quinta-feira, 1 de maio de 2008

1º de Maio, Dia Mundial do Trabalhador

Não será novidade dizer a um trabalhador, a um cidadão deste país que o mundo em que vivemos é feito de injustiça, de hipocrisia e de exploração. Não será também novidade dizer que o regime actual, está podre e ultrapassado e não corresponde aos nossos anseios mínimos. Somos relegados ao papel de joguetes da ânsia de poder, da ganância e do lucro dos que dominam, dirigem e têm o poder no nosso país.
Com humor o povo vai mostrando a sua revolta e dizendo algumas verdades: Maios – Olhão/Bias 2008






































E a Feira de Maio?

Acabaram com a Feira de Maio em Olhão! Alguém sabe explicar porquê? Fizeram-se novos eventos: Festival de Marisco, Expomar, Feira de Parques Naturais, então porque acabam com as tradições locais? A Feira de Maio já foi há muitos anos, a próxima a acabar será a Feira de S. Miguel. Aliás, para continuar como tem sido realizada nos últimos anos, só serve para envergonhar a cidade de Olhão. De uma das maiores feiras do Algarve, passou a ser um das piores. Porque não se criou ainda um Parques de Feiras e Exposições com todas as condições para a realização deste tipo de eventos? Quanto cobra a EXPOAlentejo por cada participação num evento de Olhão? Façam as contas e se calhar só à custa da C.M. de Olhão já têm as tendas pagas. Quem lucra e quem perde com isso?

E ainda os 200 anos e Olivença

Passam hoje duzentos anos sobre o Manifesto de 1 de Maio de 1808, acto legislativo do Príncipe-Regente após a chegada da Corte Portuguesa ao Brasil na sequência da invasão francesa comandada por Junot, pelo qual o Governo Legitimo e Soberano de então declarou «nulo e de nenhum efeito» o Tratado de Badajoz, assinado sob a coacção dos exércitos espanhóis e franceses, sete anos antes.Assim foi repudiada a ocupação de Olivença por Espanha, alcançada com um acto de guerra que nem o Direito de então havia de admitir, conforme veio a explicitar o Congresso de Viena, em 1815.Com o Manifesto de 1 de Maio de 1808, Portugal jamais reconheceu ou aceitou a ocupação de Olivença pelo Estado espanhol, posição que obteve e tem consagração constitucional.O Manifesto, proclamação da perenidade e independência de Portugal, visto por todos os portugueses como indicação para a insurreição contra os invasores, teve para os oliventinos, em particular, o significado de que a sua Pátria não os esquecia e não os abandonava.Duzentos anos de separação forçada não apagaram a identidade mais profunda e verdadeira de Olivença.O reencontro de Olivença e Portugal, sustentado na História, na Cultura, no Direito e na Moral, sendo uma promessa por cumprir, é desafio para ambas as margens do Guadiana.
Grupo dos Amigos de Olivença

1 comentário:

Anónimo disse...

uma outra tradição que esta autarquia deixou morrer foi a de festejar os santos populares.
Pergunto eu tirando a cidade do Porto
quem festejava o s.joão como Olhão? ninguém !só que este presidente que não é de Olhâo não deve saber disso,compreende-se,o homem na altura morava para os lados de tavira.
mas não foi só ele o culpado,os culpados foram todas as vereações que numca viram qual foi a origem destes festejos terem desaparecido,e numca se preocuparam,nem se preocupam com as tradições locais .o negócio deles é outro,e mais tarde ou mais cedo a verdade virá ao de cima pois isto de negócios ,ás vezes zangam-se as comadres e descobrem-se as verdades
Floripes