quinta-feira, 27 de julho de 2017

OLHÃO: IMPOSTOS DESTRUIDORES!

 
A imagem acima reporta uma tabela publicada no jornal Correio da Manhã, da passada terça-feira, dia 25 de Julho, que nos dá conta da cobrança de impostos levada a cabo pelas autarquias.
De notar que de uma lista de trinta e cinco municípios, retirada do todo nacional, Olhão surge em 33º lugar, o que diz bem do sufoco fiscal com que a Câmara Municipal de Olhão tem asfixiado os olhanenses, num concelho com mais de 50% da população a viver abaixo do limiar de pobreza
Esta cobrança de impostos não seria tão desagradável. se os olhanenses tivessem o retorno daquilo que pagam, mas não é isso que acontece, com a autarquia a apresentar obras de muito duvidosa eficácia para o desenvolvimento social, mas correspondendo aos interesses instalados.
As infraestruturas básicas como as redes de abastecimento de água, de saneamento domestico e pluvial, a rede viária toda esburacada, enquanto o edil se preocupa em promover a destruição dos Jardins, a destruição dos Mercados, ou a descaracterização da Zona Histórica, entre outras.
E como se não bastasse a destruição programada a que se propõe, paralelamente desenvolve uma politica de subsidiarização de n colectividades, sem ter em conta as reais necessidades dos munícipes pagantes de impostos, distribuindo a riqueza criada de forma desigual.
 Veja-se o exemplo da distribuição dos manuais escolares, cuja distribuição já estava assegurada para as crianças com menos posses, mas ele alargou a todos, esquecendo que estava a dar ao rico o mesmo que dava ao pobre. E diz ele que é socialista!
As infraestruturas básicas são condição essencial para o desenvolvimento e bem estar das populações, tando económica como social, mas no concelho de Olhão estão todas degradadas e em muitos casos ameaçadas de colapso.
Por varias vezes foi proposto ao presidente da autarquia a redução da Taxa de IMI, mas inflexível tem-na mantido sempre, porque segue uma politica de endividamento máximo, com o qual pretende levar a cabo os projectos destruidores da identidade olhanense.
Estando a escasso dois meses das eleições para as autarquias locais, também esta questão deve merecer a ponderação do Povo de Olhão, porque é possível fazer mais e melhor com menos dinheiro, aliviando a pesada carga fiscal a que estão sujeitos os olhanenses.
E não será com o traste ainda em presidente que se pode reverter a situação.

4 comentários:

Anónimo disse...

há sempre aqueles lambe cus que tem para pagar e não pagam.
perdão camarário de taxas e rendas municipais, é o remédio para calar lambe cus.

Lima Nascimento disse...

Se a mãe Pina lesse o seu comentário diria,que para o filho ganhar as eleiçoēs estava a fazer o correcto,mostrar ao máximo as obras feitas mesmo à conta do desgraçado do zé povinho como a dita senhora nos rotula a nós Olhanenses.Grande defensora do Eng.Francisco Leal,acha que o filho é o suprasumo da inteligência.Cala-te boca!Tão amigas que nós éramos!Quando eu começar a falar,vai ser um ver se te havias queridinha!T.N

Anónimo disse...

Ontem vindo de s.Brás para olhão pela Estrada que vem dar a moncarapacho,reparei que a firma Sousa Barra estava colocando o tapete novo só até à parte deles porque sabemos logo quando entramos em olhão a estrada horrível na parte que pertence ao concelho de olhão. A avenida d. João sexto as filas de trânsito horríveis deve ser para os viajantes olharem para os manjericos,que estão às 4 estradas e custaram 70.000 aos olhanenses.a circular de olhão acabou-se os milhões é para indemnizar os ingleses na harmonia. Vergonha.

Anónimo disse...

Hoje fui dar a volta à comarca, as nossas estradas secundárias (fronteira com Faro estoi e s.Brás) padecem todas do mesmo mal: remendos,buracos,bermas com lixo e ervas secas com 1m de altura, sem segurança para bicicletas e peões. Marcações não há vestígios de tinta também não. Nem com as eleições há porta? E é isto.???