Nem a queda de Socrates veio moralizar a politica nacional, regional ou local.
Segundo fontes fidedignas, o nosso "amigo" Alberto Almeida, vereador a meio tempo da Cmara Municipal de Olhão, vai ser proposto para a Direcção Regional da Educação, na dança alternativa de cadeiras.
Não se sabe como nem porquê mas este "senhor" chegou a presidente dos Trabalhadores Social Democratas e agora vai ser brindado com a promoção a um dos muitos lugares que deveriam ser extintos e que mais não servem do que para a satisfação de um certo clientelismo oportunista, à conta do assalto aos bolsos do contribuinte.
Um oportunista que chegou a fazer campanha eleitoral contra os seus camaradas; um individuo que construiu um predio de quatro pisos onde não podia nem devia; um individuo que apanhou uma porção de terra do dominio municipal e ali construiu um anexo sem projecto e muito menos licença; um individuo que construiu um "salão de festas" com recurso a expedientes; um individuo que põe os seus interesses pessoais acima dos interesses do colectivo e do partido; um individuo que em toda a sua actividade politica local se traduz num descarado apoio ao PS e particularmente a Francisco Leal como se fosse o quinto vereador socialista; um individuo que nunca contestou a gestão socialista, indiciada de pratica de crimes conexos aos crimes de corrupção; é este individuo que o Partido Social Democrata aponta para a Direcção Regional de Educação como premio pelo pessimo serviço prestado ao partido e à população de Olhão.
Bem haja o governo PSD que assim liberta o concelho de Olhão desta aventesma. Mas como não podia deixar de ser na contabilidade de ganhos e percas, ganha Olhão perde a Educação no Algarve.
Tinhamos consciencia de que o PSD é um parido clientelar, mas daí até premiar gente de tão baixo nivel e no contexto de crise em que vivemos, era inamaginavel.
Ficamos esclarecidos.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
ALGARVE E A DESILUSÃO PSD
terça-feira, 30 de agosto de 2011
CÂMARA DE OLHÃO NEGLIGENTE
A Câmara Municipal de Olhão, à imagem dos seus irresponsáveis políticos, tornou-se uma badalhoca seja no aspecto da limpeza, da mobilidade, da transparencia mas também da segurança.
OLHÃO E O PORQUÊ DA FALENCIA CAMARÁRIA
O Plano Director Municipal ainda em vigor determinava que as áreas de cedência para espaços verdes e equipamentos colectivos correspondiam a 50% da área bruta de construção, isto é 25m2 por cada 120m2 de área bruta de construção e para equipamentos colectivos 35m2 por cada 120m2 de área bruta de construção.
Quando não se justificasse(?) a cedência, passariam a áreas de compensação e deveriam ser adoptados como mínimos 50% das áreas estabelecidas, sendo o pagamento em numerário correspondente ao valor de mercado das mesmas.
Pode dizer-se que de acordo com o PDM, os promotores imobiliários estariam obrigados ao pagamento, à Câmara Municipal de Olhão, do equivalente a 25% da área bruta de construção ao preço de mercado.
Com o crescimento a que assistimos e apesar dos desvarios na gestão autárquica, pergunta-se porque razão não há espaços verdes nem equipamentos colectivos em Olhão ou no seu lugar, dinheiro?
Pois bem, a Câmara Municipal de Olhão achando que os promotores imobiliários ganhavam pouco, coitados, pariu um Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação com uma nova fórmula de cálculo para as taxas de compensações em que transformava milhões em “tostões”.
A ganância, a especulação, encontraram no ainda presidente da Câmara Municipal de Olhão um fiel aliado, com o qual andaram de braço dado e almoços bem “ataviados”. Assaltando o bolso do munícipe com o aumento de taxas em quase todos os serviços para dar de mão beijada aos promotores imobiliários.
E se é verdade que temos um rafeiro presidente de Câmara, o que dizer da oposição que ao longo dos anos tem silenciado os crimes por ele cometidos?
É que quase toda a oposição come ou comia também da mesma gamela, quando mais não fosse pelos benefícios obtidos na actividade económica com a ajuda presidencial e quem sabe de alguns financiamentos a partidos.
O lema é sempre o mesmo: DAR AOS RICOS O QUE SE ROUBA AOS POBRES!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
OLHÃO: ELES COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA
A actividade politica local tem permitido que nos últimos anos alguns senhores da nossa praça se apossem da riqueza colectiva em detrimento dos que na verdade labutam, servindo-se para isso da sua actividade e influencias que directa ou indirectamente possam ter.
António Ventura Pina, vice-presidente da Câmara Municipal de Olhão e presidente da concelhia do partido dito socialista e Carlos Alberto Martins, vereador com o pelouro das obras, delfim do seu camarada e sócio nas Ostra Formosa, ocupam ilegalmente cerca de trinta mil metros quadrados de terrenos do domínio publico marítimo, sem que para isso estejam munidos dos respectivos títulos.
Para quem conhece estas duas figuras, sabe que os mesmos nunca puseram os pés na lama da Ria Formosa, nem nunca foi a actividade profissional de qualquer deles. Um ocupou um lugar de direcção no IFADAP, aprovando projectos em nome de familiares do segundo que viriam passar para a sua posse, após a formalização da Ostra Formosa.
Sabem o António Pina e o Carlos Martins que há data as bancadas para a produção de ostras custavam o equivalente a 18 euros mas os projectos iniciais apontavam para valores na ordem dos 90 euros, cinco vezes mais. Obviamente que com uma diferença foram reprovados e refeitos, baixando o valor para os 60 euros, ainda assim mais de três vezes o valor real.
António Pina e Carlos Martins, fruem de um espaço na zona da Fortaleza, sem pagar as respectivas taxas de utilização e em concorrencia desleal com os demais produtores que viram as suas taxas aumentadas para o dobro.
A promiscuidade das autoridades nestes negócios leva-os a fechar os olhos em relação a estes senhores enquanto perseguem os demais produtores. Não espanta por isso que estes dois cavalheiros façam eco das mentiras das autoridades em relação à poluição da Ria Formosa.
O director do departamento de áreas classificadas do sul do ICNB, João Alves, não passa de um mentiroso no que à poluição da Ria Formosa diz respeito, e foi enquanto responsável pela entidade tutelar do espaço ocupado indevidamente por estes cavalheiros quem permitiu, omitiu a ilegalidade.
Valentina Calixto, presidente da ARH, desde 2007 que tutela o Domínio Publico Marítimo, persegue os restantes produtores com ameaças da cassação das concessões caso estes não paguem as taxas devidas, apesar de saber que as águas estão poluídas. mas para estes que ocupam um espaço ilegalmente em zona privilegiada, nada diz. Aqui não há aplicação de sanções; isso é só para os outros.
UNS COMEM TUDO E NÃO DEIXAM NADA PARA OS OUTROS. ATÉ QUANDO?
domingo, 28 de agosto de 2011
AMBIOLHÃO: MENTIRA OU GAMANÇO?
A Ambiolhão, tão novinha e tão marota, dá continuidade aos procedimentos da casa mãe, pautando a sua gestão pela total falta de trnaparencia ou não fosse o presidente do conselho de administração um individuo sobre o qual recaem fortes indícios da pratica crimes conexos aos crimes de corrupção, Francisco Leal.
A fazer fé no portal base do governo, a Ambiolhão, nos seus curtos meses de existência, já celebrou contratos por ajuste directo para reparação de viaturas num total de 506.007.08 euros, conforme os links que aqui deixamos e que comprovam o que afirmamos, bastando carregar em cima para os visualizar:
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=246142&lk=srch , no valor de 190.000,00 euros
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=252841&lk=srch, no valor de 100.000,00 euros
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=254333&lk=srch, no valor de 60.000,00 euros
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=254343&lk=srch, no valor de 150.000,00 euros
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=255783&lk=srch, no valor de 6.007,08 euros
Ou os carros estão a cair de podres ou algo anda errado na gestão da Ambiolhão, percebendo-se claramente o porquê dos aumentos dos tarifários, o assalto à carteira dos munícipes, quando confrontados com o despesismo de uma empresa de fachada, inventada para boys e esquemas pouco claros.
É que enquanto dois dos contratos especificam as marcas, um outro se refere a reparações na generalidade da frota e outro ainda aos compactadores, há um que não refere o que quer que seja, marca e matricula, tanto podendo ser uma viatura da empresa, do município ou até de um particular.
Gastar 6.000 euros na reparação de uma viatura ligeira de passageiros, sai bem mais caro que a aquisição de uma viatura nova, mesmo que custasse o dobro, porque nos anos mais próximos não necessitaria de reparações.
MEUS SENHORES, ACABEM LÁ COM ESTAS MENTIRAS!
sábado, 27 de agosto de 2011
AMBIOLHÃO: CONTINUA O GAMANÇO!
Está mais que visto que a Ambiolhão foi criada unica e exclusivamente para o gamanço, para a criação de jobs for de boys, para aliviar as dividas em nome da Camara Municipal de Olhão.
Começou com um "erro" informatico que sugere que as contas da Camara em 2007 estão viciadas, tentando fazer crer que estar registado no sistema informatico que as facturas foram emitidas, é a mesma coisa que dizer que foram pagas. Como é que a Camara Municipal de Olhão cobrava a agua sem emitir facturas?
Porque Francisco Leal e seus muchachos deram com a Camara em pantanas, agora é preciso um "esforço colossal" para sacar o "graveto" do bolso das pessoas e vai daí as constantes "asneiras" ou aldrabices na facturação da Ambiolhão.
A imagem mostra a factura de um comsumidor, que no espaço de um ano, consumiu 17 metro3 de agua, pelo que a estatistica aponta para um consumo medio de 1,5 m3 e a factura anterior, reflectindo essa media, cobraria 2m3 e a acutal outros 2 m3. Não procede assim a Ambiolhão, por não saber fazer uma estimativa e isso é incompetencia, ou algo mais grave e suspeito envolve a facturação da agua. É que, de acordo com o procedimento da Ambiolhão, um municipe que tena um consumo medio de 17m3, arrisca-se a pagar uma factura com 1m3 e outra com 33m3, alterando de forma significativa os escalões e com reflexos no bolso do consumidor, desta forma:
(1m3x0,44)+(5m3x0,44)+(10m3x0,51)+(1om3x1,173)+(8m3x2,1114)=36.35 euros, quando na verdade deveria ser (5m3x0,44)+(5m3x0,44)+(10m3x0,51)+(10m3x0,51)+(2m3x1,173)+(2m3x1,173)=19,292 euros, ou seja quase metade.
Se a estes calculos, juntarmos os do saneamento basico e dos residuos solidos, imaginamos o quanto pesa no bolso do consumidor a incompetencia ou sacanice de quem manda na Ambiolhão, num momento em que os consumidores são o alvo de todas as medidas de austeridade, enquanto quem mamou ou mama à conta do erario publico e provocou a situação, continua indiferente como se nada se passasse.
Contra isto, devem levantar-se os olhanenses, denunciando, reclamando, protestando e participando nas sessões de camar e assembleias municipais por forma a fazer recuar a escumalha acoitada nos orgãos de decisão do municipio.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Antonio Pina Absolvido, pelo tribunal de contas.
| A multa de 1 728 euros foi aceite pela presidente do HDF, após provada a negligência na realização de ajustes directos a empresas privadas, sem apurar se a opção pelos ajustes directos era legal e justificada. A sentença foi “acatada” por Ana Paula Gonçalves, “por inerência do cargo que ocupa, e das suas qualificações profissionais”, pode ler-se, em comunicado. A presidente refere, no entanto, que “da actuação que originou a presente sentença não resultou qualquer prejuízo ou encargos adicionais associados para a instituição que preside ou para o interesse público”. O tribunal entende que a responsável deveria ter aberto concursos públicos, em vez de fazer ajustes directos. Em causa está a celebração, em 2007, de contratos para a aquisição de serviços de ortopedia (no valor de 340 mil euros), de alimentação (760 mil euros) e de limpeza (296 mil euros). O TC deu como provado que os contratos foram feitos depois de os serviços já terem sido prestados. Além disso, o juiz conselheiro do TC entende que não estavam reunidas as condições para a realização de ajustes directos. Isto, diz, porque é “evidente” que a situação não era “imprevisível” para o conselho de administração, rejeitando o argumento da “urgência imperiosa”, que pode justificar a realização de ajustes directos em contratos no valor igual ou inferior a 4 988 euros, segundo a Lei em vigor em 2007. O conselho de administração conhecia as condições em que os serviços estavam a ser prestados, prossegue a sentença. “Impunha-se, atentos aos valores em causa, que as adjudicações tivessem sido precedidas de concurso público internacional”, lê-se no relatório. As despesas são, por isso, consideradas “ilegais”. O juiz conselheiro do TC lembra que Ana Paula Gonçalves é presidente do conselho de administração do Hospital de Faro desde Fevereiro de 2006 e que, por isso, “teve com bastante antecedência conhecimento da situação de todos os serviços inerentes ao funcionamento do hospital”. Além disso, frisa o magistrado autor da sentença, a responsável tem um diploma em administração hospitalar e uma licenciatura em Direito, possuindo “condições excepcionais para o desempenho das suas funções”. Além de Ana Paula Gonçalves, o Ministério Público tinha acusado António Pina, então vogal do executivo do conselho de administração do hospital, e Maria Helena Gomes, directora clínica do mesmo órgão, pela prática das infracções financeiras. No entanto, o TC acabou por absolver estes dois responsáveis." Noticia do Observatório do Algarve on line.
Nota do Olhão Livre:A directora do Hostiptal de Faro, foi culpada mas o agora vice presidente da CMolhão, Antonio Pina foi absolvido.
O caricato dessa noticia, é que ficamos a saber que não se pode perante a lei a fazer ajustes directos a valores de mais de 4 988 €,é caso para perguntar porque não se cumpre a lei que saiu,em 2007, na C.M.Olhão e nas empresas Municipais de Olhão
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
ILHA DESERTA: PARAISO SÓ DE ALGUNS!
A designada ilha deserta, é indicada no Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa, como Ilha da Barreta e integra "Área de Protecção Total" nos termos do nº 2 do artigo 17º e sujeita às restrições do artigo 18º, nº 2, que diz só ser permitida a presença humana a funcionários do ICNB, a visitantes de índole cientifica desde que autorizados pelo ICNB, a agentes da autoridade ou em situações de risco ou calamidade.
Não sendo permitida a presença humana, não se compreende como está lá um restaurante de dimensão apreciável, nem como hajam carreiras para aquele destino, a não ser que poderosíssimos interesses se sobreponham.
Enquanto Valentina Calixto presidente da Administração da Região Hidrográfica do Algarve e Macário Correia presidente da Câmara Municipal de Faro e o mentiroso João Alves do ICNB fazem finca pé na demolição das casas dos pescadores na Praia de Faro e admitem esta situação. O restaurante, enquanto apoio de praia é objecto de uma concessão precária e revogável e não podia ali estar por violação do POPNRF.
A imagem mostra o cartaz de uma empresa que faz carreiras para a Ilha Deserta a coberto de passeios turístico-marítimos, com escalas na Ilha dos Hangares, onde os outros barcos de carreira foram proibidos pelo facto de o cais ser pertença do Ministério da Defesa. Resta ainda saber, porque ao estabelecer um preço de ida e volta, na pratica configura uma carreira, onde está o alvará para carreiras de transporte de passageiros como é exigido ás demais empresas do sector.
Francisco Leal, sempre ele, deu uma ajudinha a ultrapassar as ilegalidades, porque precisava de favorecer o Hotel da Estrumeira, proporcionando aos clientes um exclusivo de fruição "publica" que aos nativos da Ria Formosa é proibido.
E se em Olhão é assim, de Faro existem duas carreiras para aquele paraíso a cargo da Sulnideo e de um tal Vargues, curiosamente também proprietario do restaurante.
É verdade que o POOC permite o cais da Estacada da Barreta, mas o POPNRF proíbe a presença humana naquela ilha. O que isto mostra é que a tão apregoada aposta no mar como fonte de recursos é só mais uma atoarda propagandistica do governo, porque afinal as restrições apenas atingem pescadores e mariscadores indígenas e as benesses são para o elemento exterior.
DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS, É ASSIM NESTE PAIS!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
OLHÃO: DISCRIMINAÇÃO NA ESCOLA CARLOS DA MAIA?
São pelo menos sessenta os pais indignados porque não conseguiram matricular os seus filhos no ensino básico da Escola Carlos da Maia, sem que lhes tenha sido dado uma explicação razoável para o sucedido, uma vez que habitam na área geográfica daquela escola.
Na verdade o Despacho nº 6258/2011 do Ministério da Educação, publicado no Diário da Republica, II Serie,Nº 71 de 11 de Abril de 2011, determina no seu nº 1 «2.4 - Na educação pré-escolar e no ensino básico, o pedido de matricula é apresentado preferencialmente via Internet, entre o dia 15 de Abril e o dia 15 de Junho do ano lectivo anterior àquele a que a matricula respeita,no agrupamento de escolas ou no estabelecimento de educação pré-escolar ou escola não agrupados do ensino publico da área da residência da criança ou do aluno ou da actividade profissional dos pais ou encarregado de educação...»
Sendo assim, o primeiro critério é o da área de residência da criança, seguido da área onde os pais ou o encarregado exerça a actividade profissional.
Das reclamações ouvidas, na generalidade, diz-se que há pessoas a usarem de estratagemas e a direcção da escola acolhe-os para excluírem alunos cuja área de residência fica na área da escola, enquanto outros cuja área de residência, nada tem a ver com a área geográfica da escola, são admitidos. Um dos expedientes será o de usar um familiar ou amigo residente na área da escola como encarregado de educação. Neste caso a escola deveria estar obrigada a confirmar da veracidade das declarações destes encarregados de educação, tanto mais que se sabe que a actividade profissional na área geográfica da escola é quase nula.
Porque acontece isto? Alegam os excluídos, que com o realojamento do pessoal dos pré-fabricados, os filhos destes passaram a frequentar a Escola João da Rosa, e os habitantes da área geográfica desta escola não querem misturar os filhos com o pessoal dos bairros sociais, e isto é discriminação, daí usarem de expedientes para colocar os meninos na escola que mais lhes convenha, em prejuízo daqueles que pelo primeiro critério tinham lugar certo na Escola Carlos da Maia.
Com esta pratica a Escola Carlos da Maia habilita a discriminação numa faixa etária que merce um tratamento mais adequado, não promovendo a igualdade de oportunidades no acesso à escola publica, e ainda prejudica crianças que tinham na sua residência, um direito.
Os pais prejudicados podem e devem reclamar junto da Escola Carlos da Maia, bem como junto da Direcção Regional de Educação, antes que seja extinta. Por nós, voltaremos ao assunto se se mantiver esta situação.
sábado, 20 de agosto de 2011
Ria Formosa, embarcação de recreio trucida turista, ao largo da Culatra.
Hoje, uma embarcação de recreio trucidou um turista na Ria Formosa no canal de S.Lourenço em frente à Ilha da Culatra.
O turista proprietário de um yate, ancorado ao largo da Ilha da Culatra, nadava nas mediações da sua embarcação quando foi colhido por uma embarcação a motor, provocando ferimentos graves, numa perna e nos orgãos genitais.
O dono da embarcação que provocou o acidente socorreu prontamente o turista espanhol conduzindo-o a Olhão, onde foi transportado de emergência para o Hospital distrital de Faro.
Esse acidente vem por a nu a anarquia que é navegar na Ria Formosa mais propriamente no Canal de S.Lourenço onde só podem navegar embarcações até 9 metros, mas as autoridades marítimas fecham os olhos.A mesma anarquia se passa com a ancoragem dessas mesmas embarcações que fecham literalmente o canal, obrigando a uma navegação tipo ZIG ZAG. Porque não é cumprida a lei do POOC no canal de S. Lourenço? Será por causa de não incomodar, os magnatas de Vilamoura, e de outros sitios ,que vem com os seus yates, assentar arrais e passar o verão na Ria Formosa à borla?
É tempo de acabar com a anarquia na Ria Formosa e deixar o Canal de S.Lourenço livre para a a navegação?Será que as autoridade vão fazer isso, ou será preciso haver mais acidentes desse tipo, para terminar a anarquia na Ria Formosa?
O BCE À MESA DE CAFÉ
A Primavera esmerou-se. Um sol agradável acariciava-nos na esplanada do café à beira da minha porta. A chegada do Senhor Antunes, o mais popular dos meus vizinhos, deu ensejo a uma lição sobre Europa e finanças a nós todos que disto pouco ou nada percebemos.
- Oh Sô Antunes explique lá isso do Banco Central Europeu, aqui à rapaziada do Café.
- Então vá, vá lá, Só por esta vez. O BCE é o banco central dos Estados da UE que pertencem à zona euro, como é o caso de Portugal.
- E donde veio o dinheiro do BCE?
- O capital social, o dinheiro do BCE, é dinheiro de nós todos, cidadãos da UE, na proporção da riqueza de cada país. Assim, à Alemanha correspondeu 20% do total. Os 17 países da UE que aderiram ao euro entraram no conjunto com 70% do capital social e os restantes 10 dos 27 Estados da UE contribuiram com 30%.
- E é muito, esse dinheiro?
- O capital social era 5,8 mil milhões de euros mas no fim do ano passado foi decidido fazer o 1º aumento de capital desde que há cerca de 12 anos o BCE foi criado, em três fases. No fim de 2010, no fim de 2011 e no fim de 2012 até elevar a 10,6 mil milhões o capital do banco.
- Então, se o BCE é o banco destes Estados pode emprestar dinheiro a Portugal, não? Como qualquer banco pode emprestar dinheiro a um ou outro dos seus accionistas.
- Não, não pode.
- ???
- Porquê? Porque... porque, bem... são as regras.
- Então, a quem pode o BCE emprestar dinheiro?
- A outros bancos, já se vê, a bancos alemães, bancos franceses ou portugueses.
- Ah percebo, então Portugal, ou a Alemanha, quando precisa de dinheiro emprestado não vai ao BCE, vai aos outros bancos que por sua vez vão ao BCE e tal.
- Pois.
- Mas para quê complicar? Não era melhor Portugal ou a Grécia ou a Alemanha irem directamente ao BCE?
- Não. Sim. Quer dizer... em certo sentido... mas assim os banqueiros não ganhavam nada nesse negócio!
- ??!!..
- Sim, os bancos precisam de ganhar alguma coisinha. O BCE de Maio a Dezembro de 2010 emprestou cerca de 72 mil milhões de euros a países do euro, a chamada dívida soberana, através de um conjunto de bancos XPTO, a 1% e esse conjunto de bancos XPTO emprestaram ao Estado português e a outros Estados a 6 ou 7%.
- Mas isso assim é um "negócio da China"! Só para irem a Bruxelas buscar o dinheiro!
- Neste exemplo, ganharam uns 3 ou 4 mil milhões de euros. E não têm de se deslocar a Bruxelas, nem precisam de levantar o cu da cadeira. E qual Bruxelas qual carapuça. A sede do BCE é na Alemanha, em Frankfurt, onde é que havia de ser?
- Mas, então, isso é um verdadeiro roubo... com esse dinheiro escusava-se até de cortar nas pensões, no subsídio de desemprego ou de nos tirarem o 13º mês, que já dizem que vão tirar...
- Mas, oh seu Zé, você tem de perceber que os bancos têm de ganhar bem, senão como é que podiam pagar os dividendos aos accionistas e aqueles ordenados aos administradores que são gente muito especializada.
- Mas quem é que manda no BCE e permite um escândalo destes?
- Mandam os governos dos países da zona euro. A Alemanha em primeiro lugar que é o país mais rico, a França, Portugal e os outros países.
- Deixa ver se percebo. Então, os Governos dão o nosso dinheiro ao BCE para eles emprestarem aos bancos a 1% para depois estes emprestarem a 5 e a 7% aos Governos donos do BCE?
- Não é bem assim. Como a Alemanha é rica e pode pagar bem as dívidas, os bancos levam só uns 3%. A nós ou à Grécia ou à Irlanda que estamos de corda na garganta e a quem é mais arriscado emprestar é que levam juros a 6%, a 7 ou mais.
- Nós somos os donos do dinheiro e nós não podemos pedir ao nosso banco...
- Nós, nós, qual nós? O país, Portugal ou a Alemanha, é composto por gentinha vulgar e por pessoas importantes que dão emprego e tal. Você quer comparar um borra-botas qualquer que ganha 400 ou 600 euros por mês ou com um calaceiro que anda para aí desempregado com um grande accionista que recebe 5 ou 10 milhões de dividendos por ano, ou com um administrador duma grande empresa ou de um banco que ganha, com os prémios a que tem direito, uns 50, 100, ou 200 mil euros por mês. Não se pode comparar.
- Mas, e os nossos Governos aceitam uma coisa dessas?
- Os nossos Governos, os nossos Governos... mas o que é que os governos podem fazer? Por um lado, são, na maior parte, amigos dos banqueiros ou estão à espera dos seus favores, de um empregozito razoável quando lhes faltarem os votos. Em resumo, não podem fazer nada, senão quem é que os apoiava?
- Mas oh que porra de gaita! Então eles não estão lá eleitos por nós?
- Em certo sentido, sim, é claro, mas depois... quem tem a massa é que manda. Não viu isto da maior crise mundial de há um século para cá? Essa coisa a que chamam sistema financeiro que transformou o mundo da finança num casino mundial como os casinos nunca tinham visto nem suspeitavam e que ia levando os EUA e a Europa à beira da ruína? É claro, essas pessoas importantes levaram o dinheiro para casa e deixaram a gentinha que tinha metido o dinheiro nos bancos e nos fundos a ver navios. Os governos, então, nos EUA e cá na Europa, para evitar a ruína dos bancos tiveram que repor o dinheiro.
- E onde o foram buscar?
- Onde havia de ser!? Aos impostos, aos ordenados, às pensões. Donde é que havia de vir o dinheiro do Estado?...
- Mas meteram os responsáveis na cadeia?
- Na cadeia? Que disparate. Então, se eles é que fizeram a coisa, engenharias financeiras sofisticadíssimas, só eles é que sabem aplicar o remédio, só eles é que podem arrumar a casa. É claro que alguns mais comprometidos, como Raymond McDaniel, que era o presidente da Moody's, uma dessas agências de rating que classificaram a credibilidade de Portugal para pagar a dívida como lixo e atiraram com o país ao tapete, foram passados à reforma. O Sr. McDaniel é uma pessoa importante, levou uma indemnização de 10 milhões de dólares a que tinha direito.
- Oh Sor Antunes, então como é? Comemos e calamos?
- Isso já não é comigo, eu só estou a explicar...
DEFINITIVAMENTE: PARECE QUE É NECESSÁRIO FISCALIZAR A ACTIVIDADE DOS GOVERNOS, E QUE O VOTO, ENQUANTO CHEQUE EM BRANCO, NÃO GARANTE A DEMOCRACIA E A JUSTIÇA SOCIAL.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Acabou a interdição da Pesca da Conquilha no Sotavento do Algarve.
Finalmente acabou a interdição da captura da pesca da conquilhas pelos profissionais,como se pode ler aqui, os turistas que nunca deixaram de apanhar as conquilhas proibidas, poderão continuar a apanhá-las.
Não sabemos se o nosso artigo teve algum efeito nessa medida, no entanto informamos os leitores do Olhão Livre, que comunicamos o facto à Ministra Assunçao Cristas, sobre a constatação do facto dos profissionais estarem a ser multados em 400€ , pelo facto de estarem a trabalhar sem licença o( na praia da marina), onde era permitido apanhar conquilhas,e os turistas nuca terem parado de apanhar conquilhas na Ilha da Fuzeta no Farol no Barril e em todas as ilhas do Sotavento do Algarve.
O que sabemos é que a partir de amanhã todos podem apanhar conquilhas, o que no nosso entender está mal, pois os turistas, não tem nada de apanhar as conquilhas, num parque natural como é a Ria Formosa, conquilhas essas, que garantem o sustento e o ganha pão dos profissionais dessa pesca, na Andaluzia já é assim, só os profissionais e os habitantes doParque Nacional de Doñana , é que podem apanhar conquilhas, com medida, pois aos turistas está proibido a sua apanha
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Profissionais proibidos de apanhar conquilhas no Sotavento do Algarve ! Mas os Turistas apanham à vontade!
"A captura de conquilha no litoral do Sotavento algarvio, entre Faro e Vila Real de Santo António, está interdita há já algumas semanas (excluindo na Ria Formosa) devido à presença de uma toxina. Os pescadores afirmam estar a sofrer grandes prejuízos.
"Os profissionais estão revoltados com o arrastar da situação, não podem apanhar conquilhas mas turistas e ilegais andam a apanhá-las", acusa António da Branca, presidente da Olhãopesca - Organização de Produtores de Pesca do Algarve. O dirigente associativo destaca que "a conquilha é a espécie mais valiosa" capturada pelos pescadores à ganchorra e a interdição "está a criar grande dificuldade de sobrevivência".
António da Branca explica que como é permitida a apanha de outras espécies, "os pescadores não têm direito a qualquer apoio do Estado" isto quando a interdição já se mantém "há mais de um mês", frisa.
A decisão de proibir a captura da espécie surgiu após análises feitas pelo IPIMAR terem detectado na água a presença da biotoxina DSP, que pode provocar diarreias, vómitos, dores abdominais, fraqueza muscular e cefaleias. A captura de mexilhão no litoral Olhão-Faro também está interdita por causa da mesma toxina."
Noticia do Correio da Manhã
As conquilhas na realidade há mais de um mês que estão proibidas de serem capturadas no Sotavento do Algarve, como se pode ver aqui.
Mas só agora depois do Festival do Marisco de Olhão ter acabado é que António da Branca vem refilar.Porque não refilou esse líder associativo durante o Festival do Marisco onde as conquilhas se consumiam, apanhadas ilegalmente por gente sem escrúpulos?
Ainda a semana passada pescadores da conquilha com arco, foram multados por estarem a exercer a sua actividade na parte que é permitido apanhar conquilhas(de Quarteira para Oeste),levaram uma coima de 400 euros, pois os pescadores só tem licença para o Sotavento. Mas como sustentam esses pescadores os seus filhos? Vão fazer o que os turistas fazem todos os dias na ilha da Fuzeta onde apanham conquilhas todos os dias e as autoridades não fazem nada?Vão roubar para pagar outra licença? Mas que raio de país é esse, que para os algarvios governarem a a vida no Algarve a apanhar conquilhas com arco, tem de tirar várias licenças?
Os lideres associativos não sabem defender a Classe,e estão compremetidos com os orgão do poder, pois caso contrário já tinham forçado o governo a intervir, pois se é proibido para os profissionais é proibido para os turistas também, se é que está em causa a saúde publica?Ou srerá que não é assim?
A ministra Assunção Cristas saberá o que se está a passar em Olhão e no Sotavento do Algarve?
RIA FORMOSA, AMBIENTE
A Ria Formosa é sem sombra de duvidas uma das sete Maravilhas naturais que temos para apresentar, mas que ao longo dos anos, mercê de interesses de autarcas rascas, se tem vindo a degradar.
A Ria Formosa, mesmo sem o estatuto de protecção de que goza, merecia da parte das nossas autoridades e também de algumas pessoas, uma outra atenção.
As imagens mostram um aterro ilegal, na parte de traz da desactivada Etar da Fuzeta, ao qual as autoridades têm fechado os olhos, sejam elas a Câmara Municipal de Olhão, Junta de Freguesia de Fuzeta, ARH, ICNB ou Policia Marítima.
Durante anos o domínio publico marítimo foi representado pelo ICNB que contava com a Policia Marítima para a sua fiscalização, mas esta entidade prefere multar os pescadores a intervir nestas situações, bem mais degradantes que certas artes de pesca. O INCB finge não ver o que se passa e a ARH de Valentina Calixto, apenas teve olhos para fechar a barra que o mar abriu.
E se num lado estão as cagadeiras que bem podiam ladear o monumento Patrão Joaquim Lopes, ali colocadas por particulares, no outro o monte de pernadas de árvores, foi mandado colocar pela Junta de Freguesia da Fuzeta.
Para alem da falta de consciência de algumas pessoas, as autoridades sabem que os aterros obedecem a regras e que é expressamente proibido vazar entulho e outros resíduos em domínio publico marítimo, sendo inconcebível que sejam a própria Junta de freguesia a cometer este atentado ao ambiente e à Ria Formosa.
Com gente desta a dirigir os destinos de um Povo que podemos esperar?
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
MADEIRA: REFERENDO, JÁ|
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
OLHÃO: VIGARICE NA AMBIOLHÃO?
A Camara Municipal de Olhão contratualizou com a empresa Algarser, no ano passado por ajuste directo, uma prestação de serviços por 74.375.00 euros, tal como se pode ver aqui:
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=147745&lk=srch .
Já este ano a Ambiolhão, contratualizou a mesma empresa por período idêntico e mesmo serviço por 313.875.00 euros tal como se pode ver aqui:
http://webcache.googleusercontent.com/search?sourceid=navclient&hl=pt-PT&ie=UTF-8&rlz=1T4GGLL_pt-BRPT386PT393&q=cache:http%3A%2F%2Fwww.base.gov.pt%2F_layouts%2Fccp%2FAjusteDirecto%2FDetail.aspx%3FidAjusteDirecto%3D239476%26lk%3Dsrch .
A autarquia foi avisada da irregularidade e mesmo sabendo que estava a cometer um crime, insistiu, tal o clima de impunidade que reina na CMO.
Entretanto a associação Somos Olhão SO!, denunciou junto do Ministério Publico a violação do Código dos Contratos Públicos, e levou o assunto a sessão de camara, sem contudo dizer efectivamente qual era o processo.
Suspeitando tratar-se deste a Ambiolhão solicita a alteração do preço junto da entidade gestora do Portal Base do Governo, como se pode ver aqui:
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=239476&lk=srch .
É mais que obvio que nem a Algarser se tornou numa empresa de benfeitoria, nem a Camara Municipal de Olhão e as suas empresas se portam como pessoas de bem. Ninguém de bom senso acredita que a Algarser tenha baixado o preço para menos de metade. A Ambiolhão vai agora ter de provar ou justificar a alteração do processo.
Por outro lado, temos a registar a forma leviana como o Instituto da Construção e do Imobiliário (INCI) procede a estas alterações, sem dar qualquer explicação, retirando assim toda a credibilidade e imagem de transparência que pretendiam dar à contratação publica.
Que isto tresanda a vigarice, tresanda. Até quando?
OS INOCENTES...
sábado, 13 de agosto de 2011
O PATRÃO JOAQUIM LOPES AGRADECE...
Quando ontem de manhã, passeava pelo Jardim Patrão Joaquim Lopes, deparei-me com os cartazes que as imagens reproduzem. Curiosamente às 19:00 horas ainda lá se encontravam.
Colocados por anónimo(s) olhanense(s) que encontraram nesta, a forma para expressarem o seu descontentamento pelo abandono e degradação do local.
E foi uma sensação agradavel assistir aos comentarios jocosos para com a autarquia dos veraneantes que por ali passam para apanhar o barco da carreira, que gasta milhares de euros em marketing politico para dizer maravilhas e depois borra a opa desta maneira.
Os olhanenses não podem esconder nem aceitar que os seus maiores valores sejam tratados de maneira tão baixa, por alguem que ficará na historia de Olhão como o pior dos presidentes, sob muitas e fundadas suspeitas de crimes na gestão do municipio, particularmente de ordenamento, mas tambem de urbanismo e economicos.
Esperamos que desta vez, os mediocres politicos da nossa praça, sejam capazes de encontrar uma solução compativel com o estatuto, que tem por merito proprio, do Patrão Joaquim Lopes, que agradece a iniciativa.
Já quanto à piscina dos patinhos, é vergonhoso o estado da agua, onde a Camara, em mas uma prova de incapacidade e incompetencia, gastou milhares de euros, para ficar pior do que estava antes. Talvez a solução seja bem mais simples do que se apresenta, mas como quem decide é o regente agricola, que não sabe da sua profissão e muito menos destes oficios, nem está disposto a ouvir quem quer que seja, vamos manter a vigilancia e denunciar tantas vezes quanto as necessarias até que o tanque dos patinhos volte a ser um sitio de visita apetecivel para miudos e graudos.
5 Empressas Municipais em Olhão!Quantas vão acabar?
"Nomeados responsáveis das empresas municipais de Olhão"
2009-11-3
"Na primeira reunião de Câmara do novo Executivo Municipal, entre outras iniciativas, foram aprovados os nomes dos responsáveis das empresas municipais do concelho.
"Vítor Manuel Lopes foi nomeado presidente do conselho de administração da Fesnima- Empresa Pública de Animação de Olhão, EM; Carlos Alberto da Conceição Martins passa a liderar a SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana de Olhão da Restauração, EEE; o presidente do conselho de administração da Mercados de Olhão, EM, é Mário Nunes de Gonçalves e o presidente da Câmara Municipal, Francisco José Fernandes Leal, será o representante na Assembleia Geral da Futurolhão – Investimentos e Iniciativas de Desenvolvimento, EM."
Nota do Olhão Livre: Essa acima divulgada foi retirada do site da CMO, e a publicitação pode-se ver carregando aqui.
A C.M.Olhão na sua 1ª reunião depois de eleita aprovou todas essas empresas municipais,á que se junta a nova Empresa Municipal, ambiOlhão, criada este ano para tapar o buraco, roubo, ou desvio chamem-lhe o que quiserem dos mais 6 Milhões de € que a CMOlhão devia às Aguas do Algarve.,agua essa que foi pagar por nós mas que a CMOlhão não pagou.
Sabe-se de antemão que a maior parte das empresas Municipais,em Olhão, serve para empregar, sem concurso, os ex vereadores da CMOlhão e outros boys.
Pergunta-se ao Governo de Pedro Passos Coelho, que diz que vai acabar com metade das empresas municipais(como se pode ver carregando aqui), se tem conhecimento das 5 Empresas Municipais que existem em Olhão, e assim sendo quais as empresas Municipais que vão acabar em Olhão, sabendo-se que vivem todos do orçamento da CMOlhão, e que o serviço que fazem esses administradores, podem ser feitos por qualquer vereador, como ficou demonstrado na anterior vereação,onde o administrador da Mercados de Olhão acumulava o cargo de vereador e de administrador das Mercados de Olhão.
A prova que essas empresas são um sorvedouro de dinheiros públicos, é o actual Festival do Marisco que está orçamentado em 600 000€, Festival esse que uma boa parte das entradas são convites, aliás há duas entradas, umas para pagantes e outras para convidados.Se é tempo de contenção que comessem o Governo e as autarquias a dar o exemplo em vez de estropiarem os portugueses que ainda trabalham com mais impostos. Outra prova é que a Mercados de Olhão está com dificuldades em pagar os ordenados, a alguns funcionários , tendo de recorrer à CMO, para acalmar os ânimos.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
VALENTINA GRÃO A GRÃO
Valentina Calixto soma e segue. A, ainda, presidente da Administração da Região Hidrográfica do Algarve o ano passado gastou seis milhões de euros do erário publico, para a recarga de areias das praias de Loulé, facto que agora se poderia omitir, não fosse a falta de transparência e a imoralidade de tão ilustre senhora.
É que curiosamente, ou talvez não tanto, Valentina Calixto tem sido beneficiada economicamente, indirectamente pois claro, com tais intervenções.
É verdade que não foi a entidade por si presidida que pagou as contas da limpeza de uma área por si tutelada como o são as praias de Loulé, uma vez que foi a Câmara Municipal de Loulé a fazê-lo, como se confirma com o link a seguir:
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=244385&lk=srch
Mas podemos apresentar mais contratos em que a senhora é parte interessada em domínios por si tutelados, tais como:
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=163033&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=141910&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=129987&lk=srch
http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=22829&lk=srch
Para quem não saiba, Valentina Calixto é casada com o sócio maioritário da Algarser, daí que seja parte interessada no negocio. Grão a grão Valentina Calixto vai enchendo o papo como as galinhas, mas lá que é imoral, é.
Enquanto o aparelho de Estado estiver dominado por gente desta, certamente que não sairemos do atoleiro que as Valentinas e valentinos nos meteram.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
OLHÃO: TIREM-ME DAQUI!
Um dia desta semana fui visitar o Patrão Joaquim Lopes, que me manifestou todo o seu desgosto pela situação em que encontra.
Depois de utilizado como um exemplo a seguir, abandonaram-no ali, roubaram-lhe a identidade e ainda por cima mijam-lhe para cima.
Apesar de tudo, compreendia que a Câmara de Olhão, falida como está, não tivesse dinheiro para detergentes e desinfectantes para lavar o espaço e que até a agua era um meio escasso, porque necessitavam dela para o tanque dos patinhos.
As verbas disponíveis na Câmara são para aplicar na zona frontal ao hotel e para eles poderem mamar mais alguma coisa, que isso de limpezas sai caro à Ambiolhão.
"Acontece é que se estes gajos continuarem a mijar-me nas calças e pés (pedestal), ainda caio para o lado intoxicado com os vapores que me rodeiam", confidenciava-me ele. As pessoas que diariamente ali vão ficam impressionadas pelo facto de pensarem tratar-se de algum deficiente mental, sem auto-estima, que não é lavado à anos e que nem sabe dizer como se chama, pensando mesmo o, ata do novo urinol publico de Olhão.
Sabemos nós do passado de coragem e ajuda ao próximo deste homem, que antes prefere estar em Paço de Arcos, onde é bem tratado, do que aqui e por isso divulgo o apelo que me fez:
TIREM-ME DAQUI!
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
A.S.A.E. Visita Festival do Marisco Olhão 2011. Será que teve convite????
Não se sabe se foi uma visita de cortesia, mas sabe-se de fonte segura que a ASAE visitou o Festival do Marisco em Olhão.
Será que foram saborear o Xarém com conquilhas?É que se foram o melhor é irem direitinhos a casa, pois devem de apanhar uma valente diarreia, pois as conquilhas estão interditas de serem capturadas, há mais de 1 mês, por causa das Toxinas, no Sotavento Algarvio. As únicas conquilhas que podem ser capturadas sem que a ASAE ou as autoridades marítimas façam nada são as conquilhas apanhadas pelos turistas, na Ilha da Fuzeta, Tavira, Farol, Armona, e praia de Faro ,visto que os turistas nunca as deixaram de as apanhar.
Ou será que a ASAE foi fiscalizar quem paga bilhete, pois sabe-se, que mais de metade das entradas são de borla.Cabendo aos funcionários da CMO, e a muita gente VIP,uma boa dose de convites.Em anos passados, só o chefe de uma cooperação de Olhão tinha direito a 60 convites.
Uma coisa é certa a CMO gastou este ano, em tempo de crise, mais de 600 000€ do erário publico, neste festival de marisco originário de toda a parte do mundo, pois cada vez se consome menos marisco da Ria Formosa neste dito festival.
Sabe-se que todos os anos os mandões de Olhão, mamam e bebem à borla, neste festival, e o zé povinho a pagar todos os meses na conta da agua, que cada vez é maior.
A Empresa Municipal Fesnima diz que não apresenta contas ao Somos Olhão, eles lá saberão qual o motivo, que não apresentam as contas do Nº de entradas pagas.Que é estranho lá isso é, espero que o novo governo também peça contas à Fesnima.
Quanto tempo mais a CMO vai insistir num Festival que uns pagam e muitos entram à Borla?
Não é caso para dizer que é utilizador que tem de suportar as despesas?Ora 600 000€ dividir por 50 000 pessoas, dá uma média de 12 € se o custo da entrada é 8€ quem paga o resto, sabendo do caso das borlas?É caso para dizer uns quantos gozam,e mamam, e a maioria do povo de Olhão que não coloca lá os pés, paga.



