quinta-feira, 1 de agosto de 2013

OLHÃO: PELA AUDITORIA CIDADÃ À DIVIDA DA CÂMARA

Um cidadão, ainda no tempo do governo socialista, apresentou um pedido de inquérito, suportado no Código de Procedimento Administrativo e devidamente fundamentado com documentos que provavam uma enorme quantidade de irregularidades ou ilegalidades.
Caem os socialistas e regressam os social-democratas e repete-se a cena, com igual desfecho, aplicando-se o artigo "cesto" dos papeis.
Depois disso foram apresentadas outras queixa à Inspecção-Geral de Finanças, a entidade que substituiu o extinto IGAL, mas a cegada continua, ou seja a administração publica, branqueia toda a acção dos titulares de cargos políticos.
A maquina judicial, tornada uma extensão das entidades publicas, também não apresenta melhores resultados, arquivando por insuficiência de prova ou deixando pura e simplesmente prescrever.
É a completa falência politica do sistema em que vegetamos.
Se as instiuições não funcionam, cabe ao Povo tomar em mãos a tarefa de esclarecer aquilo que outros tentam esconder, nomeadamente a forma e as razões como foram criadas as dividas da Câmara Municipal de Olhão.
Em nome do Povo de Olhão,usando de um eufemistico interesse publico, a Câmara Municipal desenvolveu um processo de engenharia financeira para o endividamento, no qual é o Povo sempre a pagar, através da subida sistematica de impostos e taxas.
O Povo de Olhão não tem qualquer retorno ou beneficio daquilo que paga, sendo os benefícios para alguns privados, nomeadamente a banca.
Porque as entidades publicas não funcionam nem são credíveis, e porque o Povo precisa de saber das razões dos contínuos sacrifícios, faz todo o sentido que seja esse mesmo Povo a proceder a uma auditoria cidadã à divida da autarquia.
Essa auditoria deve para alem de avaliar das irregularidades ou ilegalidades, levar á Justiça os seus responsáveis, mas deve também proceder á avaliação da ilegitimidade da divida.
Pondo em cauda a divida, e há razões de sobra para o fazer, outra coisa não fará sentido, que não seja o da imediata suspensão da mesma até que sejam apuradas as razões ou a falta delas, que estão na origem dos contínuos sacrifícios.
Por isso, o Povo de Olhão deve exigir dos candidatos autárquicos o compromisso da realização de uma AUDITORIA CIDADÃ À DIVIDA DA CÂMARA MUNICIPAL DE OLHÃO, bem como a declaração de nulidade das dividas que se provem ilegítimas.
CONTRA O AUMENTO DE IMPOSTOS!
PELA AUDITORIA CIDADÃ À DIVIDA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

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