quarta-feira, 16 de agosto de 2017

OLHÃO: AMANHÃ, PELAS 10:00 HORAS, CONCENTRAÇÃO À PORTA DA CÂMARA!

Amanhã de manhã, pelas 10:00 horas vão concentrar-se os ingleses da Casa dos Sonhos na Armona que as entidades publicas vão demolir. Vejam o cartaz acima!
Sobre este assunto devemos dizer que os planos de gestão territorial estão hierarquizados com subordinação dos de nível inferior aos de nível superior. Mas devemos dizer que o PPORZUTA da Ilha da Armona também está ilegal, o que não espanta porque essa tem sido a prática socialista desde que tomou as rédeas da autarquia.
Em 1983, a Câmara Municipal de Olhão conseguiu a desafectação com concessão de uma vasta área da Ilha da Armona, estando obrigada, entre outras coisas (esgotos) a proceder à elaboração de um Plano de Pormenor, o PPORZUTA.
Obviamente que aquele plano apenas podia abranger a área concessionada, mas acabou por dilatar e sair daquela área. À época o presidente da câmara era por inerência do cargo, presidente da Junta Autónoma dos Portos do Sotavento do Algarve (JAPSA), a entidade que tinha a jurisdição da Ilha. Claro que o presidente não podia decidir a seu belo prazer, como se fosse o dono disto tudo.
Nos anos seguintes, a autarquia autorizou a construção de cerca de 140 habitações fora do perímetro da concessão, cobrando indevidamente taxas de direitos de transmissão e de ocupação de espaço publico, como se aqueles terrenos estivessem sob a sua alçada,  praticando assim o crime de concussão.
Quando os ingleses compraram as casas que demoliram e pagaram as taxas, deveriam ter sido informados da real situação, mas não o foram e mais à frente explicaremos porque o não foram.
No site da Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, em http://www.polislitoralriaformosa.pt/projecto.php?p=1, pode ver-se que aquela sociedade pretendia demolir um numero indeterminado de casas, e a Câmara Municipal de Olhão tinha conhecimento do facto. Aliás, António Pina, o ainda presidente, era vereador sem pelouro à data da criação da empresa e da aprovação do Programa Polis. Só não soube, se assinou de cruz sem ter lido os documentos.
Há quatros anos, durante a campanha eleitoral de então, o Pina, dizia pretender transformar a Armona na Quinta do Lago de Olhão, e porque os ingleses, agora prestes a serem corridos da Ilha, se configuravam na visão que o Pina tenha das pessoas que queria ver a frequentar aquele espaço.
Se o Pina alguma vez se tivesse preocupado com a Ilha da Armona teria tomado outra atitude e agora não estariam em causa cerca de 140 casas, e isto porque a própria Polis previa a possibilidade do alargamento da area concessionada, como se transcreve do site da Polis:


Localização
Ilha da Armona, Olhão
Estudos e Planos:
- Na elaboração deste plano, deverá ser equacionada a alteração da área delimitada no estudo geral de urbanização da Ilha da Armona, de forma a abranger as edificações legais existentes e a avaliar o conjunto edificado, a oeste do limite territorial daquele plano.                                                 
Se o moço pequeno armado em presidente da câmara estivesse interessado na defesa das casas dos muitos olhanenses que ali as têm, certamente que teria accionado este mecanismo, até porque a Sociedade Polis estava dotada de poderes de estado e de ordenamento. Não o fez porque para ele os olhanenses são feios, porcos e maus, desejando que desaparecessem da vista e deixar a Armona livre para o turismo como se tratasse da Quinta do lago. 
E os olhanenses para onde iriam?
Tudo isso são razões para estarmos solidários com o casal inglês e entendemos que todos os olhanenses com casa na Armona devem estar presentes na concentração de amanhã, porque com este de políticas e políticos, qualquer dia vão ver as suas casas demolidas. Todo o cuidado é pouco com esta canalha!
E não venha agora o clã Pina e os seus acólitos dizer que os ingleses estão a ser manipulados, porque se alguém os manipulou e enganou foi o próprio Pina.
CONCENTRAÇÃO, AMANHÃ JUNTO AO EDIFÍCIO DA CÂMARA, PELAS 10:00 HORAS!
COMPARECE E LUTA PELA TUA CASA!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

OLHÃO: CUIDADO COM A CARTEIRA QUE ANDAM A QUERER TIRAR-TE!

O ainda presidente tem vindo a seguir uma política de autêntico assalto ás carteiras vazias dos munícipes, através da cobrança de taxas e impostos municipais, não tendo em conta as dificuldades por que passam as pessoas.
Não lhe bastava manter em alta o endividamento municipal se não ainda a utilização que dá ao dinheiro extorquido aos munícipes.
A 30 de Maio celebrou um contrato para a elaboração de faixas e autocolantes no montante de setenta mil euros, alguns deles utilizados na campanha eleitoral do ainda presidente, mas porque o dinheiro não é dele e são os "otários" do costume a pagar, a 8 de Junho, passados apenas nove dias, já estava celebrando novo contrato para brindes no valor de quarenta e dois mil, oitocentos e sete euros, perfazendo um total de cento e doze mil, oitocentos e sete euros.
Os acólitos do ainda presidente, encaram com naturalidade essa forma de estar na política, assim como acham normal, que seja o partido a que pertence e pelo qual foi eleito, a distribuir bilhetes de acesso ao Festival, nada que não se soubesse já, mas que ficou provado com o SMS, publicado no post de ontem.
A utilização dos meios públicos, numa clara promiscuidade entre a função presidencial e a sua recandidatura, numa clara violação da Lei Eleitoral dos Órgãos Autárquicos, perante o silêncio das candidaturas que o deviam denunciar junto da Comissão Nacional de Eleições.
De tal forma assim é, que mesmo com prejuízos futuros para o município, vem o pequeno ditador, anunciar o concurso para o arranjo de algumas estradas, que vão custar centenas de milhares de euros. Os seus apoiantes, numa atitude que vai sendo recorrente, virão dizer que atacam o seu ídolo, por ter e não cão, esquecendo que a situação das redes de aguas e saneamento já foram motivo de alerta.
Os arranjos nas estradas deveriam ser precedidos da reparação das redes de aguas e saneamento, para não se verificar o constantes abrir e fechar de valas, resultantes da enorme quantidade de roturas por envelhecimento das infraestruturas.
É óbvio que o arranjo, alcatroamento de algumas ruas e estradas vai dar outro aspecto, escondendo porém a realidade das infraestruturas, e com isso pensa conquistar alguns votos dos muitos que tem vindo a perder. Mas atenção, que logo a seguir às eleições, voltarão a partir o que agora pretende arranjar, gastando outra vez um dinheiro que anda escasso apesar do assalto á carteira dos munícipes.
O presidente devia pensar menos na sua imagem e mais nas pessoas que jurou servir. Mas todos sabemos que ele e o seu clã, mais não fazem do que se servir do serviço publico para enriquecer ou pelo menos subir na vida.
FORA COM O PINA!

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

OLHÃO: O FESTIVAL SOCIALISTA E A DEMOCRACIA ESPARTILHADA!

Um militante socialista descontente com a actual situação que se vive nas suas fileiras, fez-nos chegar o conteúdo da actual presidente da concelhia socialista, e que reproduzimos em seguida

SMS do PS Olhão…é tudo há grande e estão aflitos para encher aquilo…onde nós há 2 anos metemos 150 pessoas…culpa minha!!!
Caro(a) Camarada
O nosso camarada Antonio Costa vira amanha a Olhao na qualidade de 1 Ministro para a inauguracao do Festival de Marisco. Assim, venho convida-lo(a) para, querendo, enquanto membro da CPC, estarpresente na sua chegada ( as 20h a entrada a seguir ao mercado) A fim de diligenciar a sua entrada agradeco a sua confirmacao até ao fim do dia de hoje. Saudacoes socialistas. Esmeralda Ramires

O primeiro comentários que nos apraz fazer é o de que, não bastam apenas os inúmeros convites distribuídos pelo ainda presidente da câmara, como é o próprio partido dito socialista como se o Festival fosse deles. E não há qualquer confusão porque no SMS pode ler-se claramente "A fim de diligenciar a sua entrada agradeço a sua confirmação até ao fim do dia de hoje".  Significa isto que quem quiser entrar à borla no Festival só tem de se inscrever no partido dito socialista.
Ora o Festival de Marisco é financiado com dinheiros públicos, da autarquia, que para alem do protocolo que mantém com a sua empresa municipal Fesnima, ainda tem de suportar com os prejuízos do dito Festival.
Desta forma, é possível ter o recinto cheio e apresentar o Festival como uma organização de sucesso, como certos acólitos do Pina, têm vindo a apresentar, esquecendo dizer que são os "otários" a pagar mais este acto de campanha.

 O descontentamento entre as hostes socialistas não se ficam por aí, porque antes desse SMS, davam-nos conta da reunião da concelhia que permitiu ao Pina impor o seu mandatário, utilizando métodos pouco democráticos e em violação dos estatutos do partido, nos termos que reproduzimos a seguir:

No PS Olhão é só barraca!!!!

Decorreu esta semana na sede do PS Olhão a reunião que deliberou sobre as listas do PS às próximas eleições autárquicas.
Quem lá foi, informou-nos que foi a barraca á monte, como se diz em Olhão. Para além de não ter havido quórum, nada que impeça o pequeno líder ditador e os seus novos apoiantes de origem comunista e traidores, de aprovar o que quer que seja, foram vários os militantes com direito a estar presentes que NEM FORAM CONVOCADOS. Logo no início impediram um novo militante de assistir á reunião. Bem feito, se pensava que por aquelas bandas reinava a democracia!
Pelo menos ficou logo a saber como as coisas funcionam em Olhão. O mentor do novo militante,  um deputado municipal e membro do anterior secretariado do partido abandonou a sala em profunda discordância com o clã Ramirez e com esta sua sede de poder. Este deputado socialista foi mais longe dizendo que discorda desta forma de governar e que ditaduras são apanágios de partidos de extrema,  que é a origem do clã Ramirez e nunca de um PS que se quer democrático.
É engraçado que foram vários os militantes do PS Olhão que se têm demitido em desacordo profundo com o Partido e com o pequeno ditador e estes têm conseguido abafar esta situação.
Mas o momento alto do pequeno ditador foi quando apresentou o mandatário do PS em Olhão, nada mais nada menos que o Eduardo Cruz!!!! E esta, hein?
Esta é a prova do que andámos a desmascarar durante estes anos todos, uma enorme promiscuidade e podridão entre o PS e PSD locais, e que actualmente são personificados pelo Ditador Pina e o Pirolito Cruz.
Foram muitos os que se insurgiram contra este mandatário medíocre e ao candidato comediante á Junta de Olhão (amigo de infância do pequeno ditador), e que á boa moda das ditaduras obrigou a voto de braço no ar, para intimidar e identificar os contestatários para os poder perseguir, como é seu hábito. Assim é que se faz.
A todos os que criticaram as escolhas do pequeno ditador, só podemos dizer que cada um colhe o que planta, já que tudo isto já estava planeado á muito tempo. Ou esperavam que o Pina mudasse de ideias e vos deixasse escolher alguma coisa?
À Esmeralda, de quem o pequeno ditador disse no passado e diz no presente cobras e lagartos porque não a suporta, considerando-a a idiota útil do momento, vai ser um prazer vê-la defender as asneiradas do Pina, no dia 17 em frente á Câmara Municipal de Olhão.
Agora aguentem-se. Aos Olhanenses, revoltem-se PORRA!!!

É evidente que não podemos concordar com tudo o que é dito no texto, até porque consideramos já vivermos numa ditadura, em que os detentores do capital põem e dispõem a seu belo prazer, condenando a generalidade do Povo, com salários e reformas de miséria, à fome. E no caso de Olhão nunca será demais lembrar que mais de metade da população vive abaixo do limiar de pobreza.
O Filipe Ramires nunca foi um verdadeiro militante comunista, tal como o pai Pina. Ambos inscreveram-se nos partidos de esquerda por à época tal ser moda. Eles e muitos mais nunca tiveram um pensamento, e menos ainda acções de um comunista. Mas que não deixam ter tiques de ditadores, não deixam. Recordamos ainda a passagem de António Costa na presidência da câmara de Lisboa para dizer que ele próprio é um autêntico ditador.
Se um por um lado discordamos dos métodos ditatoriais e anti-democráticos do Pina, não podemos nem devemos deixar passar em claro que a votação de braço no ar, é que de mais democrático que pode haver. Os votantes têm é de perceber de uma vez por todas, que se estiverem em desacordo, devem manifesta-lo e dizer com toda a clareza, mesmo que sobre alguma coisa para eles. Reconhecemos no entanto que dadas as medidas persecutórias do Pina, todos os cuidados são poucos, mas se queremos uma democracia decente, não podemos silenciar a revolta que vai dentro de cada um.
De qualquer das formas, as votações envolvendo pessoas, até mesmo pelos estatutos do partido, devem ser por voto secreto, o que aliado ao facto da falta de quórum, merecia uma contestação para os órgão jurisdicionais do partido, onde pontifica, infelizmente, o Filipe Ramires.
Já agora para dizer que o Pina faz o que faz, porque tem nas suas costas o apoio do ditador Costa!

domingo, 13 de agosto de 2017

OLHÃO NA MODA OU NA MERDA?

No passado não havia, mas hoje temos uma ciência que trata a imagem de um produto tal como pode tratar da imagem de uma cidade ou de uma região; o marketing. Nesse sentido, quase todas as autarquias, passaram a utilizar um sistema de newsletters que fazem chegar aos interessados.
De entre os interessados, encontra-se a imprensa regional, que assim sem ter qualquer trabalho de procura de noticias, consegue manter-se activa, e melhor ainda, recebendo dinheiro das autarquias que lhes asseguram a compra de parte das edições.
É óbvio que ao proceder assim, a imprensa regional cria uma dependência e subserviência em relação ao Poder político local, nunca o contestando ou dando conta de alguma contestação popular, fabricando noticias que por vezes não correspondem à realidade.
Na imagem de cima pode ver-se como a Câmara Municipal de Olhão, "compra" alguma imprensa regional. Não é de admirar que aquela imprensa se faça eco da campanha do Pina, dizendo que Olhão está na moda. Mas será realmente assim?
Na imagem de baixo, reproduzimos um texto onde se desmente a campanha de vaidade do ainda presidente da autarquia.

Entendemos, apesar do texto, chamar a atenção para noticias recentes da contestação, nalgumas cidades europeias, ao excesso de turismo o que por si só devia constituir um alerta.
Aquela contestação tem toda a razão de ser porque, e à semelhança do que dissemos em texto anterior quanto à capacidade de carga do tráfego marítimo na Ria Formosa, essa capacidade de carga deve ser aplicada a quase todos os sectores, pela simples razão de que tudo quanto seja em excesso acaba por se tornar negativo.
Os olhanenses e a comunidade estrangeira residente em Olhão são os mais prejudicados com a fobia turística dos nossos autarcas, porque passam aqui o ano inteiro pagando os produtos ao mesmo preço (agravados) que o turista paga, embora só esteja de passagem.
Por outro lado, o elevado numero de visitantes pode trazer algum crescimento a sectores da actividade económica, mas pouco desenvolvimento social e que devia constituir a principal preocupação da edilidade, já que mais de metade da população olhanense vive abaixo do limiar de pobreza.
Mas ainda assim, não deixaremos de comentar "bocas" do Pininha acerca dos "méritos" do hotel no fluxo turístico, quando no Relatório de Avaliação de Execução do PDM, um documento da câmara, se diz que a capacidade do alojamento local é dez vezes superior à do hotel.
De salientar que todas as preocupações do Pina e camarilha vão para os visitantes e não para os residentes, quando a sua opção deveria apostar no desenvolvimento da cidade a pensar nos residentes de forma a que quem nos visite, sinta a vontade de regressar ou se fixar.
Essa é uma situação que desejamos seja revista a partir de 1 de Outubro depois da derrota eleitoral do Pina, porque o Povo de Olhão não está na moda mas sim na merda!
ABAIXO O PINA! 


sábado, 12 de agosto de 2017

OLHÃO: SERÃO HEROIS OU OPORTUNISTAS?

Leitor do Olhão Livre fez-nos chegar uma mensagem datada de 26/07 e que se segue, tal como a recebemos mas a qual não podíamos deixar de  comentar:
HISTÓRIAS DE ANTÓNIO PINA PAI.
António Pina, pai do actual Presidente da Câmara Municipal de Olhão, talvez num acto de grande preocupação, pelo hipótese do seu filho perder, como diz: – “ a sua ainda recente carreira política” (pensávamos nós que o filho estava a defender os interesses e bem-estar dos Olhanenses e afinal está a defender a sua carreira politica…) vem este senhor criticar a Associação de Moradores do núcleo de pescadores da Culatra, e neste caso a sua Presidente Sílvia Padinha, dizendo: - “todos sabemos onde andou a vossa associação nos momentos mais duros aquando da tentativa de derrube total, repito para que não fiquem dúvidas, TOTAL (a lei não tinha excepções todas construídas antes e depois do 25 de Abril) ”
 O António Pina pai, tentando confundir as pessoas, faz afirmações que não correspondem à verdade - porque a lei que refere o - POOC Vilamoura-VRSA, ressalvou sempre que o núcleo dos pescadores da Culatra estava protegido e, por isso, foi incluído no artigo 38º., do referido POOC - como zona a manter e requalificar – A Armona pelo estatuto de concessão sempre esteve preservada das demolições. Na Culatra só estão sujeitas a demolições os núcleos dos Hangares e Farol/nascente, inseridos no art.º.37º - designado intencionalmente com objectivos políticos - como renaturalização. Seria aconselhável que António Pina pai antes de fazer tais afirmações devia, com sensatez, confirmar a legalidade do que diz…
Por outro lado, não fica bem ao António Pina pai escrever na página do Facebook da Sílvia Padinha – “ Todos sabemos onde andou a vossa associação nos momentos mais duros aquando da tentativa do derrube total”. Esta afirmação não tem qualquer cabimento, porquanto as populações da ilha da Culatra, e sobretudo, as Associações de moradores dos núcleos dos Hangares e Farol/nascente – sabem bem - e sempre sentiram o apoio solidário da Associação do núcleo dos pescadores e em especial da sua presidente Sílvia Padinha; a qual participou desde 2004, em várias reuniões com membros do Governo Central, em Lisboa, bem como em imensas lutas e manifestações públicas - para que os núcleos dos Hangares e Farol/Nascente tivessem o mesmo estatuto do núcleo dos pescadores – seja artigo 38º, seja a requalificação - e que durou numa longa luta até 2015. Nada disto resultou, na opinião do  Pina  pai (nem mesmo o recurso aos tribunais que na altura certa paralisaram as demolições) e aproveitou para glorificar a actuação do seu filho – “que arriscou SOZINHO a sua ainda recente carreira politica” senão tudo teria sido destruído. 
É natural e aceitável (?) que um pai queira evidenciar os feitos “heróicos” de cariz politico do filho. Contudo, já não é aceitável recorrer a insinuações sobre a actuação e o empenho na luta política e social das Associações de moradores dos núcleos da Culatra, durante longos anos. Além disto, num acto de antecipação, aproveita para alertar possíveis oportunistas, dizendo: - “ agora vão aparecer os heróis que estiveram escondidos”. No entanto, (por falar em heróis) – António Pina pai esquece (?) - e é pena que o actual presidente da Câmara Municipal de Olhão, enquanto Vereador e Vice-presidente deste órgão, desde 2006 até 2013, não tenha tomada parte das lutas difíceis para alterar o famigerado artigo 37º., RENATURALIZAÇÃO, (no legado do Engº. José Sócrates) aprovando, conjuntamente com a C.M.O., - todos os documentos estratégicos e a constituição da “ famosa” POLIS para cumprir as demolições das casas, sem levantar a voz ou em qualquer tomada de oposição contra as demolições. (Compreende-se que nestes casos é difícil por causa – das carreiras politicas
Nota do Olhão Livre:
Para que os nossos leitores percebam o percurso destes cavalheiros, recuamos muitos anos atrás, à época em que o Pina pai ainda estudava.
Na verdade o papá Pina e mais uns amigos dos tempos de escola frequentavam o café Comercial na Rua das Lojas. De entre esses amigos, havia um estudante em Lisboa que, mercê das suas ligações políticas, trazia alguns panfletos, à época considerados subversivos. A maioria do grupo distribuía-os metendo os ditos panfletos dentro dos jornais dos cafés. António Pina mal se apercebia que o tal estudante estava para chegar, desaparecia de circulação, mal se percebendo como vem agora dizer que era conhecido nos meandros da policia política como camarada Pinov, sem nunca ter apresentado qualquer documento que ajude a suportar as suas declarações.
Como social-fascista, era militante de um apêndice do PCP, o MDP/CDE, e foi nessa qualidade candidato, só que como o PCP estava impedido de usar a foice e o martelo como símbolo,Por causa do MRPP ter sido o 1º partido a legalizar-se tendo como símbolo a Foice e o Martelo, concorria  assim como FEPU(Frente Eleitoral Povo Unido). Vir agora dizer que nunca foi militante é próprio de alguém que renega o seu passado político. Mas renega-o porque depressa se apercebeu que por aquelas bandas não conseguiria subir na vida, arranjando os tachos que como "socialista" teve, e alargou o leque a toda a família, colocando todos no aparelho de estado.
Fazer um comentário tão a despropósito como o fez em relação a uma presidente de uma associação que tem pautado a sua vida associativa por um combate desigual contra o Poder político, impondo-se pela justeza das suas tomadas de posição em defesa da sua comunidade.
Sílvia Padinha não nos passou qualquer procuração para sairmos em sua defesa, até porque ela melhor que ninguém, saberá defender-se, embora opte por um certo silêncio, porque o que está em causa é a sua comunidade.
António Pina(s), pai e filho, são uns oportunistas procurando tirar partido para si e comparsas das suas atividades políticas, mas nunca defendendo o Povo que prometeram defender, desde que os seus interesses pessoais possam ser postos em causa.
Qual carreira política? Pina filho já está derrotado e esse é o seu grande problema. Que futuro para o menino?
HEROI OU OPORTUNISTA?

QUEREM MATAR A RIA FORMOSA. AJUDEM A SALVA-LA

A Ria Formosa é um complexo ecossistema com uma margem continental e uma outra constituída por um conjunto de ilhas barreira, e no seu interior temos um espaço lagunar onde abundavam toda a espécie de fauna e flora marinhas, que tem vindo a ser seriamente abalada por actividades antrópicas, seja pelo uso que lhe é dado seja fruto da poluição.
A pressão humana tem vindo a aumentar a olhos assustadores, admitindo-se construções onde não deviam, porque os planos de gestão territorial, ditos de preservação da natureza, foram concebidos de molde a correr com as populações nativas, empurrando-as para os guetos da periferia ao mesmo tempo que introduzem o elemento estranho.
Nada temos contra o turismo, porque entendemos que ele pode e deve ser considerado uma mais valia mas nunca em seu nome ou defesa destruir as actividades tradicionais da Ria como temos vindo a assistir.
Conter a edificabilidade não é a mesma coisa que destruir e os planos de ordenamento visam sobretudo destruir as casas da população para construir os chamados eco-resorts, ditos amigos do ambiente, trocando apenas os fruidores de recursos naturais que são da população nativa, aquela que pode respeitar o meio ambiente envolvente, já que os principais interessados na qualidade ecológica da Ria, são os pescadores e mariscadores que ali vão buscar o seu sustento.
Essa é uma das razões para estar contra o projecto demolidor do governo, que tem no actual ministro do ambiente, o mentor do POOC. Mas se essa razão não bastasse, lembramos que o Domínio Publico Marítimo constitui uma Servidão Administrativa, que embora admita a edificabilidade ao proprietário privado, não obriga as instituições estatais a conceder as autorizações necessárias à construção.
Os empreendimentos turísticos, apesar de os terrenos que constituem a frente de mar sejam os mais apetecíveis, bem podem distar dois ou três quilómetros daquela frente desde que hajam boas acessibilidades, permitindo aos seus clientes chegarem aquelas frentes em escassos dois ou três minutos, com a vantagem de estar a pressão sobre as zonas ribeirinhas.
Outro tanto acontece com a febre dos portos de recreio e marinas, sem que a Sociedade Polis da Ria Formosa, tivesse elaborado os estudo prévios da capacidade de carga do tráfego marítimo na Ria Formosa. Essa era uma condição essencial pela qual todos os projectos de concessões que se preveem ficassem suspensos. Qualquer pessoa perceberá os estragos causados pelas hélices às plantas de fundo, pelo resíduos de hidrocarbonetos que as embarcações libertam para não falar pelas correntes  e ferros que destroem os fundos.
É em nome do sacrossanto turismo, e da ganancia de alguns que assistimos à destruição lenta mas progressiva da Ria Formosa.
São as entidades publicas os maiores agentes poluidores da Ria Formosa, assistindo-se ao desaparecimento das plantas de fundo, aquelas que produzem o indispensável oxigénio; assiste-se à elevada mortandade de espécies piscícolas e moluscicolas, de grande valor económico, mas em contrapartida verificamos a introdução de uma espécie exótica como a ostra nipónica, geneticamente modificada para poder resistir a certas formas de poluição, quando deveríamos ser os primeiros a defender a ostra portuguesa, essa sim pertencente ao meio natural. Isto para não falar no facto da ostra do pacifico vir já contaminada de França com o vírus do herpes.
Dragagens feitas apenas de forma a permitir a navegabilidade mas não de molde a melhorar a qualidade ecológica das aguas da Ria Formosa.
São demasiados os riscos que a Ria Formosa enfrenta para o seu futuro se não houver uma ponderação séria com as populações residentes na sua área de influência, razão pela qual subscrevemos a peticão https://secure.avaaz.org/po/petition/Apelo_urgente_a_todas_as_pessoas_do_mundo_e_ao_governo_portuguesAjudem_nos_ALERTA_MUNDIALRIA_FORMOSA_E_A_SUA_POPULACAO_E_1/?tfyNscb. E vocês que se dizem defensores da Ria Formosa não a vão subscrever?
EM DEFESA DA RIA FORMOSA!
ASSINA, DIVULGA PARTILHANDO!



sexta-feira, 11 de agosto de 2017

OLHÃO: CÂMARA MUNICIPAL COM NEGÓCIO ESCURO?

A Câmara Municipal de Olhão vai propor à Assembleia Municipal um pedido de empréstimo para promover um negócio atirado para o escuro, justificando-se com o facto de não ter atingido o limite de endividamento, o mesmo que serve de desculpa para não baixar o IMI.
Empréstimo esse que se destina à aquisição de dois terrenos, ou seja de dois negócios que de tão pouco claros, podem tornar-se escuros.
Um dos terrenos, cujo valor patrimonial declarado nas Finanças não excede os noventa mil euros, pretende a autarquia adquirir por quatrocentos e noventa mil euros, para nele instalar um parque de estacionamento, conforme se pode ler na imagem acima.
Obviamente que a avaliação dos terrenos deve ter em conta a sua capacidade construtiva e não apenas a localização, que no caso e tendo em vista o destino a que se destina, é também muito duvidoso, tipo pequeno elefante branco.
E mais escuro se torna se atendermos a quem o vende, ou representa os vendedores, como se pode ver na imagem seguinte.
Quem propõe a venda, é nem mais nem menos que o papá do ainda presidente da câmara, ambos que dão por nome, António Pina. Pode o Pina filho fazer negócios com o papá Pina, utilizando o nosso dinheirinho?
No documento não se diz qual a área do terreno mas sabemos que nós que não chega aos 1.140 metros quadrados, e que pela sua localização, se se destinasse à construção, metade dele desaparecia, obrigado que estava a recuar.
Pelo valor pedido e tendo em conta a área do lote, o preço por metro quadrado de estacionamento, custaria ao erário publico cerca de 430 euros, um preço demasiado elevado para o fim a que se destina.
Já o outro terreno a adquirir para construção a custos controlados, pertence a uma empresa que tem relações previlegiadas com a autarquia fruto de ligações profissionais muito próximas de autarca do partido dito socialista, agora também candidato, como se pode ver pela imagem seguinte.
Como se pode ver neste documento, o terreno em causa tem uma área total de 2500 metros quadrados e é vendido por seiscentos e setenta mil euros, ou seja cerca de 270 euros por metro quadrado, sendo que este se destina à construção, a custos controlados de 54 fogos.
Comparando as duas situações, percebe-se claramente que a câmara pretende adquirir o terreno para o parque de estacionamento por um valor de metro quadrado muito superior ao que se destina à construção. E porquê?
Porque de um lado, o segundo está uma empresa de construção e do outro, o papá, a quem há que dar o dinheiro extorquido aos munícipes.
Estranho também o facto de estarmos a cinquenta dias de um acto eleitoral que vai mudar o rumo dos políticos e politicas na autarquia, e o ainda presidente, com legitimidade mais que duvidosa, a assumir um compromisso com que vai entalar quem vier a seguir. Terá legitimidade para nesta fase do campeonato proceder a compras e vendas deste tipo? O futuro dirá!
O melhor mesmo é ir largando a casca de banana a ver se os macacos e camaliões escorregam de vez.
ABAIXO O PINA!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

OLHÃO: VEM AÍ O BOMBEIRO COSTA! CONSEGUIRÁ APAGAR O FOGO?

O SIRESP falhou e por isso o combate aos incêndios também falhou, não pela forma corajosa como os bombeiros enfrentaram as labaredas, mas porque o negócio do fogo está acima da vontade dos portugueses em geral.
E falhou pela inercia ou desinteresse de todos os governos que têm alimentado um negócio muito mal explicado, desde logo pela ausência de testes que aferissem da qualidade do serviço em tempos de crise. Claro que é mais fácil empurrar as culpas para os governos anteriores do que assumir uma atitude responsável e resolver de vez um negócio mal parido.
E como se não bastassem as constantes falhas do SIRESP, também uma política florestal baseada na satisfação da necessidade de uma das mais poluidoras industrias, que comete crimes atrás de crimes ambientais, que não na satisfação das necessidades do Povo. E isso é da responsabilidade do governo.
Um governo cujo estado de graça vem descaindo, porque o Zé Pagode se vai apercebendo que a austeridade se mantém como no consulado de Passos Coelho, disfarçada num "celofane" novo que o anterior já estava recosido.
Porque é de incêndios que estamos a falar, lembramos os nossos leitores que em Olhão larva um incêndio há demasiado tempo, ateado pelo....Costa, quando teve a infeliz ideia de dar todo o Poder a um moço pequeno, pouco confiável e um analfabeto político promovido pelas influências do papá:
Tendo ateado o fogo e sabendo que o incêndio está incontrolável, o Costa, qual bombeiro vem, na companhia de vários membros do governo, tentar minorar os efeitos da ignição accionada por ele próprio, marcando presença na inauguração do Festival de Marisco.
Na verdade a presença do Costa e de tantos membros do governo, destinam-se a apoiar o Pina porque sabem, melhor do que nós, que o menino está derrotado. E está derrotado por culpa própria, porque estamos perante um moleque que durante o mandato não fez mais do que provocar os elementos do Povo que tentavam participar nas sessões publicas dos órgãos da autarquia, manifestando mesmo a vontade de deportar os opositores; porque em relação à poluição na Ria Formosa não teve o mais pequeno gesto para lhe pôr cobro; porque não abriu a boca quanto à desclassificação das zonas de produção de bivalves tanto no interior como no exterior da Ria; porque agiu demasiadas vezes contra a vontade das pessoas, como no caso do Plano de Pormenor da Zona Histórica, ou nos arranjos programados para a Avenida 5 de Outubro e que poderão induzir ao fim dos Mercados de Olhão. Poderíamos continuar a desfiar o rol de atitudes negativas contra o seu próprio Povo mas dando a mão a toda a casta de oportunistas que não veem mais do que o dinheiro.
Mas o Costa, uma vez que vem à nossa terra, devia também dizer qual o futuro das casas nas ilhas, porque as promessa dos políticos são como as fraldas para bebés: descartáveis. Passadas as eleições vamos assistir à continuação da saga das demolições, embora alguns crentes e outros menos crentes mas aliados do Pina tentem desmentir factos comprovados.
Por tudo isso, os moradores das ilhas barreira deviam fazer uma "visitinha" ao "amigo" Costa e questiona-lo sobre que futuro lhes reserva. Ou será que esse problema só se punha quando lá estava o Coelho? Que mudou? Que foi resolvido?
Vão os moradores continuar de braços cruzados fazendo o jogo do Pina e quejandos?
LUTEM, PORRA!
SEM LUTA NÃO HÁ VITÓRIA!

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

OLHÃO: OS AFECTOS DO PRESIDENTE E O PÉ PARTIDO!

O ainda presidente da câmara, António Pina, levou todo o mandato sem conhecer as pessoas de Olhão, mas a três meses das eleições lembrou-se que precisava do apoio dos olhanenses para tentar recuperar o terreno perdido face às outras candidaturas. Vai daí, começou por distribuir o eterno "bacalhau" de cumprimentos, mais beijos e abraços, como se a sua ligação às pessoas marcasse presença no seu dia-a-dia.
E foi numa distribuição de afectos que quase se estatelou na rampa de acesso junto ao café 31 na Avenida, mas que não lhe serviu de emenda, apesar de os frequentadores e utilizadores daquele espaço já terem reclamado por diversas vezes, sempre sem resposta, pelo piso escorregadio da rampa.
É verdade que a pedra da calçada está polida pelo uso, mas também não é menos verdade que com um pouco de tinta de areia ou outra anti-derrapante, um tapete emborrachado ou a substituição do empedrado da rampa bastaria para evitar dissabores a quem ali passa.
Mas o ainda presidente não quer saber disso para nada, talvez por ser uma intervenção de baixo custo, já que ele só apresenta projectos dispendiosos, megalómanos quanto baste. Só que o desmazelo e a falta de uma intervenção pode, e teve, consequências.
Ontem de manhã, pouco antes das dez horas, uma senhora já com o braço partido, escorregou e acabou por partir o pé, sendo chamada o INEM que transportou a senhora ao Hospital.
Pode assim dizer-se que a distribuição hipócrita de afectos presidenciais tem como consequência um pé partido e gostaríamos de saber se a autarquia vai assumir as custas do tratamento da senhora pelo facto de forma negligente, manter aquela rampa sem o tratamento adequado. Falar de mobilidade com este cavalheiro é o mesmo que estar a bradar aos céus que vem aí o diabo!
Diga-se de passagem que o vereador Eduardo Cruz, eleito nas listas do PSD e actual mandatário das listas socialistas, é frequentador regular do sitio onde a senhora caiu. Pode ser que se espalhe e depois mande arranjar aquilo.
E porque falamos neste "camaleão" de duas pernas, lembramos que ainda recentemente, os acólitos do ainda presidente, vociferavam pela ausência de ética de outros candidatos, perguntando-se agora que dizem os mesmos doentes mentais sobre o exercício dos cargos dos dois vereadores eleitos pelo PSD, quando se mudaram de armas e bagagens para as hostes do Pina, um como mandatário e outro como candidato. Que moral tem esta cambada para falar de ética quando são eles os primeiros a cair no lodaçal político?
Olhão precisa de uma mudança, precisa mais do que mais uma figura, e os olhanenses devem ponderar  se querem manter a actual maneira de gerir o município ou se ao invés querem ter no seu lugar alguém capaz de ouvir as pessoas e que tenha sensibilidade suficiente para atender às suas reclamações.
ABAIXO O PINA!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

OLHÃO: O CIRCO ELEITORAL ESTÁ MONTADO!

Ontem terminou o prazo para a entrega das listas de candidaturas aos diversos órgãos do município de Olhão.
Curiosamente, verificamos como os ainda vereadores do PSD se mudaram de armas e bagagens para o lado do PS, um na qualidade de mandatário e outro integrando a lista concorrente à câmara, o que diz bem do grau de promiscuidade do líder da "oposição" com os detentores do Poder autárquico, votando favoravelmente as propostas de um moço pequeno armado em presidente.
Pelo meio ficaram exemplos do que têm sido as práticas do pequeno ditador que maltratava os munícipes que iam assistir às sessões publicas da câmara ou das assembleias municipais, manifestando inclusive que por ele deportaria os opositores. Este é o "democrata socialista" que preside à autarquia!
Também podemos verificar quantas traições e facadas nas costas foram praticadas por gente sem princípios ou valores, que tanto se bandeiam para o norte ou para o sul, consoante os ventos predominantes, incapazes de ter uma atitude coerente. É o grau zero da política, elevando os interesses pessoais acima dos do colectivo, principio que deveria estar sempre na presença dos titulares de cargos políticos. As políticas publicas devem fazer-se para as pessoas e com as pessoas! 
A propósito da casa dos famosos, o Tribunal Central Administrativo pronunciou-se pela violação dos planos de gestão territorial, dando como provada aquela violação com culpa gravosa para quem assinou o despacho que autorizou a construção onde não podia.
Foi pedido o acesso ao processo de obras particulares respeitante à casa, que o Pina recusou, para verificar as ilegalidades cometidas, na tentativa de esconder o que já se sabia.
Munido do Acórdão do Tribunal Central Administrativo, que se anexou, foi pedida a Perda de Mandato  do autarca que subscreveu o despacho, com base na Lei da Tutela Administrativa, Lei 26/97, pedido esse entregue a 4 de Abril.
Nos termos dos nº 1, alínea d) do artigo 8º e ainda do artigo 9º alínea c) o decisor político comprometido com o despacho que autorizou a construção perde o mandato. 
Diz o nº 3 do artigo 11º da Lei da Tutela Administrativa que:
"O Ministério Publico tem o dever funcional de propor as acções referidas nos números anteriores no prazo máximo de vinte dias após o conhecimento dos respectivos fundamentos".
Dado que os fundamentos estão alicerçados no Acórdão de um Tribunal superior, os factos estão mais que dados como provados, parece que o Ministério Publico já deveria ter desencadeado a acção especial de Perda de Mandato.  E teríamos um candidato a menos!
Mas como não se pode evitar que o artista se candidate, questionaremos a hierarquia do Ministério Publico para se saber que raio se passa com este processo, porque não queremos que o prevaricador se mantenha a tomar decisões como a que tomou e não podemos deixar que o processo ganhe poeira numa qualquer secretária sem um fim à vista.
Quem será o felizardo que mesmo após a eleição vai ter de abandonar o barco: Pina ou Carlos Martins?

domingo, 6 de agosto de 2017

OLHÃO: PRESIDENTE DA CÂMARA MULTADO?



O prepotente e ditador presidente da Câmara Municipal de Olhão e também recandidato, prossegue na sua cruzada contra a aplicação da Lei, num gesto habitual e característico desta sinistra personagem.
Nas imagens acima pode ver-se que só quando foi apertado pela Comissão Nacional de Eleições, se resolveu a remover e substituir o cartaz colocado na Avenida D. João VI. A CNE, nesta última deliberação resolveu instaurar processo de contraordenação e ordenar ao Pina a remoção do dito cartaz no prazo de vinte e quatro horas sob pena de incorrer na prática de um crime de desobediência.
O episódio dos cartazes proibidos é um exemplo do que tem sido a gestão autárquica durante todo o mandato, escondendo informação útil aos munícipes, omitindo procedimentos, passando por cima da legislação, como se ele fosse o todo poderoso cá do burgo, e mandando para a outra costa quem ouse contrariar as sua despóticas decisões.
Fica por apurar quem vai pagar a multa, se ele Pina ou todos nós, munícipes porque o mais provável é utilizar os dinheiros da câmara para o fazer. E também fica por se saber se ele pode utilizar os dinheiros públicos, para actos proibidos dos quais é ele o único beneficiário. Infelizmente a oposição não funciona, caso contrário este artista teria de prestar contas pelos seus actos ilícitos.
Mas este episódio trás-nos à lembrança outras situações menos claras e transparente do executivo presidido pelo Pina. Para além da ausência de publicações obrigatórias como são os despachos de obras particulares que pelo facto de terem eficácia externa teriam de estar publicados no site da autarquia e não o são, evitando a fiscalização dos munícipes e de que é exemplo a casa dos famosos na Ilha da Armona.
Por outro lado, os mapas de pessoal da Câmara e das empresas municipais que deveriam estar afixado à vista de todos para se saber quem é funcionário de quem e os respectivos salários. É que na ausência daqueles mapas até é possível, sem dizer que o haja, alguém a receber um salário sem prestar qualquer serviço.
Por outro lado sabemos que algumas pessoas surgem nas contas de uma empresa municipal como tendo recebido verbas que não foram objecto de publicação no Portal Base do Governo, o que faz supor que o contrato celebrado entre as partes foi feito de forma particular e em violação das regras da contratação publica.
A violação sistemática da Lei, em todos os aspectos da gestão autárquica, é motivo mais que suficiente para uma AUDITORIA à gestão durante este mandato. Auditoria que a realizar-se deve ser tornada publica para que todos nós saibamos o que este ditador fez durante o seu mandato.
Voltando ao tema da publicidade proibida, lembramos que o presidente terá ainda pendentes mais quatro queixas e certamente será objecto de mais algumas contraordenações, que os otários olhanenses vão pagar!
ABAIXO O PINA!

sábado, 5 de agosto de 2017

RIA FORMOSA: O REGRESSO DAS DEMOLIÇÕES PARA DEPOIS DAS ELEIÇÕES!

Segundo o jornal Público, em https://www.publico.pt/2017/08/04/local/noticia/tribunal-de-faro-ordena-desocupacao-e-demolicao-das-casas-de-veraneio-na-ria-formosa-1781255, o Tribunal de Faro pronunciou-se pela incapacidade do pedido de usocapião formulado por quinze proprietários de casas nas ilhas barreira, núcleos do Farol e Hangares, abrindo portas à demolição das casas em causa.
Sempre o dissemos e agora confirma-se que não há usocapião em Domínio Publico Marítimo, algo que os moradores em desespero de causa procuraram como solução para os seus problemas, deixando de lutar como vinham fazendo até então.
Entre 2013 e 2015, o camaleão presidente da câmara municipal de Olhão, procurando proteger a casinha do papá na núcleo do Farol, arvorou-se no maior defensor das casas mas assim que o PS ganhou as eleições e formou governo desmobilizou os moradores, omitindo mesmo a visita de membros do governo quando sabia antecipadamente delas pelo protocolo estabelecido.
E assim vimos vários ministros visitarem Olhão sem a mínima contestação, porque pelo meio ficou a "esperança" de que as demolições parassem por três anos.
Promessas de uma certa classe política habituada a truques semelhantes para enganar o Zé Povinho, o que conseguiram, diga-se.
O Pina tem dado barraca atrás de barraca e por isso do Largo do Rato chegam instruções para que os membros do governo acampados no Algarve venham em socorro do menino de ouro, porque corre o risco de perder a autarquia, um dos últimos bastiões socialistas na região.
Não pode o presidente camaleão pronunciar-se contra as demolições e menos ainda encabeçar manifestações de contestação sob pena de lhe puxarem o tapete e deixa-lo cair com estrondo, mas também não pode, mesmo em surdina, manipular os moradores para qualquer manifestação embora se saiba que tanto a ministra do mar como o próprio Costa virão visitar Olhão nos próximos dias.
E os moradores, pelo menos os quinze a quem o Tribunal decretou a demolição, que irão fazer; ficar calados, cruzar os braços ou vão chamar todos os demais para se manifestarem sempre que vier um membro do governo à região?
Se não se criar um movimento forte de contestação é mais que certo que a seguir ás eleições, com ou sem Pina, as casas vão abaixo.
A decisão do Tribunal assenta que nem uma luva às pretensões do governo que vê assim abrir-se a porta para mais uma leva de demolições, enfraquecendo a já pouca resistência dos moradores, que aceitaram que fossem demolidas as casas dos vizinhos, tal como dizia o Pina. Aos poucos, de quinze em quinze ou vinte, elas vão-se somando até desaparecerem por completo.
A nossa posição continua a ser a mesma de sempre, contra qualquer demolição sem que seja dada a igualdade de tratamento por parte da administração publica para com o cidadão. Lamentamos no entanto as muitas mudanças que se verificaram após a chegada do partido dito socialista ao Poder.
CONTRA AS DEMOLIÇÕES! LUTAR!

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

OLHÃO: UMA DOR DE CABEÇA CHAMADA ARMONA




Como é do conhecimento público, a Câmara Municipal de Olhão autorizou a demolição total com reconstrução de uma nova casa na Ilha da Armona, o que se tornou numa violenta dor de cabeça para os responsáveis políticos que tomaram aquela decisão.
Numa primeira fase, foi o serviço de fiscalização do Parque Natural da Ria Formosa quem se pronunciou pelo embargo da obra, o que levou os proprietários a contestar; o Tribunal Administrativo pronunciou-se dando razão aos serviços do Parque; posteriormente foi a ARH, munida da decisão do Tribunal Administrativo quem se pronunciou pela demolição, logo contestada pelos proprietários.
De recurso em recurso, chegou ao Tribunal Central Administrativo que viria a dar razão ao Tribunal de primeira instância, mantendo a ordem de demolição, que pode acontecer a qualquer momento.
Pelo meio, vieram alguns a terreiro, fazendo coro com o presidente da Câmara, de que se tratava de um caso de homofobia, quando a generalidade das pessoas não sabiam que os proprietários seria um casal gay. 
O presidente da câmara meteu agua, autorizando onde não devia nem podia sem estar munido do parecer prévio das entidades com jurisdição na zona, que num acto de pura manipulação dos proprietários e mais uma vez enganando-os, vem dizer que vai interceder junto do Ministro do Ambiente para resolver o problema daquela casa e das restante cento e trinta e nove.
Mas o Ministro já se pronunciou, conforme nos dizem as imagens reproduzidas de documento enviado ao Parlamento, e nem seria de esperar outra coisa que não aquilo que afirmou. 
Não passa pela cabeça de ninguém que o Ministro viesse, por causa das asneiras de um presidente que se julga impune, contrariar uma decisão de um Tribunal, por abriria um precedente único.
Mais, a questão das cento e trinta nove casas nunca foi colocado na agenda, a não ser que se viesse a registar outra construção como aquela que foi feita. Quando muito, o que o Pina pode dizer é que na qualidade de vereador aprovou a demolição total com reconstrução da casa nº 179, em nome de uma imobiliária que dava pelo nome de Keltan, SA, para o que intercedeu o então ministro do ambiente, mais tarde apelidado de "padrinho" da Ria Formosa. 
Isto dos "Padrinhos" tem muito que se diga e se pensarmos que estamos perante uma família político-mafiosa, então bem se pode dizer que rico padrinho deram à Ria Formosa.
Curioso é verificar que o presidente da câmara, que nunca se pronunciou contra as demolições no seu território como nas casas dos ilhotes, nem na Praia de Faro, para depois armado em herói vir defender as casas do Farol, onde o papá tem uma. E para isso gastou dinheiros pulicos, esquecendo-se que havia outro núcleo, os Hangares, para promover uma providência cautelar com efeitos suspensivos. Só depois apercebendo-se que se não tomasse a mesma atitude em relação aos Hangares, estaria dando o argumento para que o pessoal dissesse, e com toda a razão que apenas estava a tentar salvaguardar a casa do papá. Vir agora defender um regime de excepção para as casas da Armona apenas por causa da casa dos famosos, que não podia nem devia autorizar, é mais um dos muitos actos de hipocrisia a que já nos habituou. É que sabendo que haviam cento e quarenta casas na Armona em situação irregular nunca cuidou de as tentar regularizar, apesar de pertencer ao órgão a que agora preside há cerca de doze anos.  Sabia mas calava!
Voltando á casa dos famosos, ele Pina, continua manipulando as pessoas, tentando livrar-se das responsabilidades que lhe cabem, porque tal como nós, sabe que o ministro não vai nem pode ir na sua conversa fiada, porque o precedente a ser aberto, poderia penalizar o Estado, com os proprietários das casas demolidas pelas mesmas razões que esta a pedirem uma indemnização.
Dia 17, pelas 10:00 horas os ingleses vão estar junto vão edifício da câmara, numa acção de contestação que vai ser acompanha pela comunicação social internacional. Só um milagre vai livrar o Pina de uma choruda indemnização a que os ingleses têm direito porque agiram de boa fé, a boa fé que faltou as donos da câmara.
Esta é uma das razões para ser pedida uma auditoria à gestão deste mandato. o que esperamos venha a constar dos programas eleitorais dos partidos da oposição com vista ao apuramento das responsabilidades dos autarcas comprometidos.
E dia 1 de Outubro temos de correr com esta canalha.
ABAIXO O PINA! 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

FUZETA: TUBARÕES ATACAM...

Como sabem o tubarão é um esqualido temido pelos dentes afiados, capazes de dilacerar um corpo humano em poucos segundos. Mas há uma outra espécie de tubarão tão ou mais perigoso que aquele, que é o próprio ser humano. Não serão todos, mas alguns habitam entre nós.
Esta outra espécie de tubarão não reconhece a importância das pessoas alimentando-se única e exclusivamente de dinheiro, mesmo que isso signifique a destruição de comunidades inteiras. Matreiro esta espécie especializou-se na arte de prometer o céu e a terra em beneficio das comunidades que depois vai devorar.
                                 Este tubarão prepara-se para atacar na Fuzeta!
Antes de desenvolvermos o que pensamos, recordamos alguns episódios recentes do ainda presidente da câmara municipal de Olhão e que acreditamos estarem em perfeita conjugação com o ataque do tubarão, em preparação.
O presidente da edilidade, António Pina, afirmou pretender destruir o Parque de Campismo da Fuzeta, alegando que o pretende transferir para outro local, e em seu lugar construir um eco-resort.
Mais recentemente lançou a ideia da aquisição de uma draga para manter os canais da Ria em perfeitas condições de navegabilidade.
Vem agora a empresa Verbos do Cais, adiante designada por Verbos de Encher os Bolsos, pela boca do presidente da sua assembleia geral dizer que pretende ficar com a gestão da Zona Ribeirinha da Fuzeta, assim que tal for posto a concurso.
Algo semelhante se passou com a exploração do Porto de Recreio de Olhão, com um concurso que só os interessados tiveram conhecimento, e onde foi providencial a intervenção do Pina. Pergunta-se como irá ser divulgado esse concurso?
E avança deste logo com a proposta de criação de um porto de recreio que até um estudo de impacto ambiental favorável. Em relação ao estudo de impacto ambiental temos a dizer que ele até pode ser favorável por se tratar de uma encomenda, porque o que conta é a Avaliação de Impacto Ambiental e essa foi desfavorável, quando foi para desenvolver o porto de pesca. Seria engraçado, mas também não espantaria, que depois de ter recusado para a pesca, viessem agora aprovar o mesmo mas para a náutica de recreio.
E como não podia deixar de ser, a sacramental promessa da presença "permanente" de uma "dragueta" para manter o canal e a barra desassoreados a expensas da empresa. Então e como é que a empresa seria ressarcida do investimento e custos? Com a náutica de recreio?
Na imagem que acompanha as declarações, ver em http://barlavento.pt/regional/verbos-do-cais-quer-investir-na-fuzeta, podem ver-se os barcos da pequena pesca artesanal amarrados ao cais poente enquanto os da náutica de recreio no lado nascente. Com a mudança de gestão e dado que a Verbos de Encher os Bolsos aposta na náutica de recreio, será natural a troca de lugares, passando a pequena pesca para o lado nascente.
Esqueceu-se o apresentador da Verbos de Encher, as questões ambientais, o que é natural, desde que se fale de negócios. Então e a capacidade de carga do tráfego marítimo? Ou será que os "seus" barquinhos não vão despejar o veneno na Ria? Não vã eles ajudar a poluir mais este troço da Ria?
De repente esclarece que a Docapesca, onde pontificou e ainda tem muito peso lá dentro o amigo do Pina, José Apolinário, é o parceiro principal e está disponível para entregar aos privados tudo o que não sejam portos de pesca e lotas. Mas há mais alguma coisa ali?
Mas também diz que há um interesse genuíno em ceder as frentes ribeirinhas aos municípios, não diz é de quem são esses interesses, o tal que vai permitir ao Pina, se não for despedido em Outubro, de destruir o Parque de Campismo e não só, porque os bares, as casas de apetrecho de pesca e até o espaço lúdico, onde os reformados se entretêm a jogar à malha ou pétanca, é tudo para correr dali para fora.
Ou seja, de grão em grão vão expulsar o Povo da Fuzeta do seu ultimo reduto, mandando-os para lá da estação.
Pode no entanto acontecer que o Pina seja corrido antes disso tudo, mas é bom que o Povo da Fuzeta se prepare para a luta, começando por exigir a revogação do decreto que permite estas permutas.
Em primeiro lugar devem estar as pessoas. Apostar nos negócios em prejuizo das populações, NUNCA!
ABAIXO O PINA!

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

OLHÃO: VERBOS DE ENCHER OS BOLSOS!

Ainda não há muito tempo que foi assinada concessão do Porto de Recreio de Olhão a uma empresa designada de Verbos do Cais, em que o seu principal accionista, diz ser um especialista em Direito Imobiliário e Direito Fiscal.
Ora o Direito Imobiliário passa muito por conseguir regularizar situações duvidosas como o Direito Fiscal abrange os chamados Vistos Gold, pelo que nos faz desconfiar das "boas intenções" dos projectos que nos vêm apresentar.
E se conjugarmos as declarações prestadas com as do presidente da Câmara num passado recente ainda mais duvidoso se torna.
De pois de várias peripécias onde se pretendia correr com os pescadores da pequena pesca artesanal do porto de abrigo para permitir o alargamento do dito Porto de Recreio, a Verbos do Cais vem agora portar-se como a Verbos de Encher os Bolsos, face às novas propostas que vem apresentando.
Desde logo, porque jogando com questões ambientais importantes diz, pela boca do seu presidente de assembleia, que na ponta nascente da chamada Ilha Deserta, que é no fundo da Ilha da Culatra, são barcos grandes que ali estão fundeados a ferro e "Todos estes barcos t~em pessoas a viver e têm de fazer as suas descargas dentro de Ria. Nós não temos interesse nenhum que as pessoas andem a navegar no meio de detritos"
O presidente da assembleia desta empresa é também deputado municipal e secretário da respectiva mesa da assembleia municipal. Exerce o cargo de deputado municipal há muitos anos e sabe quais os problemas da Ria Formosa, mas nunca abriu a boca para denunciar o que se passa na ponta da ilha que agora vem defender. Porque será? Será apenas por estarmos perante mais uma oportunidade de negócio?
Os fundeadores efectivamente estão previstos no POOC, mas o POOC também prevê outras situações como o facto de barcos a motor com mais de nove metros não poderem navegar no canal da Culatra e se o não podem, como vão ali parar? De helicóptero?
A questão é que a Verbos de Encher os Bolsos, vê na visão do POOC mais uma oportunidade de ganhar dinheiro, mesmo que para isso tenha de omitir alguns aspectos.
É evidente que os fundeadores podem beneficiar a pradaria marinha ali existente, que os dejectos devem ser levados para sitio certo, mas a navegação a barcos de recreio de trinta metros, é proibida. Nada que assuste, pelo contrário. Em sintonia com o presidente da Câmara, vem o elogio fácil ao capitão de porto, o tal que sabe perseguir quem anda a trabalhar na apanha de minhocas (casulo) mas é tão míope que não enxerga o corropio de barcos proibidos de navegar naquela zona.
Mas a Verbos de Encher os Bolsos não se fica por aqui, pretendendo estender os seus tentáculos à freguesia da Fuzeta, prometendo o céu e a terra, mas nada dando para a população local, assunto que deixaremos para outro dia.
Esperamos que as candidaturas aos órgãos autárquicos de Olhão tenham o bom senso de se comprometerem a suspender todas as decisões do ainda presidente no que à Frente Ribeirinha do concelho diz respeito, porque estamos a assistir ao ataque dos tubarões para beneficio próprio, quando os poderes públicos devem estar ao serviço das populações.
E a Verbos de Encher os Bolsos é um exemplo disso! 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

OLHÃO: A ROLHA DO PINA PREVARICADOR!





!-Infelizmente, tenho de admitir que não pesco nada de informática e por isso esta tralha das imagens não saírem a contente, nem meu nem de que nos lê, mas é o que por ora se pode arranjar.
Hoje publicamos na integra, com algumas deficiência é certo, o Parecer da CNE que manda o Pina remover todo o material de promoção., a que se refere a queixa apresentada, sem esquecer quer ainda estão pendentes mais quatro queixas, para que não tenha paz nem sossego, pagando na mesma moeda com que ele brinda os outros. Sem contar com as que ainda vão surgir!
Se atentarem no conteúdo do Parecer da CNE, perceberão o quanto este pirata tem feito à margem da Lei, o que não espanta, dado tratar-se de um prevaricador nato, mas ele que se cuide porque a CNE, tal como prometido já foi avisada do incumprimento da sua decisão de 24-07, e que há semelhança do que tem acontecido com outros municípios prevaricadores, irá ser objecto do regime contra-ordenacional.
Ainda ontem, o menino foi alvo de nova notificação ao mesmo tempo que era apresentada nova queixa.
2- Entretanto, o menino aconselhado pela corte de lunáticos assessores e conselheiros, centra agora as suas atenções na alienação das pessoas para que elas não se apercebam da realidade do que se vai passando. Assim faz propaganda da nova telenovela a rodar em Olhão, do Festival de Marisco e de outras de alienação.
Em contrapartida, os famosos da Casa da Ilha da Armona para alem de terem concedidas entrevistas a jornais ingleses de grande tiragem como o Times https://www.thetimes.co.uk/edition/news/theatre-couple-blame-homophobia-for-order-to-demolish-their-armona-home-in-portugal-c7qsh3jcv e o  The SUN, pretendem manifestar-se junto ao edifício da Câmara de Olhão no próximo dia 17 pelas 10:00 da manhã, convocando para o efeito a comunicação social internacional.
Fingindo admitir a concentração prevista, o Pina vai avisando que a mesma está sujeita a autorização, dele,  o que tem de ser requerido e muito provavelmente recusado, permitindo uma concentração silenciosa, uma rolha com que pretende calar a indignação e revolta das vitimas dele próprio.
A brincadeira da casa já custou ao ingleses mais de seiscentos mil euros dos quais trezentos mil com a aquisição das duas barracas, pelo que irão pedir uma choruda indemnização, direito que lhes assiste por inteiro.
Apesar de reconhecermos que eles são vitimas deste processo e que o único responsável é o presidente da autarquia, já que autorizou uma construção onde não podia nem devia, sem que antes tivesse pedido os pareceres prévios do Parque Natural da Ria Formosa e da ARH, não podemos deixar de manifestar o desacordo quando se queixam que foram vitimas de homofobia por parte das instituições, não porque goste delas, mas porque não corresponde à verdade.
O tempo dirá se também essa afirmação não terá tido origem no próprio presidente como forma de se limpar ou descartar da asneira que fez, atirando as culpas ao governo do seu partido (socialista). Não estamos a ver como é que os responsáveis pelos organismos fossem adivinhar que se tratava de um casal gay.
Certo é que a imagem do País e dos seus responsáveis fica degradada. E para o sr. Costa que apostou pessoalmente neste cretino é bom que colha o que semeou!
Dia 17 lá estaremos apoiando os ingleses, quer o Pina goste ou não porque para nós não há rolha que resista!