Veio, a Sociedade Polis da Ria Formosa, com ampla divulgação, afirmar da conclusão da Avaliação Ambiental Estrategica e da Declaração de Impacto Ambiental do respectivo programa, procurando vender a imagem de que o processo estaria concluido. Foram queimadas mais algumas etapas, é certo, mas A Avaliação Ambiental Estrategica ainda tem de submeter a validação por parte da Agencia Portuguesa do Ambiente, e sem essa validação não está concluida. Diga-se tambem, que em sede de validação, a AAE, tanto pode ser reprovada como aprovada favoravelmente ou favoravel condicionada.
Chama desde logo a atenção, os factores de risco, e risco graves em termos ambientais,que se mantêm inalteraveis tal como reconhece a propria Sociedade Polis, de destruição de varias manchas de pradarias marinhas e da sua importancia para o eco-sistema, a contestação popular, a dificuldade em depositar os residuos provenientes das demolições, a perturbação da avifauna e da ictiofauna, a introdução de especies vegetais exoticas, a destruição de manchas de pradarias marinhas causadas pelos fundeadores, a degradação das condições socio-economicas de nucleos familiares ddas comunidades piscatorias, degradação das condiç~pes de circulação das embarcações e o eventual desaparecimento de micro e pequenas empresas.
Para tudo isto a resposta da Sociedade Polis, resume-se a uma promessa de monitorização anual. Habituada a mentir, Valentina Calixto, esquece que a Sociedade Polis prevê o seu encerramento em 2013, pelo que as promessas não são crediveis e menos ainda para cumprir, mas que podem servir no momento para induzir as pessoas a acitar o inaceitavel.
Habil, como é, Valentina Calixto, foge mais uma vez às responsabilidades que tem perante as polpulações dos concelhos abrangidos pelo Polis de má ideia do polvo de interesses socialistas, que inclui desde o ex-ministro Nunes Correia até ao mentecapto Francisco Leal.
As populações dos cinco concelhos devem manter-se alerta e lutar contra este Polis, aprovado pelas autarquias em Assembleias Municipais, sem discussão publica, fazendo com que as suas autarquias revejam os procedimentos.
"Os pescadores da Fuzeta, no Algarve, ameaçam boicotar as eleições presidenciais, alegando que continuam a ser “esquecidos” pelos poderes públicos.
Reclamam a construção de um porto de abrigo e acusam a Sociedade Polis da Ria Formosa de ter gasto cerca de um milhão de euros a abrir e fechar barras que a comunidade piscatória diz não ter utilidade. “Não votes, diz não ao desperdício de dinheiro”, apelam em comunidade distribuído à população.
João Romeira, encabeça o grupo contra o acto eleitoral. “Queremos o porto de pesca há muito prometido”, diz. O que lhe alimenta a esperança de vir a ser bem sucedido, recorda, foi o êxito alcançado pela vizinha ilha da Culatra. “Boicotaram as eleições, e acabaram por ter o porto de pesca que pretendiam, nós também vamos conseguir, custe o que custar”, sublinha.
No panfleto que circula pela vila, os pescadores justificam esta tomada de posição: “Temos direito ao nosso ganha-pão”. Por isso, lançam um apelo à população: “Apoiem-nos na nossa luta, ao juntarem-se a nós no boicote eleitoral”.
A Sociedade Polis da Ria Formosa encerrou uma barra no final do Verão passado, na zona poente da ilha, alegando que tal intervenção seria necessária para garantir a segurança na vila e uso balnear da praia. “Foi um erro fechar uma barra que a Natureza abriu”, contestam os pescadores.
Em sua substituição, no passado mês de Dezembro, foi aberta uma outra barra. A comunidade piscatória esteve contra essa intervenção, alegando que não garantia segurança. Exemplo dessa situação, aponta João Romeira, hoje, cerca do meio-dia, a embarcação “Aida Susana”, com seis metros, afundou-se. “Valeu-lhe estar por perto um outro barco, que puxou o barco danificado”.
Os pescadores alegam que a barra só poderá manter-se se “for construída, com paredões em pedra”. A sociedade Polis rejeita a proposta alegando que é “desaconselhável do ponto de vista técnico, e do ponto de vista legal não é possível”.
Os pescadores respondem com o boicote eleitoral porque acham que esta é a única via para serem ouvidos. “Tudo fizermos para ser escutados”, dizem. Pediram reuniões com ministros e representantes da administração central, mas não obtiveram respostas: “Não quiseram ouvir a voz da experiência”, concluíram. "
Nota do Olhão Livre
E diz Francisco Leal que apoia as pescas? Ele que deixou destruir a frota de pesca da sardinha de Olhão??? Quantas traineiras havia há 20 anos, quando Francisco Leal foi eleito vereador da CMOIlhão, e depois eleito presidente da CMOlhão? Quantas há hoje? Será que já se questionou sobre a destruição da frota da sardinha em Olhão???
Francisco Leal diz que apoia as pescas mas as 64 embarcações da Fuzeta estão sem condições de governar a vida, já tendo havido inclusive o naufrágio da embarcação de pesca " Aida Susana", prontamente socorrida pelos pescadores locais.
Francisco Leal desde que entrou para a CMO, e a única coisa que ele fez na Fuzeta, foi autorizar a construção ilegal de prédios a menos de 20 metros do preia-mar, e dentro do Domínio Hídrico Nacional, com a complacência da ARH e da CCDR Algarve.
Dizem as pessoas que foram a uma sessão pública da CMolhão que Francisco Leal, ameaçou os pescadores da Fuzeta, que se boicotassem as eleições a CMO não fazia mais obras na Fuzeta. A ser verdade é uma chantagem, e um presidente da Câmara não pode fazer chatagens aos contribuintes que lhe pagam o ordenado, já basta todos os crimes ambientais que Francisco Leal faz a a CCDR lhe dá repreensões por escrito, como aconteceu com o aterro da ZPE da Ria Formosa, em frente ao Marina Vilgage.
Não moro na Fuzeta, mas se lá votasse aderia ao boicote exigido pelos pescadores, pois foi assim que os pescadores da Ilha da Culatra conseguiram a energia eléctrica e depois os esgotos e a agua canalizada.,sem luta nada se consegue pois está mais que visto que a aposta do Leal na Fuzeta não é nos pescadores nem na pesca, mas sim em grandes negócios imobiliário com vista para o mar, aliás como está bem à vista de todos os filhos, da Branca Noiva do Mar.
Não concordo no entanto, com os pontões de pedra, pois já há alternativas mais ecológicas para fixar uma barra, como disse o A.Terra num artigo neste blog, sem alterar a deslocação das areias!






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