sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

OLHÃO: QUEM RECEBEU O PILIM?

Durante a campanha eleitoral para as autárquicas, Francisquinho Leal, o menino em presidente da Câmara Municipal de Olhão, esteve presente nas "inaugurações" de uma fabrica, que agora está impedida de abrir por não haver esgotos ligado à rede publica.
Embora o Francisquinho actue como o emplastro do Porto, colocando-se a preceito para as câmaras fotográficas ou de televisão, dizendo um rol de asneiras e muitas mentiras, cedo se percebeu que alguma golpada havia em tanto interesse na defesa da construção. Mal se compreenderá que um investimento daquela natureza seja feito num terreno concessionado por 25 ano e em qualquer hipotese de o vir a adquirir por se situar em dominio publico maritimo.
A empresa está ligada a um outro empreendimento com fundos comunitarios perdidos, verdadeiramente perdidos, que é a instalação de uma armação de atum. É suposto e condição essencial que estes projectos sejam dotados de equipamento novos, não sendo permitido o recurso a material usado. Acontece que a empresa concesionaria, porque é disso que se trata no caso da armação, adquiriu o material como ferros e correntes, usados, em Marrocos. Até se compreende que o empresarios se tivesem socorrido desse estratagema para poupar uns euritos, já que a diferença no preço dos ferros é tão grande (de 1.500 euros para 20). Não se compreende porem, é como as entidades responsaveis, a Direcção-Geral das Pescas, ainda por cima dirigida por um cidadão que só é olhanense (envergonhado) por nascimento, permita este tipo de jogadas e pior ainda, quando um dos socios da empresa bateu com a porta denunciar a matrafisga logo o outro "menino" Apolinario ameaçar com o tribunal.
Perante a denuncia da utilização de material usado competia às autoridades investigarem todo o processo de aquisição de materiais e verificar da veracidade da aplicação dos fundos comunitarios, supostamente para desenvolver e modernizar o País e não para enriquecer os "camaradas" e "amigos".
O projecto estava orçado em 6 milhões de euros e só com este expediente foram poupados 1 milhão. Mas não se fica por aqui; é que, um do barcos da empresa foi reparado com vista à utilização de apoio à armação e teria de cumprir um periodo de cinco anos sem poder ser vendido, estando neste momento apalavrado.
As autoridades "ignoram" o assunto, o que já vai sendo normal neste País, havendo quem fale em dinheiro passados. Cá por mim, não vi nada, mas se houve deve ser apurado quem recebeu o PILIM. Eu não fui.
Até quando o Povo vai permitir que esta cambada de gatunos, corruptos, mafiosos e outros que mais,estejam na politica de forma impune. O nosso País está a precisar de uma autentica revolução se queremo ter algum futuro.
REVOLTEM-SE PORRA!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

HOSPITAL DE FARO: QUE ADMINISTRAÇÃO?

Já tomou posse o novo presidente do conselho de adminitração do Hospital Distrital da Faro, cabendo a desonra àquele bastonario de meia leca que achava que os portugueses deviam pagar os dois mil e quinhentos euros para serem operados às cataratas e não lhes devia ser permitido ir a Cuba procurar soluçõe que não encontravam no seu País.
Neste exercito de legionarios de combate aos direitos do Povo, que vai desde o governo até ao menor cargo de administração da gestão publica, todos o lacaios do capital, têm como objectivo esmagar o Povo.
Depois das anunciadas medidas de agravamento das taxas de consultas até às dos meios
complementares de diagnostico e terapeutica, o governo precisa de fieis executores da sua politica de assassinato do Povo. De fora ficam o lobbie dos medicos, da industria e ditribuição do meios de diagnostico e terapeutica, porporcionando-lhes ganhos desmesurados enquanto ao Povo roubam o que é seu por direito, direito esse consagrado na Constituição da Republica.
A desobediencia civil às medidas avançadas pela canalha no Poder e que irão ser corporizadas neste caso por um mediocre, deve estar presente na cabeça das populações sendo a recusa ao pagamento das taxas, uma das modalidades. Se este governo quer trilhar o caminho da guerra, então ao Povo cabe dar-lhe a resposta na mesma proporção, sem tibiezas ou hesitações.
Basta de medos infundados e preparem-e para a luta. A soberania é, tem de ser do Povo e não desta escumalha, que a coberto de uma legitimidade eleitoral manipulada, não percebe que a verdadeira legitimidade está no Povo, o unico que é verdadeiramente soberano.
Cabe aqui, tambem uma palavra para aqueles sindicalistas traidores aos interesses do trabalhadores que não têm uma palavra sobre esta materia, quando o que está em causa é uma das componentes da protecção social do trabalhador, tal como a segurança social, tambem ela "esquecida".
Se o Hopital Distrital de Faro já estava mal, pior vai ficar.
REVOLTEM-SE CONTRA AS MEDIDAS DE ESMAGAMENTO DOS TRABALHADORES. JUNTA-TE A NÓS E DÁ LUTA!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

OLHÃO: AS NOVAS "CHAMINÉS"



As imagens dão a conhecer as novas "chaminés" das praças de Olhão. O conselho de administração da Mercado de Olhão ainda não publicou no portal base do governo o valor da encomenda; curiosamente, agora ó aparecem dois ajustes directos, tendo sumido alguns. Porque será; será do guaraná?
Mas o que no leva de momento a trazer aquela obra de arte para o conhecimento das pessoas, é o facto de a cor destoar por completo da do telhado, não podendo ser pintadas, ficando à espera que as gaivotas façam o seu trabalho, cagando-as para disfarçar.
Por outro lado, alguns operadores dos mercados não mostram entusiasmo pela opção tomada, porque na opinião deles, aquilo não vai resolver o problema da temperatura dentro dos edifícios. Isto é, em lugar de se optar por uma intervenção que evitasse a subida da temperatura, com o recurso a telha de sanduiche, optaram por gastar mais de 120.000 euro na reparação dos telhados, mais uma quantia incerta em exaustores de duvidosa eficácia, para afinal ficar tudo na mesma, com a agravante de destoar completamente da arquitectura do edifício.
Conselho de administração com provas dadas de incapacidade e incomptencia onde pontificam o actual presidente da ERTA, António Pina e o director regional de educação, Alberto Almeida, pouco claro e transparente na apresentação das contas mas também cego, surdo e mudo quanto aos operadores, os principais interessados no bom funcionamento dos mercados, o que até se compreende, uma vez que o conselheiros têm canudo. Das novas oportunidades, como o outro?
Assim vai a nossa terra, nas mãos de gente para quem só a sua cabecinha pensadora conta. ATÉ QUANDO?

domingo, 25 de dezembro de 2011

ALGARVE: REVOLTA DE NATAL

O Poder usa o calendario para distrair as pessoas, promovendo festas, sessões familiares e outros eventos onde a discussão dos assuntos serios e importantes ficam esquecidos, pelo menos por uns dias. Assim a contece com o Natal, apesar de terem promovido o desemprego, a redução dos rendimentos, a fome e a miseria.
Enquanto os politicos se governam, portugueses há que se suicidam por não terem emprego como é o caso da mãe da menina que se salvou por "milagre", professora de profissão em colocação há dois anos e não suportou os efeitos da crise.
O que aqui trazemos hoje, é a forma como os autarcas algarvios gerem o dinheiros publicos, dando-lhes a utilização que entendem necessaria para justificar o aumento das receitas de certos produtos, bens essenciais, porque as verbas do betão já foram.
No ano de 2008, a generalidade das câmaras do Algarve, não deviam um centimo de agua e saneamento basico à entidade gestora daqueles serviços.
Em 2009, ano de eleições, as autarquias começaram a criar dividas naquela rubrica apesar dos municipes pagarem a tempo e horas as respectivas facturas, sendo os caso mais flagrantes os de Olhão, Silves, Vila do Bispo e Vila Real de Sª Antonio, e em 2010 foi o descalabro total como podeis verificar em http://polvodoalgarve.blogspot.com/2011/12/prenda-de-natal.html.
Por traz dito está uma dita Entidade Reguladora, cujas recomendações apontam para novo aumento das taxas de agua e saneamento basico, que mais parece a entidade de concertação de preços. A tarifa de agua cobrada pela entidade gestora do sistema multimunicipal estava fixada no 45 centimos/m3; se tivermos em conta que cada pessoa gasta em media 100 litro diarios em banhos, autoclismos, maquinas de lavar ou comida facilmente se compreenderá que qualquer agregado familiar composto no minimo por duas pessoas gastará mensalmente mais que os seis metros cubicos de agua, cuja taxa paga pelos municipes, em Olhão, se situava nos 74 centimos/m3, ganhando a autarquia 29 centimos/m3, uma percentagem de cerca de 65%. Mal se compreenderá que as Câmaras tivessem pois a necessidade de aumentar o tarifario, a não ser que se esteja preparando algo mais serio como a privatização da agua.
Os algarvios têm de revoltar-se contra isto e mostrar toda a sua indignação, promovendo uma recolha de assinaturas que no termos da Lei lhes permita convocar uma Assembleia Municipal Extraordinaria para discutir excluivamente este assunto, cara a cara com aqueles que se sentem com legitimidade para assaltar as carteiras do Povo.
Se é verdade que o bom vigarista se apresenta bem vestido, bem montado e melhor falante, parecendo um politico em campanha eleitoral, que diferença faz então aquele que nos assalta diariamente a carteira do ladrão?
REVOLTEM-SE PORRA!

sábado, 24 de dezembro de 2011

DE "OLHOS EM BICO"

A prenda de Natal para os portugueses é o mandarim. Já abdicámos de comemorar o dia da assinatura do Tratado de Zamora e da Implantação da República, já abdicámos de comemorar a Restauração da República, já abdicámos de algumas regras base da Lingua Portuguesa. Porque não abdicarmos de todo da lingua portuguesa? Chegaram os salvadores da pátria e a curto prazo vão pedir-nos para trabalharmos 12, 14 ou 16 horas/dia, como fazem lá na terra deles e como o Poder do dinheiro não tem limites também nos podem pedir que passemos a falar mandarim...
O Capital nunca teve Pátria e aqueles que outrora eram nossos inimigos, passaram a ser os nossos melhores amigos. Kadafi era um terrorista. Mandou um "camarada" seu colocar uma bomba num avião da PanAm. Morreram centenas de pessoas. Passou a ser bonzinho para os ingleses em troca do negócio do petróleo para a BP e como prémio teve a libertação do bombista. Mubarak era um democrata enquanto serviu de tampão às investidas do Mundo Árabe sobre Israel. Agora passou a ser um ditador porque o Povo egipcío o deitou abaixo. Na Tunísia a mesma coisa. Enquanto os europeus podúam ir para lá passar umas agradáveis férias, o "homem" era um democrata. O Povo tunisino derrubou-o e passou a ser um ditador.
Os governantes são como o catavento no jogo de interesses. Vendem a alma ao diabo a troco de um prato de lentilhas. Promovem "economia" para os amigos e fome e miséria para os povos. Passos Coelho está a atirar os portugueses para a fome, miséria e desemprego. Vendeu-se aos interesse do grande capital como Miguel de Vasconcelos se vendeu aos interesses dos espanhóis antes de 1640.
Coitados dos empresários portugueses, dos grandes empresários... Coitadinhos, pobrezinhos, estão cá os arruaceiros dos "tugas" que não querem vergar a "mola". Uma cambada de malandros. O melhor é investir naquele paraíso chamado China. Lá, sim, é boa gente. Trabalham 16 ou 17 horas e não bufam. Gente séria e honesta, que amam o trabalho que fazem. Não são como os madraços dos portugueses. Eles nem precisam de Segurança Social, eles nem precisam de férias, eles nem precisam de feriados. Os malandrecos dos portugueses é que querem essas benesses todas. Cambada de rufias. Só sabem pedir. Exigir. É por isso que a Salvador Caetano vai para lá fazer autocarros.
Lamnetavel é o nosso querido Primeiro-Ministro não nos sugerir a China para emigrar. O mercado de trabalho para os professores está ficar muito limitado. Os brasileiros não querem professores portugueses. Em Angola só há 20 professores a cooperarem. O nosso primeiro-ministro deve ter tido um lapso de memória. Despachava essa caterva de imbecis que só porque tirou um curso superior já se julgam a ter o direito a ter emprego. Vão trabalhar malandros. Vão para a China quelá, sim, tem futuro. No meio daqueles milhõezinhos nem se fazem sentir...
Ah, já me esquecis dos malandros dos maquinistas da CP. O País a atravessar a crise que está e os rapazinhos resolveram fazer uma greve por dá cá aquela palha. Eles ganham milionáriamente e até abdicam de receber dias de ordenado. Não trabalham. Só quem trabalha é o conselho de administração e aquela rata de esgoto da porta-voz. Este País está virado do avesso. Aqueles que nos chulam, que nem sequer nos deram a tarde de sexta-feira, tem férias até 3 de Janeiro. Não lhes rebenta uma bomba na barriga nem nada...Mas os chulos é que são bons, trabalham em monte. Os outros são escória que só querem o ordenado ao fim do mês...

sábado, 17 de dezembro de 2011

OLHÃO: TRAPALHADAS DA CM OLHÃO



Depois da trapalhada com a primeira factura da Ambiolhão suportada num "erro" informatico, eis agora outra trapalhada, não assumida, mas impossivel de desmentidos ocasionais por parte do Dr. Antonio Miguel Pina, vice-presidente da Câmara Municipal de Olhão.
Ambas imagens mostram extractos dos relatorios e contas da Aguas do Algarve e da Ambiolhão reportados a 31 de Dezembro de 2010 e aí se pode constatar que enquanto a entidade credora, Aguas do Algarve, diz ter a receber 4.896.603 euros, a entidade caloteira, Ambiolhão, diz ter a pagar 8.387.951 euros. Como a bota não bate com a perdigota e as trapalhadas nas contas da Câmara Municipal de Olhão e suas empresas, são mais que muitas, estes relatorios levantam muitas suspeitas sobre o que a entidade caloteira anda a fazer com dinheiros publicos. É que a situação sugere que ao assumir as dividas da CMO por um valor acima do real, podemos estar perante uma acção de branqueamento de verbas desviadas para fins diversos daquele a que se destinavam.
Reparem que em 2008 a CMO não devia um "chavo" e no ano seguinte, ano de eleições já devia cerca de 800.000 euros ou seja 40% da agua consumida pelo concelho. Mais em 2010, a CMO fez crescer essa divida em 3.447.000 euros, quando a facturação da agua por parte da entidade fornecedora, a Aguas do Algarve, não chegava aos 2.000.000. Então que andaram os anjinhos eleitos e com toda a "legitimidade" para a governança a fazer com o dinheiro pago pelos consumidores?
Esta historia de dizer que se deve oito milhões quando na realidade se deve quatro e meio, é mais uma desculpa para desviar a atenção do descalabro das contas da gestão, não só socialista, mas tambem de todos aqueles que sistematicamente as têm aprovado, particularmente os socialistas de segunda geração, autenticos submarinos no PSD e que sob a batuta de Alberto Almeida tudo aprovam.
Contra o reinado da mentira, da hipocrisia, da corrupção e da delapidação dos dinheiros publicos, deve a população de Olhão revoltar-se e mostrar a estes montes de esterco, que pensam ter as costas protegidas por um poder judicial tão decrepito quanto o politico, que o seu fim está proximo.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Pórtico da Via do Infante a arder e funcionário atingido a tiro.

Funcionário da Euroscut ferido a tiro junto a pórticos a arder

13 de Dezembro, 2011
Um funcionário da Euroscut Algarve foi esta noite atingido por um tiro, depois de se deslocar ao pórtico da zona da Guia que estava a arder, mas ficou ferido sem gravidade, disse fonte oficial.

O funcionário da empresa que gere e explora a Via Infante de Sagres (A22) deslocou-se ao local dos pórticos que começaram a arder esta noite, ao quilómetro 43, no sentido Algoz-Guia (Albufeira), e foi atingido «por um tiro de caçadeira», especificou a fonte da GNR.

Os pórticos de cobrança de portagens na Via do Infante (A22), no sentido Algoz-Guia, começaram a arder esta noite.

Alertado às 20h09, o Comando Distrital de Operações de Socorros enviou para o local do incidente seis elementos e uma viatura.

Na madrugada de segunda-feira um outro pórtico de cobrança de portagens na A22, junto ao nó de Boliqueime, foi baleado e uma estrutura de apoio com meios informáticos incendiada.

O incidente ocorreu cerca das 2h40, quando várias câmaras de leitura instaladas no pórtico foram destruídas com recurso a arma de fogo, adiantou a mesma fonte, que disse desconhecer se os pórticos ficaram inutilizados e qual a dimensão dos estragos na estrutura de apoio.

Lusa / SOL

Noticia do Sol on line.

Nota do Olhão Livre: A revolta sobre as das portagens na Via do Infante, agudiza-se a cada dia que passa,pois o sentimento de revolta,é cada vez maior conforme o avolumar do tráfego na E.N.125 .

Julieta Lima apresenta o seu livro" Porta sim/ Porta não"

Leitura

Evento

-Lançamento do Livro

Descrição

Julieta Lima nasceu em Olhão, em 1949. No Orvalho das Horas (1989) foi o seu livro de estreia na poesia. Publica agora Porta Sim, Porta Não, no qual estão reunidos contos sobre a sua terra natal.

Auditório da Biblioteca Municipal de Olhão

Julieta Lima nasceu em Olhão em 1949.

Fez o curso geral dos Liceus em Faro.

Começou a sua vida profissional no Banco Espírito Santo

Em Faro, onde chefiou durante quase vinte anos o Departamento de Estrangeiros.

Simultaneamente for agente da Companhia de Seguros Tranquilidade.

Julieta frequentou a escola da Cavalinha, em Olhão, onde fez a Primária e aí onde começou a descobrir o encanto das palavras para lá dos seus significados reais. Aprendeu a enamorar-se delas, muitas vezes mais pelos seus sons do que pelo que significavam.

Publica em 1989 um pequeno livro de poesia – esgotado – No Orvalho das Horas, prefaciado por David Mourão Ferreira.

Adoece em 1991 e reforma-se do Banco. Continua a escrever, convive com Natália Correia nas célebres tertúlias do Botequim e ao longo de uma vida cheia de muita vida (doença, contratempos, divórcios) não deixa nunca de escrever pelo que tem uma extensa obra inédita, que está agora (timidamente) a sair do cárcere de quem vive só, escreve só, mas de repente se rebela contra o anonimato e decide dizer:

«Olhão, estou aqui. Chamaram-me poeta da ria! Serei a poeta da ria, a poeta de todos vós, a pregoeira das vossas orações, das vossas dores, das vossas proezas, das vossas pragas.

Ajudem-me a ser a sucessora do poeta João Lúcio! Não tenho palácio nem bens, sou apenas uma das cinco filhas do Sr. Joaquim Amador com quem aprendi o apego a esta terra, a esta ria, e o prazer inexplicável de fazer dançar as palavras na minha prosa e nos meus versos que vos dedico.»

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Revolta leva à destruição a tiro de um Pórtico da Via do Infante.

Pórtico de portagem na Via do Infante incendiado e destruído a tiro

12.12.2011 - 14:19 Por Idálio Revez


Os utentes têm vindo a protestar contra as portagens na A22 Os utentes têm vindo a protestar contra as portagens na A22 (Nuno Ferreira Santos)
O pórtico de cobranças de portagens de Boliqueime, na Via do Infante (A22) foi atingido esta madrugada a tiro de caçadeira e os equipamentos eléctricos foram incendiados.

O ataque destrutivo do sistema de leitura de matrículas ocorreu cerca das 2h20, numa altura em que é muito reduzido o número de veículos a circular. Por coincidência, foi durante este fim-de-semana que as autoridades policiais – PSP, GNR e SEF - desenvolveram uma acção especial na luta contra a criminalidade, desde os bares da rua do crime em Faro até acções de fiscalização na Via do Infante.

Os técnicos da Estradas de Portugal estão a avaliar os estragos e tentar repor os danos causados no pórtico, não sendo ainda previsível a data para a reentrada em funcionamento do sistema.

O líder da Comissão de Utentes da Via do Infante, João Vasconcelos, por seu lado, repudiou o acto que considera “criminoso e lesivo dos interesses dos cidadãos”, mas enfatiza o apelo ao “boicote” às portagens através da não utilização da A22. “Não apoiamos os actos de violência, essa não é a nossa forma de acção”, sublinhou. O que está a suceder, acrescentou, é que as pessoas estão “mesmo a boicotar a A22, usando como via alternativa a Estrada Nacional (EN) 125, que está um caos”.

Noticia do Publico on Line.


Nota do Olhão Livre:Alguém muito revoltado, levou a cabo a destruição de um pórtico da Via do Infante, passando da revolta dos protestos, à acção, fazendo lembra os protestos na Grécia.

Roubo vai ser a triplicar, nas consultas nos Hospitais.

Artigo 64.º
Saúde

1. Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover.

2. O direito à protecção da saúde é realizado:

a) Através de um serviço nacional de saúde universal e geral e, tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito;

b) Pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

3. Para assegurar o direito à protecção da saúde, incumbe prioritariamente ao Estado:

a) Garantir o acesso de todos os cidadãos, independentemente da sua condição económica, aos cuidados da medicina preventiva, curativa e de reabilitação;

b) Garantir uma racional e eficiente cobertura de todo o país em recursos humanos e unidades de saúde;

c) Orientar a sua acção para a socialização dos custos dos cuidados médicos e medicamentosos;

d) Disciplinar e fiscalizar as formas empresariais e privadas da medicina, articulando-as com o serviço nacional de saúde, por forma a assegurar, nas instituições de saúde públicas e privadas, adequados padrões de eficiência e de qualidade;

e) Disciplinar e controlar a produção, a distribuição, a comercialização e o uso dos produtos químicos, biológicos e farmacêuticos e outros meios de tratamento e diagnóstico;

f) Estabelecer políticas de prevenção e tratamento da toxicodependência.

4. O serviço nacional de saúde tem gestão descentralizada e participada.

O texto actual da Constituição da República Portuguesa foi aprovado pela Lei Constitucional n.º 1/2001, de 12 de Dezembro.Mas hoje pode-se ler no

D.N. on line esta noticia.



Preço das consultas nos hospitais vai triplicar

Hoje

Preço das consultas nos hospitais vai triplicar

A partir de Janeiro, consultas com especialistas e SAP vão custar 10 euros.

As taxas moderadoras das consultas nos hospitais distritais vão subir de 3,10 euros para dez, um aumento para o triplo do que antes era pago.

Nos hospitais centrais, como o Santa Maria, em Lisboa, ou o São João, no Porto, as consultas de especialidade tinham uma taxa de 4,6 euros e sobem também para dez.

Os valores foram confirmados ao DN por uma fonte ligada ao Ministério da Saúde, que também referiu que os atendimentos urgentes em centros de saúde, como os dos serviços de atendimento permanente (SAP), vão igualmente passar de 3,80 euros para dez.

Noticia retirada do D.N. Online.Nota do Olhão Livre: Será legal triplicar o preço das consultas? Quando a constituição aprovada pelos partidos que estão no poder diz que a saúde deve ser tendencialmente gratuita,conforme diz o artigo 64º da constituição portuguesa.

sábado, 10 de dezembro de 2011

OLHÃO: ACASO SEMPRE EM CASO II

Há uns dias atraz trouxemos a lume uma noticia sobre a venda de terrenos da ACASO, instituição de solidariedade social, que não estava totalmente correcta, porque baseada numa informação menos esclarecida.
A primeira questão a colocar prende-se exactamente com a desinformação que os corpos gerentes da Acaso promovem na ansia de esconder os seus pecados. Uma instituição com uma gestão clara e transparente e ao serviço da população não teria qualquer receio de dizer publicamente o que se passa com a venda dos terrenos.
O promitente comprador não sinalizou qualquer compra, ficando ao criterio da direcção decidir do futuro: a continuidade do negocio ou a denuncia do contrato. O promitente comprador, naquilo que à primeira vista pode parecer um assomo de beneficiencia, ofereceu a quatro instituições do concelho 800.000 euros, dos quais 200.000 foram para a ACASO.
Quando a esmola é farta, o pobre desconfia, costuma o Povo dizer, e aplica-se exactamente ao caso. É que o que estava programado para aqueles terrenos era mais uma das muitas unidades hoteleiras, tão a gosto da cacicagem cá do burgo. Ora, sendo aqueles, terrenos agricolas, seria necessario torná-los urbanizaveis e o entidade de turismo seria chamada a emitir parecer sobre o projecto.
A alteração da categoria dos solos é feita, em principio pelos planos de ordenamento. E das duas, uma ou estaremos perante um caso de informação previlegiada sobre a revisão do PDM, processo a que Francisco Leal não dá acesso, ou atraves do trafico de influencias em que, e neste caso, o promitente comprador aparece como um benfeitor desinteressado que até apoia as IPSS do concelho.
Acompanhando o processo, Antonio Pina, presidente da ERTA e ao mesmo tempo presidente da ACASO, surge como parte interessada nos dois lados, atitude pouco clara e transparente, que vem no seguimento da politica seguida pelos submarinos socialistas.
Tambem é verdade que estamos em crise e não será facil encontar investidores, mas então porque não é nem foi amplamente propagandeada a alienação dos terrenos, utilizando como meio a hasta publica tendo por preço base o agora oferecido ao promitente comprador? Ou será que já tinham destinatario para os terrenos, quem sabe algum amigalhaço?
Nestas trapalhadas constatamos haver duas categorias de pessoas: alguns dos que lá estão e alguns dos que lá gostariam de estar. Uns e outros na mira da gestão da herança, sem preocupações de prestar um serviço à população de forma desinteressada. Assim se compreende o "altruismo" e dedicação à causa pouco publica.
Aldrabões há muitos!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

URBANISMO DE OLHÃO?





As imagens que encimam este texto foram tiradas a partir da Rua 18 de Junho e têm como pano de fundo o ex-libris de Francisco Leal e seus muchachos.
Ao inicio das ruas Diogo Cristina, Nova da Cruz, Capitão Nobre e Caminhos de Ferro, pode ver-se a Grande Muralha de Olhão, com que os nossos estimados autarcas e urbanistas, cercaram a cidade, entaipando a vista panoramica da paisagem natural que é a Ria Formosa. Toda a zona a este e norte daquele empreendimento era predominantemente constituida por habitações com o maximo de três pisos, parte substancial integrando a Zona Historica da cidade, a tal onde querem colocar as "mumias" de 150.000 euros, desvalorizando os celebres mirantes que muito nome deram à cidade e à sua arquitectura.
Para alem destas construções outras foram programadas pela escumalha que pontifica na gestão camararia, fazendo loteamentos em terrenos que não eram a edilidade, para fugir aos indices de construção previstos no Plano Director Municipal.
Por outro lado a propria cor utilizada e violadora do Regulamento Municipal da Edificação e Urbanização, nada tem a ver com a cor caracteristica da terra, onde predominava o branco.
Aos poucos e perante o silencio da população olhanense este "estrangeiro" que preside à autarquia, tem conduzido a sua politica de "desenvolvimento" contra as regras estabelecidas sejam elas a dos planos de ordenam,ento ou da arquitectura, contando com o apoio de gente para quem só o dinheiro conta, sem a preocupação do bem estar e da qualidade de vida da população de Olhão.
Já está na hora dos olhanense se levantarem contra estes bonecos de corda, que se envolveram na politica para proveito proprio, de amigos e "socios" do mesmo clube rosa.
A maioria dos olhanenses estão fartos de ser prejudicados em nome de interesses ocultos de terceiros a começar pelos apostolos de Francisco Leal, candidatos à sua sucessão, que não são capazes nem lhes interessa demarcar-se da gestão politica prosseguida, apostando na continuidade, com todos os indicios de corrupção e ou dos crimes conexos.
Olhão precisa de mudanças profundas e uma das exigencias é a da participação no processo de decisão que mexe na qualidade e condições de vida da sua população.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DÍVIDA ODIOSA, O QUE É?

Pagamos? Não pagamos? Como é? Dívida odiosa é uma teoria legal que sustenta que uma dívida contraída por um regime político com intenções que não servem os interesses do País, não deve ser compulsória, considerando essas dívidas como pessoais de um regime que incorreu nelas e não do estado. A primeira abordagem a essa questão deu-se no "Tratado de Paris", em 1898 e que culminou com a independência de Cuba. Alexander Sack formalizou essa doutrina em 1927, baseando-se em precedentes como o repúdio da dívida do México, contraída pelo regime do Imperador Maximiliano. Bush utilizou esse argumento com a dívida do Iraque e deixou França, Alemanha e Rússia sem poderem cobrar as dívidas contraídas por Sadam Hussein e ficando esses recursos para a reconstrução do país. Em 2006 o presidente equatorinao expulsou os delegados do FMI e do Banco Mundial por estes exigirem que os recursos do petróleo se destinassem ao pagamento do serviço da dívida. Esses recursos foram aplicados na educação e na saúde e só 20% é que se destinaram ao pagamento da dívida, ao invés dos 50% daquilo que FMI e Banco Mundial pretendiam.
 O Prêmio Nobel Joseph Stiglitz: “a estratégia de austeridade é uma estratégia que condenará a Europa ao estancamento, com baixo crescimento econômico, que por sua vez, impedirá que melhore o déficit público”; conclui citando o caso grego: “não se trata de um resgate, e sim uma proteção para os grandes bancos europeus, que se endividaram muito e se converteram em credores destes países, e agora se vêem ameaçados ante uma possível reestruturação”.
Perante isto, o que é que os portugueses tem a ver com o BPN? O que tem a ver com os submarinos do Paulo Portas? O que tem a ver com toda uma série de obras de fachada de Alberto João Jardim? Muitas e muitas obras que nada dizem aos portugueses? Nada! Então, não devemos pagar!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Protesto contra as Portagens da Via do Infante! Participa.

Protesto de "luto pelo Algarve" desce à rua seis horas antes do início da cobrança

Por Agência Lusa, publicado em 7 Dez 2011 - 09:02 | Actualizado há 50 minutos 48 segundos

O Movimento Anti-Portagens convocou para hoje uma ação de "luto pela morte do Algarve", à entrada de Faro, que começará às 18:00, seis horas antes da entrada em vigor da cobrança de portagens na Via do Infante (A22).

"Se as portagens vingarem, então isso significará a morte do Algarve", disse à Lusa João Vasconcelos, da Comissão de Utentes da Via do Infante (autoestrada 22), que apela aos algarvios para se concentrarem a partir das 18:00 em frente ao centro comercial Fórum Algarve, vestidos de negro e com velas, para o "enterro simbólico do Algarve."

Com esta concentração a organização - constituída pela Comissão de Utentes da Via do Infante, os movimentos Não às Portagens na A22 e Com Faro no Coração e o Motoclube de Faro - pretende "simbolizar o enterro do desenvolvimento económico e social da região" que, no seu entender, a introdução das portagens vai implicar.

Num comunicado enviado na terça-feira à comunicação social, o movimento afirma que já se encontra em contactos com "os vizinhos espanhóis da Andaluzia" para a realização de novas ações conjuntas anti-portagens.

Depois de ter acionado uma providência cautelar contra a introdução de portagens na região algarvia, o Movimento Anti-Portagens diz que vai radicalizar as suas formas de luta até à suspensão dos pagamentos na A22.

Com uma extensão aproximada de 130 quilómetros e 18 nós ou pontos de acesso, a autoestrada do Algarve liga Lagos a Castro Marim/Vila Real de Santo António. Percorrer toda esta via, que até agora não tinha portagens vai custar 11,60 euros a um veículo de classe 1.

A partir de quinta-feira, esta e outras três autoestradas SCUT (sem custos para o utilizador) vão passar a ser pagas: a A23 (entre Torres Novas/Abrantes e a Guarda), a A24 (entre Vila Verde/Chaves e Arcas-Estrada Nacional 2) e a A25 (entre Aveiro e Vila Formoso).

Noticia retirada do I on Line.

Notado Olhão Livre:Que raio de governo é esse que nem as promessas nem a lei cumpre, pois como as variantes não estão feitas, e muitas delas nem começadas( como é o caso da variante de Olhão que nem sequer se sabe o traçado definitivo dela), as portagens vão começar a ser cobradas ilegalmente.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

OLHÃO: NEGOCIOS À LA LEAL


A empresa visada na imagem é mais conhecida por "Business Inovation Center" e estava sediada no 2º andar, junto à bomba de gasolina, na rotunda do Cubo.
Ali funcionava um posto de recepção do defunto Rime e pretendia-se uma parceria com nuestros hermanos da Andaluzia.
Francisco Leal, vaidoso como sempre foi, fazia questão de apresentar no seu curriculum a presidencia daquela organização da Câmara Municipal de Olhão, mas nunca assumida como empresa municipal.
Quando deu o berro e foi noticiado algumas das dividas da empresa como as rendas do espaço, Leal fez desaparecer do seu precioso curriculum a presidencia, não conseguiu foi fazer desaparecer as dividas.
E de tal forma que agora vem a lume mais um processo, desta vez no Tribunal de Trabalho, o que significa que até vencimentos ficaram por pagar, nada mau para quem se diz socialista e com preocupações com o mundo do trabalho.
Francisco Leal, qual eucalipto, seca tudo à sua volta; secou a Cooperativa de St.ª Catarina, secou o BIC, como secou a Mercados de Olhão, a Sociedade de Reabiltação Urbana ou a Fesnima, para não falarmos do que tem secado na agricultura e pesca de Olhão. É mesmo um "secas".

domingo, 4 de dezembro de 2011

OLHÃO: ACASO SEMPRE EM CASO

A ACASO, é uma instituição de solidariedade social desde sempre dirigida por vedetas ligadas ao partido que gere os destinos da auatrquia, numa promiscuidade muito duvidosa mas de grande utilidade para fins eleitoralistas.
Não fugindo à regra da tambem muito duvidosa gestão autarquica, a gestão a Acaso tem-se caracterizado pela ausencia de criterios de boa gestão, norteando-se mais por criterios de indole partidaria, que à semelhança do País, da Região e da propria Cidade, vegetam nos limites da ruina.
Sabe-se que a direcção politica da Acaso, vendeu uns terrenos, que faziam parte da herança do dr. Aires Mendonça, com cerca de 80 hectares por 4 milhões de euros, tendo recebido de sinal 800.000 euros.
Para alem do baixo preço fixado por m2 (5 euros)e fazendo jus às recentes declarações do presidente da direcção da Acaso, que mais parecia já em campanha eleitoral autarquica, de que a instituição padecia de dificudades economicas para atender às solicitações e dependente do pagamento de 250.000 euro da Segurança Social, pergunta-se que destino foi dado aos 800.000 euro que deram entrada na instituição?
Ou seja, a falta de liquidez da instituição vai muito para alem das desculpas apresentadas pelo seu presidente, que teimosamente não quer admitir os erros da sua e anterior gestão, pois deixaria os gestores socialistas com pessima imagem.
Convem aqui referir que em determinado momento a direcção ponderou o corte ilegal do pagamento do subsidio de Natal aos trabalhadores Acaso, nada que nos espante e que virá a acontecer a qualquer momento.
Mas voltando à venda dos terrenos e porque o Povo costuma dizer que "quem vende, vende-se" que futuro para a ACASO quando não tiver mais patrimonio para alienar? Quando vai propor a realização da escritura ou denunciar o contrato promessa? Será eterno aquele contrato? E já agora, como vai aplicar os restantes 3.200.000 de euros?
Tambem o Lar da Fuzeta sob a gestão socialista de Mendes Segundo esteve quase a fechar as portas, valendo na circunstancia o polvo socialista, não para impor regras de gestão transparentes e adequadas mas para satisfação eleitoral.
Lá como cá! A falta de transparencia está presente em todos os actos destes cavalheiros. Até quando?
REVOLTA-TE POVO DE OLHÃO! ESTES GAJOS SÓ TE DEIXAM VIVER, PORQUE PRECISAM DE TI!

sábado, 3 de dezembro de 2011

OLHÃO: VEM AÍ O "SUSTO"

A Câmara Municipal de Olhão não dá mãos a medir, continuando a gastar o dinheiro dos municipes apesar de estar falida.
Segundo vinha ontem no Correio da Manhã, foram encomendados dois bustos para os largos da zona historica, por cento e cinquenta mil euros. O timing escolhido para o anuncio não podia ser melhor, pois que as IPSS do concelho queixam-se da falta de verbas para acudir a tantas solicitações que vêm em crescendo e a autarquia aposta na bonecagem por razões de imagem. Num outro contexto, em que a autarquia apresentasse uma situação financeira mais estavel e que não houvesse tanta miseria entre o Povo de Olhão, até se aceitaria. No actual contexto, não!
Fazendo parte da historia da terra e das lendas de Olhão, seria facil e mais economico a presença assidua do Menino dos Olhos Grandes e da Floripes, personificados por Francisco Leal e Alberto Almeida. Assim como assim, os largos dos horrores teriam mais substancia, mais vida e muito mais economicos, vertendo os "miseros" salarios dos jagunços para a comunidade.
Depois da iluminação de Natal, das derrapagens orçamentais, dos luxos da empresa que todos os meses nos assalta a carteira, agora até bustos nos impigem e obrigam a pagar.
O cheiro a mijo nas ruas da zona historica que há anos que não é lavada; os montinhos de lixo aos cantos das ruas da zona historica; as escorrencias dos lexiviados dos contentores, moloks e do camião do lixo um pouco por toda a cidade; nada disso aflige os nossos eleitos, apostados que estão na delapidação financeira da autarquia e avidos de castigar os olhanenses com a sobrecarga de taxas e mais taxas. É a total insensibilidade social de quem com barriga cheia, não percebe as carencias da população que os elegeu.
Bom, mas façam lá os bustos, que alguem aflito sempre pode roubá-los e ganhar uns tostões extra ou então entreter-se a dar tacada de tomada como se se tratasse de outra figura tipica: o narigudo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

OLHÃO: CÂMARA DESPEZISTA


`Já vem de traz o despesismo da Câmara Municipal de Olhão, para satisfação de clientelismos partidários, agora reflectidos nesta rectificação ao Orçamento de 2011.
Na rubrica de Encargos das instalações pode constatar-se a dotação final de 1.599.000.00 euros, dos quais, 262.000.00 são inscritos como reforços.
O que acontece é que a Câmara tem vindo a alugar ou sub-alugar espaços e mais espaços, alguns configurando verdadeiros cambalachos, sem ter em conta os custos que isso representa para o erário publico, e que agora, em tempo de vacas magras, vem pôr a nu, a politica desastrosa da gestão camarária socialista.
As instalações até há pouco ocupadas pela divisão de desporto, estavam sub-alugadas a Joaquim Fernandes, conhecido militante socialista, pela modica quantia de cinco mil euros mensais, quando aquele não pagaria um quinto do valor de renda. Bom negocio para o Botinas, mas uma ruína para o Município. Mais recentemente e com a criação da Ambiolhão outro cancro surge com esta verba de 262.000.00 de encargos, desconhecendo-se por ora o senhorio e as suas ligações ao elenco camarário.
Quando uma câmara, entre a rede de espaços que ocupa como inquilino, assume encargos na ordem do milhão e meio de euros anuais, perguntamos nós se não seria bem mais simples e benéfico para o Município a construção de raiz de um edificio expressamente concebido para albergar o maralhal inventado? É que as rendas pagas em três anos, quatro milhões e meio, daria para a construção de um edifício com 4.500 metros quadrados, à razão de 1.000 euros/m2, porque esta cambada tem de funcionar no luxo, logo numa construção com algum requinte.
Claro que o dinheiro não é deles e por isso não lhes custa pagar, uma vez que somos nós, munícipes, que temos de levar com os aumentos das taxas, sejam elas de águas ou de IMI. Cabe ao Povo de Olhão pôr cobro a esta politica correndo com os políticos de merda e o partidos que os suportam, instalados na autarquia.
O POVO DE OLHÃO TEM DE REVOLTAR-SE CONTRA A TIRANIA E OPRESSÃO INSTALADA NA CÂMARA MUNICIPAL. REVOLTEMOS-NOS!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SOMOS ALEMÃES?

O Tratado de Zamora foi um diploma resultante da conferência de paz entre D. Afonso Henriques e seu primo, Afonso VII de Leão e Castela. Celebrado a 5 de Outubro de 1143, esta é considerada como a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina.
Em Zamora, revogou-se o anterior Tratado de Tui datado de 1137.
Vitorioso na batalha de Ourique, em 1139, D. Afonso Henriques beneficiou da acção desenvolvida, em favor da constituição do novo Reino de Portugal, pelo arcebispo de Braga, Dom João Peculiar. Este procurara conciliar os dois primeiros e fez com que eles se encontrassem em Zamora nos dias 4 e 5 de Outubro de 1143 na presença do cardeal Guido de Vico.
Pelos termos do tratado, Afonso VII concordou em que o Condado Portucalense passasse a ser Reino, tendo D. Afonso Henriques como seu "rex" (rei). Embora reconhecesse a independência, D. Afonso Henriques continuava a ser vassalo, pois D. Afonso VII para além de ser rei de Leão e Castela se considerava imperador de toda a Hispânia. Contudo nunca D. Afonso Henriques prestou vassalagem a ele, sendo caso único de entre todos os reis existentes na península Ibérica.

Extractos retirados da wikipédia. Passos Coelho, mero moço de recados da nazy Merkl, presta-lhe vassalagem apagando da sua memória a sua própria identidade. Assim, vê-se bem, quem são os traidores à pátria. 


Começava a organizar-se uma conspiração para derrubar os representantes do rei em Portugal. Sabiam já que teriam apoio do povo e também do clero.
Apenas um nobre tinha todas as condições para ser reconhecido e aceite como candidato legítimo ao trono de Portugal. Era ele D. João, Duque de Bragança, neto de D. Catarina de Bragança, candidata ao trono, em 1580.
Em Espanha, o rei Filipe IV também enfrentava dificuldades: continuava em guerra com outros países; o descontentamento da população espanhola aumentava; rebentavam revoltas em várias regiões - a mais violenta, a revolta da Catalunha (1640), criou a oportunidade que os portugueses esperavam. O rei de Espanha, preocupado com a força desta, desviou para lá muitas tropas.
Faltava escolher o dia certo. Aproximava-se o Natal do ano 1640 e muita gente partiu para Espanha. Em Lisboa, ficaram a Duquesa de Mântua, espanhola e Vice-rei de Portugal (desde 1634), e o português seu Secretário de Estado, Miguel de Vasconcelos.
Os nobres revoltosos convenceram D. João Duque de Bragança, que vivia no seu palácio de Vila Viçosa, a aderir à conspiração.
No dia 1 de Dezembro, desse ano, invadiram de surpresa o Palácio real (Paço da Ribeira), que estava no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa, obrigando-a a dar ordens às suas tropas para se renderem - e mataram Miguel de Vasconcelos.

Quem não respeita a memória de um Povo, não se respeita a si próprio. Amanhã teremos qualquer Passos Coelho a hastear a bandeira alemã em vez da bandeira verde rubro com a esfera armilar....

terça-feira, 29 de novembro de 2011

O AASALTO À RIA FORMOSA E AO POVO



O País durante estes anos de democracia foi entregue a uma corja de pilantras, que se abotoaram e deram para abotoar aos amigos e comparsas, poucos ficando de fora. Tal como o Povo diz, no melhor pano cai a nódoa. E se alguém tiver duvidas, atentem bem às imagens, ilustrativas do que era o património do Estado e pensem em que mãos está agora.
O alvará régio de 1884 conferia uma concessão de terrenos do domínio publico hídrico que não a propriedade. A lei do domínio publico marítimo apenas reconhece a propriedade privada a quem consiga provar registo da propriedade anteriores a 31 de Dezembro de 1840. Ora se o alvará régio é de 1884, então todos os terrenos abrangidos por este alvará e mais aqueles que foram ganhos ao mar fazem parte integrante do domínio publico hídrico, ou seja do Estado.
Tivéssemos nós um Procurador-Geral e não uma Rainha Santa Isabel, e todo estes terrenos e o edificado nele contruido, mesmo agora passavam para a posse do Estado.
Durante a ultima campanha eleitoral para as presidenciais, falou-se na Toca do Coelho. Verificamos agora que o Oliveira e Costa mais o BPN, o Loureiro que está algures, o careca candidato a assassino, a Valentina Calixto e tanto outros do mesmo calibre, que são eles que têm o terreno que são pertença do Estado.
Curioso também, seria saber como puderam construir, sem fazerem prova da propriedade dos terrenos. Julgava eu, que quando apresentasse um projecto urbanístico estaria obrigado a fazer prova do registo na conservatoria, a não ser que tão ilustres cavalheiros estejam dispensados dos formalismos que exigem ao pata descalça. É possível que sim, afinal o Estado são eles e nós limitamos-nos a fazer numero.
Mas voltando ainda aos terrenos, convem lembrar que só os do Ludo têm 53.000.000 m2, numa zona nobre e por isso de valor acrescido, tão acrescido que dava para pagar o défice do orçamento sem roubar o Povo.
E porque o Povo português parece dormente alguém terá de incomodar a Rainha Santa Isabel para proceder a uma investigação mais aprofundada e pedir o regresso daquelas propriedades para o Estado.
GATUNO SOU EU, MAS SÃO ELES QUE ENRIQUECEM COM A CRISE. REVOLTEMOS-NOS CONTRA ESTA POLITICA SUJA E POUCO TRANSPARENTE!

domingo, 27 de novembro de 2011

OLHÃO: PRÓPRIO DE ASSALTANTES!

Ontem, sábado, estava marcada uma reunião do Somos Olhão para o Auditório da Praceta Agadir, com a qual a Câmara Municipal de Olhão concordara, disponibilizando o espaço.
Dando o dito por não dito, não apareceu ninguém para abrir a porta, realizando-se a reunião na mesma, só que noutra condições.
Porque mudou de atitude a Câmara Municipal de Olhão? É que na quarta-feira passada, o narigudo presidente levou toda a manhã para ser ouvido no Ministerio Publico pelo crime de desobediencia ao Tribunal, consubstanciada no incumprimento de uma sentença. O mau figado do homem, a ira que dele se apoderou, ditaram a decisão de voltar com a palavra atraz, o que não espanta. Quem lhe faz frente, está sujeito às birras, à perseguição e a atitudes menos proprias de eleitos, que fazem da mentira e da imagem, a sua marca politica, mas podem ficar cientes que vão ter de levar connosco para o que der e vier.
O Somos Olhão é um Movimento de Cidadania que luta pela transparencia na administração publica, com preocupações ambientais sem cair em ideias fundamentalitas e reinvindicando a sua participação em processos de decisão que possam afectar a população, nomeadamente a olhanense. Dentro desse espirito, o Somos Olhão apoia a iniciativa dos cidadãos, numa perspectiva colectiva, e é nessa condição que se envolve na campanha, em programação, para a realização de uma Assembleia Municipal Extraordinaria com o fim especifico de confrontar os eleitos locais, de todos os quadrantes politicos, para as consequencias do aumento das taxas de agua, saneamento basico, residuos solidos e ainda do IMI, já em vigor mas tambem das que se prevêem para o inicio de 2012.
A generalidade da população não se dá conta de que caso tenha uma avaria ou rotura em casa que origine um consumo anormal de agua, superior a 36 metros, tenha de pagar de residuos solidos uma taxa de 60 euros, aprovada nas costas da população. Da mesma forma, a escumalha politica acoitada na Câmara Municipal de Olhão, não divulga as receitas provenientes da reciclagem do vidro, do cartão ou da materia organica, preferindo invocar as despezas ou as recomendações de uma denominada entidade reguladora, cujas funções é assaltar o bolso do conumidor e privatizar um bem essencial como a agua.
Contra isto, devem os olhanenses lutar, subscrevendo a recolha de assinaturas e promovendo-a na ua rua, bairro ou local de trabalho e posteriormente participando, comparecendo na Assembleia Municipal Extraordinaria.
OLHANENSES UNI-VOS! VAMO À LUTA!

sábado, 26 de novembro de 2011

OLHÃO: LADRÕES!


Assim que deu inicio à sua actividade, a Ambiolhão, empresa municipal que gere as contas da agua, saneamento básico e resíduos sólidos, tem-se pautado pela falta de rigor nas suas factura sempre em prejuízo do cidadão.
Começou com um "erro" informático facilmente corrigível com a emissão de uma nota de credito no mesmo valor que a factura emitida. Mas não, a Ambiolhão manteve-a o que sugere que os valores em causa levaram um caminho desconhecido, sendo o mais provável que justificasse o incumprimento do seu pagamento, que prescrevia seis meses depois da emissão.
Cidadão sob o anonimato apresentou-me uma factura com a taxa fixa de resíduos no valor de 60 euros.
A imagem que encima este post mostra que o cidadão tem que ter uma atenção redobrada com a Ambiolhão, empresa pelo vistos criada para enganar os incautos. É que e ainda que o tipo de leitura seja por estimativa, o consumo facturado teria de vir declarado na leitura actual. Não o fazer, implica que o consumidor seja obrigado a verificar na factura seguinte, se foram descontados a metragem cobrada.
São enganos a mais para tão pouco tempo de actividade e sempre em prejuízo do mesmo.
Atentos às implicações que estes "enganos" e o elevado preço das tabelas aplicadas mas aprovadas nas costas da população olhanense, um grupo de cidadãos pretende proceder a uma recolha de assinaturas para pedir a realização de uma Assembleia Municipal Extraordinaria, com vista à revisão das tabelas actualmente em vigor.
É bem verdade que os eleitos locais vão invocar a legitimidade da decisão de um plenário onde o eleitores não estiveram presentes, ma veremos se desta forma e perante aqueles que os elegeram, são capazes de defender uma medida tão gravosa para a população.
Para o sucesso da operação, é preciso a mobilização de todos os que não concordam com os valores cobrados,a começar pela recolha de assinaturas. Porque se pretende a maior abrangência possível, o Somos Olhão,disponibiliza o seu tempo de utilização do Auditório da Praceta Agadir, pelo que o interessado podem comparecer naquele local a partir da 17 horas de hoje, Sábado, 26 de Novembro.
COMPARECE! PARTICIPA! O FUTURO É TEU!

SERÁ ISTO QUE QUEREMOS PARA NÓS?

Ao contrário do que muitos pensam, o Povo chinês começa-se a erguer contra a tirania dos políticos. Lá, como cá, já começaram as medidas de "austeridade": corte de salários, trabalho precário e despedimentos. As empresas, pelo facto de a Europa e os EUA estarem a consumir menos produtos chineses, tomaram essas medidas. Como poderemos tornar-nos competitivos? Nem pensar! Se os chineses ganham miseravelmente e com as horas de trabalho que tem, como pode a Europa competir? Vivemos num mundo de hipocrisia. Nós europeusfalamos muito de direitos humanos e aceitamos os produtos chineses resultantes de trabalho. Mas em Guang Dong os trabalhadores tem-se manifestado violentamente e as suas manifestações tem sido violentamente reprimidas. Guang Dong é só a província mais populosa e a mais industrial da China. Vejam só o exemplo da fábrica da Nike...


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

QUE ESPERAVAM DA GREVE?

A greve é um direito inalienável dos trabalhadores e, mais do que nunca, as greves são mais que justificadas. Aqueles que nos pedem para apertar o cinto, aqueles que apregoam a equidade na distribuição dos impostos são os que mais abusam. Para eles não tem que haver equidade.


O governo mente sobre os números de adesão à greve mas também não é de admirar. Entre Passos Coelho e José Sócrates, que venha o diabo e escolha. Qual dos dois o mais mentiroso. Os portugueses tiveram oportunidade de ver, pelas televisões, que apesar dos poucos transportes públicos a circularem os mesmo andavam vazios, sinal que, de facto, as pessoas não foram trabalhar. O pouco trânsito e a ausência de pessoas nos transportes públicos são um bom indicador, mas cada qual dá-lhe a interpretação que lhe quiser dar. Tivemos alguns incidentes que não podemos deixar passar em claro, pelo significado que encerram. Os coktail's Molotov contra duas repartições de finanças devem ser interpretados como um ensaio de ataque ao Estado ladrão. Os que perpretaram esse ensaio, certamente serão pessoasextremamente revoltadas com a situação, pessoas que se viram pejadas de alguma coisa e mostraram dessa forma a sua revolta. A tentativa de parar a circulação dos comboios vai na mesma linha e foram em diferentes pontos do País. Não se vislumbra qualquer relação entre as pessoas que perpretaram os incidentes mas tem uma coisa em comum: o sentimento de indignação, de revolta que nutrem pelas medidas que tem sido tomadas. Os incidentes frente à AR mostram que há gente que não se conforma, que não está disposta a baixar os braços e que não quer estas medidas. Jovens, na sua maioria, jovens que não vislumbram um futuro, jovens que não sabem como irão sobreviver. Como noutros países, em que os estudantes do ensino superior são os grandes agitadores, os grandes animadores, os preconizadores das reacções mais violentas. Aqui também vai chegar.
Que Passos Coelho ou o ministro das finanças neguem, a situação começa a tornar-se clara. Os privados, aproveitando a "deixa" deste governo, vão despedir pessoal, vão cortar nas remunerações dos trabalhadores. Disse-o Ricardo Espírito Santo, patrão do BES, e disse-o também Fernando Ulrich presidente do BPI e quando estes senhores o fizerem, os outros irão por "arrastamento". O ensaio do governo com a meia hora a mais não é mais que um teste, ver a té que ponto é que pode avançar no retrocesso civilizacional e fazer-nos recuar até ao século XIX, com as 48 horas de trabalho semanal. Não tenhamos ilusões, em 2012, muito provavelmente irão reduzir os sal´rios nos privados, os trabalhadores serão chamados a cobrir os prejuízos do patronato sob a forma de rexdução de salários e trabalho escravo.
O governo e o patronato ufanam-se com as pessoas que não fizeram greve. Entre estas pessoas há as que não fizeram pela sua situação de precariedade, de contrato a termo certo, a recibos verdes ou à hora. É errado pensarem que não fazendo greve irão manter os postos de trabalho mas compreende-se. Há ainda aqueles que estão "bem servidos" e embora reclamem em surdina mas não querem perder um dia de salário não compreendendo que com essa atitude passiva estão a aceitar que num futuro próximo irão sofrer mais cortes mas não deixa de ser a sua opção, infelizmente. Estão à espera que os outros façam o "barulho" por "eles".
Ontem mesmo, os juros da dívida soberana subiram em todos os prazos e nada teve que ver com a greve. Mas também subiram os juros dos outros países. A Itália viu-os crescer acima dos 7% e para o próximo ano, só para Itália e Espanha, vão ser precisos no mínimo 570 mil milhões de euros o que não preconixa nada de bom, até porque a Espanha consome 25% das nossas exportações e quando tiverem que aplicar a austeridade, os espenhóis vão deixar de consumir parte dos nossos produtos. A França também viu os juros subirem, bem como a Bélgica, a Austria. As "coisas" começam a tomar proporções até à bem pouco tempo inimagináveis. Mas os portugueses devem pensar bem, devem pensar que na catástrofe que se adivinha. O OE está aprovado. Não há volta a dar mas quanto vai representar a subida das taxas de juro da nossa dívida soberana e que implicações tem na concretização do OE? Mais medidas de austeridade, mais cortes e mais impostos, mais desemprego, mais recessão é o que se adivinha para 2012. Por tudo isto devemos manter-nos alerta, devemos lutar contra o "sistema", "sistema" fruto da globalização e dos especuladores internacionais e nacionais. Não há volta a dar. Novas greves se adivinham e chegaremos a um ponto que só as greves de um dia não serão o suficiente para mostrar a indignação e a revolta de todo um Povo...


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Mais um cadavér nas águas da Ria Formosa em Olhão

Foi hoje encontrado em Olhão mais um cadáver a boiar, frente ao T, cais de embarque para as Ilhas da Armona Culatra e Farol. O corpo aguardava, até há, a chegada do delegado de saúde para ser removido da agua.
Este ano já foram encontrados quatro cadáveres a boiar nas águas da Ria Formosa, conforme podemos ver nestas noticias.

Cadáver encontrado Na Ria Formosa no dia 11/5/2011 entre a Ilha da Armona e ilha da Culatra.
Cadáver encontrado no viveiros da Ria Formosa, em Olhão, 6/6/2011
Cadaver encontrado na Ria Formosa no dia 10/10/2011 em frente, à barra de Cacela

Afinal de contas, o que se passa na Ria Formosa?



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A GREVE DE 24 DE NOVEMBRO

Amanhã, 24 de Novembro, é dia de GRVE GERAL. Muita gente se interroga sobre a mesma. Devemos, ou não, fazer greve? A greve é um direito inalienável dos trabalhadores!!! É uma forma de reinvindicar, é uma forma de luta, é uma forma de contrariar as políticas persecutórias que nos vão afligindo a todos. Os que estão bem instalados consideram-na inútil. Pudera! Não querem perder as "mordomias" que tem. Mas, para quem vende a sua força de trabalho, para quem mal ganha para comer, não tem outra saída que não a de lutar. Impostos sobre impostos. Austeridade a somar a mais austeridade. Recessão a somar a mais recessão. Este governo, com estas medidas, tem asfixiado a economia, tem levado as famílias e as pequenas e médias empresas à desgraça, à falência, à fome.
Na "Justiça" conitnuamos a ver os poderosos a "safarem-se" e os fracos a lixarem-se. O caso "BPN" ainda não se esgotou e à medida que o tempo se vai passando mais episódios rocambolescos vão aparecendo a público. Agora é Duarte Lima, o filho e o sócio do filho, este também ex-deputado do PSD. Como é possível que uma instituição bancária vá na cantilena de emprestar 60 000 000 de euros a um jovem estudante de 26 anos? O BPP? FACE OCULTA? FREEPORT? Com recursos, incidentes de recusa, todos se vão safando e o "mexilhão" é que vai pagando a factura da crise. São apenas alguns casos mas muitos mais há. Como se pode acreditar num País onde não há JUSTIÇA? PDM's quase sistemáticamente violados. Planos Directores dos Parques Naturais e Rervas Naturais quase sistemáticamente violados em favor de grandes grupos económicos, obras públicas com derrapagens monumentais e tantos outras violações às leis deste país praticadas pelos políticos no Poder, seja a nível central, regional e local. Veja-se o caso da Madeira e ou as violações que acontecem em Olhão. Se a "Justiça" funcionasse, talvez metade da classe política estivesse na cadeia e o País não teria chegado aonde chegou.
Na "Educação" não há dinheiro para mandar cantar um cego. Há, sim, professores desempregados. Andamos, todos nós, cidadãos comuns a pagar a um ensino privado enquanto os nossos filhos são obrigados a estudar no público.  Muitos dos papás tem os "meninos" no privado apenas por uma questão de vaidade pessoal, porque pensam que isso lhes confere "estatuto". Então, paguem. Não é o trabalhador por conta de outrém ou o pequeno empresário, que face às dificuldades da vida, não podem ter os filhos no privado que tem que suportar o ensino dos mais ricos. Acabe-se com a "mama" das editoras. O Ministério da Educação que elabore os manuais escolares, que os coloque em cd e que os dispobilize à população. Os pais agradecem a redução desse custo com os manuais.
Na "Saúde" estão a tirar-nos o direito a sobreviver. Menos consultas, mais taxas moderadoras, menos acesso a uma saúde condigna. Este ministro da "saúde" é o homem da "saúde" do BCP e está tudo dito. O interesse em passar a saúde para os privados. Devolvem-se 12 hospitais às Santas Casas da Misericórdia. É para aliviar custos ao Estado? É possível mas é ao mesmo tempo uma forma de nos encarecer o acesso aos serviços. Hospitais de gestão empresarial não são mais que um caminho para a entrega dos mesmo aos privados. Quem vai pagar? Todos nós e serão muito poucos a usufruir desses serviços porque se mal ganhamos para comer é porque também não teremos dinheiro para pagar.
A Segurança Social vai de corte em corte. Cortaram nos Abonos de Família, cortaram no apoio à doença e aos medicamentos. Aumentaram a idade de reforma e já pensam em passar a reforma para 60% do vencimento. Entretanto vão dando reformas vitalícias a eles próprios, vão admitindo reformas aos 39 ou 42 anos de idade como são os casos de Santana Lopes, Duarte Lima e a própria presidente da Assembleia da República. Como é possível que gente indiciada por crimes possa continuar a ter direito a essas pensões? Ao mesmo tempo se for um beneficiário do RSI que cometa um crime é-lhe logo retirado o subsídio. Não é que não deva ser assim mas é pela dualidade de critérios. Uns podem tudo e outros, nada. Uma vergonha de País.
Lançam IRS sobre o subsídio de alimentação até 6 euros e pouco mas os deputados tem direito a 80 euros de subsídio e comem as refeições a 5 euros na cantina da Assembleia da República. Uma lástima. Agora vão lançar mais um imposto encapotado. Desde que tenhamos luz em casa, na factura da EDP lá vem uma parcela dedicada à RTP. Quem vai pagar a retirada da publicidade? Todos nós através dessa taxa que vai aumentar. Quando falamos da EDP, falamos de todas aquelas parcelas com as quais nada temos a ver a não ser a "obrigação" de pagar, nomeadanete para as energias renováveis. Até parece que a EDP não tem lucros quanto baste...Quanto ganham António Mexia e a presidente executiva da EDP Renováveis? Esta última ganha a módica quantia de 340 000 euros ano mas somos nós, que em muitos casos temos que viver com o ordenado mínimo (485 euros) que vamos sustentar esta cambada de "chulos". É este o País que queremos? Não! Queremos mudança. queremos mudança de sistema político, queremos mudança para uma "Justiça" acessível ao cidadão, uma "Justiça" igual para todos, seja o cidadão comum ou seja o mais alto dignitário da nação. Queremos mudança na "Saúde", mudança com direitos, mudança pelo acesso aos médicos, pelo acesso aos medicamentos, mudança pelo direito à vida e não pela condenação à morte. Queremos mudança na Educação, uma educação com qualidade, onde os nossos filhos sejam tratados todos por igual, onde todos tenham acesso à "escola" e não por uma educação para "ricos" e outra para pobres. Quem quer educação de "rico" que a pague. Queremos mudança na Segurança Social, mudança que se traduza numa diminuição do fosso entre os "maiores" e os mais pequenos. Uma mudança em que as reformas máximas sejam limitadas a 2500 euros e que possibilite aumentos às reformas miseráveis que por aí há. Uma mudança que se traduza verdadeiramente em apoio à natalidade, à infância e à terceira idade. Queremos um País mais justo, um País mais solidário.
VIVA A GREVE GERAL!

terça-feira, 22 de novembro de 2011

OLHÃO: NOJEIRA POLITICA


A imagem acima corresponde à ultima pagina do relatorio do IGAL e sem surpresa verificamos o branqueamento que esta intituição faz em relação aos eleitos locais de OLhão.
E se no primeiro paragrafo nos dá razão, os restantes servem apenas para inglês ver. À data em que foi enviado o e-mail em causa, prestava e ainda presta serviço um tal David Lopes, tecnico de informatica e por isso ou talvez pelo cartão do partido era tambem formador no IEFP. O Davidezinho que aqui veio armado em provocador foi detectado pelo IP do seu computador, pouco antes das eleições autarquicas.
Pois bem, esse monte de esterco, segundo este relatorio, deixou de receber e distribuir os e-mail, sendo substituido nessa tarefa pela "menina" do PBX e mais, que o motivo do reencaminhamento se terá devido a erro humano, tecnico ou falta de energia. Aldrabão sou eu e não minto tanto! Quem acredita que seja a telefonista e não o informatico a tratar do correio eçectronico? Quem acredita na falta de energia se o e-mail fica alojado no servidor?
Como pode o IGAL acreditar nesta palhaçada, se de facto estava interessado em saber porque não respondeu a Câmara? Mais porque não diz,o Igal, porque não avançou o pedido de inquerito? O secretario de estado à epoca, José Junqueiro, não respondeu ao IGAL? Porque erá? Será do Guaraná? Ou o sercretario de estado era camarada desse animal em presidente de câmara?
Por outro lado e de acordo com o Regime Juridico da Urbanização e Edificação, em situações semelhantes, manda proceder à participação às Ordens, tanto mais que o parecer emitido pelo gabinete juridico da CMO contrariava o Regime Juridico do Instrumentos de Gestão Territorial. Porque não o fez a Câmara Municipal de Olhão e nem o IGAL dá indicações nese sentido?
Como em tudo, é sempre o mexilhão quem se lixa e arranjaram um bode espiatorio: a telefonista. Pois bem, teremos de perguntar à Câmara Municipal de Olhão em que pé e encontra o proceso de inquerito sugerido eplo Igal e que sanções dele resultaram.
Quanto ao Gabinete Juridico e particularmente à sua chefe pode coniderar como um dado adquirido, que na ausencia de participação, alguem a fará, não sendo dificil descobrir o seu autor.
O presente relatorio mostra bem da canalha, escumalha, chulos e parasitas que vivem à custa do Povo, escorados em legislação aberrante promovida por politicos sem escrupulos que assim salvaguardam o couro, mas tambem numa complexa teia de instituições que em lugar de zelar pelo cumprimento dos normativos, fecham os olhos a toda a especie de crimes praticados por agentes politicos.
Do velho ao novo governo, a merda é sempre a mesma, em nada se alterando e de nada servem argumentar com o asilo de rosas que persiste porque as laranjas e quizeem mandavam suspender o dejectos imundos que poluem a adminitração publica. Para isso precisamos de um governo serio e que não e fique apenas pela imagem, tambem ela já muito degradada.
A indignação e revolta sobem de tom a cada dia que passa perante cenarios de hipocrisia politica, difarçado na pretensa crise que todos eles criaram mas que são os trabalhadores e ó o trabalhadores a pagar.
Estamo num momento crucial, numa encruzilhada em que ou os trabalhadores e revoltam contra estes politicos e ao sistema por eles criado, ou sofrerão as consequencias caso deixem o sistema evoluir e pagarão com mai fome e miseria.
REVOLTEM-SE!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

OLHÃO: FARTOTE DE MENTIRAS






Na continuação do tema ontem iniciado, verificamos que o IGAL é mais uma daquelas entidades a extinguir, tal a sua inutilidade, já que os mamões que por lá vegetam apenas se fazem ao dinheiro que recebem ao fim do mês, sem cumprir os serviços minimos a que estavam obrigados por lei.
O presente relatorio é improprio de uma entidade fiscalizadora, bastando para isso atentar na primeira imagem de ontem onde se anuncia o arquivamento do processo e reparar no ultimo paragrafo da ultima imagem em que esta chularada, três anos depois devido à complexidade e extensão dos processos e ao tempo exiguo só com a realização de inquerito administrativo a todo o empreendimento se poderá emitir uma posição mais aprofundada. Afinal no que ficamos; o processo foi arquivado ou segue o tal inquerito? Estes galos gozam com o Povo até mais não! Que é isto senão branqueamento?
Por outro lado e comparando o que nos é dado conhecer por esta merda de relatorio com o despacho de arquivamento produzido pelo Ministerio ublico do Tribunal Administrativo de Loulé constatamos algumas contradições. É que este cavalheiro Azenha de nome que mais parece um azelha refere que a Direcção Regional de Agicultura do Algarve dissera que a Comissão da Reserva Agricola não se havia pronunciado, quando afinal esta emitira um parecer desfavoravel, o que demonstra que o proprio Ministerio Publico não está interessado em apurar a verdade, pois não consultou o processo limitando-se ao uso do contraditorio, obrigando os denunciantes à prova. Sendo assim para que precisamos de um Ministerio Publico com um vencimento de milhares de euros? Não seria melhor para o País e para o Povo se estes senhores se fossem todos embora?
Que raio de País é este que permite esta cegada? Por tudo isto estou demasiado revoltado e sinto a cada dia que passa o descalabro de tudo aquilo que conquistámos. Daqui apelo à mobilização de todos para a GREVE GERAL NACIONAL do proximo dia 24 de Nevembro.

domingo, 20 de novembro de 2011

OLHÃO: IGAL LAVA MAIS BRANCO







A sequencia de imagens reproduzidas mostra a forma de funcionamento das instituições oficiais e como procuram branquear as situações, em nada diferindo a atitude das tutelas sejam elas de que cor forem, isto é rosa ou laranja.
Na imagem II pode ver-se que o processo teve inicio em Setembro de 2008, portanto com três anos, para parir um nado morto, inconclusivo, com a afirmação de que "Nada mais constava do processo", deixando no entretanto escapar que (3.2.2.)que a construção semelhante à anteriormente apresentada recebeu pareceres favoraveis, quando a anterior fora indeferida por violação do PDM. Dois criterios para começar!
A Câmara Municipal de Olhão argumenta com o facto de a construção se encontrar em Espaço Urbano Estruturante II porque lhe interessava beneficiar o novo construtor, e não terá sido pela cara dele mas talvez por..., omitindo que mesmo os terrenos naquela categoria de espaço estão sujeitos às restrições ao uso dos solos por constituirem Servidão Administrativa, do Dominio Publico Maritimo, aliá assinaladas na Planta de Condicionamentos do PDM de Olhão, e estarem obrigadas ao parecer previo e autorização da entidade com jurisdição na materia, a Capitania do Porto, que tambem fechou os olhos, ao crime ali cometido, e sobre isto o IGAL não tuge nem muge.
Que o IGAL, então tutelado pelo secretario de estado das autarquias locais José Junqueiro, camarada de partido do mentiroso Francisco Leal, tivesse fachado os olhos, ainda era compreensivel, mas o processo só agora foi concluido e a tutela passou para as mãos do homem de confiança de Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas, que parece pouco interessado no apuramento de responsabilidades, não vá ter no seu partido alguns presidentes de câmara nas mesmas condições.
Já não bastava que o processo tivesse demorado três longos anos senão ainda termos de levar com a mixordice deste relatorio que nem para limpar o traseiro dá.
São estas situações, o modo como estes politicos de merda se governam fazendo tabua rasa das leis que dejectam, que devem merecer a indignação e revolta da população.