sexta-feira, 31 de maio de 2013

OLHÃO: DO GAMANÇO À DISTRIBUIÇÃO DE BENESSES


Depois de ontem termos denunciado o gamanço de mais de três milhões de euros das contas do grupo Câmara Municipal de Olhão, hoje trazemos à tona de agua, a series de estudos e projectos, e apenas isso, com que a autarquia brindou alguns poucos dos seus amigalhaços.
A listagem apontada regista um valor a rondar o meio milhão de euros, não para realizar o quer que seja, mas para apresentar como bandeira eleitoral, senão vejamos o Plano de Pormenor da UOP2 está enguiçado porque a Câmara mais papista que o papa, não consultou outras entidades intervenientes e com voto na matéria, desde logo e começando pela desafectação da Reserva Agrícola. E talvez por isso convidaram um pardal para decorar a campanha de António Miguel Pina, que na pratica vem defender o fim da RAN e da REN. A revisão do PDM é feita às escondidas da população, sem a sua intervenção, que mais tarde ou mais cedo terá de ocorrer, mas à pala da qual já mamaram mais de trinta mil euros. O projecto de recuperação do Chalé Saias, está encalhado porque a Câmara fez desaparecer nos últimos três anos cerca de onze milhões de euros e agora não tem dinheiro nem para papel higiénico. O estudo da circular norte de Olhão como se a Estradas de Portugal já não estivesse envolvida nisso, mas a Câmara continua a querer proteger os camaradas de partido a quem permitiu, construíssem em cima do traçado e por aí fora.
Numa altura em que as pessoas andam a contar tostões e a Câmara deve milhões, os nossos eleitos mais não fazem que esbanjar os dinheiros do erário publico.Quem são os beneficiarios disto? Os habitués, os amigalhaços, a quem se distribuem mordomias e benesses.
A máfia politica que se apoderou do Poder na longa e escura noite de quase quarenta anos, usa e abusa dos dinheiros do Povo, a seu bel prazer, sem dar contas, como se deles fosse. Os custos desta politica são debitados ao mais fracos e desprotegidos da sociedade local com o agravamento de taxas e mais taxas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 30 de maio de 2013

OLHÃO: GAMANÇO DE TRÊS MILHÕES NA CÂMARA MUNICIPAL


Finalmente foram apresentadas as contas do Grupo Câmara Municipal de Olhão, ainda que a Mercados de Olhão não cumpra com as regras definidas na Lei das Finanças Locais ao não fazer publicar as suas contas, o que não impediu que delas tivéssemos conhecimento.
Falta ainda a apresentação de contas das empresas que estão fora do perímetro de consolidação como a Águas do Algarve, para que se possam cruzar todos os dados.
No entanto e apesar das limitações, damos hoje à estampa, dois extractos das contas da Ambiolhão e da Consolidação das Contas do grupo Município de Olhão, que agrega o sector empresarial local.
Na imagem de cima, que serve apenas como referencia, pode verificar-se que a Ambiolhão teve um volume de vendas e de serviços prestados de 9.619.654, a que deveriam acrescer as mesmas rubricas da Câmara Municipal no valor de 1.174.869, da Fesnima no valor de 292.362 e da Mercados de Olhão no valor de 247.597 euros, o que tudo somado perfaria 11.334.482 euros, e que deveria estar em conformidade com a Consolidação de Contas.
Mas, a imagem debaixo, o que mostra é que parte do dinheiro desapareceu por obra e graça do divino ou dos autarcas, registando um total de vendas e serviços prestados no valor de 7.485.552 euros, ou seja menos três milhões e trezentos mil euros, que se desconhece o paradeiro.
E para que aqueles que são experts em matéria de contradizer o que se prova documentalmente, lembramos  que a forma como são pagos, se é que são pagos, se ficam a dever, se transferem, se anulam, são meros expedientes para que se perca o rasto do dinheiro.
Certo é, que o Grupo Câmara Municipal de Olhão regista um buraco de mais de três milhões, a somar aos cerca de oito milhões dos dois anos anteriores.
O vice-presidente da Câmara e candidato à sucessão, aproveitando as benesses e o dinheiro do erário publico, vai fazendo a sua campanha, fazendo eco dos seus méritos de gestor na Caixa Geral de Depósitos, no IFADAP, na Administração do Hospital de Faro e também na Câmara Municipal. Só que a gestão autárquica deste ultimo mandato está inevitavelmente pelo gamanço nas contas.
O outro candidato, com um perfil semelhante ainda não se pronunciou sobre as contas do Grupo Câmara Municipal, ou seja não está interessado em impor a transparencia na gestão autárquica.
E com estas brincadeiras, lá vão roubando a população com as taxas da agua e do IMI, motivo mais que suficiente para levar à revolta das pessoas.
GATUNOS! GATUNOS! GATUNOS!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

OLHÃO: AQUI HÁ GATO OU MERDA


As imagens acima reportam extracto da Consolidação de Contas da Câmara Municipal de Olhão, aldrabadas como de costume. No entanto não é esse a razão de ser deste post, que as continhas merecem uma atenção mais profunda.
Chamámos muitas vezes nesta pagina a importância da publicação dos mapas de pessoal e as imagens vêm dar-nos razão quando afirmamos que há movimentações de pessoal indevidas. Assem na imagem de cima é visível o numero de funcionários do grupo, reportado a 3 de Dezembro de 2012 e como se pode ver, a Fesnima não tem um único funcionário, mas tem um administrador remunerado; a Mercados de Olhão tem apenas dez funcionários e mais um administrador remunerado. Ambas são subsidio-dependentes da Câmara Municipal.
Ora a Fesnima tem a exploração dos parquímetros e tem a seu cargo o Auditório Municipal pelo que perguntamos como pode funcionar se não pessoal nos seus quadros e aqueles que vemos fazer a cobrança das moedas não estão designados pelo IEFP como se pretende dizer, o que sugere pagamentos pela porta do cavalo.
A Mercados de Olhão congrega os mercados de Olhão, Fuzeta e Moncarapacho. Os estabelecimentos neles existentes estavam obrigados a ter casas de banho e por isso a Câmara Municipal transformou-os em "centros comerciais", um expediente para tapar aquela lacuna, mas que ao fazê-lo destapa os pés. É que gestão do "centro comercial" compete à empresa Mercados de Olhão, pelo que a manutenção e conservação das casas de banho pertencem a esta empresa, apesar de serem efectuados pelos funcionários da Ambiolhão. Sendo assim, a Ambiolhão estaria, caso pautassem a sua actividade pela transparencia e legalidade, a cobrar a prestação de serviços à Mercados de Olhão, ou, em alternativa, colocar os seus funcionários ao serviço da Mercados em regime de comissão de serviço.
Porque não se age conforme determinam as regras? Porque e de acordo com o nosso Gaspar, as empresas que apresentem de recita menos de cinquenta por cento da despesa deveriam encerrar, e estes administradores da treta que pertencem à legião de boys estaria no desemprego, mas bem reformados.
Só que, e não havendo uma alteração deste estado de coisas, toda a legião de funcionários destas empresinhas e mais alguns que navegam noutros mares, auferem o vencimento pela Ambiolhão e é o munícipe que vai pagar na factura da agua.
Outra curiosidade prende-se com as remunerações dos caciques, com o presidente da Mercados de Olhão a receber de salário liquido bem mais que o vice-presidente da autarquia e ainda mais que o seu comparsa da Fesnima, mal se percebendo estas contas.
Se o salário liquido do administrador da Mercados é de 30.000 euros qual o seu salário bruto, antes das retenções para a Segurança Social e IRS? Aqui há merda!
Seja como for, a canalha acantonada na Câmara Municipal de Olhão, continua na sua saga, até que alguém lhes ponha termo e não deve tardar muito, mas que é deveras revoltante roubarem os parcos recursos dos munícipes, num concelho em que a percentagem de desemprego e de rendimento de inserção social é das mais elevadas do Algarve.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 28 de maio de 2013

OLHÃO: BRANQUEAMENTO NO DIA DO PESCADOR

A Câmara Municipal de Olhão leva a efeito no dia 1 do próximo mês as comemorações do Dia do Pescador, iniciativa que teve o seu inicio em 1997 e que, se é verdade que tem brindado alguns pescadores com medalhas o que não é propriamente o mesmo que lhes prestar homenagem, tem servido para acalmar os pescadores e mantê-los na ignorância das culpas que cabem ao município no desmantelamento da frota pesqueira do concelho.
A verdade é que nunca se ouviram os autarcas pronunciar-se sobre a situação que a pesca atravessa, as causas e efeitos e muito menos sobre soluções, bem pelo contrario. Há cerca de um ano nas instalações do museu, a Docapesca, já sob a direcção do José Apolinário, promovia um encontro para a valorização do pescado, onde para alem do próprio Apolinário e dos edis, participaram outros entidades com particular destaque para o representante do IPIMAR, que aconselhava o método de venda livre a melhor forma de valorizar o produto da pesca, algo que não interessava ao dito Apolinário, que vê na Docapesca um asilo politico a rentabilizar.
Na semana finda, o Município de Olhão de parceria com a Docapesca e a Escola Hoteleira promoveram a Semana da Cavala, ideia de um particular logo arrecadada pelos autarcas, não no sentido da valorização mas na promoção do consumo, para que a Docapesca possa facturar mais. Essa é a única verdade da Semana da Cavala.
No prolongamento do Dia do Pescador, no dia 4 nas instalações do auditório da Biblioteca Municipal, é promovida um sessão de esclarecimento/debate sobre a pesca e aquacultura, onde a abrir temos que levar com a azemula nariguda e a fechar com um autarca a quem falta espinha dorsal, pretendente a sucessor. Pelo meio, um representante do IPIMAR, que dissertará sobre a morte da ameijoa. Depois de tantos anos, afinal o IPIMAR descobriu as causas da morte dos bivalves na Ria Formosa. UM ESPANTO! E mais espantoso ainda, que tivessem convidado para orador, alguém ligado à candidatura do PSD às autarquias.
Para alem das pressões a que o referido técnico é sujeito para branquear o que se passa na Ria Formosa com a poluição, seria de bom tom que de uma vez por todas procurassem dizer a verdade, essa sim a homenagem que aqueles que vivem da Ria querem.
E para que não enganem o Povo, a poluição não é efectivamente a causa directa da morte da ameijoa mas antes a causa da eutrofização da Ria Formosa e da proliferação de agentes patogénicos que induzem os bivalves à morte, atacando-lhes o aparelho respiratorio. Qualquer pessoa compreenderá que com a subida das temperaturas, as carências de oxigénio aumentam e perante um ataque ao aparelho respiratorio, os bivalves sucumbem. É óbvio, até porque tem sido a pratica recorrente das entidades envolvidas, virem dizer que as causa são de origem patogénica sem denunciar a proveniencia do respectivo agente.
Os viveiristas devem comparecer em peso nesta sessão de branqueamento e dar as respostas adequadas a este bando de malfeitores, que se dedicam a brincar com a vida das pessoas. 
E se metessem as medalhas no cu faziam melhor figura!
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

OLHÃO: PRESIDENTE DA CÂMARA CORRUPTO?



Uma das virtudes da democracia é a de ainda podermos pensar sem constrangimentos, por muito que isso doa a alguns farsantes da nossa politica, para quem um recuo na historia daria muito jeito. Ainda assim é preciso um certo cuidado na abordagem a determinadas situações e a algumas pessoas.
Ainda que pense que Francisco Leal é corrupto, não posso porem afirmá-lo porque não sei qual o acto administrativo pelo qual teria recebido ou dado vantagem patrimonial, a forma de pagamento se a houve, o lugar onde poderia ter ocorrido, enfim um sem numero de peripécias que pudessem fundamentar uma acusação de corrupção.
No entanto a falta de transparencia patenteada ao longo dos anos com que tem gerido o seu mandato, na opacidade de algumas das suas decisões e na omissão de outras, as constantes violações  do Código dos Contratos Públicos, das regras urbanísticas em vigor, dos planos de gestão territorial, no secretismo e na ausência de publicações obrigatórias, mesmo apesar do Ministério Publico do Tribunal Administrativo a isso o ter aconselhado, são razões mais que suficientes para pensarmos que o Presidente da Câmara e seus acólitos são corruptos, algo que deve ser denunciado.
A imagem acima reporta uma queixa enviada à Inspecção Geral de Finanças, entidade que absorveu a extinta Inspecção Geral das Autarquias Locais, na qual se refere a ausência das actas nº 10/2012 e da nº 12 do mesmo ano até aos nosso dias, o que é por demais sintomático de que os eleitos pelo Povo, estão escondendo algo de grave, muito grave.
Em principio, a corrupção está associada ao sector imobiliário, aquele que move verbas mais avultadas, e como todos sabemos, é o dinheiro que faz mover os corruptos. A aprovação de projectos imobiliários onde não se devia nem podia, constituí o acto administrativo pelo qual se dá a vantagem a terceiros o que por si só constitui um crime da responsabilidade de titulares de cargos políticos, mas que em regra uma certa magistratura tende a desvalorizar, tal a moldura penal aplicável, altamente favorável a este tipo de escroques da politica. Só falta saber se houve algum pagamento indevido para se poder afirmar que estaríamos perante um caso de corrupção, ficando-se na margem dos crimes conexos. Mas cada um é livre de pensar o que quer.
Contra a falta de transparencia nas autarquias, um problema que é transversal à generalidade delas, contando-se pelos dedos das mãos, aquelas ainda imaculadas (será?), deve levantar-se o Povo repudiando a gestão do Poder Local, mais um aliado de peso na situação de fome e miséria a que os nosso governantes nos votaram.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 26 de maio de 2013

OLHÃO: MAIS UMA TRAPALHADA DA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA

Em Assembleia Municipal, o ainda presidente Francisco Leal acolitado pelo delfim António Pina, afirmou que mantinha a Fesnima, EM para poder recuperar o IVA. Decorridos estes anos, levantam-se agora "duvidas" quanto à aplicação daquele imposto na cobrança das taxas da Mercados de Olhão, pelo que a respectiva administração decidiu suspender, desde Janeiro, a cobrança das mesmas aos comerciantes.
Depois e como já é costume vem desculpar-se com a dificuldade na cobrança para apresentar os resultados que todos nós sabemos como são. Ora se os comerciantes já têm dificuldade em pagar mensalmente como o vão fazer se a Mercados de Olhão deixar arrastar indefinidamente o processo? E lá virão depois as ameaças de cobrança coerciva, isto é, através das execuções fiscais.
A hipocrisia da administração da Mercados de Olhão, uma espécie de moços de recados da Câmara, vai mais longe, e aí parece não ter duvidas,  pretende cobrar aos agricultores, que vendem os seus produtos aos sábados no exterior dos mercados, a taxa de ocupação do espaço publico agravada de IVA a 23%. Ora se tal vier a acontecer, é bem provável que os agricultores mandem às urtigas, a venda naquele tradicional mercado.
A preocupação da Mercados de Olhão deveria ir no sentido da preservação da identidade do mercado tradicional, exercendo uma fiscalização sobre a origem dos produtos, proibindo a venda de produtos que não sejam da região, razão que atrai os milhares de pessoas que ali se deslocam, pela excelência e qualidade daquilo que é nosso. O que a Mercados de Olhão está promovendo, traduz-se na transformação de uma grande superfície, onde se vendem produtos oriundos de paises como Marrocos, Espanha ou mesmo sul-americanos, descaracterizando por completo o mercado tradicional.
A verdadeira razão da despropositada "duvida" tem a ver com a retenção de verbas para o PAEL, de que se queixam não ter sido desbloqueadas mas omitindo que não entregaram toda a documentação de suporte, aliás, pratica habitual numa autarquia que pauta a sua actividade pela opacidade das suas acções.
Os comerciantes e agricultores é que não têm culpa das trapalhadas da autarquia e devem exigir o cumprimento do mau Regulamento da Mercados de Olhão, não permitindo o arrastamento de uma decisão que em nada os beneficia e que vai agravar ainda mais a sua situação.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 25 de maio de 2013

OLHÃO: GRUPO CÂMARA DE OLHÃO NA INSPECÇÃO GERAL DE FINANÇAS




Para desgosto meu acabou-se, por ora, a tinta da impressora o que me impede de dar a imagem da outra queixa feita à Inspecção Geral das Finanças, a entidade que substitui a IGAL e que tem por missão fiscalizar toda administração publica, seja ela central, regional ou local bem como o sector empresarial do Estado. O facto de não poder fornecer a imagem não me impede porem de apresentar uma pequena copia da queixa em falta, feita no mesmo dia e sobre a Câmara Municipal de Olhão:
    Tem documento anexo?: Não
    Assunto da Queixa: Pedido de impugnação das contas da Câmara Municipal de Olhão relativa aos anos de 2010 e 2011
    Questão 1: Os documentos financeiros da Câmara Municipal de Olhão contêm erros grosseiros que adulteram os resultados. A analise do Relatorio e Contas relativos aos anos de 2010 e 2011 mostram a distorção dos numeros. Mais não se vêem os dados da Contabilidade Analitica para se verificar como são gastos os dinheiros publicos
    Questão 2:
    Questão 3: Consultando os documentos publicados no site da Câmara Municipal de Olhão
    Questão 4: Sim, o Ministerio Publico e até hoje sem qualquer resultado
    Questão 5: Cerca de oito milhões
    Questão 6: Francisco Leal, Antonio Miguel Pina, presidente e vice-presidente respectivamente da Câmara Municipal de Olhão
    Questão 7:                                                                                                                                                                           
    Esta situação ocorre quando o presidente e o executivo camarário vêm a terreiro desculpabilizar-se com a falta dos dinheiros do PAEL, omitindo que provocou o endividamento da autarquia foi o bando de malfeitores que a tem gerido ao longo dos últimos trinta e nove anos.
    E como se vê da copia extraída da queixa, já foi pedido ao Ministério Publico, a impugnação das contas relativas aos anos de 2010 e 2011, sendo que neste caso não houve ainda qualquer acção ou reacção apesar de já ter decorrido um ano, o que mostra do péssimo funcionamento da Justiça, como tudo o que é transformado em negocio pelos candongueiros que governaram e governam este País.
    Francisco Leal tem aqui mais uma divida para escrutinar porque o buraco nas contas é demasiado grande para andarmos a brincar. As contas devem ser claras e transparentes não só por se tratar de dinheiros públicos mas também porque o Povo está farto de ser roubado por estes meliantes, feitos políticos. E a haver buraco nas contas como se diz na queixa, devem os aprovantes destas contas, ressarcir a autarquia porque foram eles quem utilizou o dinheiro não se sabe onde, quando ou como, sendo certo que a Câmara Municipal de Olhão, está permanentemente em campanha.
    O Tribunal de Contas é presidido por um camarada e se levanta objecções em relação às dividas apresentadas pela CMO, lá terá as suas razões e pode muito bem estar relacionadas com o pedido de impugnação.
    Entretanto a nossa "bendita" Câmara Municipal já fez publicar as contas do ano de 2012, onde, e apesar de uma leitura superficial, já detectámos algumas aldrabices que brevemente denunciaremos.
    E como hoje termina o prazo por nós dado às Juntas de Freguesia para se porem em conformidade com as publicações obrigatórias dos mapas de pessoal e das respectivas continhas, amanhã faremos o favor de apresentar mais um conjunto de queixas à Inspecção Geral de Finanças.
    Os cambalachos, os favorecimentos, os abusos na aplicação dos dinheiros públicos tem de ter um ponto final e não devemos ser só nós a denunciar as manigancias de um Poder politico podre e corrupto. Rara será a autarquia neste País que não tem telhados de vidro que devem ser quebrados pela pedrada da exigência da transparencia na administração publica, qualquer que seja o seu nível e onde se situe. Todos devem ter em mente, que a implosão de um prédio se faz de baixo para cima, e que o combate aos alicerces do Poder corrupto pode começar pela base, o Poder Local, denunciando os podres.
    REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A ultima mentira do Cacique Francisco Leal,há 20 anos no Poder em OLhão

Câmara de Olhão está paralisada devido a atraso na aprovação do PAEL

Câmara de Olhão espera por 6,5 milhões de euros para pagar dívidas
O presidente da Câmara de Olhão admitiu que a autarquia está “praticamente paralisada” devido ao atraso na aprovação do Programa de Apoio à Economia Local (PAEL) motivado pelos esclarecimentos sobre dívidas pedidos pelo Tribunal de Contas.

Em declarações à agência Lusa, Francisco Leal (PS) disse estranhar que o Tribunal de Contas (TC) peça esclarecimentos sobre dívidas que já tinham sido aprovadas pelo Governo, criando atrasos na disponibilização da verba prevista no PAEL, porque a cada alteração a tutela tem que redigir um novo contrato.

“O grande objetivo do Governo de paralisar as câmaras, está conseguido. E mesmo a questão do PAEL e a rapidez com que eram aprovados os financiamentos e as ajudas, também falhou completamente até agora. Por um lado, o Governo não quer que as câmaras façam nada, por outro lado diz que as câmaras devem pagar e que disponibiliza o dinheiro, mas depois não o disponibiliza”, criticou o autarca.

Francisco Leal explicou que o TC pediu “alguns esclarecimentos, já foram dados e enviados os esclarecimentos”, e agora a autarquia “aguarda que, brevemente, o PAEL seja aprovado” e o Governo disponibilize o empréstimo do Programa II, no valor de 6,5 milhões de euros e com um prazo de amortização de 14 anos.

“Aguardamos a todo o momento que o TC aprove para podermos fazer os pagamentos, porque estamos aflitos. Comprometemo-nos com as pessoas a pagar no terceiro ou no quarto trimestre do ano passado e até agora não conseguimos resolver este problema”, lamentou Francisco Leal.

O autarca disse que parece haver “uma dessincronização entre o Ministério das Finanças e o Tribunal de Contas”, porque houve dívidas que foram aceites pelas Finanças e questionadas depois pelo TC, que disse ter “interpretações diferentes” sobre a mesma lei.

“A autarquia não pode pagar as suas dívidas, porque estão inseridas no PAEL. Mas, mais do que isso, acaba por paralisar a autarquia, porque não sendo satisfeitos esses pagamentos de dívidas através do PAEL, estamos praticamente parados, porque o processo nunca mais se desenrola e nunca mais se resolve e, com a Lei dos Compromissos, acabamos por não poder fazer nada”, criticou.

Cerca de 30 das 111 Câmaras que recorreram ao Programa de Apoio à Economia Local ainda não começaram a receber o dinheiro que pediram porque não apresentaram toda a informação pedida pelo Governo e Tribunal de Contas, disse à Lusa o secretário de Estado do Poder Local.

Os outros cerca de 80 municípios já começaram a receber ‘tranches’ da verba aprovada, num total já distribuído superior a 400 milhões de euros, que constituem mais de metade da verba total do Programa, que rondará os 750 milhões de euros.

O Governo e a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) acordaram a 28 de maio de 2012 a criação de uma linha de crédito com o máximo de mil milhões de euros para permitir às Câmaras em dificuldades financeiras o pagamento a fornecedores das dívidas vencidas num prazo de 90 dias (de curto prazo).

As câmaras que acedem ao PAEL são divididas em dois grupos: as que estão em rutura financeira (Programa I) ficam obrigadas a cumprir parâmetros mais apertados, como a subida o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para a taxa máxima, enquanto as outras (programa II) têm de cumprir contrapartidas menos exigentes. 
 Noticia do Região Sul on line
Nota do Olhão Livre:
O que essa aventesma  do ainda presidente da CMOlhão não diz, é que a CMO, não entregou todos os dados pedidos pelo PAEL, pois como se sabe a CMO deve mais de 60 milhões de €, que tenta a todo o custo esconder, pois está mais que falida, e não se sabe, como esconder mais tempo esta verdade, nem  como os vai pagar.
Mentiroso um dia mentiroso toda a vida, é esse o lema do Cacique Francisco Leal,que mente com todos os dentes que tem na boca,como no caso do PAEL,pois a CMO só está paralisada, naquilo que ao cacique lhe interessa.pois no que toca a festas e festarolas promovidas pela CMO ou pelas empresas municipais, essas não vão parar até às eleições autárquicas. Assim como não param os espectáculos semanais,e  ruinosos no Auditório Municipal de Olhão.
Os mandantes de Olhão, devido às dividas acumuladas (alguma delas de 80€) ,e à adesão ao PAEL, vieram assim obrigar os cidadãos de Olhão, a pagar o IMI mais alto de Portugal, ou seja um cidadão com casa em Olhão(á excepção do Real Marina Hotel que paga a taxa mínima de IMI em OLhão), que se empenhou para comprar a sua própria habitação, paga o mesmo valor de IMI ,como quem tenha uma mansão em Vilamoura, Quinta do Lago ou Vale do Lobo,e esta heim? Não sabiam? Então perguntem o motivo aos  vendedores de ilusões, que se mantêm no poder há 39 anos em Olhão.
Também devido à adesão ao  PAEL, a CMO.Também em breve, vai ter de aumentar a agua, outra vez ,além de que em  Olhão devido aos sucessivos, aumentos da agua ,já é o concelho de Portugal, com mais cortes de agua por famílias roubadas pelos sucessivos aumentos,e que já nem a agua conseguem pagar.Sobre esse novo aumento da agua claro que  estão mais calados que uns ratos de esgoto, pois sabem que não dá votos, e a campanha eleitoral já aí anda, com as inaugurações em breve,  de estátuas, na Fuzeta, e  Olhão com estátuas à  Floripes e ao Menino dos Olhos Grandes ,como se com esta crise, as estátuas dessem de comer ao povo do concelho, cada vez mais esfomeado!
As eleições estão aí e o que o povo deve fazer, é: Castigar esses aldrabões, que promete mundos e fundos para serem eleitos, mas que depois de eleitos, só sabem roubar e aldrabar  o povo que os elege.













quinta-feira, 23 de maio de 2013

OLHÃO: OS PEQUENOS FEUDOS NA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA

Que a Câmara Municipal de Olhão, o principal órgão autárquico do concelho pautasse a sua actividade pela falta de transparencia, já todos nós sabíamos mas os pequenos feudos da partidarite local não lhe ficam atrás. A maquina montada em torno das Juntas de Freguesia não é diferente da que está instalada na Câmara, mesmo quando é gerida por outro partido. 
Pode-se pois dizer que em matéria transparencia, os dois principais partidos, usam o Poder como se fossem deles, limpando o cu à legislação e fazendo-se donos daquilo que é de todos nós, à semelhança do que faz o Poder central, o Governo.
Numa ronda de fiscalização pelas Juntas de Freguesia, pude constatar que a única que publicou a prestação de contas foi a de Olhão, pressionada é certo mas que as publicou; a de Quelfes não publicou as contas, mas publicou o mapa de pessoal, a única a fazê-lo; a da Fuzeta não publicou nem uma coisa nem outra, talvez por ter sido governada durante anos pelo actual presidente da Câmara; a de Moncarapacho, gerida pelo PSD nem site tem, pelo que não há conhecimento nem do mapa do pessoal nem das contas; a de Pechão nada publica, nem mapa de pessoal nem prestaçao de contas. Resumindo e concluindo, pode dizer-se que no Poder autárquico olhanense não há contas. E se é legitimo apontar o dedo aos partidos que exercem o Poder, não podemos deixar de o fazer aos da oposição que não fiscalizam os actos dos órgãos que integram. Tenham dó, uns e outros!
Da Junta de Freguesia de Olhão por estar numa área abrangida pelo sede do município, parte daquilo que deveriam ser competências e responsabilidades suas. está nas mãos de terceiros, o que é pratico nestas situações. Uma figura de fachada e talvez a única que merecias ser extinta no processo da reforma administrativa, mas que mesmo assim deixava duvidas. O clientelismo, o peso eleitoral falou mais forte.
A Junta de Freguesia de Quelfes não publicou as contas e também tem razões para não as publicar. Tipicamente uma "empresa familiar", com avenças a familiares, comprou uma fotocopiadora por 6.200 euros sem ter dado a conhecer ao portal Base do governo o ajuste directo, estando pois, em violação do Código dos Contratos Públicos.
A da Fuzeta já vem dos tempos da Revolução com contas por apurar. É a Junta com maior poder económico, que não precisa das verbas do município para se sustentar, mas também por isso e porque se trata de dinheiro dos contribuintes, deveria mostrar onde, quando e como gasta os seus dinheiros.
A Junta de Freguesia de Moncarapacho não tem site e por isso estamos impedidos de nos pronunciar pelas habilidades na sua gestão, mas não podemos deixar passar em claro que o filho do respectivo presidente, construiu uma casa em Reserva Ecológica, com ligação clandestina à rede de águas, como então denunciamos nesta pagina.
A Junta de Freguesia de Pechão, à semelhança das anteriores nada apresenta, mas também se sabe que o seu presidente "encomendou" à Câmara Municipal de Olhão, o calcetamento de uma propriedade privada, quando a utilização de bens públicos de forma indevida é susceptível de constituir crime.
Registamos assim, que o conjunto da administração publica olhanense gerida por titulares de cargos políticos, pauta a sua actividade pela opacidade da gestão para encobrir a pratica de crimes, pelos quais deviam responder.
Ficam daqui avisados que têm até sábado para publicar os mapas de pessoal e as prestações de contas, sob pena de o ter de fazer por indicação da Inspecção Geral das Finanças!
Os portugueses e não só os olhanenses, estão fartos de ser roubados directa e indirectamente pela administração publica, viciada na pratica criminosa dos apadrinhamentos, favorecimentos e outros cambalachos.
BASTA DE GAMANÇO! NÃO AO ROUBO DOS DINHEIROS PUBLICOS!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Dia Mundial da Biodiversidade, o que mudou na Ria Formosa!

Este ano, o tema do Dia Mundial da Biodiversidade é "Água e Biodiversidade", no âmbito da Década das Nações Unidas sobre Biodiversidade e coincidindo, também, com o Ano Internacional de Cooperação pela Água.
Na Ria Formosa alguma coisa mudou. Por exemplo em Faro, ao pé do moinho da Horta da Areia onde o Olhão Livre, denunciou um  foco de poluição de um esgoto tóxico a céu aberto sem qualquer tratamento e onde estava uma mota no final dos esgotos venenosos, alguém responsável, incomodado pela foto, mandou retirar a mota. É verdade que o esgoto tóxico continua a verter para a Ria sem qualquer tratamento, mas em Faro alguma coisa mudou desde que colocamos este post. Os responsáveis do ambiente na C.M.Faro provavelmente lêem o OLhão Livre e tomaram algumas medidas, pois a sucata no cais Comercial desapareceu, bem como o barco afundado que era um foco de poluição dentro da Ria e um perigo para a segurança das embarcações que navegam nesse esteiro.
Contudo o lixo por detrás do estaleiro da CMFaro ainda lá continua e, se nos deixa contente a retirada da sucata atrás referida, não podemos deixar de  criticar e denunciar a continuação desse esgoto tóxico e a lixeira a céu aberto por detrás dos estaleiros da C.M.Faro no Cais Comercial. Até quando perguntamos nós????

 

 

Já em Olhão nada mudou, antes pelo contrário. Os esgotos tóxicos a descarregar na Ria continuam, embora os cidadãos e os viveiristas que dependem da Ria, façam queixas sistemáticas ao Procurador da Justiça em Olhão, que se dá ao luxo de as arquivar, argumentando que são águas fluviais, como se houvesse águas fluviais em pleno verão.
Também várias queixas foram feitas ao PNRF mas este nada faz. Se as queixas que os Guardas da Natureza recebem dos viveiristas sobre o esgoto da Docapesca chegaram ao director do PNRF, devem ter ir logo para o lixo, pois em mais de 10 anos foram feitas dezenas de queixas. Até hoje lá continua o esgoto da Docapesca a verter o veneno nas aguas da doca, com os pescadores a lavarem o peixe e os apetrechos de pesca com essa água mais que envenenada enquanto os inspectores da ASAE vêm dizer aos pescadores que se encontrarem ferrugem nas embarcações são multados.
As fotos que vos deixo são já muito conhecidas, mas continuam mais que actuais. Os aterros na zona húmida da Fuzeta perto da antiga ETAR continuam, com o consentimento do PNRF, da ARH, do SEPNA, da C.M.Olhão e da Junta de Freguesia da Fuzeta e de Moncarapacho.
Quer isto dizer que, em Olhão, a mentalidades dos autarcas é de tal forma assassina, que o ainda presidente da CMO, depois de 20 anos no poder não quis acabar com esses esgotos tóxicos. Além disso, a pouca vergonha do candidato à CMO António Pina (filho)é tanta que ele, usando a sua página do Facebook, veio vangloriar-se do arquivamento de uma queixa sobre os esgotos em Olhão, por parte do procurador. Querem negar aquilo que até os cegos não vêem mas sentem, tal é o cheiro nauseabundo  a merda, que todos esses esgotos emitem.
Deixamos as imagens que valem mais que as palavras.

 





terça-feira, 21 de maio de 2013

Salvem a Ria Formosa Porra! Pois o povo que dela vive,está farto de mentiras!

foto noticia

Como gostamos de desafios, de debates e de troca de  ideias, iremos a essa conferência do Mar,pois o mar está no sangue de qualquer cidadão de Olhão.
Claro que a 1ª coisa que faremos, depois de ouvir as ideias sobre o Mar,que os 3 distintos oradores ,irão dissertar,é: Questionar se a Ria Formosa é contemplada por essa ideia de Economia do  Mar?
Um dos oradores Cristóvão Norte até esteve presente numa discussão publica em Olhão no dia 20 de Janeiro do ano em curso, o nome dessa discussão publica, era bem explicito:"Salvem a Ria Formosa".
"A sessão, como não podia deixar de ser, foi presidida pelo deputado Cristóvão Norte, nomeado relator pela Comissão Parlamentar de Ambiente que fez questão de frisar que era nessa qualidade que ali estava e não em representação do partido pelo qual foi eleito."
Dessa discussão foi relatado ao deputado da nação o estado lastimoso e criminoso que a Ria Formosa se encontrava e encontra.
Como já estamos fartos de divulgar noticias nossas sobre os crimes da Ria penso que é melhor dar o lugar a outras vozes que se vão ouvindo pois se a Ria já foi considerada outrora  paraíso dos Cavalos Marinhos,e uma das maiores colónias de cavalos marinhos do mundo hoje depois da eleição da Ria Formosa como uma das 7 Maravilhas da Natureza os Cavalos Marinhos desapareceram mais de 90% da Ria Formosa,como se pode ler aqui:
Como só um site não chega mostramos mais informação lendo aqui
Como se pode ver a poluição é um dos factores entre outros que podem levar há extinção os cavalos marinhos,carregando aqui pode ler essa grande verdade,sobre o perigo da poluição na ria Formosa, que estamos fartos de alertar.
Depois de tudo isso é bom lembrar que em 2009 era esta a realidade.
O que mudou? A poluição é cada vez maior,fruto das descargas Tóxicas directas para a Ria Formosa sem qualquer tratamento,provenientes dos esgotos directos e não tratados,como os do T em Olhão da Docapesca da Marina e da Horta da C.M.OLhão,e da C.M.Faro com o esgotoTóxico  do Moinho da Horta da Areia, entre outros, assim como os  das escorrências assassinas das ETARs da Aguas do Algarve, que nós, e o  Movimentos de Cidadania  "Somos Olhão", estamos fartos de denunciar, e fazer queixa a todas as autoridades desde nacionais e até a estâncias europeias.Até hoje ninguém nos ouviu há excepção do deputado Cristóvão Norte,que se deslocou a Olhão para ouvir quem queria ser ouvido,mas parece que o poder, nas coisas que os cidadãos  se queixam, as orelhas de quem está no poder,ou seja ficam poluídas, com cera ,e não escutam as vozes desses cidadãos,que só querem uma coisa tão simples como esta: Salvem a Ria Formosa Porra!
Ou será preciso o povo que vive da Ria e da Ria depende, se revolte,e que tome medidas drásticas, para depois lhes virem apelidar de  terroristas?
É bom que tragam a lição bem estudada, mas que não mintam mais uma vez!Pois a Ria  Formosa é a unica riqueza de mais de10 000 pessoas que dela dependem.

OLHÃO: CÂMARA EM CAMPANHA ELEITORAL

Ninguém dirá que a Câmara Municipal de Olhão tem um grave crise de financiamento, tendo até de pedir um resgate, perante o despesismo patenteado na promoção eleitoral dos seus gestores.
Em http://www.base.gov.pt/base2/html/pesquisas/contratos.shtml?tipo=1#201233 constatamos a aquisição de uma estátua de homenagem ao pescador bacalhoeiro da Fuzeta, que aplaudiríamos se...
Se repararem no conteúdo do documento verão que o contrato foi celebrado em 27/09/2010, valido por 487 dias e portanto até Fevereiro de 2012, no valor de 63.000 euros.
O prazo para a conclusão dos trabalhos está largamente ultrapassado em 15 meses e o monumento só deverá ser inaugurado a 16 de Junho do corrente ano. A primeira questão que se levanta desde logo, é a da oportunidade de fazer convergir a inauguração do monumento com o período eleitoral que se avizinha e desse ponto de vista, é de um objecto oportunismo politico que os detentores do Poder usam e abusam para proveito próprio.
A segunda questão tem a ver com a despesa efectuada num período de extrema dificuldade económica e financeira da autarquia e sobretudo da população. Gastar dinheiro desta maneira, por mais justa que seja a homenagem no actual contexto, é completamente despropositado, e pior ainda quando a autarquia se dedica a assaltar as carteiras dos municípes.
Por outro lado lembramos que a Câmara Municipal de Olhão tramou a Fuzeta, lavando as mãos do processo de agregação da freguesia, que será, para nós, sempre a Freguesia da Fuzeta, humilhada pelo Poder politico, nomeadamente dos partidos que inventaram a agregação, PSD e CDS mas também dos partidos traidores que se puseram à margem do processo abandonando a população da Fuseta ao deus dará e que agora, numa farsa montada para limpar a imagem deixada, vêm inventar uma homenagem, que sendo justa, trata-se de mais uma palhaçada de Francisco Leal.
A Vila da Fuzeta é uma povoação de larga tradição na pesca, seja ela do bacalhau, de Marrocos ou costeira, bastando para isso lembrar a famosa pescada da Fuzeta. E como a generalidade da sua população vive directa ou indirectamente da pesca, a melhor homenagem que lhe poderiam prestar, era a de criar condições para que a exerçam em segurança e condições. Os aldrabões no Poder sempre levantaram a Barra da Fuzeta como uma bandeira eleitoral nunca cumprida; o pequeno porto de pesca, outra bandeira incumprida. E se se pode minimizar as condições do porto, já o mesmo não se pode dizer o mesmo da barra, que foi desviada apenas porque a Câmara Municipal de Olhão autorizou construções onde não podia nem devia para favorecer terceiros.
E porque não acreditamos na inocência desta cambada, com sinais demasiado evidentes da pratica de crimes conexos aos de corrupção, lembramos que até há bem pouco tempo, o Edificío Delmar construído em Domínio Publico Maritímo sem qualquer titulo de utilização ou ter feito prova da propriedade, tinha à venda apartamentos por 850.000 euros. Qualquer um, perceberá que com tanto dinheiro ganho, alguém estará a receber alcavalas por fora, Eu não sou!
Os pescadores da Fuzeta devem receber esta "dádiva" com a indiferença que o Poder merece porque o que pretendem é algo mais objectivo para a sua actividade e que não se compadece com promessas eleitorais sempre adiadas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 20 de maio de 2013

OLHÃO: CÂMARA SEM NORTE


As imagens reportam extracto do pedido de resgate ao PAEL e mostram o que o bando de malfeitores que a dirige pretendem fazer ao Povo de Olhão, sendo que algumas das medidas já foram executadas e outras ainda mais gravosos para as condições de vida da população está em marcha.
No segundo paragrafo é dito claramente que se pretende uma reapreciação em todos os tarifários do município para que se maximizem os preços praticados algo que a população de Olhão já começou a sentir e sentirá ainda mais. Na continuidade da linha de pensamento e acção e sabedores que o Povo não tem dinheiro para pagar a factura da agua, pretende-se uma maior celeridade na promoção dos processos de execução fiscal. Os pulhas pretendem usar mais o músculo do que a cabeça e nisso são iguais ao governo de Passos e Portas.
Mas também pretendem a alienação de património como forma de assegurar mais uns patacos e vai daí sacam dos lotes no Loteamento do Porto de Recreio, no loteamento municipal da Fuzeta e ainda do terreno da Urbanização turística de Marim.
Para alem da insanidade que se apoderou destes pulhas, temos a registar que o loteamento do porto de recreio envolve uma área que é do Domínio Publico Marítimo e outras que são de privados como a antiga congelação, mas que a Câmara Municipal de Olhão meteu tudo no mesmo saco. E não foi ao acaso que o fez, porque isso lhe permitia "acrescentar" a volumetria. A Câmara Municipal de Olhão omite, como é habito, que qualquer loteamento com mais de 4 ha ou 100 fogos, tem de ser submetido a discussão publica, que não promoveu e por isso o loteamento ser passível de nulidade. Já o loteamento da Fuzeta traz agua e muita no bico. É que só foi possível fazer o loteamento, registando um conflito de ordenamento que levou o Parque Natural da Ria Formosa, autora do POOC, a tirar ao parque para dar à Câmara de Olhão. O loteamento estava na área de intervenção do Plano de Ordenamento do Parque, essa é que é a verdade. Mas o POOC foi aprovado em 2005, há oito anos e o loteamento tem quase tanto tempo quanto o POOC. Depois de ter vendido alguns lotes a quem muito bem quis e entendeu, alguns ao preço da uva mijona, preço de amigos, de repente acabaram-se as vendas. Porquê? Acaso haveria alguém interessado naqueles lotes e aguardavam uma tomada de decisão? Para quem conhece a Fuzeta, sabe do potencial turístico do loteamento e se nos lembrarmos que estava previsto um núcleo de desenvolvimento turístico para a zona, então adensam-se as suspeitas de uma golpada pensada mas não concretizada. A verdade é que passados estes anos, mesmo antes de ter rebentado a crise que os camaradas do partido no Poder promoveram, os lotes não foram vendidos e querem-no fazer agora, a que preços? Quem será o camarada interessado, sim , porque os preços a praticar terão de ser bem apelativos para aparecer algum comprador. Quer dizer que os loteamentos estão em saldo para não dizer no prego.
No domínio da despesa prevê-se um grande esforço de contenção, redução e racionalização de todas as despesas. Aldrabão sou eu e não minto tanto. Basta olhar para a promoção de eventos. Redução efectiva  nos custos de comunicação, de utilização de viaturas. Isto é ridículo. Alguém vê o António Miguel Pina ou o Carlos Martins, mais uns quantos chefes que utilizam as viaturas como se suas fossem, passar a andar nos seus popós?
Redução dos espectáculos do auditório em 50%. Quem deu por essa redução a não ser os aldrabões?
Muito mais havia para dizer, mas esta treta já vai longa de mais e cabe aos nosso leitores ajuizarem da mentira, da hipocrisia de quem gere os destinos da autarquia, continuando com os gastos supérfluos e roubando as pessoas. Se alguém tiver duvidas quanto à veracidade do documento pode vê-lo em http://www.cm-olhao.pt/municipio/documentos/category/145-pedido-de-adesao-ao-pael.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 19 de maio de 2013

OLHÃO: GOLPADA ATRÁS DE GOLPADA NA CÂMARA

Ainda há poucos dias denunciávamos a promiscuidade da autarquia com uma empresa de eventos, propriedade do cunhado do presidente do conselho de administração da Fesnima e eis que surge novo contrato como se pode ver aqui http://www.base.gov.pt/base2/html/pesquisas/contratos.shtml?tipo=1#734431.
O contrato anteriormente denunciado, foi celebrado com a Ambiolhão enquanto no ano anterior e para o mesmo efeito havia sido com a Câmara Municipal de Olhão, mal se percebendo porque as entidades adjudicantes vão mudando, ano após ano, para eventos da mesma índole e muito menos quando a autarquia tem uma empresa criada exclusivamente para esse efeito.
As justificações dadas pelo responsáveis políticos da Câmara Municipal de Olhão, nomeadamente o seu vice-presidente e candidato à sucessão, é a de que através da empresa seria possível recuperar o IVA, e que o presente contrato vem desmentir.
No fundo, o que está em causa é, por um lado, a permanência de um administrador remunerado, portanto um tacho para um boy, e por outro dar de ganhar a outro camarada, ex-funcionário da autarquia. É para isso que estes crapulas da politica lá estão; para a partilha dos dinheiros públicos pela quadrilha que há quase quarenta anos governa a Câmara.
Em ano de eleições a quadrilha, sediada na antigo edifício da alfandega e ocupante do Largo Sebastião Martins Mestre, promove eventos atrás de eventos que na pratica se traduzem numa campanha eleitoral encapotada. O Povo costuma dizer que COM PAPAS E BOLOS SE ENGANAM OS TOLOS e é essa a politica desta escumalha. Festas e festinhas para entreter o Zé Pagode enquanto o roubam na factura da agua e do IMI e o que mais se seguirá.
A Câmara Municipal de Olhão candidatou-se ao resgate financeiro, PAEL, sabendo de antemão os custos que isso significava para a população pelo que estava implícito, vendo-se obrigada à redução de custos, pelo menos assim se comprometiam, mas fazem exactamente o oposto, continuando a delapidar os escassos recursos e conduzindo a autarquia para o sufoco financeiro. Aliás, foi pela gastos supérfluos exagerados, associados a uma gestão ruinosa que a Câmara Municipal se viu obrigada a recorrer ao PAEL, aprovado pela Assembleia Municipal, com o apoio do PSD, a eterna muleta desta cambada.
No próximo acto eleitoral, os olhanenses têm uma oportunidade de mandar uns e outros às urtigas, porque já deram provas mais que suficientes de que a sua governação é contraria aos interesses do Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 18 de maio de 2013

OLHÃO: QUANDO ACABA ESTE GAMANÇO?

Fomos informados por leitor atento de que na Rua Joaquim Ribeiro, um prédio cujo valor patrimonial em 2012 era de 32.000 euros, com a reavaliação para 2013 viu o seu valor ser agravado em 50%, passando para 48.000, e do qual resulta o pagamento de IMI no valor de 240 euros.
A Câmara Municipal de Olhão, que não sabe fazer outra coisa que assaltar o contribuinte, não teve em conta as reavaliações dos prédios e vai daí, aplicar a taxa máxima de IMI, quando na passagem de 2011 para 2012 já o havia aumentado nos prédios avaliados como se pode ver aqui http://www.diarionline.pt/noticia.php?refnoticia=136565.
Em 2002, a Câmara Municipal de Olhão fez aprovar um Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação em que, contrariando o Plano Director Municipal, aliviava o valor das áreas de cedência transformadas em áreas de compensação, reduzindo por formula magica, em 700 vezes o valor a pagar, para alimentar os patos bravos da construção civil, mas reduzindo substancialmente os rendimentos da autarquia.
E como se não bastasse essa redução, ela teve outras implicações, nomeadamente na falta de qualidade de vida da cidade, não se construindo zonas verdes nem equipamentos colectivos, como ainda levou ao endividamento da Câmara.
Betão e alcatrão foi a perspectiva de desenvolvimento preconizada por autarcas, mas também o meio de mamar e dar de mamar a comparsas.
Veja-se por exemplo a urbanização de Marques e Guedes, uma empresa do regime, em Brancanes onde o anterior proprietario estava obrigado a canalizar as águas pluviais para a Quinta do Brejo com mais de mil metros de tubagens e o novo descarrega na estrada à saída da urbanização. O anterior proprietario ainda propôs, em vão, fazer uma caixa de retenção para as águas pluviais tendo em conta os índices pluviometricos, numa clara perseguição politica.
Se compararmos o agravamento que o prédio da Rua Joaquim Ribeiro sofreu e tivermos em conta que o Marina Village, da Bernardino Gomes, para alem do beneficio do valor patrimonial declarado não corresponder ao valor que os proprietarios dos apartamentos pagaram ainda viu o seu índice de localização reduzido, é caso para dizer que esta Câmara Municipal, sabe a quem e porque dá benefícios a uns e assalta  outros.
Dos candidatos às próximas eleições autárquicas, particularmente do PS e PSD, não se ouve uma palavra sobre estes assuntos que esmagam os rendimentos do Povo, porque afinal são farinha do mesmo saco, diferindo apenas na forma que não no conteúdo, de estar na politica. É a visão dos cifrões a prevalecer sobre as pessoas.
O Povo de Olhão pode e deve penalizar esta forma de fazer politica dizendo "BASTA! CHEGA DE GAMANÇO! Não votar nestes candidatos que não representam qualquer mudança ou alternativa à gestão ruinosa da autarquia.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

OLHÃO: O PODER NAS MÃOS DE PULHAS E LADRÕES

A Câmara Municipal de Olhão tem três empresas, formando um grupo empresarial, onde as contas a prestar ao Povo, é das coisas mais escuras que pode haver. Nenhuma das empresas e particularmente a Ambiolhão apresentam uma contabilidade analítica que permita ao cidadão interessado, saber exactamente como são gastos, cêntimo a cêntimo, os dinheiros que lhe são roubados sob a forma de taxas e impostos.
Se dizemos que são roubos é porque aquilo que fazem, é a rapinagem dos poucos euros que um Povo na miséria, que passa fome, tem para a sua sobrevivencia.
E como se não bastasse o roubo, o objecto do saque está bem há vista de todos, ainda que muitos não percebam, gastando o nosso dinheiro como se deles fosse, em festas e mais festas, como se vivessem na abastança. No fundo estamos a alimentar um bando de porcos, de pulhas, que rouba descaradamente o Povo em proveito próprio e dos seus camaradas.
Uma das empresas, a Fesnima, tem como objecto social, há pouco alterado, a promoção de eventos, a Mercados de Olhão a exploração dos mercados de Olhão, Fuzeta e Moncarapacho e a Ambiolhão para alem de fornecer a agua tem a seu cargo o encaminhamento da merda para as ETAR.
Sendo a Fesnima a empresa dos eventos, mal se compreende aparecer agora a Ambiolhão a promover a Semana do Bebé a que acrescentaram o ambiente, gastando 10.995,00 euros, que vai cobrar na factura da agua. Ora com ambiente ou sem ele, e nisso o concelho revela a maior falta dele, existindo uma empresa de eventos, não faz sentido a ligação da empresa da caca, a não ser que...
A empresa contratada para o monta e desmonta, a que a Câmara Municipal já nos habitou, é nem mais nem menos do que a CR20, empresa pertença do cunhado do presidente do concelho de administração da Fesnima, o que geraria um conflito de interesses, pelo que havia  necessidade de arranjar um expediente para ultrapassar o incidente, que há que dar de mamar a esta cambada. 
Já no fim de ano e com o apadrinhamento da abelha maia, foi promovido um evento em que a empresa do dito cujo era a beneficiaria, e por isso foi apoiado pela Mercados de Olhão. Esta teia de cumplicidades e promiscuidades, entre as empresas municipais e o município, mais os negócios dos familiares e dos camaradas, é uma forma de roubar ao Povo para distribuir pelos comparsas, até que um dia a casa venha abaixo.
É óbvio que nada temos contra a Semana do Bebé, bem pelo contrario. Aquilo que aqui se critica, não é o evento mas as negociatas pouco claras da autarquia geridas por pulhas sem escrúpulos que não hesitam em roubar ao Povo e dividir entre eles o saque.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 16 de maio de 2013

OLHÃO: AUMENTA O CALOTE DA CÂMARA. NÃO PAGUEMOS!

Como é do conhecimento da maioria das pessoas, o governo PSD/CDS pretende pôr as pessoas a pagar as dividas que as câmara municipais contraíram junto dos fornecedores de bens e serviços em alta, nomeadamente de agua e saneamento básico, e para as quais não foram tidos nem achados.
O endividamento passado, presente e futuro das autarquias não se reflecte na melhoria da qualidade de  vida das populações, bem pelo contrario, funcionando quase como um garrote que põe ao pescoço dos cidadãos.agua. O endividamento foi criado para criar um enorme sindicato de voto, para a distribuição de mordomias e para favorecimentos de toda a natureza menos por quem deles efectivamente precisava.
A Câmara Municipal de Olhão é um exemplo disso e visível nas contas da Ambiolhão, EM que tem a exploração daqueles serviços em baixa.
Sem qualquer justificação aparente, os quadros da Ambiolhão cresceram de 185 funcionários para 240. Situação a que não será alheia a vontade do governo de mandar fechar as empresas municipais que não apresentem rácios de solvabilidade. Assim algumas ficam com receitas e a Ambiolhão com as despesas que fazem reflectir na factura da agua.
Curiosamente, as contas demonstram como se degrada a rede de distribuição de agua e saneamento básico. É que nas depreciações são avançados valores de mais de quinhentos mil euros enquanto que o investimento na rede não vai alem de 135.000. É óbvio que com uma gestão destas a rede vai apodrecendo e o desinvestimento na rede proporciona as perdas que aliadas ao consumo próprio da autarquia correspondem a mais de 25% da agua consumida no concelho e cobrada aos municípes.
No entanto há uma conta muito mal explicada nestes documentos, assinados por António Miguel Pina, candidato à sucessão e à gestão da roubalheira que é a facturação da agua. Trata-se de "Outras Contas a Receber", não se tratando de clientes e porque se de eles não é, de quem será esta misteriosa conta que aponta para os 5.100.000,00 euros? Bom, a Câmara caloteira, depois de ter levado o Sporting Clube Olhanense a endividar-se prometendo dar-lhe um subsidio que fez aprovar em Assembleia Municipal e não pagou, também estabeleceu um contrato-programa com a Ambiolhão que não cumpriu, sendo da sua responsabilidade a maioria, senão o total, daquela verba, ao mesmo tempo que aumentava o endividamento em cerca de quatro milhões e meio.
Devem os municípes ser penalizados por uma gestão ruinosa e quem sabe fraudulenta, quando dela não tiveram qualquer beneficio? NÃO! E por isso não devem pagar, mas para o conseguirem têm de tomar uma atitude, confrontar estes candidatos a ditadores com as próprias contas e encostá-los à parede. Estamos em vésperas de um acto eleitoral e temos a melhor oportunidade para o fazer: Querem o meu voto, alterem o tarifário do roubo!
As candidaturas do PS e PSD, no alinhamento que fazem com o Poder central, caso vençam as eleições, não deixarão de exigir mais sacrificíos ao Povo mas não abdicam das mordomias, dos pervilegios, e continuarão a pautar a sua actividade pela opacidade das decisões.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

OLHÃO: GAMANÇO NAS CONTAS DA AGUA

Finalmente a Ambiolhão publicou as suas contas e como era de esperar, há nelas algo que não bate certo e que só os criminosos políticos que estão na Câmara Municipal de Olhão poderão explicar. Continua por publicar o mapa do pessoal e mais adiante os nossos leitores perceberão a importância do conhecimento do seu conteúdo.
Numa primeira leitura e muito rápida deu para perceber que aumentou quase para o dobro a divida a fornecedores, passando de 5.282.965,53 para 9.725.664,46 euros, acima  do valor das mercadorias e serviços vendidos, o que equivale a dizer agua e saneamento básico que se situou nos 9.69.654,68 euros.
O custo das mercadorias foi de 2.351.431,59 e, o que supomos por não estar descriminado mas duvidamos, do custo de saneamento básico é de 2.443.419,64 euros.
Os custos com o pessoal cresceram 20% passando de 2.093.868,48 para 2.467.478,11 euros, mal se percebendo o porquê deste crescimento.
Os números foram retirados de http://www.ambiolhao.pt/site/images/empresa/Anexo_Demonstracoes_Financeiras_Individuais_2012.pdf , faltando ainda comparar com os documentos do ano transacto e com o Relatório e Contas da Águas do Algarve.
A soma destas parcelas dá qualquer coisa como 7,272.329,34 euros e representam o grosso das despesas, não se percebendo onde a Ambiolhão andou a gastar o dinheiro para que a divida a fornecedores tenha crescido quase para o dobro, a não ser que os dinheiros que os munícipes pagam seja canalizado para pagamento de ordenados da Câmara Municipal, a empresa mãe do grupo.
Mas a analise das contas não se pode ficar por aqui e deve ser mais aprofundada e isto porquê? Porque as contas da empresa, importantes para sabermos como são gastos os dinheiros públicos, não dizem quais os custos efectivos da agua, do saneamento básico, de investimentos nas redes, consumos intermédios e, e apenas do pessoal afecto àqueles serviços, os únicos custos que devem ser reflectidos na facturação da agua e do saneamento básico.
As autarquias quando cobram o IMI devem alocar essa verba para pagamento da limpeza urbana e só isso faz sentido, da mesma maneira que as verbas das áreas de compensação do sector imobiliário devem ser afectas á reparação e manutenção das zonas verdes.
Pretender que a facturação da agua reflicta todos os gastos da empresa, como os cambalachos de admissão do pessoal pela porta do cavalo, autentico sindicato de voto, é um roubo e o Povo de Olhão deve lutar contra isso, até porque dentro em breve a facturação quase vai duplicar por causa da acção criminosa destes crapulas, acoitados na administração publica para se abotoar e dar de mamar aos comparsas.
PELA TRANSPARENCIA NAS CONTAS PUBLICAS! FIM DO GAMANÇO! FORA COM ESTES POLÍTICOS!
REVOLTEM-SE, PORRA!


terça-feira, 14 de maio de 2013

SIMPLESMENTE, GATUNOS!

A Ministra do Ambiente, Assunção Cristas mandou para promulgação o decreto que prevê o agravamento da factura da agua, de tal forma que absolve a cambada de gatunos que tem cobrado a agua e o saneamento mas que não pagam a quem deviam.
O sector empresarial do Estado tem de ter as contas as suas contas prontas a 31 de Março de cada ano e devem publicá-las no respectivo site. Tal não acontece por saberem da existência de olhares curiosos que vão vasculhar as trapalhadas que por ali vão, como no caso da Águas do Algarve.
A Câmara Municipal de Olhão tem vindo a aumentar a divida apesar dos munícipes pagarem, desviando as verbas para fins diferentes daqueles a que se destinavam, roubando os contribuintes ao pagarem despesas que nem sequer eram da Câmara, como aconteceu com a despesa da sede de campanha do partido socialista.

O que irá aumentar o preço da água para os utilizadores, explica o presidente da AEPSA, são os custos relacionados com o "processo de facturação", "sistema de cobrança", "adaptação dos sistemas informáticos", "criação de novos modelos de factura e da própria factura", "testes virtuais de envio de facturas" e "processos de gestão de tesouraria".

A frase acima ilustra bem a forma de pensar de uma ministra desfasada no tempo, longe da realidade e que não deve saber o mínimo de contas, posto que isto são custos das empresas, já reflectidos na facturação sem necessidade de discriminação, incluídos no preço dos bens e serviços prestados pelo quais somos assaltados todos os meses e que a ser aprovada só faz sentido se acompanhada de uma redução do tarifário. Então, o que pretende na realidade a ministra? É do conhecimento publico o endividamento das autárquicas às empresas de exploração em alta e a ministra em lugar de obrigar as autarquias a pagar a divida, que enquanto consumidores já pagámos, prefere onerar os consumidores como se fossem estes os culpados do gamanço e da pilhagem de certos autarcas.
Em Olhão, a empresa municipal herdou a divida do município, criada pelo criminoso partido que tem exercido o Poder, muitas das vezes com maioria absoluta, e acompanhado pelo PSD. Porque não cortam nos gastos superfluos em lugar de roubar os mais desprotegidos?
Na actual situação, os dois principais candidatos, da rosa e da laranja, estão mudos, perante o assalto que os seus partidos têm praticado para com a população de Olhão.
António Miguel Pina, candidato rosa, há oito anos na gestão camarária e na sua fase mais negra, entretém-se em festas, festinha e festarolas, mantendo as empresas municipais com administradores desnecessários mas remunerados, usando e abusando do parque automóvel da autarquia e nela criando um sindicato de voto com empregos para os fieis.
Eduardo Cruz, ex-autarca e comprometido com a aprovação de projectos muito duvidosos, viu, no seu mandato, aprovar um regulamento municipal da edificação e urbanização, que está na origem da falta de qualidade da cidade mas de grande utilidade para os patos-bravos da construção civil. Defensor do utilizador-pagador, segundo a sua orientação ainda vamos, e porque não, como utilizadores pagar o ar que respiramos.
O Povo de Olhão tem todo o direito de manifestar a sua indignação e revolta pelas noticias que vamos tendo e que a breve trecho bem podemos assistir a uma segunda edição da cena de Miguel de Vasconcelos.
REVOLTEM-SE, PORRA

segunda-feira, 13 de maio de 2013

CÂMARAS DO SOTAVENTO ALGARVIO E POLIS: SOCIEDADE BURLONA?


Dando a cada macaco o tratamento que merecem pela teia urdida para enganar o Povo, vamos dando conta dos cambalachos praticados pelas entidades publicas e da forma como tratam os dinheiros públicos e assim continuaremos até que venha a censura.
Hoje apresentamos as imagens relacionadas com o Decreto Lei 92/2008, que criou a sociedade Polis Litoral - Ria Formosa, SA e um extracto do Relatório e Contas de 2011.
Naquele decreto, artigo 6º nº 3, pode ver-se que o capital social da Sociedade Polis era para ser, no que diz respeito às autarquias, para ser realizado em cinco semestres, iguais e sucessivos com inicio no acto de constituição da empresa, o que à partida contraria o Código das Sociedades Comerciais.
No Relatório e Contas de 2011, que para alem do Estado que realizou integralmente a sua participação logo em 2008, as Câmaras Municipais de Tavira e Loulé realizaram 20 e 40% do capital subscrito, sendo que no ano de 2011 não foi realizado, nem tinha de ser, qualquer capital social.
O capital social da Polis deveria estar integralmente realizado no máximo até 31 de Dezembro de 2010, fazendo fé no Decreto e se é que ele serve para alguma coisa, mas não está, faltando 80% da Câmara de Tavira, 60% da de Loulé e 100% das Câmaras de Faro e Olhão.
Manda o Código das Sociedades Comerciais que o capital subscrito seja realizado em bens penhoráveis, o que servia de garantia para os credores e que estão feridos de nulidade os actos da administração e as deliberações dos sócios que liberem os sócios da obrigação de efectuar as entradas estipuladas.
É verdade que tratando-se de uma empresa publica, o Estado será sempre garantia para os credores, mas a questão que se coloca não é essa. Sendo uma empresa publica mas pretendendo ser do Direito privado está obrigada a se conformar com ele, ou seja com o Código das Sociedades Comerciais.
Por outro lado, imagine-se o que seria deste País, se fosse dada a possibilidade do meio empresarial, apresentar uma sociedade com um enorme capital social, não realizado. Todos os credores seriam enganados e corriam o risco de não receber um chavo, tudo de forma legal, Ora isto parece configurar uma tentativa de burla.
Mas porque não age nem reage o conselho de administração da empresa perante o incumprimento, nos moldes determinados pelo Código das Sociedades Comerciais? É bem simples e vem pôr a nu os reais objectivos do famigerado Polis.
O Programa Polis previa uma intervenção nas zonas ribeirinhas das cidades abrangidas, cujo capital subscrito pelas autarquias acrescido de eventuais fundos comunitários chegavam e sobravam para fazer essas intervenções. Só que o Polis alargava os seus objectivos para as ilhas barreira em cumprimento de planos de ordenamento aprovados às escondidas do Povo e determinados pela administração central. E para isso precisavam de contar com o apoio das autarquias e de algumas associações que nem sabiam bem ao que iam, apostando no lema de "com papas e bolos se enganam os tolos". E conseguiram-no com a colaboração dos palhaços políticos metidos nas autarquias que traíram o seu Povo!
Passados estes anos o dilema subsiste, deixando as populações apreensivas quanto ao futuro, mas torna-se cada vez mais evidente a revisão, bastante anunciada, dos ditos planos de ordenamento com a participação alargada de toda a população.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 12 de maio de 2013

CÂMARA DE OLHÃO E AGUAS DO ALGARVE COM CONTAS ERRADAS


As imagens acima reportam os Relatórios e Contas da Águas do Algarve, relativos aos anos de 2007 e 2011 respectivamente e mostram como são "rigorosas" as contas do sector empresarial publico nesta republica de e das bananas, sem haver quem fiscalize e imponha regras claras de transparencia.
No que diz respeito à Câmara Municipal de Olhão vemos como foi reduzida a sua participação no capital social, passando de 230.791 para 111.966 acções com o valor nominal de 5 euros cada, ou seja reduzindo de 1.153.955 para 559.830 euros, a sua participação.
Mostram também estes relatorios, que a Câmara Municipal de Olhão nunca teve a intenção de realizar o capital subscrito, uma vez que em 2007, estavam em divida, por realizar, 594.125 euros, exactamente o mesmo que em 2011, apesar da redução, devendo no ultimo ano mais do que o valor das acções que em 31 de Dezembro de 2011 era de 559.830 euros, estando alguém a mentir para encobrir a despodurada atitude da Câmara Municipal de Olhão, habitual em não honrar os compromissos assumidos.
A Águas do Algarve é uma empresa de capitais públicos mas que se rege pelo Código das Sociedades Comerciais, onde se fixa o prazo de um ano após a celebração do contrato de sociedade para realizar o capital social, devendo a sociedade notificar o accionista para a regularizar, passando então a mora.
Nada foi feito, porque o sector empresarial do Estado, é isto mesmo, caloteiro por natureza e um parceiro duvidoso, mas muito querido para os amigos, mostrando a imoralidade do Estado que exige dos privados aquilo que não se obriga a cumprir a si próprio, e depois vêm falar num Estado de Direito.
Em vésperas de um acto eleitoral autárquico, e já que tanto se gaba das suas capacidades de gestão com formação académica, o candidato à herança do trono, deve vir explicar se vai ou não realizar o capital social em falta nesta e noutras sociedades. É que esta historia de andar a gastar o dinheiro dos munícipes em festas, festinhas e festarolas para animar o pessoal, e não honrar os compromissos, são apenas formas de endividar a autarquia.
É óbvio que o candidato sabe que a porcaria da justiça em Portugal não funciona e que a presente situação, susceptível de configurar crime económico, levará tanto tempo a criar bolor nos tribunais perante a passividade da hierarquia do Ministério Publico, que não sente qualquer desconforto com mais um processo que certamente originará. Aos nossos leitores e para que compreendam as celebres prescrições em processos semelhantes, podemos dizer que bastaria ao Ministério Publico notificar os criminosos para que se interrompesse os prazos para a prescrição, o que mostra bem que a nossa justiça não quer funcionar.
Mas ainda assim podem os, autarcas e administradores públicos, estar descansados que não os deixaremos dormir descansados perante mais este crime. No entanto está mais que visto que também não será por esta via, a judicial, que resolveremos o problema da Câmara Municipal de Olhão e muito menos o do País.
Para que recuperemos a nossa soberania, precisamos de acções mais musculadas.
REVOLTEM-SE, PORRA!



sábado, 11 de maio de 2013

Investigadores alertam para contaminação marinha por fármacos e protetores solares.Mas sobre a poluição na Ria Formosa proveniente das ETARs e dos Esgotos Tóxicos nem uma Palavra!

A investigadora da Universidade do Algarve Maria João Bebiano afirmou hoje que apesar do conhecimento produzido sobre a contaminação de organismos marinhos por fármacos ou protetores solares, há dificuldade em sensibilizar as entidades oficiais para o problema.

Maria João Bebiano falava a propósito do 17.º simpósio internacional sobre os efeitos da toxicidade ambiental em organismos aquáticos (PRIMO), que terminou hoje em Faro e foi pela primeira vez organizado em Portugal.

Para a investigadora, que coordenou o simpósio, esta iniciativa pode ajudar a ultrapassar alguma reticência das entidades oficiais em abordar estes assuntos.

Maria João Bebiano disse que há conhecimento produzido sobre a contaminação de organismos marinhos por fármacos, protetores solares ou nanopartículas utilizadas em roupas e que a Universidade do Algarve é reconhecida internacionalmente por isso.

Mas falta agora, acrescentou, as entidades oficiais tomarem contacto com esta realidade para se encontrarem formas de evitar essa contaminação dos organismos marinhos e a sua influência na saúde humana.

“As soluções são com outras pessoas, porque passam pela parte administrativa e pela forma de evitar como algumas coisas chegam ao mar”, afirmou.

Maria João Bebiano considerou que “às vezes é difícil as entidades quererem conhecer os projetos”, porque a contaminação ainda é uma palavra que causa receio nos responsáveis e decisores políticos.

“O nome mete um pouco de medo, mas é necessário haver uma maior consciencialização para evitar que algumas coisas cheguem ao mar”, afirmou.

O simpósio começou no domingo e ao longo dos quatro dias estiveram na Universidade do Algarve 400 investigadores de 33 países.

“Foi pelo reconhecimento do trabalho que tem sido apresentado nas reuniões e devido ao conhecimento que se faz aqui que se decidiu fazer o encontro aqui”, acrescentou Maria João Bebiano, sublinhando que já foi provada, por exemplo, a contaminação de mexilhões por filtros ultravioletas contidos nos protetores e bronzeadores solares.

A investigadora fez um “balanço extremamente positivo” do encontro internacional, referindo que uma das coisas positivas é que se estabelecem muitas colaborações internacionais.

"Há muitos investigadores que estão em áreas complementares que circulam depois pelas várias equipas”, precisou.

A coordenadora do simpósio disse ainda que o encontro serviu também para muitos investigadores tomarem contacto com a realidade da Universidade do Algarve e o trabalho que desenvolve, que já levou a que alguns manifestassem interesse em vir desenvolver trabalhos em Portugal. 
 
Noticia retirada do Região Sul on line
 
Nota do Olhão Livre: Porque será que os cientistas da Universidade do Algarve, tem medo de falar da poluição na Ria Formosa?
Será por serem os poluidores,as entidades oficiais como a empresa Publica Aguas do Algarve a poluírem a Ria como a das escorrências venenosas da ETAR Poente de Olhão?
Será por outra das fontes que descarrega veneno na Ria  ser a C.M.Olhão através dos esgotos Tóxicos que a C.M.Olhão, teima em mandar diariamente para a Ria?
O papel dos cientistas não é de dizer TODAS as Verdades? Então porque só falam numas, e escondem outras?
É o futuro, das populações que vivem e que dependem da Ria, que está em risco de acabar!
É o futuro do próprio ecossistema da Ria que  está em perigo!
Para ver esta grande verdade basta sentir o cheiro nauseabundo a esgoto, que cada vez se sente mais em Olhão:Há decadas, Olhão tinha fama que  cheirava a peixe, hoje  infelizmente desde a destruição da  maior parte da frota de pesca em Olhão, devido às politicas vende pátrias dos sucessivos governos PS, PSD/CDS, Olhão já não cheira a peixe, hoje em Olhão,ao pé do T cais de embarque para as ilhas Olhão, na Docapesca de Olhão ,na dita Marina, Olhão,cheira a merda devido aos esgotos Tóxicos e sem tratamento que a C.M.Olhão, teima em mandar para a Ria,com o beneplácito da justiça(que tem arquivado as queixas, dos cidadãos sobre essas descargas assassinas).!  Será  essearquivamento e esses cheiro a merda, o orgulho dos governantes do PS, que governam Olhão desde o 25 de Abril, com a benevolência do maior partido da oposição o PSD?
Porque será que os cientistas, tem medo de dizer as verdades,sobre os crimes na Ria Formosa, quando esta sem poluição, podia ser o grande pólo de desenvolvimento de Olhão, e de todos os concelhos banhados pelas aguas da Ria Formosa.
O povo de OLhão em breve irá ser chamado a votar nas eleições autárquicas: Será que vai votar em quem DIARIAMENTE ENVENENA A RIA?

sexta-feira, 10 de maio de 2013

OLHÃO: AS CONTAS DA FESNIMA

Vasculhando no site da Câmara Municipal de Olhão, fui encontrar as contas da Fesnima, EM, que deveriam estar publicadas ainda antes da aprovação em Assembleia Municipal das contas consolidadas da autarquia, uma vez que estas têm de incorporar aquelas, ou seja, as da Fesnima já eram conhecidas.

A Câmara Municipal de Olhão vive da opacidade e da ocultação de documentos que são necessarios a uma correcta analise da gestão camarária, o que não espanta por razões sobejamente conhecidas.
Das contas da Fesnima e numa apreciação preliminar, chama desde logo a atenção duas parcelas, em particular; uma com as receitas da venda de bens e serviços no valor de 282.362 euros e a outra do subsidio à exploração no valor de 280.981 euros.
Em relação à primeira, parece-nos bastante baixa e mal explicada, como de costume, porque nesta verba estão ou deveriam estar incluídos o alugar dos espaços no Festival do Marisco, mais a cobrança de entradas. Ora a simples divisão do valor por oito euros, do custo das entradas, significaria que no recinto estiveram 35.000 pessoas pagantes, muito longe do anúncios de sucesso propagandeados. Mas se descontarmos o aluguer dos espaços, então o numero de entradas é substancialmente reduzido.
Quanto à segunda verba, significa que ao mesmo tempo que sou roubado na factura da agua, a Câmara Municipal de Olhão esbanja o dinheiro apenas por causa de um evento, que ano após ano só dá prejuízo, acrescido do facto de ter um administrador remunerado e que consome setenta e cinco por cento das despesas com o pessoal.
Os candidatos às eleições autárquicas e em particular o candidato à herança partidária, devem pronunciar-se sobre a gestºao das empresas municipais, transformadas num sindicato de voto e sorvedoiro de dinheiros públicos.
António Miguel Pina que se tem desdobrado em contorcionismo propagandistico exultando as altas qualidades da sua gestão deve explicar o que pensa no futuro: vai continuar a assaltar os munícipes com a factura da agua ou vai cortar nas despesas do seu "sindicato"?
Um Povo condenado à fome e miséria por este tipo de politicas e de políticos deve indignar-se e revoltar-se, porquanto o mandato que lhes deu, não foi para o continuo delapidar dos parcos recursos públicos.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

OLHÃO: POLITICA E FUTEBOL, UMA MISTURA EXPLOSIVA

 Há quatro anos atrás, estava o Sporting Clube Olhanense, na eminencia da subida à primeira Liga do Futebol nacional, com todo o mérito dos representantes; mas também ao mesmo tempo se desenrolava uma campanha eleitoral para as autarquias.
Porque o Estádio José Arcanjo não dispunha das condições exigidas, estaria obrigado a ir jogar ao Estádio do Algarve, a não ser que fizesse obras.
Percebendo o potencial eleitoral da massa adepta do Sporting Clube Olhanense, o presidente da Câmara Municipal de Olhão, disponibilizou-se para brindar o clube com cerca de um milhão de euros, fazendo aprovar em Assembleia Municipal a concessão de um subsidio, mais tarde atribuído sob a forma de protocolo entre as partes.
Depois disso correu muita agua e hoje o clube enfrenta uma situação económica difícil, tal como a autarquia, com demissºoes e denuncias de irregularidades nos dois lados.
Temos um candidato, ex-presidente do conselho fiscal do clube, que elaborou um relatório ao qual e na sua ausência, o presidente da Assembleia Geral e também da Assembleia Municipal tentou dar nova versão, o que dito de outra forma corresponde a uma falsificação ou viciação de documento.
No aludido relatório falava-se nos dinheiros do protocolo.
Importa hoje apurar se a Câmara Municipal cumpriu a parte que lhe competia, num acto já de si duvidoso e se não o porquê e a razão do silencio da direcção do Sporting Olhanense.
A promiscuidade da politica e do futebol, os dividendos que cada uma das partes tira da utilização indevida de dinheiros públicos, particularmente em vésperas de actos eleitorais, é de todo deplorável. E não será demais lembrar que a verba foi retirada da rubrica "Habitação Social", quando a CMO contratualizou um emprestimo para pagar os apartamentos na Rua da Armona, e que tambem não o fez.
Assim os candidatos anunciados, Eduardo Cruz e António Miguel Pina, vice-presidente da autarquia devem explicar à população olhanense, se a Câmara fez ou não entrega do dinheiro do protocolo celebrado, e o impacto que a falta desse dinheiro no actual momento do clube, dividindo responsabilidades.
A colagem feita através do clube e a utilização abusiva da sua imagem, mas também a cumplicidade da direcção que se remeteu ao silencio sobre esta matéria, são indícios de que algo não vai bem nas duas partes. 
O Sporting Clube Olhanense tem adeptos de todas as correntes politicas/partidárias e deve abster-se de participar nestas manobras que só servem a uma das partes.
Vamos lá então saber se a Câmara Municipal de Olhão deve ou não o dinheiro ao SCO, e em caso afirmativo, os adeptos do clube, defraudados com as expectativas criadas por políticos medíocres podem e devem, agora mostrar a sua frustração devido a promessas eleitorais não cumpridas.
NÃO VOTEM NELES!