terça-feira, 20 de outubro de 2009

HAVERÁ BATOTA NISTO?

Um trabalhador camarário insatisfeito fez-me chegar uma denuncia de um concurso publico, mais baço que transparente, e que culminou com o resultado que a própria constituição do júri deixava antever.
Concurso publico, cujo aviso 11048 apenas foi publicado no Diário da Republica de 17 de Junho do 2009 (isto é que é jogar pela certa) e que anuncia desde logo a constituição do júri.
Mera coincidencia, não é que um dos concorrentes era irmão de um membro do júri, agora seu superior hierárquico imediato, posto que ficou classificado em primeiro lugar a 0,17 valores do segundo conforme tabela da classificação datada de 17 de Setembro deste ano.
Apenas se deu um ar de transparencia num processo de todo opaco, tal como toda a gestão camarária e nem a inspecção em curso "consegue" detectar. Assim, fica o cidadão comum que pretenda candidatar-se a um lugar na Câmara Municipal de Olhão de que primeiro terá de arranjar um padrinho, começando por se inscrever no PS. Haja vergonha!

domingo, 18 de outubro de 2009

DUPLA VITORIA DO SOMOS OLHÂO; SO!

Conforme demos a conhecer o Somos Olhão, SO! em devido tempo apresentou queixa junto da Comissão Europeia e da Procuradoria Geral da Republica por ausência da Avaliação Ambiental Estratégica do Polis Litoral da Ria Formosa e do Plano de Pormenor da Quinta de Marim.

Tanto a Câmara Municipal de Olhão como a Sociedade Polis Litoral da Ria Formosa, fizeram questão de dizer, à data, que não estavam sujeitas aquela avaliação tentando descredibilizar o movimento.

O tempo encarregou-se de pôr as coisas no lugar e eis que as entidades em questão dão o dito por não dito vindo agora promover o que desde inicio deveriam ter feito, dando assim razão às questões suscitadas pelo Somos Olhão,SO!.

Curiosamente o presidente da Camara de Olhão, tão lesto a anunciar um arquivamento fantasma, usando-o como arma de arremesso eleitoral, não usou do mesmo critério para reconhecer as razões do Somos Olhão,SO! pela inconveniencia que poderia representar em matéria eleitoral.

Para que o Somos Olhão possa intervir de forma mais activa e participada nestas questões, precisa de mais membros e da sua constituição em associação, apresentando-se então como parceiro social a ter em conta. Por isso

FAZ-TE MEMBRO E ARRASTA UM AMIGO! TODOS JUNTOS MUDAREMOS OLHÃO! PELA TRANSPARENCIA, POR OLHÃO! ADERE AO SOMOS OLHÃO,SO!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

INSPECÇÃO À CÂMARA MUNICIPAL de OLHÃO

Fomos informados de que uma brigada da Inspecção Geral da Administração Interna se instalou de armas e bagagens na Câmara Municipal de Olhão ao que tudo indica para verificar dos procedimentos (pouco) públicos dos concursos para admissão de pessoal, assunto que iremos aprofundar mal nos cheguem mais e melhores elementos, que a censura de Francisco Leal tenta ocultar. Constata-se ainda que a proximidade com o acto eleitoral, ainda que previamente fixada, determinou que esta inspecção fosse feita por forma a não influir nos resultados eleitorais, ao contrario de um certo procurador que fez exactamente o contrario.
Aguardemos pois por novos desenvolvimentos!

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Olhão ganhou

Do resultado das eleições um facto é que foram eleitos dois vereadores, Abúndio Martins, do PSD, e João Pereira, do BE, que durante a campanha eleitoral e nos seus programas prometeram bater-se pela transparência na gestão autárquica, abertura e participação dos munícipes.
Do PS saíram para o lixo como monos, João Peres e Mário Gonçalves e entrou gente nova, Carlos Martins, mantém-se Margarida Leal que não deve querer ir para mona e António Pina que não pode, por sobrevivência política, acompanhar caninamente Francisco Leal.
Sem contar com o desaparecimento dos pisa-papéis do PSD, Sebastião Coelho e I. da Luz.
Aos cidadãos olhanenses compete exigir o que prometeram.

QUEM GANHOU? QUEM PERDEU?

Nestas coisas de eleições, já é lugar comum não haver derrotados. De uma forma ou de outra, há sempre uma explicação para uma vitória que o cidadão comum não vislumbra.

Não restam dúvidas que o P"S" ganhou. Ponto final, parágrafo. Mas ganhou, como? Perdeu um vereador em relação ao mandato anterior. Ganhou com as habituais trafulhices. Já depois de ter terminado a campanha eleitoral, ainda andaram a bater às portas e distribuiram latas de tinta, foram a um lar de idosos. etc. A "oposição" não soube ser oposição. Vejamos alguns exemplos de como poderiam ter feito, efectivamente, oposição: quando se soube que os P"S" foram às escolas distribuir os "kit's" com propaganda do partido no Poder, imediatamente era chamar as televisões e desmascarar a nível nacional o oportunismo desta gente. Quando foram publicadas as listas, no tribunal, os partidos deveriam ter-se preocupado em verificar se havia inelegibilidades ou não e, de imediato, reclamar para a CNE. Não o fizeram. Deixaram que as coisas andassem ao sabor da corrente. Nada de pessoal contra o Botinas mas se durante a campanha tivesse sido divulgado persistentemente que ele não poderia ser eleito ou que havia o risco de ele não poder tomar posse do lugar, caso ganhasse a Junta de Freguesia de Moncarapacho, certamente o P"S" perderia um bom par de votos, fosse para a Junta, fosse para a Assembleia Municipal, fosse para a Câmara.

De qualquer forma ganhou, sem margem para dúvidas, ganhou com trafulhice, mas ganhou. O grande perdedor foi o PSD, embora o BE também tenha perdido. No PSD há que procurar as causas que determinam os sucessivos fracassos nas eleições autárquicas. No BE. não há dúvidas que aquele folheto, que os "socialistas" puseram a circular, teve efeito. Para as Juntas, para a Assembleia Municipal o BE teve mais votos que para a  câmara e o candidato do BE à câmara deve questionar-se sobre como fazer oposição. Deixou que lhe caíssem em cima com tudo e mais alguma coisa, sendo incapaz de ripostar.

Na política, não podemos querer estar bem com Deus e com o Diabo. Há que criticar, há que denunciar tudo o que seja irregular ou ilegal. Não vimos isso durante a campanha eleitoral. Do PSD já era de esperar.  De certa forma da CDU também não contávamos com grandes denúncias. Do BE esperava-se mais.

O cidadão comum já não quer saber do que dizem os programas de cada um dos partidos. Estão mais interessados em saber se é sério ou não, se é coerente ou não, se é capaz ou não. Mas há também outra faceta da política que é a utilização dos dinheiros públicos na propaganda dos partidos que estão no Poder. E ninguém acredita que o investimento que o P"S" fez nesta camapanha tivesse só fundos do partido. Diz-se à boca pequena que parte da propaganda será paga como se fosse propaganda para o festival do marisco. Se é verdade ou não, não sabemos. O que sabemos é que foram utilizados meios desproporcionados por parte do P"S".

A comissão de honra da Francisco Leal é bem a explicação da derrota do PSD...Vamos ver que oposição vamso ter na câmara...

domingo, 11 de outubro de 2009

Resultados eleitorais das autárquicas em Olhão.

Como é o voto que conta, e os resultados são estes em Olhão,os leitores do Olhão livre que façam a sua análise.
Parece que a Fátima Felgueiras foi a única autarca condenada em tribunal que não foi eleita.
Para bom entendedor meia palavra basta.

http://tv1.rtp.pt/noticias/eleicoes/autarquicas2009/index.php?candidato=&distrito=080000&concelho=081000&freguesia=&ano=2009&eleicao=CM

Se Não Querem Mais do Mesmo Votem!

Não é só comentar na net, e falar nos cafés.
Vão votar, e se não querem mais do mesmo, lembrem de quem tem governado Olhão depois do 25 de Abri.l
Se querem a merda a sair do T, sabem bem em quem votar.
Se queremFome e desemprego em Olhão sabem bem em quem votar.
Se querem que nas escolas, entregues a estes caciques, que os professores façam o papel de distribuidores de propaganda do partido que está na CMO.,sabem em quem votar.
Se querem uma CMO que não liga aos direitos dos cidadãos, sabem em quem votar.
Se querem as ruas limpas e as estradas sem burracos vão votar, se querem um concelho onde as prioridades não seja a construção desenfreada, em terrenos onde uns não podem fazer nada(RAN,E REN),e onde os "amigo" do presidente tudo podem fazer, vão votar e exijam, que as coisas mudem para melhor, pois para pior, até o Verrissimo está sempre ao seu lado.

sábado, 10 de outubro de 2009

ONDE PÁRA O DESENVOLVIMENTO ECONOMICO E SOCIAL?

A construção civil é o sector mais afectado na região algarvia, fruto não só do cataclismo que varreu as instituições financeiras, mas também da falta de sustentabilidade. Neste contexto de crise cabia e cabe às autarquias dar uma mão na ajuda à recuperação económica e social. Como?
A autarquia desenvolve um plano de construções a custos controlados, e chama a si os construtores do concelho dando-lhes a oportunidade da execução dos projectos sem olhar a credos políticos, até para que cada um deles apresenta um projecto de arquitectura diferenciado, combatendo a imagem de bairros sociais. Este tipo de construção tem assegurado financiamento quer para a construção quer para a compra tal a diferença de preços que os separa da tradicional especulação imobiliária. O construtor ganharia menos mas ainda assim o quanto baste para se manter em actividade e esperar melhores dias.
A habitação é um direito social, até aqui elevado a produto de consumo, pelo que o cidadão anónimo não deixaria escapar a oportunidade de arranjar uma casinha com menos peso na carteira, deixando-lhe mais dinheiro disponível para o consumo.
Uma tal politica combateria eficazmente o desemprego num concelho com a mais alta taxa. Sem trabalho não à riqueza, e os trabalhadores da construção civil, ora desempregados, passariam também eles, mais dinheiro disponível para o consumo.
O aumento da capacidade de consumo das famílias olhanenses poderia originar a regeneração do sector do comercio e serviços, abalado também ele pela bola de neve em que se transformou a crise. ´
É neste sentido que uma autarquia preocupada com os seus residentes tem de desenvolver uma dinâmica de combate à crise. Falar-se em desenvolvimento económico e social sem se apostar na criação de riqueza e trabalho, reduzindo às IPSS a dimensão social do concelho, é pura tacanhez politica.
Devem pois os agentes económicos e os trabalhadores subir o grau de exigência a uma autarquia até aqui expectante e sem norte. Olhão e os olhanenses merecem mais e melhor.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

INDECÊNCIA À HORA DO VOTO!

Os idosos são um alvo eleitoral muito apetecível não só por representarem uma cota substancial do eleitorado, mas também pelas fragilidades que apresentam. É indecente qualquer acto de manipulação em torno deles e os familiares devem opor-se a que os seus entes sejam utilizados da forma politica mais baixa e chantagista, explorando as suas fraquezas.
O controlo das IPSS (lares) do concelho por parte do Partido Socialista permite-lhe que na hora de votar use de toda a espécie de manipulação para se conseguir manter no Poder.
Nada temos contra o facto de a autarquia assegurar transporte aos idosos que pretendam votar, antes pelo contrario, mas não podemos concordar que usem os funcionários das IPSS que habitualmente os acompanham para dar a indicação de voto, nem estes devem aceitar a encomenda.
O voto é secreto e o ou a acompanhante não deverão permanecer na cabine de voto e por isso os delegados dos partidos devem estar vigilantes, bem como os presidentes das mesas de voto, por forma a impedir que ocorram situações deste tipo.

PELO RESPEITO PELOS IDOSOS E PELA TRANSPARÊNCIA NAS ELEIÇÕES!

F.LEAL AMEAÇA A ARMONA?

Tudo indica que Francisco Leal enquanto presidente da Câmara Municipal de Olhão se transforme numa autêntica ameaça para os proprietarios de casas na Ilha da Armona. A sucessão de factos assim o dizem.
A concessão do Domínio Publico Marítimo à CMO termina em 2013 e prevê que caso não seja renovada que as casas passem para a posse do Estado.
A CMO deveria ter elaborado e executado o Plano de Pormenor previsto no PDM desde 1995, e uma das premissas para a renovação da concessão era a construção do saneamento básico, que até teve direito a concurso publico, mas que a empresa construtora não concluiu. Estranhamente essa empresa que está em incumprimento continua a participar em concursos publicos; ou seja parece não haver muita vontade em resolver a obra iniciada e muito menos penalizar alguém que até pode satisfazer os interesses do poder.
No meio destas trapalhadas surge o Polis como instrumento financeiro de execução do Plano de Ordenamento da Orla Costeira que prevê, sob o nome pomposo de renaturalizar, o bota abaixo das construções nas Ilhas barreira.
Entretanto a Liga dos Amigos da Ilha da Armona requereu autorização para a construção do seu edifício sede e viu a obra embargada apesar de preencher os requisitos necessários tal como foi reconhecido pelo Tribunal , decisão da qual recorreu o Parque Natural da Ria Formosa.
Tudo isto sugere que mais ninguém a não ser os proprietarios das casas, estar interessado na prorrogação da concessão e é de tal forma sugestivo que não se compreende a atitude face à organização representativa dos proprietarios quando é certo e sabido que são eles os mais interessados na criação de mais e melhores condições para a Ilha da Armona.
Francisco Leal perdeu a casinha da família na ilha da Fuseta e não sentirá grande motivação e o seu empenho está virado para o possível desenvolvimento turístico na ilha, o que se compreenderá pelo dinheiro que fará correr.
No próximo Domingo, dia 11, os olhanenses são chamados a eleger o elenco camarário que terá em mãos este importante dossier em que uns partidos terão mais responsabilidades que outros, com especial ênfase para o PS que desde sempre tem conduzido os destinos da autarquia. O silencio ensurdecedor em torno desta matéria é um mau augúrio para o futuro da Ilha da Armona e por isso não votarei PS mas sim no partido da oposição que mais garantias der da defesa dos proprietarios das casas.

VOTA NA OPOSIÇÃO!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CMO faz campanha eleitoral do PS nas Escolas

Pasmem bem com a falta de integridade e com o jogo sujo que o F. Leal faz na sua campanha eleitoral

Na 3ª feira foram distribuídos às escolas pela CMO, um exemplar do livro “História de Olhão em BD” para cada aluno, professor e auxiliar.

Uma ideia de louvar, se ao longo de todos os anos do seu mandato (e já são muitos) alguma vez o Presidente da Câmara ou o vereador da Educação se tivessem lembrado de oferecer um livro às escolas, aos seus alunos ou às Bibliotecas Escolares que são da sua responsabilidade.

MAS hoje foi distribuída pelas escolas uma “prenda” para cada aluno: um estojo escolar com lápis, cores, lápis de cera,… e o slogan “Francisco Leal, sempre ao seu lado. PS-2009” e com um telefonema da CMO a indicar que as escolas deviam receber e distribuir aos alunos.

1º Será que o Leal, o PS e todos os outros partidos acham que somos tolos e não vemos as jogadas eleitorais? Será que pensam que dando uma “prenda” aos nossos filhos nos esquecemos do que não foi feito?

2º Estará o PS e o F. Leal à espera que os professores participem activamente na campanha eleitoral do PS, distribuindo as “prendas” e dando a sua cara pelo PS?

3º Não têm vergonha, depois de vários mandatos, em que nunca se lembraram que as escolas existem, mandar uma prenda aos alunos?

4º Depois das várias denúncias que aqui têm sido feitas quanto às escolas novas, à falta de pessoal auxiliar, à falta de refeitórios, à falta de condições para alunos e professores trabalharem, falta de transporte para visitas, actividades de ocupação de tempos livres que não funcionam, será que não têm vergonha de oferecer uma “prenda” aos alunos?

5º Poderá impunemente o PS fazer campanha eleitoral aproveitando os recursos e influências da CMO?

6º Mais grave ainda, quem paga essas prendas? O PS que põe lá o nome ou a CMO?

7º Será que os Órgãos de Gestão das escolas (como aliás está a acontecer com os clubes amadores) para não ficarem mal vistos, se vão vender por “prendas” e por promessas que não irão ser cumpridas?

Espero bem que os professores não se prestem a esse aproveitamento e não participem nessa campanha eleitoral e espero também que todos, e principalmente os pais, no momento de votar a quem vão entregar o poder de decisão nas escolas dos seus filhos, se lembrem das condições que as escolas têm e das promessas não cumpridas que são feitas de 4 em 4 anos.

Gamboa, a obrigação histórica



Concorre pelo PCTP/MRPP, o único partido político com actividade em Olhão, antes do 25 de Abril, e o mais activo nos tempos a seguir, deixou fortes ligações à juventude de então.
Gamboa não é de Olhão, e os outros, quais são?
Hoje tem uma actividade residual, não faltando no entanto a nenhuma das eleições autárquicas, para onde nunca conseguiu eleger ninguém para a Câmara. Apresenta também o seu programalink  , com as suas propostas de singelo alcance e pouco conhecimento da realidade mas com sensibilidade para os problemas dos desfavorecidos.
Votar no PCTP/MRPP é votar na mudança possível sem Leal e um incentivo para que os MRs continuem a aparecerem na intervenção política diária.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

VEJAM SÓ O QUE NOS MANDARAM

http://sendables.jibjab.com/view/HGC9TqPsqdEqTj1s

MAGISTRATURA INTERFERE EM CAMPANHA ELEITORAL

No inicio do ano, uma delegação do SOMOS OLHÃO, SO! pediu uma audiência ao Sr. Procurador junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, para lhe exporem a situação relativa a 17 pedidos de informação não satisfeitos à CMOlhão, tendo então o sr. Procurador alegado nada poder fazer pois era necessario requerer um pedido de intimação judicial, mas que pelo sim pelo não ficava na posse dos documentos e iria ver o que podia fazer.
Dias depois o SO! toma conhecimento da Lei de Acesso aos Documentos Administrativos (LADA) e da respectiva Comissão.
Todas as questões anteriores foram de imediato reformuladas para a conformidade com aquela Lei, razão pela qual a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos após questionar a autarquia, reconheceu as razões do SO! e dando a fundamentação para o pedido de intimação, que viria a ganhar mas do qual F. Leal recorreu.
Não houve, pois queixa ao Ministerio Publico da mesma maneira que nada havia para arquivar e as supostas queixas já haviam sido reformuladas.

Que leva o MP a tomar esta atitude? Compreendemos que em vesperas de um periodo eleitoral não se tomem decisões que possam influenciar os resultados, mas a verdade é que esta foi de imediato aproveitada, tendo o ainda presidente , qual bandeira eleitoral, mandado um comunicado para a comunicação social. À inoportuna e inconveniente decisão do MP junto do Tribunal AF de Loulé deve ser dada uma resposta, comunicando-a ao Sr. Procurador Geral da Republica, até por servir para dar sinais de partidarização e de descredito da mal tratada Justiça.

J. Pereira, a esperança ainda adiada

O BE apareceu há 4 meses em Olhão embrionariamente organizado, contou logo 1751 votos nas europeias, arrecadou 3 091 (17%) nas legislativas, em 3º lugar e concorre a todos os órgãos autárquicos à excepção da A. F. Moncarapacho.

É o partido que reúne o voto dos descontentes, com o governo e com os partidos tradicionais, os do eixo do poder que mais se preocupam em manter e melhor renumerar as suas clientelas políticas e os de fora por não se renovarem e persistirem em modelos de oposição com ineficácia comprovada.
Junta descontentes da direita e da esquerda, como os governos tem sido de direita, junta mais descontentes de esquerda. Um albergue espanhol à esquerda.
Para se entrar não é preciso passar-se pelos rituais de iniciação, juras eternas de fidelidade e saber recitar os dogmas ideológicos. É-se e mais nada.


Em Olhão formou-se em torno do grupo disforme dos Independentes que eu referia aquilink no Bate Estacas em Janeiro, João Pereira corporizou e organizou esse
descontentamento.
Apresenta um programalink do imediato, vai estar disponível para apoiar o dos outros, no que lhe pareça vantajoso.
Por não terem matrizes ideológicas, em Olhão é de esperar de tudo aos seus eleitos, mas que vão dar uma grande ajuda para que o Leal não obtenha a maioria absoluta, vão dar mesmo, com o voto dos descontentes.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Castanheira, o refém

Tem sido a cara da CDU, uma oposição na Assembleia Municipal, condicionada e ordeira qb sem desagradar de todo F. Leal, por vezes em jeito de picardias pessoais. Só no último ano, instigada e colada, para não se deixar ultrapassar pelo Somos Olhão!link, aumentou o volume do som das intervenções.



O Castanheira é um trabalhador quase incansável, sente alguns problemas do concelho mas não passa da eterna crise do marisqueio.
O programalink, vai da mais corriqueira das tarefas da secção de limpeza ao sonho estratégico para daqui a 20 anos, pelo meio faz promessas que Olhão ganharia a serem concretizadas, é de qualquer modo o único que apresenta consistência.
A transparência na administração camarária é encarada como um peso que recai sobre os autarcas, defendem-na, na medida em que a lei obriga. A defesa da publicação, no site camarário, com acesso aberto toda a informação pública ainda vai ficar para uma grande luta que os cidadãos vão ter que travar.
Na vereação, não enjeitará alinhar e participar numa maioria que viabilize a governabilidade camarária, exigirá mais que um prato de lentilhas.
Castanheira é um comunista militante do Partido Comunista, é refém e porá sempre os interesses do partido antes de servir os cidadãos eleitores, a estes só no que servir o partido.
Castanheira e a CDU são nestas eleições uns bons e úteis companheiros de viagem, para o povo olhanense pôr o Leal longe de uma maioria absoluta. Justificam que se vote neles.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Abúndio, a incógnita

Depois de umas cenas com o polícia Amaral, o PSD escolheu Abúndio Martins para 1º lugar no concurso à Câmara de Olhão e provavelmente seu futuro presidente.


Concorre pelo partido que tem sido o encosto do PS na vereação, garantindo a almofada da unanimidade, desnecessária mas lucrativa aos agentes dos interesses especulativos no imobiliário, vorazes, que se instalaram em Olhão.
Abúndio, vai ter uma vida muito difícil, como presidente ou como vereador. Tem por acólitos imediatos, Alberto Almeida, um figurão do PSD local, beneficiário pessoal e directo dos atropelos legais no imobiliário da gestão de F. Leal, e, esquisito, porque ainda não se sabe publicamente em quem vai aconselhar o voto. Depois tem, Margarida Belchior, uma consequência da paridade, empresária de êxitos na educação privada, referência no ramo fora de portas, que não vai estar disponível para aturar a lazeira camarária. Seguem uns ilustres desconhecidos.
Abúndio terá que negociar o seu projecto palmo a palmo com forças políticas que lhe irão impor o silêncio branqueador sobre o passado da gestão autárquica (e lá se vai qualquer devaneio de auditoria completa) e simulacros de abertura aos munícipes e de transparência, onde também não é suficientemente explícito no seu compromissolink eleitoral.
Da sua capacidade de resistência na afirmação à autonomia e independência pessoal aos interesses instalados, estará o seu contributo para que Olhão mude.


Enquanto não se acomodar será um enigma, mas votar em Abúndio é um passo para pôr o Leal a andar.

MAIS IRREGULARIDADES NAS LISTAS DO PS - OLHÃO

Como já se esperava, há mais irregularidades nas listas do P"S" concorrentes às Assembleia Municipal de Olhão e à Assembleia de Freguesia da Fuzeta, respectivamente a Chefe de Divisão Carla Maria Antunes Caramujo e o Chefe de Divisão José Eduardo Eusébio Agostinho.
Estas situações só mostram o que o P"S" tem feito ao longo dos anos e o que a oposição foi permitindo. Não se trata de qualquer questão pessoal. É a lei que o determina e quando é o partido do governo e no Poder da autarquia é muito mau. Muito mau para a oposição e para a democracia.

domingo, 4 de outubro de 2009

CÂMARA CONTRA OS COMERCIANTES EM OLHÃO


Na Assembleia Municipal de 29 de Fevereiro de 2008 foi aprovado a alteração à Tabela de Taxas do Regulamento de Ocupação da Via Pública:
http://www.cm-olhao.pt/NR/rdonlyres/55AA0524-D10F-442B-94E7-3A2867F8448A/0/ACTAAM2022008.pdf
A foto mostra uma pequena frutaria e é um exemplo do esforço que o presidente Leal faz no apoio ao comércio tradicional. Em 2006 a proprietária daquela frutaria pagou 92.16€ pela ocupação de 3m2 da via pública. Até se compreende. Em 2009 o mesmo espaço passou a pagar qualquer coisa como 925.20€, só dez vezes a importância que antes pagava. Não é dificil de fazer contas: 3m2 a 25€ o metro quadrado/mês, temos qualquer coisa com 900€/ano. A criatura vai ter que roubar para fazer face às despesas. O pior é que se a Tabela de Preço fosse aplicada de forma igual a todos os estabelecimentos de comércio, cafés, bares, restaurantes, lojas, etc, a maioria teria de fechar portas. Por um lado a proprietária daquela frutaria está no direito de se sentir descriminada face ao conjunto dos outros comerciantes. Por outro lado, a maioria dos cafés e restaurantes da baixa acabariam por fechar portas por ser incomportável o pagamento de tais taxas. A câmara não pode estar a decretar o encerramento dos estabelecimentos. Deve procurar que o comércio, no mínimo, sobreviva. Não é estar contra as pessoas que a câmara resolve os problemas. Só tem um caminho: alterar a tabela! Qualquer cidadão percebe o quanto há de errado nesta política. Decididamente, é a câmara contra o cidadão!

sábado, 3 de outubro de 2009

PALAVRAS, PARA QUÊ?

Não é o preço de um apartamento novo de habitação social?
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/ajustedirecto/detail.aspx?idajustedirecto=23593

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

O candidato burlesco

O sr. engenheiro técnico agrário, de seu nome Francisco Leal, com ocupação habitual o exercício de presidente da Câmara de Olhão nos últimos anos apresenta “a sua disponibilidade para continuar a trabalhar em prol de melhores condições”link  
para que Olhão seja cada vez mais madrasta dos olhanenses.


Na  sua mensagem-carta aos eleitores, em caça-votos num estilo de vendedor de banha-da-cobra, aparece a fazer promessas já azedas de velhice requentada, como a do Parque Urbano de Olhão com 15 anos.
Promete construir mais um hotel (para além do Real Hotel), aparthotel e campo de golf “que permitirão aumentar a criação de emprego e riqueza no concelho.”,  assim como os 1200 empregos no Rias Shopping.
Nem uma palavra para os cidadãos terem palavra.
Para a requalificação da frente para a Ria, a construção do Parque de Feiras e Exposições, os olhanenses ficam excluídos de consulta e debate prévio. É “ eu quero assim, gramam assim”.
À transparência na administração autárquica, responde: “eu sou o cacique”.
“Muita Determinação, Competência, Honestidade”, determinação que se confunde prepotência de ditadorzeco que não acata decisões judiciais, competência trocada por incúria e desleixo, honestidade por mancomunação com os interesses imobiliários.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

BARREQUINHAS SUL- QUE FUTURO?

As Barrequinhas Sul estão em rota de colisão com os grandes interesses económicos do projecto Marina-Village e com a leitura que Francisco Leal faz do desenvolvimento do concelho, não lhe incomodando servir interesses alheios em detrimento do cidadão olhanense. Embora não haja plano de pormenor para a zona é certo e sabido que o estudo encomendado acabava com a sua existência, comprometendo-se a autarquia ao realojamento das famílias ali residentes.
Na mensagem ao eleitorado, Francisco Leal, promete a construção de 56 fogos de habitação social, só não dizendo onde e a quem se destinam. No entanto pela pratica dos últimos anos é fácil supor que os destinatarios sejam os habitantes das Barrequinhas, até pela vergonha que tem demonstrado em relação ao seu povo. Assim os "feios, porcos e maus" não se misturarão com os forasteiros, esses sim, gente bonita.
Neste contexto, cabe aos residentes das Barrequinhas questionar a edilidade quanto ao seu futuro, porque está em causa a sua relação com a Ria, principal meio de subsistencia da maioria dos moradores e que a materializarem-se as nossas suspeitas serão dessinseridos do seu próprio habitat. Mais, ainda devem questionar a confirmar-se o que aqui dizemos em que condição serão realojados: se como proprietarios tal como o são, ou se como inquilinos e neste caso quanto teriam de pagar de renda. A posse daquelas casas foi feita de geração em geração e os moradores têm toda a legitimidade para se oporem aos ditames do ditador Francisco Leal. Basta-lhes pôr os olhos ao que fizeram com os moradores dos pré-fabricados e a enormidade das rendas que agora pagam.
Se Francisco Leal não der uma resposta convincente, os moradores das Barrequinhas ainda têm a opção de não votar em quem deles tem vergonha e pretende escondê-los para norte longe dos olhares mas também da Ria.
VAMOS À LUTA!