domingo, 10 de agosto de 2014

Olhão – cidade suja



Olhão é uma cidade suja! Muito suja! Para isso contribui bastante o sistema de recolha de lixos implementado na cidade.

A autarquia anda aflita com o depósito de lixo nas ruas da Rota das Lendas e quer camuflar um problema para o turista não ver. A CMO e os seus responsáveis máximos estão mais preocupados com lendas e roteiros para turistas do que em servir a população, nomeadamente nas questões de higiene e limpeza das ruas.
Um exemplo disso é a má gestão de recursos: no centro de Olhão, a chamada zona histórica, com as nossas ruas tradicionais, recolhe-se o lixo com camiões de contentores e nos bairros da periferia, nomeadamente na urbanização junto aos “Bancários” com ruas bastante largas que permitiriam o acesso dos camiões dos contentores, a recolha é feita porta a porta.
 



Devido às características urbanísticas que dificultam a circulação dos veículos para a remoção dos lixos e à falta de espaço disponível para a sua instalação, não é viável nem funcional a colocação de contentores ou ecopontos. Logo, parece-me que a recolha porta a porta seria melhor opção e haveria uma uniformização do sistema de recolha (uma vez que uma parte de população já tem recolha à sua porta).


 A recolha às portas já se fazia antigamente com as carroças do lixo e mais tarde os camiões. Devemos voltar ao antigamente? Não! Devemos é saber adaptarmo-nos e decidir racionalmente por um sistema que seja eficaz e garanta condições de salubridade.

OLHÃO: CULATRA, UMA LUTA PERMANENTE PELA SOBREVIVENCIA!






Tomámos conhecimento do protesto/reclamação apresentado pela Associação de Moradores da Ilha da Culatra à Agência Portuguesa do Ambiente, com o qual estamos inteiramente de acordo e subscreveríamos se necessário.
Logo no inicio da 2ª pagina pode ver-se que o projectista abandonou a ideia das dragagens no canal da Culatra-barra da Armona e do esteiro da Barra Grande, por existirem três atravessamentos sub-aquáticos de infra-estruturas, condutas de agua e saneamento.
Na pagina 4 e a propósito da Intervenção 3, a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) apresenta como condicionante "Utilizar os sedimentos dragados dragados apenas na operação de reforço do cordão dunar da Praia de Faro".
O Plano de Valorização Hidrodinamica da Ria Formosa é uma grosseira mentira, inventada pela Sociedade Polis que deveria ter sido extinta em 2013, até porque se se descontar as verbas jogadas fora na intervenção da Fuzeta, foi mais o dinheiro para pagar à Parque Expo, a entidade gestora do Polis do que aquele que foi utilizado nas intervenções.
A conjugação dos diversos Planos apresentados pela Sociedade Polis, a posição da APA quanto aos sedimentos dragados e a desistência da intervenção na Barra da Armona, mostram bem que o que está em causa não é a Valorização Hidrodinamica da Ria mas que em seu nome permite a aplicação do Plano de Mobilidade com implicações para a navegação dos barcos de pesca.
Por outro lado, a Barra da Armona, com a entrada em vigor do POOC, deixou de ser considerada como tal. As barra têm de estar sinalizadas e a barra da Armona não o está, prova de que a intenção era mesmo acabar com a sua funcionalidade.
É por demais óbvio que uma Barra que tinha uma abertura de cerca de três mil e quinhentos metros e no momento não chega aos quinhentos metros no preia-mar, não tem capacidade para renovar as águas da Ria, consistindo nisso a grande mentira nesta Plano de Valorização Hidrodinamica.
Mas a mentira, a hipocrisia e a incompetência das entidades publicas não se ficam por aqui. Ainda recentemente, em sessão de Câmara Municipal de Faro, foi, eleitoralmente, apresentada pelo Partido Socialista que visava a integração dos núcleos habitacionais das ilhas barreira no Plano Director Municipal de Faro.
Os planos de gestão territorial estão hierarquizados, com a obrigatoriedade dos de nível inferior terem que se conformar com os de nível superior. Ora o POOC e o Plano de Ordenamento do Parque, enquanto planos especiais, são de nível superior ao PDM e este para que seja aprovado tem que se conformar com as emanações daqueles, do que resulta que a proposta demagogicamente apresentada pelo Partido Socialista está condenada ao insucesso.
Que fazer então? Porque não fazem aprovar uma proposta que vise o fim da Sociedade Polis, e suspensão imediata do POOC e do POPNRF?
São estes instrumentos de gestão territorial que condicionam as actividades tradicionais da Ria e que ao mesmo tempo permitem as demolições nas ilhas barreira. Só que os estudos prévios foram feitos durante o consulado social-democrata e aprovado pelos socialistas, uns e outros de mãos dadas no que toca à destruição de um Povo.
Por outro lado, a Sociedade Polis não faz mais do que qualquer outra entidade publica pudesse fazer. Ela não faz projectos; manda fazer, ela não faz obras; manda fazer. A única coisa que têm em comum, é a forma como utilizam os dinheiros públicos. Isto para dizer que a ARH-Serviços desconcentrados da Agência Portuguesa do Ambiente, responsável pelo Domínio Publico Hídrico tinha toda as condições para proceder às dragagens necessárias na Ria Formosa.
Sendo assim, solidários como sempre fomos com os moradores dos núcleos habitacionais das ilhas barreira,  e porque as decisões contidas no POOC, no POPNRF e do Polis são de natureza politica que não ambiental, economicas ou sociais, sugerimos seja feita, o mais rápido possível, uma petição para o fim da Polis e suspensão dos POOC e do POPNRF.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 9 de agosto de 2014

OLHÃO: O CENTRO INTERNACIONAL DE ECOHIDROLOGIA E O CONSERVATORIO DE OLHÃO

Em meados de Setembro de 2009, era inaugurado em Olhão o Centro Internacional de Ecohidrologia Costeira, sob os auspícios da UNESCO e com a participação do Governo português, a Universidade do Algarve e outras entidades publicas, como se pode ver em http://noticias.universia.pt/ciencia-tecnologia/noticia/2009/09/04/199809/primeiro-centro-unesco-com-sede-em-portugal-apresentado-publicamente-na-ualg.html.
Entre outros objectivos contava-se a minimização dos impactos provocados pela intervenção humana no domínio hídrico, estudando e avaliando os problemas, na procura de soluções duradouras e estáveis, envolvendo as comunidades e pela adopção dos melhores resultados do ponto de vista ecológico, social e económico.
E fazia todo o sentido que este Centro estivesse sediado em Olhão porque de há muito que se confrontando as entidades publicas com os efeitos da actividade humana, nomeadamente da poluição da Ria Formosa, a contaminação microbiologica bem como dos episódios de biotoxinas.
Este Centro, estava equipado com um moderno equipamento laboratorial, o que permitiria a analise, a monitorização da qualidade das águas costeiras e da Ria, do ponto de vista ecológico, mas tal função encontrava-se inadequada, melhor dizendo, contraria mesmo aos interesses das entidades poluidoras, nomeadamente as entidades publicas. Por isso morreu o Centro Internacional de Ecohidrologia Costeira. 
Embora tendo desaparecido, ficou no entanto o edifício, mais um de entre outros do Estado cuja cobertura é de amianto, substancia proibida por ser cancerígena. A entidade propietaria do edifício já devia ter providenciado a substituição da respectiva cobertura e pôr-se em conformidade com a Lei. Mas não o fez, nem fará, apresentando agora, uma nova utilidade.
Para as instalações do Centro de Ecohidrologia, a Câmara Municipal de Olhão prepara-se para transferir o Conservatorio local porque as actuais instalações que ocupa serem pequenas para o numero crescente da procura.
E se concordamos com a procura de um espaço em condições para a transferencia do Conservatorio, já não podemos estar de acordo com a transferencia pretendida por colocar em causa a saúde dos alunos e professores que frequentem as novas instalações.
Desde já aconselhamos os pais dos alunos a questionarem a direcção do Conservatorio bem como a Câmara Municipal de Olhão sobre as condições a que os seus educandos vão estar sujeitos.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

OLHÃO: CÂMARA DESTROI ZONA HISTORICA




 A Câmara Municipal de Olhão contratou um arquitecto urbanista para justificar a destruição da Zona Histórica. E explicação encontrada é a das acessibilidades e vai daí, preparar-se um conjunto de demolições que vão descaracterizar toda aquela zona.
Assim, na Rua das Ferrarias, a maior parte do edificado do lado esquerdo de que entra pelo Largo Sebastião Martins mestre, é para demolir.
Nas imagens vê-se a entrada da Rua das Ferrarias com um edifício que é da Câmara Municipal. A entrada da Rua por este lado é ainda mais estreita que a saída, ao fundo. A Rua alarga a meio, mas é precisamente nessa zona que sofre maior devastação, prevendo-se a demolição da casa pintada de amarelo até ao prédio novo, que se mantém. De seguida não é demolido porque já o está, mas a casa que está precisamente no fim da Rua e que se vê ter sido intervencionada não há muito tempo também é para demolir.
Nas costas desse edificado, como se vê na imagem debaixo, desde a porta castanha, que é da Câmara, até ao canto, mais demolições.

Ao fundo da Rua, já no largo e de frente está o edificio retratado acima, também para demolir.
A onda de demolições não se ficam por aqui, mas deixaremos para outra oportunidade, cingindo-nos apenas por agora a estas demolições arquitectadas.
Em primeiro lugar para dizer que a entrada da Rua das Ferrarias é mais estreita que a saída pelo que por razões de acessibilidade, seria natural que o edificado a demolir, se é que se justifica alguma demolição, começaria precisamente pelo edificado que pertence à Câmara Municipal. Pelo menos assim não estaria sujeita às indemnizações. No entanto quer-nos parecer que, tratando-se da Zona Histórica, todo o edificado deveria ser preservado e objecto de restauro e a rua passar a pedonal ou de transito condicionado aos residentes.
Da mesma forma que no caso do prédio no largo, embora não apresentando a traça do resto do edificado da zona por se tratar de uma construção mais recente, era de manter passando a Rua do Sol Posto a rua pedonal, livre de transito, com estacionamento condicionado aos residentes.
Esqueceu o urbanista do serviço encomendado, que no final da Rua Almirante Reis, existe um "s" que condiciona todo o tráfego naquela zona e que aí, sim e única e exclusivamente por razões de acessibilidade se justificaria este tipo de intervenção. Mas apenas por essa razão, porque de resto, se tal vier a acontecer, estaremos perante a maior descaracterização da zona histórica, não bastando que ao longo dos anos tivessem permitido a construção de mamarrachos de betão que nunca deveriam ter sido permitidos.
Pretende, a Câmara Municipal de Olhão, gastar com estas intervenções cerca de doze milhões de euros. Doze milhões para destruir em lugar de os investir na recuperação do edificado degradado e dar à Zona Histórica a beleza que o edificado, as ruas, travessas e vielas têm.
Como ultimo argumento, vem o presidente e vereação, dizer que o estudo foi encomendado na gestão anterior, a qual integrava o actual presidente, mas que ainda não foi objecto de qualquer decisão ou pelo menos discussão publica.
Os olhanenses devem indignar-se, revoltar-se com a onda de destruição que a Câmara gerida a meias por socialistas e social democratas, quer impor na Zona Histórica.
REVOLTEM-SE, PORRA!



quinta-feira, 7 de agosto de 2014

OLHÃO: ASSALTO À ZONA HISTORICA DE OLHÃO! I

Quase toda a historia, cultura, gastronomia, tradições e até mesmo a arquitectura da zona histórica está associada ao modo de vida do Povo de Olhão desde  a sua nascença como povoado.
Quando as caracteristicas essenciais desse Povo deixam de estar presentes e são adulteradas a régua e esquadro, como pretendem os nossos eleitos, o Povo pode e deve levantar-se contra aqueles que obstinadamente, teimam em discriminá-lo, marginalizá-lo e reduzi-lo à insignificancia.
As lendas da Floripes e do Menino dos Olhos Grandes são parte integrante da historia do nosso Povo e estão intimamente associados à vida dos pescadores.






As imagens reportam o Caminho das Lendas, preconizado pela Câmara Municipal de Olhão e são demonstrativo do péssimo gosto e gestão dos nossos autarcas. A placa identificadora do Caminho está muito perto deste arco completamente degradado, fazendo parte da nova lenda camarária, a suposta regeneração urbana.
A Câmara Municipal de Olhão, às escondidas da população, desencadeou a elaboração do Plano de Pormenor da Zona Histórica, não no sentido de regenerar a zona mas de a transformar em mais um centro de negociatas e cambalachos.
O património histórico de qualquer Povo não se resume ao edificado mas também e principalmente ao seu próprio Povo. Falar-se numa zona histórica, que a autarquia faz questão de manter completamente degradada, para correr com o seu Povo e obrigá-lo a "emigrar" dentro da própria cidade, é um acto de hipocrisia e tacanhez, mas que cabem bem na diarreia mental dos nossos autarcas.
Ontem, em visita ao local, ouvimos as reclamações de moradores da zona histórica pela péssima concepção do piso, uma vez que, entre outras aberrações, faz com que a agua da chuva entre dentro das suas casas. Associado a isso, o ruído e os actos de vandalismo despropositados desde que foram inaugurados os largos históricos faz com que os moradores estejam indignados, tendo manifestado já, a sua discordancia a alguns autarcas que sabichões estão acima das pessoas, fazendo orelhas moucas às reclamações apresentadas.
Nos próximos dias desenvolveremos mais e melhor o que esta corja de bandidos prepara contra a Zona Histórica e seus moradores.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

OLHÃO: MUDANÇA. SÓ COM A REVOLUÇÃO!

Em meados de 2012, farto dos aberrantes despachos de arquivamento do Ministério Publico, particularmente do que funciona junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, resolvi apresentar uma queixa junto do Conselho Superior do Ministério Publico, que para não destoar, também foi arquivada, aliás outra coisa não era de esperar. Essa queixa é reproduzida de seguida pelas imagens abaixo e vale a pena ler para que se possa ajuizar do funcionamento das nossas instituições










Este protesto mostra toda a hipocrisia do sistema instalado, quando para situações semelhantes, o poder, politico e judicial, tem atitudes diferentes, perseguindo de acordo com a natureza da militância partidária. Foi assim que Macário Correia foi destituído, mas também foi desta forma que o Ministério Publico, numa atitude paternalista, não desencadeou o procedimento criminal, apesar de estarmos perante crimes de natureza publica. Macário só responde criminalmente, porque, com base no Acórdão do Supremo Tribunal Administrativo, apresentei a respectiva denuncia, de era da responsabilidade do Ministério Publico, ficando para o cidadão, neste caso para mim, o odioso da situação.
Pior do que os crimes cometidos pelo Macário, cometeu-os Francisco Leal e continuam na calha na Câmara Municipal de Olhão. No protesto apresentado, pode ver-se a quantidade de processos que já haviam sido denunciados, mas que o Ministério Publico, qual cão engasgado com o osso, não bolsa, induzindo ao clima de impunidade dos eleitos.
Já este ano, num cambalacho de bradar aos céus, foi aberto concurso para Director Financeiro da Ambiolhão, ganho pelo cunhado do presidente da Câmara, como não podia deixar de ser, e que aos olhos do Ministério Publico não foi encontrado nenhum crime.
Posteriormente foi feita reclamação junto do Provedor de Justiça, por violação de um preceito constitucional no processo de eliminação previa de candidatos, tal como se pode ver nas imagens seguintes

A violação de um preceito constitucional, a Lei Fundamental do País, como a violação de qualquer outra Lei, é susceptível de constituir crime, e por isso seria de curial importância que o Provedor de Justiça se pronunciasse sobre a possível inconstitucionalidade do acto cometido, mas não o faz. Prefere antes divagar e encontrar uma explicação para que o processo entre no vazio e caia. Senão vejamos: diz o Provedor de Justiça que "não sendo opositor ao concurso, também não requer a intervenção do Provedor da Justiça em representação do lesado...". O Provedor de Justiça omite, que no penúltimo paragrafo, se diz que "...ser bastante para a anulabilidade e repetição do concurso", que era o objectivo final da queixa apresentada. E não é por acaso que o Provedor omite essa situação, porque já fora informado do despacho de arquivamento pelo Ministério Publico.


Reconhece, contudo que "o controlo da actuação dos poderes políticos em conformidade com a legalidade e a justiça constitui uma atribuição do Provedor de Justiça...". A questão essencial era de se saber se o acto praticado pela administração estava ou não à margem da Constituição, isto é da legalidade. Mas o Provedor de Justiça prefere lavar as mãos como Pilatos e empurra para a Inspecção Geral de Finanças, o ónus de se pronunciar sobre a tal legalidade. E para que quero eu um Provedor de Justiça destes? 
Ao dizer que a "atribuição do provedor de Justiça deve ser compreendida à luz da natureza essencial deste órgão do Estado...", o Provedor está a reconhecer que faz parte integrante deste aparelho, que não funciona ou funciona mal.
Certo é que se alguém tiver ilusões quanto à natureza da nossa justiça desengane-se por que ela vive no plano inclinado deste Estado tentacular com mais braços que um polvo, assemelhando-se antes a uma alforreca.
A única saída para acabar com as alforrecas é exterminá-las, destruindo todo o aparelho de um estado minado e construir um novo Estado que esteja ao serviço da maioria do Povo. Para isso, é necessário fazer-se a Revolução, sob pena de sermos esmagados pelo rolo compressor deste sistema, velho, podre, caduco e corrupto.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Bacalhau trai os Ilhéus,das Ilhas da Culatra Hangares e Farol e sai derrotado

Decisão Histórica: CÂMARA APROVA ENTRADA NO PDM DAS ILHAS DE FARO

5 de Agosto de 2014
Após acesa discussão entre Paulo Neves (drt>ª na foto), líder dos quatro vereadores do PS na Câmara de Faro, e Rogério Bacalhau, edil farense à frente da coligação (4 vereadores) PSD/CDS, a proposta do PS para que as ilhas (Culatra – núcleos do Farol, Hangares e Culatra) e Península do Ancão (Praia de Faro) passem a integrar o novo Plano Director Municipal de Faro (PDM), foi aprovada por maioria, com o quinto voto da CDU, representada pelo vereador António Mendonça, derrotando, assim, a proposta da coligação que governa a autarquia.
Reun Bacalhau disc P NevesRogério Bacalhau ouve as explicações, baseadas na legislação em vigor, de Paulo Neves, mas surpreendeu toda a assistência, na sua maioria composta por ilhéus da Culatra, Hangares e Farol, ao votar contra, fazendo depender na sua proposta (que ficou conhecida como a proposta dos ses…) a aceitação por parte dos organismos do ambiente e de coordenação territorial regional, nomeadamente a Sociedade Polis, o Parque Natural da Ria Formosa e a Comissão de Coordenação da Região do Algarve (CCDRA).  
Reun Bacalhau
Reun Cavaco Teresa e P Santos
Bacalhau e seus vereadores deixaram ilhéus incrédulos com a sua tomada de posição. Além do facto de recentemente a Câmara (por unanimidade) e a Assembleia Municipal (por larga maioria, com a coligação PSD/CDS incluída) ter aprovado o pedido de Concessão dos núcleos habitacionais ilhéus ao Governo (como já aconteceu com a Armona em relação a Olhão), da assistência foi recordado ao presidente da Câmara as suas posições (“contra as demolições”) nas reuniões que tem mantido com as populações da Ilha da Culatra (Hangares, Farol e Culatra) e as direcções das respectivas associações de moradores, que também se encontravam presentes na Reunião de Câmara Pública, respeitante a Agosto, onde o edil foi ainda muito criticado por outros munícipes de Faro quanto à sua actuação em questões ligadas com terrenos e construções na Freguesia do Montenegro, bem como a Lei do Ruído, que alegadamente não estará a ser cumprida por parte de um conhecido bar situado na cidade velha.
Reun Plateia2 Reun Plateia3 Reun Plateia4

Reun Paulo Neves Ferando e Cristina PS Reun Veread CDU Ant Mend e PS L Graça e Cristina
Vereadores do PS e CDU derrotaram a proposta (dos ses…) apresentada pelo edil de Faro e , assim, o futuro PDM da capital algarvia deverá integrar as ilhas farenses, uma decisão histórica já que tal acontecerá pela primeira vez desde a criação dos PDM de Faro.
Noticia do Algarvepressna, hora versão on line.
Um Bacalhau que já sabiamos que era rançoso, mentiroso, e agora a nova versão de um  Bacalhau traidor aos ilhéus e a todas as pessoas com casas nas Ilhasbarreira da Ria Formosa do concelho de Faro,  e na Praia de Faro, pessoas essas que depositavam esperanças nas promessas e por isso muitas lhe deram os votos, de mais  um vendilhão da politica porca , que se faz em Portugal.

OLHÃO: CÂMARA DESPEDE TRABALHADORES!

Com o aproximar do fim das aulas e dos contratos de assistentes operacionais que davam apoio nas escolas do concelho, António Miguel Pina, candidato a ditador, despede alguns trabalhadores ao serviço das escolas com contratos a prazo há 20 anos.
Para alem da muito duvidosa legalidade do acto, porque já deveriam ter passado a efectivos, alguns destes trabalhadores têm mais de cinquenta anos de idade e com serias dificuldades de integração no mercado de trabalho, motivo mais que suficiente para ponderar seriamente sobre os despedimentos agora decididos.
Sabe-se também que os despedimentos em causa, não visam uma redução de quadros nem uma melhoria da prestação do serviço, uma vez que não foi feita qualquer avaliação, da mesma forma que se sabe que estes trabalhadores vão ser substituídos por outros através dos tais concursos manhosos em que a Câmara Municipal de Olhão é especialista.
Apesar de tudo, tentando enganar os trabalhadores por esta via despedidos, foram os mesmos convidados a participar num "concurso interno" com duas provas, escrita e entrevista, sendo à ultima atribuída um valor maior que à primeira, um ardil para decidir quem se quer como vencedor.
Quando confrontado pelo facto de os trabalhadores já terem tempo mais que suficiente para terem um vinculo definitivo, sai prontamente a resposta de que não deveriam ter participado no concurso e que com essa participação perderam o direito a reclamar do quer que seja.
O merdoso presidente da Câmara, um puto com 36 anos que nunca passou privações na vida, arroga-se assim o direito de condenar à miséria e fome trabalhadores com quase tantos anos de casa como ele tem de vida, sem o mínimo de respeito para com os outros e um pingo de sensibilidade para avaliar o futuro daqueles a quem condena.
Os trabalhadores despedidos devem lutar contra a prepotência desta canalha e reclamar o seu posto de trabalho. Não podem, nem devem temer qualquer represália  por esta corja de f. d p. na denuncia dos crimes desta cambada, porque já têm o seu veredicto e contam desde já com o nosso apoio incondicional na publicação anónima ou não do que entenderem por justo.
Aquando das eleições, os olhanenses reclamavam uma mudança de politicas e vai daí, as diversas candidaturas apresentaram-se como os fieis interpretes dessa mudança, destacando-se "A VOZ" de Eduardo Cruz, mais um trapalhão da politica, mas que com esse discurso, conseguiu iludir algumas pessoas e ganhar mais uns votos.
É caso para perguntar ao vereador pirolito, Eduardo Cruz, onde mora a mudança por ele prometida? Se não há mais cambalachos, é porque o sector do imobiliário está em crise, mas mesmo assim, vai ajudando numas golpadas.De resto, ele é o aumento dos tarifários da águas e resíduos, dos IMI e de todas as outras taxas e impostos com que roubam o Povo. Eduardo Cruz demite-te se ainda tens algum resto de decência!
Esta aliança entre PS e PSD, o grande centrão olhanense, apenas tem desgraçado Olhão e o seu Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

ALGARVE: APOLINARIO, O COVEIRO DA PESCA!

Em obediência cega ao Governo de Passos Coelho, José Apolinário, ex-secretario de estado das pescas, ex-director-geral das pescas,ex-accionista da Companhia de Pescarias do Algarve, ex-deputado, ex-presidente da Câmara Municipal de Faro, ex-quase tudo mas ainda presidente da Docapesca, mostra agora a sua verdadeira natureza de coveiro das pescas.
Em Cabanas de Tavira, entende o Apolinário que o cais ali existente é para desembarque e não de embarque, pelo que os pescadores que queiram embarcar nos seus barcos deslocar-se a Vila Real de Santo António, dando mais uma machadada nos pescadores daquela zona.
Não bastavam já os planos de ordenamento que privilegiam o uso balnear em detrimento da actividades marítimas tradicionais da região e o conjunto de opções da péssima governação deste País, como o ordenamento marítimo, senão mais esta absurda nojeira, que não surge por acaso.
A medida agora apresentada não andará muito longe da influencia e da protecção que a nova zona de aquacultura para ali definida, à semelhança do que acontece com a APA de Olhão, onde existe forte contestação por parte dos pescadores da pequena pesca artesanal da Culatra. É que fazendo os pescadores embarcar em Vila Real, com os custos do combustível, os pescadores deixam de chatear com a polémica que surgirá com a instalação das novas aquaculturas e que impedirão os pescadores do uso habitual dos seus mares de pesqueiro. Tal medida levada à pratica pode representar o fim da pesca em Cabanas de Tavira, definitivamente enterrada pelo coveiro de serviço.
A actividade da pesca está na origem da criação do aglomerado habitacional de Cabanas, sem a qual a povoação não existiria. Todas as outras actividades vieram depois e não há qualquer incompatibilidade entre elas, pelo contrário, a pesca e os seus homens, são um atracção turistica. Só não o percebem a canalha instalada no Terreiro do Paço, quando traçam a regua e esquadro o destino do nosso Povo.
José Apolinário foi só o pior secretario de estado e director geral das pescas para os pescadores do Algarve, que embora tendo nascido em Olhão, como dejecto que é, porque não foi parido mas sim cagádo, foi parar a Faro, na única vez em que os esgotos de Olhão funcionaram em pleno.
Devagar mas com passos seguros, a canalha que exerce o Poder, vai matando aos poucos os últimos resquícios do sector produtivo do Algarve e vem o Silva do Alzeimher falar na aposta do mar. Que aposta sr. Silva? A destruição das pescas?
E se fossem todos comer por onde defecam, não seria bem melhor?
REVOLTEM-SE, PORRA!

OLHÃO: FALÊNCIA POLITICA E FINANCEIRA DO PS E PSD OLHÃO

Até Setembro passado, lideravam a Câmara Municipal de Olhão, Francisco Leal e presidia à concelhia do PS em Olhão, o candidato a ditador, António Miguel Pina.
Dois anos antes, realizaram-se eleições para a concelhia, apresentando-se a sufrágio para alem de António Pina, uma outra lista. temente da derrota, António Pina com o apoio do seu comparsa Jorge Tavares, o ranhoso, inscreveu ou transferiu a inscrição de mais de cem militantes de outras zonas para Olhão dando moradas falsas para se assegurar da vitoria.
Até às eleições autárquicas de Setembro passado tudo parecia correr bem, mas eis que, passadas e uma vez eleito o Pininha, os sócios daquele clube deixaram de pagar as quotas, ou melhor dizendo alguém deixar de pagar por eles.
Seria lógico que os eleitos locais que recebem uma remuneração pelas funções que actualmente exercem e melhor do que a que tinham antes, dessem um pequeno contributo para quem os elegeu, mas tal não acontece, e diga-se de passagem que é a única concelhia algarvia que o não faz.
A falta de contribuições e de quotização levam as finanças da concelhia local à ruptura, não tendo sequer dinheiro para pagar a renda da sua sede, tendo que recorrer a alguns sócios mais carolas para suportarem os custos que os beneficiados se acham no direito de omitir.
Por outro lado, Pina, durante as eleições recolheu donativos de que ele próprio se gabava de darem para pagar as multas que surgissem, ou seja havia dinheiro de sobra na candidatura. Para onde foi esse dinheiro? Para ele ou para o partido? 
Que grandes socialistas, estes! Entretanto a concelhia, em rota de colisão com o pequeno ditador, atada de pés e mãos pelo "apoio institucional", mesmo que à margem dos estatutos, desespera por uma tomada de posição da Comissão Nacional para saber se o eleito está ou não obrigado a prestar contas da sua actividade politica ao partido, apenas o procurando quando se sente acossado, como no caso do acordo intermunicipal que fez com a Câmara de V. R. de Sº António.
Do mesmo modo, o PSD-Olhão, que teve em Alberto Almeida o seu líder, ainda que na sombra, para se ver livre da peça, mandou-o para director regional de educação. Durante anos, Alberto Almeida pagou as cotas dos seus sócios de forma a assegurar não só a liderança-sombra como a manter uma posição institucional na distrital laranja, em que o braço de trabalho se apresentava como representante dos trabalhadores social-democratas.
Com a nomeação para director regional e atingindo o topo das suas aspirações politicas, Alberto Almeida deixou de pagar as cotas dos sócios.
Num processo mal engerocado, a distrital laranja que avocou o processo, indicou Eduardo Cruz para candidato à Câmara Municipal. Como vai sendo habito, houve uns apoiantes da laranja amarga que deram o contributo monetário para a campanha, de tal forma que sobrou uns trocados. Pergunta-se: a quem devia ser entregue esse dinheiro? Eduardo Cruz, sem que ninguém o mandatasse para tal, como cagão que é, fez questão de o entregar à direcção do partido em Lisboa e deixou a concelhia local do PSD mais rota que rota.
Grandes méritos, os de Eduardo Cruz, ao levar à ruptura financeira de quem lhe satisfez a vaidade pessoal. Que grande cagão!
A politica desenhada pelos mentores do PSD levaram a que dos cerca de setecentos inscritos, tenham agora apenas cerca de trinta e cinco sócios, menos que os candidatos que apresentou às eleições.
As politicas seguidas pelos autarcas socialistas e social-democratas têm vindo a afugentar as pessoas da vida politica com particular ênfase para os seus próprios militantes, o que seria motivo bastante para reflectirem na sua conduta politica desastrosa, ruinosa e de completa falência politica e financeira para os clubes que representam.
Olhão precisa de uma mudança radical e torna-se urgente correr com estes parasitas políticos.

domingo, 3 de agosto de 2014

OLHÃO: DEMOCRACIA MADE IN OLHÃO

O BE. realizou, ontem um comício, precedido de um conjunto de atitudes anti-democráticas e contrarias à Lei por parte do candidato a ditador e aprendiz de presidente de Câmara, António Miguel Pina.
Na verdade, o BE, como era seu dever,comunicou à Câmara a pretensão da realização do evento, tal como mandam as regras, sendo que a mais não está obrigado.
Por seu lado, o pequeno ditador, tentou impedir a realização do evento, com o mesmo argumento que o Governo de Passos Coelho invocou para impedir a realização da manifestação da CGTP na Ponte 25 de Abril; a segurança.
Para levar a efeito o evento foi necessário que o vereador eleito pelo BE tivesse assumido a responsabilidade pessoal pelas condições de segurança do comício.
Em nosso entender, a medida do fascista António Pina, mais não é do que medir o pulso aos seus opositores, porque noutro caso seria confrontado pura e simplesmente com a realização do evento e ele que utilizasse os meios ao seu dispor para o impedir ou proibir, perdendo definitivamente a mascara de democrata, antes ficaria a imagem de mais um F. d P. da politica à moda de Olhão.
É com episódios desta natureza que a classe dominante vai medindo o pulso ao Povo que tarda em acordar para a triste realidade em que esta cambada nos meteu, de mais miséria e fome.
A democracia exerce-se em qualquer local e não apenas nos palcos destinados pelo Poder politico, como, neste caso, às sessões de Câmara e Assembleias Municipais, uma forma de espartilhar a participação democrática e popular na actividade politica, sendo que o local privilegiado é precisamente nas ruas, onde se possa exprimir em Liberdade, a Revolta latente e crescente do Povo.
Longe vão os tempos, ainda o pequeno ditador estava nos alforges do progenitor, em que atitudes desta teriam a resposta adequada e proporcional por parte do Povo levando a cabo acções de rua à revelia ao Poder politico da classe dominante.
Será que o partido que dá suporte a este cafageste politico, pensa da mesma maneira, ou pelo contrario se vai demarcar da actuação politica dele?
O Povo de Olhão, e de todo o País, tem de lutar contra o rolo compressor com que nos tentam esmagar, saindo às ruas, exigindo a queda desta escumalha e não aceitar qualquer forma de condicionamento à Democracia e Liberdade.
Rua com o Pina!
REVOLTEM-SE, PORRA!







sábado, 2 de agosto de 2014

Assembleia da Republica dá razão ao Olhão Livre ao afirmar, que há Poluição na Ria Formosa!

A Assembleia da Republica aprovou a resolução 72/2014 , aprovouesta resolução, que vem dar  razão ao Olhão Livre e a todos os que durante anos andaram  a alertar para os problemas da poluição na Ria Formosa,  e que inclusive deu origem a uma queixa háque pode ver caregando em cima do link União Europea por parte do Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhao" tal movimento de constestação teve origem no Movimento Civico "Avisar Toda a Gente",devido aos graves crimes que há décadas são cometidos na Ria Formosa, e que se vem degrandando as aguas da Ria Formosa ao acumular a cada ano que tem passa veeno atrás de veneno,que cada vez mais, afectae degrada,  a qualidade das aguas da Ria Formosa, e por consequência final,afecta  todo o  frágil ambiente , desse ecosistema unico, que devia ser protegido e é envenenado diariamente,  por esgotos Tóxicosdirectos para a as aguas da Ria,  com proveniência da CMOlhão, da CMFaro e das ETARs assasinas de Olhão Poente e de Faro Nascente. que deu origem á mundança de clase B para C da maioria dos viveiros do concelho de OLhão.
Por ultimo um grupo de cidadãos fez uma Petiçao Publica sobre a poluição e em defesa da  Ria Formosa, que chegou ao parlamento,palas mãos de Cristóvão Norte.

A Assembleia da Republica recomenda,  nessa resolução,  que se faça um levantamento de todas as fontes de poluição microbiológica que vão afectar os bivalves que são produzidos e apanhados na Ria Formosa. existentes na Ria Formosa.

O Olhão Livre há anos, que anda a alertar as entidades oficiais, sobre o grave problema da poluição da Ria Formosa seja com origem de esgotos assasinos direcotos para as a Ria Formosa,  da CMOlhão e da CMFaro, assim como as descargas assasinas das ETARs assasinas provenientes da ETAR Poente de Olhão e a ETAR Nascente de Faro,que foram construidas para tratar os esgotos como mandam as leis da União Europiea,mas que fazem precisamente o contrário,ao concentrar o veneno e descaregar nas aguas de producação de Bivalves e nas aguas de producção de sal tradicional sem ser tradado, assim com na producção de flor de sal.
Todos sabemos que é a saude publica que está em perigo, as entidades tem andado a esconder esses crimes há anos, e  jogar ao jogo do empurra,dizendo que são descargas pontuais, quando essas são na realidade diárias.
As Aguas do Algarve por sua vez de vez enquanto vem com a promessa de fazer uma nova ETAR para servir Faro e Olhão mas que são só promesas,sempre que há revolta de quem trabalha na Ria Formosa..

A  resolução da Assembleia da Republica, é no entanto, mais um jogar de areia para os olhos das pessoas pois propões fazer um levantamento exaustivo das fontes de poluição, quando na realidade essas fontes estão praticamente todas indentificadas,pois foi entregue ao deputado do PSD Cristóvão Norte numa paresentação Publica na Sede do IPMA em Olhão uma loonga lista de fontes de poluição de origem venenosa na Ria Formosa.

Pela nossa parte,  e para abrir os olhos ao governo que é a quem é recomendada a resolução,vamos começar a publicar algumas fotos, da fontes mais polémicas da contaminação microbiológica que sabemos,assim sendo, hoje vamos publicar algumas  fotos das  descargas de excrementos humanos directos para as Aguas deProducção de Bivalves,  com origem na rede de esgotos da CMOlhão.

Foto Nº1:Colector de esgotos implantado no leito da Ria Formosaa 30 metros de zonas de viveiros de amêiojas e ostras e a menos de 300 metros de uma Praia de Bandeira Azul conhecida por Fuzeta Ria.


Foto Nº2: Esgoto da "Marina" em OLhão descarrega para dentro do Porto de Recreio de OLhão,  situado a menso de 100 metros da Zona de viveiros de amêiojas denominado Ilhote Negro.
Esse esgoto situa-se no Jardim Pescador Olhanense, local  onde se vai realizar o Festival do Marisco de Olhão se vier algum repsentante do governo a esse Festival que se avi realizar daqui a 2 semanas pode trazer máquina e registar o local sempre poupam uns milhares de € no levantamento dessa descargas assasina da CMOlhão.
 



Foto Nº3: Descarga da ETAR Poente de Olhão,situada em Belamandil,  a menos de 50 metros estão os viveiros da Ilha da Lebre, e a menos de 500 metros estão salinas que produzem sal tradicional que é comercializado sem ser lavado assim como é coletada a famosa Flor de sal que não pode sequer ser lavada.
 

Como não queremos saturar as pessoas com mais fotos, que há anos andamos a publicar vamos deixar para outros artigos dedicado  a Faro e a Olhão,no sentido de acabar de vez com o veneno que as entidades publicas descarregam nas Aguas de Producção de Bivalves e de peixes que são todas as aguas da Ria Formosa.
As pessoas que são defensoras do ambiente, e que gostam de comer bom peixe e bom marisco da Ria Formosa, sem ser ter de correr o perigo de uma diareia,ou de outras compilicações bem mais graves,devem  exigir que os politicos eleitos, que  durante anos andaram a cometer esses crimes de saude publica sejam condenados, e que acabem de uma vez por todas com essas descargas, em vez de andarem a gastar o nosso dinheiro, com Lendas, com festas e festarolas, do que com o futuro negro, de quem tem nas aguas da Ria Formosa, a sua unica fonte de sustento para si e para os seus familiares.




sexta-feira, 1 de agosto de 2014

OLHÃO: POVO RANHOSO?

"Odeiooooooo!!... Já não basta termos que esperar em filas desesperamente grandes, eis que o civismo não abunda. Cheiro nauseabundo, crianças ranhosas e obsoletas, enfim... cada vez mais partilho a linhagem nas famílias tradicionais. "
A expressão acima, foi utilizada por Jorge Miguel Tavares na sua cronologia do Facebook e acompanhava uma imagem do Registo Civil de Olhão, entretanto retirados porque alguém lhe terá chamado a atenção para o desastroso conteúdo..
Comecemos então por dizer quem é o Jorge Tavares; durante o mandato anterior, admitido pela porta do cavalo na Ambiolhão como técnico superior, mas que na verdade exerce as funções de assessor de imagem de António Pina, presidente da Câmara Municipal de Olhão. Curiosamente, embora a Lei determine a completa separação de poderes entre as autarquias e o sector empresarial local, reservando às autarquias os actos inerentes aos accionistas, a verdade é que sendo funcionário da Ambiolhão, o Jorge Tavares trabalha de forma efectiva na Câmara, o que só acontece porque um outro podre da politica, Eduardo Cruz, de seu nome, entende tratar-se de "serviços partilhados" numa de mais uma das suas invenções.
Ficámos a saber o que Jorge Tavares pensa da maioria do Povo de Olhão, uma cambada de ranhosos. Bastaria ser forasteiro para que numa atitude comedida, ainda que assim pensasse, não o dissesse, mas disse-o, e disse-o de um Povo que paga principescamente a este parasita, que tal como um barco velho, a meter agua pela popa e a precisar de um batoque. É evidente que se trata de uma opinião pessoal, que só a ele vincula. Será?É que se formos analisar os comportamentos, atitudes e decisões dos nossos autarcas, António Pina e Eduardo Cruz, em nada diferem da bacorada do Jorge Tavares. Serão necessários mais batoques naquela casa?Parece que sim!
Com o passar do tempo, a Câmara Municipal de Olhão, e António Pina já lá está desde 2005, tem vindo a promover guetos para onde encaminha os olhanenses, desinserindo-os da frente ribeirinha e desertificando zonas como o Levante, a Barreta, Mundo Novo e agora pretende fazer desaparecer as Barrequinhas. No passado ninguém se interessava por aquelas zonas, mas agora existe uma disputa enorme por cada palmo de terra, não para estar ao serviço dos olhanenses, mas para servir interesses dos especuladores imobiliários e ali introduzir o elemento estranho, os forasteiros.
Considerando que os olhanenses são feios, porcos, maus e ranhosos, há a necessidade de escondê-los de quem nos visita, como se o Povo, com as suas caracteristicas próprias e historia, não fizessem parte do nosso património e objecto de apreciação e valorização turística de quem nos visita.
F. d P., a única coisa que sabem fazer no exercício do Poder é denegrir o seu próprio Povo. Até quando?
REVOLTEM-SE, PORRA!