Como comentário, foi publicado um texto que devido à sua importância aqui reproduzimos. O comentário aparece em três fases e será assim que o reproduziremos.
I - A VER VACINAS E NAVIOS : A SAGA AINDA AGORA COMEÇOU
1 - Os neo-maltusianos (que se diz terem reunido, em Março, algures, em lugar secreto) rejubilam. Esfregam as mãos de contentes, antes de as desinfectar.
Finalmente foi encontrado o mecanismo que permite desactivar a temida bomba P e a temida explosão demográfica.
Conforme as autoridades autorizadas têm vindo a divulgar, a estatística (tal como o algodão) não engana: 300 fetos mortos por ano é o que não sabíamos antes mas ficamos agora a saber no depois, com tantos a repetirem o mesmo.
Mais, a maior parte da morte dos fetos não tem explicação (!?).
Vamos a ver se, daqui a um ano, o número se mantém estável ou se duplicará.
Só o iremos saber a posteriori.
A priori já se sabia é que iria haver resultados da vacina (ditos efeitos
secundários) : não tão imediatos e em cima da hora mas no médio e no longo prazo, quando a causa já está esquecida e só se conhece o efeito. Em tais casos, aparecem doenças que, por não se saber o que são, só podem cair do céu aos trambulhões, sem causa definida aqui na terra.
Sobre efeitos secundários, o INFARMED ainda só se pronunciou uma vez. Uma só. A seguir, o silêncio.
2 - Parece então que os efeitos imediatos já começaram e todos os dias se contabiliza um novo caso «suspeito», uma nova «coincidência» entre vacina da grávida e feto morto.
Óbvio é que coincidência será sempre mas relação de causa/efeito é que nunca poderá ser, por todas as razões e mais estas:
- o discurso médico que defendia a vacina não pode agora admitir os efeitos;
- os médicos que sempre se pronunciaram contra ficarão agora calados, o clima totalitário, de facto, mete medo a qualquer um e em especial aos que não querem ver a sua actividade ligada a suspeitas deste teor.
- Todos os dias morrem fetos (Francisco George dixit).
- A ser efeito da vacina seria a 1ª morte em todo o mundo (!!!) : é a chamada artilharia pesada em matéria de argumentação oficial.
- Antes da autópsia (supondo que a autópsia poderia revelar fosse o que
fosse) peritos afastaram já a hipótese de existir qualquer relação entre a vacina e o bebé que morreu em Portalegre: e afastaram por vários motivos: 1º
motivo: Porque sim ; 2º motivo(estatístico): porque se verificam 300 casos de mortes de fetos por ano; 3º motivo: porque não há registos de casos, desde que a vacina (há menos de um mês!!!!) começou a ser administrada
- Falta só dizer que a vacina daqui não é igual à de outros países; haja ou não haja relação de causa/efeito ninguém dos chamados responsáveis irá assumir tal coisa. Se, mesmo assim, depois das peremptórias e autorizadas declarações oficiais, ainda restarem dúvidas ao consumidor, podemos sempre recorrer às autorizadas e peremptórias afirmações de comentaristas, colunistas, editorialistas que se multiplicam e desunham a desculpar o establishment.
3 - Outra vantagem, além da maltusiana, tem a campanha vacinatória:
Desvia as atenções de notícias que deveriam ser manchete mas que passam a rodapé de página.
Esta, por exemplo:
«A presidência sueca da União Europeia e especialistas em saúde apelaram ontem, Dia Europeu do Antibiótico, contra o consumo deste tipo de medicamentos, dados os malefícios que isso pode provocar a prazo.» (Jornal «Global», 18.Novembro.2009) O mesmo se poderá vir a dizer, a prazo, daqui a uns anos, da actual campanha de vacinação: nessa altura já o facto está consumado e, portanto, o mais que pode haver é um Dia Europeu do Nado Morto para celebrar e comemorar e denunciar os malefícios (hoje benefícios) da dita vacina.
Falando de antibióticos, é bom recordar que os propalados vírus (da Sida, por exemplo) são efeito da antibioterapia sistemática: o que só se sabe e reconhece, quando se reconhece, a posteriori. Muito a posteriori, meses ou anos depois.