sexta-feira, 5 de junho de 2015

Olhão celebra o Dia Mundial do Ambiente com crimes ambientais contra a Ria Formosa!




Quem está a destruir  habitats  protegidos  em Zonas Húmidas  na Ria Formosa,  para construir um passadiço em frente aos 92 apartamentos de luxo do DELMAR VILLAGE, construídos ilegalmente em Domínio Publico Marítimo na  Fuzeta?





 
 
No local das obras não há painel informativo sobre quem está a  fazer a obra.

Será uma tentativa de legalizar o crime de impedimento de acesso da população às margens marinhas da Ria Formosa?
Sabe-se que não se pode  fazer obras nas zonas que incluam a destruição de espécies e habitats com os mais altos graus de protecção ambiental (nacionais e comunitários) como é o caso da Zona Húmida da Ria Formosa.
Assim sendo quem autorizou as obras?
Quem é o autor do crime? Os donos do  DELMAR VILLAGE?
O presidente da CMOlhão António Miguel Pina? 
O presidente da Junta de Freguesia de Moncarapcho/Fuzeta?
Será que o ICNF  foi consultado?
Será que a APA e o seu director Sebastião Brás Teixeira  deu autorização para mais este crime?
Será que informaram o director do PNRF?
Será que tem licença?






Hoje para celebrar o Dia Mundial do Ambiente a CMOLhão e o seu presidente, que tão zelosos são na defesa do camaleão, permitiram esta tarde, mais uma das célebres descargas de esgotos tóxicos para dentro da Docapesca em Olhão.




Pela lei não pode haver esgotos tóxicos sem tratamento, directamente para a Ria.
Nós no Olhão Livre já temos calos nos dedos de tanto escrever sobre estes crimes e alguns doutos da dita justiça já  devem ter os olhos cansados de ler as queixas feitas pelo Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão” e por António Terramoto,  um cidadão que tem dado a cara como poucos, na denúncia dos crimes ambientais na Ria Formosa. No entanto o que a justiça tem feito é mandar “cartas de amor” a dizer que os venenos que correm directos para a Ria Formosa são águas pluviais.


Aqui deixamos uma nova imagem tirada hoje e o interessante é que hoje, dia 5 de Junho, dia em que se efectuou mais uma descarga assassina, não choveu. Há mais de um mês que não chove em Olhão, então de onde vêm essas águas pluviais?
O que é certo, é que o veneno não pára de correr, neste e nos outros pontos de descargas directas,  para as águas protegidas de cultivo de bivalves, de peixe e uma das maiores zonas de produção de sal tradicional e de flor de sal da Ria Formosa.

Diz a lei que onde se produzem alimentos não pode haver poluição. Por que será que na Ria Formosa isso acontece há décadas sem que as autoridades mexam uma palha para acabar com estes crimes e punir os poluidores, há muito identificados?
Para além de crime ambiental é também um crime de saúde pública. Será que os senhores agentes da ASAE,  não sabem destes crimes? Ou têm ordens superiores para fechar os olhos? Como foi divulgado esta semana na comunicação social, estará a Ria Formosa incluída na lista VIP que os agentes da ASAE tem ordens para não fiscalizar?

 


As associações de moradores dos Hangares, ilha do Farol, Ilha da Armona, Ilha da Culatra, bem como todos os cidadãos têm o dever de exigir, o fim da poluição na Ria Formosa.
Na Ria Formosa quando é que o Direito Ambiental Português é levado à prática?


OLHÃO: PINA CONTRA RENATURALIZAÇÃO DO PARQUE RIBEIRINHO

A Sociedade Polis mandou uma nota para a imprensa, onde dá conta de mais uma acção de renaturalização na Ria Formosa, desta vez o chamado Parque Ribeirinho de Olhão, e que mereceu por parte de António Pina uma manifestação de desagrado.
Se António Pina tem alguma razão no seu desagrado pela obra, também não é menos verdade que a Polis está no seu direito e com alguma razão.
O plano inicial, quando as comadres estavam de boas relações, era a requalificação da Horta da Câmara, fazendo-a desaparecer e em seu lugar criar uma zona de lazer, que embora ao serviço da população, visava sobretudo a valorização do empreendimento Marina Village.Ora não é essa a obra que a Polis resolve agora fazer, a qual não estava inicialmente programada.
Mas também não é por acaso que a Sociedade Polis é presidida por inerência do cargo, pelo presidente da Administração da Região Hidrográfica do Algarve, a entidade que tem a jurisdição do Domínio Publico Marítimo.
As antigas salinas, que agora vão ser objecto de renaturalização, fazem parte do DPM e por isso a ARH pode tomar a decisão que tiver como melhor solução, devendo no entanto, pedir o parecer prévio da Comissão do DPM.
É verdade que a zona está transformada numa autentica lixeira e que merecia uma boa limpeza, mas também não podia ser como Pina pretendia. Em meados de 2010, os serviços da Câmara Municipal de Olhão tentaram proceder ao aterro da zona e só não o consumaram porque entretanto funcionários qualificados e designados pela CCDR, impediram que se concretizasse, porque integrava área da Reserva Ecológica e do Parque Natural da Ria Formosa, tal como se pode ver em http://olhaolivre.blogspot.pt/2010/10/ria-formosa-aterrada-por-presidente-da.html
Obviamente que as duas entidades se deviam entender e gastar o dinheiro saqueado ao Povo, sob a forma de impostos, de forma mais útil e consensual, mas por ironia do destino, estão de costas voltadas, e agora ainda pior depois da afronta que o Pina fez à Polis.
Certo é que de uma forma ou de outra, por vontade da Câmara ou da Polis, as populações nunca são chamadas a pronunciar-se sobre algo que lhes diz directamente respeito, como se os olhanenses fossem um bando de mentecaptos.


quinta-feira, 4 de junho de 2015

Naufrágio na Barra da Fuzeta!Mais uma vez a morte esteve eminente, para quem sai e entra aquela Barra Mortal!

Recebemos há pouco um comentário de um leitor do nosso blog sobre um naufrágio que aconteceu hoje naquilo que as entidades oficiais,  chamam Barra da Fuzeta que passamos a transcrever:



" Olhão: Embarcação marítimo-turística naufraga na Barra da Fuzeta Uma embarcação marítimo-turística naufragou hoje junto à barra da Fuzeta, concelho de Olhão, explicou à Lusa o comandante da Capitania do Porto de Olhão, Nunes Ferreira adiantando que as seis pessoas a bordo saíram ilesas. Na origem do episódio estará um golpe de mar, onda inesperada que chocou contra a embarcação, que encalhou e virou por volta das 15:20, altura em que as autoridades receberam o alerta, explicou o comandante. O resgate dos dois tripulantes da embarcação e dos quatro turistas britânicos que estavam a bordo foi feito por outras embarcações da empresa marítimo-turística durante 30 minutos, tendo a Polícia Marítima e uma embarcação salva-vidas estado no local a acompanhar o processo. Uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) assistiu as seis pessoas envolvidas, verificando que não necessitavam de cuidados de saúde. .diariOnline RS com Lusa 20:00 quinta-feira, 04 junho 2015 em

Nota do Olhão Livre mais um naufrágio numa barra da Ria Formosa que devido ao seu assoreamento não passa de um cemitério!
Mais uma vez e felizmente não houve vitimas mortais.
Mais uma vez voltamos a questionar as autoridade competentes: Será preciso havewr mortes na Barra da Fuzeta para tomarem medidas sérias para se criar condições de segurança aos pescadores da Fuzeta e às empresas de passeios marítimos turísticas sediadas na Fuzeta?

RIA FORMOSA: QUEM A DEFENDE?

Quando falamos na Ria Formosa, temos em vista o conjunto de ilhas, o espaço lagunar, a sua biodiversidade e muito especialmente as pessoas que dela retiram o seu sustento, mariscando ou pescando. O elemento humano é o valor mais importante sem que se pretenda tirar importância às demais vertentes, e por isso há que procurar um ponto de equilíbrio entre a exploração humana e o ambiente.
Nos tempos que correm as perspectivas de desenvolvimento da classe dominante, também fruto das negociatas da péssima governação que temos tido, assentam quase exclusivamente no sector do turismo, mesmo que para isso tenham de sacrificar as demais actividades económicas tradicionais da Ria Formosa.
Para a classe dominante, há um certa incompatibilidade entre a presença da população nativa e os possíveis visitantes, uma ideia completamente errada como a própria pratica se encarrega de provar, bastando olhar para o núcleo da Culatra, o mais requisitado, pelas caracteristicas das suas gentes, pela sua gastronomia e pela sua forma de vida, pescando ou mariscando.
Essa noção de incompatibilidade é-nos dada pela forma como criam condições que obrigam a população nativa a abandonar as suas actividades, seja poluindo as águas, não criando condições para uma melhoria na renovação das águas da Ria, utilizando os planos de ordenamento para condicionar algumas dessas actividades, mas permitindo o uso balnear ao turismo, mesmo que vá ao arrepio da pretensa defesa ambiental. O pisoteio ou a destruição de ninhos é obra da curiosidade de quem nunca viu tal, o turista, que de forma inconsciente o faz, mas nunca pela população nativa.
Vem isto a propósito de dois factores da máxima importância para quem vive da Ria e que são em primeiro lugar o fim anunciado das concessões dos viveiros e a falta de dragagens.
A legislação que põe fim às concessões data de 2007, obrigando a sua renovação à participação num concurso, onde os actuais concessionarios têm de exercer o direito de preferência, ou seja a "comprar" aquilo que tem passado de pais para filhos ou netos, se entretanto alguém se candidatar ao respectivo talhão. Por outro lado, e apesar de já ter oito anos, o Regulamento do concurso ainda não está feito e tudo leva a crer que ficará para depois das eleições, porque se as coisas derem para o torto, até mortes haverá. E aqui temos que lembrar que os produtores de ostras franceses apostam claramente na obtenção destas áreas, o que devido à sua maior capacidade financeira, pode ser determinante para vermos, mais uma vez, os nossos recurso naturais a mudarem de mãos. Lamentavelmente, existem alguns testas-de-ferro portugueses que não vêem outra coisa que não o dinheiro e se prestam a esse trabalho.
E aqui devemos dizer muito claramente que a produção intensiva de ostras no meio da produção de ameijoas, a nossa maior riqueza, vai conduzir ao fim da exploração controlada da ameijoa, na medida em que as suas necessidades de oxigenio e alimento são cem vezes superiores à da ameijoa. Na competição entre as espécies, sucumbe a mais frágil, a ameijoa!
Como se não bastassem aqueles problemas, a ausência de dragagens que permitam uma maior renovação de águas na Ria e como tal do oxigénio e a diluição da poluição existente, é um factor de peso que no curto prazo pode pôr em causa a tradicional produção de ameijoas da Ria Formosa.
As comissões de moradores das ilhas barreira, e particularmente os três núcleos da Culatra devem conjugar esforços na defesa das actividades tradicionais da Ria Formosa, reunindo e debatendo possíveis soluções a apresentar a quem de direito, o Ministro de Mau Ambiente.
As dragagens são possíveis e o facto de não poderem usar os dragados no reforço do cordão dunar, é uma oportunidade de ouro para resolverem de vez o problema da erosão do cordão dunar e fixação das barras naturais, sem o recurso a infra-estruturas pesadas e de baixo custo.
Será que,as associações, vão manter a solidariedade criada em torno da defesa do edificado ou vão deixar cair a defesa da Ria Formosa como um todo?

quarta-feira, 3 de junho de 2015

RIA FORMOSA: O CAMALEÃO MATA A RIA?

É do conhecimento publico que o famosos camaleão travou o processo de demolições na Ria Formosa, mas não se disse ainda o resto, as consequencias do despacho do Tribunal. Na verdade, o despacho impede qualquer acção que possa pôr em risco o dito cujo, e com isso a repulsão dos dragados para o cordão dunar.
Na pratica, pode dizer-se que o camaleão não só travou as demolições como também as dragagens na Ria, que bem precisada está, apesar de não serem as mais correctas, aquelas de que a Ria efectivamente precisa, pelo menos é que se pode inferir das palavras do secretario de estado do mar nas comemorações do Dia do Pescador.
Ou seja o governo PSD/CDS anda à boleia do camaleão para não fazer o que devia e os autarcas desta zona da Ria Formosa, estão calados que nem uns ratos, porque o que para eles é ouro sobre azul, uma oportunidade de ouro para correr com os pescadores e produtores de bivalves, já que a sustentabilidade do eco-sistema está comprometida.
Mas não tem de ser assim, porque há soluções alternativas e que podiam, se realmente estivessem interessados em defender a Ria Formosa, aplicá-las com grandes benefícios. 
No fundo se analisarmos bem, o governo recuou nos seus propósitos, adiando para depois das eleições a solução do problema, devolvendo às origens a batata quente deixada pelo PS que aprovou o POOC e o POLIS. De uma coisa não tenham duvidas, se o actual governo quisesse levar por diante a sua veia demolidora, teria suportado a sua contestação à providência cautelar, deixando cair a renaturalização e consequentes demolições, optando apenas pela tomada da posse administrativa para exploração directa das casas. Provavelmente seria confrontado com outras providencias na base da desigualdade de tratamento da administração perante o cidadão, que poderia ser aceite ou não.
O governo recua, devolve a batata à procedência e fica na expectativa de ou o futuro governo ou o mar fazer aquilo que eles não fizeram.
E porque o mar tem das suas, conviria salvaguardar o cordão dunar, protegê-lo para que não aconteça o mesmo que em Cacela ou na Fuzeta, dragando a Ria e utilizando os dragados na defesa das ilhas barreira.
Cada dia que passa sem as dragagens, é agravar as condições de vida de quem vive da Ria e por isso devem as associações de moradores dos diversos núcleos pressionarem a Polis para as fazer!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Cadeira de rodas de um dificiente motor volta-se na Passagem desnivelada em Olhão, que a CP diz ter condições de segurança!

 Há muito que se adivinhava esse acidente pois a subida da passagem  desnivelada  que a CP diz oferecer TODAS AS CONDIÇÕES de segurança  é íngreme, e  o acidente adivinhava-se já várias vezes testemunhei pessoas idosas a recuperar a meio dessa subida,hoje foi o culminar da vergonha para a CP  que obriga  as pessoas de Olhão a passar diariamente,em nome de uma segurança que não existe.
 
Valeu a pronta ajuda dos populares, que desceram dos automóveis e ajudaram o cidadão a voltar à posição normal e o ajudaram a ultrapassar a rampa, que sozinho não conseguiria vencer.Fotos roubadas do página do f.b de Fernando Cabrita
 

O presidente da CMOlhão anda demasiado  preocupado em fazer parceiras e geminações com cidades Moçambicana do que a resolver os problemas das  tais pessoas de OLhão que ele na Campanha eleitoral dizia estarem em 1º lugar.

Pode o presidente da CMOlhão argumentar que não tem dinheiro, para fazer a obra da passagem de nivél por cima com a que já existia, mas pelos jeitos dinheiro é o que a CMOlhão não tem falta,  para dar  de mão beijada, 250 000 € ao clube de futebol Moncarapachense, para fazer obras num estádio de Futebol desse mesmo clube em Moncarpacho.

Dinheiro é coisa que não falta na CMOlhão, pois resolveu dar de borla,  material escolar e livros a TODOS os alunos do 1º Ciclo do Concelho de Olhão em vez de fazer o que é obrigado por lei a fazer o que já faz há anos,  que é ajudar os alunos mais carenciados do Concelho.

Dinheiro é coisa que deve abundar com fartura na C.M.Olhão como nos diz a carta enviada pela ambiOlhão, pelo presidente da CMOlhão,pois pode-se ver nessa carta, que a CMOlhão  limpou a divida da empresa Municipal Mercados de OLhão no valor de 128.125.42€ subsidio esse, para a empresa Mercados de Olhão ficar limpar de dividas, para fazer a mega empresa Municipal entre a  Fesnima Mercados de Olhão,onde o Líder da Concelhia do  maior partido da suposta oposição do PSD, Daniel Santana já tem lugar  quase assegurado.
Como dinheiro não falta na CMOlhão,  porque razão não se resolve de uma vez por todas o grave problema do Muro da Vergonha que a CP construiu?

Está na hora das pessoas se revoltarem contra a CP e contra a  inoperância de um presidente que se preocupa tão pouco, com os verdadeiros problemas das pessoas de Olhão que o elegeram e acreditando que em 1º Lugar estariam as pessoas.

Os cidadãos revoltados todos os dias destroem o Muro de Vergonha que a CP constrói ,e as pessoas revoltadas destroem,por isso está mais que na hora da passagem de nível para peões voltar a ser por cima da linha de caminho de ferro, depois de criadas todas as condições de segurança para os peões,por parte da CP e por parte C.M.Olhão e por parte da Junta de Freguesia de Olhão,  e é tão fácil; Basta querer resolver o problema daqueles, que andam a pé ou de cadeiras de rodas!

RIA FORMOSA: O CAMALEÃO PINA!

Passado o primeiro impacto e a desmobilização dos moradores das ilhas barreira da Ria Formosa, provocados pelo facto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé ter dado provimento à providência cautelar metida pela Câmara Municipal de Olhão, voltamos ao assunto porque ainda está tudo por resolver.
Cada um terá o seu sentido de solidariedade, apelando à união de todos, embora no caso dos moradores da Ria Formosa, uma boa dose fosse uma solidariedade baseada em interesses pessoais ou de grupo. Felizmente nem todos pensam assim.
Vem isto a propósito da falta de solidariedade com os moradores dos ilhotes, que cometeram o pecado de serem rotulados de "feios, porcos e maus", tal a sua condição económica e social.
António Pina, o camaleão em presidente da câmara municipal de Olhão, sabe que o efeito da providência cautelar que meteu para o núcleo do Farol Nascente, na ilha da Culatra, seria o mesmo se o tivesse feito para os ilhotes, também eles habitat de camaleões. Falta saber as razões que levaram o camaleão olhanense a não fazer semelhante esforço em prol dos moradores dos ilhotes.
Rebuscando nos arquivos, porque a nossa memoria já nos vai falhando, fomos então descobrir o que pensava António Pina a respeito das ilhas e dos ilhotes, como se pode ver a partir do minuto 4:45 do vídeo que se segue:
Quem veio falar em eco-resorts nas ilhas foi precisamente António Pina durante a campanha eleitoral, numa entrevista conduzida por um ilhéu que pelos vistos se esqueceu do que ouviu.
Mas António Pina não se ficou por aí e querendo levar a sua ideia à pratica, contratou um Pardal, feito arquitecto, para que no Relatório de Avaliação da Execução do PDM, fizesse constar a proposta da criação urgente de uma circular, à volta do edificado da Armona e do aterro de uma vasta zona de sapal na Fuzeta, com a desculpa de combate aos mosquitos.
Obviamente que ao proceder ao aterro iria fazê-lo de molde a que os prédios construídos em Domínio Publico Marítimo ficassem de fora da faixa dos cinquenta metros que são as margens de mar.
Então temos António Pina a defender eco-resorts nas ilhas barreira, a construir uma "auto-estrada" na Armona e como grande defensor do ambiente a aterrar uma zona húmida tão ou mais protegida que o próprio camaleão, o autentico.
Compreendemos que as pessoas que têm casa nas ilhas tivessem ficado gratas pela intervenção do camaleão Pina, mas não podemos deixar de registar a falta de solidariedade deste para com os moradores dos ilhotes, para os quais podia ter feito o mesmo, mesmo antes da providência para o Farol, deixando todos descansados.
Quando um politico se regula pela condição social do Povo que o elege e é ele próprio a marginalizar os mais desfavorecidos da sociedade, é preciso muito cuidado com a hipocrisia que destila, ficando-nos a duvida se ele teria a mesma postura, caso não tivesse casa de família no Farol.
Cuidado que isto não é bicho de fiar!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

A sardinha essa espécie que nos querem fazer querer acreditar, estar em extinção!

Desde 1969 que Portugal não pescava tão pouco peixe,menos 17% do que em 2013.
Nesta foto tirada daqui.Podemos ver Assunção Cristas,com as televisões sempre  atrás a admirar uma sardinha no mar português




Dizia ela essa  sardinha que eu estou a ver, podem-na apanhar, mas hoje não podem apanhar mais nenhuma, pois as outras são para os espanhóis apanharem e   depois de adicionarem o veneno para a conservarem bonitinha nos venderem
O pior é quando a pomos em cima da grelha para a assar não cheira a sardinha,e quando a comemos não sabe a sardinha.Porque será que a ASAE não investiga os produtos que os espanhóis utilizam na conservação do peixe que nos vendem,e que alteram o sabor do peixe?
Portugal é o 3º país do Mundo onde os habitantes mais peixe consomem, no entanto todos os anos a União Europeia, nos obriga a ficar com quotas mais reduzidas dos peixes que mais consumimos,e cozinhamos como ninguém,  como é o caso da sardinha.
Isto só é possível porque os nossos ministros da Pesca que nada percebem de pesca, e  é desta maneira que  Assunção Cristas e o governo vende pátrias, deixa os espanhóis capturar parte da quota que sardinha que nos pertencia capturar.
Enquanto isso aumenta a importação de peixe congelado para Portugal, para enriquecer os grandes  lobbys do peixe  congelado.
Um dia esses governantes vendidos,e traidores aos interesses dos portugueses,  terão de prestar contas ao povo que nos elegeu para governar e em vez disso,depois de eleitos,  governam-se a eles e aos amigos.