quinta-feira, 16 de julho de 2015

OLHÃO: NOVAMENTE ARGUIDO!

Fui, ontem, constituído novamente arguido, num processo que está em segredo de justiça, razão pela qual não me posso pronunciar em concreto sobre o teor da acusação, particular.
Obviamente que esta acusação prende-se com a actividade do blog, mais propriamente de denuncias que aqui são feitas e que visam sobretudo titulares e ex-titulares de cargos políticos ou de altos cargos públicos. Não gostam de ver os seus nomes associados à indiciação da prática de crimes pelo que deviam era ter mais cuidado nas atitudes e decisões que tomam.
Pela nossa parte, pelo menos pela minha, podem tirar o cavalo da chuva se pensam que é com processos desta natureza que nos calam e aproveito para dizer à canalha que, mesmo que a justiça viesse a ditar o encerramento desta pagina, logo surgiria outra com a mesma finalidade.
No fundo, estes processos, fazem parte da degradação da nossa democracia, já de si bastante condicionada por legislação avulsa que visa a redução drástica das Liberdades, Direitos e Garantias. A escumalha que tem dirigido o País ao longo dos últimos quarenta anos, sabe que o Povo português está farto das politicas de empobrecimento, de cortes nos rendimentos da pessoas, mas também na saúde, na educação, em todas as formas de protecção social dos trabalhadores, ao mesmo tempo que se reserva para si, mordomias e reformas milionárias. E porque o Povo está farto, também não estará muito longe o dia em que o Povo, os jogará no caixote do lixo da historia e fará a sua Justiça. Nisso estão de acordo os partidos de alternância no Poder como se viu, cada um  dos seus lideres, a reivindicarem para si, a celebração de um acordo que esmaga o Povo irmão da Grécia.
Lá como cá, o Povo sairá à rua e esmagará esta canalha e as suas politicas!
Sentindo aproximar-se o fim, uns e outros, tudo farão para calar a única voz, que em Olhão e ao longo dos anos, tem denunciado os crimes contra o Povo, a corrupção e os crimes conexos, os crimes ambientais e demais tropelias do Poder politico.
Não o conseguirão, seus F.d.P!
PELA LIBERDADE E PELA DEMOCRACIA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

RIA FORMOSA. QUE MERDA DE DRAGAGENS SÃO ESTAS?

A Sociedade Polis Litoral Ria Formosa deu inicio às dragagens na Ria Formosa, sem o mínimo respeito pela Declaração de Impacto Ambiental, da responsabilidade da Agência Portuguesa da Destruição do Ambiente.
Em primeiro lugar, porque na Dia se diz que as as dragagens não devem ser efectuadas durante a época balnear, isto é entre Junho e Setembro.
Em segundo lugar, porque os dragados no canal de Faro contêm contaminação vestigiaria e deveriam ser precedidos de monitorizações antes de os jogarem nas praias.
Ninguém tem conhecimento, nem vão ter, daquelas monitorizações, pela simples razão que de acordo com a DIA, ela tem a validade de dois anos, pelo que caducava no próximo mês de Setembro, razão pela qual não se respeita nada nem ninguém.
A DIA apontava para a repulsão dos dragados do canal de Faro apenas na Praia de Faro e nunca na Ilha da Culatra, mas porque fica muito mais perto e menos trabalho, suprimem-se algumas etapas, de forma muito conveniente.
Para alem de dragados contaminados, resta saber do respectivo impacto na qualidade ecológica da agua da Ria e consequente efeitos na pesca e moluscicultura, em que os lesados têm todo o direito a pedir uma indemnização.
Entre os contaminantes dos dragados, contam-se metais pesados como cádmio, chumbo, mercúrio e outros prejudiciais à saúde e não havendo uma cuidada monitorização, é caso para dizer que os utilizadores das praias receptoras dos dragados correm sérios riscos.
Todo este processo está inquinado desde o inicio, aliás como tudo que a Polis faz!
Onde param agora os grandes defensores do ambiente? Será que querem uma praia cheia de lixo tóxico?
E mais não digo por agora, mas espero que alguém de bom senso vá perguntar à Polis pelas monitorizações dos dragados.


OLHÃO: CÂMARA PRESIDIDA PELO PINA, IGUAL À DE FRANCISCO LEAL!

A Câmara Municipal de Olhão, presidida por António Pina, continua no caminho traçado pelo seu antecessor, no que aos procedimentos e branqueamentos diz respeito.
Tendo sido concedido o acesso ao processo de obras de um armazém na Estrada Moncarapacho-Alfandanga, retirámos apenas o documento reproduzido na imagem acima, e que nos merece alguns comentários pouco abonatrorios para a gestão socialista.
Em primeiro lugar, porque, e como se pode ver na imagem, a carta deveria ter sido enviada com aviso de recepção. Não sabemos se o foi ou não, porque pura e simplesmente não consta do processo!
Tendo em conta os antecedentes, particularmente no "esquecimento" do envio do pedido de inquérito à IGF, podemos estar perante mais um caso de um oportuno e conveniente esquecimento.
A carta, está datada de 04/06, pelo que admitindo que a autarquia demorasse uma semana para a expedir e que o destinatario demorasse outro tanto tempo para a levantar, acrescidos dos quinze dias que são dados ao infractor para responder, já estaria esgotado o prazo.
No entanto no processo não consta qualquer resposta-contestação o que faz suspeitar de que a carta não terá seguido os termos nela indicados.
E como se isso não bastasse. o pedido de acesso foi antecedido por uma denuncia anónima, e atenção que na Câmara não dão entrada de correspondencia sem a indicação do numero de contribuinte, denuncia datada de 25 de Maio. Na sequência dessa denuncia, a fiscal especializada agora em posição de chefia, deslocou-se ao local no dia imediatamente a seguir, dando origem ao presente "processo de contra-ordenação".
A contra-ordenação é na pratica o mecanismo de substituição de procedimento criminal, mas falta o procedimento administrativo.
A Câmara ao invocar a infracção ao Regime Jurídico da Urbanização e Edificação, deveria ter em conta que nele consta uma medida cautelar chamada EMBARGO.
A obra ainda estava no seu inicio e o embargo poderia ter travado a construção e conclusão da obra, mas a Câmara não o deduziu, pelo menos mo processo não consta qualquer elemento relativo a isso.
O proprietario deu inicio às obras sem qualquer processo de obras que se situam em terrenos integrados na Reserva Agrícola Nacional e que requerem parecer prévio, obrigatório.Para alem dessa violação, não cumpre com o índice de construção aplicável, conforme consta do Regulamento do Plano Director Municipal, razões mais que suficientes para que fosse deduzido o respectivo embargo.
O dono da obra goza da reputação de tudo comprar com o dinheiro e isso torna todo o processo muito duvidoso, mas que vai de encontro às declarações do Pina na entrevista que deu ao Jornal do Algarve, em que entendia que deveria ser ele a decidir onde, quando e como se poderia construir, sem ter necessidade dos pareceres prévios de entidades externas.
Quando é que a Câmara Municipal de Olhão envereda por uma gestão transparente?
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 14 de julho de 2015

OLHÃO: CÂMARA E REFER DERROTADOS!

Foi assinado, ontem, o protocolo celebrado entre a Câmara Municipal de Olhão e a Refer para resolver o impasse criado com a eliminação da passagem de nível da estação.
As duas partes clamam por vitoria, quando o único vitorioso é o Povo, aquele que nunca aceitou a supressão da passagem de nível e que por isso, a cada tentativa de fechar, reabriram buracos na vedação de grades.
A solução encontrada, é um misto da proposta inicial da REFER, com redução da largura das faixas de rodagem e subida dos passeios. Entretanto e até que a obra seja concluída, como não podia deixar de ser, vai ser reaberta a passagem, admitindo-se a possibilidade de em caso de inundação do túnel a mesma seja a mesma aberta às pessoas.
Sabe a Câmara Municipal e a REFER que aquilo que as pessoas querem, é a passagem tal como estava antes, apoiada por sinalectica sonora e luminosa e cancelas. A solução encontrada, é apenas uma forma airosa de sair do problema de cara levantada, porque também já se sabe que os designados "vândalos" que destruíam a vedação vão continuar a fazê-lo se as cancelas se mantiverem fechadas.
Aos poucos, as entidades envolvidas, vão percebendo que o Povo é de facto quem manda e não os "generais" de capoeira, arvorados em seus lideres.
Assim o Povo de Olhão e da Ria Formosa ousasse sempre lutar contra as imposições desta cambada, como a alteração do modo. Sempre que o Povo se levanta e luta, mais cedo ou mais tarde, acaba por alcançar a vitoria.
Olhão há muito que se debate com o problema dos esgotos directos que poluem a Ria Formos porque as forças politicas que fazem parte da alternância de poder não tomam nenhuma resolução sobre o assunto, até ao dia em que algum "vândalo" se lembre de imitar aqueles que têm destruído a vedação do túnel.
Sem pretender fazer um apelo a uma acção mais musculada, imagine-se um cenário em que alguém, pela calada da noite, resolvia encher os canos junto do cais T ou no topo norte do porto de pesca, com um bocado de cimento rápido? No imediato ficava-se a saber onde estão as ligações ditas "clandestinas".
À Câmara Municipal basta contratualizar a mesma empresa que fez a monitorização da rede de águas pluviais na Rua 18 de Junho, para executar a mesma espécie de trabalho nas Avenidas (todas), Rua Gil Eanes, Rua da Majuca. A Câmara não o faz porque não o quer e está à espera que algum dia surja uma atitude mais condizente com a demora em resolver o problema, para depois apelidar as pessoas de vândalos.
É bom que o Povo retire as ilações desta sua luta e vitoria, e aplicá-la noutros casos.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 12 de julho de 2015

Muro da Vergonha emOlhão! Promessas e mais promessas, mas os cidadãos continuam em perigo!

Hoje viemos mais uma vez denunciar no Olhão Livre,  a falta de respeito pelos cidadão de Olhão, no caso do murro da vergonha que a REFER quer fazer em Olhão,  por parte de um moço mentiroso, que governa e mal  os destinos dos filhos de Olhão, colocando a sua segurança em perigo não por causa de serem trucidados pelos dos comboios,coisa que NUMCA aconteceu nessa passagem de nível, mas sim a falta de segurança e risco de queda de queda dos cidadãos, que tudo fazem  para não atravessarem a  malfadada e mal construída passagem desnivelada de Olhão.
 


Afirmava no dia de Olhão, essa amostra de gente, que há muito fez da boca cu,  tal a quantidade de bosta que lhe sai da boca, o texto seguinte é estrato de uma noticia do Jornal do Algarve, onde se pode provar, uma vez mais, de como são enganados os cidadãos de Olhão que ainda confiaram voto a tal figura cada vez mais destrambelhada.
"No dia de todos os olhanenses, o presidente da câmara municipal, António Miguel Pina, destacou, na sessão solene das comemorações desta efeméride, as principais obras desenvolvidas no último ano ou em projeto para o futuro. E anunciou que “com diálogo, perseverança e tenacidade, foi estabelecido um protocolo de entendimento com a Refer que resulta numa autorização para que os olhanenses possam continuar a atravessar a linha férrea, como sempre o fizeram, até que a Refer conclua a obra necessária”.
Passados quase 1 mês a triste realidade dessa passagem de nível é estas como se pode ver nas fotos de  JoãoValentim do qual deixamos aqui o seguinte texto, que fomos roubar à sua página do F.B.

    Feed de notícias


    João Valentim adicionou 6 fotos novas ao álbum O CALVÁRIO DA PASSAGEM DE NÍVEL.
    1 h ·
    "O CALVÁRIO DA PASSAGEM DE NÍVEL.
    Neste momento, da maneira como está, é um calvário atravessar o linha do combóio. E perigoso. Na forma como estava antes de ter começado todo este imbróglio, embora não fosse o ideal, estava muito bem e servia toda a gente. Agora como está só a malta nova é que consegue lá passar. O velhos, os deficientes, os carros de bebés ou de compras são os que mais precisavam, não podem lá passar. Por isso, a injustiça é ainda maior.
    Bem sei que foi pomposamente anunciado, no Dia da Cidade que a Autarquia tinha chegado a um acordo com a Refer e desde esse dia a Refer deixou de fechar a passagem que era quebrada todos os dias.
    Eu pergunto: que acordo foi esse? Quais as condições? E muito especialmente: o que se vai fazer de seguida, e quando?
    Já que chegaram a acordo, porque razão não endireitam o caminho para que todos possam passar? Nem que seja provisório (em Portugal a palavra provisório é sinónimo de definitivo) mas era melhor que nada. Se o acordo levar anos, ou pior, se nunca avançar, vai ficar assim para sempre?"


     Nota do Olhão Livre sobre este textode João Valentim,  que expressa bem a revolta que vai na alma dos cidadãos de Olhão.e que acreditaram que para esse moço pequeno em 1º Lugar Estavam as Pessoas como prometia na campanha eleitoral..
    O que se vê  no dia  a dia, é e que em Olhão em primeiro lugar estão as negociatas, para os amigos de sempre,e as festas e festarolas para animar as clientelas do costume.
    A oposição por sua vez está remetida ao silêncio, e são  cada vez mais as pessoas que se revoltam!

RIA FORMOSA: QUANDO A ESMOLA É FARTA, O POVO DESCONFIA!

Durante a semana, a imprensa regional fez eco das noticias vindas da Sociedade Polis a propósito das dragagens na Ria Formosa, apresentando-as como a melhor que podia acontecer.
Acontece que a obra em causa sendo, de qualquer das formas, um beneficio, não corresponde àquilo que a generalidade das pessoas que vivem da Ria necessitam. Na verdade, a intervenção restringe-se ao canal entre o cais comercial e a Barra Faro/Olhão para permitir uma melhor navegabilidade, não aos barcos de pesca ou de marisqueio, mas sim ao navios de maior porte que acedem ao cais comercial. De qualquer das formas, repetimos um beneficio!
Mas as dragagens nas barras naturais, completamente assoreadas, ficam por fazer, e essas são vitais para a renovação de águas e para todo o ecossistema.
Não espanta a forma como a Sociedade Polis gasta os dinheiros públicos para servir interesses comerciais em detrimento de objectivos produtivos. As quadrilhas que têm governado o País, a soldo da imperatriz Merkel, foram e são cúmplices na destruição do sector produtivo, agricultura, pescas e industria, daí que a aposta nestas dragagens não visem a qualidade ecológica das águas da Ria Formosa, o principal centro produtor de ameijoa-boa, de elevado valor comercial, com destino à exportação.
Esta situação, merece uma pergunta: Pode um País viver sem  sector produtivo?
Sim pode, se for um País pária, que vive à custa da riqueza criada em países terceiros. As desigualdades fiscais promovida entre os Estados membros da UE, leva a que as grandes empresas transfiram as suas sedes fiscais para esses países onde vão pagar impostos mais baixos sobre a riqueza criada noutras paragens, com cargas fiscais pesadissimas como em Portugal.
Fora desse contexto, nenhum País consegue sobreviver sem o sector produtivo, obrigando-o a importar toda a espécie de bens, provocando enormes desequilíbrios na balança corrente, fomentando o recurso à divida externa. Divida essa que depois serve de justificação para as politicas austeritarias decretadas pelas famílias politico-mafiosas.
No caso do nosso País, mesmo que obtivesse mos um perdão total da divida, a destruição do sector produtivo, implicaria que no dia imediatamente a seguir, já estivesse mos a criar nova divida, tal a dependência do exterior, razão pela qual a divida se torna impagável.
A ausência de dragagens na Ria Formosa e muito especialmente nas barras naturais, as ultimas já têm quinze anos, não permitem a renovação das águas e ajudam à acumulação da poluição, uma excelente forma de obrigar ao abandono de quem vive das suas actividades tradicionais, como a pesca ou o marisqueio.
As actividades tradicionais da Ria Formosa podem traduzir-se em mais valias locais de enorme grandeza, a roçar os 200 milhões de euros por ano, que os bandidos acoitados no PS/PSD/CDS, têm feito questão de criar as condições para a sua redução senão mesmo a cessação dessas actividades.
Por isso torna-se, cada vez mais, correr com esta canalha da gestão dos destinos do País e colocar no seu lugar, um governo democrático, patriótico e de esquerda.



sábado, 11 de julho de 2015

Cabeça de Lista do PS às eleições, é de Olhão, e votou a favor da demolições na Ria Formosa! Se for eleito vai ser a favor ou contra as demolições???

 José Sócrates e José Apolinário



O "Polis Litoral Ria Formosa" é um plano de requalificação da Ria Formosa - o mais importante património natural a sul do país -, cujo investimento total ascende a 87 milhões de euros e prevê a constituição de uma sociedade em que os municípios de Faro, Olhão, Loulé e Tavira participam com capital social.

“Este resultado é uma vitória para Faro, porque é um bom projecto para a cidade”, disse à Lusa o autarca da Câmara da capital algarvia, José Apolinário, após a discussão de três horas e a deliberação da adesão de Faro ao programa Polis.

Esta votação foi decidida na segunda sessão extraordinária da Assembleia Municipal, que encheu o Teatro Municipal de Faro com mais de 800 pessoas.

José Apolinário, visivelmente satisfeito, declarou, no entanto que uma das prioridades da autarquia é “garantir os direitos à habitação dos pescadores”, arranjando-lhes alojamentos, e reforçar a explicação do programa Polis aos munícipes farenses.

A prioridade “é a defesa intransigente das casas dos mariscadores, viveiristas e pescadores e dos direitos dos moradores em casas de primeira habitação”, sustentou.

José Apolinário reiterou que o bloqueio de Faro ao Polis não ia “parar ou anular o Plano de Ordenamento da Orla Costeira” (POOC), aprovado em 2005, cuja concretização é da responsabilidade da Administração Central.

A Câmara de Faro está a trabalhar no sentido de saber “como se vão desencadear os planos de intervenção da Ria Formosa” e “como se vão realojar os munícipes que têm primeira habitação nas ilhas barreira”, mencionou ainda o autarca de Faro."

Esta noticia  foi retirada daqui

Nota do Olhão Livre: Este Filho Da Politica (FDP) é de Olhão e é candidato do PS, às eleições legislativas.
Enquanto presidente da C.M.Faro, votou a favor do Polis Rias Formosa e a favor das demolições na Ria Formosa.

Hoje que as demolições nas Ria Formosa  estão suspensas, é caso para as pessoas questionarem o cabeça de lista do PS no Algarve, que se por acaso o PS ganhar as eleições as demolições na Ria Formosa, são para continuar ou não?
Preto no branco para depois não poder negar aquilo  ao que normalmente prometem  para ganhar as eleições mas que depois das eleições ganhas não cumprem!

RIA FORMOSA: A PRORROGAÇÃO DAS LICENÇAS POR MAIS UM ANO

Os produtores de bivalves, mais conhecidos por viveiristas, estão a ser notificados pela Agência de Destruição do Ambiente (APA), de que as suas licenças foram prorrogadas por mais um ano.
Nesta pagina, já alertámos por varias vezes para a situação mas os envolvidos directamente e sendo parte interessada, parecem não querer saber do futuro que as quadrilhas de gatunos que têm gerido os destinos do País lhes reservam.
O Decreto-lei 296-A/2007 que regula o Regime de Utilização dos Recursos Hídricos, tal como o POOC e o POLIS, são criações do Partido dito Socialista mas a aplicação é da responsabilidade do Partido dito Social Democrata, facto que as pessoas interessadas não devem esquecer.
O regime de utilização de recursos hídricos, apesar dos seus oito anos de vigência, não teve tempo para elaborar o regulamento do Leilão, a que puseram o nome de concurso, nem tão pouco a Agência de Destruição do Ambiente (APA) foi capaz de o fazer, mesmo um ano depois de ter feito chegar umas cartinhas de amor aos concessionarios, onde lhes pedia para declararem se estavam interessados em exercer o direito de preferência.
A cada dia que passa é mais evidente o que se pretende criar, ou destruir, na Ria Formosa perante a impassividade das pessoas afectadas, que só reagem quando o mal lhes bate à porta.
Se atentarem na situação do País, verificarão que o governo, desde que tomou posse, não governa, limitando-se a funcionar como um fiel lacaio da toda poderosa Alemanha que é quem na realidade gere os destinos europeus e da troika.
A troika, sabendo que a divida publica portuguesa é impagável, e assim deseja que se mantenha, utiliza-a como forma de assegurar um renda anual à custa do Povo português, os juros da divida, mas também porque lhe dá o Poder de dizer, de decidir o que vai ser vendido ao desbarato. A divida é a desculpa para  a prática de toda a espécie de crimes contra o Povo!
É a troika quem decide as empresas a privatizar e os fieis cães de guarda vendem-nas ao preço da uva mijona, para satisfação da dona Merkel; das empresas passam para o património imobiliário do Estado, como está na calha a venda das antigas unidades militares. Quando não houver mais nada, então irão os recursos naturais, a privatização da agua, as praias, as Ilhas barreira da Ria Formosa e assim que possam, os viveiros mudarão de mãos para a canalha francesa.
António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, bem disse na sua campanha eleitoral, que dentro de algum tempo, viriam estrangeiros para nos ensinar a trabalhar na aquacultura. Ele sabe do que fala!
A prorrogação das concessões por mais um ano, visa apenas retirar o impacto eleitoral que o tal LEILÃO iria provocar, porque poderia provocar um derramamento de sangue, tal o impacto económico e social que teria.
A canalhice que preparam na Ria Formosa, só pode ser travada, impedindo que aqueles que estão na origem e consequencias, venham a ser afastados do Poder. Correr com estes bandos politico-mafiosos é um imperativo nacional, no geral e em particular do Povo da Ria Formosa, e substitui-los por um governo democrático, patriótico e de esquerda.
Auditada a divida, apurada as partes que são ilegítimas, ilegais e odiosas, devemos recusar o pagamento da divida. 
E há muito por onde pegar. Basta lembrar que, durante anos a fio, a banca anunciava centenas de milhões de lucros, que repartiam entre comissões dos administradores e pagamento de dividendos, para depois se verificar a falência do sistema bancário. Então quem ganhou e beneficiou dos esquemas montados, que pague a divida.
É evidente que a recusa do pagamento da divida, deve ser acompanhada da saída do euro e da UE por forma a recuperarmos a nossa soberania e independência, impedindo que mais vendas a retalho sejam feitas com prejuízos para o Povo.
Caso contrario, disso não tenham duvidas, assistiremos às demolições nas ilhas barreira e à mudança de mãos dos nossos viveiros, da nossa enorme riqueza que é a Ria Formosa.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 10 de julho de 2015

AGUAS DO ALGARVE COMETE IRREGULARIDADE NA NOVA ETAR!

Tendo sido autorizado o acesso ao processo de construção da nova ETAR Faro-Olhão, e nem outra coisa podia ser porque decorre da Lei, fizemos questão de ir verificar da tramitação do processo, constatando que a audição publica prevista pela Lei da Participação Procedimental, não fora publicitada. Aliás nem ouve, porque os mandantes da Águas do Algarve, sem esquecer o nosso "amigo" Pina, entendem que as leis são feitas para o cidadão cumprir e que eles estão acima delas.
A audição publica prevista na Lei é precisamente para que as pessoas interessadas se possam pronunciar quanto à sua oportunidade e localização, na defesa dos seus interesses, mas as entidades publicas ignoram-nas, jogando com o desconhecimento das pessoas, porque sabem que a participação das pessoas num processo desta natureza pode trazer, e vai trazer disso podem ter a certeza, complicações ao processo.
As entidades publicas e o Povo em geral têm que ter a noção de que as descargas das ETAR, seja na Ria ou na costa, é um processo de transferencia de uma certa forma de poluição, que poder ser utilizada com vantagens. Não podemos continuar a pensar o meio marinho como uma fonte inesgotável e com capacidade de regeneração se não for interrompido este ciclo.
A ARH elaborou um documento, decorria o ano de 2010, em que aponta para as vantagens da reutilização das águas residuais para fins agrícolas, mas contrapondo desde logo, os elevados custos do tratamento, que nós enquanto consumidores pagamos ao abrir a torneira, e a distancia às zonas de produção agrícola. Perante a possibilidade da construção de uma nova ETAR, e perante a argumentação da ARH, não seja a mesma construída junto das zonas de produção agrícola.
Também é natural que os agricultores, desconhecedores das vantagens da reutilização destas águas ricas em nutrientes, oponham alguma resistência. Cabe aos técnicos da Direcção Regional de Agricultura saírem do remanso dos ares condicionados e irem para o terreno, explicar das vantagens no processo.
Não podem, as entidades publicas, querer que os agricultores paguem os tratamentos da agua quando são eles, que nesse caso a estão a reciclar.
Devemos também, acrescentar que a poluição das águas residuais, ditas tratadas, contêm também contaminantes como metais pesados e microbiologicos.
Se os nutrientes podem ser reutilizados com vantagens, e a contaminação microbiologica é eliminada pela radiação solar e evapo-transpiração das plantas, a contaminação por metais pesados poder ainda mais reduzida por acção da casca de banana reduzida a pó, para alem de que o uso de novas tecnologias industriais já as reduz bastante.
Por todas estas razões, a Águas do Algarve, não tinha qualquer interesse na participação das pessoas numa audição publica, porque poderiam ser confrontados com a necessidade de transferir a nova ETAR para local mais apropriado.
E como não podia deixar de ser, vamos agora fazer aquilo que competiria às associações do sector, isto é pedir a impugnação de todos os actos administrativos praticados e que deveriam ser posteriores à audição publica. Pode ser que surja por aí mais alguém a querer juntar-se nesta luta!
Nós não nos calaremos contra as máfias politicas!
REVOLTEM-SE, PORRA!

Porque tem caído no esquecimento, uma palavra de agradecimento aos funcionarios da ARH, do Parque e da Aguas do Algarve, que têm tido uma atitude de grande correcção e simpatia, contrastando com a das chefias.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Laranjal apoiado com fundos do PRODER; MATA a fauna e flora da Cascata do Alto do Vigário em Alte! A A.P.A. diz que está tudo legal !




Queda do Vigário: um oásis turquesa.
 Foto retirada daqui
Dizem que a Queda do Vigário (ou Cascata de Alte) que hoje vemos é artificial, mas também dizem que originalmente haveria uma natural, talvez mais pequena. Há também versões divergentes sobre a sua construção - o impulsionador é o mesmo, o 18.º senhor de Alte, Duarte de Melo Ribadeneyra, no final do século XVII, mas há quem diga que quis desviar as águas da ribeira de Alte (concelho de Loulé) para regar o seu pomar e quem diga que o seu objectivo era embelezar o leito de água. Certo é que a obra sobreviveu intacta ao terramoto de 1755 e chega até aos dias de hoje recentemente renovada. São 24 metros de altura, os da Queda do Vigário, a última de uma série de miniquedas de água que se formam na ribeira do Alte, antes de ela se juntar à ribeira de Algibre (em Paderne) para formar a ribeira da Quarteira. De uma parede rochosa avermelhada sai a água que se despenha num lago oval e tonalidades turquesa, rodeado de abundante vegetação - há zona de piqueniques sobre relvados frescos. Antes de chegar aqui e se oferecer para mergulhos como se nas Caraíbas estivéssemos, a ribeira do Alte atravessa a aldeia - que esteve quase a ser considerada a mais portuguesa de Portugal em 1938 e mantém o mesmo rosto típico e tradicional, com as suas açoteias, as chaminés trabalhadas, as cores da terra entre o branco dominante - passando pela Fonte Grande, que mais parece um canal marginado por cantaria que se usa também como piscina, acompanhada por terraços e jardins em degraus (e até um anfiteatro ao ar livre), e pela Fonte Pequena, espaço mais bucólico, navegado por cisnes e patos
Texto retirado do publico on line.
Nota do Olhão Livre: Este texto era noticia dos melhores sítios naturais de Portugal de Cascatas piscinas naturais e outras maravilhas.

Não é por isso de admirar que a C.M.Loulé em2002, tenha  adquirido o terreno que era de particulares e posteriormente tenha feito obras de acesso e criado uma zona de lazer um  parque de merendas e um apoio às actividades dos visitantes.
Era assim,como a foto acima mostra,  uma zona  publica com uma queda de agua com 24 metros de altura,que caia a pique, num lago de grande e rara  beleza, que atraia, não só locais como muitos visitantes a Alte.
Perante a revolta das pessoas nas páginas social, a seca da cascata deu que falar e os orgãos da comunicação social  , foram entrevistar A.P.A,que em declarações ao Sul informação dizem que está tudo legal ,e que a falta de agua na cascata  é por causa da seca.
Diz o responsável da A.P.A. nessa entrevista,  diz que o laranjal é importante porque é apoiado pelo PRODER e assim sendo,  tem licença da A.P.A, para roubar a agua publica da Ribeira, para regar o laranjal privado,  e assim secar a Cascata de agua e o pego do Alto do Vigário.
Será que há legalidade para destruir toda a fauna e flora da zona que devido à falta de agua morreram?
Saberá que havia cágado de carapaça estriada que é uma espécie protegida nesse pego assim como havia peixes que devido à falta de agua morreram,segundo diz António Martins na sua página do f.b:

" Os peixes morreram, a última tartaruga foi salva por uma criança que visitou este cemitério, e os turistas vão-se para não voltarem, depois de se depararem com um buraco seco..."
Será que não que foi um crime ambiental, que aconteceu em Alte, ao desviarem o curso da ribeira para rega de um Laranjal?

Hoje  esses sitio de rara beleza, onde a C.M.Loulé gastou uma pipa de massa de dinheiro publico está assim, completamente seco e por incrível que pareça, com autorização da A.P.A.
A foto em baixo publicada, onde se vê aquilo que pensamos ser um crime ambiental, foi retirada da página do f.b de Antonio Martins
A Agência Portuguesa de Ambiente segundo noticias do Sul informação diz que está tudo legal ,e que a falta de agua na cascata  é por causa da seca.
Não é de admirar que  a   A.P.A. tenha posições ambientais dessa natureza, pois também é  essa mesma  A.P.A. que diz que não há poluição por parte das autarquias de Olhão e de Faro assim como das ETARs das Aguas do Algarve, na super protegida  Ria Formosa.
Assim vai o mau ambiente no Algarve onde a destruição da Natureza é uma constante diária!
O que tem a dizer sobre isso o meia leca do ministro do mau ambiente,sobre a destruição de um bem publico ,em beneficio de bens privados,como é o caso do Laranjal de um ex.presidente da Junta de Freguesia de Alte?
Está on line  uma petição para acabar com o roubo da agua para a rega do laranjal,consentido pela A.P.A.











RIA FORMOSA VOTADA À DESTRUIÇÃO!

Para aqueles que nos seguem e sabem que uma das nossas bandeiras tem sido o combate aos crimes sociais, económicos e ambientais da Ria Formosa, trazemos hoje mais umas farpas às entidades publicas que gerem os destinos da nossa Ria.
Diz o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa que não se podem construir novas ETAR na sua área de intervenção, mas os senhores do Parque deram o seu parecer favorável no processo de Avaliação de Impacto Ambiental. Processo esse para o qual apenas foram convidadas a pronunciar-se outras entidades publicas como a RTA ou o IPMA, e que deram o aval a esta canalhice.
Já todos nós sabemos que as direcções destas instituições são nomeadas politicamente e que devem obediência canina às instruções do patrão Governo e como tal não poderiam contrariar as perspectivas daquela Avaliação, porque era do interesse do patrão que se construísse a nova ETAR onde não devia.
Para remover uma percentagem de azoto e fosforo, são utilizadas algumas espécies de fitoplancton que depois sai nas descargas das águas, ditas tratadas, colorindo-as de verde, vermelho ou outras cores. Esse fitoplancton vai consumir o oxigénio presente na agua da Ria. Os bivalves, com a subida das temperaturas, precisam de mais e mais oxigénio, e se lhos cortam, podem vir a morrer por anoxia.
Conjuntamente com a caca em suspensão, este fitoplancton, integra aquilo que eles designam pelo nome pomposo de Sólidos Suspensos Totais, que turvam as águas da Ria, não permitindo que as plantas de fundo, a seba, que têm como uma das suas funções, a produção de oxigénio, não realizem a fotossintese, processo pelo qual é produzido o oxigénio.
E como um mal nunca vem só, aquele fitoplancton descarregado faz-se acompanhar por um outro que em determinadas condições ambientais, degenera em biotoxinas, produtoras de diarreias, amnésia ou paralisias e que por isso é interdita a apanha dos bivalves.
Por outro lado, os nossos tecnicos, atribuem como causa de morte da ameijoa, uma patologia que tem na caca em suspensão, o meio adequado à proliferação do seu agente, o parasita Perkinsus Atlaticus que ataca as vias respiratorias da ameijoa, conduzindo-a à morte.
Com a subida das temperaturas, é previsivel uma elevada mortandade de ameijoas!
Bastaria isto para que todos aqueles que vivem de e na Ria, e até mesmo na costa, estivessem contra a construção da nova ETAR, mas a maioria, mesmo os interessados directos, estão num estado de letargia provocada pela influencia do Presidente da Câmara, que escondeu o edital da Avaliação de Impacto Ambiental.
Um dos principais defensores da poluição na Ria é precisamente António Pina, o presidente, que não resolve o problema dos esgotos directos e sem qualquer tratamento e que está ainda associado às más praticas da Aguas do Algarve na sua qualkidade de vogal do conselho de administração.
Até quando?

quarta-feira, 8 de julho de 2015

RIA FORMOSA ENVOLTA EM NEBLINA!

Os manda-chuva da Águas do Algarve, e entre eles, António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, têm a ideia de que o Povo é estúpido e não sabe o que quer.
Pedido em 25 de Maio o acesso ao processo de construção da nova ETAR Faro-Olhão, particularmente à fase de instrução do respectivo processo, vem a Águas do Algarve responder por carta datada de 1 de Julho, depois de saber que a entretanto fora apresentada queixa junto da Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos.
Ora, a fase de instrução engloba a decisão da necessidade, da oportunidade, da localização, da estimativa de custos, da analise dos possíveis impactos economicos, sociais e ambientais, da construção de uma nova ETAR. Aquilo que a Águas do Algarve pretende dar a conhecer, a fazer fé na sua carta, é o Anuncio de Procedimento do Concurso para o Projecto de Concepção da nova ETAR. 
Obviamente que queremos ter o acesso ao processo de decisão e não a parte de um procedimento, que embora interessante, vem já na fase final. Diga-se que este procedimento prevê logo à partida que o projecto ganhador, poderá depois construir a nova ETAR por ajuste directo, tal a forma como foi concebido o Código dos Contratos Públicos.
Esta questão torna-se mais importante, porque o candidato até se pode dar ao luxo de oferecer o projecto de concepção porque depois no ajuste directo será devidamente recompensado. Sendo legal, e disso não temos quaisquer duvidas, tal como também não temos quanto à verdadeira natureza deste tipo de clausulado, uma verdadeira porta aberta à corrupção.
O que nós pretendemos exactamente saber e a Águas do Algarve está escondendo, é saber da divulgação da audição prévia em fase de instrução conforme determina a Lei de Participação Procedimental, Lei 83/95.
Que a obra está orçada em 14.500.000 de euros e como tal sujeita a audição prévia que deveria ser precedida pela publicitação em dois jornais de grande dimensão nacional e ainda num regional. E não foi. Tal como não foi publicitada a discussão em torno da Avaliação de Impacto Ambiental porque a Agencia Portuguesa (do mau) Ambiente entendeu por bem restringir a participação popular, o que vai de encontro ao perfil do seu presidente, Sebastião Braz Teixeira.
E se queremos saber o que está por detrás disto, é por uma questão de princípios, porque por aqui não há interesses materiais que nos possam apontar. Pena é que os verdadeiros interessados, aqueles que se queixam dos efeitos nefastos da poluição estejam calados que nem uns ratos, tal a lavagem cerebral que o Pina lhes deu.
Certo é que esta luta é para levar até ao fim e se necessário pedir a impugnação dos actos bem como da construção da nova ETAR. 
SEM LUTA, NÃO HÁ VITORIA!
NÓS LUTAMOS. E TU?

terça-feira, 7 de julho de 2015

Crime ambiental em Alte e a APA o que faz? Falam na defesa do ambiente, mas os crimes ambientais no Algarve cada vez são mais!

A queda de agua do Alto do Vigário era uma das mais belas quedas de agua do Algarve.
Aqui deixo este pequeno texto retirado daqui
Pego do Vigário (Morgado de Alte) - Trata-se de uma queda de água que se situa pouco abaixo da aldeia de Alte e surge pelo caudal da Ribeira e pela morfologia dos vales e encostas daquela área. Mede cerca de 10 metros de altura e 2 metros de largura. É um local de acesso um pouco difícil, devido à sua encosta.
 
Pois essa queda de agua por ganância do Homem e pelo fechar de olhos da APA,  deixou de existir  segundo diz Antonio Martins na sua página do f,b, 

Diz ainda Antonio Martins o seguinte:
"
Meus amigos:
Estas fotos foram tiradas no passado dia 30 de junho.
Acreditem ou não, o que estão a ver é a queda de água do Vigário, em Alte.
Onde se vê rocha branca nua e areia, deveria estar água! E, na encosta, deveria correr uma das mais belas cascatas do Algarve.
Seca?! Alterações climáticas?! NÃÃÃOOOOOO, minha gente!!!!
O culpado tem nome, e acha perfeitamente natural que, no século XXI, alguém se arrogue o direito de ser dono de uma ribeira, secar completamente o seu curso e desviar as águas para um tanque de rega de laranjas (vejam a última foto).
Os peixes morreram, a última tartaruga foi salva por uma criança que visitou este cemitério, e os turistas vão-se para não voltarem, depois de se depararem com um buraco seco...
Ah, e a Câmara Municipal deixou o projeto de uma praia fluvial neste lugar em "stand-bye", porque não vai investir num local que depende dos caprichos de um louco...
Claro, que tudo isto é indiferente para o sr. Ovídio Manuel Dores Alves...
Será que ele já ouviu falar do princípio do poluidor pagador?
Duvido...
Entretanto... somos todos nós que nos sentimos roubados!"


Assim vai o mau ambiente no Algarve, com a poluição sem controlo, na Ria Formosa,colocando em risco a fauna e a flora protegidas e mesmo a saúde publica,esses crimes na Ria Formosa duram há décadas com TODAS as entidades publicas a enterrar a cabeça na areia como se os crime não fossem diários.
 

Este ano o crimes ambientais são de tal ordem que na Praia Dona Ana aterraram a praia em 4 metros de altura e  mais de 50 roubadas ao mar, destruindo não só as belezas naturais que fizeram  da Praia Dona Ana em Lagos a Praia mais bela do mundo, mas ao mesmo tempo com esse aterro mataram toda a fauna e flora existente na agua.
.
Hoje o que foi a Praia Mais bela do Mundo é esta vergonha:
 d´ana hoje.jpg

Quem será a zebra que manda n oambiente em Portugal e que promove estes crimes ambientais?
Será este palmo de gente?
 null


NA GRÉCIA FOI ASSIM! E EM PORTUGAL, COMO FOI?


Vejam como a TROIKA lixou a Grécia. Pergunta-se como foi com Portugal.
NÃO AO PAGAMENTO DA DIVIDA!
NÃO AO EURO!

OLHÃO: UMA CIDADE ABANDONADA!




Por muito que gostemos da nossa cidade, não podemos nem devemos, ficar indiferentes ao estado de abandono que determinadas zonas apresentam e que têm sido a imagem de marca de um executivo, mais virado para os negócios do que para as populações das áreas residenciais.
As imagens reportam o estado de uma praceta, bem perto da Estrada Nacional 125, ali pelas traseiras da Cervejaria Novo Estádio.
No Inverno, e frequente assistirmos à pastagem de cavalos, não sabemos se para facilitar o trabalho da autarquia ou se pelo abandono a quer a mesma a votou. Mas com a chegada da Primavera, e no Verão, os espaços verdes, dão lugar a campos de mini futebol.
Tenho visto ali, alguns miúdos com bons pés, mas é pena que não tenham outro local para o fazer e onde possam mostrar as suas habilidades. Também é verdade que se os pais tivessem outras condições económicas, poderiam ser inscritos naqueles associações criadas para receber os subsídios da Câmara Municipal de Olhão. Só que os pais não têm dinheiro para pagar a taxa de inscrição e menos ainda a mensalidade. Mas está certo, uma autarquia socialista a promover um desporto, pontapé na bola, par algumas elites, que os mais necessitados não foram criados para isso, mas e apenas para trabalhar.
Também é normal verem-se os cãezinhos a fazer as suas necessidades fisiológicas, acompanhados ou não pelos respectivos donos, embora não seja o local mais apropriado. Se nos lembrarmos que noutras paragens, é frequente verem-se pessoas estendidas a desfrutar da frescura dos jardins, aqui não é possível, por motivos óbvios.
Em tempos idos,a Câmara Municipal de Olhão tinha um Viveiro de plantas que forneciam os jardins da cidade. Ainda existe, mas já não funciona como antigamente, porque em seu lugar, apareceram umas empresas, algumas com simpatias na autarquia, que fornecem as plantinhas.
Mas também nesses tempos, podiam ver-se uns arquinhos em ferro ou umas canas cruzadas, para evitar que as pessoas e os animais invadissem os espaços plantados, com flores, diga-se de passagem.
Isto tem a ver com o conceito de zonas verdes que vai na cabeçorra dos nossos autarcas. As árvores em meio urbano têm uma dupla função: refrescar o meio citadino por um lado e filtrar a poluição provocada pelo escape dos carros.
Pensar as zonas verdes pela cor, apostando exclusivamente em relva, de má qualidade, sem tentar embelezar, é o sintoma de que o seu futuro, é o abandono. Foi assim nas diversas áreas verdes existentes pela cidade, excepto os  jardins da Avenida 5 de Outubro, porque esses dão muito no olho.
Nesta praceta, as árvores podem cair com um vendaval ou morrer que não há quem lhes acuda! Não há uma única flor que dê cor e vida à zona. E até o único elemento de parque infantil há muito que está inoperacional.
Olhão é, hoje, uma cidade abandonada!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

ALGARVE UMA REGIÃO EM BOLANDAS!

Começamos este post com a divulgação de um excerto da Lei de Participação Procedimental, Lei 83/95. Assim:

Artigo 4º, nº1 - ...a decisão sobre a localização e realização de obras publicas ou de outros investimentos públicos com impacte relevante no ambiente ou nas condições económicas e sociais e da vida em geral das populações...devem ser precedidos, na fase de instrução dos respectivos procedimentos, da audição dos cidadãos interessados e das entidades defensoras dos interesses que possam vir a ser afectados por aqueles planos ou decisões.
   nº 3 - São consideradas como obras publicas ou investimentos públicos com impacte relevante para efeitos deste artigo os que se traduzam  em custos superiores a um milhão de contos (5 milhões de euros) ou que, sendo de valor inferior, influenciem significativamente as condições de vida das populações de determinada área, que sejam executadas directamente por pessoas colectivas publicas quer por concessionários.
Artigo 5º - Para a realização da audição dos interessados serão afixados nos lugares de estilo, quando os houver, e publicados anuncios em dois jornais diários de grande circulação, bem como num jornal regional, quando existir.

Face a esta Lei, a maior parte das obras publicas bem como muitos dos planos aprovados, e em que não foi promovida qualquer audição poderão estar feridos de nulidades. Estarão neste caso, o Polis da Ria Formosa, cujos custos ascendiam a mais de 80 milhões bem como da concessão para a Requalificação da Estrada Nacional 125, cujos custos previstos ultrapassavam os 160 milhões..
Como estas, muitas, mas mesmo muitas intervenções foram feitas, e com elas criada a enorme divida publica, ao arrepio da vontade das populações quando não, contra a sua vontade.
As entidades publicas com capacidade de decisão, nunca promoveram estas audições, para terem informação previlegiada sobre a localização de determinados investimentos, o que permitia aos amigos a compra antecipada de terrenos, a preço da uva mijona, que depois vendiam ao preço do ouro. Um exemplo bem ilustrativo disso foi a cegada em torno da decisão do novo aeroporto.
E quem diz o aeroporto, diz também o traçado de muitas estradas e pontes, que ajudaram e ajuntaram os milhares de milhões que o Estado deve.
No fundo, a falta das audições, são um indicador da pratica de crimes conexos aos de corrupção!
Certo é que, as obras foram feitas para benefícios de alguns, poucos, consórcios e bancos e o Povo arredado do processo de decisão sobre a localização e oportunidade da realização das intervenções planeadas, apesar de estar consagrado na Lei.
E por estar consagrado em Lei, a divida resultante das intervenções efectuadas e não discutidas, e que em boa verdade não serviram os interesses dos destinatários, os trabalhadores e o Povo (ex SCUT) é ílegitima, ilegal e odiosa, porque o Povo em nada beneficiou, isso ficou para os consórcios e bancos, mas é agora chamado a pagar aquilo que os governos caloteiros criaram.
Com estes esquemas criaram uma divida monstruosa cujo taxa de crescimento económico não dá sequer para pagar o serviço da mesma, aumentando de ano para ano, numa espiral que a torna impagável, por mais sacrifícios que injustamente exijam do Povo.
Posto isto devemos dizer NÃO!
NÃO AO PAGAMENTO DA DIVIDA!
NÃO AO EURO!


domingo, 5 de julho de 2015

Povo Grego ousou, dizer NÃO!

Ao que tudo indica o  povo grego, ousou dizer não a uma Europa que  só tem como receita para o povo, austeridade em cima de austeridade.

Esta vitória do povo grego pode também significar o fim  desta União Europeia,  e os povos da U.E. incluindo Portugal  devem seguir o caminho da Grécia e exigir um referendo para saber se queremosmais austeridade e se queremos  continuar no € e na União Europeia!

O povo  português,deve ser ouvido, coisa que os políticos dos partidos do arco do poder nunca o quiseram fazer , pois só ouvindo o povo ,como se ouviu hoje na Grécia, se pode falar em democracia
.
O Povo grego está de parabéns e deve sentir-se orgulhoso de bater o pé aos poderosos,como tal deve merecera nossa solidariedade.

E agora o que vai fazer esta herdeira de Hitler?foto retirada daqui

ALGARVE: ABAIXO A DITADURA! PELA SAÍDA DO EURO!

O dia de hoje pode e vai certamente marcar o futuro desta Europa, independente do resultado do referendo na Grécia e por isso convém uma reflexão sobre a nossa situação.
1 - A social-democracia resulta de uma divergência no seio do movimento marxista quanto à questão da propriedade, afinal a fronteira que separa as apelidadas esquerda da direita, e foi a forma encontrada pelo capitalismo de responder ao avanço das ideias marxistas, um pouco por todo o mundo.
A social-democracia e o socialismo eram processos de transição para as etapas seguintes, de um lado a ditadura do capital e do outro o comunismo. Ambos fracassaram, embora ainda hajam algumas bolsas de resistência social-democratas.
2 - O projecto inicial de construção de uma Europa unida, assentava nos pressupostos, nos ideais da social-democracia, em que predominavam as perspectivas de desenvolvimento económico e social. Com a queda das referencias no mundo socialista, o capital, entendeu chegado o momento de se impor, dando por findas as ideologias, elevando o economicismo à condição de ideologia dominante.
Para aqueles que entendem que devemos honrar os "nossos" compromissos devemos lembrar que tais compromisso assentavam numa perspectiva de desenvolvimento económico e social que o directório europeu rompeu de forma unilateral e premeditada.
3 - O Partido Socialista ao riscar do seu programa, as referencias ao marxismo, tornou-se um partido social-democrata, no fundo, num partido da direita democrática, e só assim se compreende o seu posicionamento politico. apenas divergindo do outro quanto à forma, mas mantendo os mesmos objectivos.
4 - A democracia assenta na discussão e participação dos Povos nos processos de decisão, mas, em regra, não é chamado a pronunciar-se em matérias que lhe dizem respeito. Embora os governos tenham a legitimidade para governarem, porque assentes na delegação de soberania dada pelo voto popular, perdem-na ao introduzir a burla politica para a caça ao voto, mentindo ao Povo, prometendo aquilo que não têm intenções de cumprir. Entrámos então no mundo da MENTIROCRACIA!
5 - Todos os tratados, convenções ou outras formas que comprometam o Estado e o Povo devem ser submetidos a referendo, precedido de uma ampla e séria discussão. Assim, o Povo teria a oportunidade de se pronunciar sobre o seu futuro.
Passar um cheque em branco aos seus representantes para decidir como querem e entendem, pode ter, e tem, efeitos nefastos. O Povo jamais aceitaria a destruição do nosso sector produtivo como a agricultura, pesca e industria, imposto pela UE, para favorecer os países ricos. A imposição de cotas à produção de leite ou tomate para proteger a agricultura francesa e holandesa, tal como na pesca para depois entregar parte dos nossos recursos piscicolas às frotas francesa e espanhola.
6 - É por demais evidente que sem processo produtivo, estaríamos obrigados à importação de bens, muitos deles essenciais, ao mesmo tempo que perdíamos postos de trabalho.
O saldo entre importações e exportações após a entrada na então CEE passou a ser largamente negativo, sendo apenas possível mantê-lo com recurso ao endividamento do País.
E porque convinha endividar os países do sul da Europa, cujas economias se encontravam mais fragilizadas, acenaram-lhes com o alcatrão, para fazerem chegar os seus produtos mais rápidos e o betão para alimentar a ganancia do sector financeiro. As obras publicas foram um mundo de oportunidades para a banca ao mesmo tempo que os poderes públicos acenavam com a criação de postos de trabalho. Basta lembrar quem estava por detrás das PPPs ou dos grandes empreendimentos imobiliários.
7 - Todos se lembrarão dos anunciados lucros da banca, às centenas de milhões, que repartiram entre os seus accionistas, mas que nunca chegaram às mãos do Povo. Nem tinham de chegar! Mas também será justo dizer que aqueles que beneficiaram dessas benesses, conseguidas à pala do endividamento, que as paguem. E para o mesmo saco devem ir as empresas do regime, beneficiadas pelo sistema. Nunca os trabalhadores, que não beneficiaram nem contraíram qualquer divida.
8 - Para manter este sistema, a classe dominante entendeu roubar os magros rendimentos dos trabalhadores e reformados, através da criação ou aumento de impostos e taxas, ao mesmo tempo que restringe os direitos e liberdades do Povo.
Havendo hoje mais razões para um resgate do que para o anterior, porque a divida não pára de crescer, 90% na altura contra os 130% de agora, é previsível o aumento da repressão sobre os mais activos, os mais contestatários da situação. E é de tal forma, que ainda esta semana, os tais "social-democratas", se uniram para aprovarem o aumento de poderes dos serviços de espionagem mesmo à revelia dos pareceres da Policia Judiciaria e da Comissão Nacional de Protecção de Dados, aumento de poderes que lhes dá  direito de proceder à devassa da vida privada dos cidadãos.
A classe dominante sabe que a manter e reforçar as medidas de austeridade, o Povo vai sair à rua e revoltar-se. Por isso prepara uma nova ditadura politica, que a económica já se implantou.
9 - Por essa razão dizemos NÃO! NÃO AO PAGAMENTO DA DIVIDA! PELA SAÍDA DO EURO!
A divida é ilegítima  porque não tiveram em conta os trabalhadores e o Povo!
A divida é ilegal porque os critérios de avaliação dos riscos, da oportunidade e da exequibilidade dos projectos a que se destinavam, foram duvidosos!
A divida é odiosa por estar a ser cobrada a quem não a contraiu nem dela beneficiou e lança na fome, miséria, desemprego, precaridade, impede o crescimento e desenvolvimento e liquida o que resta do sector produtivo.
NÃO!
NÃO AO PAGAMENTO DA DIVIDA!
PELA SAÍDA DO EURO!




sábado, 4 de julho de 2015

ALGARVE: DEMAGOGIA LARANJA!

Os deputados laranja eleitos pelo circulo do Algarve, têm vindo a desdobrar-se num conjunto de acções susceptíveis de induzir em erro as pessoas, porque apesar de eleitos pela região, eles são deputados da nação e não da região, ainda que aqui e acolá possam a vir ter assomos de defesa dos interesses  regionais.
Segundo o jornal a Voz do Algarve em http://www.avozdoalgarve.pt/detalhe.php?id=8907 vêm apelar aos novos proprietarios, aquilo que, enquanto empresa publica, não foram capaz4s de apresentar ao governo do mesmo partido.
A falta de voos internacionais directos do e para o Algarve por parte da TAP fez parte da estratégia de destruição da companhia com vista à sua privatização, apesar de ser reconhecido todo o seu potencial económico. Diga-se desde logo que a TAP era uma das, senão mesmo, a maior empresa exportadora do País.
As demagógicas declarações dos deputados laranja, constituem, no actual contexto pré-eleitoral, mais um acto de encenação, de uma farsa, no sentido de enganar os eleitores.
Qualquer um percebe, que os novos gestores, apostados no lucro, antes do mais vão efectuar estudos de mercado e verificar da sustentabilidade das carreira agora propostas, estudos esses que podiam e deviam ter sido propostos antes da privatização, de nada valendo o vociferar dos deputados, se os resultados não forem satisfatorios.
Como os deputados laranja vêem agora à nova gestão, convém também lembrar que a empresa tecnologicamente mais avançada do País, a PT, após a privatização apresenta problemas com fornecedores a queixarem-se que há cerca de três meses que não recebem as facturas. Da TAP, sabe-se já que primeiro vão vender aeronaves para realizar um encaixe financeiro para substituição das actuais, mas reduzida.
O gesto, e apenas isso, dos deputados laranja, cai bem nas pessoas, permitindo criar a ilusão de que estão a trabalhar em prol do Algarve quando na realidade, tiveram quatro anos para o fazer e nada fizeram. Aliás, crentes das grandes vantagens apresentadas, mal se compreenderá´o seu silencio, apenas porque, como agora dizem, a oposição argumentava que a TAP tinha uma estratégia turística insubstituivel. Ou seja, os deputados laranja não acreditam no que dizem ou então estavam mesmo contra a melhoria dos resultados da companhia, isto a fazer fé nas suas perspectivas.
Estamos pois perante uma farsa, demagógica, com fins exclusivamente eleitorais, daquelas a que já nos habituaram ao longo destes quarenta anos. Mentir, mentir e mentir para manter os tachos incólumes!
TENHAM VERGONHA!

sexta-feira, 3 de julho de 2015

OLHÃO: O FUNDAMENTALISMO DO PINA

António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão, na entrevista concedida ao Jornal do Algarve, mostra todo o seu oportunismo politico, jogando com as palavras, pensando que conseguirá enganar as pessoas a todo o tempo. Desenganem-se uns e outros!
No que respeita às demolições, processo travado pelo Tribunal Administrativo, o processo está, ainda longe de ser resolvido, e menos ainda a contento dos moradores da Ria Formosa.
Pina, tem-se atirado à Câmara Municipal de Faro por não ter desencadeado o processo de concessão dos núcleos da Culatra, Hangares e Farol, esquecendo que o seu camarada Apolinário foi presidente daquela autarquia e como tal um dos responsáveis pela situação. Mas omite que o proprio secretario de estado lhe disse que a concessão da Armona escapou por pouco, pois esqueceram-se de denunciar atempadamente o final da concessão. Ou seja, Pina omite que as concessões são, sempre, um titulo precário, com um termo certo, tal como os actuais contratos de trabalho, com que ele despede trabalhadores da autarquia. O principio é o mesmo; final do contrato e rua. Aliás, tal situação está bem patenteada nas concessões do núcleo do Farol, com prazos de um ano, renováveis até que a entidade concessionaria o denuncie.
Claro que o Pina, enquanto socialista e três meses das eleições, já está em campanha pelo seu partido, daí que alimente a esperança de um certo Costa ganhá-las, segundo diz.
Ora o Costa fazia parte dos governos Sócrates, e é bom relembrar que este também foi ministro do ambiente, e apôs a sua assinatura na Resolução do Conselho de Ministros que aprovou o POOC e também o Polis, planos que no seu conjunto determinaram as demolições. Portanto não é provavel que o Costa venha a alterar o quer que seja, até porque teria de ter em conta a hierarquia legislativa, não podendo um Decreto ou uma Resolução, sobrepor-se a uma Lei emanada da Assembleia da Republica, onde estaria obrigado a uma maioria absoluta, neste momento impensável! Portanto não será o Costa a resolver a situação, sendo que para isso, seria necessária uma mui duvidosa aliança com os outros partidos da direita parlamentar.
Pina preconiza, nesta entrevista, o fim da legislação ambiental, atribuindo às autarquias a gestão, a seu bel prazer, de todo o território do concelho, como se o Costa lhe pudesse entregar tal função. É que parte, a maioria destas matérias, estão salvaguardadas por legislação comunitária que se sobrepõem ao direito nacional.
A diarreia mental do Pina, leva-o a acusar de fundamentalismo a Agência Portuguesa de Ambiente (APA) e o Ministério do Ambiente (MA), com o qual impedem o desenvolvimento da zona da Ria Formosa.
Ora, a APA e o MA são anteriores ao actual governo, e mais uma vez que o hospede nº 44 do Hotel de Évora, foi ministro do ambiente, e um péssimo ministro, visto que muitos dos processos por si aprovados levantaram muitas duvidas, como o caso da Cova da Beira. Mas a questão, até não é essa!
O fundamentalismo não está no executor, mas a quem fundamenta e aprova as decisões, neste caso os socialistas, de entre os quais, Sócrates, o Costa e Nunes Correia, o padrinho da Ria Formosa. Ou será que o Pina já se esqueceu disso?
É na fundamentação com que aprovaram os planos e programas que afectam os moradores da Ria Formosa que existe o fundamentalismo, pensados segundo camaradas seus, que agora quer ver também no papel de futuros executores daquilo que aprovaram. Ou será quer vão dar o dito por não dito?
Não é de espantar que o Costa, e todos os socialistas, venham fazer promessas de um futuro risonho para os moradores das ilhas barreira; será até o mais provável!
Na verdade, num País onde os programas eleitorais não são encarados como um contrato eleitoral que em caso de incumprimento provocaria a perda de mandato, a mentira é decisiva e fundamental para ganhar votos. Claro que só acredita quem quer, mas passados quarenta anos de mentiras e ilusões, o Povo já devia estar de olhos abertos e penalizar estas famílias politicas que, com as mentiras, têm destruído o País.
Pina é um mentiroso compulsivo!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

OLHÃO: ESTACIONAMENTO POLÉMICO, OU NÃO?

De um nosso leitor, recebemos um email que nos dá conta de um possível abuso no estacionamento de viaturas comerciais, acompanhado de imagens que reproduzimos..



"Prezados senhores,
Todos os dias e isso já  faz muito tempo, quando saimos de casa, quer seja à  tarde ou à  noite, quando retornamos, já  nao temos lugar para estacionar o nosso carro. Nós e muitos outros moradores, aqui da Estrada Nacional, 125, na quadra que vai do número  mais ou menos 178 a 184... está o tempo inteiro cheio de carrinhas de transporte e há uns dois dias tem um caminhão que sua trazeira cobre quase toda a calçada. ...
Temos como resolver essa situação.? A Portaria 1136/2001, de 15 de setembro é  clara quanto ao dimensionamento dos espaços...
Entretanto, os comerciantes, me parece que não estão preocupados com o estacionamento dos carros particulares. E mais, arrisco dizer, que devem pertencer essas carinhas a um ou dois comerciantes que tem lojas na parte da frente desse bloco de aptos da 125......
O estacionamento  que falo fica na parte detrás do endereço acima citado.
Att".
A portaria que o nosso leitor invoca, digamos que regulamenta os espaços de cedência para áreas verdes, equipamentos colectivos e infra-estruturas, aquando de uma operação urbanística, nada tendo a ver com a utilização que é feita posteriormente.
A ocupação do estacionamento em causa por viaturas comerciais não tem, em principio, qualquer irregularidade e se a tivesse, seria um caso de policia e não de qualquer outra entidade.
Não deixamos, porem de dizer que um pouco mais à frente dispõe de um grande parque de estacionamento,  com bastantes lugares vagos de noite ou de dia, embora compreendamos que qualquer pessoa gosta de ter o carro o mais perto possível de casa, mas tal não é possível.
Deste modo, entendemos que o leitor em causa não tem motivos para reclamação, não deixando de agradecer o contacto estabelecido.

"

quarta-feira, 1 de julho de 2015

OLHÃO: JUSTIÇA PROMOVE IMPUNIDADE DE POLITICOS!

Muitas têm sido as denuncias feitas de indícios da pratica de crimes e ou de irregularidades administrativas, pelos eleitos, mas em regra os efeitos são nulos, numa acção que promove a impunidade dos prevaricadores.
Ainda que existam muitos processos pendentes contra alguns eleitos locais, não se perspectiva que venham a sofrer qualquer condenação, tal o estado a que chegou a nossa Justiça, mas nem assim baixaremos os braços.
Os serviços do Estado, quaisquer que eles sejam, são estruturas hierarquizadas, cujas cúpulas são dirigidas por eleitos ou por nomeação politica com base na confiança politica de quem detém o Poder, e que incluem as forças de segurança ou de investigação criminal. Nem outra coisa era de esperar.
Mas há leis que tanto responsabilizam o comum dos cidadãos como os titulares de cargos políticos ou de altos cargos públicos, mas quando se chega a estes cavalheiros, a coisa pia mais fino.
Em regra, as cúpulas hierárquicas, determinam o rigoroso cumprimento das suas orientações até mesmo aquelas que violam as leis, ajudando e promovendo a impunidade e a pratica de variados crimes.
Pergunta-se quem fiscaliza a aplicação do Código dos Contratos Públicos? Isto porque em tempos fui recebedor de um despacho de arquivamento onde o Ministério Publico fazia constar que o autor não tinha habilitação profissional e académica para se pronunciar sobre a matéria, uma boa maneira de mandar calar uma voz inconveniente.
Numa outra situação, a propósito da poluição da Ria Formosa, nem a Brigada do Ambiente da GNR (SEPNA), nem a Policia Marítima, nem a Policia Judiciaria, nem o Ministério Publico, encontraram indícios da pratica de crimes ambientais, no lançamento directo de águas residuais não tratadas nas águas da Ria.
Em matéria de violações aos planos de gestão territorial, onde predominam indícios da pratica de crimes conexos aos de corrupção, a situação é idêntica às anteriores, apesar de o Regime Jurídico da Urbanização e Edificação estabelecer que quem tiver conhecimento desse tipo de irregularidades, está obrigado a denunciar junto do Ministério Publico. Em principio, perante a existência de uma irregularidade, a denuncia é enviada ao Tribunal Administrativo que, em caso de arquivamento notifica o denunciante da decisão, mas que caso haja lugar a promover uma acusação, já não diz nada.
Neste aspecto, também fomos brindados com um arquivamento, porque o Ministério Publico, na ânsia da absolvição, optou por fazer uma interpretação enviesada dos planos de gestão territorial. Estavam em causa os índices de construção determinados pelo PDM, mas optou pela leitura do Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação, que nada diz a esse propósito.
O Ministério Publico junto dos Tribunais Administrativos, em obediência às orientações da respectiva hierarquia, por norma, mesmo que os factos sejam dados como provados em sede de julgamento, não extrai certidão e envia para o Tribunal Criminal, sendo certo que a pratica daquele tipo de irregularidades, em principio, envolve práticas criminais.
Com uma Justiça a funcionar nestes moldes, os titulares de cargos políticos, sentem-se como peixe na agua, prevaricando de toda a maneira e feitio, instalado que está o sentimento de impunidade, excepção feita quando se trata de abater politicamente alguém, e apenas isso!
É mais facil perseguir o denunciante por pôr em causa o bom nome das instituições e dos seus titulares. Haja paciencia!
Afinal a Justiça sabe perseguir o cidadão comum, mas perde o rasto do politico!
Enquanto isso, temos um País dos mais corruptos do mundo!
Até quando o Povo vai permitir isto?
REVOLTEM-SE, PORRA!