sábado, 16 de maio de 2015

RIA FORMOSA: COMO ENFRENTAR A BESTA FASCISTA QUE TOMOU CONTA DO PODER?

Passado o primeiro impacto da reunião de ontem com o ministro do mau ambiente, importa fazer uma analise mais fria do que rodeia a Ria Formosa.
Desde já queremos alertar quem nos lê, que o Olhão Livre não é nenhum partido e tem nos seus autores varias tendências politicas, Aquilo que nos move e leva a apoiar a luta por uma Ria Formosa cada vez mais formosa são convicções e não interesses pessoais ou de grupo, o que nos permite um maior distanciamento mas também uma visão diferente.
A Ria Formosa está abrangida pelo POOC e pelo Plano de Ordenamento do Parque natural da Ria Formosa, dos quais, é seu executor o Programa Polis e a sociedade do mesmo nome.
Num dos textos publicados ontem, estavam alguns links que remetiam para outros em que se discutia da suspensão dos planos de ordenamento e da Sociedade Polis, numa altura em que estávamos sozinhos contra esta maquina de autentico terrorismo de estado.
Baseávamos o nosso pedido de alteração, suspensão e revisão dos planos de ordenamento com base no Regime Jurídico dos Planos de Gestão Territorial, que na sua versão actualizada, dizem a esse propósito:
artigo 99º -1 Suspensão
A suspensão, total e parcial, de instrumentos de desenvolvimento territorial... quando se verifiquem circunstancias excepcionais resultantes de alteração significativa das perspectivas de desenvolvimento económico-social incompatíveis com a concretização das opções estabelecidas no plano, ouvidas as câmaras municipais das autarquias locais abrangidas...
A primeira questão que se levanta é a de saber se houve u não uma alteração significativa no desenvolvimento económico-social como resultado da aplicação dos planos de gestão territorial e aí basta lembrar que zonas de produção de bivalves ou de pesca foram classificadas como zonas de protecção total onde passou a ser interdita a presença humana. Está bom de ver, que há, efectivamente, um redução da actividade económica-social.
Quanto às câmara municipais abrangidas pelos planos de ordenamento, apenas a de Vila Real mostrou disponibilidade para discutir o assunto, tendo mesmo manifestado erros na elaboração do POOC.
Passado este tempo, perguntamos porque razão, as câmaras de Faro e Olhão não pediram a suspensão destes planos, na salvaguarda dos interesses das populações abrangidas?
artigo 98º - 1 - a) Revisão
A revisão dos planos especiais e dos planos municipais de ordenamento do território pode decorrer
Da necessidade de adequação à evolução, a médio e longo prazo, das condições económicas, sociais, culturais e ambientais que determinaram a respectiva elaboração, tendo em conta os relatórios de avaliação da execução dos mesmos.
Obviamente que neste capitulo, parece-nos mais que justificada a sua revisão porque a evolução das condições económicas, sociais, culturais e ambientais, estão completamente desadequadas à realidade que se vive na Ria Formosa.
Particularmente os núcleos dos Hangares e da Culatra que apresentam uma identidade histórica e cultural que os planos de ordenamento não contemplam.
Em termos ambientais, a situação é ainda pior, na medida em que qualquer estudo serio e honesto sobre a poluição marinha, determinaria o fim das ETAR a despejar para a costa e muito especialmente na Ria. Aliás para quem não sabe, a costa está classificada como zona sensível pelo que devido à sua própria natureza a Ria Formosa teria de ter um nível de protecção superior, apontando mesmo para zona sensível sujeita a eutrofização!
As varias entidades publicas envolvidas, pertençam elas á administração directa, indirecta ou o sector empresarial do estado, com particular ênfase para as autarquias de Faro e Olhão e a Águas do Algarve, são os principais responsáveis pela degradação ambiental da Ria Formosa, sendo essa a principal razão porque não invocam a necessidade da revisão do POOC.
artigo 95 - 2 - c) Alteração
A possibilidade de alteração resultante de... alteração substancial das condições económicas, sociais, culturais e ambientais que fundamentaram as opções definidas no plano
Obviamente que a principal causa da degradação económica e social entronca precisamente no mau ambiente, na péssima qualidade ecológica das águas da Ria Formosa, e também da costa, que põe em causa a luta pela sobrevivencia de parte substancial do Povo de Olhão.
Face ao que é dito acima, conclui-se que as câmaras municipais e os seus eleitos, particularmente aqueles que integraram as listas das famílias politico-mafiosas que têm exercido o Poder nesta Republica de Bananas, nunca se opuseram à execução dos planos de ordenamento a não ser quando lhes bateu directamente à porta.
Há também que perguntar porque razão continuam a defender os partidos que integram, até mesmo quando estes estão contra eles? O que os faz mover?
A alteração, suspensão ou revisão atempada, teria permitido evitar um desfecho de todo desgradavel para quem vive de e na Ria Formosa.
Ontem alertámos para o facto de as pessoas se preocuparem muito em ver a rama, esquecendo a raiz dos problemas, talvez por falta de consciência politica, mas está na altura de abrirem os olhos e pensarem pelas suas cabeças.
A crise que o País atravessa, é artificial e foi premeditadamente provocada para, através da politica de chantagem dos credores internacionais, entregar todos os sectores vitais para a economia do País e bem assim os recursos naturais, a testas-de-ferro do grande capital internacional.
É nesse contexto que se preparam para correr com os ilhéus, prevendo-se para um futuro breve e logo que tenham prontos os novos planos de ordenamento, permitir a edificação de eco-resorts que irão substituir as casas em processo de demolição.
Mas se isto é valido para as casas, é também valido para a pesca e moluscicultura. No próximo mês acabam as concessões dos viveiros. Ninguém de boa fé acredita, que este bando malfeitor que vende o País a retalho, nos quatro anos de exercício de Poder governativo, não tenha tido tempo para elaborar o Regulamento do concurso de atribuição das concessões, embora o decreto que o determina já tenha oito anos. Que preparam? A entrega dos nossos viveiros a uma legião estrangeira?
Vão todos para a p. que os pariu!
REVOLTEM-SE, PORRA!


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Construções em DPM,na Costa de Portugal,será que vão todas abaixo?

São aos milhares as construções de Hoteis  mansões e predios de vários andares em Dominio Publico Maritimo na Costa de Portugal,aqui fica o registo de algumas mas há muito mais!
Começamos por esta foto que é da Praia Dona Ana em Lagos,  e que era uma das 50 Praias mais bonitas do Mundo, mas que o governo e a APA estão a empedrar e a aterrar de areia grossa e suja, para  ver se os edificios contruidos ilegalmente,em Dominio Publico Maritimo não vem atrás da Falésia que está num processo natural de erosão acelarado pela carga dos edficios construidos com licnça de alguém que não respeitou a lei do DPM.
Corrupcção??? Incompetência ? Ou o Srº Henrique Cimento a ditar as leis do poder e do dinheiro?
Como este muro de Betão em plena Praia do Martinhal construido ilegalmente por Sousa Cintra?




Como este muro de Betão em plena Praia do Martinhal  em Sagres, construido ilegalmente por Sousa Cintra.
 

Praia da Amália  na Zambujeira do Mar.
 https://sinfoniaesol.files.wordpress.com/2014/11/zambujeira-do-mar.jpg
Porto Covo
https://sinfoniaesol.files.wordpress.com/2014/11/porto-covo.jpg

Mas porque razão o ministro do mau ambiente diz que na Ria Formosa as construções,construídas,nas ilhas da Culatra e Praia de Faro tem de ir abaixo,se  antes de haver o Parque Natural da Ria Formosa já estavam construidas,e se não estão legalizadas é porque a CMFaro não fez a sua obrigação de as legalizar como fez a C.M.Olhão com a Ilha da Armona
Por exemplo essa mansão está construída em cima do tecto de uma gruta na zona da Galé  no Algarve a ARH o ICN a CCDR  e o ministro do ambiente não conhecem?Se o tecto da gruta desaba quem vai ser o responsável pela queda?
 ALGARVE-GALÉ
O Ministro do mau ambiente o aldrabão Jorge Moreira da Silva,disee hoje na reuinão, que neste momento o que resta das casas contruidas na Ria Formosa tem de ser demolidas senão era uma injustiça, para os outros cidadãos que viram nos Ilhotes de São Lourenço e na Praia de Faro as suas casas serem demolidas.
Mentiras atrás de mentiras é assim  que se engana o povo,mas já agora será que as casas apresentadas nas fotos vão abaixo? Todas elas foram construidas ilegalmente em terrenos do Dominio Publico Maritimo que é pertença de TODOS,é que se não forem o Ministro Aldrabão está a cometer um agrande injustiça,e a discriminare os cidadãos de Portugal,como cidadões de 1ª e cidadões   de 2ª.
Claro que o Ministro não vai dar ordens de demolição a essas casas construidas todas elas em terrenos da Reserva Ecológica


Demolições na Ria Formosa as ilusões foram-se! A luta continua!

Como sempre fomos alertando a reuinão do Ministro foi mais que estudada:
 1º foi anuciada a limpeza do recovo da Culatra expulsando os estrangeiros sem fazer os fundeadores previstos no POOC, e ao mesm tempo  fazendo a limpeza que a ambifaro devia fazer, pois é para isso que os filhos da Ilha da Culatra pagam a taxa de residuos sólidos.

2º foi anuciado as dragagens que só servem os interesses turisticos e não o ambiente e as populações piscatórias da Ria Formosa, pois na Barra da Armona é onde gastam menos dinheiro sendo que a Barra da Armona é a que de longe está mais assoreada, também a Barra da Fuzeta continua sem dragagens até que morra algum pescador!

3º Vejam lá  há ultima hora  até aceitaram  a petição do Manel da Culatra, que num dos pontos defende precisamente o mesmo que o governo a implantação do turismo sustentavél, petição essa que vai ser discutida em segredo longe das vistas do povo,  na A.Republica,onde os terroristas da Ria Formosa  estão em maioria.

4º A seguir  veio o artigo feito pela revista Visão artigo esse feito à conta do erário publico pois foram usados nessa reportagem a embarcação do Parque Natrual da Ria Formosa foi gasta a gasolina paga por todos nós,  assim como foram utilizados recursos humanos (Vigilantes da Natureza) que são pagos por todos nós!
Será legal uma revista  de um grupo privado, que tem como objectivo o lucro, utilizar os bens do estado para proveito proprio?
Porque razão a Visão não alugou um Táxi Maritimo dos que há com fartura em Olhão e em Faro para fazer essa reportagem? Gostava quem  alguém questionasse o ministro ou  os deputados da nação sobre esse uso indevido de bens do estado em proveito próprio.

Sobre a reuinão nada que não se estivesse à espera sempre alertamos as pessoas para não embarcarem em cantigas de embalar e só foi pena não se ter convocado uma grande manifestação para mostrar a essa gente do Poder que a Luta continua e para os ver fugir pelas traseiras do local da reuinão!
A Luta pela Defesa da Ria Formosa tem de continuar, pois é a Poluição que Mata a Ria Formosa e não as casas dos desfavorecidos!

RIA FORMOSA: O MINISTRO, A VISÃO E O TERRORISMO NO SEU MELHOR!

Saiu mais um numero da revista Visão, do grupo Impresa ou seja de um dos fundadores do PSD, que pelo seu conteúdo, denota uma "encomenda" do governo com vista a preparar a opinião publica para os actos de terrorismo e sacanice que se preparam na Ria Formosa.
E quando dizemos "encomenda" é porque não será muito normal e menos natural que o Parque Natural da Ria Formosa disponha dos seus meios, que são públicos, a uma entidade privada para uma acção, que não se tratando de promoção da Ria Formosa, tenha como objectivo denegrir a luta dos moradores das ilhas-barreira.
Porque esta cambada de F.d.P que têm levado o País à ruína, incutiram o medo nas pessoas através das leis laborais, fomentando a precaridade no trabalho e a ameaça de despedimento como forma de amordaçar quem deles dependa, compreende-se que os vigilantes do Parque que acompanharam os repórteres da revista, tenham, e mesmo assim restam duvidas, prestado as declarações que se insinua pertencer-lhes.
O cordão dunar das ilhas barreira tem algumas dezenas de quilómetros e o edificado representa uma pequena parte delas, pelo que sobra espaço suficiente para a nidificação das aves, argumento com o qual se pretende justificar o malefício das construções. E se é certo que o cordão dunar faz parte da reserva ecológica, seria interessante ver como as forças que governam o espaço desta Republica de bananas, têm permitido a edificabilidade em terrenos que integram a Reserva Ecológica Nacional. Aí já não tiveram essa preocupação! Ou será que só há aves a nidificar nesta parte da Reserva Ecológica?
Curiosamente e simples coincidencia, a revista sai precisamente na véspera de uma reunião convocada de urgência pelo ministro da poluição, Nuno Morais, com os presidentes das Câmara de Faro e Olhão e os representantes dos moradores, o que por si só, é indicador de que a abordagem da Ria Formosa será, mais uma vez, parcial, deixando de fora os grandes e graves problemas da Ria Formosa.
Em Julho de 2011 dávamos a conhecer à então ministra do ambiente alguns dos problemas da Ria Formosa como se pode ler em http://polvodoalgarve.blogspot.pt/2011/07/salvem-ria-formosa.html , que remeteu à Sociedade Polis e mereceu da parte desta a resposta que pode ser vista em http://polvodoalgarve.blogspot.pt/2011/11/valentina-brinca-com-o-fogo.html mas que não se ficou por aqui, sendo até mesmo reforçdo como se pode ver em http://polvodoalgarve.blogspot.pt/2011/11/valentina-pra-fogueira.html .
Desde então para cá, que fez este bando merdoso?
Percebe-se bem as razões que levam o ministro a resumir a discussão dos problemas da Ria Formosa, ao edificado, porque estamos a quatro meses e meio de eleições e os partidos que suportam o governo sabem bem do impacto que a destruição do edificado pode ter nelas.
Então desencadeiam-se todo um conjunto de operações de charme ou propaganda com vista a reduzir o impacto das medidas terroristas da acção governativa.
O simples anuncio de dragagens acompanhadas de uma campanha enaltecedora das suas vantagens que pode induzir em erro os mais crentes, mas que nos obrigam a combater.
Na verdade, as dragagens não vão resolver, no essencial, os problemas da Ria. Desde logo porque o cordão dunar em Cacela foi literalmente destruído e não há noticia da sua reposição, assim como não há qualquer noticia de dragagens na Barra da Fuzeta, reclamada pelos pescadores daquela localidade e que até teve direito a visita da Comissão Parlamentar de Agricultura, do Mar do Ambiente do Ordenamento e Poder Local. Quanto ás dragagens neste ponto da Ria Formosa, pode dizer-se que elas estão muito localizadas com o objectivo de melhorar a navegabilidade, o que já é positivo, mas muito longe de permitir um maior hidrodinanismo, de pouco valendo, a dragagem do delta de vazante da Barra da Armona. 
É óbvio que as pessoas pouco habituadas a acompanhar este tipo de problemas se sintam satisfeitas com o anuncio de dragagens, porque estão habituadas a olhar para a rama da árvore sem olharem à raiz que lhe dá vida.
Outro tanto acontece com a acção de limpeza do recovo da Culatra, com a qual concordamos mas que nos deixa muitas duvidas quanto ao que se esconde por detrás de tal medida.
Junto ao Regulamento do Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa, estão incluídos os poligonos dos fundeadores a instalar na Ria Formosa. Os fundeadores a instalar evitavam que os ferros e correntes das embarcações destruíssem a vegetação de fundo, essencial não só por servir de abrigo às espécies para a desova como até para o cavalo-marinho, espécie em extinção, que junto à Fortaleza, constituía a maior comunidade do mundo. Se a Polis tinha que começar por algum lado, era precisamente com a instalação dos fundeadores previstos, até para constituírem alternativa a sítios utilizados de forma menos própria como é o caso do recovo da Culatra. No entanto, porque sabemos e está inscrito no POOC, de má memoria, que todo o edificado nas ilhas barreira é para ser extinto progressivamente e dadas as caracteristicas daquele recovo, um verdadeiro porto de abrigo natural, suspeita-se que num futuro não muito distante, possa vir a ser transformado numa marina para estranhos, que não para os pescadores da Culatra.
Conforme a evolução dos acontecimentos, poderemos em breve lançar mais algumas bicadas sobre o turismo sustentável com que nos brindam, para que se perceba bem o alcance de tudo o que vem acontecendo na Ria Formosa.
Olhar para a raiz dos problemas e deixar de ver apenas a rama, é necessário, porque o estado terrorista está aí e no seu melhor.
REVOLTEM-SE, PORRA!


Em defesa da Ria Formosa a Luta Continua! Hoje em Faro reuinão com o minstro do ambiente!



Esta tarde ás 14.30 o Ministro do mau ambiente Jorge Moreira da Silva vem a Faro, reunir  com a Polis os presidentes das autarquias de Olhâo e de Faro e com os representantes dos nucleos de moradores.
As eleições estão à porta e as demolições a irem para a frente colocam  em jogo mais de 5000 votos o que é muito voto.
Em periodo de pré-campanha eleitoral não admira que as demolições sejam suspensas.
As pessoas devem de pensar as formas de luta a adoptar e exigir responsabilidades, preto no branco  não só para parar as demolições, mas sim ordenar as construções e legalizar as mesmas, como acontece na Ilha da Armona na Praia de Faro e na zona Oeste da Ilha do Farol.
O argumento que essas consttruções estão construidas em Dominio Publico Maritimo, cai por terra ao ver que em 2009 a CMOLhão a ARH a CCDR e o PNRF autorizaram a construção de cerca de 90 apartamentos de luxo, nesse mesmo Dominio Publico Maritimo na zona ribeirinha da Fuzeta. o Condominio fechado DELMAR VILLAGE, alterando as quotas do terreno com entulho dos residuos perigosos dessa mesma construção, para construir uma piscina e jardins privados que impedem as pessoas de circular na maré cheia para admirar a Ria.
Como diz o Ministro o Dominio Publico não pode ser capturável por alguns, mas  neste caso os poderosos usurparam esse Domino Publico com todas  as autoridades fechar os olhos.


 Nas proximidades desses 92 apartamentos de luxo encontra-se este colector de esgotos dentro do leito da Ria ,situado a 200 metros da Praia de Bandeira Azul da Fuzeta Ria, vê-se pelas imagens que o que sai de lá é veneno puro que tem dado origem a várias doenças dos frequentadores dessa Praia de Bandeira Azul.

Como diz e bem Silvia Padinha é a Poluição que Mata a Ria Formosa, não são as casas  dos mais desfavorecidos, que querem demolir, deixando as dos poderosos de pé, e este esgoto tóxico que verte veneno no T  local de embarque em Olhão para as Ilhas da Armona Culatra e Farol,é da responsabilidade de António Pina que declarou que tinha 500 000€ para acabar com este e outros crimes mas que até hoje nada mudou.

Também em Faro se encontra outros crimes cometidos por Rogério Bacalhau, como é o caso deste esgoto situado nas ruinas de um antigo Moinho de Maré ao pé da Horta da Areia. .
Rogério Bacalhau afirma à boca cheia que Faro não tem esgotos tóxicos diretos para as aguas protegidas da Ria Formosa, aqui fica mais uma vez a prova que Bacalhau é um aldrabão de 1ª, pois as imagens não são forjadas são sim  uma triste realidade,que tem destruido todo o sensivél ecosistema daquela zona trasnfromando um sapal cheio de vida no local de lams pretas e podres, que emitem um cheiro nauseabundo.



Também no seguimento da constestação à poluição vem o governo anuciar que vai acabar coma ETAR Poente de Olhão que lança veneno através das suas escorrências, nas Aguas de Producção de Bivalves de Sal Tradicional e de Flor de Sal.
 Esta foto revela bem a qualidade do veneno que sai dessa ETAR directa para as agua que deviam ser protegidas.
Esperemos que os representantes das associações presentes na reuinão com o ministro lhe digam que a nova ETAR prometida para Faro é mais do memo pois o tratamento é o mesmo que existe e as aguas desses escorrência da nova ETAR vem dar à Garganta uma das zonas de maior produção de bivalves passando esse veneno por várias salinas que produzem Sal Tradicional e Flor de Sal.
Ou seja mais do mesmo, em vez de utilizarem essa agua para a rega para a agricultura como já se faz no concelho de Loulé onde se está a aproveitar as aguas da ETAR de Salir que antes descaaregavam para os lençõies freáticos e agora regam um pomar de alfarrobeiras.
Fuzeta. como para colocar fim de uma vez por sempre à poluição na Ria Formosa tenha ela origem nas autarquias de Olhão e de Faro tenha ela origem nas ETARs assasinas da Aguas do Algarve no caso das ETARs de Olhão POente e de Faro Nascente.
Também o plano de dragagens deve ser contestado pois não se admite que o dessasoreamento da Barra da Fuzeta não se faça, e só se gaste cerca de 700000€ na Barra da Armona quando toda a zona da Armona está assoreada obrigando as pembarcações de pesca a perda de tempo para entrar na barra do Farol,e a gastos enormes de combustivél.
Hoje as promessa vão surgir aos montes mas não se esqueçam as eleições estão à porta e tudo o que for conseguido deve ser colocado preto no branco pois como se sabe os politicos,costumam fazer da boca cu e, hoje dizem uma coisa e depois de eleitos dizem outra.
A Luta continua!






quinta-feira, 14 de maio de 2015

SOS Barra da Fuzeta, onde a morte espreita!

Sociedade Polis deixa de Fora as  dragagens prometidas há anos, aos pescadores da Fuzeta,  pelo governo PSD/CDS da Barra da Fuzeta
 Há 50 anos que,os sucessivos governos sejam eles PS ou PSD/CDS, prometem uma barra em condições aos lobos do mar da Fuzeta mas as promessas não passam disso mesmo PROMESSAS!
Hoje a Barra da Fuzeta é esta vergonha, onde o perigo é iminente e a morte espreita a cada momento,até quando?

Quem  em 2010 o Polis gastou uma fortuna a contrariar a Natureza na Barra da Fuzeta, indo de contra a opinião dos velhos lobos do mar  da Fuzeta, pois  foi precisamente esta  Sociedade Polis que, foi a correr a mando do ex. presidente da CMOlhão o Cacique Chico Leal,  fechar  a Barra que a Natureza abriu, em frente à antiga Estação do Salva Vidas da Fuzeta, com medo que o mar fosse demolir os prédios ilegalmente construidos em Dominio Publico Maritimo na Zona Ribeirinha da Fuzeta, com o consentimento e licenciamento da CMOlhão  da ARH da CCDR do director do PNRF e da Capitania do Porto de Olhão, testemunha disso é o próprio Sebastião Brás Teixeira técnico superior  da ARH, que afirmava que a Barra que o mar abriu  em frente à Fuzeta, devia permanecer no local pois desde há séculos que a natureza assim funcionava, com ciclos de mais ou menso 60 anos conforme pode ver video carregando aqui
.Pode ver o excelente o video de Ricardo Badalo, que fica para a história,  sobre a abertura dessa barra carregando aqui.

Hoje com com pompa e circustância o Polis vem divulgar mais uma vez as as dragagens prometidas na Ria Formosa, desde há 14 anos, pelos governos ora PS,ora PSD/CDS, de fora desse plano de dragagens está  a Barra da Fuzeta que está num caótico estado, onde os barcosouou  ficam em seco ou tem de esperar horas pela a maré para entrar a barra,  boias de sinalização da barra essas, a maior parte delas fica em seco com meia maré.
Será preciso morrer algum pescador como já morreu nas Barras da Armona e de Tavira para se proceder às urgentes dragagens na Fuzeta?
Podem ler a seguir o que diz o Polis.

" A Sociedade Polis Litoral Ria Formosa está a contratar um «conjunto muito significativo de dragagens» na Ria Formosa, que representarão um investimento total de cerca de 6,5 milhões de euros.
Em resposta a um conjunto de questões colocadas por email pelo Sul Informação, a Sociedade Polis acrescentou que as dragagens vão começar em Tavira, num investimento de 1.319.297 euros, incluindo também as dragagens da Barrinha do Ancão/Esteiro do Ramalhete (2.460.000 euros), Canal Faro-Olhão (1.840.080 euros) e Barra da Armona (773.916 euros)."
Extrato da noticia vinda hoje no Sul Informação on line

Esta noticia surge 40 dias das ultimas promessas deste governo, que afirmou que as dragagens na Ria Formosa iriam começar logo a seguir à Pascoa!
Passados 40 dias vemos que os pescadores da Fuzeta ficam mais uma vez de fora, desprezados por este governo,que como os governos do PS, tem por principal  objectivo destruir a pesca na Fuzeta,  embora os vereadores eleitos pelo PSD em OLhão,e o presidente da Junta de Moncarapacho, tenham prometido aos pescadores que iriam haver dragagens da Barra da Fuzeta.
Claro que  como o povo diz vozes de burro não chegam ao céu, e o que o governo quer para Fuzeta é acabar com a pesca e correr com os pescadores artesanais  da Fuzeta, para o porto de Tavira ou para o porto de pesca de Olhão.
Para os mandantes dos governo  seja o governo PS ou PSD/CDS, o destino da Fuzeta,  já está traçado há muito,mas para tal  é preciso acabar com a pesca,  para o turismo sustentável avançar; É exemplo disso a destruição do Moinho de Maré da Fuzeta, edficio que devia ser preservado como Património Histórico da Ria Formosa,e da Fuzeta,  e que foi demolido para dar lugar a mais uma unidade de turismo,com o licenciamento muito duvidoso da CMOlhão e da APA e do PNRF.

Vendo em promenor esse plano de dragagens podemos ver que a maior parte serve os interesses do turismo ,pois para a Barra da Armona  a Barra Natural mais antiga da Ria Formosa, e a que tem mais tráfego de embarcações de pesca profissional, é para onde  vai a importância mais pequena.
Os pescadores da Fuzeta só tem uma coisa a fazer é organizarem-se e revoltarem-se, pois está mais que visto que só com  revolta e organização se consegue resolver os problemas das populações,da Ria Formosa.
Não acreditem, em promessas pois essas leva-as o vento depois de votarem nos partidos, que desde há 50 anos andam a prometer uma barra em condições para os pescadores da Fuzeta!

PRIVATIZAÇÃO DA AGUA EM MARCHA!


O vídeo acima, passou numa televisão alemã mas em Portugal muito pouca foi a cobertura que lhe deram, o que é normal já que os órgãos de comunicação social fazem parte de uma certa forma de Poder, o mesmo que nos rouba todos os dias.
Varias foram as vezes, que aqui chamámos a atenção para o facto de a Águas do Algarve, a empresa que detém a exploração em alta das redes de águas e saneamento, querer alargar a exploração às redes em baixa.
A Águas do Algarve é detida na maioria do seu capital pela Águas de Portugal, que a ser privatizada, passará a exploração da agua para privados. E pior ainda se conseguir a exploração da rede em baixa.
A generalidade das autarquias e ou empresas municipais têm dividas colossais à Águas do Algarve e a breve prazo serão confrontadas com a exigência da cedência da exploração da rede em baixa por conta da divida.
O projecto de privatização começou a ser delineado há mais tempo, quase impedindo a utilização dos furos ou até mesmo da declaração da agua dos poços/furos como impropria para consumo humano devido a uma possível contaminação, o que obriga ao uso da agua da rede, assegurando assim um consumo da agua publica que vai para alem do habitual.
Existe também a possibilidade de, tal como em Faro, abrir o capital das empresas municipais à iniciativa privada, com contratos leoninos, em que os privados, mesmo que a empresa tenha prejuízos, mantém os lucros, através das conhecidas rendas.
Todos nós sabemos do péssimo estado das redes em Olhão, completamente degradadas e nas quais a Câmara Municipal abandonou o investimento, criando as condições para a abertura à privatização da agua.
A agua é um bem essencial, indispensável à vida e por isso apelamos ao visionamento do vídeo e a uma profunda reflexão sobre o que se prepara para o nosso futuro.
Os partidos do arco da governação vão vendendo o País a retalho. Tudo que possa cheirar a negocio é para vender, seja em terra, no mar ou no ar, como nos mostram exemplos recentes das privatizações levadas a cabo e outras em curso.
Para que queremos um Europa que só nos conhece para explorar os nossos recursos e matar-nos à fome e sede?
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

ALGARVE: QUE ECONOMIA DO MAR?

É já no próximo dia 15 que na Universidade do Algarve vai ser feito mais um Fórum "Economia do Mar", integrando a Comissão de honra a ministra Cristas, que nunca teve uma palavra para os pescadores algarvios e muito particularmente num momento tão difícil como o que atravessa o sector da pesca da sardinha, dado ter-se esgotada a cota previamente estabelecida à revelia dos pescadores; integra também a comissão um tal secretario de estado que subscreveu um despacho mas que não obriga à sua implementação; ainda David Santos, o actual presidente da CCDR proprietario de um prédio ilegal na Praia de Faro, Desidério Silva, presidente da RTA e que enquanto autarca autorizou construções em Domínio Marítimo, e o reitor da Ualg, mais um serviçal de serviço.
O presente Fórum, vai na sua terceira edição, se contarmos com o discurso de Paulo Pita e Cunha, assessor da presidência da Republica das bananas para os assuntos do mar, durante a campanha eleitoral para as autárquicas e um simposium realizado sobre o mesmo tema e também ele na UALG, no dia seguinte à visita dos deputados à barra da Fuzeta.
Constam ainda do cartaz, figuras como Cristóvão Norte, deputado de bússola avariada, para falar no mar de politicas e mais alguns figurões que vão vomitar ideias que pouco ou nada têm a dizer com o Povo da região.
Não há ninguém para falar sobre a pesca e moluscicultura porque, na perspectiva do governo, estes sectores estão condenados ao desaparecimento, não pela falta de recursos, mas porque o Poder central, a mando duma Merkel, que é quem manda e usa a UE, entende dever acabar com o que ainda resta do sector produtivo.
Destaca-se do painel, intervenções sobre a exploração do mar profundo, sem se questionar os impactos que uma tal exploração terá nos pesqueiros, no grande beneficio do Turismo, sustentável ou não mas certamente lucrativo para alguns. Não se sabe se a intervenção sobre a exploração do mar profundo está relacionada com a extracção de petróleo ou gaz de xisto na costa algarvia e das suas consequencias e contrapartidas para a região e para o País.
Podem embrulhar os discursos no melhor celofane mas uma coisa não podem negar: é que a tomada de decisões nas costas das pessoas, sem as ouvir, o secretismo que rodeia os processos, o tabu sobre as perspectivas de desenvolvimento desenhadas por esta cambada, é sinal de que aquilo que se prepara para a costa algarvia e suas populações.
Economia, economia e só economia! E as pessoas?
Tenham vergonha!


terça-feira, 12 de maio de 2015

OLHÃO: PSD e EDUARDO CRUZ CHUMBAM DESCIDA DO IMI!

Os vereadores social democratas na Câmara Municipal de Olhão, capitaneados por Eduardo Cruz e de braço dado com os socialistas como habitualmente, decidiram chumbar uma proposta que visava a descida do IMI.
Para isso, justificam-se, de entre outras coisas, com a necessidade de investimentos no saneamento básico da Ilha da Armona.
Sendo verdade que a Câmara Municipal está obrigada à construção da rede de saneamento, que aliás já constava do contrato de concessão da ilha à autarquia e do respectivo Plano de Pormenor, também não é menos verdade que a maioria das casas não paga IMI, embora paguem a ocupação do espaço, o que assegura desde uma fonte de receitas.
Sabe o Eduardo Cruz, que a CMO para fazer o saneamento da Armona pode apresentar uma candidatura a fundos comunitários e ou nacionais, o que alivia a factura a pagar.
E porque o PSD através da pessoa de Eduardo Cruz nunca se pronunciou sobre a situação vivida nas Ilhas barreira da Ria Formosa, convém lembrar-lhe que o POLIS é um projecto de Requalificação e Valorização da Ria Formosa, pelo que a rede de saneamento básico poderia e deveria ter sido acautelada em sede do Programa Polis, procedendo assim a uma verdadeira requalificação e valorização da Ria. Pensar que a POLIS tem dinheiro para destruir o edificado das ilhas barreira mas não tem dinheiro para construir a rede de saneamento, porque a Câmara nunca o propôs, é ter uma visão distorcida das reais necessidades da Ria Formosa.
Convém também recordar que Eduardo Cruz, aquando da sua campanha eleitoral para a presidência da Câmara, prometia uma mudança que nunca se deu nem dará porque ele próprio faz parte da teia que envolve a gestão autárquica.
Durante a campanha Eduardo Cruz puxou dos galões da sua experiência como gestor empresarial, intitulando-se mesmo "A VOZ da EXPERIÊNCIA".
E na verdade é que Eduardo Cruz vê a gestão autárquica como se fosse a "sua" empresa, esquecendo que a gestão empresarial visa o lucro e a gestão politica a satisfação das necessidades do concelho e da sua população. Quando Eduardo Cruz, impede a descida do IMI, está a seguir as pisadas do seu "pai" politico, Passos Coelho, rapinando os poucos recursos que as pessoas ainda têm.
Não espanta a atitude de Eduardo Cruz, uma vez que a na sua campanha fazia também o discurso da competitividade do concelho, quando todos nós já percebemos que o conceito de competitividade é sinonimo de empobrecimento do Povo, neste caso dos olhanenses.
Perguntamos nós quando é que Eduardo Cruz promove o emagrecimento das gorduras da Câmara, como o uso e abuso das viaturas, a justificação da necessidade de mais pessoal, técnicos superiores, ou de obras emblemáticas de duvidosa utilidade a não ser para satisfação das vaidades de quem exerce o Poder.
Saiba o Eduardo Cruz que um excelente gestor não significa ser um excelente politico, mas pelo que vimos, não só foi uma mau gestor e um péssimo politico.




segunda-feira, 11 de maio de 2015

Poluição e Demolições na Ria Formosa: Será Passos Coelho " Como o Corno que é sempre o ultimo a saber"?

No Sábado passado mais uma vez as pessoas, manifestaram-se ruidosamente, em Faro contra a Poluição e contra as demolições na  Ria Formosa, na presença de Passos Coelho e foram de tal  maneira ruidosas, que dois dos seus representantes  foram recebidas por Passos Coelho, para se inteirar dos seus protestos.
 Foto abaixo é  do SOS Ria Formosa.
 


Depois de ouvir as explicações de José Lézinhe e de Vanessa Morgado, Passos Coelho  ficou admirado e argumentou desculpando-se que não sabia do que se estava a passar, e que tinha sido alertado pelas manifestações que tinha visto na televisão.
Será desculpa? Ou será que  Passos Coelho o 1º ministro de Portugal,  é como" O Corno que  é sempre o ultimo a saber"?

Tudo leva a crer que o 1º ministro foi ultrapassado pelo Ministro do Ambiente Jorge Moreira da Silva, que há muito decidiu que as demolições na Ilha da Culatra e Praia de Faro, eram para ir até ao fim., pois o negocio para as concessões a grupos poderosos para o tal turismo sustentavél já está a ser cozinhado, na eleboração do novo POOC, que está a ser elaborado na CCDR do Algarve pela mão de Valentina Calixto ex,presidente da ARH e mentora  das demolições, pertença dos descamisados na Ria Formosa, deixando os poderosos construir dentro de agua, como se vê na Fuzeta. Ancão, Quinta do Lago e Cabanas de Tavira Fabrica e Cacela Velha.
Sabemos nós no Olhão Livre que assim que o novo POOC for aprovado já está feito um projecto para um dos Ilhotes da Ria Formosa onde  as máquinas de destruição maciça destruiram tudo, obrigando as pessoas a receberem 3 meses de renda e depois condenadas a irem para a rua, pois não tem dinheiro para as exorbitantes rendas que llhe foram impostas.

Está neste caso a casa do Peixe Rei, no Ilhote do Coco, que foi ameaçado e chantageado   psicologicamente pelos terroristas do Polis,  da seguinte da seguinte maneira" ou aceitas  3 meses de renda ou vais pró asilo"...... e assim Peixe Rei, aceitou pois não tem recursos financeiros para providências cautelares nem a ajuda  de nenhuma Drª da assistência social da CMOLhão , e nem nenhum advogado foi em sua defesa, como foi em defesa do camaleão, o Drº António  Cabrita, depois de  contratado por António Miguel Pina presidente da C.M.Olhão.
Peixe Rei é alcunha de um dos muitos moradores que viviam nos Ilhotes da Ilha de São Lourenço, que pertencem ao Concelho de Olhão, e que não tinham mais casa nenhuma onde meter a cabeça, ou seja era 1ª habitação, pessoa de fracos recursos económicos, Peixe Rei, vivia do que apanhava na maré à porta da sua casa,  vê-se agora confrontado com a rua, pois não tem dinheiro para continuar a pagar a renda.

António Miguel Pina  presidente da CMOlhão, que apresentou uma providência cautelar, que foi aceite pelo Tribunal de Administrativo de Loulé, providência essa paga com o dinheiro dos munícipes de Olhão para defender os Camaleões, da Ilha do Farol,  que pertence a Faro, pouco se teve importando para o Peixe Rei.
"Peixe Rei" teve azar, pois não é espécie extinção, senão tinha sido fervorosamente defendido,  embora na Ilha do Coco fossem arrancadas pela raiz, todas as árvores que tinham os protegidos camaleões, sem que os defensores do camaleão reclamassem clemência, a esses  desses repteis em extinção, como fizeram na Ilha do Farol

Resta acrescentar que António Pina deu ordens para demolir . 3 casas pertença da CMOlhão no sitio dos Pinheiros de Marim, para não serem ocupados por essas pessoas  corridas, pelo Polis e pelas autoridades das suas casas de 1ª habitação, dos Ilhotes das Ratas e do Coco situados no Concelho de Olhão no Ilhote de  São Lourenço.  
Incongruência e dualidade de critérios, na defesa dos camaleões, ou serão os Camaleões da Ilha do Faro,l uma espécie mais rara e protegida que todos os Peixes Reis e camaleões, que habitavam  e que tinham como 1ª habitação as casas e árvores dos Ilhotes que pertencem a Olhão?

A   defesa da Ria Formosa , Contra a Poluição, deve continuar como afirma Silvia Padinha. 
Todas as pessoas devem exigir tratamento igual pois se os poderosos, podem manter as suas mansões e hoteis ilegais, nas margens do Dominio Publico Maritimo na Costa do Algarve e em toda a Costa de Portugal, também na Ria Formosa o tratamento deve ser igual, e a CMFaro deve legalizar as casas, que não estão em zona de risco,como Olhão legalizou todas as casas na Ilha da Armona,  esquecendo-se  no entanto de legalizar ou deslocalizar as casas dos Ilhotes do Concelho de Olhão, para a Ilha da Armona e Ilha da Culatra,  como previa o Polis.
As associações devem exigir o desassoreamento da Barras na Ria Formosa, pois tem morrido pescadores nessas barras por falta de condições de segurança.
A Luta tem de Continuar em Defesa da Ria Formosa. 
A Luta tem de continuar contra a entrega da Ria Formosa a poderosos grupos, que se preparam as garras para se apoderarem da Ria Formosa ,das Ilhas e dos Ilhotes, para  aí construírem em nome do Turismo Sustentável.



domingo, 10 de maio de 2015

OLHÃO: CÂMARA MUNICIPAL QUER ACABAR COM VENDA AMBULANTE!

Vai à próxima sessão de Câmara, uma proposta de Regulamento para a venda ambulante, defendida por PS e PSD. 
A proposta de Regulamento visa correr com todos os que trabalham aos sábados de manhã no Jardim Pescador Olhanense e muito particularmente com os de etnia cigana.
Segundo Eduardo Cruz, aquele mercado promove a concorrencia desleal e a contrafacção. Julgava eu, que a contrafacçao era um caso de policia mas vejo que afinal é um caso pessoal do Eduardo Cruz. Se há contrafacção, mandem a policia fiscalizar, e não foram poucas as vezes que vimos a ASAE naquele espaço.
Concorrencia desleal, a quê e a quem?
Depois de durante anos a fio terem promovido o definhamento do comercio local, permitindo a instalação de estabelecimentos comerciais onde não se praticam horários e tornando os trabalhadores os novos escravos de um certo modelo económico, virem agora falar de concorrencia desleal, porque há um mercado ao sábado de manhã, é para rir.
A não ser que o objectivo, e parece que é disso que se trata correr com os ciganos, pura e simplesmente. Há um ano atrás também se levantou a questão e a Câmara foi obrigada a recuar, porque nenhum deles estava disponível para levar com os ciganos à porta de casa. Por isso, desta vez, pretendem alargar a aprovação a toda a vereação.
O Jardim Pescador Olhanense, integra o Domínio Publico Marítimo estando na alçada da Docapesca e a Câmara Municipal só tem alguma autoridade naquele espaço quando tiver na sua posse um contrato de gestão para aquela área, sem o qual não tem qualquer autoridade.
Bem sabemos, que os autarcas dos partidos do arco da governação, entendem que o Domínio Publico Marítimo é deles, autorizando a quem muito bem querem e entendem e impedindo quem não gostam, mas foi com esse tipo de atitudes que criaram desigualdades no tratamento das pessoas.
Obviamente que também achamos que devem ser estabelecidas regras para todas as actividades, mas já não podemos aceitar que essas regras sirvam para correr com as pessoas.
No fundo, se compararmos a situação que se vive na Ria Formosa, com este tipo de acções, tudo se traduz num objectivo final, libertar toda a frente de mar, toda a Ria, correndo com aqueles que toda a vida ali trabalharam, para depois introduzir o elemento estranho.
Pode ser que ainda vejamos um acampamento à porta desta gente!

sábado, 9 de maio de 2015

Atrações turisticas em Olhão! A Rota da Caca na Ria Formosa ao vivo na Av.5 de Outubro em Olhão.

Será que António Pina  presidente da CMOlhão, que gosta muito de viajar à conta o erário publico,   foi visitar  este museu da Merda em Itália?

Museu da merda é inaugurado na Itália



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Uma fazenda de leite no norte da Itália, localizada em Castelbosco, agora é o lar do Museu della Merda.
O dono da fazenda e curador do museu, Giantonio Locatelli, criou o museu para educar as pessoas sobre os bons usos do cocô. Com intenção de enobrecer a merda, existirá a coleta dela para exposições, artefatos e obras que destaquem os lados estéticos e científicos do barrão. Vacas da fazenda do curador do museu produzem mais de 100 mil quilos de esterco por ano, alguns dos quais ele e outros responsáveis reutilizam como arte no museu.

Noticia retirada daqui
Nota do Olhão Livre: Será por estar a par dessa iniciativa de enobrecer a Caca,  que António Miguel Pina continua diariamente, a lançar escorrências cheias  da nossa Caca, para as aguas da Ria Formosa, como se pode ver nesta foto tirada da página do Facebook de João Valentim , onde se pode ver o esgoto do T em Olhão.
Se os turistas forem, a esse local de maré vazia, terão  acesso visual e bem cheiroso dessa Maravilha da Caca dos Cidadãos que por Olhão moram, e  com um pouco de sorte até dá para ver se na véspera comeram uns xóquinhos com tinta.

Em dias de  sorte, por volta do por do sol,  os turistas nesse mesmo T, situado no passeio ribeirinho no lado Leste do Jardim Patrão Joaquim Lopes,  podem observar a caca a sair aos rambotões, como se pode  ver,  nas fotos que se mostra a seguir.




Antonio Pina ao não acabar, com as descargas da nossa Caca, para as aguas da Ria Formosa, esteve mais uma vez e no segredo do Deuses,e da A.Municipal,  a congeminar, o lançamento da Rota da Caca para o Passeio Ribeirinho da Ria Formosa em Olhão, onde em breve vai gastar mais uns milhões a requalificar novamente a avenida 5 de Outubro, deixando de fora o o resto da ruas do Concelho de Olhão, que mais  parecem terem sido bombardeadas,  tal a profusão de crateras e buracos nas calçadas e nas estradas e caminhos de Olhão.
Será que só os proprietários da Av.5 de Outubro em Olhão é que pagam IMI?

Na avenida 5 de Outubro António Miguel  Pina além do esgoto do T,  tem uma outra atracção cacária,  que pode ser observado ao vivo e sempre na maré vazia,  nas mediações do "nosso 5 estrelas" que é como António  Pina, e comparsas se referem ao Hotel de tão grande sucesso, mas que o ano passado devia um dinheirão de agua à ambiOlhão
Deixamos aqui a foto da atracão cacal, que escorre  pomposamente, para aquilo que os autores da Rota da Caca, chamam Marina.
 

Durante anos e anos no Olhão Livre temos lutado ,e denunciado a poluição em Olhão, pensávamos nós que essas descargas de caca directa para a Ria Formosa, era uma fonte poluidora e que era prejudicial ao ambiente,e às actividades económicas da Ria Formosa,  inclusive houve alguns do autores do Olhão Livre que pertencem ao Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão",   quem fizeram  queixas à União Europeia e ao Ministério Publicas,e  ambas entidades disseram que não tínhamos razão, pois contactaram , as entidades oficiais como a ARH a CCDR a Capitania do Porto de Olhão o SEPNA Brigada Fiscal de Ambiente da GNR,o director do PNRF  o presidente da CMOlhão e até os cientistas do IPMA,  todos foram unânimes na resposta: Não há poluição em Olhão com esgotos directos para a Ria Formosa, o que há são  descargas pontuais.
Afinal estivemos estes anos todos enganados e a União Europeia e o Ministério Publico é que tem razão,  em arquivar todas essas queixas; Pois a Caca em Olhão  directa para a Ria Formosa, não é poluição  é antes  um grande activo da C.M.Olhão, que aposta em força,  nesse novo nicho de   atracção turística, para sair da falência.
Viva a Rota da Caca em Olhão,  para mais informações sobre essa Caca, contactar o defensor e curador da  Rota da Caca em Olhão, António Miguel Pina de seu nome, mas também conhecido no baile de Quelfes,  por Toine das Canecas:

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Passos Coelho, vem ao Algarve lembrar Sá Carneiro ou elogiar o gang mafioso de Dias Loureiro e Companhia?

 O texto abaixo publicado é de Luis Alexandre e nele pode-se ler o que vem Passos fazer ao Algarve.

"O que quer Passos do Algarve?
É já amanhã que o chefe do Governo déspota que nos desgoverna a soldo de interesses estrangeiros, liderados pela Alemanha, vem a Faro para ser aclamado pelos boys e incitá-los a lutarem para não perderem os tachos distribuídos. O nosso primeiro vem comemorar os 40 anos de continuação da ANP por outros métodos, elogiando um filho ilustre da cartilha - Sá Carneiro -, tal como elogiou duas vezes e por escola de alma, o ladrão Dias Loureiro.
A família local está ao rubro com a visita, naquele consolo da rua lhes lembrar o estado lastimoso a que chegou o Algarve, enterrado na condição da maior taxa de desemprego, roubo dos salários e reformas, cuidados de Saúde precários com horários para estar doente, sazonalidade e desvalorização salarial, poluição da Ria Formosa, sucesso das empresas de trabalho temporário, desertificação e desmazelo quase generalizado das cidades e das estradas... enfim, o nosso descontentamento!
É neste contexto que o senhor Tecnoforma vem vender o seu peixe... talvez deva dizer o seu livro... sabendo de antemão que não deverá mostrar a cara fora das fileiras...

LA Maio/2015"

Claro que a resposta a essa visita só pode ser uma, e os verdadeiros algarvios,que sentiram e sentem na pele os roubos do Pedrocas,  sabem bem qual é.

RIA FORMOSA: QUE DOMINIO PUBLICO MARITIMO É ESTE?

Decreto-lei 468/71
Artigo 3º
Noção de margem; sua largura
1 – Entende-se por margem uma faixa de terreno contigua ou sobranceira à linha que limita o leito das aguas
2 – A margem de aguas do mar, bem como a das aguas navegáveis ou flutuáveis sujeitas à jurisidição das autoridades marítima ou portuárias, tem a largura de 50 metros
-
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5 – Quando tiver natureza de praia em extensão superior à estabelecida nos números anteriores, a margem estende-se até onde o terreno apresentar tal natureza
Artigo 6º
Condição jurídica dos leitos, margens e zonas adjacentes
1 – Consideram-se do domínio publico do Estado os leitos e margens do mar e de quaisquer aguas navegáveis ou flutuáveis…
2 – Consideram-se objecto de propriedade privada, sujeitos a servidões administrativas, os leitos e margens…que forem objecto de desafectação…
Artigo 12º
(Servidões sobre parcelas privadas de leitos e margens públicos)
2 – Nas parcelas privadas de leitos ou margens públicos… não é permitida a execução de quaisquer obras permanente ou temporárias, sem licença do Ministério das Obras Publicas, pela Direcção-Geral dos Serviços Hidráulicos

O decreto-lei 468/71 manteve-se em vigor até 2005, sendo a partir dessa data substituido pela Lei 54/2005.
A maioria do edificado nas ilhas barreira da Ria Formosa, ocorreu precisamente no periodo de vigência do Dec-468/71, correspondendo a uma conquista do 25 de Abril, com as autoridades marítimas a emitirem licenças para o transporte de materiais de construção para as ilhas, não podendo por isso invocar desconhecimento.
Á luz deste decreto, quase todo o edificado nas ilhas barreira, mesmo o que foi construído nas chamadas zonas legais, carecia de uma licença emitida pela Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos, o que não aconteceu, em regra, estando estas tão ilegais quanto as outras, apesar da condição da área em que se inserem.
A Constituição da Republica Portuguesa, no seu artigo 13º diz que “todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a Lei”.
O Código de Procedimento Administrativo, apesar de alterado, mantem no seu artigo 6º que “Nas relações com os particulares, a Administração Publica, deve reger-se pelo principio da igualdade, não podendo privilegiar, beneficiar, prejudicar, privar de qualquer direito ou isentar de qualquer dever nenhum administrado em razão de… situação económica ou condição social.
Ora aquilo a que temos assistido com a saga das demolições na Ria Formosa, é demonstrativo da dualidade de critérios na aplicação da Lei do Domínio Publico Hídrico.
Desde logo, porque a Lei é igual para todos, independente de se situar na margem oceânica ou terrestre, e o que temos por demais visto é a ocupação de faixas de terreno do DPM sem qualquer titulo, sejam eles desafectados, concessionados ou privados.
Se a administração publica privilegia, beneficia os patos-bravos do sector imobiliário, permitindo-lhes toda a sorte de negócios especulativos e com fortes indícios de corrupção, isentando-os dos seus deveres, não pode prejudicar aqueles que pela sua condição económica e social construíram as suas casas, com muito esforço físico e as poupanças de um vida de trabalho.
A interpretação enviesada da Lei, pode causar alguns desgostos aos crédulos da transparência na administração publica, seja ela de que nível for.
As autarquias, fizeram exactamente o mesmo que os moradores das ilhas barreira, ocupando de forma ilegal, largas faixas de terrenos do DPM e por isso não querem introduzir a discussão politica nesta matéria.
Mas esquecem que as leis, boas ou más, são feitas por actores políticos, os mesmos que podem alterar a Lei, permitindo a emissão de títulos de utilização para o edificado existente, a única saída correcta para o problema. Não basta, pois combater-se as demolições e há que elevar a fasquia, exigindo a legalização do edificado, sob pena de daqui a mais uns anos, serem confrontados com situação semelhante
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 7 de maio de 2015

RIA FORMOSA: QUEM QUER MUDAR ESTE AMBIENTE?

A imagem reproduz mais uma preciosidade de despacho de arquivamento do Ministério Publico numa denuncia de poluição da Ria Formosa.
A instrumentalização da Justiça ao serviço das quadrilhas politico-mafiosas que se alternam na desgovernação do País está à vista na produção de um tal despacho. Nem a Policia Judiciaria, nem o Ministério Publico, vêem quaisquer indícios de crimes nas descargas ilegais e sem qualquer tratamento e que são da responsabilidade das autarquias ou das ETAR da Águas do Algarve. E não vêem, porque o resto da carneiragem instalada nas entidades publicas, ditas independentes, participam no branqueamento da poluição.
Vem a Policia Judiciaria e o Ministério Publico invocar que nos meses anteriores a Agosto de 2014, os bivalves da Ria Formosa não apresentavam níveis de ecoli acima do permitido por Lei, e até têm razão nisso, mas esqueceram-se que a eliminação dos ecoli é feita pela acção da radiação solar, quando se deveriam ter cingido à quantidade despejada à saída dos esgotos ou das ETAR.
Mas mesmo que os resultados, estivessem certinhos e direitinhos, outros factores teriam de ser avaliados como a elevada taxa de mortalidade, que embora não encontre na poluição uma causa directa, mas indirecta. É que os bivalves funcionam como bio-indicadores da qualidade ecológica das águas, ou seja, se as águas não obedecerem, e não obedecem, às caracteristicas que as águas conquicolas devem ter, os bivalves morrem, e isso é o pão nosso de cada dia.
Quando as autoridades, que deveriam zelar por uma verdadeira Justiça, procedem desta maneira, vendo apenas a rama e não vão à raiz dos problemas, então é caso para dizer, que a nossa Justiça não funciona, ou funciona mal.
Para a Policia Judiciaria e Ministério Publico não existe poluição na Ria Formosa, pelo menos naquele período, mas gostava que alguém me explicasse porque razão, as zonas de produção de bivalves nas áreas das capitanias de Faro e Olhão, foram desclassificadas para classe C em Novembro de 2013 e só há um mês atrás é que foram reclassificadas em B e mesmo assim com alguma manha à mistura. As entidades que deveriam investigar disso não quiseram saber, ou será que alguém lhes disse que era inconveniente? Temos sérios motivos para desconfiar da actuação e da seriedade no funcionamento da Justiça, até porque ainda ontem, a Procuradora que dirigia o DCIAP, veio afirmar que não podia dizer porque razão não enviara o processo relativo a um ex-ministro, ex-conselheiro de estado, que esteve envolvida na enorme burla que foi o caso BPN, que ganhou milhões e se transformou num empresário de sucesso, mas que nós todos estamos a pagar.
Fosse algum desgraçado, como já aconteceu, a vazar uma fossa para a horta e de imediato seria multado, mas como se trata do estado poluidor, ninguém vê, ninguém sabe nem ninguém quer saber e que se lixem os otarios que alimentam esta corja de F.d.P.
Mas será que o Povo português quer mudar ou prefere continuar a apostar nesta alternância politico-mafiosa?

quarta-feira, 6 de maio de 2015

RIA FORMOSA: POLUIÇÃO SEM FISCALIZAÇÃO!

O maior problema da Ria Formosa, é sem sombra de duvidas, a poluição, mas as entidades publicas, a todos os níveis encobrem, omitem, fingem não saber do que se passa.
Um dos focos de poluição, reside nas fossas da Ilha da Armona, embora o contrato de concessão e o Plano de Pormenor, obrigassem, à época, na construção de uma pequena ETAR. 
Em 2009, foi criada a rede em alta de exploração da agua e saneamento, que liga a margem terrestre às ilhas barreira, mas a Câmara Municipal de Olhão não promoveu e menos ainda procedeu à criação da rede em baixa de saneamento básico.
É óbvio que as infiltrações das águas residuais das fossas nas areias acaba por chegar às águas da Ria contaminando-as e não será demais lembrar que estas águas residuais não têm qualquer tratamento e por isso mesmo está pendente uma queixa na UE, que também já nos habituou a uma certa cumplicidade cm as autoridades nacionais.
Certo é que a única zona de produção de bivalves, na área da capitania de Olhão, classificada como de Zona C, é o Alto da Farroba - Regueira da Agua Quente, que fica mesmo em frente da Ilha da Armona e a ETAR mais próxima, Olhão Nascente, está bem longe.
Todas as entidades envolvidas são conhecedoras do problema mas fingem não saber, embora algumas delas tenham grandes responsabilidades ambientais. Estão neste caso o Parque Natural da Ria Formosa, que ao longo da sua existência, mais não tem feito do que encobrir a poluição nesta importante zona da Ria. Está também a Administração da Região Hidrográfica, do verme rastejante, Sebastião Braz Teixeira, que tinha a obrigação de zelar pela protecção dos recursos hídricos. Está a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, do David santos, o tal que tem prédio de cinco pisos na Praia de Faro. E como não podia deixar de ser a Câmara Municipal de Olhão, mais preocupada com obras de cosmética do que pôr termo à poluição na Ria Formosa. Não lhe bastam os esgotos directos, senão a falta de infra-estruturas de saneamento numa área que no verão alberga largos milhares de pessoas.
Quanto ao grande circo nacional, em que transformaram a Assembleia da Republica, também tem conhecimento quanto mais não seja porque o assunto foi aflorado verbalmente com o deputado Cristóvão Norte, mas parece que o peso politico, se não é nulo, fica-se pelo quase. Basta ver que apesar do ruído que tem feito em torno dos esgotos directos em Olhão, nada conseguiu modificar. Claro que os socialistas sabem mas porque se trata de uma autarquia desde sempre por eles controlada, nada diz.
Já o (des)governo ignora pura e simplesmente a situação e nem tem a mínima preocupação em saber se o contrato de concessão e o Plano de Pormenor estão a ser aplicados.
Mais, quando temos um governo que não dota a Brigada do Ambiente da GNR de um robot para verificar de onde provêm certas ligações, é porque não está minimamente preocupado com os problemas ambientais.
Então como compreender que a única "preocupação" ambiental sejam as casas nas ilhas barreira, um mal menor quando comparado com os crimes diários cometidos contra este santuário de biodiversidade?
E para que queremos todas estas entidades se não funcionam ou não cumprem com os objectivos tidos como necessários? Será apenas para a empregabilidade das jotas partidárias? Será apenas para nos roubarem com cobranças de taxas, taxinhas e taxões?

terça-feira, 5 de maio de 2015

É a Poluição que Mata a Ria Formosa! Salvem a Ria Formosa


“Espero que haja consenso e diálogo para resolver esta situação”, esta é a palavra de ordem de Sílvia Padinha, representante dos moradores da Ilha da Culatra.
Em declarações ao Algarve Primeiro, Sílvia Padinha adiantou que a solução encontrada pela Sociedade Polis “é cortar o mal pela raiz e a realidade tem raízes demasiado profundas para que sejam cortadas de forma tão brusca e imediata”.
Com um vasto percurso ligado à defesa da Ilha da Culatra e de toda a sua comunidade, Sílvia Padinha recorda as conquistas alcançadas ao longo das últimas décadas, mas “não nos podemos esquecer de um percurso que não tem contemplado as pessoas e a poluição que, em meu entender, é o maior problema da Ria Formosa”.
Para Sílvia Padinha a indignação prende-se com o facto de se utilizar 87 milhões de euros do Programa da Sociedade Polis, em demolições, quando “a principal preocupação deveria ser a poluição, aquilo que prejudica verdadeiramente a saúde da Ria”.
Extracto das declarações de Silvia Padinha ao Algarve Primeiro,on line
 
Nota do Olhão Livre: Silvia Padinha uma lutadora em defesa da Ria Formosa,  vem desde há tempos colocando o dedo na ferida, quando começou por afirmar que :"É a Poluição que Mata a Ria Formosa"!
Por esse motivo quem é contra a poluição na Ria Formosa que assine esta Petição Salvem a Ria Formosa carregando aqui

A foto de cima é da saída das escorrências venenosas da ETAR a prova do crime da poluição provocada pelas Aguas do Algarve está bem à vista,pois essas escorrências,  poluem as Aguas de Produção de Bivalves, assim como poluem as aguas que dão acesso a salinas onde se produz Sal Tradicional e flor de Sal que por lei não pode haver poluição num raio de 500 metros à sua volta.,mais uma vez é crime ambiental e crime de saúde publica, também aqui,  as autoridades sabem e nada fazem,apra acabar com a poluição.
Aqui fica a foto das escorrências assassinas da ETAR Poente de Olhão,situada em Belamandil,  situada a menos de 50 metros dos viveiros de bivalves  da Ilha da Lebre e a menos de 500 metros de várias salinas que produzem sal tradicional e flor de sal.
Na foto de baixo podemos ver uma das 7 Maravilhas da Ria Formosa.  ou seja, umcolector de esgotos na Fuzeta a 200 metros da Praia de Bandeira Azul Fuzeta Ria, colector esse implantado no leito da Ria Formosa pela CMOlhão, onde a fauna e a flora são protegidos,será que a CMOlhão pensa que esse esgoto aduba a flora daquela zona?
Será por essas descargas de esgoto,  em pleno verão que centenas de pessoas frequentadoras dessa Praia de Bandeira Azul,   ficam com doenças de pele?Que raios de autoridades são essas que fecham os olhos a mais este crime ambiental e de saúde publica em Olhão?

Nós no Olhão Livre há anos que batemos nessa tecla mas os  poluidores sejam eles os presidentes da CMOlhão,como este esgoto do T ,que António Pina o defensor dos camaleões envenena diariamente as Aguas de Produção de Bivalves, destruindo assim a fauna e a flora das aguas da Ria Formosa, além de crime ambiental esses esgoto representa uma ameaça à saúde publica!


 Também o Bacallhau  mentiroso compulsivo,  diz que Faro, não tem esgotos directos para a Ria Formosa tem nas Ruinas de um antigo Moinho de Maré situado ao pé da Horta da Areia, a caminho para o Cais Comercial este autêntico nojo de esgoto directo para espaços da Rede Natura 2000 que  fazem parte da ZPE da Ria Formosa.
Macário enquanto presidente da CMFaro retirou a mota da saida desse esgoto, depois de nós no Olhão Livre termos feito um artigo a denunciar mais  este crime contra o ambiente na Ria Formosa. em Faro, mas o veneno esse  continua a verter directamente para as aguas que deviam ser protegidas da Ria Formosa nesse localde Faro, agora sem mota.
 

segunda-feira, 4 de maio de 2015

RIA FORMOSA: ABAIXO O POOC E O POLIS!

O POOC enquanto plano de ordenamento e o Polis como seu executor, acabaram por mostrar ao Povo da Ria Formosa, as razões porque há anos vimos pedindo a sua suspensão e revisão.
A administração publica tudo faz para manter o Povo na ignorância das armadilhas que lhe preparam, afastando-os da participação na discussão dos planos e programas a que a Lei diz terem direito. A administração vai mais longe, substituindo a audição publica por uma discussão por escrito, muitas das vezes não respondendo sobre como incorporou as propostas dos elementos do Povo que nelas participam.
O POOC é um poço de contradições e o seu executor pior ainda, porque vai alem do erro cometido pelo patrão POOC.
Na imagem acima pode ver-se que na núcleo da Culatra, existe um recovo, enseada, baía ou lá o que lhe queiram chamar, mas que se trata de um abrigo natural para as embarcações que com baixos custos poderia ser transformado para porto de abrigo para a pesca, para a náutica de recreio ou para ambas.
No canal que vai da Culatra para a barra da Armona estão previstos dois fundeadores com o senão de se tratar de um canal secundário onde não é permitida a navegação a modos náuticos a motor com mais de 9 metros. Pergunta-se como vão os barcos de maior dimensão para aqueles fundeadores? De helicopetro? É que o heliporto construído pelos pescadores foi para socorrer pessoas e não para isso.
Admitamos porem que os fundeadores não teriam qualquer problema, mas então a Polis primeiro fazia os fundeadores e só depois avançava para a desocupação do abrigo natural. Tomar a decisão de expulsar daquele espaço as embarcações sem lhes dar uma alternativa, é uma asneira grotesca e demonstrativa de que a Sociedade Polis, está nesta cruzada, não para resolver problemas, mas para criar mais do que aqueles que já existem.
E não será por falta de dinheiro, mas antes de opções completamente erradas, substituindo o essencial pelo assessório, isto é, destruindo em lugar de construir.
Os utilizadores do "porto de abrigo" natural devem opor-se às intenções da sociedade Polis e não permitir, recusando e resistindo à ordem de abandono do local.
É provável que a maioria dos utilizadores daquele espaço, sejam estrangeiros, mas ainda assim merecem o apoio de todos contra a opressão e prepotência da Polis.
REVOLTEM-SE, PORRA!

RIA FORMOSA: POLUIÇÃO PERMITIDA PELO GOVERNO!

A poluição na Ria Formosa, é a principal causa da degradação ambiental, económica e social não só da Ria mas das povoações envolventes.
Para branquear a situação da poluição junto da Comissão Europeia, porque decorria um processo contra o Estado português, os secretários de estado do mar e o do ambiente, emitiram um despacho que nenhuma das entidades publicas cumpre, prova mais evidente de que o seu propósito era unicamente evitar uma condenação no Tribunal Europeu de Justiça. E conseguiram-no embora baseado na mentira, algo que vai sendo habitual nas máfias que nos governam.
Mas para que não nos levem por parvos e porque partiu da nossa iniciativa aquela queixa, fizemos saber junto do secretario de estado do mar, que o seu despacho serve para que as entidades envolvidas limpem o cu, uma vez que ninguém as cumpre.
Pelo meio ficou uma visita guiada aos esgotos directos com a participação dos deputados da social laranjinha que muito prometeram mas pouco fizeram, porque afinal continua tudo na mesma, o que também já vai sendo normal.
Toda esta encenação montada pelas entidades publicas, insere-se num projecto politico mais amplo de destruição do que ainda resta do sector produtivo, para o entregar de mão beijada a interesses estrangeiros com a agravante de promoverem o empobrecimento da população.
Embora alguns ainda pensem tratar-se apenas de teoria de conspiração, a verdade é que as entidades financeiras que têm mandado dinheiro para o País, fazem-no para aplicação em investimentos não produtivos ao mesmo tempo que dão subsídios para o abandono das actividades produtivas, como assistimos na agricultura e pesca.
Tudo na mira de tornar o País e o Povo, cada vez mais dependente do exterior, aumentando a divida publica pela via do desequilíbrio na balança de transacções, altamente deficitária desde 1983.
Ao contrario do que a maioria das pessoas pensam, a crise que vivemos, foi premeditada e fabricada no sentido de, e servindo-se da crise como argumento, empobrecer as pessoas, retirando-lhes o poder de compra, com o aumento de impostos, taxas e outros que mais.
Na lógica dos credores internacionais, mantendo o País eternamente endividado, somos obrigados a dar em troca, todos os sectores estratégicos da economia e os recursos naturais, ao preço da uva mijona.
É por isso que, embora sabedores dos crimes ambientais que se cometem todos os dias na Ria Formosa e das suas consequencias para o que ainda resiste do seu sector produtivo, os nossos "responsáveis " politico-mafiosos, fecham os olhos, para que quem vive da Ria se veja forçado a abandonar a sua actividade.
O objectivo final é a entrega por concurso, concessão ou alienação dos nossos recursos naturais aos testas-de-ferro dos credores.
Quem afinal quer combater a poluição e defender as actividades económicas tradicionais da Ria Formosa?
Por tudo isso apelamos à subscrição da petição Salvem a Ria Formosa, que está na rampa final, assinado em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT76743
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 3 de maio de 2015

RIA FORMOSA: QUE FUTURO?

A Ria Formosa é um espaço lagunar, uma lagoa ligada ao mar por canais designados por barras, com uma margem terrestre e outra oceânica, ficando no meio uma imensa zona de sapal.
Até há uns anos atrás, a Ria Formosa era tida como uma maternidade de espécies piscicolas que viam nas plantas de fundo, o abrigo para a deposição dos ovos e protegê-los dos predadores. Ali se criavam os juvenis até serem capazes de procurar mares mais profundos, a costa. Na actualidade, fruto da poluição, a Ria Formosa tem vindo a perder essa caracteristica. A poluição mata a seba, como mata tudo o mais.
Na zona de sapal, produzem-se os apreciados bivalves da Ria, como a ameijoa ou a ostra, que na sua maioria se destinam à exportação. No caso da ameijoa, a produção tem vindo a diminuir drasticamente, fruto de elevada mortalidade provocada pela poluição, na qual prolifera o parasita Perkinsus Atlanticus que ataca o aparelho respiratorio da ameijoa.
Tal como nas pessoas, com a subida das temperaturas, os bivalves precisam do oxigénio para respirar mas o Perkinsus impede-o, conduzindo à morte da ameijoa.
Sendo assim, sem se combater a poluição, tanto as espécies piscicolas, algumas de maior valor económico, como os bivalves têm um futuro negro, tal como aqueles que vivem dessas actividades vão ser obrigados a abandoná-las.
Na poluição da Ria Formosa temos a considerar a contaminação por metais pesados. Se por um lado as novas industrias estão obrigadas, nalguns casos, a ter ETAR próprias antes de descarregarem os efluentes na rede de saneamento, por outro as novas tecnologias permitiram uma redução da utilização daqueles metais, o que contribuiu para a redução deste tipo de contaminação.
Uma das questões que mais se levanta, porque está associada à classificação das zonas de produção, é a contaminação por coliformes fecais e neste aspecto as ETAR ainda em serviço, não cumprem a sua função. Até mesmo a nova ETAR, cuja equipamento está previsto durar quinze anos, também não vai cumprir, apesar de estar dentro dos parâmetros previstos na Lei. É que prevê-se que a nova ETAR venha a lançar na Ria cerca de 300 coliformes por cada 100ml, pelo que a Ria jamais obterá a classificação A.
A classificação em A permitia a dispensa do recurso ás depuradoras, conferindo mais qualidade aos bivalves e a sua venda directa, com valor acrescentado.
Mas temos também a contaminação por biotoxinas. As ETAR são centros de produtores de fitoplancton potencialmente toxigeno, que em determinadas condições climáticas, dá-se a floração e degeneram em biotoxinas. É verdade que este fitoplacton existe no meio natural, mas não em quantidade para provocar uma interdição, mas é substancialmente aumentado pelo fitoplancton despejado pelas ETAR.
E como se isso não bastasse, temos ainda uma outra forma de poluição que é o enriquecimento do meio aquático com nutrientes como o fosforo e o azoto, cuja presença faz multiplicar aquele fitoplacton.
O enriquecimento do meio aquático com fosforo e azoto dá origem a um fenómeno designado por eutrofização, previsto na Lei.
Ora se a costa está classificada como zona sensível, qualquer um compreenderá, que devido à deficiente renovação das águas da Ria Formosa, esta teria obrigatoriamente de ter um nível de protecção superior e ser classificada como em risco de eutrofização. Tal classificação era da responsabilidade do INAG, agora da APA, mas as entidades publicas sabendo que uma tal classificação implicaria um nível de tratamento superior, capaz de remover o fosforo e azoto, não o fazem. Ou seja, o Estado sabe o crime que está cometendo na Ria Formosa!
Toas as espécies competem entre si na luta pela sobrevivencia, sucumbindo as mais frágeis. A maioria das algas são meras consumidoras do oxigénio dissolvido na agua, enquanto as plantas de fundo, a seba, é ao mesmo tempo consumidora quando não tem luz e produtora de oxigénio quando recebe a radiação solar que lhe permite realizar a fotosintese. Acontece que as ETAR descarregam também, em quantidades muito acima do que a Lei permite, matéria orgânica, designada por sólidos suspensos totais (SST).
Os SST turvam as águas e não permitem que a radiação solar chegue às plantas de fundo.
Então qual a melhor solução?
Em http://olhaolivre.blogspot.pt/2015/01/porque-tem-de-ser-maltratada-ria-formosa.html dávamos um bom exemplo. A reutilização das águas residuais para a agricultura, retirando da linha de costa todas as ETAR existentes, se é que queremos acabar ou reduzir a poluição marinha!
Caso contrario, a Ria Formosa, não passará de mais uma instância de veraneio!

sábado, 2 de maio de 2015

A destruição da Praia Dona Ana considerada a Praia mais bonita do Mundo, para defesa do betão ilegal!

Os governantes portugueses e o ministro do mau ambiente mostram, como se destrói a praia mais bonita do mundo, para aumentar o areal e aumentar a distância do Preia Mar às arribas em perigo, arribas essas onde está construído Um Hotel, e mais uma série de construções,construídas ilegalmente, na base da Lei do Domínio Publico Marítimo.
 Ler o  excelente artigo de Idálio Revéz no Publico on line que pode ler carregando aqui.

Nós no Olhão Livre,  acrescentarmos que a lei Domínio Publico Marítimo diz que: Não se pode construir a menos de 50 metros do maior Preia mar conhecido das aguas equinociais.,ou quando há arribas que é o caso,  a menos de 50 metros da cristas dessas arribas,olhando para a foto retirada
Diz o ministro do mau ambiente Jorge Moreira da Silva que o Domínio Publico não pode ser capturavél por alguns, é com esse argumento que o ministro do ambiente se refugia para exigir as demolições nas Ilhas Ilhotes da Ria Formosa assim como na Praia de Faro.
Pelo vistos em Lagos, o estado português, em vez de exigir a demolição de construções ilegais construídas em DPM,  vai  gastar mais de um milhão de € de dinheiros públicos,  para aumentar o areal e assim proteger as construções ilegais,em Domínio Publico Marítimo.


 
 A destruição dessa  paisagem marítima ,sem duvida  deslumbrante desta praia, vai servir unicamente para aumentar o numero de turistas na Praia e proteger os que à conta da magnifica vista lucram milhões!
Publicamos algumas imagens do Sonho e o Betão,  retiradas da página do F.B. de  Filipe da Palma uma das pessoas que mais se tem batido pela defesa do ambiente e contra a destruição do nosso Algarve


Perante essas imagens as pessoas revoltam-se e protestam mas o terroristas ambientais, continuam impávidos e serenos na destruição com as máquinas de destruição maciça, pois tem as costas quentes
protegidas por um mau ministro do ambiente.


 do Ambiente, a associação Almargem pede a “suspensão imediata do processo de destruição em curso”.
Os governantes portugueses e o ministro do mau ambiente mostram, como se destrói a praia mais bonita do mundo, para aumentar o areal e aumentar a distância do Preia Mar às arribas em perigo, arribas essas onde está construído Um Hotel, e mais uma série de construções,construídas ilegalmente, na base da Lei do Domínio Publico Marítimo.
 Extratos do excelente artigo de Idálio Revéz no Publico on line que pode ler carregando aqui.
Nósno Olhão Livre,  acresentariamos que a lei Domínio Publico Marítimo que não se pode construir a menos de 50 metros do maior Preia mar conhecido das aguas equinociais.,ou quando há arribas que é o caso,  a menos de 50 metros da cristas dessas arribas,olhando para a foto retirada
Diz o ministro do mau ambiente Jorge Moreira da Silva que o Domínio Publico não pode ser capturavél por alguns, é com esse argumento que o ministro do ambiente se refugia para exigir as demolições nas Ilhas Ilhotes da Ria Formosa assim como na Praia de Faro.
Pelo vistos em Lagos, o estado português, em vez de exigir a demolição de construções ilegais construidas em DPM,  vai se gastar mais de um milhão de € de dinheiros públicos,  para aumentar o areal e assim proteger as construções ilegais,em Domínio Publico Marítimo.


 A destruição dessa  paisagem marítima ,sem duvida  deslumbrante desta praia, vai servir unicamente para aumentar o numero de turistas na Praia e proteger os que à conta da magnifica vista lucram milhões!
Publicamos algumas imagens do Sonho e o Betão,  retiradas da página do F.B. de  Filipe da Palma uma das pessoas que mais se tem batido pela defesa do ambiente e contra a destruição do nosso Algarve


Perante essas imagens as pessoas revoltam-se e protestam mas o terroristas ambientais, continuam impávidos e serenos na destruição com as máquinas de destruição maciça, pois tem as costas quentes
protegidas por um mau ministro do ambiente.
 

Será que os protestos das pessoas não valem nada, e é o dinheiro que manda no ambiente em Portugal, em nome de um turismo que se apregoa sustentável,  mas que mais não serve se não para encher a conta bancária dos poderosos que tem destruído toda a orla marítima do Algarve que agora preparam o ataque final à Ria Formosa e à Ria de Alvor.
Ontem em Lago,durante os protestos dos cidadãos em revolta e em defesa da Praia Dona Ana,  mais uma vez a mão da autoridade a proteger os terroristas que deram origem  à destruição da Praia Dona Ana!

 

Tenham vergonha não destruam o Algarve, e a Praia mais bonita do mundo  em defesa do Betão ilegal!
A luta continua!



sexta-feira, 1 de maio de 2015

O PRIMEIRO DE MAIO!

O dia 1 de Maio, é o Dia do Trabalhador e comemorado em todo o mundo democrático. Uma data odiada pelo patronato pelo seu significado e historia.
Na verdade decorria o ano de 1886 quando eclodiu uma greve geral em todos os estados americanos e no Primeiro de Maio, os trabalhadores de Chicago organizaram uma manifestação na qual participaram mais de 500.000 trabalhadores. Cinco anos depois mas em França, é convocada uma manifestação de homenagem às lutas sindicais dos trabalhadores de Chicago. Nessa primeira manifestação viriam a morrer dez pessoas vitimadas pela violência da carga policial.
Daí até aos nosso dias, onde era permitido, passou a ser comemorado o Primeiro de Maio.
Por cá, sentindo os ventos correrem de feição, o patronato, tudo faz para acabar de vez com a celebração do Primeiro de Maio, sendo o exemplo mais significativo da cadeia de distribuição PINGO DOCE, que por um lado diz não ter dinheiro para de aumento aos seus trabalhadores mas depois tem condições para fazer promoções de 50% de desconto.
Com os partidos representantes do grande capital na governação pós primeiras eleições da era da democracia, as condições de vida dos trabalhadores portugueses tem vindo a registar uma degradação acentuada, particularmente pela acção das medidas terroristas do actual governo, em áreas como saúde, educação, habitação, segurança social e na legislação laboral.
Por cá criou-se o habito das petiscadas neste dia desvirtuando por completo o seu significado e historia que urge retomar sob pena do rolo compressor do capitalismo, esmagar e escravizar os trabalhadores.
O 1ª de Maio é um dia de luta!