sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

182 médicos do Centro Hospitalar do Algarve ,denunciam o mau estado da saude nos Hospitais do Algarve!


Ordem dos Médicos quer inspecção ao Centro Hospitalar do Algarve 

  • Em causa estão um abaixo-assinado que reúne as assinaturas de 182 médicos do Centro Hospitalar do Algarve a denunciar a falta de condições nos hospitais que integram o CHA e queixas de doentes que se deparam com faltas de material
 Uma inspeção à gestão do Centro Hospitalar do Algarve (CHA) e um inquérito sobre as afirmações do presidente do Conselho de Administração sobre a atuação dos médicos daquela entidade foram solicitadas pela Ordem dos Médicos, disse hoje o Bastonário.
“Achamos absolutamente essencial que o ministro da Saúde tire as suas conclusões e tome providências mas que também a Inspeção Geral das Atividades em Saúde faça o seu papel e tal como já foi solicitado por escrito pela Ordem dos Médicos faça uma inspeção ao CHA, disse o bastonário José Manuel Silva, após uma reunião com vários médicos no Algarve.
Em causa estão um abaixo-assinado que reúne as assinaturas de 182 médicos do Centro Hospitalar do Algarve a denunciar a falta de condições nos hospitais que integram o CHA e queixas de doentes que se deparam com faltas de material.
O ambiente naquele CHA adensou-se mais desde que foram conhecidas as afirmações à comunicação social do presidente do Conselho de Administração do CHA, e ex-bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, apelidando de “burros” e “tontos” os médicos do serviço de cardiologia que informaram um doente que não poderiam realizar um exame por falta de material.
Em declarações à comunicação social, José Manuel Silva disse que existem problemas nos serviços de saúde de todo o país por via dos cortes impostos “além do que foi preconizado pela ‘Troika’” mas que no caso do Algarve verifica-se “uma agudização de todos os problemas e uma péssima gestão dos recursos humanos”.
O bastonário lamentou a situação vivida no Centro Hospitalar Algarvio e comentou que estes episódios são prejudiciais ao propósito de atrair para o Algarve mais médicos especialistas.
Sobre os comentários de Pedro Nunes relativamente aos médicos de cardiologia, o presidente do Conselho Distrital do Algarve da Ordem dos Médicos, Ulisses Brito, considerou em comunicado que Pedro Nunes “ao recorrer ao insulto dos médicos que cumprem o seu dever (…) só revela que não preza os profissionais da sua Instituição”.
Caso as afirmações de Pedro Nunes sejam consideradas uma violação de preceitos éticos do Código Deontológico, José Manuel Silva diz que as consequências poderão variar entre uma repreensão ou uma censura.
“Não me parece que se chegasse a uma situação de suspensão e certamente nunca a uma situação de expulsão”, acrescentou.
As condições de atendimento do CHA e as polémicas com o presidente do Conselho de Administração foram motivo para que a Comunidade Intermunicipal do Algarve e o ministro da Saúde se reunissem hoje.
Segundo o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve, Jorge Botelho, considerou que Pedro Nunes está numa “posição insustentável” e sem condições para continuar a gerir aquele Centro Hospitalar.
Noticia retirada do I on line
Nota do Olhão Livre:Os médicos e toda a população,em geral,  devem de se revoltar,e  exigir a demissão imediata do mentiroso Pedro Nunes, e do ministro da saude que lhe apara os golpes, Pedro Nunes esse, que  não tem feitoouta coisa,  do que destruir o que resta do SNS no Algarve.

OLHÃO: A PALHAÇADA POLITICA SOBRE OS BIVALVES DA RIA FORMOSA

Segundo o edital do IPMA do passado dia 4,está interdita a apanha de todas as espécies de bivalves da Ria Formosa, excepto a ameijoa-boa.
A interdição agora decretada não resulta de um qualquer resultado analítico negativo, mas sim da ausência de analises, porque não foram proporcionadas as amostras para esse fim pelo dirigente da Cooperativa Formosa que a tal se comprometeu, o que não desculpabiliza o IPMA do incumprimento daquilo que é uma obrigação sua, delegada em terceiros.
Este dirigente da Formosa leva, há anos, a bajular os presidentes, passado e presente, da Câmara Municipal de Olhão, encobrindo o impacto dos esgotos directos. Não admira que assim se comporte, uma vez que tem contratos com a autarquia, sobrepondo os interesses pessoais acima dos da classe a que pertence.
Quanto ao palhaço politico, feito presidente de Câmara, que veio deitar agua na fogueira da crise dos bivalves, é caso para lhe perguntar porque razão não vem agora a terreiro fazer a defesa dos produtores de bivalves.
Esquece esta medíocre criatura que o que está em causa é o impedimento do direito ao trabalho, não por qualquer imposição legal, mas tão só, porque o IPMA não tem meios para fazer a recolha das amostras necessárias, assim como o não tem o dirigente da Formosa. Na falta de meios daqueles e sabendo-se que daí poderia resultar o impedimento agora decidido, não poderia a Câmara Municipal de Olhão, suprimir a ausência daqueles, ao abrigo de um acordo de cooperação institucional, como já o fez noutras situações. A Câmara Municipal de Olhão deveria representar, defender, salvaguardar os interesses do Povo de Olhão, mas pelos vistos os únicos acordos capazes de fazer, visam sempre alimentar a ganancia, o lucro de alguns poucos, amigos ou camaradas.
Quanto ao produtores de bivalves podem e devem criar uma associação que defenda efectivamente os seus interesses, com a qual estabeleça uma relação de forte unidade, capaz de bater o pé às entidades que têm a tutela da Ria Formosa. Um exemplo pela positiva é a Associação de Moradores da Ilha da Culatra. Sabemos que existe alguma inveja ou ciumeira pelas conquistas dos moradores e da sua Associação, mas tal deve-se à forte ligação e unidade entre representantes e representados na defesa intransigente dos seus interesses. Aquilo que obtiveram foi fruto das lutas travadas e esse é o caminho da vitoria.
Se os produtores de bivalves são representados por fantoches subservientes às entidades publicas, que abdicam de lutar pelos seus interesses, então não esperem obter vitorias, caminhando para a derrota, que no caso da Ria Formosa, poderá no curto-médio prazo, levar ao abandono de todas as actividades tradicionais da Ria.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Hospitais publicos do Algarve com falta de pessoal de medicamentos e de material!! É tempo de revolta popular, em defesa do SNS!

Pedro Nunes, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Algarve (CHA), acusa a médica cardiologista que, na segunda-feira, escreveu na nota de alta de um doente que a falta de um exame fundamental se devia à «ausência de material necessário à sua realização», de ser «uma tonta, que se deixa influenciar por meia dúzia de colegas tontos».
 Extrato da noticia do Sul Informação on line
Nota do Olhão Livre: Pedro Nunes apelida uma médica de Tonta, por dizer a verdade que toda a gente sabe, só que tem medo de dar a cara.
Já há que tempos que Pedro Nunes é contestado por uma grande maioria das médicos no Algarve,e ppor alguns autarcas, basta ler estas noticias do Publico on line:
 "Os autarcas algarvios estão divididos quanto à forma de manifestar ao Governo o seu descontentamento pela “degradação dos cuidados de saúde” – situação denunciada num abaixo-assinado subscrito por 183 dos 220 médicos especialistas dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos.

Os cortes orçamentais e a forma como o Centro Hospitalar do Algarve (CHA) está a ser gerido, queixam-se os clínicos, levam a que as restrições já tenham graves consequências: “falta de medicamentos e de material de uso corrente – seringas, agulhas e luvas”."

 "Na carta divulgada no final da semana passada, os clínicos acusam Pedro Nunes (ex-bastonário da Ordem dos Médicos) de fazer “ameaças” e “chantagens” aos médicos que têm contestado a sua gestão. “Será preciso morrerem pessoas em catadupa, para tomarmos uma posição?”, perguntou a presidente da Câmara de Portimão, Isilda Gomes (PS), manifestando-se indignada com o que se passa no Hospital do Barlavento (Portimão). "
Extratos de noticia retirda do Publico On Line

Pedro Nunes está a exercer o cargo no Algarve a mando do governo, para acabar com o que resta de bom do SNS, basta para isso ver que acabou com o serviço de cardiologia do Hospital em Portimão obrigando assim parte dos médicos de cardiologia do Hospital de Faro, a deslocarem-se a Portimão 2 vezes por semana afectando assim o óptimo serviço de cardiologia que existia do Hospital Distrital de Faro.
Diz Pedro Nunes que não falta material nos Hospitais e cCentros de Saude no Algarve quando ainda hoje se viu na televisão um filho de uma doente dizer que o Hospital de Lagos lhe pediu para çevar insulina e seringas para o tratamento da mãe.
Também no Hospital de Faro faltam almofadas entre outras coisas hápoucos dias num post feito pelo Olhão Livre denunciavamos estas situações no Hospital de Faro(pode ler carregando aqui).
Um familiar de outro utente queixava-se de que lhe teriam sido pedidas almofadas e gel de banho entre outras coisas, para dar assistencia ao doente internado a contas com escaras de decubito. Com o tempo ainda vão pedir para levar os medicamentos, os medicos e enfermeiros e tudo mais que for necessario para o hospital funcionar.
 No mesmo post podemos ver uma nota de debito emitida pelo Centro Hospitalar do Algarve e relativa a uma taxa moderadora de uma transfusão de sangue, que ao que nos asseguram não foi efectuada, mal se percebendo como se cobram serviços que não são fornecidos, mas que deste centro hospitalar já se espera tudo.
Com todas essas situações quem é o Tonto e o mentiroso?
Nós em Olhão devemo-nos revoltar e exigir hoje na sessão  da Assembleia Municpal uma moção de repudio de toda a vergonha que se passa na saude no nosso Hospital Distrital de Faro e em todos os estabelecimentos  hospitalares de saude publica no Algarve.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Naufrágio em França pode causar desastre ambiental! E se este naufrágio fosse na Ria Formosa?

Cargueiro espanhol parte-se em dois na costa francesa



Navio não transportava carga, mas os 127 metros cúbicos de combustível  e as 12 toneladas de óleo que contém podem causar um desastre ambiental.
Carolina Reis


Cargueiro espanhol parte-se em dois na costa francesa 
Um cargueiro espanhol partiu-se hoje ao meio no sudoeste da costa francesa. O acidente aconteceu, segundo o jornal "El País", depois do navio bater numa barra da praia basca francesa de La Barre, próxima da cidade de Anglet e perto do porto de Bayonne, para onde se dirigia.
Os 11 tripulantes do "Luno" foram evacuados por dois helicópteros. "Eles estão chocados e cheios de frio ", disse o vice-presidente da câmara de Bayonne, Dallennes Patrick.
O navio não transportava carga, mas tinha nos seus depósitos 127 metros cúbicos de combustível e 12 toneladas de óleo. As autoridades francesas, de acordo com o jornal "Le Monde", lançaram o plano antipoluição marítima para controlar uma eventual fuga de materiais perigosos.
"Nós não sabemos se os depósitos são compartimentados",disse o vice-presidente da Câmara de Bayonne no seu Twitter.
O "Luno" já tinha tido problemas de motor antes do episódio de hoje, adiantou Jean Espilondo, presidente da Câmara de Anglet, à agência de notícias Reuters.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/cargueiro-espanhol-parte-se-em-dois-na-costa-francesa=f854366#ixzz2sTAQxGLJ
Noticia retirada do Expresso on line
Nota do Olhão Livre: E se este naufrágio acontece na  Barra Faro/Olhão à entrada da Ria Formosa?
Onde está o plano de antipoluição maritima para os residuos perigosos?
As autarquias de Faro e de Olhão saberão se este plano existe?Pelos vistos não devem estar muito preocupados com a poluição na Ria, pois Todos os dias as CMOlhão e a CMO poluem a Ria com esgotos Tóxicos como estes que podemos ver nas fotos.
Em Olhão o já celebre esgoto do T situado a menos de 50 metros da sede do IPMA e a 70 metros da Capitania do Porto de Olhão.Este esgoto já estáreferenciado como o local mais fotografado pelso turistas que visitam as ilhas,deve ser por isso que o aprendiz de presidente da CMO faz questão em o preservar.

Foto do esgoto tóxicoem Faro ao lado nascente das ruinas do Moinho de Maré ao pé da  Horta da Areia,epor nós há muito denunciado,infelizmnete só a moto lá não está o veneno essse continua todos os dias a vertere a envenar as Aguas de Producção de Bivalves na ZPE da Ria Formosa.
O actual presidente da C.M.Faro  Rogério Bacalhau afirmou no Face book, que são aguas saponárias.



OLHÃO: PARA QUANDO A NOVA ETAR?

No passado fim de semana, uma comitiva liderada pelo presidente da Águas do Algarve e integrada por uma posta de bacalhau, visitou as Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Faro Noroeste e Faro Nascente, estando prevista outras visitas do género às instalações similares da Ria Formosa.
Como já vai sendo habitual e apesar de serem instalações e serviços de interesse publico, o Povo anónimo as interessado não é convidado para estas visitas não fosse algum atirar uma posta de merda às trombas do gang que polui as águas da Ria Formosa.
Da noticia publicada na comunicação social estrategicamente convocada, ressalta o facto de o prazo para conclusão da nova ETAR já não ser 2016 como indica o despacho do secretario de estado do mar, mas sim para 2017, segundo foi dito pelo presidente do concelho de administração da empresa poluidora, como se pode ver em http://www.sulinformacao.pt/2014/02/aguas-do-algarve-mostrou-as-etar-de-faro-ao-edil-rogerio-bacalhau/.
Muito provavelmente, e isso dizemos nós, nem será feita, uma vez que milagrosamente, na pior altura do ano para se fazerem analises à qualidade da agua da Ria porque o excesso de contaminação é mais que muito, os resultados são excelentes e apontam para a classificação da área de produção de bivalves como sendo A.
Nem sequer vamos dizer que há batota nestas amostragens, mas apenas que dá para desconfiar. O que queremos dizer, é que depois de três analises com os valores apresentados em Dezembro, as águas podem e devem ser reclassificadas, mas... não se justificando a realização de obras porque desnecessárias. A ver vamos no que esta merda vai acabar.
Certo é, que com mais ou menos analises e por melhores resultados que apresentem, os bivalves vão continuar a morrer, as biotoxinas vão continuar a fazer estragos e a vida de quem trabalha nesta ingrata arte vai definhar, até ao abandono da actividade.
Ainda que algumas pessoas tenham dado o beneficio da duvida ao aprendiz de presidente quando diz que dentro de três meses (já só faltam dois) apresentará um projecto de solução para os esgotos directos e que já tinha quinhentos mil euros para resolver o problema, nós entendemos que o edil apenas procura ganhar tempo e desviar as atenções do essencial. Em reuniões mantidas com os partidos da oposição, o aprendiz de mentiroso (também) questionou-os onde e como ia arranjar o "carcanhol" que pelos vistos não abunda no grupo empresarial da Câmara Municipal de Olhão.
É que com tanta falta de dinheiro e com o Povo a reclamar a extinção das empresas municipais, o presidente parece ter arranjado mais um tacho para um familiar, com um dos tais concursos onde a entrevista tem mais peso que a parte técnica, para director financeiro da Ambiolhão.
Vão roubar para outro lado!
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

OLHÃO: A TRAPAÇA DA CM OLHÃO NA QUINTA JOÃO DE OUREM

Na sequência da contestação, enquanto ré, da Câmara Municipal de Olhão ao pedido de nulidade do alvará de loteamento da Quinta João de Ourem, apresentado pelo Ministério Publico junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loulé, vimos agora trazer mais uma achega para que os nosso leitores percebam como funcionava e funciona a autarquia olhanense, as suas aldrabices grosseiras, para servir interesses que nada têm a ver com o Povo de Olhão.
A planta, na imagem acima, já tem alguns anos e encontra-se anexa ao processo, vem desmontar a mentira camarária, podendo tornar-se em mais um tiro nos pés dos nossos autarcas.
A Câmara Municipal de Olhão alega que a violação do PDM, se deve a um erro, porque a Planta Síntese do PDM está à escala de 1/25.000 e que qualquer milímetro a mais ou menos se traduz numa diferença de 25 metros. Pois bem, as plantas de localização, são feitas à escala de 1/10.000, diminuindo substancialmente a margem de erro, pelo que a fundamentação da Câmara tem qualquer cabimento. 
Mais, sabe a Câmara, que aquando da elaboração do PDM, as diferentes classes e categorias de espaço foram desenhadas por formas a ficarem delimitadas por estradas, caminhos, ribeiros, valados ou outros por forma a permitirem uma mais fácil delimitação.
E assim na planta que agora reproduzimos, pode ver-se que dentro do polígono desenhado pelos serviços técnicos da autarquia para sua defesa, que entre as inscrições Bairro Marechal Carmona e Quinta dos Franceses, sensivelmente a meio, está o traçado do caminho que serviu para a delimitação da fronteira de espaços urbanizável e agrícola, não restando qualquer duvida quanto à invasão do espaço agrícola para fins urbanísticos.
E como se isso não bastasse, o processo de loteamento por ter mais de 100 fogos e abranger uma área superior a quatro hectares, estava sujeito a discussão publica, que ninguém teve conhecimento.
Omite a Câmara Municipal de Olhão que fora dos espaços urbanizáveis não há lugar a loteamentos, pelo que alargar a área de loteamento dentro dos terrenos agrícolas, quase para o dobro, como o faz agora a Câmara, é mais uma operação de branqueamento dos erros cometidos a que o tribunal não será sensível.
A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, em devido tempo convidou a Câmara de Olhão a apresentar um projecto de enquadramento para viabilizar o loteamento, e foi a Câmara, porque o presidente entendia que quem mandava era ele, que se esteve borrifando para o assunto convencida de que não haveria consequencias. Em resumo, a Câmara Municipal de Olhão não foi pela sanação administrativa do incidente, optando pela confrontação, de tal forma que agora vem acusar a CCDR, como se fosse esta quem tivesse feito a asneira.
Para quem tenha duvidas a propósito deste assunto e muito especialmente os moradores, é pedir o acesso ao processo de loteamento da Quinta João de Ourem, que a Câmara municipal de Olhão está obrigada a conceder e verificar todas as trapalhadas que contem.
Mais, a Câmara Municipal de Olhão ainda tem a possibilidade de, em sede de revisão do PDM, propor uma solução que não prejudique os moradores da Quinta João de Ourem, apesar de ali passar um dos mais importantes aquíferos do Algarve, razão porque nem sequer podia ser praticada a agricultura intensiva naqueles terrenos e muito menos impermeabilizá-los.
António Pina, o actual presidente da Câmara de Olhão, mais não faz do que defender a sua coutada do direito à indemnização que os moradores têm, porque nestas andanças tocaria também ao Grupo Bernardino Gomes, com o qual mantém relações de privilegio.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Olhão esgotos directos para a Linha de Caminho de Ferro da CP em OLhão.

Há muito que em Olhão os esgotos são jogados para qualquer sitio sem que as autoridades façam algo,esta foto foi tirada da página do f.b, do Marcos Quitério e acontece no Bairro !6 de Junho em Olhão.
https://www.facebook.com/manduru
 
O que pode a C.M.Olhão fazer, perante  esta descarga  directa de esgotos não tratados, para a linha de caminho de ferro da CP,  quando é a própria C.M.OLhão que dá o exemplo e que diariamente desde há 30 anos, faz o mesmo com milhares de m3 de esgoto não tratado, que descarrega diariamente nas Aguas  de producção de Bivalves que  é  a Ria Formosa: Há uma lei do poluidor pagador, mas como pode a CMOlhão e o seu apreendiz de presidente Antonio Miguel Pina,  aplicar essa lei, se a autarquia que tão mal preside,  é a maior poluidora do Concelho?

domingo, 2 de fevereiro de 2014

C.M.Olhão C.M.Faro e Aguas do Algarve: Poluem diariamente e impunemente a Zona Humida da Ria Formosa!

Esgotos de Olhão ameaçam ria Formosa

Descargas de ETAR estiveram na origem da reclassificação imposta na apanha de bivalves.

Por:Pedro F. Guerreiro

As descargas da estação de tratamento de águas residuais de Olhão-Poente, diretamente para a ria Formosa, estão na origem da interdição da apanha de bivalves na zona, definida pela reclassificação implementada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

O problema afeta centenas de mariscadores. António Pina, presidente da Câmara de Olhão, assume responsabilidades, mas garantiu ao CM que está a fazer tudo para que seja resolvido.
"Na autarquia, assumimos a nossa parte da responsabilidade do problema, mas estamos, com a Ambiolhão [empresa municipal dedicada ao saneamento e tratamento de resíduos], a tentar chegar a uma proposta que possa resolvê-lo", revelou o autarca. Mas segundo Pina, "a autarquia não deixará de pedir responsabilidades à Agência Portuguesa do Ambiente e à empresa Águas do Algarve".

Estas entidades deverão proceder à "abertura de barras e canais" e à "construção de uma nova estação de tratamento de esgotos", apontada para 2016.

A reclassificação das zonas de apanha foi justificada com a "contaminação das águas e dos bivalves", nomeadamente por esgotos. Segundo Augusto da Paz, da Cooperativa de Viveiristas da ria Formosa, "os resultados das novas análises feitas têm dado bons indícios".
Noticia retirada do Correio da Manhã On line
Nota do Olhão Livre: Hoje é o Dia  Mundial das Zonas Humidas, mas a C.M.Olhão e o seu aprendiz de presidente  Antoniuo Miguel Pina, continuam a poluir a Ria Formosa,que faz parte dessa Rede Mundial de Zonas Humidas!
Aqui fica uma das fotos do crime diário da C.M.Olhão às Aguas da Ria Formosa: O Célebrte Esgoto do T


Também o actual presidnete da C.M.Faro  Rogério Bacalhau, continua a poluir as aguas da Ria Formosa com esgotos Tóxicos que ele diz serem aguas saponárias, aqui fica uma das muitas fotos do esgoto Tóxico situado em Faro ao lado das ruinas do Moinho de  Maré Moinho ao pé da Horta da Areia a Caminho do Cais Comerial onde a C.M.Faro, tem uma lixeira em Zona Humida, ao lado dos Estaleiros da autarquia:
 Para quem não acredita vale a pena dar um passeio aos 2 locais e ver o lixo existente no local de Fareo, que é Zona Humidae devia ser protegida é é envenadada!



Também as Aguas do Algarve tem muita culpa na Poluyição das Aguas da Zona Humida que  é a Ria Formosa,basta ver estas fotos para que não quiser ir ao local e enfrentar o cheiro nauseabundo que emanam as lagoas de decantação dessas ETARS assasinas,que há muito que deixaram de tratar os esgotos,simplesmente  os decantam.Aqui ficam as fotos: da ETAR Poente de Olhão propriedade das Aguas do Algarve:

E nesta foto pode ver a ETAR Nascente de Faro propriedade das Aguas do Algarve:

POo fim temos a imagem deste belo repucho de veneno  puro, que é de um colector de esgotos implantado no Leito da Ria Formosa na Zona Ribeirinha da Fuzeta:
Sabendo-se  onde ficam os locais de descarga do veneno, que destroem diariamente o frágil ecosistema da Zona Humida de importancia Mundial que é a Ria Formosa, sabendo-se que os poluidores são TODOS entidades publicas: Havendo queixas contra esses crimes diários, o que estão à espera para acabar com TODOS  eles, e  levar os criminosos a julgamento?

OLHÃO: SOCIALISTAS OU FASCISTAS?

Apesar de não termos sido convidados pelos parlamentares ditos socialistas para o evento que promoveram para o hotel dos cambalachos, publicamos hoje a imagem "roubada" ao presidente da concelhia socialista. O evento, uma operação de charme, visava discutir a nova Lei de Bases do Domínio Publico Hidríco e merece os nosso comentários.
Em primeiro lugar para dizer que normalmente são exibidas imagens do publico participante para provar do sucesso da iniciativa, o que não acontece neste caso, talvez por se tratar de um enorme fiasco.
Depois, porque a marcação de um evento destes para um hotel 5 estrelas e sem divulgação, e dada a natureza da matéria, dirige-se essencialmente aos mesmos parasitas que têm roubado o património do Povo, visando a legitimação do roubo.
A verdade é que o idiota em deputado veio dissertar sobre um assunto que submeteu ao parlamento sob a forma de proposta, porque entendia que os particulares não tinham tido tempo para reclamar os direitos de propriedade privada em domínios que seriam públicos.
A lei sobre o Domínio Publico Marítimo remonta ao ano de 1864 e tem sido actualizada, estando em vigor a Lei 54/2005, que definia como prazo para a obtenção do reconhecimento da propriedade privada o dia 1 de Janeiro de 2014, ou seja dava um prazo de oito anos para que os candidatos a proprietarios intentassem a acção judicial para verem reconhecido como direito seu, a propriedade presumida do Estado. Oito anos é tempo mais que suficiente mas para os socialistas algarvios parece muito pouco e sabe-se bem porquê.
A criação do Domínio Publico Marítimo visava a protecção do acesso ao mar e da orla costeira, zona agrícola por excelência cujos terrenos eram concessionados a privados por períodos que iam até aos cem anos. A transmissão familiar dos direitos de concessão, criou nalgumas pessoas a ideia de que tais terrenos eram seus, talvez pelo desconhecimento de que provinham de uma concessão.
A verdade é que os terrenos pertenciam ao reino, ao Estado, portanto de todos nós. Com o advento do turismo e a valorização em alta dos terrenos da orla costeira, toda a cambada entendeu enriquecer à conta do património do Estado, de todos nós, fazendo toda a espécie de negociatas, vendendo terrenos cuja propriedade nunca lhes foi reconhecida nem nunca foi requerida.
Os partidos que se revezam no exercício do Poder, mais não fazem de que serem testas-de-ferro dos grandes interesses privados, procurando legitimar o roubo de um património que é do Povo e que assume particular importância num momento de crise profunda que ajuda àquela legitimação.
A costa portuguesa tem cerca de mil quilómetros de extensão e as margens de mar que integram o Domínio Publico Marítimo tem uma largura de cinquenta metros contados a partir da linha de preia-mar das maiores marés do ano, o que significa que os terrenos do DPM têm uma área de cerca de cinquenta milhões de metros quadrados e um valor de mais de cinquenta mil milhões. E é mais esse o roubo que socialistas e social-democratas pretendem fazer ao Povo, não se dando satisfeitos com os que já fazem nos salários e pensões.
Aquilo que era interessante discutir com a população indígena da Ria Formosa está consignado na Lei 58/2005, particularmente o artigo 69º sobre a cessação dos títulos de utilização do domínio publico marítimo, pelas implicações que pode ter na vida dos produtores de bivalves, uma vez que a falta do exercício de actividade durante um ano, o não pagamento de taxas durante seis meses ou a invasão de áreas não licenciadas, são condições que podem determinar o cancelamento das licenças.
Matam os bivalves com a poluição da agua, aumentam as taxas para valores incomportáveis, mas sobre isso não há uma palavra. Vê-se bem ao serviço de quem estão estes deputedos.
REVOLTEM-SE, PORRA!


sábado, 1 de fevereiro de 2014

OLHÃO: O ASSASSINATO DA RIA FORMOSA



As imagens reportam o protesto da Associação de Moradores da Ilha da Culatra, a quem desde já pedimos desculpa por não termos posto o logótipo a cores como no original, relativamente ao Plano de Acção para a Valorização Hidrodinamica da Ria Formosa e Mitigação de Riscos nas Ilhas Barreira.
Tal como referimos por muitas vezes, este plano de dragagens, apesar de trazer algumas vantagens, não serve os interesses das populações residentes, bem pelo contrario, representa sim uma tentativa de assassinato daqueles que vivem nas ilhas barreira.
A primeira questão que se coloca e até hoje nunca ventilada, é de que a Barra da Armona oficialmente não existe. As barras têm de estar sinalizadas o que não acontece com esta, porque não se encontra oficializada, de tal modo que se nela houver um acidente, as seguradoras estão livres do pagamento de indemnizações, sendo certo que o assoreamento de que sofre a torna perigosa. Este aspecto nunca foi sequer equacionado pelas entidades envolvidas, seja a APA, o PNRF.
Se algumas duvidas quanto à natureza das intervenções, o simples facto de algumas dragagens estarem condicionadas à aprovação do Plano de Pormenor da Praia de Faro, mostra bem que a razão de ser das dragagens não está relacionada com a melhoria da qualidade ambiental da Ria, seja da agua ou do cordão dunar, mas tão só quanto à navegabilidade e mesmo essa, não para os profissionais da pesca mas para fins turísticos.
A degradação da qualidade ambiental da Ria, nomeadamente do cordão dunar, está associada aos molhes das barras artificiais, dos esporões, que impedem a livre circulação das areias e só poderá ser minorada através de acções regulares de dragagens, com reposição dos dragados na parte do cordão dunar a que pertencem.
Se o objectivo fosse a melhoria da qualidade das águas da Ria Formosa, a Barra da Armona teria de ser dragada de forma a repor  sua largura inicial de cerca de três mil e quinhentos metros, mas o que se pretende é apenas tornar navegável um estreito canal, deslocalizando as areias para áreas a que não pertencem.
Pior ainda, quando se sabe que nem um grão de areia é utilizado para a protecção do edificado das ilhas barreira, particularmente os núcleos habitacionais da Culatra, Hangares, Farol ou da Praia de Faro, e isto porque os criminosos que têm governado e governam este País pensam jogar com o tempo para correr com todas os que lá vivem. 
A pouco mais de um mês do importante equinócio de Março, altura de grandes marés em que se houver a coincidencia do preia-mar com vendaval, o risco de galgamento oceânico é acentuado e pode muito bem apanhar os habitantes a dormir, com todos os perigos que isso comporta, colocando em causa a vida das pessoas, bem se podendo dizer que estamos perante uma tentativa de assassinato premeditado.
Esta cambada de políticos que servem exclusivamente interesses económicos, e é isso que está na mira do crime que se prepara, para depois venderem espaços que é de todos nós e para usufruto publico, tornando-os coutada de quem detém o dinheiro. Não tenham ilusões de que o objectivo final, é correr com a população indígena da Ria Formosa, para nela introduzir o elemento estranho como se não fosse possível a convivência de todos.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

OLHÃO: O ESGOTO AUTARQUICO

Ontem, a Câmara Municipal de Olhão foi visitada por dois deputados da assembleia nacional, com direito a motorista.
Tanto quanto sabemos, os vereadores da oposição não foram avisados de tal visita, da mesma forma que a comissão concelhia socialista terá ficado à margem do encontro, e isso levanta-nos muitas duvidas e interrogações, desde logo se se tratou de uma visita oficial e previamente marcada, o que obrigava o presidente a comunicar à restante vereação.
Se a visita era de índole particular, partidária, mal se compreende que a concelhia socialista não tivesse sido tido nem achada, o que faz avolumar os indícios de que o aprendiz de presidente vê nos seus camaradas, adversários e não apoiantes.
Terá sido apenas uma falha de comunicação ou erro de casting? Ou será que o que se está preparando, é a recuperação do defunto Leal, com quem a concelhia não conta?
Por outro lado, realiza-se hoje no auditório do Hotel, uma reunião sobre a nova legislação do domínio publico hídrico, com a participação de outro demente, o deputado Miguel Freitas, não se sabendo quem convoca a reunião, se a Câmara Municipal de Olhão ou o PS local, e era importante saber quem está por detrás da cena.
Em primeiro lugar, porque a Câmara Municipal tem ao seu dispor dois auditórios públicos, o grande e o da Biblioteca, com melhores condições que o do hotel; em segundo porque não percebemos da necessidade de gastos desnecessários, isto claro no caso da convocatoria ser da responsabilidade da autarquia.
Também não vemos que  este encontro a ser promovido pela concelhia socialista não tenha a divulgação indispensável à participação do publico em geral, razão pela qual acreditamos tratar-se de mais uma cena da edilidade.
Mas também neste aspecto, achamos muito estranho que estando o hotel referenciado como um dos principais devedores de agua e saneamento à Ambiolhão, a Câmara faça contratos destes, a não ser que queira trocar a factura da Ambiolhão pelo aluguer da sala. Trata-se de mais uma jogada à moda de um pouco Leal presidente.
Quanto ao motivo da reunião achamos sórdido que estes políticos de merda esqueçam que os recursos hídricos são de toda a população e não apenas de um sector. Para quem faz da boca cu, como o actual presidente da Câmara Municipal de Olhão, que para a campanha eleitoral adoptou o slogan de "politicas com pessoas", não admira que não queira a presença de possíveis contestatarios. Bem haja este moleque!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

OLHÃO: VARIANTE NORTE BERROU


Há uns meses atrás, os autarcas de Olhão ameaçavam impedir a circulação de pesados na Estrada Nacional 125, caso não avançasse a construção da Variante Norte à 125. E agora que vão fazer?
O traçado da Variante estava definido na Planta do Plano Director Municipal e o regulamento daquele plano apontava uma faixa de 400 metros como non edificandi, o que não impediu que fossem autorizadas algumas construções.
Aliás, e tal como se pode ver no despacho de arquivamento proferido pelo Ministério Publico, quatro dessas construções "aparentam" violar o Plano Director Municipal, mas porque ficavam sujeitas a acções de expropriação, dá-se como não havendo intenção de beneficiar alguém.
Em relação a esta matéria, que ainda está sob a alçada de um processo administrativo, temos a dizer que os terrenos assim edificados estavam sujeitos a parcelamento que não se sabe, um dia se saberá, como foi feito se é que foi feito, e com autorização de quem.
Já o dissemos muitas vezes e continuaremos a bater nesta tecla quantas forem necessárias, que os antigos proprietarios nada conseguiam fazer, vendo-se obrigados a desfazer-se do seu património por valores irrisórios, para que terceiros, com conhecimentos na autarquia, enriquecessem de forma ilícita e rápida.
Também constatamos que a justiça tem dois pesos e duas medidas, porque o Ministério Publico ao ser confrontado com diversas construções em violação dos planos de gestão territorial, não pode excluir a intenção dos benefícios decorrentes de uma tal autorização dada a automática valorização dos solos, o que se traduz de imediato num beneficio.
Para se apurar mais e melhor, seria necessário saber quem foram os gabinetes de arquitectura que assinaram os termos de responsabilidade e as suas ligações ao departamento de urbanismo da Câmara Municipal de Olhão.
Também neste caso, houve situações dos técnicos camarários a pronunciarem-se de forma desfavorável, mal se percebendo como é que a justiça esteve bem no processo Macário Correia e depois está tão mal aqui. Dois pesos e duas medidas de uma justiça à portuguesa.
O traçado da Variante desde muito cedo que ficou enguiçado, com a Câmara Municipal de Olhão a autorizar construções onde não devia nem podia, mas porque tinha a plena consciência de que a Variante não era para levar a serio, apesar da falta que fazia e faz.
Como resultado dos embroglios arranjados, o traçado da Variante foi submetido a processo de Avaliação de Impacto Ambiental que culminou com a DECISÃO DESFAVORÁVEL, datada de 8 de Agosto de 2013, como se vê na imagem de baixo, mas que os nossos ex e actuais autarcas sempre esconderam do Povo de Olhão porque estávamos em vésperas de um acto eleitoral.
Sabe-se agora que não há Variante e o mentiroso presidente está calado como uma múmia, quando a cidade fica a perder, com o transito caótico na Avenida D. João VI.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

OLHÃO: CÂMARA SEM RUMO

Teve inicio perto das 09:30 de hoje a agendada sessão de Câmara publica e pelo que vimos e ouvimos, fica-nos a sensação de não haver uma linha de rumo para o futuro.
Um cidadão, no uso de seu direito de intervenção, questionou o presidente da Câmara sobre as fossas da ilha da Armona, nomeadamente quando se pensava pôr termo àquilo, ao que o presidente respondeu dizendo que talvez durante este mandato.
Apesar do cidadão fundamentar a sua pergunta porque um documento do IPIMAR apontava para as fossas como uma das causas da contaminação microbiologica das águas da Ria Formosa, o presidente, que até há pouco parecia um grande defensor da Ria, dá assim o dito por não dito, escudando-se na penúria, em que o partido pelo qual foi eleito lhe transmitiu.
A questão não é assim tão simples como diz o presidente, nem como certos sectores da oposição apontam. É uma questão de opção de classe, de falta de transparencia e da continuidade de uma certa promiscuidade que urge pôr cobro.
Quando o cretino presidente o dedo acusador à oposição, recorrendo a cartas enviadas a instituições, pelos cortes efectuados, esquece que a autarquia não tem cheta e que os subsídios ou futuros compromissos passam exactamente pela disponibilidade da tesouraria. Não se trata propriamente de cortes, mas de falta de dinheiro, dinheiro esse que deve ser aplicado prioritariamente em infra-estruturas que sirvam a maioria da população. Quando o presidente insiste na subsidio-dependência de instituições criadas para satisfação de clientelas, mais não faz do que criar sindicatos de voto para se perpetuar no Poder, mas é preciso que a oposição compreenda, e queira, uma autarquia ao serviço da população e não apenas de determinados sectores que até não serão dos mais necessitados de apoios. Basta lembar que os fundos disponibilizados para o combate à poluição são inferiores aos que se pretendem atribuir em subsidios.
Uma associação desportiva criada para dar pontapés na bola e receber subsídios camarários, enquanto roubam os munícipes na factura da agua e do IMI, muitos deles votados a uma vida de fome e miséria, porque a Câmara Municipal polui a principal fonte de receitas, degradando as perspectivas económicas e sociais da população. Claro que o presidente não gosta que se fale no subsidio atribuído ao colégio Bernardete Romeira, e a outros similares, quando todo o mundo sabe que os pais dos alunos pagam e bem pago as aulas de educação desportiva, estando a autarquia a alimentar os lucros das instituições em causa.
A ambiguidade das opções é descarada e mostra bem que este covil, não está ao serviço de uma população carenciada, mas antes de quem já tem poder de compra acima da media. E isto define, por si, o perfil da alcateia.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

OLHÃO: PRESIDENTE DITADOR

Apesar de não passar de um aprendiz, o novo presidente da Câmara Municipal de Olhão, já mostrou a sua vocação par uma governação em ditadura, herança não só do antecessor mas também familiar.
A Comissão Concelhia do PS tem promovido uma serie de reuniões com interlocutores cujas opiniões podem contribuir para o desenvolvimento sustentado do concelho, algo que não é visto com bons olhos pelo actual presidente da Câmara.
Se a concelhia ouviu as queixas dos operadores dos mercados e lhes reconheceu algumas razões, entende o Pina que tal reunião não se deveria ter efectuado porque põe em causa a autoridade da autarquia. A  autentica prepotência que são os novos contratos, leoninos diga-se de passagem, em que os operadores apenas têm obrigações e direitos nenhuns, sem qualquer dialogo entre as partes, são o exemplo acabado da forma como é encarada a gestão autárquica, no quero, posso e mando, sem o mínimo respeito pelos  direitos dos munícipes.
Mas não se ficam por aqui os tiques de ditador de António Pina. É que o presidente entende que os membros da concelhia não devem falar com todos aqueles que se lhe opõem, mesmo que haja relações de amizade que remontam aos tempos em que ainda fazia ginástica na bolsa de escroto do progenitor. De tal forma que o presidente da concelhia encontrando-se com alguns olhanenses com os quais perdeu, ou ganhou, alguns minutos numa conversa em plena avenida serviu de mote para critica, sem saber do que fora falado.
Sabe o António Pina que não costumamos, por principio, divulgar o conteúdo de conversas pessoais, fazendo melhor figura se calasse a boca de certas aventesmas que se pavoneiam pelo seu gabinete e que nas suas costas dão a conhecer algumas das asneiras que por ali abundam. Felizmente não fazemos parte do rol de amizades de gabinetes, nem delas precisamos para a obtenção de informação ou não tivéssemos relações de pervilegio com os trabalhadores descontentes com a gestão autárquica.
Fique o António Pina ciente de que adoramos o seu estilo de governação porque nos dá cada vez mais força para continuarmos a desancar na opacidade das decisões, opacidade que anda de mãos dadas com os crimes conexos aos de corrupção. Que António Pina não vai dormir descansado, não vai!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

OLHÃO: MAIS UMA CHATICE PARA A CÂMARA MUNICIPAL

Andava eu entretido a dar milho aos pombos quando fui recebedor desta convocatoria, pela qual fiquei muito satisfeito por ficar a saber os três algarismos que compõem o resto do Código Postal.
Não se podendo falar em concreto de um processo por estar em segredo de justiça, há no entanto coisas que podem ser ditas. Afinal este é só mais um dos muitos processos com que os nossos ex e actuais autarcas têm de ser confrontados, pelos usos e abusos que cometeram ao longo de anos de gestão criminosa na Câmara Municipal de Olhão.
No caso em apreciação trata-se de mais uma construção autorizada onde não podia nem devia, mas que dava muitos milhões a ganhar ao camarada construtor. Não se pense contudo que tivesse sido entregue algum "envelope" do correio verde, pelo menos não vi passar nenhum carteiro.
A edificação em zonas de uso restrito ou proibido dos solos, tem destas coisas, consoante o grau de amizade, de parentesco, de camaradagem ou do tamanho da carteira, permitindo que apenas alguns consigam o que a generalidade das pessoas não consegue.
Em regra, quando há restrições ao uso dos solos, o antigo proprietario é confrontado com um monte de dificuldades que lhe desvalorizam os terrenos, vendo-se na necessidade de o vender ao preço da uva mijona para depois, quem vier a seguir, obter um enriquecimento rápido e ilícito, muito superior ao que se pode obter com o trafico de droga e muito menos arriscado.
No concelho de Olhão foram demasiadas as vezes que estes esquemas foram utilizados para satisfação de clientelismos e de algumas carteiras. Será que já acabou a mama? Não creio, até pela simples razão de se falar na secreta revisão do Plano Director Municipal, instrumento de gestão territorial, cujo conhecimento prévio pode determinar a aquisição de terrenos cuja edificabilidade hoje é restrita, mas que amanhã poderá ter índices de construção muito vantajosos.
A revisão dos planos de gestão territorial pode e devem ser do domínio e acesso publico para que todos, sem excepção, saibam onde a Câmara pensa permitir a construção no futuro. O secretismo que rodeia o processo de revisão, a existir, deixa muito a desejar e não abona nada a favor dos nossos autarcas, a contas com processos e mais processos.
Esperem pela pancada para ver como isto vai acabar.

sábado, 25 de janeiro de 2014

OLHÃO: PRESIDENTE DA CÂMARA CHATEIA

Neste fim-se-semana aparecem duas pequenas noticias mas pela sua importância merecem os nossos comentários.
A Bela Olhão foi definitivamente vendida, tudo levando a crer que não será desmantelada mas sim voltará a laborar, esperando nós que não se repitam os erros do passado porque da sua actividade podem depender muitas famílias.
A outra, prende-se com a convocação da Assembleia Municipal para o dia 6 de Fevereiro, por enquanto sem ordem de trabalho.
O Orçamento da Câmara ainda não foi aprovado em sessão de Câmara, mas o aprendiz de presidente não desiste de chatear, pressionar para que seja aprovado mesmo que nele estejam contidos opções muito duvidosa aplicação. Assim faz coincidir para a sessão de Câmara da véspera da Assembleia a aprovação do Orçamento, evitando mandar aos deputados municipais todos os documentos que o devem acompanhar como é o caso dos Orçamentos das empresas municipais.
E por falarmos em empresas municipais, recorde-se que a nomeação dos órgãos sociais das empresas são da responsabilidade do presidente da Câmara por decisão errada da oposição, cabendo-lhe a ele para em nome do accionista único, obrigar à elaboração, aprovação e publicação dos respectivos Orçamentos. Não o faz porque não tem o mínimo interesse e nem os betinhos da oposição, bem comportada, o obrigam a fazer, retirando-lhe os poderes dados de mão beijada.
A merda continua apesar do Povo de Olhão ter votado numa mudança, embora pontualmente se vejam algumas correcções, manifestamente insuficientes.
O presidente da Câmara continua a brincar, a fazer jogadas, não percebendo que houve uma alteração significativa nas relações do Poder, não podendo por isso apostar na confrontação com a oposição, crente de que as pressões que utilizar se podem e devem virar contra ele.
No fundo o que este aprendiz quer, é que a oposição diga onde aplicar os "cortes" a que ele próprio está obrigado pela falta de dinheiro, mas quer serviria de arma de arremesso contra os adversários políticos. Assim o sindicato de voto criado e alimentado durante anos com o dinheiro roubado aos munícipes através de taxas e impostos, sairia a terreiro em defesa do presidente, que não hesita em virar pessoas contra pessoas.
Durante anos criaram associações de toda a natureza, a quem garantiam os fundos necessários à sua actividade, ofereceram-lhes terrenos que eram de todos nós, mas em contrapartida deixaram de adquirir os jornais para a Biblioteca, por exemplo.
Este presidente não é um chato, é pior que os chatos!
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O ALGARVE É PROVINCIA MARROQUINA!

O governo fascista de Pedro Passos Coelho, atendendo á historia do Algarve, resolveu remetê-lo à condição de província marroquina. Basta olhar para as condições das infra-estruturas portuárias, com os arruamentos com crateras próprias da guerra do Iraque, para perceber que algo não vai bem neste domínio.
Vai daí, resolveram retirar os portos de Faro e Portimão da alçada do IPTM e passá-lo para a da administração do Porto de Sines.
Desde logo, a mudança de um Instituto para uma empresa SA, como a da Administração do Porto de Sines, significa que o que está na forja é a privatização dos portos algarvios, sem qualquer consulta à população indígena, sendo muito provável que a manter-se em funções, o actual desgoverno, acabe por vender as infra-estruturas portuárias algarvias, a algum chinês. E de nada servem as explicações adiantadas, porque seja um Instituto ou uma SA, os portos precisam de investimentos, premeditadamente adiados, com dezenas de anos de espera, tal como se pode ver em http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/portos_de_faro_e_portimao_passam_para_a_administracao_de_sines.html.
E se isto se passa com os Portos de Faro e Portimão, o governo parece desconhecer a falta de investimentos nos portos de Olhão, Fuzeta, Tavira ou Vila Real de Santo António, o que também não acontece por acaso. É porque, como se pode ver na noticia, as prioridades há muito definidas passam pela liquidação das infra-estruturas ligadas à pesca, apostando tudo no sector turístico, como se houvesse alguma incompatibilidade na existência dos dois sectores.
Não estando, de forma alguma, contra o sector turístico, não será demais lembrar que este por muito dinheiro que deixe aos cofres do País, é essencialmente consumidor enquanto que a pesca integra o sector produtivo. É evidente que ninguém está a apontar uma pistola para obrigar os armadores a abandonarem a actividade, mas também é evidente que a degradação das condições do trabalho portuário a isso conduzirão.
O Povo português é um potencial consumidor de peixe, ocupando um posição de destaque no ranking do consumo de pescado, sendo da mais elementar justiça, que um governo preocupado com o seu Povo, promovesse a auto-suficiência alimentar, no respeito pelas condições sociais e económicas de quem sempre exerceu a nobre arte da pesca.
Pelos vistos, com um governo destes, estamos condenados a viver como os mouros de Marrocos e a comer as sobras deles.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Poluição na Ria Formosa: A Quercus esteve hibernada, sofreu de cegueira ou sofreu de amnésia???

Poluição na Ria Formosa: coliformes fecais e bivalves não são a combinação perfeita!

ria formosaNa sequência dos sucessivos alertas da população local, movimentos cívicos, mariscadores e viveiristas, e com a recorrente interdição de apanha de bivalves em pleno Parque Natural da Ria Formosa, a Quercus vem demonstrar a sua indignação face a uma situação que afeta o ecossistema lagunar, as atividades económicas da região e as populações, e exigir urgência na tomada de medidas.

Cientes de que esta interdição é provocada pela poluição oriunda das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) Faro-Nascente e Olhão-Poente, que não cumprem pontualmente os parâmetros legais, nomeadamente quanto à quantidade de coliformes fecais presentes na água deste ecossistema, ultrapassando em mais do dobro os parâmetros considerados aceitáveis, de acordo com as análises realizadas pela empresa Águas do Algarve. Mais, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) atualizou, em Novembro de 2013, as zonas de interdição de captura de bivalves, tendo por base a realização de análises, as quais detetaram presença de números elevados da bactéria Escherichia coli, situação que, compreensivelmente, veio a gerar uma enorme revolta por parte dos mariscadores e viveiristas que dependem da boa qualidade da água da Ria Formosa para exercerem a sua atividade.

A Quercus sabe que está previsto que a nova ETAR Intermunicipal Faro-Olhão, que agregará diversas redes e substituirá as ETAR's Poente de Olhão e Nascente de Faro, entre em funcionamento em 2016. Esta obra, cujo processo de Avaliação de Impacte Ambiental estará já em andamento junto da Agência Portuguesa do Ambiente, tem um investimento estimado de 14 milhões de Euros, a suportar integramente pela empresa Águas do Algarve, devendo o concurso público internacional ser lançado até ao final deste ano.

Perante estes factos, a Quercus vem exigir que seja atribuído carácter de urgência à execução dos investimentos previstos para que a ETAR entre em funcionamento o mais rápido possível, pois é inadmissível que, volvidos três quadros comunitários de apoio a Portugal e à região do Algarve, ainda subsistam redes de esgotos degradadas e estações de tratamento obsoletas. A Quercus considera também inaceitável que se possa vir a exigir um eventual esforço adicional de custos à população servida pela empresa Águas do Algarve quando se sabe que os Municípios da região continuam sem regularizar as suas dívidas à referida empresa.

Por último, é de referir que, sendo este problema de poluição da Ria Formosa causado por incumprimentos legais por parte dos Municípios de Faro e o Olhão, devem ser estes a indemnizar os mariscadores e viveiristas pelos danos sofridos, em geral cidadãos de fracos recursos económicos, dado que estes estão impedidos de exercer a sua atividade económica, aplicando-se assim o princípio do poluidor-pagador e as regras mais elementares de responsabilidade social e ambiental.

Faro, 22 de Janeiro de 2014

A Direção Nacional e a Direção do Núcleo Regional do Algarve da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Noticia integral retirado do site da Quercus 


 Nota do Olhão Livre:
Porque razão só agora a Quercus vem tomar posição sobre a Poluição na Ria Formosa?
Será que a Quercus esteve hibernmada?
Será que os seus dirigentes enquanto andavam a dar Bandeiras Douradas a praias, na Ria Formosa não sabiam da má qualidade das aguas, provocadas pelos esgotos Tóxicos,  emitidos directos para  as Aguas de Produção de Bivalves  e para as Aguas Balneares ?
Como podem ver nestas fotos de esgotos e saidas de ETARS das Aguas de Producção de Bivalves que servem também para uso balnear das prais de Bandeira Dourada que a Quercus atribui na Ria Formosa.
Começamos por este colector de esgotos implantado no leito da Ria Formosa a menos de de 100 metros de viveirosde bivalves e a 200mt da Praia da Fuzeta Ria,a que foi retirada a Bandeira Azul por contaminação microbiológica.
Para ver o video do colector de esgotos a envenar as Aguas da Ria Formosa na Fuzeta, carregue aqui:
A quercus atribui há vários anos a Bandeira Douro à Ilha da Armona Ria,esquecendo-se que a Ilha da Armona tem 900 casas com  de fossas  velhas e obsoltas que contaminam as aguas da Ria Formosa, pois a CMO não fez o saneamneto da Ilha da Armona,como era sua obrigação:Numca a Quercus disse uma só palavra sobre a contaminação das 900 fossas exiostentes na Ilha da Armona como nada disse sobre uma estrumeira clandestina que a CMO teve na Ilha da Armona e que só acabou devido às denuncias populares,como se pode ver neste  post e video por nós denuciado: carregue aqui para ver.
Será que a Quercus não sabia da existência desse esgoto Tóxico que descarrega diariamente no T local de embarque para as ILhas da Armona Culatra e Farol?
No dia mundial das Zonas Humidas em 2011,  fizemos este post a denuciar, como a CMOlhão tratou e trata,  as zonas Humidas do Concelho, será que a Quercus desconhecia esses crimes todos? Carregue aqui para ver.
A C.M.Olhão mantêm um esgoto Tóxico a descarregar na Docapesca em Olhão,o esgoto corre através de uma linha de agua que é descarregada nas agias da Doca,agua essa que vai dar à Ria Formosa e é usada na lavagem das embarcações e nos apetrechos de pesca. do porto de Olhão.
Já em 2006 o movimento de Cidadania Avisar Toda a Gente denuciava essa situação,passados 8 anos a unica coisa que mudou  na foto foi o barco pois o veneno continua a sair dessa linha fluvial que continuamente envenena as aguas da Docapesca,e posteriormente as Aguas da Ria Formosa.Carregue aqui para ver.

 A C.MFaro por sua vez, também não está isenta de culpas ,pois também tem esgotos Tóxicos directos para a Ria Formosa: 
Este esgoto fica situado  Moinho de maré em ruinas, na Horta da Areia, é bem o exemplo de como as autarquias ao longo dos anos tem poluido as Aguas de Producção de Bivalves que é a Ria Formosa,foi por nós  denunciado aqui, e só a moto lá não está,pois a poluição essa continua, pode ler aqui a nossa denuncia
 
 O actual presidente da C.MFaro Rogério Bacalhau diz em conversas no face book, que essas aguas são aguas Saponárias,basta ver a cor da agua e as lamas negras envolventes para saber que o que sai desse cano de esgoto ,através de uma linha de agua, é esgoto mais que tóxico,só não vê e só não admite que há esgotos Tóxicos directos em Faro é quem não quer resolver o problema.


Outra entidade envolvida na Poluição das Aguas de Producção de Bivalves e na Poluição das Aguas Balneares são as Aguas do Algarve.pois como podem ver nas fotos da ETAR Poente de OLhão,e na ETAR Nascente de Faro.
por nós denuciadas nest post.Carregue para ver.

Bom depois dessa exaustão de fotos para perguntar à Quercus onde tem andado esses anos todos que só agora acordou para esses crimes cometidos dos quais  o Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão"
Fez queixa à união Europeia,em 2009 e até hoje continuou tudo na mesma.
Para a Quercus saber aqui fica a recpção da União Europeia à queixa do Somos Olhão em 2009.Carregue aqui para ver
Será que a Quercus sente remorsos, e um certo peso na consiência de nada ter feito para defender o ambiente, da qual são subsidiodepentes?
Será que vem aí subsidios para esta questão, e que a Quercus já se começa a fazer a eles?
Só agora é que vem exigir a questão do poluidor pagador,quando as pessoas,e os movimentos de cidadania andaram a apresentar queixas ao PNRF à Capitania do Porto de OLhão(alguns cidadãos chegaram a pagar  à Capitnia de OLhão para apresentar queixa do cano de esgot da Doca) à brigada do ambinete da GNR.
Será  a Quercus, uma associação de defesa do ambiente ou de defesa dos subsidios?
Não é tempo de acabar de vez, com as mentiras e com a poluição da Ria Formosa seja ela proveniente dos esgots Tóxicos directos de Olhão e de Faro seja pelas descargas poluentes das ETARs obsoletas?
O  ambiente e o frágil ecosistema da Ria Formosa está cada vez mais em perigo, e as pessoas que dependem de uma Ria Limpa, para exercerem a sua actividade profissional  também!


OLHÃO: O DESPERTAR DA RIA FORMOSA

A Ria Formosa nos últimos tempos tem sido objecto de muitas intervenções politicas e publicas, pelas piores razões, algumas assumindo foros de hilariantes.
A associação ambientalista Quercus também veio a terreiro como se pode ver em http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=142972, esquecendo-se que durante anos andou a proteger o aparelho de estado, atribuindo bandeiras azuis para praias banhadas pelas águas que agora vem dizer estarem contaminadas.
Depois dos remorsos, qual defensora dos produtores de bivalves, diz que estes têm direito a serem indemnizados pelos crimes a que deram cobertura durante muitos anos. E mais, como grandes guardiões da Ria Formosa, apelam à construção urgente da nova ETAR, como se o problema se resolvesse apenas pela sua construção sem ter em conta a localização e o destino final das águas residuais. Para uma associação ambiental, fundamentalista, é no mínimo estranho que a mesma não se preocupe com a reutilização das águas para a rega, até pela defesa do principio do ciclo da agua. São assim estes ambientalistas.
Por outro lado, Olhão vai receber a visita de um euro-deputado eleito pela CDU, como se pode ver em http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=142935#.UuAREwLcOGo.gmail. Ainda que possamos estar satisfeitos por mais uma iniciativa em defesa da Ria Formosa, não podemos deixar de registar a atitude sectária de quem promove a iniciativa, uma vez que apesar de estarmos abertos à discussão de fundo dos problemas da Ria, de ao longo dos anos termos promovido petições dirigidas aos Parlamento Europeu e Nacional, de termos apresentados queixas nas diversas instâncias nacionais e comunitárias, não somos convidados para dizer das nossas razões.
Já o afirmámos por varias vezes que venham as iniciativas de onde vierem desde que apontem para a defesa dos valores presentes na Ria Formosa, estaremos sempre disponíveis e sem qualquer constrangimento. As lutas desta natureza só poderão ter sucesso se houver a maior unidade possível em torno de uma causa, que nos é comum. Pelos vistos, há quem não pense assim.
Lembramos que já colaborámos, nesta matéria, em acções com o PS local, com o PSD, com o BE, faltando apenas a CDU, que parece não querer discutir o assunto connosco, e depois não nos venham acusar de sectarismo, como o têm feito de forma despropositada.
De qualquer das formas, a Ria Formosa no seu conjunto começa a despertar para uma nova realidade que é preciso não deixar adormecer, porque o caminho apontado parece estar deveras armadilhado.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

ALGARVE: SAUDE E MORTE DE MÃOS DADAS

A imagem acima mostra-nos uma nota de debito emitida pelo Centro Hospitalar do Algarve e relativa a uma taxa moderadora de uma transfusão de sangue, que ao que nos asseguram não foi efectuada, mal se percebendo como se cobram serviços que não são fornecidos, mas que deste centro hospitalar já se espera tudo.
Um familiar de outro utente queixava-se de que lhe teriam sido pedidas almofadas e gel de banho entre outras coisas, para dar assistencia ao doente internado a contas com escaras de decubito. Com o tempo ainda vão pedir para levar os medicamentos, os medicos e enfermeiros e tudo mais que for necessario para o hospital funcionar.
E como se isso não bastasse assistimos ao episodio dos medicos e enfermeiros reclamar, e bem,  da falta de condições para execerem um serviço com o minimo de qualidade, atitude que o presidente do conselho de administração deplorou.
O mesmo presidente de um conselho de administração de um serviço publico que não se coibe de exercer a sua profissão numa clinica privada como se pode ver em http://noticiasalbufeira.com/images/stories/jornal_pdf_2011/Noticias_de_Albufeira_284.pdf. A 2 de Abril de 2011 era apresentado como o novo colaborador da Albuclinica e sabendo nós quais os resultados da promiscuidade das ligações tenebrosas entre o sector publico e privado, É claro que não podemos dizer que o dito senhor esteja metido nalgum esquema, nem teriamos como prová-lo, mas que é esquisito, é. Se houvesse uma verdadeira justiça neste País, se estes casos fossem devidamente investigados para se apurar se alguns doentes do serviço publico foram ou não encaminhados para aquela clinica. Tambem já se percebeu, que daquela promiscuidade, normalmente resulta o aumento da lista de espera, com a necessidade de recurso aos serviços privados.
Em http://www.noticiasaominuto.com/pais/161762/autarcas-do-algarve-pedem-reuniao-ao-ministro-da-saude#.Ut-2Q9Kp0y4 podemos ver, segundo os autarcas da região, as graves limitações com que o Serviço Nacional de Saude se depara, que afinal não se limita à falta de medicamentos mas tambem à falta de meios humanos, nomeadamente de medicos e enfermeiros.
Os nossos autarcas omitem, e tal não acontece por acaso. o papel do presidente do conselho de administração, na presente crise. É que as autarquias estão, e sempre estiveram, representadas naquele orgão, e tambem sempre pactuaram com os cortes que já de há muito vêm fazendo naquela instituição. No fundo, autarcas social democratas e socialistas, os mesmos que se alternam no Poder, e que têm como objectivo comum, empobrecer o Povo, sugar-lhe o sangue e suor até à morte, seja pela fome ou por falta de assitencia.
REVOLTEM-SE, PORRA!



terça-feira, 21 de janeiro de 2014

As vacinas da Gripe não são falsas; São é de contrabando, tudo isso só acontece, por o governo ter esgotado a quota das vacinas!




De acordo com os indícios disponíveis, esclareceu esta tarde o ministro da Saúde, o caso das vacinas contra a gripe importadas de Espanha tratar-se-á "não de uma falsificação, mas de uma compra feita fora do circuito legal, sem cumprir as regras de notificação obrigatórias".
Segundo Paulo Macedo, que lembrou que o processo está a ser investigado pelo Infarmed e em segredo de juustiça, "ao que tudo indica a compra foi efetuada por um conjunto de farmácias da mesma entidade, tratando-se de um produto incluído no circuito legal" espanhol. Daí não se estar perante uma contrafação.
Ainda que o caso esteja a ser investigado, o ministro adiantou que não estará em causa um problema de saúde pública mas sim uma ilegalidade.
Também o presidente do Infarmed, Eurico Castro Alves,  garantiu estarem a ser desenvolvidas "todas as diligências para o caso ser esclarecido rapidamente".
Quanto à eventual falta de vacinas contra a gripe, Paulo Macedo reconhece que o número de vacinas disponíveis é sempre inferior ao total da população, mas elogia o plano de vacinaçãodeste ano: "De acordo com a nossa quota, estabelecida para cada país em função da população de risco, foi possível vacinar mais pessoas, mais cedo do que em anos anteriores e quase sem desperdício".
Retirado do Expresso on line 

 Nota do OLhão Livre: já tinhamos a quota para o peixe, a quota para o leite a quota para os productos,e um sem Nº de quotas, agora ficamos  saber que até para as vacinas Portugal tem quotas.Triste país, que tem ministros e governantes que mentem e nos roubam nos ordenados e nas reformas e até nos tiram a saude.
Quando se fizer as estatisticas das pessoas que vão morrer com gripe,não vai ser por falta de vacinas, e  essa questão  da quota vai ficar esquecida, e só o Nº  dos mortos vai aparecer.







OLHÃO: O ARTISTA PINA

António Miguel Pina, aprendiz de presidente da Câmara Municipal de Olhão, depois de ver chumbada a mentira do Orçamento, vai agora iniciar uma ronda com os partidos com representação na Câmara para discutir a nova proposta de Orçamento.
O que António Pina na realidade pretende, é de alguma forma comprometer os partidos da oposição, com os seus projectos megalómanos, na sequência daquilo que vinha sendo o modelo de gestão autárquica.
Nesta fase do campeonato, com a autarquia obrigada à gestão por dudodecimos, não há qualquer pressa na aprovação do novo orçamento, havendo, sim, todo o interesse que seja um Orçamento de rigor, de transparencia e que não penalize, ainda mais os munícipes.
Se Antonio Pina puser os chefes de secção a fazerem os orçamentos de cada secção, com a justificação e responsabilização das despesas apresentadas e a isso juntar a amortização das dividas e os respectivos serviços, então passaremos a saber o que "sobra".
Relativamente ao que sobra, a oposição, maioritária, tem uma palavra a dizer quanto às prioridades, às opções politicas quanto à repartição do bolo.
Não será demais lembrar, que quando se fala nas dividas, incluem-se, para alem das bancarias e a fornecedores, também as respeitantes ao capital social subscrito de empresas como a Polis ou a Águas do Algarve, que há muito devia estar realizado, mas que a própria maquina judicial tem feito um compasso de espera de molde a permitir a sua regularização, quando as empresas, até por isso e particularmente a Polis já deviam estar extintas.
Se a Câmara Municipal de Olhão, onde António Pina foi vereador sem pelouro durante quatro anos, mais quatro como vice-presidente e agora presidente, não realizou o capital subscrito, transmitindo a divida para a geração seguinte, apenas tem de se queixar do seu passado recente e com muitas culpas no cartório.
Durante o ano anterior, foi recorrente a falta de dinheiro para pagar os salários a tempo e horas aos trabalhadores da CMO, quando estavam orçamentadas, o que significa que estes políticos, aprendizes manhosos, gastaram o que não deviam para apresentar obras que lhes permitissem ganhar as eleições.
Se o dinheiro para os trabalhadores estava orçamentado, ele tem de ser religiosamente respeitado, aliás como todos os compromissos que a autarquia assume, não podendo ou não devendo apresentar orçamentos fictícios, com sucessivas alterações, para depois encostar os deputados municipais á parede com o argumento da falta de dinheiro para pagar a quem já trabalhou. Isso é que não pode acontecer!
Os partidos da oposição têm de ser isso mesmo, oposição, sem pôr em causa o regular funcionamento do município, sem que tal signifique cedências às pretensões de quem efectivamente manda.
Depois dos erros cometidos na delegação de poderes e da autorização para que António Pina nomeasse os conselhos de administração das empresas municipais, tudo é de esperar. E quando falamos em erros, lembramos que foi pedida a listagem das empresas devedoras à Ambiolhão, EM, onde parece incluírem-se dividas de 20.000 euros da ACASO e também do hotel.
O Povo de Olhão não tem de suportar as vaidades e a arrogância do Poder autárquico.
REVOLTEM-SE, PORRA!