborda para fora das fossas para o espaço publico.
Porque será que o ainda presidente da CMOlhão António  Miguel Ventura Pina, nada faz para acabar com essa vergonha.
Porque razão o PSD que faz parte da geringonça de Olhão não tem uma unica palavra sobre esta vergonha?

Porque razão António Pina quer gastar 1.5 milhões de euros em obras na Av. 5 de Outubro,e não tem um cêntimo para acabar de vez com as fossas nesta avenida?
Será que Olhão para o ainda presidente da CMOlhão é só a Av. 5 de Outubro?

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Corrupcção na CMOlhão:Ministério Publico quer prisão efectiva!

 A noticia e a foto publicada em baixo, sobre a corrupção e peculato na CMOLhão foi retirada na integra     do site do ministério publico.

"Corrupção e peculato na Câmara Municipal de Olhão. Recurso do MP junto do Juízo Central de Faro."


 
8 maio 2017
Comarca Faro Noticias
"Por discordar das penas aplicadas, o Ministério Público no juízo central criminal de Faro recorreu da sentença que condenou duas funcionárias da Câmara Municipal de Olhão por corrupção e peculato. Uma das arguidas foi condenada a três anos de prisão e a outra a três anos e um mês de prisão, em ambos os casos suspensas na sua execução.
O MP entende que devem ser aplicadas penas superiores a três anos de prisão efetiva e que as arguidas devem ser também condenadas na proibição do exercício de funções públicas"
 
Nota do Olhão Livre: Temos de esclarecer que uma das funcionárias  a chefe da fiscalização das obras foi indicada para chefe da fiscalização pelo o actual presidente da CMO António Miguel Ventura Pina, depois de eleito, por ser pessoa da sua confiança.
Resta esclarecer que essa funcionária no passado no mandato de F.Leal já tinha estado sobre investigação  da P.J. pelo mesmo motivo e já António Pina era vice presidente da CMOlhão,  por isso é no mínimo estranho colocar uma pessoas com suspeitas de corrupção,  em cargos de chefia. 
Será por isso que a CMOlhão levou anos a aprovar um regulamento de prevenção de riscos contra a corrupcção pois  foi das ultimas autarquias a fazer e publicar esse plano?
Porque será que não foi aberto pelo presidente da CMOlhão,  nenhum processo disciplinar  à chefe de fiscalização de obras, envolvida nesse caso de corrupção e peculato..

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Socialismo ou Salazarismo disfarçado, na escolha dos candidatos às eleições autárquicas no PS em Olhão.



Recebemos uma carta de um militante do PS, que devido à sua pertinência achamos por bem publicar na integra, para perceber como o Presidente da CMOlhão  eleito pelo PS em Olhão, em conluio com o PSD governa Olhão,sem prestar contas à Concelhia do PS em  Olhão.
Como temos denunciado em Olhão a Geringonça é entre o PS e o PSD  não admirando, o  enorme rol de criticas, e até ameaças de expulsão do concelho da parte do presidente da CMOlhão, a quem denuncia as negociatas que se fazem em Olhão à conta de informação privilegiada.


"ANTÓNIO PINA E A “TROIKA” DA  FEDERAÇÃO DE FARO DO PARTIDO SOCIALISTA"

"Dizem os Estatutos que o Partido Socialista reconhece aos seus membros liberdade de crítica e de opinião, exigindo o respeito pelas decisões tomadas democraticamente nos termos dos seus Estatutos e que os seus membros têm o dever de exprimir livremente a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar, aos respetivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e a atividade do Partido e que devem, também, participar à entidade competente para dele conhecer, qualquer violação das normas que regem a vida interna do Partido. E não sofrer sanção disciplinar sem prévia audição e sem garantias de defesa, em processo organizado pela instância competente arguir perante as instâncias competentes a nulidade de qualquer ato dos órgãos do Partido que viole o disposto nos presentes Estatutos.
Refere, também, que as Concelhias são as estruturas que articulam e coordenam a atividade do Partido ao nível municipal e que lhes compete apreciar a situação política geral, e em especial os problemas da área do respetivo concelho e desencadear e assegurar o cumprimento do processo de designação dos candidatos autárquicos municipais e aprovar as restantes listas de candidatos aos órgãos autárquicos municipais do respetivo concelho;
Esta introdução parece-me necessária para que se possa compreender o que se tem vindo a passar a nível nacional com a designação dos candidatos do PS às autarquias, cujas eleições deverão ter lugar em Outubro de 2017.
Há alguns meses atrás, a Comissão Nacional do PS, em Lisboa, aprovou uma orientação que posteriormente difundiu por todas as estruturas do país, fazendo saber que os atuais presidentes de Câmaras Municipais, Assembleias Municipais e Juntas de Freguesias deveriam recandidatar-se se, sobre eles não houvesse acusações graves derivadas do exercício das suas funções que, de qualquer modo, pudessem prejudicar a imagem e o resultado eleitoral do Partido Socialista. Ora, rapidamente, aquilo que parecia ser uma mera orientação política, depressa se transformou numa verdadeira imposição antidemocrática e contrária ao previsto nos estatutos do partido socialista, designadamente, retirando às concelhias (artº36º, alínea g) a capacidade de designar os candidatos aos diferentes órgãos autárquicos.
Esta situação acabou por gerar diversos conflitos a nível nacional e, no caso concreto de Olhão, revelou-se deveras perniciosa. E porquê? Porque António Pina desde que tomou posse como presidente de câmara que tem feito o seu mandato completamente de costas voltadas para o seu próprio partido em Olhão. Não é por acaso que Francisco Leal não foi eleito presidente da assembleia municipal, senão vejamos. António Pina tem feito aprovar a maioria das suas decisões com o voto favorável do PSD. António Pina e o PSD em Olhão têm gerido esta câmara a seu belo prazer. Então se as relações António Pina e PSD são assim tão boas, por que razão o PSD não votou o nome de Francisco leal para aquele cargo? É óbvio, não? Porque António Pina queria pura e simplesmente livrar-se de Francisco Leal e, tudo parece indicar que três anos depois, este ainda não percebeu o que lhe aconteceu e continua a culpar a concelhia pela sua não eleição para aquele cargo.
Como é por demais evidente, não fosse a imposição de Lisboa, António Pina nunca seria o candidato escolhido pela concelhia de Olhão do PS, veja-se, então, qual foi o resultado quando ele se propôs a votos na sua concelhia e cuja candidatura foi chumbada!!! Sim, chumbada mesmo tendo sido imposta por Lisboa! A democracia e a descentralização não podem ser meras palavras, elas têm que ser praticadas e a concelhia de Olhão, por maioria, rebelou-se contra esta imposição que violam os próprios estatutos do PS. Houve alguém que disse que só Salazar é que nomeava os presidentes de câmara. Estava enganado, pois hoje, é o próprio partido socialista, herdeiro de longa tradição democrática e descentralizadora que comete este vil ato de traição aos seus princípios e valores, impondo, não só os candidatos às câmaras municipais como às Juntas de Freguesia. Se os olhanenses se revoltaram contra os franceses, em 1808, como não se haviam de revoltar perante esta situação indigna e ultrajante dos valores democráticos?
Após este resultado que rejeitou por larga maioria António Pina este, numa atitude infantil abandonou a sala mesmo quando o presidente da concelhia lhe fez um apelo para o diálogo e a convergência política. António Pina sentia-se com as costas quentes, por isso, uma vez mais voltou costas à sua concelhia.
Perante esta não-aceitação da concelhia quanto ao nome de António Pina, Lisboa revoltou-se contra os olhanenses e ordenou à Federação de Faro que avocasse todo o processo autárquico de designação dos candidatos a Olhão. E, como são os meninos bem comportados e que para manterem os seus lugares de deputados e outros, não esboçam qualquer crítica à sede nacional, no dia 8 de Maio, acabaram por avocar todo o processo de Olhão, designado um conjunto de três pessoas (Uma TROIKA) constituída pelos Deputados Fernando Anastácio, Luís Graça e Isilda Gomes – Presidente da câmara municipal de Portimão) para, conjuntamente com António Pina escolherem todos os amigalhaços que entendam para figurarem nas listas, em Olhão, nas listas do PS, passando ao lado da concelhia que foi eleita e sufragada democraticamente pelo voto dos militantes de Olhão.
Mas o que aqui também importa referir, é que todo este processo também tem como objetivo aniquilar politicamente a figura do anterior presidente da concelhia Carlos Manso, o qual também foi rejeitado em Faro para figurar na lista de deputados pelo Algarve. Para quem não sabe Carlos Manso é o vice-presidente da Ordem dos Economistas do Algarve e um olhanense de grande valor, parece, no entanto, que as pessoas de grande valor em Olhão, são rapidamente ofuscados pelos medíocres da política e seus padrinhos. E porquê aniquilar Carlos Manso? Porque Carlos Manso defende o reforço dos Serviços Públicos, da Saúde, da Educação, e já por diversas vezes se manifestou contra a privatização da Águas. António Pina é exatamente o contrário, defensor das privatizações, na Saúde, na Educação e também nas Águas do Algarve.
Caros Olhanenses
Compete somente a vós, nas próximas eleições autárquicas dar a resposta adequada nas urnas aos senhores de Faro e de Lisboa que decidem pelos olhanenses quem deve ir nas listas do PS em Olhão. É o momento para que a honra e a dignidade do povo de Olhão renasça tal como já o fizeram no passado."

Nota do Olhão Livre: Como Ditadores desse calibre, não admira a falta de democracia que existe em Olhão, seja cada vez maior.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Balsa a maior cidade Romana de Portugal recebe nova Classificação de Interesse Publico.Será que vão continuar a fazer cultivo em estufas ou agricultura intensiva nos seus terrenos?

 Será que a destruição do muito que resta de Balsa a maior cidade romana de Portugal e uma das maiores da Penisula Ibérica,  vai acabar com esta nova classificação de Interesse Publico??
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Mas e o embargo foi só por causa da Cidade romana de Balsa? e a Protecção dos terrenos de TODA a área de exploração agrícola não é abrangida toda ele pela Rede Natura 2000?
Em terrenos da Rede Natura 2000 pode-se haver cultivo em estufas?
O solo pode ser impermeabilizado?
Pode haver culturas sem serem culturas tradicionais?
Ou a lei dos Parques Naturais seja ele o da Ria Formosa seja o da Costa Vicentina,  no que toca à exploração dos solos,  em terrenos que pertencem à Rede Natura 2000, é só para os donos dos terrenos que não tem cunhas nas autarquias na CCDR ou no Poder Central?
O que tema dizer sobre isto a CCDR Algarve e a Directora do Parque Natural da Ria Formosa Valentina Calixto?
Vale a pena ler este artigo de:
  Idálio Revez no Publico Online
"A Zona Especial de Protecção (ZEP) da cidade romana de Balsa, em Tavira, vai ser alargada para uma área quase quatro vezes superior à existente. A proposta, publicada nesta terça-feira no Diário da República, determina não apenas o alargamento da área de 53 hectares para cerca de 233 hectares. Ao mesmo tempo, é pedida a revisão da classificação para Sítio de Interesse Público (SIP).

Esta medida, destinada a preservar a estação arqueológica, surge na sequência da polémica desencadeada há cerca de dois anos, quando a empresa Luz Export pretendeu desenvolver um projecto agrícola, com estufas implantadas em cima da antiga cidade romana.
 Balsa foi uma importante cidade romana — talvez a mais importante do país —, que existiu na freguesia de Luz (Tavira), nos terrenos litorais hoje designados por Torre d’Aires, Antas e Arroio. Foi descoberta no século XIX mas está em larga medida por estudar. Mas sabe-se que por lá subsistem vestígios de necrópoles, uma parte habitacional, edifícios com mosaicos, balneários, tanques de salga de peixe, cerâmica e moedas."


"O projecto da Luz Export, destinado a produzir frutos vermelhos (framboesas), localiza-se precisamente nessa zona que fica dentro do Parque Natural da Ria Formosa e recebeu parecer favorável do ICNF, sem que fosse consultado — como seria obrigatório — outras entidades, nomeadamente a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR).
A propriedade, Quinta Torre d´Aires, situa-se em terrenos classificados de Reserva Agrícola Nacional (RAN) e Reserva Ecológica Nacional (REN). Os trabalhos de construção do sistema de irrigação e estacaria para as estufas foram iniciados, mas a obra acabou por ser embargada por ordem da Direcção Regional de Cultura do Algarve (DRA).
A empresa, pertencente a um grupo espanhol que desenvolve projectos agrícolas em Huelva, acatou a sugestão feita pela DRA para que fosse feito um levantamento georeferenciado da estação arqueológica, destinado a avaliar a amplitude e importância histórica do local. O custo da investigação, que ascende a 40 mil euros, foi assumido pelos promotores agrícolas. Agora, a Direcção-Geral do Património Cultural, com base nos novos elementos recolhidos sobre a antiga cidade romana, abriu o procedimento para que seja alargada a ZEP que tinha sido delimitada em 2011, propondo simultaneamente a revisão da categoria para Sítio de Interesse Público. As reclamações poderão ser feitas durante um mês."


"Nos últimos anos, a agricultura intensiva tem vindo a registar um incremento crescente a sul da Estrada Nacional (EN) 125. Por isso, em Tavira, rebentaram os protestos contra o “oceano de plástico” que se está estender até à ria Formosa. Entretanto, na Universidade do Algarve, está a decorrer uma conferência internacional denominada “A Herança Cultural da Dieta Mediterrânica”, onde, na sessão de abertura que decorreu nesta terça-feira, o ministro da Agricultura e Pescas, Capoulas Santos defendeu as culturas de regadio. “Sem água não haverá agricultura competitiva”, disse.
À margem da conferência, questionado pelos jornalistas sobre a forma de conciliar a defesa da paisagem mediterrânica com o aumento da agricultura intensiva, respondeu: “Qualquer actividade agrícola é, em si própria, agressora do ambiente”. Por isso, no caso de Balsa, sublinhou: “As políticas correctas são aquelas que conseguem conciliar a utilização económica dos recursos com a mínima afectação possível”.
Segundo o parecer emitido pela DRC, nos cerca de 43 hectares da Quinta da Torre d´Aires, poderá ser desenvolvida agricultura em metade da propriedade. A empresa Luz Export desistiu, entretanto, do projecto dos frutos vermelhos, passando a surgir a Fresh Cut com a intenção de produzir, nessa quinta, ervas aromáticas.."

Nota do Olhão Livre: Para onde vão todas as escorrências das caldas venenosas,  dessas estufas uma vez que quase todas elas estão Implantadas em Zonas de Linha de água ou junto ao litoral  da Costa Vicentina?

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Fare é Fare... Olhão será Olhão, ou vão meter o rabo entre as pernas e obedecer a Faro?




Recebemos de um leitor do Olhão livre a seguinte mensagem que a publicamos na integra.
".O POVO DE OLHÃO, A INVASÃO FRANCESA E O A FEDERAÇÃO DE FARO DO PS
A razão imediata das invasões relacionou-se com a recusa portuguesa em aderir ao Bloqueio Continental decretado por Napoleão em relação à Inglaterra, no ano de 1806. Para agravar a situação, em Agosto do ano seguinte, França apresentou um ultimato ao governo português: ou este declarava guerra à Inglaterra até dia 1 de Setembro ou as fronteiras nacionais seriam cruzadas pelos soldados franceses. Na medida em que a aliança anglo-lusa não foi quebrada, a ameaça foi cumprida em meados de Novembro.
Dois anos depois, mais precisamente no dia 16 de Junho de 1808 coincidiu com uma quinta-feira de Corpo de Deus. Mais uma vez, é junto à Igreja Matriz que os ânimos se acendem. Dirigindo-se à missa, para celebrar essa festa de cariz obrigatório para qualquer católico praticante, o povo de Olhão, pelas dez e meia da manhã, deparou-se com um papel afixado na igreja. Era um edital de Junot datado de 11 de Junho, o qual aplaudia a pacífica mansidão dos soldados portugueses, convidando-os a se juntarem aos franceses contra a Espanha, então já sublevada (ver Edital de Junot de 11 de Junho de 1808).
Isto até parece nada ter a ver uma coisa com a outra mas não é bem assim. Explico porquê.
Decorria o ano de 1808 quando os Franceses tentaram subjugar o povo de Olhão mas os Olhanenses sublevaram-se e Olhão ficou na História de Portugal como um grandioso foco de resistência aos invasores.
Em 2017 é o Partido Socialista, sediado em Lisboa, que impõe o candidato à Câmara Municipal de Olhão, impedindo os dirigentes locais de escolherem livre e democraticamente quem entendem reunir melhores condições para representar de forma digna o Partido Socialista e os Olhanenses.
Na passada quarta-feira, dia 03 de Maio do ano de 2017 reuniu a concelhia de Olhão do Partido Socialista para escolher uma lista candidata à Câmara Municipal de Olhão. Reunido várias vezes com o órgão executivo desta concelhia, o atual presidente de câmara, António Pina, candidato imposto pela sede nacional do Partido socialista, recusou qualquer abertura para incluir como seu número dois da lista candidata àquele órgão, o presidente da concelhia e atual presidente da junta de freguesia de Olhão, Luciano de Jesus.
António Pina não só recusou terminantemente aceitar incluir o presidente da concelhia como número dois da lista como também recusou apresentar a lista que defendia e que era composta por ele próprio, António Pina, Gracinda Rendeiro e Carlos Martins, atuais vereadores em exercício de funções. Mais exigiu que o seu nome fosse votado separadamente de qualquer lista.
Parece que foram feitas várias intervenções, apelos ao bom senso e à convergência de posições entre o Partido e o atual presidente de Câmara para não fragilizar o Partido e os candidatos aos diferentes órgãos autárquicos mas António Pina, sentindo-se seguro no seu cargo por exigência da sede nacional e pela Federação de Faro do Partido socialista, recusou todas as tentativas de convergir a sua posição com a posição do seu Partido a nível local.
Parece que houve até, quem comparasse as decisões de Lisboa de impor os candidatos de Norte a Sul, com as nomeações que Salazar fazia no antigo regime quando impunha os Presidentes de Câmara por todo o País.
Em minha modesta opinião, aqueles que hoje tomam este tipo de decisões nada ficam a dever às práticas do antigo regime, a coberto do regime democrático são autênticos ditadores encapotados, não esqueçamos que Hitler também subiu ao poder pelo voto democrático.
Apesar de todas as tentativas para demover António Pina a aproximar-se das propostas do Partido em Olhão, o certo é que a sua posição se revelou irredutível e, assim, o Presidente da Mesa, Filipe Ramires, não teve outra solução que foi dar início a uma votação secreta, revelando o resultado final uma rejeição à recandidatura de António Pina que foi reprovado por uma maioria significativa. E agora?
Agora, meus senhores e minha senhoras, jovens e menos jovens que se interessam pela política, vamos assistir ao que já assistimos há 20 anos atrás. Os senhores de Faro e de Lisboa do Partido Socialista farão tudo para desautorizar os dirigentes de Olhão do Partido Socialista e para impor o António Pina como o seu candidato.
Por mim, só espero que a Polícia Judiciária faça o seu trabalho de forma célere antes que esta calamidade se verifique porque é “vox populis” que a corrupção que apanhou as funcionárias da Câmara de Olhão, não estava nem fica só por aí, parece haver  mais e muito mais.
Quando é que os militantes do Partido Socialista de Portugal inteiro ganham coragem para correr de vez com esta horda de gente que trai os princípios e os valores que juraram respeitar, cumprir e fazer cumprir?"

Nota do Olhão Livre: Palavras para quê, é a Distrital do PS Algarve, a invadir a vontade da concelhia do PS Olhão. 
Chamam a isto democracia? 
Salazar não procedia da mesma maneira, ao impor os presidentes de todas as autarquias de Portugal?