quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
RIA FORMOSA: FUNDAMENTALISTAS AO LADO DO PODER!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
RIA FORMOSA: O CAMARTELO VEIO PARA FICAR?
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Antonio Pina candidata-se ao FEDER para destruir, a Zona Histórica de Olhão!O Prazo para discussão Publica acaba dia 10 se és contra participa!
Recuperar a zona histórica de Olhão com apoio FEDER
O programa de desenvolvimento deste Plano de Pormenor terá um custo estimado de cerca de 12 milhões de euros, compreendendo demolições, indemnizações, pavimentações, vegetação e infraestruturas, entre outros.
O Plano de Pormenor da Zona Histórica, cuja 3ª fase espera aprovação da Câmara, pretende valorizar a especificidade única de Olhão e o seu núcleo antigo como um dos motores de desenvolvimento, projetando a imagem da cidade.
Para isso, é preciso definir regras e orientações para uma correta reabilitação já que, após aprovação da proposta pela Câmara, inicia-se um período de discussão pública aberto a reclamações e observações de particulares.
Este modelo de intervenção integrada em edifícios, espaços públicos e equipamentos de utilização coletiva, sugere a continuidade do processo histórico que definiu esta zona, dando-lhe maior vivacidade.
As propostas feitas pelo arquiteto da Baixa Atelier implicam algumas transformações urbanas, nomeadamente em relação ao exterior de alguns dos edifícios implantados nesta zona. Prevê-se um modelo de gestão intra-zonal, que privilegia o recurso a instrumentos contratuais, que poderão ter de ser mediados pela Câmara Municipal.
A fase seguinte poderá vir a ser a constituição de uma Área de Reabilitação Urbana, que permitirá aos privados ter acesso a financiamentos específicos para equipamentos coletivos sendo que o investimento nesta reabilitação terá depois impacto na criação de emprego, nas vendas do comércio e na restauração.
Noticia retirada daqui
Nota do Olhão Livre: Antonio Pina depois da revolta das pessoas de OLhão, e da comunidade estrangeira, diz a toda a gente que não vai demolir edificios, nem retirar a calçada portuguesa , na zonas históricas de Olhão, para colocar lajes de pedra, porque não tem dinheiro para as obras.
Uma coisa é certa, Antonio Pina candidatou Olhão Para este programa do Feder, e se as pessoas não se revoltarem e não participarem na discussão publica em defesa da zona histórica de Olhão, essa zona vai ser mesmo descaracterizada, se houver dinheiro dos fundos europeus do FEDER, os edficios previstos irão abaixo, a calçada portuguesa será esventrada, e desaprecerá do mapa, e Olhão passará de cidade unica na Europa, para uma cidade igual a tantas outras.
Se Antonio Pina, se preocupa com a reabilitação da Zonas históricas de Olhão que faça um plano de restauro das habitações a precisar de restauro, e que as reabilite em conjunto com os proprietários, que se acabe, com os azulejos de W.C.nas fachadas, que se preserve os azulejos antigos, que se acabe com as portas e janelas de, e que as fachadas voltem a ser caiadas.
Largo do Gaibéu depois de retirarem a calçada portuguesa
Com um presidente desta estripe, que só pensa em destruir o que Olhão tem de melhor,é caso para dizer que senão nos revoltarmos, ele vai mesmo FEDER Olhão.
Largo doGaibéu com calçada portuguesa

GOVERNO E CÂMARAS MATAM A VIDA NA RIA FORMOSA
sábado, 6 de dezembro de 2014
Moradores da Praia de Faro recusam-se a abandonar as casas!Há que organizar e lutar!
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Proprietários com ordem de saída da Praia de Faro recusam abandonar casas
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Durante anos, viveram sob a ameaça de
perderem as casas na Praia de Faro e a maioria convenceu-se de que não
aconteceria. Agora, há 116 construções consideradas ilegais na ilha para
irem abaixo em 2015, mas muitos proprietários recusam sair.
Augusta Pudim é o rosto da desolação quando fala do que aí vem, quase
dez anos após a aprovação do plano de demolições na Ria Formosa.
Tal como outra centena de pessoas com casas de segunda habitação ou
anexos nos núcleos piscatórios da Praia de Faro, recebeu a última carta
do programa Polis Ria Formosa, que intima os proprietários a desocuparem
as casas até 05 de janeiro, mais um mês do que a data prevista
inicialmente.
"A mágoa é muita. É uma vida de trabalho e uma vida de tudo, estão a
querer tirar-me isso, a mim e aos meus", diz à Lusa a mariscadora, de 59
anos, que passa a maior parte do ano na casa que tem na zona nascente
da ilha, de onde só sai "no rigor do inverno" e de onde promete não
retirar "coisíssima nenhuma".
Apesar de não usar a casa como apoio à atividade profissional, como
Augusta, José Teixeira, com casa de férias comprada por 30 mil euros, há
15 anos, na zona poente - a mais afetada, com 73 construções
sinalizadas -, também se recusa a retirar os bens e acusa a sociedade
Polis de agir de forma abusiva.
"Esta operação não tem base sustentável de legalidade absoluta porque
devia ter sido decidida em Assembleia Municipal e não foi", refere,
defendendo que se o Estado quer avançar com as demolições deve
indemnizar as pessoas, porque foi "esse mesmo Estado" que permitiu que
os proprietários tivessem água, eletricidade e pagassem impostos à
autarquia.
José Teixeira integra um grupo de 40 proprietários, dos extremos poente
e nascente, que estão a preparar uma ação judicial para tentar travar o
processo e impedir a posse administrativa das edificações, marcada para
07 de janeiro, entre as 10:00 e as 17:00.
Contudo, segundo a carta enviada pela sociedade Polis Litoral Ria
Formosa a 18 de novembro, a que a Lusa teve acesso, se terminar o prazo
fixado sem que a decisão tenha sido "voluntariamente acatada" pelos
proprietários, os custos da demolição "correrão por conta do
interessado".
Numa primeira fase, a Polis prevê demolir 800 construções ilegais nos
ilhotes e ilhas-barreira da Ria Formosa, entre casas de segunda
habitação e anexos de apoio à pesca. Numa segunda fase, serão as casas
de primeira habitação na Praia de Faro a ir abaixo, mas só com
realojamento garantido.
De fora ficam, por enquanto, as casas situadas na faixa central,
território desafetado do Domínio Público Marítimo e concessionado à
autarquia.
Para José Teixeira, é "uma grande injustiça" manter umas casas e
derrubar outras, até porque quando o mar galga de um lado ao outro da
ilha é sobretudo na zona central e não nos extremos. A fragilidade do
cordão dunar, acrescenta, foi acelerada pela construção do molhe da
marina de Vilamoura, que dificulta a passagem natural de areias.
João Barreto, reformado emigrado em França que comprou casa a um
pescador há 32 anos, na zona poente, também se recusa a retirar os bens e
pretende lutar até ao fim contra as demolições, até porque, refere, os
critérios não estão bem fundamentados e há "erros grosseiros" na
avaliação dos casos.
Há 13 anos a viver na área nascente, Carlos Estêvão, pescador
profissional e mariscador, diz mesmo que não tem para onde ir, porque
aquela é a casa onde vive.
"Não vou retirar nada, tenho tudo aí. Não tiro nada, nada. Eles têm que
ter uma solução para resolver o meu problema", desabafa, acrescentando
que a sua casa foi considerada como segunda habitação pelo facto de a
mulher ter outra casa, em Faro, onde vive o filho do casal.
Noticia retirada da Voz do @lgarve on line
Nota do Olhão Livre: Os moradores da Praia de Faro devem unir a sua luta a todos os moradores ,que o governo quer demolir as suas habitações.
Sem luta não há vitória, deixem de acreditar em politicos traidores e camaleões, que se dizem contra as demolições, mas depois aparecem nas televisões ao lado do ministro e da sua comitiva a dar inicio àsa demolições, como aconteceu com o traidor do Bacalhau no Ramalhete.
As casas só ficam de pé, se a luta for de TODOS e não cada um por si.
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OLHÃO: CÂMARA E GOVERNO QUEREM MATAR-NOS!
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
OLHÃO COM PRESIDENTE CALOTEIRO E TRAPALHÃO
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Governo quer demolir 113 casas na Ilha da Culatra!
Novas noticias dão a conhecer demolições de 113 casas na ILha da Culatra!
Noticia retirada do Expresso on Line pode ver carregando aqui
Culatra
Projeto de reestruturação da Culatra
Construções
Existentes: 512
A demolir: 113
A manter: 399
Realojamentos: ND
Investimento: €--* milhões
Investimento e realojamentos não disponíveis
Hangares
Projeto de renaturalização dos Hangares
Construções
Existentes: 162
A demolir: 159
A manter: 3
Realojamentos: 2
Investimento: €2,023 milhões
Farol
Projeto de renaturalização do Farol Nascente
Construções
Existentes: 223
A demolir: 217
A manter: 6
Realojamentos: 2
Investimento: €2,692 milhões
Ilha de Faro (poente)
Projeto de renaturalização da Península do Ancão
Construções
Existentes: 245
A demolir: 225
A manter: 20
Realojamentos: 99
Investimento: €0,573 milhões
Ilha de Faro (nascente)
Projeto de renaturalização da Península do Ancão
Construções
Existentes: 245
A demolir: 225
A manter: 20
Realojamentos: 99
Investimento: €0,573 milhões
Ilha Deserta
Projeto de renaturalização dos ilhotes e da Ilha Deserta*
Construções
Existentes: 200
A demolir: 193
A manter: 7
Realojamentos: 7
Investimento: €1,620 milhões
Ilhote do Côco
Projeto de renaturalização dos ilhotes e da Ilha Deserta*
Construções
Existentes: 200
A demolir: 193
A manter: 7
Realojamentos: 7
Investimento: €1,620 milhões
*Ilhotes: Altura, Cobra, Côco, Ramalhete e Ratas
Nota do OLhão Livre: Sempre desconfiamos que o governo escondia as demolições na Ilha da Culatra, hoje com esta noticia e o mapeamento que vem no Expresso on line, confirma-mos o nosso presentimento, que era fastar da luta contra as demolições, os combativos moradores da Ilha da Culatra.
Dividir para reinar foi sempre o lema do governo e mais uma vez confirma-se essa táctica usada pelo governo.
Resta aos moradores e pescadores da Praia de Faromda Ilha da Deserta, Ilha do Farol ,Hangares e Culatra dos Ilhotes do Coco e das Ratas, unir a sua luta para evitar que vá uma só casa abaixo.
Se tem tanto dinheiro disponivél para gastar que o gastem onde faz falta, que é : Acabar de vez com poluição na Ria Formosa, sejapelos esgotos tóxicos directos para a Ria em Faro e em Olhão. Acabar de vez com as descaragas venenosas das escorrências das ETARs das Aguas do Algarve, nas ETARS assasinas de Olhão Poente e de Faro Nascentereaproveitando essa agua para a agricultura. Começar de imediato, as dragagens prometidas há 14 anos de todas as Barras e canais da Ria Formosa.
Reabastecimento das dunas primárias em risco com com a areia das dragagens, fazer um plano de colocação de mangas geotexteis cheias de areia de modo a evitar que o mar leve a areia dos pontos criticos do frágil cordão dunar.
A luta deve ser, por impedir as demolições e por uma total revisão do POOC,onde as populações locais sejam chamadas a debater as soluções para o desenvolvimento das populações locais, de modo que a Ria seja uma fonte de riqueza para as populações locais.
As pessoas devem perder as ilusões no Presidente da CMFaro que quando confrontado com as populaçoes diz que é contra as demolições mas na prática é a favor como prova essa foto das demolições no Ramalhete que andou a prestar vassalagem ao ministro que teima em demolir as casas dos pescadores e descamisados na Ria Formosa, de pé as casas dos poderosos, e politicos na Praia de Faro.
fotos retiradas daqui

OLHÃO: MANOBRAS DA ACASO
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
Começaram as demolições na Ria Formosa! Hoje foram abaixo as habitações no Ramalhete.
Retirado da página do Face Book de Henrique André.
Nota do Olhão Livre: Hoje as casas demolidas foram no Ramalhete, num futuro próximo,será os Ilhotes de São Lourenço,onde há 20 familias com casas de 1ª habitaçºao e não 7 como diz o Polis,depois tentarão jogar abaixo as casas da Praia de Faro,depois será a vez do Farol.
Nessa leva de demoliçõe nem a Culatra escapa pois segundo estas noticias,vinda hoje a lume" Nas zonas da Ria Formosa a restruturar, que segundo o POOC podem incluir algumas construções, o núcleo da Culatra vai ter 113 demolições" Pode ler a noticia carregando aqui:
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=150067
Conforme diz e muito bem Henrique André, não há dinheiro para pagar as reformas não há dinheiro para a saude não há dinheiro para desassorear as Barras da Ria Formosa e por esse motivo, há pouco mais de um mês morreu um pescador na Barra da Armona, mas dinheiro é coisa que não falta para as demolições na Rioa Formosa.
Perguntamos nós se é por causa do ambiente, porque razão não usam esses milhões todos para acabar com os esgotos tóxicos directos para a Ria Formosa?
Aqui fica a foto do esgoto assasino da CMOlhão, que o Presidente Antonio Pina, disse ter acabado,mas que podemos ver na Foto de Mario Dias tirada há poucos dias e publicada na sua página do Face Book,esse esgoto envenena diariamente com dejectos humanos, as aguas da Rede Natura 2000 que a Ria Formosa pertence, dejectos humanos esses que vão ser filtrados pelos bivalves e pelos peixes que entram na alimentação das pessoas,a saida desse esgotofica situada no Cais T, local de embarque para as Ilhas da Armona Culatra e Farol onde as aves vão comer os dejectos humanos que saem desse esgoto assasino.As entidades oficiais como a ASAE o SEPNA sabem disso, mas nada fazem,para punir o poluidor que é a CMOlhão, não será essa descarga de esgotos um crime ambiental e de saude publica?

OLHÃO: NEGLIGENCIA DA FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL
Leitora nossa sente-se prejudicada e com razão pela incuria, negligencia dos serviços de fiscalização da Câmara Municipal de Olhão. Porque não démos a devida atenção ao caso no momento certo, pedimos desculpas pelo atraso na denuncia, pelo que de seguida apresentamos o teor do seu email:
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
OLHÃO: TAL ARVORE TAL CÂMARA MUNICIPAL
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
OLHÃO: PISCINAS MUNICIPAIS ASSALTADAS?
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Demolições na Ria Formosa,os pescadores e moradores, devem resistir aos despejos do Polis Ria Formosa!
Moradores da Praia de Faro vão ter de abandonar as casas |
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27-11-2014 - 09:56
Tendo por base a acção de despejo realizada pela
Sociedade Polis, os moradores da Praia de Faro, vão ter de abandonar as
habitações até ao dia 7 de Janeiro.
Este prazo foi alargado, sendo que, anteriormente estava prevista a saída das casas até ao dia 28 de Novembro.
A Sociedade Polis alargou o prazo para o início do ano para facilitar as saídas dos moradores.
Recorde-se que, se trata de moradores que ocupavam zonas consideradas clandestinas na Praia de Faro.
A demolição das casas clandestinas de férias existentes nas áreas
poente e nascente da Península do Ancão – mais conhecida como ilha de
Faro – será feita pela Sociedade Polis da ria Formosa.
Está previsto um investimento de 1,3 milhões de euros para a demolição de 122 habitações.
Em causa estão casas classificadas como de segunda habitação com 43 na zona nascente e 79 na poente.
O plano para a ilha de Faro prevê, ainda a demolição das casas de cerca de 100 famílias residentes.
Noticia retirada do Algarvepriemeiro online
Nota do Olhão Livre: Os pescadores da Praia de Faro e todos os moradores, devem e tem todo o direito, em organizar a resistência ao despejo das suas habitações na Praia de Faro, a lei num estado de direito democrático, não pode diferenciar os cidadãos em Portugal, e este caso das demolições na Praia de Faro, são desciminados entre cidadãos de 1ª e cidadãos de 2ª,.
Todas as casas na Praia de Faro estão em Dominio Publico Maritimo, porque razão querem demolir uma e deixar outras de pé? A luta para evitar as demolições, tem de ser organizada, entre todos os cidadãos de TODOS os nucleos a demolir. |
RIA FORMOSA: VÃO MAMAR À CONTA DE QUEM OS PARIU!
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
SOCRATES SAI EM LIBERDADE?
OLHÃO: ORÇAMENTO CAMARARIO VAI A VOTOS, AMANHÃ
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
OLHÃO: SOCRATES, JUSTIÇA E POLITICA
OLHÃO AUTO-ESTRADA DA ARMONA MEXE E REMEXE
Durante a semana passada a Câmara Municipal de Olhão e a Policia Marítima encenaram mais um episódio com vista à justificação da necessidade da construção da "auto-estrada" da Armona apesar de saberem que colide com os planos de gestão territorial e não só
Quando se levantou a questão da circular e do muro de betão à volta do edificado, pretendeu-se justificar com o risco de um tsunami ou dos pequenos sismos provocados pela extracção do gaz de xisto que se pretende fazer ali à frente da Fuzeta. Mas a ideia era tão estúpida que havia que procurar uma outra justificação, tendo por base o risco a que os residentes poderiam estar sujeitos e vai daí inventar-se este novo risco. No Relatório de Avaliação de Execução do PDM e no que concerne a este respeito, pode ver-se que a tal "circular" ao edificado é para assegurar a facilidade nas operações de socorro e assim há a necessidade de dizer que as pessoas estão em risco, única forma de poderem vir a fazer uma auto-estrada em cima da ilha.
Tenha vergonha ó Pina e vá-se embora!
REVOLTEM-SE, PORRA!
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Conhecer a Ria Formosa?Ou mamar à conta dos indigenas da Ria Formosa?
Mão amiga fez-me chegar por e-mail, mais um fim de semana,que algumas figurase empresas do regime vão passar há grande e à francesa na Ria Formosa, com a Opium a organizar e a mamar.
O programa é vastissimo pode ler carregando aqui, mas escondido como sempre, das populações que vivem no Parque Natural da Ria Formosa.
É o lema do programa organizado pela Opium (mais uma empresa do regime, a mamar à conta de propaganda falsa da Ria Formosa): Conhecer, Organizar e Experimentar.
Vamos então nós no Olhão Livre dar uma ajudinha, à Opium,que se calhar não conhece, ou nem sequer quer conhecer, bem a Ria Formosa, nem a poluição que cada vez mais grassa na Ria Formosa, da qual dependem mais de 10 000 pessoas, que dela governam a vida.
O 1º convidado, é nem mais nem menos o ainda presidente da CMOlhão Antonio Pina,um dos princiapis poluidores das Aguas de Producção de Bivalves que são as aguas da Ria Formosa.
Antonio Pina se Portugal fosse um estado de direito sério há muito que tinha sido constiuido arguido,pelo ministério publico, por crimes ambientais cometidos diariamente pela CMOlhão ao descarregar diáriamente, esgotos Tóxicos nas Aguas onde se cultiva e se capturam toneladas de bivalves.
Esgoto Tóxicodo T a descregar directo em OLhão.
Por causa desses crimes, diários, e à vista de todos, o ano passado mais de 70% dos viveiros de bivalves em Olhão passaram da Classe B para a Classe C, motivo? Excesso de coliformes fecais na carne dos bivalves!
Donde provêm esse coliformes fecais no Concelho de Olhão, há muito que se sabe, desde a origem do movimento de Avisar Toda a Gente,em 2006,que as entidades responsaveis pela poluiçãona Ria Formosa tomaram conhecimento publico das origens da Poluição da Ria Formosa.
O Avisar Toda a Gente ficou pelo caminho,e foi pena,pois foram pioneiros, no alerta e no perigo que era a Poluição na Ria Formosa.
Apareceu o Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão" em 2009, que preseguiu os alertas para as entidades oficiais nacionais, e como não fossem ouvidos alertaram as entidades Europeias sobre o grave problema da Poluição da Ria Formosa,fazendo então uma queixa à Comissão Europeia conforme pode ler carregando aqui.
Das entidades oficiais presentes todos sabem dos crimes ambientais que todos os dias são praticados na Ria Formosa seja pela C.M.Olhão seja pelas ETARs assasinas de Olhão Poente e de Faro Nascente propriedade das aguas do Algarve que descarregam escorrências venenosas nas A.P.B. e nas aguas de prouducção de sal tradicional e de flor de sal como é o caso da ETAR Poente de Olhão.
A lei diz que não pode haver fontes de poluição num raio de 500mt nas zonas de salinas que porduzam sal tradicional e flor de sal , no entanto a ETAR Poente de Olhão descarrega a menso de 500 metros para salinas que produzem sal tradicional e flor de sal.
Sabemos que a ministra Assunção Cristas sabe do crime, mas porque será que a ASAE sabe e não faz nada?
Aqui fica a foto do ponto de descarga da ETAR Poente de Olhão situado em Belamandil.
Das entidades convidadas para os passeiosde charme, e repasto à conta do orçamento duas são Associações que se dizem defensoras do ambiente e dos animais, são elas a Almargem e a LPN.
Porque será que essas associações de pretensa defesa do ambiente, são convidadas e outras associações, que estão contra a poluiçao na Ria Formosa não foram?
Será que só vão falar da beleza da Ria Formosa e das belas fotos e videos que dela se fazem, e vão branquear mais uma vez a poluição na Ria Formosa.
Os nossos impostos em 1º lugar, deviam servir para colocar fim à poluição, coisa que as entidades oficiais, tentam com esses eventos esconder a todo o custo,até quando perguntamos nós?
Será que preciso aparecer um surto de Hepatite A na Ria Formosa para se colocar fim à poluição que cada vez é maior?
Que responda quem souber, mas depois as entidades com responsabilidades na matéria , não digam que não sabiam que havia poluição na Ria Formosa.
No e-mail que enviaram aoOlhão Livre,que pediram anonimato, fazia parte o seguinte texto,que publicamos na integra:
"SEXTA A
DOMINGO À CUSTA DO ORÇAMENTO, REENVIOU-ME HOJE O CONVITE QUE LHE
FIZERAM....SÃO SÓ PANSUDOS A COMER, BEBER, E ANDAREM ATÉ DE BARCO, BEM,
INSTALADOS À CUSTA DOS QUE PAGAM IMPOSTOS PARA OS SUSTENTAREM
.....PARTILHEM PARA SE SABER ONDE ANDAM OS NOSSOS IMPOSTOS.
Ou se
têm vergonha e pagam as despesas que fizerem. PASSEIO DE CHARME PARA
MOSTRAR, QUE O REI AINDA NÃO ESTÁ NU, E ONDE FOI APLICADO O DINHEIRO
que a C C D R, CREN etc, etc, que REPARTIRAM PELOS AMIGOS. e AGORA
AINDA VÃO CONTINUAR A COMER COM UM PROJECTO DE BALÃO DE ÉLIO BEM PINTADO
...."
Nós no Olhão Livre perguntamos:
Será que não há um pingo de vergonha gastar o dinheiro do QREN desta maneira, em nem um tostão do QREN para colocar fim à poluição na Ria Formosa .
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
OLHÂO: EMPRESA MUNICIPAL FALIDA?
ANO RECEITAS CUSTOS SALDOS CONTRATOS ACRÉSCIMOS
2011 8.721 8.576 145 2.401
2012 9.691 8.188 1.431 4.112 5.148
2013 9.479 8.206 1.273 2.247 3.829
Totais 27.819 24.970 2.849 6.359
Como se pode ver, não fossem os contratos programa celebrados entre a Câmara Municipal de Olhão e a empresa ao fim dos três anos analisados. a Ambiolhão apresentaria um saldo negativo de cerca de três milhões e meio.
Os acréscimos, são parte integrante das receitas, são valores a receberem mais tarde, no ano seguinte e em regra, representam na sua maioria, divida da autarquia para com a empresa, bastando pensar que se as facturas não forem pagas ao fim de dois meses cortam a agua aos consumidores. Aliás, repare-se como os acréscimos aumentam substancialmente no ano de 2012, correspondendo a um contrato programa superior ao normal.
A questão que aqui se coloca é a de saber se vale a pena manter uma empresa que depende essencialmente da Câmara e com a qual dispararam os preços da agua e resíduos para os consumidores ou se pelo contrario estes serviços devem ser municipalizados.
A apresentação de contas do sector empresarial local antecede a consolidação das contas do grupo que integram, a Câmara Municipal de Olhão, que sistematicamente procede à anulação das operações entre a autarquia e a empresa, ou seja não paga mesmo.
Nos anos em causa foram anuladas com a Ambiolhão contas no valor de 6.229, 3.443 e 3.276 respectivamente.
E é essa falta de pagamento por parte da autarquia, aliada à transferencia da divida que tinha para com os fornecedores que está a levar a empresa municipal para uma situação de falência, incapaz de cumprir com os prazos a não ser que deixe por pagar as contas recentes acumulando divida à divida.
Quando o PSD se prepara para viabilizar as grandes opções e o plano, está objectivamente a fazer o jogo dos socialistas na Câmara, omitindo que sem corrigir este problema não está a salvaguardar os interesses da população em geral e do município em particular, mas antes a manter um monstro que vai consumindo dinheiros rapinados ao Povo.
Também sabemos que no PSD, as vaidades pessoais se sobrepõem aos interesses da população e que a feira de vaidades leva a que responsáveis políticos locais estejam mais interessados nos lugares que lhe são oferecidos na administração da falida empresa.
Que OPÇÕES? Que PLANO?
Pela extinção da Ambiolhão!
REVOLTEM-SE, PORRA!








