quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

RIA FORMOSA: FUNDAMENTALISTAS AO LADO DO PODER!

Aproveitando o aniversário do Parque Natural da Ria Formosa, o esterco fundamentalista pseudo-ambientalista da Quercus, vem em socorro do governo apelar à destruição de todo o edificado nas ilhas barreira por causa dos danos que provocam nas dunas.
O que a Quercus não diz é quanto recebeu desse mesmo Poder para a construção da sua sede e a quantidade de subsídios encapotados que recebe como aquele do Minuto Verde, para ficar calada quando é o próprio Poder quem comete mais atentados contra o ambiente.
Não dizem estes palhaços quantos quilómetros de extensão têm as ilhas barreira e qual a percentagem que é ocupada com o edificado nem o estado de abandono a que foi votada a Ria Formosa. Nunca abriram a boca contra a abertura da Barra de Cacela e posterior destruição do cordão dunar. Não apontam uma única solução nem têm uma palavra para a ocupação das margens de mar.
Para esta escumalha, a espécie a abater são os humanos, são os pescadores e mariscadores que vivem da Ria, chegando ao ponto de apontarem o dedo à apanha excessiva de bivalves, quando estes são produzidos em explorações controladas. 
Incapaz de apontar o dedo aos grandes interesses privados associados ao sector turístico-imobiliário, esperam apenas a oportunidade para em determinadas condições exigirem uma indemnização para alimentar os seus cofres. Podiam tê-lo feito aquando das construções em Domínio Publico Marítimo na crista da arriba no Ancão, na Fuzeta, em Cabanas, mas aí poderiam perder os apoios do Poder.
E são estas palhaçadas fundamentalistas que dão ao Poder o argumento para a aplicação do camartelo na Ria Formosa, como se pode ver em http://www.diarionline.pt/noticia.php?refnoticia=150146
Manifestam-se contra a abertura de barras, mas omitem que o colapso do sistema lagunar se deu com a abertura das barras artificiais e que a partir daí é necessário o recurso a dragagens constantes para manter a renovação das águas e da navegabilidade em condições de segurança para os pescadores. Estar contra essas dragagens, é estar contra a actividade piscatória.
Quanto ao reforço do cordão dunar lembramos que, desde que haja vontade politica, o recurso aos recifes artificiais multi-funcionais em mangas de geo-têxteis permite aumentar em largura e altura as zonas de praia, diminuindo o risco para pessoas e bens.
Tudo aquilo que está programado para a Ria Formosa não é mais do que um ataque a quem sempre daqui e aqui viveu. A destruição das importantes actividades económicas tradicionais que conseguem conviver com a fauna e flora presentes e das quais depende a sua actividade, a destruição do edificado para  no seu lugar introduzir o elemento estranho e satisfazer apenas grupos de interesses económicos, sem o mínimo respeito pelos valores naturais em presença.
Não nos bastavam os governos senão estes f.d.p.Vão ser fundamentalistas para quem os pariu!
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

RIA FORMOSA: O CAMARTELO VEIO PARA FICAR?

De acordo com as declarações do Ministro Verde, o camartelo na Ria Formosa veio para ficar, como se pode ler em http://www.publico.pt/local/noticia/governo-diz-que-demolicao-de-800-construcoes-na-ria-formosa-nao-encerra-o-assunto-1678356
Na verdade, o ministro com mais olhos que barriga, quer mesmo destruir todo o edificado nas ilhas barreira embora o faça de forma faseada para vencer a resistência dos moradores. E é vê-lo declarar que para já são apenas as de segunda habitação, deixando as de primeira habitação para uma avaliação da reestruturação e renaturalização em tempo próprio. Tal como dissemos por varias vezes, está já na forja uma revisão do famigerado POOC para enquadrar as futuras reestruturações e renaturalizações, como forma de ultrapassar questões jurídicas que se possam vir a levantar.
Repare-se que o ministro, invocando o Domínio Publico Marítimo, apenas aponta para intervenções nas ilhas barreira e não tem uma única palavra para as margens de mar que integram também aquele Domínio, só que outros interesses mais altos se levantam.
Uma das dificuldades invocadas pelo representante do governo, prende-se com a dificuldade no realojamento dos moradores de primeira habitação, sendo necessário criara as condições financeiras para o fazer.
Significa isto que este ministro, pior que os ministros do regime derrubado em 25 de Abril, pretende correr com todos os moradores das ilhas barreira, e estes no seu egoísmo próprio, de que não é com eles mas com o vizinho do lado, não vislumbram que aquilo que os governos, socialista e social democrata, pretendem é ir dividindo os moradores, criando zonas "legais" e ilegais, primeira e segunda habitação e reduzindo a sua capacidade para uma acção de maior resistência.
Mas as zonas, hoje ditas "legais", amanhã por força de uma nova reestruturação poderão passar à condição de ilegais. Nessa altura, com menos peso e força,será muito mais difícil aos moradores que resistirem ao camartelo demolidor de agora, oporem-se aos ditames destes senhores.
Mandaria o bom senso e equidade que a haver demolições no Domínio Publico Marítimo, seriam elas não só mas ilhas barreira mas também de todo o edificado nas margens de mar e cuja dominialidade é do Estado, mas aí, já se venderam e vão continuar a vender, num processo que tresanda a corrupção por todos os lados. Portanto, aqueles que ainda hoje acreditam na boa fé desta governança, preparem-se que num futuro próximo pode muito bem bater-lhes à porta o homem do camartelo.
Não sejam solidários com os que agora são despojados e amanhã não esperem a solidariedade daqueles a quem hoje voltam as costas.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Antonio Pina candidata-se ao FEDER para destruir, a Zona Histórica de Olhão!O Prazo para discussão Publica acaba dia 10 se és contra participa!

Recuperar a zona histórica de Olhão com apoio FEDER

Foram recentemente apresentados os trabalhos desenvolvidos no Plano de Pormenor da Zona Histórica de Olhão, objeto de candidatura ao Algarve 21 – Programa Operacional do Algarve, com cofinanciamento FEDER – Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
Este plano, desenvolvido pelo arquiteto Pedro Ravara da empresa Baixa Atelier de Arquitetura Lda., insere-se no programa de ação integrado do Centro Histórico e da Frente Ribeirinha de Olhão, tendo como objetivo regenerar a malha urbana desta zona da cidade.
O programa de desenvolvimento deste Plano de Pormenor terá um custo estimado de cerca de 12 milhões de euros, compreendendo demolições, indemnizações, pavimentações, vegetação e infraestruturas, entre outros.
O Plano de Pormenor da Zona Histórica, cuja 3ª fase espera aprovação da Câmara, pretende valorizar a especificidade única de Olhão e o seu núcleo antigo como um dos motores de desenvolvimento, projetando a imagem da cidade.
Para isso, é preciso definir regras e orientações para uma correta reabilitação já que, após aprovação da proposta pela Câmara, inicia-se um período de discussão pública aberto a reclamações e observações de particulares.
Este modelo de intervenção integrada em edifícios, espaços públicos e equipamentos de utilização coletiva, sugere a continuidade do processo histórico que definiu esta zona, dando-lhe maior vivacidade.
As propostas feitas pelo arquiteto da Baixa Atelier implicam algumas transformações urbanas, nomeadamente em relação ao exterior de alguns dos edifícios implantados nesta zona. Prevê-se um modelo de gestão intra-zonal, que privilegia o recurso a instrumentos contratuais, que poderão ter de ser mediados pela Câmara Municipal.
A fase seguinte poderá vir a ser a constituição de uma Área de Reabilitação Urbana, que permitirá aos privados ter acesso a financiamentos específicos para equipamentos coletivos sendo que o investimento nesta reabilitação terá depois impacto na criação de emprego, nas vendas do comércio e na restauração.
13-08-2014
Noticia retirada daqui

Nota do Olhão Livre: Antonio Pina depois da revolta das pessoas de OLhão,  e da comunidade estrangeira, diz a toda a gente que não vai demolir edificios, nem retirar a calçada portuguesa , na zonas históricas de Olhão, para colocar lajes de pedra, porque não tem dinheiro para as obras.
Uma coisa é certa,  Antonio Pina candidatou Olhão Para este programa do Feder,  e se as pessoas não se revoltarem e não participarem  na discussão publica em defesa da zona histórica de Olhão, essa zona vai ser mesmo descaracterizada, se houver dinheiro dos fundos europeus do FEDER,  os edficios previstos irão abaixo, a calçada portuguesa será esventrada, e desaprecerá do mapa, e Olhão passará de cidade unica na Europa, para uma cidade igual a tantas outras.
Se Antonio Pina,  se preocupa com a reabilitação da Zonas históricas de Olhão que faça um plano de restauro das habitações a precisar de restauro, e que as reabilite em conjunto com os proprietários, que  se acabe, com os azulejos de W.C.nas fachadas, que se preserve os azulejos antigos, que se acabe com as portas e janelas de, e que as fachadas voltem a ser caiadas.
Damos aqui o exemplo de um largo histórico de Olhão como era e como ficou
 Largo do Gaibéu depois de retirarem a calçada portuguesa

Com um presidente desta estripe, que só pensa em destruir o que Olhão tem de melhor,é caso para dizer que senão nos revoltarmos, ele vai mesmo FEDER Olhão.



 
Largo doGaibéu com calçada portuguesa

GOVERNO E CÂMARAS MATAM A VIDA NA RIA FORMOSA

Quer o Governo, quer as câmaras municipais na área da Ria Formosa, vêm há décadas matando a vida na Ria Formosa com o objectivo final de acabarem com as actividades económicas tradicionais como a pesca, moluscicultura ou a salinicultura.
O meio utilizado para acabar com estas actividades é lançando a poluição com as descargas das águas residuais urbanas ricas em fosforo e azoto, nutrientes utilizados na agricultura para ajudar a desenvolver as horto-fruticolas, do mesmo modo que quando descarregados nas águas da Ria Formosa, originam o crescimento acelerado das plantas marinhas que no seu processo de competição pelo oxigénio dissolvido na agua, acabam por sucumbir as mais fracas. Há também a elevada carga de matéria orgânica em suspensão que turva a agua, não permitindo às plantas de fundo realizarem a fotosintese pela qual produzem oxigénio. Foi assim que desapareceu a seba, abrigo de algumas espécies piscicolas para a desova.
Para que os nossos leitores compreendam a importância do que está em causa, é preciso atribuir um valor económico resultante daquelas actividades e comparar o que se tem e o que se poderia ter sem os efeitos da poluição.
A área de produção de bivalves tem 4.500.000 m2 e neste momento a produção de ameijoa-boa oscila entre os 0,25 a 0,3 Kg por m2 que poderiam valer no mercado cerca de 12.000.000. Se não houvesse poluição, e segundo dados do IPMA poderia atingir-se entre 2 a 3 Kg por m2 ou seja oito vezes mais e como é óbvio cerca de 96.000.000.
Se ao valor da ameijoa-boa juntarmos os das outras espécies, então podemos dizer que o valor económico das actividades tradicionais da Ria Formosa, é superior a cento e oitenta milhões de euros, de mais valias locais, algo que nenhum outro sector da actividade económica é capaz de produzir.
Mas os nossos governantes e autarcas não pensam assim, preferindo criar restrições ao Povo que labuta na Ria mas permitindo tudo ou quase tudo para o uso balnear, tal como decorre dos planos de gestão territorial, porque, para eles, um certo sector turístico.
O turismo defendido baseia-se na construção de grandes infra-estruturas, às quais são necessários investimentos públicos de alguma grandeza, cuja contra-partida no desenvolvimento económico e social se resume a pouco mais dos que os salários pagos aos trabalhadores.
Que o governo, se é que governa alguma coisa, pense assim na procura de equilibrar a balança de pagamentos não admira mas só por desconhecimento do facto da maior parte dos produtos da Ria se destinarem à exportação. Já quanto às autarquias, particularmente as de Olhão e Faro, onde se concentra a maior zona de produção de bivalves do País, o mínimo que podemos dizer é que, para alem do desconhecimento revelado, estão-se pura e simplesmente borrifando para aqueles que pelo voto os levaram ao Poder.
Curiosamente, governos e autarcas, melhor dizendo todo o aparelho de estado, está enfeudado de gentinha dos partidos que os suportam, PS e PSD que nada fazem pelo Povo.
Já vai sendo tempo de correr com esta gentalha e pôr no seu lugar alguém que defenda os interesses do Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 6 de dezembro de 2014

Moradores da Praia de Faro recusam-se a abandonar as casas!Há que organizar e lutar!

Proprietários com ordem de saída da Praia de Faro recusam abandonar casas

09:40 - 06/12/2014 FARO
Imprimir

Durante anos, viveram sob a ameaça de perderem as casas na Praia de Faro e a maioria convenceu-se de que não aconteceria. Agora, há 116 construções consideradas ilegais na ilha para irem abaixo em 2015, mas muitos proprietários recusam sair.
Augusta Pudim é o rosto da desolação quando fala do que aí vem, quase dez anos após a aprovação do plano de demolições na Ria Formosa.
Tal como outra centena de pessoas com casas de segunda habitação ou anexos nos núcleos piscatórios da Praia de Faro, recebeu a última carta do programa Polis Ria Formosa, que intima os proprietários a desocuparem as casas até 05 de janeiro, mais um mês do que a data prevista inicialmente.
"A mágoa é muita. É uma vida de trabalho e uma vida de tudo, estão a querer tirar-me isso, a mim e aos meus", diz à Lusa a mariscadora, de 59 anos, que passa a maior parte do ano na casa que tem na zona nascente da ilha, de onde só sai "no rigor do inverno" e de onde promete não retirar "coisíssima nenhuma".
Apesar de não usar a casa como apoio à atividade profissional, como Augusta, José Teixeira, com casa de férias comprada por 30 mil euros, há 15 anos, na zona poente - a mais afetada, com 73 construções sinalizadas -, também se recusa a retirar os bens e acusa a sociedade Polis de agir de forma abusiva.
"Esta operação não tem base sustentável de legalidade absoluta porque devia ter sido decidida em Assembleia Municipal e não foi", refere, defendendo que se o Estado quer avançar com as demolições deve indemnizar as pessoas, porque foi "esse mesmo Estado" que permitiu que os proprietários tivessem água, eletricidade e pagassem impostos à autarquia.
José Teixeira integra um grupo de 40 proprietários, dos extremos poente e nascente, que estão a preparar uma ação judicial para tentar travar o processo e impedir a posse administrativa das edificações, marcada para 07 de janeiro, entre as 10:00 e as 17:00.
Contudo, segundo a carta enviada pela sociedade Polis Litoral Ria Formosa a 18 de novembro, a que a Lusa teve acesso, se terminar o prazo fixado sem que a decisão tenha sido "voluntariamente acatada" pelos proprietários, os custos da demolição "correrão por conta do interessado".
Numa primeira fase, a Polis prevê demolir 800 construções ilegais nos ilhotes e ilhas-barreira da Ria Formosa, entre casas de segunda habitação e anexos de apoio à pesca. Numa segunda fase, serão as casas de primeira habitação na Praia de Faro a ir abaixo, mas só com realojamento garantido.
De fora ficam, por enquanto, as casas situadas na faixa central, território desafetado do Domínio Público Marítimo e concessionado à autarquia.
Para José Teixeira, é "uma grande injustiça" manter umas casas e derrubar outras, até porque quando o mar galga de um lado ao outro da ilha é sobretudo na zona central e não nos extremos. A fragilidade do cordão dunar, acrescenta, foi acelerada pela construção do molhe da marina de Vilamoura, que dificulta a passagem natural de areias.
João Barreto, reformado emigrado em França que comprou casa a um pescador há 32 anos, na zona poente, também se recusa a retirar os bens e pretende lutar até ao fim contra as demolições, até porque, refere, os critérios não estão bem fundamentados e há "erros grosseiros" na avaliação dos casos.
Há 13 anos a viver na área nascente, Carlos Estêvão, pescador profissional e mariscador, diz mesmo que não tem para onde ir, porque aquela é a casa onde vive.
"Não vou retirar nada, tenho tudo aí. Não tiro nada, nada. Eles têm que ter uma solução para resolver o meu problema", desabafa, acrescentando que a sua casa foi considerada como segunda habitação pelo facto de a mulher ter outra casa, em Faro, onde vive o filho do casal.
Noticia retirada da Voz do @lgarve on line
Nota do Olhão Livre: Os moradores da Praia de Faro devem unir a sua luta a todos os moradores ,que o governo quer demolir as suas habitações.
Sem luta não há vitória, deixem de acreditar em politicos traidores e camaleões, que se dizem contra as demolições, mas depois aparecem nas televisões ao lado do ministro e da sua comitiva a dar inicio àsa demolições, como aconteceu com o traidor do Bacalhau no Ramalhete.
As casas só ficam de pé, se a luta for de TODOS e não cada um por si.

OLHÃO: CÂMARA E GOVERNO QUEREM MATAR-NOS!

Ontem quando chegava ao meu local de trabalho pelas 05:45, deparei com três pessoas numa travessa mas não me apercebi do que se tratava, sendo certo que não estavam a fazer nada de errado.
Passado cerca de vinte minutos, batem-me à porta e eis que me entram três pessoas, um casal e uma pessoa que aparentava estar doente, apática, sem falar, branca que nem a cal da parede. O casal informou-me que desde as três horas da manhã que telefonava para o 112, em vão. Como nada mais podiam fazer acabaram por levar a pessoa a casa.
Durante a manhã, mais tarde, a mesma pessoa saiu para a rua vestida como se fosse para andar por casa, tendo chamado a atenção de populares, que e face à presença de uma agente da PSP logo lhe comunicaram o facto. Vieram então a saber que desde as três da manhã que a pessoa em causa estava naquele estado, que o 112 já fora contactado e não dera qualquer resposta. Face aos factos o agente da PSP contactou de imediato os serviços mas mesmo assim o tempo que levou até a ambulância chegar foi excessivo, mais de uma hora e vindos de Tavira.
A primeira questão que aqui se coloca é o interrogatorio a que são sujeitos os populares face a uma situação destas:
É branco, vermelho, negro ou amarelo?
Que idade tem?
De que se queixa?
Que sintomas apresenta?
Tem febre? 
Tem dores?
Tem diarreia?
Já fornicou?
A paginas tantas a vontade que quem telefona para estes serviços tem é a de responder de forma mal criada e mandá-los mamar na perna do meio. Se uma qualquer pessoa estivesse habilitada a fazer um diagnóstico e tratar um doente para que seriam necessários estes serviços?
Compreendemos, é certo, que há indivíduos capazes de brincarem com estes serviços e darem alarmes falsos, mas também sabemos que o 112 está ligado às forças de segurança que por sua vez têm carros patrulha nas ruas, a circular, que nestas condições bem podiam verificar da veracidade do alarme.
No fundo este sistema, não passa de mais uma redução de custos no Serviço Nacional de Saúde mas que não serve as populações, não prestando a assistência devida a quem dele precisa.
Mas também se levanta uma outra questão e esta passa pelo papel das autarquias e que tem a ver com o serviço de atendimento nocturno, o apelidado Serviço de Atendimento Permanente.
É durante a noite que as populações estão mais fragilizadas e mediante uma situação de doença súbita não podem ou não devem estar sujeitas a questionarios completamente despropositados, fazendo todo o sentido que no período nocturno estivesse aberto um Serviço de Atendimento e é aqui que entram as autarquias.
No caso de Olhão, a Câmara Municipal estabeleceu um protocolo com a sua congénere de VRS António para dar assistência, a consultas e operações de oftalmologia em clínica privada, mas nenhuma delas estabelecer um protocolo com o Administração Regional de Saúde para reactivar um Serviço de Atendimento Nocturno. Ou seja, se o Governo diz mata, as Câmaras dizem esfola, a quem tiver a ousadia de adoecer à noite, tal foi o cenário encontrado.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

OLHÃO COM PRESIDENTE CALOTEIRO E TRAPALHÃO

 À Agência Lusa, em mais uma acção de auto-promoção, António Pina ainda presidente da Câmara Municipal de Olhão por inercia da oposição, veio mostrar os seus dotes de caloteiro trapalhão, como se pode ver em http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=150097
Entre outras baboseiras António Pina diz que vai pôr a Sociedade Polis em Tribunal por não não ter executado o plano de investimentos previstos para a cidade.
António Pina em determinado momento também afirmou que poria em Tribunal a Águas do Algarve como também ameaçou de igual procedimento o então IPTM. Não sabemos que medico lhe terá dado alta, mas a verdade é que o nosso presidente sofre de demência e a família não sabe. Internem-no!
No caso da Sociedade Polis lembramos ao demente presidente que a Câmara Municipal a que preside, é accionista, mas um accionista que não realizou o capital subscrito e fora de prazo apesar de já terem expirado o prazo para a ultima prestação em Junho de 2010. Enquanto representante do município, é caso para dizer que estamos perante um presidente caloteiro! E como caloteiro que é, certamente que não vai proceder judicialmente contra quem deve. Mas convém dizer também, que apesar de a Sociedade Polis não ter realizado as intervenções previstas na cidade, gastou uma boa parte do dinheiro na Barra da Fuzeta para dar cobertura às ilegalidades cometidas pela Câmara Municipal de Olhão nos mandatos em que foi vereador e com muitas culpas no cartório.
Lamenta-se que a Sociedade Polis gaste o dinheiro onde não deve, leia-se demolições, mas foi ele próprio que por diversas vezes defendeu as demolições nos Ilhotes, fazendo pois, declarações ao sabor dos momentos, revelando não ter nenhuma perspectiva para o futuro da cidade e pior ainda para o concelho.
E congratula-se com as precárias dragagens que vão ser realizadas na Ria Formosa esquecendo que aquela que era a principal barra do sistema lagunar fica no seu concelho e que para ela não há nenhum plano de dragagens porque a tubagem da agua e esgotos que o seu camarada Apolinário encomendou à Águas do Algarve o impedem, e sem dragagens naquela barra a renovação de águas nesta parte da Ria Formosa não se faz.
Depois de ameaçar a Águas do Algarve vem agora o elogio à Águas do Algarve, e não será demais lembrar que é vogal do conselho de administração, por esta ir fazer a nova ETAR, esquecendo que tem esgotos directos a despejar na Ria. Fez o mês passado um ano sobre a desclassificação das zonas de produção de bivalves e a porcaria continua na mesma.
Uma das caracteristicas que tem demonstrado ao longo deste ano de desgovernação, é que está ali para a satisfação de clientelas, sejam elas na base da amizade ou de partido ou quem sabe outra coisa qualquer mais enriquecedora espiritualmente. Tanto assim é que mostra a sua indignação pelo facto da Sociedade Polis não refazer a Praia dos Cavacos, sendo certo que apenas escassa meia de utilizadores tem mas que a ser refeita pode originar chorudos negócios, e quem sabe algum para o bolso que nestas andanças ninguém corre por correr.
Porque a escrita já está demasiado longa aqui me fico por esta breve apreciação às asneiras de um presidente que alem de caloteiro é um verdadeiro trapalhão.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Governo quer demolir 113 casas na Ilha da Culatra!

Novas noticias dão a conhecer demolições  de 113 casas na ILha da Culatra!

Noticia retirada do Expresso  on Line pode ver carregando aqui

Culatra
 Projeto de reestruturação da Culatra
Construções
Existentes: 512
A demolir: 113
A manter: 399
Realojamentos: ND
Investimento: €--* milhões

Investimento e realojamentos não disponíveis

 Hangares

Projeto de renaturalização dos Hangares
Construções
Existentes: 162
A demolir: 159
A manter: 3
Realojamentos: 2
Investimento: €2,023 milhões
Farol

Projeto de renaturalização do Farol Nascente
Construções
Existentes: 223
A demolir: 217
A manter: 6
Realojamentos: 2
Investimento: €2,692 milhões

 Ilha de Faro (poente)

Projeto de renaturalização da Península do Ancão
Construções
Existentes: 245
A demolir: 225
A manter: 20
Realojamentos: 99
Investimento: €0,573 milhões

Ilha de Faro (nascente)

Projeto de renaturalização da Península do Ancão
Construções
Existentes: 245
A demolir: 225
A manter: 20
Realojamentos: 99
Investimento: €0,573 milhões

 Ilha Deserta

Projeto de renaturalização dos ilhotes e da Ilha Deserta*
Construções
Existentes: 200
A demolir: 193
A manter: 7
Realojamentos: 7
Investimento: €1,620 milhões

 Ilhote do Côco

Projeto de renaturalização dos ilhotes e da Ilha Deserta*
Construções
Existentes: 200
A demolir: 193
A manter: 7
Realojamentos: 7
Investimento: €1,620 milhões

*Ilhotes: Altura, Cobra, Côco, Ramalhete e Ratas

Nota do OLhão Livre: Sempre desconfiamos que o governo escondia as demolições na Ilha da Culatra, hoje com esta noticia e o mapeamento que vem no Expresso on line,  confirma-mos o nosso presentimento, que era fastar da luta contra as demolições, os combativos  moradores da Ilha da Culatra.
Dividir para reinar foi sempre o lema do governo e mais uma vez confirma-se essa táctica usada pelo governo.
Resta aos moradores e pescadores da Praia de Faromda  Ilha da Deserta,  Ilha do Farol ,Hangares e Culatra dos  Ilhotes do Coco e das Ratas, unir a sua luta para evitar que vá uma só casa abaixo.
Se tem tanto dinheiro disponivél para gastar que o gastem onde faz falta, que é : Acabar de vez com  poluição na Ria  Formosa, sejapelos  esgotos tóxicos directos para a Ria em Faro e em Olhão. Acabar de vez com as descaragas venenosas das escorrências das ETARs das Aguas do Algarve, nas ETARS assasinas de Olhão Poente e de Faro Nascentereaproveitando essa agua para a agricultura. Começar de imediato,  as dragagens prometidas há 14 anos de todas as Barras e canais da Ria Formosa.
Reabastecimento das dunas primárias em risco com com a areia das dragagens, fazer um plano de colocação de mangas geotexteis cheias de areia de modo a evitar que o mar leve a areia dos pontos criticos do frágil cordão dunar.
A luta deve ser, por impedir as demolições e por uma total revisão do POOC,onde as populações locais sejam chamadas a debater as soluções para o desenvolvimento das populações locais, de modo que a Ria seja uma fonte de riqueza para as populações locais.
 As pessoas devem perder as ilusões no Presidente da CMFaro que quando confrontado com as populaçoes diz que é contra as demolições mas na prática é a favor como prova essa foto das demolições no Ramalhete que andou a prestar vassalagem ao ministro que teima em demolir as casas dos pescadores e descamisados na Ria Formosa, de pé as casas dos poderosos, e politicos na Praia de Faro.
fotos retiradas daqui

 

OLHÃO: MANOBRAS DA ACASO

Tal como já havíamos escrito nesta pagina em http://olhaolivre.blogspot.pt/2014/11/olhao-utente-sequestrado-e-objecto-de.html, voltamos hoje ao assunto da instituição dita de solidariedade social que confiscou os bens de um utente.
No dia 20 de Outubro o utente, que nessa altura frequentava o Centro de Dia da ACASO à cerca de um mês, deu entrada no Hospital de Faro com desidratação profunda e diagnóstico de indícios de infecção pulmonar e intoxicação medicamentosa.
No dia 24 do mesmo mês funcionários da ACASO foram buscá-lo ao Hospital e conduziram-no à Unidade de Internamento de Apoio e Cuidados ao Idoso, não recebendo visitas de familiares ou amigos, por ordem expressa para ser dada qualquer informação para o exterior.
Durante três semanas, família e amigos tentaram visitar o utente e sempre foram impedidos, apenas tendo a instituição permitido a visita depois de ter sido pedido e escrito no livre de reclamações após a chegada da GNR ao local.
Pelo meio ficou uma vista de um notário para fazer o testamento do utente a favor da ACASO, onde constavam as contas bancarias, terrenos e casas.
Perguntamos nós como é que uma pessoa no seu estado normal em tão pouco tempo toma uma decisão daquelas, sendo que o utente se queixava com alguma frequência da péssima qualidade da alimentação do Centro de Dia e onde apenas desfrutara dos seus serviços durante um escasso mês? E como é que em menos de três semanas de internamento resolve fazer um tal testamento?
No dia seguinte a visita dos familiares e amigos no Centro de Dia, volta a proibição de visitas. desta vez acompanhada de uma declaração do assinada pelo utente em como não queria receber mais visitas.
A GNR foi novamente chamada ao local e tomou conta da ocorrência e perante a atitude da ACASO, a família e amigos apresentaram queixa nos Serviços do Ministério Publico.
Independente da veracidade ou da autenticidade do documento, a verdade é que a ACASO enquanto instituição de solidariedade deveria promover a inclusão e aproximação da família e não afastá-la como o faz, apenas se compreendendo à luz do desejo de evitar que o utente resolva alterar o testamento fito de forma que deixa bastantes duvidas.
As habilidades da direcção não eleita e do seu director executivo na forma como gerem os destinos da instituiçao deixam muito a desejar e este é apenas um caso entre muitos outros que afectam a imagem da instituição.
Estranhamente uma instituição que se diz tesa que nem um carapau magro mas que tem dinheiro para assumir as obras de recuperação do antigo Matador Municipal ou da casa pegada ao Centro de dia onde até um elevador vão colocar, à custa da péssima qualidade da comida que fornecem aos utentes e trabalhadores, que não tem dinheiro para pagar ao seguranças e depois contrata uma empresa de segurança bastante mais cara.
Tudo é possível quando um utente, como este que em Setembro passado tinha oitenta mil euros só no Banif em Faro, faz um testamento extemporaneo a favor da mesma instituição que esteve na origem do seu péssimo estado de saúde ou não fosse ela a principal responsável por um utente que estava ao abrigo dos seus cuidados.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Começaram as demolições na Ria Formosa! Hoje foram abaixo as habitações no Ramalhete.

Para pagarem reformas não há dinheiro.... para a saúde não há dinheiro ....não há dinheiro para desassorear as barras e a Ria para criar riqueza não há dinheiro.... Excepto para deitar casas abaixo de gente que não tem onde ficar....para destruir há sempre dinheiro.... Miseráveis !!!
Retirado da página do Face Book de Henrique André. 

Nota do Olhão Livre: Hoje as casas demolidas foram no Ramalhete, num futuro próximo,será os Ilhotes de São Lourenço,onde há 20 familias com casas de 1ª habitaçºao e não 7 como diz o Polis,depois tentarão jogar abaixo  as casas  da Praia de Faro,depois será a vez do Farol.
Nessa leva de demoliçõe nem a Culatra escapa pois segundo estas noticias,vinda hoje a lume" Nas zonas da Ria Formosa a restruturar, que segundo o POOC podem incluir algumas construções, o núcleo da Culatra vai ter 113 demolições" Pode ler a noticia  carregando aqui:
http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=150067

Conforme diz e muito bem  Henrique André, não há dinheiro para pagar as reformas não há dinheiro para a saude não há dinheiro para desassorear as Barras da Ria Formosa e por esse motivo, há pouco mais de um mês morreu um pescador na Barra da Armona, mas dinheiro é coisa que  não falta para as demolições na Rioa Formosa.
Perguntamos nós se é por causa do ambiente, porque razão não usam esses milhões todos para acabar com os esgotos tóxicos directos para a Ria Formosa?
Aqui fica a foto do esgoto assasino da CMOlhão, que o Presidente Antonio Pina,  disse ter acabado,mas que podemos ver na Foto de Mario Dias tirada há poucos dias e publicada na sua página do Face Book,esse esgoto  envenena diariamente  com dejectos humanos,  as aguas da Rede Natura 2000 que a Ria Formosa pertence, dejectos humanos esses  que vão ser filtrados  pelos bivalves e pelos peixes que entram na alimentação das pessoas,a saida desse esgotofica situada  no Cais T, local de embarque para as Ilhas da Armona Culatra e Farol onde as aves vão comer os dejectos humanos que saem desse esgoto assasino.As entidades oficiais como a ASAE o SEPNA sabem disso, mas nada fazem,para punir o poluidor que é a CMOlhão, não será essa descarga de esgotos um crime ambiental e de saude publica?

OLHÃO: NEGLIGENCIA DA FISCALIZAÇÃO DA CÂMARA MUNICIPAL




Leitora nossa sente-se prejudicada e com razão pela incuria, negligencia dos serviços de fiscalização da Câmara Municipal de Olhão. Porque não démos a devida atenção ao caso no momento certo, pedimos desculpas pelo atraso na denuncia, pelo que de seguida apresentamos o teor do seu email:
Boa tarde

O que me aconteceu foi o seguinte, existia uma banheira no estacionamento do meu prédio. Ao estacionar, como se pode verificar pelas fotos não se consegue visualizar a banheira, e embati.
Telefonei para a Polícia, que me disse que a banheira não pode estar na ocupação da via pública sem licença e sinalização, e para eu me dirigir à Câmara, uma vez que eles é que são responsáveis por estas situações de ocupação de via pública.
Fui. Expus a situação, mostrei as fotos.
Disseram-me para enviar as fotos para o mail do Presidente. Enviei para a Câmara e para o Presidente.
Entretanto, como passado uma semana não existia resposta, enviei outro mail a dizer "estão a demorar tanto tempo, se tiram dali a banheira tenho a situação resolvida? 
Ao que me respondem que está tudo encaminhado para o processo de fiscalização.
Passadas 3 semanas recebo um mail que não existem obras, nem banheira (claro, já tinha passado 3 semanas) e que não havia nada a fazer.
Fui à Câmara. Perguntei quem tinha dito que não existia obras. As obras continuam a decorrer, e estão à vista para qualquer pessoa, uma vez que estão de frente para a estrada perto da Rotunda do Cubo. 
Não interessa quem disse, foi um fiscal, e nós somos só 4 portanto as coisas levam o seu tempo.
Ao que eu digo, que não tenho nada a ver com serem só 4, que quero a situação resolvida, que tenho as fotos comprovativas.
E dizem-me que não podem fazer nada, que isso devia ter sido resolvido pela Polícia.
Que palhaçada!!!
O cidadão nunca tem direitos????
Eu é que pago o arranjo do carro, quando as pessoas andaram a colocar material de forma ilegal e sem licença????
Cumprimentos
P.S.: Na primeira foto consegue-se ver perfeitamente que ao estacionar não existe qualquer visibilidade de material de obras ou obstáculos. 
         Na segunda foto e terceira foto consegue-se ver o obstáculo, que ao virar, qualquer carro embate sem conseguir-se aperceber que algo está na via pública.

          Na última foto encontra-se o dano do meu veículo automóvel provocado por este objecto.
Nota do Olhão Livre - Uma vez que a PSP se descartou do problema e entendemos que também ela devia ter tido outro procedimento, não deixamos de dizer que as autoridades policiais tinham a obrigação de verificar no local quem era o proprietario da banheira e chamar-lhes a atenção para o facto de não poderem ocupar a via publica sem a respectiva autorização e muito menos de forma susceptível de provocar um acidente. Ou será que apenas servem para fiscalizar o estacionamento indevido dos carros?
Independente do facto de as obras a decorrerem no local necessitarem de licença ou não, a ocupação do espaço publico, ainda que temporário carece de autorização da autarquia e o pagamento das respectivas taxas. O pelouro das obras é da responsabilidade do vereador Carlos Martins que ao que rezam as cronicas está de relações cortadas com o presidente António Pina e talvez por isso não tenha comunicado a ocorrência ao seu vereador.
De qualquer das formas, a partir do momento em que o serviço de fiscalização toma conhecimento do assunto, deveria de imediato ter intervido, até porque o que mais faltam na autarquia e no serviço de fiscalização são viaturas pagas com o dinheiro tirado dos bolsos dos munícipes, e que ao serviço deles deve estar. Se querem carros para não ver, então será melhor que o serviço de fiscalização passe a andar a pé ou de bicicleta a pedal, como antigamente.
Este episódio mostra bem do desprezo com que o presidente e a sua vereação tratam o Povo quando vai reclamar direitos.
A denunciante tem toda a razão em estar indignada e revoltada com o prejuízo que teve no seu carro e pior ainda pela forma negligente como funcionam os serviços camarários, em regra fortes com os fracos e fracos com os poderosos.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

OLHÃO: TAL ARVORE TAL CÂMARA MUNICIPAL

A árvore que se vê tombada, na imagem, já está assim há cinco dias mas ninguém da Câmara Municipal de Olhão ou da Ambiolhão teve vagar para verificar do que se passa.
Entretanto na Avenida 5 de Outubro andam a podar ar árvores de tal forma que só dão força às raízes para ver se elas arrancam a calçada
A atitude da Câmara Municipal e particularmente d seu presidente em relação a este tipo de situações, dizem bem do pensamento que t~em da cidade e do concelho. Antes tínhamos um presidente com mais nariz que intelegencia e agora temos um presidente com menos cabeça e mais propensão para a satisfação das negociatas.
A verdade é qualquer dos dois não conseguiram enxergar outro ponto da cidade que não fosse a Avenida 5 de Outubro, confinando todas as perspectivas de desenvolvimento da cidade àquela rua e esquecendo toda a restante, votando-a ao abandono.
Não se criam pólos de atractividade, não se dinamizam as outras zonas, não se promove o comercio ou a restauração, nem se cuidam dos espaços verdes como não se criam equipamentos desportivos nessas zonas como se elas não existissem, marginalizando-as mesmo, promovendo um crescimento desigual.
Este presidente, pode dizer-se sem ponta de exagero que é o presidente da 5 de Outubro! É nessa rua que se aposta tudo como se uma cidade pudesse crescer ou desenvolver-se a partir de uma só rua.
Da mesma forma que esta árvore está caída, reflectindo o abandono da cidade, poderíamos falar do lixo ou da falta de limpeza das ruas, apesar da qualidade do serviço prestado pelos trabalhadores.
Quem manda, se é que manda mal e quando temos uma funcionaria a mandar mais que o presidente, então muito mal anda esta autarquia.
Lamentamos ainda que a chamada oposição pouca mossa faça na carola do presidente que só se mantém de pé porque o PSD não apresenta ninguém capaz de lhe fazer oposição e muito menos para presidente.
E é assim que temos uma Câmara Municipal caída de rastos tal como a arvore!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

OLHÃO: PISCINAS MUNICIPAIS ASSALTADAS?

Fonte informou-nos de que as piscinas municipais teriam sido assaltadas e de que os assaltantes teriam levado registadoras, televisores e outros pertences.
Aparentemente o móbil do crime estaria claro mas acontece que o assaltante por falta de dinheiro para comprar papel higiénico terá levado os registos contabilisticos do Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal de Olhão.
Só que, e segundo a fonte, daqueles documentos constariam facturas de latas de Cerelac, talvez para alimentar o presidente, que não vemos mais ninguém com cara de recem-nascido e de 900 tiras de choco que nunca deram entrada no refeitório do CCD.
Sabemos nós que a actual direcção do CCD tem vindo a passar a pente fino a gestão da anterior direcção do CCD por eventuais irregularidades, algumas delas já denunciadas como a compra de perfumes, relógios e outros artigos de que se desconhece os destinatarios.
Constou-nos, também, que a atitude da actual direcção do CCD tem vindo a criar algum mal-estar entre os elementos que compunham a anterior direcção na qual pontificava a mulher mais poderosa da autarquia, mais poderosa que o próprio presidente da edilidade.
O poder de tal senhora vai ao ponto de ameaçar de que se a actual direcção não parar a investigação que vem fazendo, serão cortados todos os apoios que a Câmara Municipal de Olhão vem dando ao CCD.
Portanto não espanta que o tradicional subsidio da autarquia para a festa de Natal dos trabalhadores da Câmara esteja parado apesar de estarmos a escassos dias da sua efectivação, embora se alegue a falta de dinheiro por parte da autarquia.
O actual presidente do CCD é afecto à nova concelhia do partido no poder que e como é do domínio publico não morre de amores pelo presidente. O presidente do CCD tem vindo, de forma subtil e enviesada a sofrer ameaças, à semelhança do que acontece com outros trabalhadores afectos á concelhia, ameaças essa a que não será alheio o birras em presidente.
Já quanto ao assalto, a Câmara Municipal tão lesta a mandar comunicados para a comunicação social, desta vez não o divulga, pelo contrario, esconde que as piscinas foram assaltadas, vá-se lá saber porquê? Será que têm receio de que o assalto tenha sido da autoria moral de algum funcionario ligado à anterior direcção do CCD? Será que foi feita a participação à PSP? Ou não foi?
Os trabalhadores da autarquia muito provavelmente, pelo andar da carruagem não terão a costumeira festa de Natal e a responsabilidade é única e exclusiva do presidente ao delegar o Poder numa funcionaria que deveria prestar contas à justiça, mas a Câmara Municipal de Olhão, como em tudo o que faz, encobre quem lhes apara o jogo.
Os trabalhadores da autarquia devem mostrar toda a sua indignação e revolta pelo que a actual liderança na Câmara vem fazendo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Demolições na Ria Formosa,os pescadores e moradores, devem resistir aos despejos do Polis Ria Formosa!

Moradores da Praia de Faro vão ter de abandonar as casas

Moradores da Praia de Faro vão ter de abandonar as casas


27-11-2014 - 09:56
Tendo por base a acção de despejo realizada pela Sociedade Polis, os moradores da Praia de Faro, vão ter de abandonar as habitações até ao dia 7 de Janeiro.
Este prazo foi alargado, sendo que, anteriormente estava prevista a saída das casas até ao dia 28 de Novembro.
A Sociedade Polis alargou o prazo para o início do ano para facilitar as saídas dos moradores.
Recorde-se que, se trata de moradores que ocupavam zonas consideradas clandestinas na Praia de Faro.
A demolição das casas clandestinas de férias existentes nas áreas poente e nascente da Península do Ancão – mais conhecida como ilha de Faro – será feita pela Sociedade Polis da ria Formosa.
Está previsto um investimento de 1,3 milhões de euros para a demolição de 122 habitações.
Em causa estão casas classificadas como de segunda habitação com 43 na zona nascente e 79 na poente.
O plano para a ilha de Faro prevê, ainda a demolição das casas de cerca de 100 famílias residentes.
Noticia retirada do Algarvepriemeiro online

Nota do Olhão Livre: Os pescadores da Praia de Faro e  todos os moradores,  devem e tem todo o direito, em organizar a resistência  ao despejo das suas habitações na Praia de Faro, a lei  num estado de direito democrático, não pode diferenciar os cidadãos em Portugal, e este caso das demolições na Praia de Faro, são desciminados entre  cidadãos de 1ª e cidadãos de 2ª,.
Todas as casas na Praia de Faro estão em Dominio Publico Maritimo, porque razão querem demolir uma e deixar outras de pé?
A luta para evitar as demolições,  tem de ser organizada, entre todos os cidadãos de TODOS os nucleos a demolir.

RIA FORMOSA: VÃO MAMAR À CONTA DE QUEM OS PARIU!



Tem hoje inicio o evento Ria Formosa Lab - Conhecer, Conversar e Experimentar organizado pela OPIUM, nada de confusões com charamuga e com a participação do quase todas as entidades ligadas ao ambiente no Algarve.
Tal como indica o projecto, os mamões que vivem e mamam à custa do erário publico, vão conhecer alguns pontos da Ria Formosa dos quais destacamos para o dia de amanhã, o Centro Histórico de Cacela Velha.
Por isso pensámos trazer a lume as politicas, que os mesmos que agora se apresentam como defensores deste património edificado e natural.
As imagens mostram o que foi a destruição da Península de Cacela levada a cabo pelas Sociedade Polis e Administração Regional Hidrográfica, sendo visível na imagem de cima parte dos trabalhos da abertura de uma desastrada barra, sem qualquer estudo de impacto ambiental, numa zona de elevada sensibilidade e classificada como Sitio de Interesse Comunitário, Zona de protecção Especial e integrando a Rede Natura 2000.
Na imagem de baixo, tirada em Junho de 2009 pode ver-se o estado em que se apresentava o cordão dunar da Península de Cacela, enquanto na imagem do meio, e praticamente no mesmo sitio,  depois dos estragos causados pela intervenção humana.
Mas porque os mamões não dão mostras de querer falar dos crimes ambientais ali cometidos, preferindo ver apenas o edificado histórico, queremos lembrar que a destruição do cordão dunar da Península de Cacela pode no curto prazo fazer chegar a agua do mar à base da arriba de arenito, e pôr em risco todo o edificado, incluindo o cemitério local, onde nem os mortos conseguem estar descansados com esta canalha.
Lamentamos que associações ditas de defesa do ambiente se prestem a colaborar nesta palhaçada embora a experiencia nos mostre que estas associações só têm língua quando se trata de interesses privados, mas que quando toca ao estado, de quem recebem subsidios, calam os crimes cometidos.
Será que os artistas que tanto se pronunciaram contra a construção do heliporto na Culatra para servir a sua população, vão abrir a boca nesta oportunidade para denunciar a situação da Península de Cacela, cuja destruição pode por em causa o edificado que agora visitam? Vão aproveitar a oportunidade para falar com as pessoas?
E porque muitos destes pulhas que se juntam neste evento e mais não pensam do que em demolir o edificado das ilhas barreira, não seria bem melhor que aplicassem os dinheiros públicos na renaturalização e valorização do cordão dunar da Peninsula de Cacela, uma medida essencial para a segurança de pessoas e bens de Cacela Velha, afinal aquilo que é anunciado como um dos grandes objectivos da Sociedade Polis?
Vão mamar de quem os pariu!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

SOCRATES SAI EM LIBERDADE?

Sócrates foi apanhado de massa na mão. E depois? Significa isso que será condenado ou pelo contrario, tudo se conjuga para que saia em liberdade?
Uma reflexão sobre o circo montado à volta da detenção de José Sócrates, mostra-nos o envolvimento de uma Policia de Segurança Publica que nunca teve a menor preparação nem está vocacionada para a investigação da criminalidade económica. A haver o envolvimento da Policia Judiciar, que tem equipas especializadas para o efeito, então seria lógico que fosse ela a proceder à detenção de Sócrates. Mas não foi. Se fosse, muito provavelmente, Sócrates estaria nos calabouços da PJ e não no "hotel" de Évora.
O tipo de criminalidade que é apontado a Sócrates define-se em pequenos detalhes e tudo indicia que mais depressa do que se pensa Sócrates estará na rua a rir na cara de cada um e muito especialmente na cara daqueles que viram na sua detenção, uma mudança na justiça portuguesa.
Já ontem chamávamos a atenção para o facto de Sócrates poder vir a regularizar a situação fiscal dos capitais repatriados, socorrendo-se do Regime Especial de Regularização Tributaria, fazendo cair o crime de fraude fiscal e parte do de branqueamento de capitais.
Também ontem alertávamos para a dificuldade na prova do crime de corrupção e a verdade é que não passa pela cabeça de ninguém que haja corrupção sem corruptores, corruptores que o Ministério Publico, de candeia na mão, ainda anda à procura e não os encontrando. Pelo andar da carruagem, Sócrates ainda terá de ser beatificado, porque o Ministério Publico se encarregará da sua plena absolvição.
Ao não conseguir provar que houve corrupção, lá se vai o resto da acusação de branqueamento de capitais, o que não quer dizer que não haja marosca, mas deixa de fazer sentido manter Sócrates em prisão.
Mas a massa essa existe e de que maneira! Mas donde veio tanta massa? Sócrates deve explicar, se é que consegue dar uma explicação convincente, de como conseguiu angariar o pé de meia que ostenta. É que se o não fizer poderemos estar perante mais um dos muitos casos de enriquecimento ilegítimo, que os partidos do arco do Poder sempre fizeram questão de não criminalizar, este sim, um crime politico.
Então porque foi preso Sócrates? Sócrates era a referencia maior do PS actual e havia que jogá-lo abaixo, montando uma encenação que o retirasse do comentário politico. E determinados sectores do Ministério Publico prestaram-se a isso, fazendo uma investigação incompleta e inconclusiva, não se sabe se por incompetência ou premeditada,  de forma a que fosse possível montar um circo mediático capaz de aniquilar qualquer outro, que não Sócrates.
O Ministério Publico pôs a carroça à frente dos bois ao não ter assegurado que teria provas bastantes para mandar também acusar e deter os possíveis corruptores de Sócrates, tal como aconteceu com o sucateiro de Ovar no processo Face Oculta.
Mas será que o volte face no processo determina a inocência de Sócrates? Perante a duvida, mais vale absolver um criminoso do que mandar prender um inocente. O melhor será pôr todos na rua!
Para aqueles que acreditaram que havia mudado algo na justiça à portuguesa desenganem-se. Esta justiça e este Ministério Publico apenas são capazes de condenar o pilha galinhas. A justiça portuguesa tem o cunho próprio de quem exerce o Poder e não o do Povo que espera e desespera por uma verdadeira justiça, onde todos sejamos iguais.
SÓCRATES PREPARA-SE PARA A LIBERDADE!



OLHÃO: ORÇAMENTO CAMARARIO VAI A VOTOS, AMANHÃ

Amanhã vai realizar-se mais uma Assembleia Municipal para discussão e aprovação, ou reprovação, do Orçamento da Câmara Municipal de Olhão, que apresenta desde logo e por determinação da Lei, uma substancial dos números.
Esta redução não tem a ver com qualquer mérito de gestão mas a um imperativo da Lei, o que não impede mesmo assim que o Partido Socialista continue a fazer a sua demagogia em torno do Orçamento.
Diz António Pina que se trata de um Orçamento de base zero mas não apresenta em momento algum a justificação dadas pelas chefias para a cobertura das necessidades, mantendo o figurino dos Orçamentos anteriores mas ajustado ao momento e à Lei.
Na proposta de Orçamento, em traços gerais, pode dizer-se que os gastos com o pessoal representam cerca de 43% do Orçamento, 10% destinam-se ao serviço da divida e 10% para a Ambiolhão. No conjunto, a despesa corrente representa cerca de 95%, sobrando apenas cerca de um milhão para investimento.
E é neste contexto que a CMO pretende criar mais uma mega empresa onde incluirá a Fesnima, a Mercados de Olhão, ambas deficitárias e sem qualquer hipótese de sobrevivencia, e juntar-lhes o Planeamento e Urbanismo nele se inserindo a Ilha da Armona a Marina e a Frente Ribeirinha e a habitação social.
A nova empresa a criar parte à partida padecendo do mesmo mal que a Ambiolhão, já falida. É que a mais ida menos dia, a empresa será confrontada com a obrigação que já tem de implementar a rede de esgotos, isto no caso de ficar com a gestão da ilha. Ora se a Câmara Municipal de Olhão apenas tem um milhão para investimentos, onde irá arranjar o dinheiro para fazer tal obra?
Da mesma forma se questiona onde está o dinheiro para acabar com as descargas directas de águas residuais na Ria sem qualquer tratamento?
E onde vai o Pina arranjar dinheiro para proceder ao realojamento dos moradores dos ilhotes? Ou vai manter a posição de que se trata de responsabilidade da Sociedade Polis ou da Segurança Social, como declarou em sessão de Câmara? Esta questão torna-se tanto mais pertinente quando se sabe que o Pina levou com os pés junto do secretario de estado que o mandou bugiar para outras bandas, uma vez que o realojamento das pessoas é da responsabilidade da autarquia.
Mais um Orçamento que merece a reprovação. Veremos como vai ser a postura dos restantes membros do partido socialista que parecem um pouco desavindos e em oposição ao presidente.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

OLHÃO: SOCRATES, JUSTIÇA E POLITICA

"ROUBAR" NÃO É FEIO; FEIO É SER-SE APANHADO A "ROUBAR"! E Sócrates foi apanhado com a massa na mão. É evidente que ninguém de bom senso viria a terreiro fazer a defesa uma tal personagem, mas há questões que se levantam pelo meio que merecem uma analise mais detalhada.
Para prender Sócrates alegam-se eventuais praticas de fraude fiscal, branqueamento de capitais e ou de corrupção.
Durante o governo de Santana Lopes e pela mão de Bagão Félix foi concebido o Regime Especial de Regularização Tributaria, posto em pratica por Sócrates em 2005, renovado em 2009 e actualizado por Passos Coelho em 2012. O RERT dá aos corruptos deste país a capacidade de virem a declarar os rendimentos obtidos, sabe-se lá como, e deixados "esquecidos" pagando uma taxa muito inferior àquilo que teriam de pagar se o tivessem declarado na altura certa, que para valores de certa monta atingiria os 50% e desta forma pagariam apenas 5% (Sócrates) ou 7,5% (Passos Coelho). Certamente estarão recordados do "esquecimento" de Ricardo Salgado que foi a correr "regularizar" a situação.
Sócrates ainda poderá recorrer ao RERT para se livrar dos crimes de fraude fiscal e branqueamento de capitais. Mas fica uma pergunta no ar: E onde foi ele juntar todo aquele dinheirinho? Corrupção! Dirão alguns, muitos, talvez mesmo a grande maioria. E dai centrar-se o combate à corrupção na pessoa de Sócrates.
A corrupção está inerente ao sistema que quanto mais e maior forem os interesses, maior será a corrupção. 
Desde a adesão à então CEE, fomos brindados com milhares de milhões para betão, alcatrão, ambiente, parcerias publico privadas em varios sectores como a saúde e a educação, e com todos eles foi fácil estabelecer uma relação muito fácil com a banca, a central de todos os interesses. Claro que com tantos interesses em jogo, a corrupção teria de crescer de forma assustadora, minando toda a arquitectura do estado sem excepções e fazendo da assembleia da republica a sua fermentadora.
Mas ainda assim se compararmos a corrupção com o grande crime politico que foi a destruição deliberada do sector produtivo, o desemprego galopante e a diminuição dos rendimentos dos portugueses, então estaremos perante um mal, embora com impacto significativo na sociedade portuguesa, menor que os crimes das politicas até aqui seguidas. E esse crime politico nunca será julgado pela apatia do Povo português que continua impavida e serenamente a assistir de sofá à sua própria degradação sem ser capaz de vir para a rua mostrar a sua indignação e revolta.
Mas, voltando à prisão de Sócrates, importa também analisar certos comportamentos das autoridades no circo mediático fabricado pelo Ministério Publico.
Na situação em que o processo se encontrava, só a Procuradora Geral, o procurador titular do processo Rosario Teixeira e já na fase da emissão do mandato de detenção, o juiz Carlos Alexandre, tinham conhecimento da operação de detenção.
Como é que a comunicação social teve conhecimento prévio da detenção se ela estava ao abrigo do segredo de justiça? Como é que aparece um semanário, de direita claro, a divulgar excertos do processo? Obviamente que a origem da fonte está numa daquelas entidades. A violação do segredo de justiça constitui crime, neste caso cometido por quem tinha a obrigação de o combater.
Esta violação do segredo de justiça e o circo mediático montado não acontecem por acaso. É que gostemos ou não de Sócrates ele era a principal, a grande referencia da liderança da oposição, que vinha a imprimir uma dinâmica de vitoria capaz até de conseguir a maioria absoluta nas eleições que se vão realizar daqui a um ano e então tornava-se necessário fazer cair aquela referencia. Na falta de outros argumentos, a utilização da justiça para fins eleitorais, fazendo cair as figuras mais destacadas da oposição para equilibrar aquilo que através da governação não conseguiram.
E para quem tenha duvidas da politização ou partidarização da justiça, não será demais lembrar que a actual procuradora geral foi indicada pela actual ministra da justiça. Procuradora Geral que ainda recentemente mandou arquivar o processo por omissão da divida do governo regional da Madeira.
Se a tudo isto juntarmos o facto de o juiz que mandou prender Sócrates foi o mesmo que no dia seguinte mandou para casa com pulseira os arguidos da processo dos Visto Gold, então bem se pode dizer que estamos a assistir a um golpe de estado judicial para perpetuar a governação de direita, que não para fazer justiça.
REVOLTEM-SE, PORRA!   

OLHÃO AUTO-ESTRADA DA ARMONA MEXE E REMEXE


Durante a semana passada a Câmara Municipal de Olhão e a Policia Marítima encenaram mais um episódio com vista à justificação da necessidade da construção da "auto-estrada" da Armona apesar de saberem que colide com os planos de gestão territorial e não só
Assim e de forma original descobriram que, a melhor maneira seria identificar pessoas que permanentemente  residem na ilha e que fruto da idade ou de outras situações como a locomoção possam estar em "risco" como se pode ver em http://www.diarionline.pt/noticia.php?refnoticia=149894
Para que a ideia de uma  via circular na ilha possa ser aceite, é necessário fundamentar e aqui entra um conceito de risco, novo. Na verdade aquelas pessoas podem vir a necessitar de um transporte ou de um auxilio mas daí até se dizer que as pessoas estão em risco vai uma grande distância cheirando mesmo a estrume. As pessoas estão lá por opção na maioria dos casos e se alimfixaram residencia é por gostarem da ilha.
Quando se levantou a questão da circular e do muro de betão à volta do edificado, pretendeu-se justificar com o risco de um tsunami ou dos pequenos sismos provocados pela extracção do gaz de xisto que se pretende fazer ali à frente da Fuzeta. Mas a ideia era tão estúpida que havia que procurar uma outra justificação, tendo por base o risco a que os residentes poderiam estar sujeitos e vai daí inventar-se este novo risco. No Relatório de Avaliação de Execução do PDM e no que concerne a este respeito, pode ver-se que a tal "circular" ao edificado é para assegurar a facilidade nas operações de socorro e assim há a necessidade de dizer que as pessoas estão em risco, única forma de poderem vir a fazer uma auto-estrada em cima da ilha.
Quando em risco de ficar sem um tecto para se abrigar estão os moradores dos ilhotes da Ilha de São Lourenço, em frente aos mercados, e a Câmara Municipal de Olhão com o António Pina à cabeça e a Policia Marítima nunca revelaram a mínima preocupação com o risco que aquelas pessoas enfrentam, tendo a Sociedade Polis feito chegar às mãos dos moradores um documento com a tomada da posse administrativa dos espaços. E Antonio Pina, a Câmara Municipal de Olhão e a Policia Maritima que agora se "mostram" tão preocupados com as pessoas da Armona não revelam a minima preocupação com estes moradores. Será que não foram feitos como os demais? Foram inventados ou achados num vão de escada?Não são seres humanos e filhos de Olhão?Não é pois pelo risco porque esta cambada nunca se preocupou com a situação das pessoas e se não é por isso que outro motivo pode estar por detrás da acção senão a justificação, de mais um crime ambiental perpetrado pela nossa querida Câmara?
Obviamente que se trata de mais uma peça para juntar ao processo de revisão do Plano Director Municipal como suporte da excentricidade do ainda presidente Pina, que apesar de estar à frente de uma autarquia que ajudou a endividar para rácios que podem comprometer as gerações futuras, continua a apostar no mesmo tipo de intervenções que conduziram o concelho a situação de calamidade social.
Tenha vergonha ó Pina e vá-se embora!
REVOLTEM-SE, PORRA!




terça-feira, 25 de novembro de 2014

Conhecer a Ria Formosa?Ou mamar à conta dos indigenas da Ria Formosa?


Mão amiga fez-me chegar por e-mail, mais um fim de semana,que algumas figurase empresas do regime vão passar há grande e à francesa na Ria Formosa, com a Opium a organizar e a mamar.
O programa é vastissimo pode ler carregando aqui, mas escondido como sempre,  das populações que vivem no Parque Natural da Ria Formosa.
É  o lema do programa organizado pela Opium (mais uma empresa do regime, a mamar à conta de propaganda falsa da Ria Formosa): Conhecer, Organizar e Experimentar.

Vamos então nós no Olhão Livre dar uma ajudinha, à Opium,que se calhar não conhece, ou nem sequer quer conhecer, bem a Ria Formosa, nem a poluição que cada vez mais grassa na Ria Formosa, da qual  dependem mais de 10 000 pessoas,  que dela governam a vida.
O 1º convidado, é nem mais nem menos o ainda presidente da CMOlhão Antonio Pina,um dos princiapis poluidores das Aguas de Producção de Bivalves que são as aguas da Ria Formosa.
Antonio Pina se Portugal fosse um estado de direito sério há muito que tinha sido constiuido arguido,pelo ministério publico,  por crimes  ambientais  cometidos diariamente pela CMOlhão ao descarregar  diáriamente, esgotos Tóxicos nas Aguas onde se cultiva  e se capturam toneladas de bivalves.
 Esgoto Tóxicodo T  a descregar directo em OLhão.

 Por causa desses crimes, diários, e à vista de todos, o ano passado mais de 70% dos viveiros de bivalves em Olhão passaram da Classe B para a Classe C, motivo? Excesso de coliformes fecais  na carne dos bivalves!

Donde provêm esse coliformes fecais no Concelho de Olhão, há muito que se sabe, desde a origem do movimento de Avisar Toda a Gente,em 2006,que as entidades responsaveis pela poluiçãona Ria Formosa tomaram conhecimento publico das origens da Poluição da Ria Formosa.
O Avisar Toda  a Gente ficou pelo caminho,e foi pena,pois  foram pioneiros, no alerta  e no perigo que era a Poluição na Ria Formosa.
Apareceu o Movimento de Cidadania Activa "Somos Olhão" em 2009, que preseguiu os alertas para as entidades oficiais  nacionais, e como não fossem ouvidos alertaram as entidades Europeias sobre o grave problema da Poluição da Ria Formosa,fazendo então uma queixa à Comissão Europeia conforme pode ler carregando aqui.
Das entidades  oficiais presentes todos sabem dos crimes ambientais que todos os dias são praticados na Ria Formosa seja pela C.M.Olhão seja pelas ETARs assasinas de Olhão Poente e de Faro Nascente propriedade das aguas do Algarve que descarregam escorrências venenosas nas A.P.B. e nas aguas de prouducção de sal tradicional e de flor de sal como é o caso da ETAR Poente de Olhão.
A lei  diz que não pode haver fontes de poluição num raio de 500mt nas zonas de salinas que porduzam sal tradicional e flor de sal , no entanto a ETAR Poente de Olhão descarrega a menso de 500 metros para salinas que produzem sal tradicional e flor de sal.
Sabemos que a ministra Assunção Cristas sabe do crime, mas porque será que a ASAE sabe e não faz nada?
Aqui fica a foto do ponto de descarga da ETAR Poente de Olhão situado em Belamandil.



Das entidades convidadas para os passeiosde charme, e repasto à conta do orçamento duas são Associações que se dizem defensoras do ambiente e dos animais, são elas a Almargem e a LPN.
Porque será que essas associações de pretensa defesa do ambiente,  são convidadas e outras associações,   que estão contra a poluiçao na Ria Formosa não foram?
Será que só vão falar da beleza da  Ria Formosa e das belas fotos e videos que dela se fazem, e vão branquear mais uma vez a poluição na Ria Formosa.
Os nossos impostos em 1º lugar, deviam servir para colocar fim à poluição, coisa que as entidades oficiais, tentam com esses eventos esconder a todo o custo,até quando perguntamos nós?
Será que preciso aparecer um surto de Hepatite A na Ria Formosa para se colocar fim à poluição que cada vez é maior?
Que responda quem souber, mas depois as entidades com responsabilidades na matéria , não digam que não sabiam que havia poluição na Ria Formosa.

No e-mail que enviaram aoOlhão Livre,que pediram anonimato, fazia parte o seguinte texto,que publicamos na integra:

"SEXTA A DOMINGO À CUSTA DO ORÇAMENTO, REENVIOU-ME HOJE O CONVITE QUE LHE FIZERAM....SÃO SÓ PANSUDOS A COMER, BEBER, E ANDAREM ATÉ DE BARCO, BEM, INSTALADOS À CUSTA DOS QUE PAGAM IMPOSTOS PARA OS SUSTENTAREM .....PARTILHEM PARA SE SABER ONDE ANDAM OS NOSSOS IMPOSTOS.
Ou se têm vergonha e pagam as despesas que fizerem. PASSEIO DE CHARME PARA MOSTRAR, QUE O REI AINDA NÃO ESTÁ NU, E ONDE FOI APLICADO O DINHEIRO que a C C D R, CREN etc, etc, que REPARTIRAM PELOS AMIGOS. e AGORA AINDA VÃO CONTINUAR A COMER COM UM PROJECTO DE BALÃO DE ÉLIO BEM PINTADO ...."
 Nós no Olhão Livre perguntamos:
Será que não há um pingo de vergonha gastar o dinheiro do QREN desta maneira, em  nem um tostão do QREN para colocar fim à poluição na Ria Formosa .


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

OLHÂO: EMPRESA MUNICIPAL FALIDA?

Porque dentro de dias vamos ser confrontados com uma assembleia municipal para aprovação das grandes opções e do plano; entendemos ser pertinente trazer à luz do dia alguns números sobre a empresa municipal ambiolhâo e que demonstram bem da inutilidade dela e da real necessidade da municipalizaçâo dos serviços: algo que foi bandeira de campanha eleitoral de todos os partidos:

   ANO     RECEITAS     CUSTOS     SALDOS     CONTRATOS     ACRÉSCIMOS
  2011         8.721              8.576              145                                          2.401
  2012         9.691              8.188           1.431             4.112                    5.148
 2013          9.479              8.206           1.273             2.247                    3.829
Totais        27.819            24.970           2.849             6.359
 Como se pode ver, não fossem os contratos programa celebrados entre a Câmara Municipal de Olhão e a empresa ao fim dos três anos analisados. a Ambiolhão apresentaria um saldo negativo de cerca de três milhões e meio.
Os acréscimos, são parte integrante das receitas, são valores a receberem mais tarde, no ano seguinte e em regra, representam na sua maioria, divida da autarquia para com a empresa, bastando pensar que se as facturas não forem pagas ao fim de dois meses cortam a agua aos consumidores. Aliás, repare-se como os acréscimos aumentam substancialmente no ano de 2012, correspondendo a um contrato programa superior ao normal.
A questão que aqui se coloca é a de saber se vale a pena manter uma empresa que depende essencialmente da Câmara e com a qual dispararam os preços da agua e resíduos para os consumidores ou se pelo contrario estes serviços devem ser municipalizados.
A apresentação de contas do sector empresarial local antecede a consolidação das contas do grupo que integram, a Câmara Municipal de Olhão, que sistematicamente procede à anulação das operações entre a autarquia e a empresa, ou seja não paga mesmo.
Nos anos em causa foram anuladas com a Ambiolhão contas no valor de 6.229, 3.443 e 3.276 respectivamente.
E é essa falta de pagamento por parte da autarquia, aliada à transferencia da divida que tinha para com os fornecedores que está a levar a empresa municipal para uma situação de falência, incapaz de cumprir com os prazos a não ser que deixe por pagar as contas recentes acumulando divida à divida.
Quando o PSD se prepara para viabilizar as grandes opções e o plano, está objectivamente a fazer o jogo dos socialistas na Câmara, omitindo que sem corrigir este problema não está a salvaguardar os interesses da população em geral e do município em particular, mas antes a manter um monstro que vai consumindo dinheiros rapinados ao Povo.
Também sabemos que no PSD, as vaidades pessoais se sobrepõem aos interesses da população e que a feira de vaidades leva a que responsáveis políticos locais estejam mais interessados nos lugares que lhe são oferecidos na administração da falida empresa.
Que OPÇÕES? Que PLANO?
Pela extinção da Ambiolhão!
REVOLTEM-SE, PORRA!


domingo, 23 de novembro de 2014

OLHÃO: A EXEMPLARIDADE DA GESTÃO SOCIALISTA

No primeiro trimestre do ano, foi admitido para director financeiro da Ambiolhão o cunhado do presidente da Câmara Municipal de Olhão e cumulativamente da empresa municipal gestora da agua e resíduos, em baixa.
Envolto nalguma polémica e pouca transparencia o concurso para aquele lugar, foi necessário enaltecer as altas virtudes gestionarias do candidato concorrente e que o tempo se encarrega de mostrar que afinal tudo aquilo não passou de mais uma balela.
Coincidentemente ou não, a verdade é que nos últimos meses, funcionários da Ambiolhão têm vindo a fazer trabalhos na rede de águas na zona do Bairro da Cavalinha, ao fim de semana, provocando alguns incómodos aos moradores.
A primeira questão é esclarecer que os trabalhadores apenas executam ordens superiores e não têm autonomia para tomar decisões deste tipo, pelo que a responsabilidade por estes trabalhos tem de ser reportada única e exclusivamente aos superiores hierárquicos. Os trabalhadores, claro que têm direito a receber como trabalho extraordnario.
A segunda questão prende-se com o facto de distinguir o tipo de operação efectuada, se de urgência por ruptura ou de uma acção programada. No caso de ruptura obviamente que se justificam as intervenções efectuadas, mas fonte anónima e possuidora de imagens garante-nos que não se tratava de ruptura alguma.
Sendo assim, as acções desencadeadas foram programadas para o fim de semana. No caso de acções programadas, a Ambiolhão estava obrigada a avisar os moradores da zona do corte de agua por X tempo mas nunca emitiram qualquer comunicado, desprezando por completo quem ali vive, indiferentes aos transtornos causados de forma despropositada.
Como o trabalho extraordinario tem custos acrescidos, não faz qualquer sentido programar acções para o fim de semana, sem o aviso prévio aos moradores, a não ser que haja o intuito óbvio de alguém ganhar uns cobres extra à custa do erário publico e dos otarios munícipes que têm de criar o habito de criticar os devaneios do clã Pina na autarquia.
E é neste aspecto que se torna visível o fracasso ou a sacanice das qualidades gestoras de certos socialistas de encomenda, caso da família Pina, que não olham a meios quanto toca a dinheiros alheios, uma vez que com estas brincadeiras é o Povo em geral que é penalizado.
Cada Povo tem a governação que merece e por isso assume cada vez mais importância o lançamento de um grande movimento de critica às entidades publicas, desde há quarenta anos nas mãos das rosas socialistas ou das tangerinas social democratas. É preciso uma mudança radical em toda a administração publica e em particular no Município de Olhão. Basta de esquemas!
REVOLTEM-SE, PORRA!