quarta-feira, 12 de novembro de 2014
OLHÃO: AMBIOLHÃO FALIDA?
OLHÃO: PRESIDENTE DE FACA NA LIGA
terça-feira, 11 de novembro de 2014
OLHÃO: PINA CONDENA OLHANENSES A VIVER NA RUA!
OLHÂO: AMBIOLHÃO RESPONDE AO OLHÃO LIVRE!
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
OLHÃO: CÂMARA CADA VEZ MAIS OPACA!
OLHÃO: AUSTERIDADE APLICADA NA FACTURA DA AGUA
Entendeu a Câmara, não se sabendo como foi alterado o Regulamento para o fornecimento de agua, que os munícipes sejam penalizados com uma taxa fixa em caso de atraso no pagamento da factura da agua e muito boa gente concordará com a medida, mas...
domingo, 9 de novembro de 2014
OLHÃO: PINA MALABARISTA!
António Pina não dá ponto sem nó, tentando iludir os olhanenses com atitudes próprias de um malabarista!
OLHÃO: EM DEFESA DA ZONA HISTORICA
sábado, 8 de novembro de 2014
OLHÃO: PINA, O REI DOS TRAPALHÕES!
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Olhão - reunião pública para discutir o PDM
Esta é a mensagem do grupo de cidadãos I Love Olhão, lutando para salvar a cidade daquilo que considera ser o flagelo de um plano sem pés nem cabeça.
Uma reunião amanhã à noite (08 de novembro) na Sociedade Recreativa de Olhão vai ser o lugar ideal para as pessoas poderem dar a sua opinião. Estarão expostos os planos da Câmara e haverá uma palestra, dada por um arquiteto que tem uma idéia muito diferente sobre a forma como deve ser gasto o dinheiro do concelho.
Um e-mail enviado esta tarde para todos os apoiantes do grupo I Love Olhão lembra que este arquiteto tentou "aconselhar a Câmara" sobre a melhor forma de remodelar a zona histórica.
Todos são bem vindos. A reunião é às 18:00. Para mais detalhes consulte a página do facebook do grupo I Love Olhão.
Pires de Lima a discursar almareado!
Alamareado palavra do dicionário dos filhos DÓlhão, que pode ter dois significados: Que a cabeça de um sujeito embarcado num barco, deixa de regular, por esta ser abanada constatemente, de um lado para o outro, devido à ondulação do mar.
Em Olhão terra de gentes do Mar ,dizer a algum maritimo que está almareado é uma das maiores ofensas, pois é sinal que não serve para a lida do mar, uma pessoa que fique alamareado numca pode chegar a mestre de um barco, pois nada pior num barco que um mestre que a cabeça pode deixar de regular, por estar almareado,mesmo como camarada um pescador almareado é muito mal visto.
É bem possivél que Pires de Lima, com o discurso de ontem na Assembleia da República, se sentisse almareado, pois o barco que embarcou a meio da viagem, abana por todo o lado, tal a podridão em que se encontra, sendo assim é lógico que o discurso seja fruto dessa almareação.

Outro significado de Almareado em Olhão, é: O estado em que fique um sujeito, que se meteu nos copos de maneira descontrolada, que a bebida lhe toldou os miolos, e como tal :Não diz coisa com coisa e os gestos ficam descontrolados.
Pelos sinais que vi ontem no discurso de pires de Lima é bem possivél que também seja essa almareação que Pires de Lima tinha.
Apanhar uma Alamareação destas, na Assembleia da República também não é dificil, basta saber que as bebidas alcólicas, no bar dessa Assembleia são mais baratas que um sandes e um galão:
O povo português tem de uma vez por todas, de escolher bem os seus mestres, pois os mestres que escolheu até aqui, de uma maneira ou de outra sofrem muita de uma ou de outras almareações, por isso o melhor é dar baixa dessa gente inutil, ou jogá-los pela borda fora, antes que o barco naufrague de uma vez por todas.
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
OLHÃO: PINA AJOELHOU!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Demolições na Ria Formosa! O governo diz que é ilegal construir em D.P.M. mas os poderosos, continuam a construir dentro de agua na Ria Formosa!
Paulo Lemos secretário de Estado do Ambiente, afirmou ontem a necessidade de demolir habitações no Domínio Público Marítimo no âmbito do Pólis da Ria Formosa
Segundo afirmações de Paulo Lemos as casas a demolir “São segundas habitações, casas de férias, em Domínio
Público Marítimo (DPM), ou seja num terreno que é de todos nós, e são
ocupações ilegais. Compreendemos a posição da Câmara, mas não
concordamos com ela, porque achamos que se impõe repor a legalidade
nesta área. Não podemos deixar que o domínio público seja ocupado por
quem, por sua própria iniciativa, lhe apetece”.
Lendo as afirmações de Paulo Lemos, que é ilegal construir em DPM( Dominio Publico Maritimo), não posso deixar de perguntar o seguinte: Qual a diferença entre as casas que o Governo quer jogar abaixo, para levar à prática as intenções do governo de Socrates, que foi quem aprovou, o Programa Polis Ria Formosa, e estas casas construidas em Dominio Publico Maritimo nas margens da Ria Formosa?
Começamos hoje por ilustrar a construção realizada, ao mesmo tempo que decorria o Programa Polis Ria Formosa, essa nova construção na Ilha da Armona é denominda como a casa nº 176, que estava fora da área concessionada à
Câmara Municipal e não foi permitido à anterior proprietaria a
construção de um muro do quintal porque a casa era para demolir, mas eis
que e depois de vendida, o novo proprietario já pode, porque no âmbito
do Polis a cartografia da área concessionada poderia ser alargada. E
assim sem qualquer titulo de utilização a Câmara licenciou a obra.
O actual dono aproveitou e colocou a casa na linha do Preia Mar, ou seja com a maré cheia os donos lavam os pézinhos nas aguas da Ria Formosa, querem melhor luxo?
A demolição e reconstrução da casa 176 da ILha da Armona, foi concedida a Keltan,SA, uma
imobiliária de Almancil e dizem as vozes de quem ouve,nos gabinetes da CMO e no PNRF, que houve a ingerência, e
influencia de um antigo ministro do ambiente, quem sabe o padrinho da
Ria Formosa. Mostra o episódio também que o Polis de má memoria, serviu e
serve para alterar os traçados da forma mais conveniente para algumas
famílias politicas; assim aconteceu na Praia de Faro; assim aconteceu na
Ilha do Farol.
De salientar que a antiga casa era em madeira foi totalmente demolida e a construção foi em betão é na maior parte em betão e alvenarias de tijolo e argamassa ,quando o PNRF só autoriza reconstruções de antigas casas se forem restauradas de modo a que sejam desmontáveis sendo assim a sua construção numca poderia ser em Betão mas sim em madeira ou contraplacado.
De salientar que o Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão" fez uma queixa sobre essa ilegalidade, à vista de todos aprovada pela CMOlhão, mas como sempre a justiça para os poderosos é lenta, ou então os papeis da queixa ou desapareceram,ou foram colocados no fundo da gaveta, como às vezes acontece.
Se as demolições na Ria Formosa forem avante como é vontade do Governo, veremos se essa casa vai ficar de pé junto a muitas outras de outros poderosos e politicos com influência a nivél dos partidos do arco da governação.
A foto da casa foi retirada da página do F.B, de Luis Salero Viegas um militante do PSD, e um dos membros da mesa da Assembleia Municipal de Olhão
As pessoas não se podem deixar ir na conversa dos partidos traidores!
Se querem que as sua casas não sejam demolidas tem de LUTAR,
Se querem que as suas casas não sejam demolidas,tem de se ORGANIZAR!
Se querem uma luta forte tem de ser SOLIDÀRIAS!
Perante isso nada melhor que ser solidários com as pessoas das casas da Ilha da Ratas, em frente a Olhão e a Culatra, onde há cerca de 30 pessoas com casas de 1ª habitação, que o governo quer jogar abaixo,sem arranjar sequer uma solução de realojamento para essas pessoas,mais uma vez o governo mente, pois diz que só vai abaixo, casas que não sejam 1ª habitação.
Na Ilha da Ratas a maior parte das casas são de mariscadores de pescadores 30 são de 1ª habitação, e vão abaixo, conforme ontem denunciamos neste blog.

OLHÃO: ATÉ OS CANARIOS SE CORROMPEM!
OLHÃO: CÂMARA DISPONIVEL PARA DUPLICAR PREÇO DA AGUA!
terça-feira, 4 de novembro de 2014
OLHÃO: DEMOLIÇÕES OU ABAIXO COM A CANALHA QUE NOS GOVERNA?
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
OLHÃO: GATUNOS, VÃO ROUBAR PRÁ ESTRADA!
Começamos pelo numero de meses da factura de baixo, o primeiro erro, ao dizer que a factura é de dois meses e uma vez que não poder do passado, deve ser do futuro!
Na listagem do roubo, também na factura de baixo, pode ver-se que a leitura regista o consumo de três metros, que são debitados mas dos quais, um é deduzido, talvez para acrescer à próxima factura e provocar uma mudança de escalão, levando o consumidor a pagar mais do que devia.
Ainda na factura de baixo, reparem bem e confiram em casa, é criada mais uma nova taxa a TAXA DE GESTÃO DE RESÍDUOS. Mais um roubo a acrescentar a todo o outro que é esta facturação.
Nesta taxa de gestão de resíduos não há qualquer dedução, ou seja, na próxima factura, com o acréscimo da dedução feita na leitura deste mês, vai aparecer a mais, a facturação desta taxa.
Comparando as duas facturas, pode verificar-se que o habitual prazo de pagamento que era o dia 29 de cada mês, passa agora para o dia 17. Os consumidores que criaram o habito de pagar a 29, na maioria dos casos, vai ser apanhado de calças nas mãos e deixar passar o prazo, o que vai dar origem a novo roubo se forem um pouco rigorosos com a circular que fizeram chegar.
É que nessa circular se anunciava uma "multa" para os retardatarios de cinco euros, se acaso não pagassem dentro do prazo limite.
Com tanto gamanço às algibeiras do consumidor, é caso para os mandar roubar para a estrada.
A Câmara Municipal de Olhão é o accionista único da empresa Ambiolhão, e no órgão com o mesmo nome, a oposição detém a maioria, mas parece que estes assaltos ao consumidor passam um pouco ao lado da vereação, que prometeu mais transparencia na gestão não só da autarquia mas também do sector empresarial.
Os factos agora denunciados mostram a forma cúmplice como a oposição e o Poder se comportam em relação aos munícipes,
Rua com a Oposição e o Poder, porque estão contra o Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!
OLHÃO: POVO CONTRA...
domingo, 2 de novembro de 2014
Será que a GNR sabe ler? Relato de uma cidadã que foi tratada como terrorista!
Ontem apanhei o susto da minha vida. Foi tão grande que quis esquecer
tudo e não falar sobre nada. Tomei uns calmantes que me mantiveram tão
calma que decidi desculpar tudo...
Mas hoje, acordei e pensei: “Ganda cena, aconteceu mesmo!”
Não dormi quase nada a pensar e até sonhei com isto.
NÃO POSSO FICAR CALADA!
Eu tinha acabado de me levantar, estava no corredor porque ia a
cozinha, ainda meio ensonada, e ouço aquilo que me parece uma explosão,
dou um pulo e vejo uma mão cheia de homens encapuçados entrarem me pela
casa adentro..
O meu primeiro pensamento foi que eram ladrões. Fugi
para a cozinha e com o pânico, aos gritos, amaranhei, ou tentei
amaranhar, por uma parede.
Quando me viro de frente só vi luzes que me ofuscavam apontadas a minha cara e canos de metralhadoras.
Pensei "isto não está a acontecer" e gritei : "Isto é alguma partida? É algum treino?"
Eu estava em pânico. Gritaram para que me deitasse no chão. Só depois
de me deitar no chão, por não ter as luzes apontadas aos olhos consegui,
perceber que aquilo eram fardas e percebi que os senhores encapuçados
tinham a sigla GNR na roupa.
Pensei "passa-se qualquer coisa na rua e vieram ajudar-me”.
Deitei me no chão enquanto gritava: “Eu deito-me mas expliquem-me, por favor expliquem- me!”
Continuava apavorada mas mais calma por perceber que eram polícia e não
ladrões até que oiço um grito forte e duro "algemem-na"!
Nesse instante parei de gritar.
Gritaram:"mãos atrás das costas!" Meti as mãos atrás das costas e com
toda a calma do mundo perguntei: "Algemem-na? Porquê? Deixem-me ir
buscar os meus documentos, deixem-me identificar. Eu nem sou a
proprietária da casa, é alugada!"
Gritaram de novo: "Calada! Apertem bem as algemas!"
Voltei a entrar em pânico. Retomei os gritos: "Deixem-me ir buscar os meus documentos por favor!"
E eles, sempre a gritar: "Cale-se! Não tem que falar. Já vai falar onde tem de falar!"
Ao que eu respondi: "Mas daqui a nada tenho que ir buscar o meu filho à escola. Deixe-me ligar a alguém!"
A resposta: "CALADA!"
Entrei em pânico. Não sabia o que fazer! Não sabia o que se passava nem o que ia acontecer. O que queriam fazer…
Não sabia porque me estavam a fazer aquilo.
Depois de revistarem a casa ouço o grito: "LEVEM-NA!"
Fiquei ainda pior.
Levantaram-me do chão, pegaram-me pelos braços e arrastaram-me pelo corredor.
Eu esperneei e gritei: “Por favor, não! Eu tenho um filho, isto é uma
vergonha. Assim não! Deixem-me vestir! Pelo menos vestir…"
Eu estava descalça, com uns calções e uma t`’shirt de pijama.
Quando estavam prestes a sair comigo a rua naquele estado alguém me
puxou de forma abruta para a sala que ficava em frente à porta da rua,
puxou uma cadeira e sentou-me.
Um dos mascarados gritou: "COMO É QUE SE CHAMA? "
Eu dei a resposta. Tremia por todos os lados e disse: "Cheila. eu chamo-me Cheila."
Perguntam de seguida: "Onde está..." e dizem o nome de um homem. Na minha casa o único homem é o meu filho...
Eu não respondi logo. Primeiro ri me tanto, por perceber que ia ficar
esclarecido, e depois esclareci: “Não é nesta casa! Aqui não vive nenhum
homem!"
Eles perceberam que estavam na casa errada e foram para outra.
No entanto continuei naquela cadeira, sentada e algemada, porque, diziam eles "o protocolo deve ser seguido até ao fim!"
Eu pedi por favor para me tirarem as algemas disse que estava demasiado
exaltada e que a mão estava dormente mas responderam que não podiam até
se esclarecer tudo...
Mantiveram-me algemada naquela cadeira.
Olhei para trás e vi a minha mão roxa e disse: "Estou a ficar com a mão roxa. Não podem alargar as algemas?"
Responderam-me que não. Disseram que iam chamar o "cabo da operação ".
Enquanto permanecia algemada explicaram-me que esta era uma
investigação que vinha de há muitos meses e que tinha havido um engano.
Eu disse "Então já me podem tirar as algemas?"
Responderam-me que já tiravam. Era só mais um bocado. Disseram-me que se eu não me mexesse não me aleijavam tanto…
Até que apareceu um senhor e gritou: "DESALGEMEM A RAPARIGA!"
Depois, super-simpáticos perguntaram se precisava de ir a um hospital.
Disseram que pagavam os estragos e que estavam preocupados comigo.
Perguntaram se me tinham aleijado. Eu só queria sair dali. Disse que
estava tudo bem e fui logo para casa da minha irmã que me deu uns
calmantes.
Foi a pior experiência porque já passei. E se ontem eu não queria tocar neste assunto, hoje só quero que sejam repreendidos.
É verdade que DEPOIS foram simpáticos mas isto não se faz. Isto não
pode acontecer. O meu filho estava na escola mas podia estar em casa.
Não pode ser!
Foi por muito pouco que não sai à rua naqueles preparos e algemada.
Só não aconteceu porque não me calei como ordenaram.
ESTAS COISAS NÃO PODEM ACONTECER! NÃO PODEM MESMO!
Para eles foi só uma operação calma em que tiveram uma entrada fácil
numa casa onde não foi oferecida resistência. Para mim, para mim foi um
filme de terror que nunca mais acabava.
Isto não pode ficar assim!!!
E dou aqui a conhecer porque tem havido mais gente a relatar me casos destes.
Ouvi alguém dizer e é verdade:
"Mas então, dão armas a quem não sabe ler?"
Este relato foi retirado daqui
Nota do Olhão Livre: Este relato da cidadão Cheila, é demasiado grave para ser verdade,e um autêntico atentado a todos os cdadãos que vivem num estado de direito,fazendo-nos recuar ao tempo em que a PIDE invadia as casas,parta as levar presas, sem qualquer mandato juducial.






