sábado, 22 de março de 2014

OLHÃO: PSD VIABILIZA ORÇAMENTO

Não se pode dizer que o Orçamento da Câmara Municipal de Olhão esteja aprovado definitivamente, mas conta já com a aprovação em sessão de câmara, cabendo a ultima palavra à Assembleia Municipal.
O vereador Eduardo Cruz, em representação do PSD, viabilizou o Orçamento, tal como o fizera anteriormente e da mesma forma, abstendo-se, apesar de suscitar muitas duvidas quanto à legalidade do documento.
Aliás, os vereadores do PSD estão mais do lado do partido do Poder autárquico, do que da população que os elegeu. Aprova o orçamento mas não aprova a auditoria ou impõe condições inaceitáveis como a não inclusão da Verdade Escondidas. Nem outra coisa seria de esperar. A gestão autárquica, em Olhão está para o concelho como a corja do governo está para o País.
O Orçamento ronda os 29 milhões, menos três do que a proposta anterior, sendo que a engenharia financeira para se obter aquele valor passa pela alienação de património, sem que seja indicado qual dele vai ser alienado e em que condições.
Sabemos nós que o mentiroso aprendiz de presidente diz ter prováveis compradores para os terrenos do Largo da Feira, mais concretamente o lote edificado com habitação social, sem o mínimo de respeito por quem lá comprou os apartamentos.
A primeira questão que se coloca prende-se exactamente com o facto de a Câmara Municipal de Olhão ter de proceder ao realojamento dos moradores do bairro, com custos que muito provavelmente vão ser superiores ao que poderá receber pela alienação em vista. Ou seja, parece estarmos perante uma operação, em que mais uma vez, os benefícios vão para uns e os custos para a autarquia, isto é para todos nós. Foi assim que destruíram as contas publicas, nomeadamente as das autarquias.
Uma segunda questão tem a ver com o facto de naquele bairro morarem os últimos resquícios da população olhanense na zona. Ora a área que integra este lote é tão vasta que seria desnecesario a alienação daquele espaço, a não ser que, objectivamente, se queiram ver livres dos "feios, porcos e maus" olhanenses. Mal vai a porca quando os nosso representantes têm vergonha de quem os elegeu e lhes dá de comer.
Mas e ainda sobre aquela área, existe um outro problema, susceptível de configurar uma burla. Para quem conhece Olhão, sabe que aqueles terrenos eram inundados pelo mar e foram feitos sucessivos aterros, conquistando-os ao mar. Diz a lei do domínio publico marítimo que os terrenos conquistados ao mar e que deixem de estar dentro da faixa dos cinquenta metros contados a partir da linha do maior preia-mar do ano, passam para o Domínio Privado do Estado, o que não é o mesmo que o domínio privado da autarquia. Para isso, era preciso que o Estado tivesse alienado, pouco importando a forma, mas fazendo constar no Diário da Republica, a favor da Município. Tal não aconteceu e portanto aqueles terrenos são do domínio privado do estado.
Apesar de todos estes ingredientes, os vereadores do PSD viabilizaram o Orçamento proposto, porque não pretendem alterações significativas não gestão da autarquia.
Mais uma vez as bandeiras de campanha eleitoral, são para limpar o cu por políticos de treta, mais interessados nos negócios mesmo que isso signifique o empobrecimento do Povo.
REVOLTEM-SE, PORRA!

Dia Mundial da Agua em Olhão! Visite fotografe e cheire a Cloaca da C.M.Olhão situada no T!

O Olhão Livre  no Dia Mundial da Agua, apela aos cidadãos e venham ver fotografar e sentir o cheiro que emana,  uma das Cloacas que a CMO se orgulha de ter a funcinar directamente para as aguas da  Ria Formosa que  é Parque Natural desde 1987,  que pertence à Rede Natura 2000, que faz parte da Convecção de Ramsar
É desta maneira que CMOlhão, preserva esse espaço Natural!
Esta imagem  é da Cloaca do T , situado ao pé do Cais de embarque para as Ilhas da Armona da Culatra e do Farolque o aprendiz de presidnete disse que tinha 500 000€ para por fim mas parece que para a CMO é melhor gastar  o nosso dinheiro em obras para descaracterizar,  a Zona da Barreta.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Regenera Olhão ou atentado na Barreta?



 A C.M.Olhão está neste momento falida em 60 milhões de € e continua a gastar o dinheiro que não tem em obras que descaracterizam a Barreta.

O que é de espantar, é que uma autarquia falida tenha a ousadia de avançar com obras nos Largos ditos históricos, ao abrigo do Programa Regenera, no valor de mais de 600000€ e ainda mais cerca de 200000€ para as estátuas, ou seja, tudo somado são cerca de 800000€. Isto por baixo, porque, entretanto, como normalmente acontece em Olhão, depois de sujeitas a alterações irão certamente encarecer.

Seguindo a linha de pensamento do presidente da CMOlhão,  Antonio Pina (junior), … realmente ele não está a governar a autarquia como deve ser governada uma casa. Em casa não esbanjamos dinheiro, na autarquia ele está a esbanjar o dinheiro público que todos pagamos, em obras desnecessárias. (E vem aí mais uma prestação do IMI).
Mas a obra deu para o torto, o arquitecto que desenhou a obra provavelmente nunca colocou os pés na Barreta e, se o fez, não se preocupou com o enquadramento histórico e social desta zona de Olhão. Não deve saber que a zona mais antiga de Olhão, não tem simetrias e os seus largos não têm esquadrias, porque os pescadores e contrabandistas que aí construiram eram avessos aos esquadros.
Digo isto porque a laje de pedra escolhida, não se sabe por quem, para substituir a actual e recente calçada, não deu o acabamento previsto e vai daí, depois de semanas a inventar lembraram-se do seguinte: “Esses gajos em Olhão, são uma cambada de nabos, não percebem nada de obras e o mais fácil para resolver o berbicacho do acabamento é meter pedras de calçada.”






Já é mau a CMO fazer as obras esbanjando o dinheiro que não tem e insultando todos os que trabalham e pagam os seus importos à autarquia, é muito mau que no plano de arquitectura (que ninguém conhece) esteja prevista a colocação de lajes de pedra nos Largos da Barreta descaracterizando a zona e “a cereja em cima do bolo” é aldrabar ainda mais a obra fazendo o acabamento da pavimentação dos Largos com pedra de calçada, uma vez que as lajes só dão esquadria.
O Pina diz que quer renovar a zona ribeirinha para atrair turístas e mostrar as zonas históricas e características de Olhão. Ou é burro, ou não sabe o que faz, ou há grandes negócios pelo meio. Para fazer este lindo trabalho era melhor jogar tudo abaixo e fazer outro hotel, (como é sua ambição) pelo menos não mostrava a sua ignorância, nem tentava fazer dos olhanenses parvos.
A revolta nos moradores da zona é mais que muita e dizem, à boca cheia para quem os quiser ouvir, que os novos mandantes da CMOlhão, têm de fazer obra para ganhar comissões. Só assim se compreende que, em vez de arranjarem os burracos das ruas de Olhão, destruam os espaços que estão em perfeitas condições, em vez de fazerem arranjos nas escolas, comprem lajes de pedra, em vez de arranjarem e resolverem os problemas da ria, comprem estátuas.

A revolta já corre nas redes sociais, um dos posts é do Fernando Cabrita na sua página do Facebook, que vale a pena ler: https://www.facebook.com/fernando.cabrita.92
“Já atentaram na beleza da Calçada da Barreta de Olhão, que coloquei no post anterior? Já atentaram?
Então atentem agora no VERDADEIRO ATENTADO QUE ALI DECORRE NESTE PRECISO MOMENTO!
Alguém com poder para tanto, ordenou que fossem colocados, no lugar da calçada, e com este efeito arquitectónico que só pode relevar da mais profunda ignorância e de um gosto que reclama despedimento imediato, uma placas e lousas de ar asséptico que tanto podem estar aqui como na Rinchoa, em Rio Mouro ou qualquer dormitório de qualquer cidade grande.
É o sopeirismo elevado a gosto. E o mau gosto elevado à categoria de intervenção pública . E à categoria de destruição do património que é nosso.
É, em suma, a estupidez reinante.
A Barreta é o mais velho Bairro de Olhão, com séculos. Ali nasceu Olhão. Uns senhoritos que não sabemos quem são, destroem e depredam a seu bel-prazer.
Vamos consentir? Não seremos capazes de escrever uma carta aos poderes que isto determinam, insultando-os? Ora Porra!"

Perante esses factos, o Olhão Livre apela a todas as pessoas que estão contra esta vergonha, para estarem presentes na próxima sessão pública da CMOlhão, na 4ª feira, dia 26 de Março, às 9h 30m da manhã e questionarem os mandantes  da CMOlhão, sobre a falta de vergonha na cara e as obras porcas, que estão a fazer gastando o nosso dinheiro.

quarta-feira, 19 de março de 2014

OLHÃO: A CÂMARA MUNICIPAL E A SOLIDARIEDADE SOCIAL

A semana passada escrevíamos sobre a intenção da Câmara Municipal expulsar duas pessoas de uma casa que funciona como centro de pernoita, justificando a ordem de expulsão com conflitos entre os residentes e pelo facto de um deles ser mulher.
Se a primeira acção já fora de mau tom para quem tento apregoa o apoio social dado à população, ontem o segundo acto foi pior ainda que o primeiro.
Na casa reside um alcoólico, portador de tuberculose há anos com um historial de fuga das unidades de internamento, quando é certo que deveria ser ponderado o internamento compulsivo para tratar tanto a tuberculose como o alcoolismo.
O alcoolismo altera a personalidade das pessoas, destroi-lhes a auto-estima, tornando-os conflituosos. Essa é a situação do individuo em causa, que merece ser apoiado não só pela autarquia, como pela própria Segurança Social, e aqui não podemos esquecer que se a Câmara Municipal tem um serviço social com técnicos da área e relações privilegiadas, bem podia tratar do homem, do ser humano transformado em farrapo.
No entanto o que as técnicas do serviço social da Câmara Municipal de Olhão foram, ontem, fazer à casa foi algo bem diferente. Então não é que as ditas senhoras foram acusar um dos expulsáveis como sendo o responsável pela doença pulmonar do outro residente. Um acto inqualificavel da estupidez das técnicas camarárias, que tentam justificar as responsabilidades da autarquia na gestão deste conflito.
Em http://olhaolivre.blogspot.pt/2014/02/olhao-verdades-escondidas-na-mentira.html dávamos a conhecer umas instalações da Câmara Municipal de Olhão, abandonada aos ratos onde, de outras coisas, podia ser instalado um centro de acolhimento capaz de acudir a uma situação de emergência social, mas a autarquia parece não estar interessada, talvez porque isso não dê votos.
Do mesmo modo, a Câmara tem algumas casas de habitação social devolutas porque, segundo dizem, necessitar de obras, que orçam os 20 mil euros, outra falsa questão. A autarquia tem um serviço de obras, com engenheiros, pedreiros, canalizadores, electricistas, carpinteiros, pintores e sei lá que mais, que bem podiam proceder às reparações, mas não está interessada nisso, por varias razões. De entre elas, porque o que realmente quer é despedir algum daquele pessoal e segundo porque precisa de realizar obras para dar de ganhar às empresas do regime.
A Câmara Municipal de Olhão, como as do resto de País, pagam tarde a más horas aos fornecedores e estes quando apresentam um orçamento já incluíram os juros pelo tempo de espera, inflacionando os custos das intervenções, pelo que os valores apresentados pela autarquia não passam de um argumento falacioso.
Portanto, o serviço social da autarquia, que não faz o que lhe compete, que é o de acompanhar o estado das habitações, e tendo espaços que bem podiam ser postos ao serviço da população carenciada, não resolve este problema porque não quer!
Tem de ser a solidariedade dos olhanenses a impor à autarquia a resolução de casos que se tornam numa emergência social, para as quais  não tem qualquer plano ou verbas, preferindo gastar o dinheiro para o pontapé na bola que sempre dá mais votos que um centro de acolhimento.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 18 de março de 2014

RIA FORMOSA: DEMOLIÇÕES E A CRETINICE POLITICA

O Ministro que tela o ambiente e ordenamento do território veio a terreiro defender as demolições no litoral português com argumentos de quem nada quer fazer pela costa, a não ser a posterior venda a grandes interesses privados. Aproveitando o impacto dos vendavais que fustigaram a costa portuguesa, justifica, o ministro, que sejam retiradas das zonas de risco, por razões de segurança, as pessoas e bens ali existentes. com particular ênfase para o edificado na Ria Formosa.
O que não diz o cretino ministro, é que todo o edificado, legal ou ilegal, no cordão dunar na margem oceânica da Ria mas também nas arribas, estão em zona de risco. Para o ministro, aquilo que separa a fronteira do risco tem a ver com a capacidade financeira, o trafico de influencias, o trafico politico de cada um dos proprietarios. Isto é, se for alguém com dinheiro e influencia, não está em zona de risco, mas se for um pescador feio, porco e mau, esse sim, está em risco. E se fossem todos à bardamerda!
A mesma legislação que permite as demolições nesta zona, o POOC, tem, na sua cartografia assinalada a Rede Natura 2000, uma área especialmente protegida, mas que não foi tida em conta para empreendimentos turístico-imobiliários e que permitiu um enriquecimento ilícito a muito boa gente.
Um outro palhaço com especiais responsabilidades politicas vem depois mostrar-se "incrédulo" com o funcionamento da justiça, em que prescrevem os processos contra os actuais e ex políticos, titulares de altos cargos públicos e agentes do grande capital financeiro enquanto que aos pobres lhes assolam os cães de caça do aparelho repressivo de um estado verdadeiramente fascista.
Primeiro-ministro, ministro do ambiente e outros que tais, quando têm declarações tão infelizes quanto sinceras deviam ser corridos pelo Povo, mas infelizmente contam com o apoio de alguns "bombeiros" da politica para minimizar o impacto do sentimento de revolta que vai larvando na sociedade portuguesa.
O instrumento financeiro que permite à canalha demolir o edificado, é a Sociedade Polis, uma empresa também constituída pelas autarquias, cúmplices no ataque ao Povo.
O que o ministro não disse, é que não são as casas que metem as ilhas no fundo, mas que é a falta de uma politica de defesa costeira capaz de evitar o avanço do mar perante as zonas ribeirinhas.
Estamos num momento de equinócio, com marés de grande amplitude e pode constar-se aonde chega o nível de preia-mar. Se o mentecapto ministro não enveredar por um programa de defesa e combate à erosão costeira, pode ter a certeza que as ilhas barreira que constituem a Ria Formosa correm o risco de galgamentos oceânicos, com espraiamento das areias do cordão dunar e que num momento como aquele que se vive a agua poderia invadir toda a baixa das povoações ribeirinhas.
Quando se inverte a ordem das acções previligiando operações de cosmética em detrimento daquilo que é essencial para as populações indígenas, a salvaguarda dos bens e das pessoas, então é caso para dizer que grandes interesses se levantam contra o Povo.
Algumas pessoas tiveram a oportunidade, em devido tempo, de se pronunciar e apoiar, acções tendentes à suspensão e revisão do POOC e do Polis, mas que por influencias politicas, não se quiseram comprometer. Eis o resultado pratico da falta de participação, de luta contra um sistema injusto que rouba aos mais pobres e dá aos mais ricos.
As casas dos pescadores estão em risco? E as outras, não?
Que o diga o actual presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, que viu a cartografia da área desafectada da Praia de Faro ser "corrigida" para que ele e familiares possam gozar aquilo que é tirado aos pescadores. Vão todos à bardamerda!
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 16 de março de 2014

Instalações da Universidade do Algarve com Amianto,um perigo de saude publica, para os estudantes e funcionários da UALG!


Universidade do Algarve tem instalações com amianto,conforme se pode ver nesta foto do  Sul Informação on line
Para quando o fim deste crime de saude publica?
O mês passado O sindicato dos professores divulgou uma lista de escolas publicas onde ainda há amianto.
Passados 3 anos, em que saiu a lei  Lei n.º 2/2011 que proibe o amianto em edficios publicos,esse mesmo Estado que multa o cidadão comum por não cumprir as leis da República,não dá o exemplo e o amianto continua a existir nos edficios publicos, fazendo que milhares de funcionários publicos,  e alunos corram o perigo de contrair doenças cancerigenas.
Num estado de direito o  governo deve dar o exemplo e ser o 1º a cumprir a lei!
Os alunos da Universidade do algarve devem-se unir aos funcionários da UALG, e de exigir a retirada imediata do amianto das instalações onde ainda perduram essas telhas que contêm amianto,e que lhes colocam a saude me risco!
Universidade do Algarve

sábado, 15 de março de 2014

OLHÃO: PASSADO, PRESENTE E FUTURO DA CM OLHÃO PAUTADO PELA DUALIDADE DE CRITERIOS

Há poucas semanas foi aprovado um pedido de concessão de um subsidio À ADAPO, e segundo consta da acta da sessão de Câmara, condicionado à apresentação das respectivas contas da associação, conforme manda a Lei.
Acontece que só se aplica a Lei nalgumas situações, numa clara, inequívoca e ambígua dualidade de critérios, Senão perguntar-se ia porque não foi exigido o mesmo relativamente a outros pedidos de subsídios, nomeadamente à Verdades Escondidas, cada vez mais um caso de policia.
A Verdades Escondidas é presidida pela ex-patroa da Câmara Municipal de Olhão e agora é o braço direito actual aprendiz  de presidente.
A verdade é que para a candidatura a apoios comunitários, os candidatos devem dispor de algum capital próprio e não se vê onde, quando e como a Verdades Escondidas o foi arranjar a não ser que...
A Verdades Escondidas mandou  numa determinada data uma cartinha à Câmara Municipal de Olhão, não de amor, mas de um pedido de subsidio que na pratica dava para pagar o IVA orçamentado. Ora o IVA não é ilegível para estas candidaturas, pelo que o somatório do capital próprio com o IVA a pagar estaria muito longe da capacidade da Verdades Escondidas, e também não se vislumbra como é que a autarquia anda a dar subsídios para o pagamentos de impostos que posteriormente são recuperáveis. Aquilo a continuar assim, torna-se uma mina.
Mas mais e segundo conseguimos apurar, o terreno cedido à Verdades Escondidas integrava a área de cedência da Urbanização da Quinta da Nau, área essa que se destina a espaços verdes e de utilização colectiva e equipamentos, conforme p nº 1 do artigo 84º do Plano Director Municipal (PDM).
A questão é saber se a Verdades Escondidas pode ser considerado um equipamento colectivo, mas aí o artigo 71º do PDM aponta para as Normas para o Programa de Equipamentos Colectivos do Gabinete de Estudos e Planeamento da Administração do Território do Ministério do Planeamento e da Administração do Território.
Parece que nestes termos, os responsáveis pela Urbanização da Quinta da Nau, poderiam exercer o direito de regresso das áreas de cedência, uma vez que às mesmas foi dado um destino daquele ao qual se destinavam.
Sendo a Verdades Escondidas uma instituição do foro privado, não nos parece que possa fruir de um espaço que deveria ser de uso colectivo e menos ainda ser considerada um equipamento de uso colectivo.
Que os autarcas que têm exercido o Poder tenham estas atitudes não nos espanta, muito pelo contrario, mas que contem com o apoio declarado dos vereadores da oposição, já muda de figura, não se distinguindo uns dos outros.
É só cambalachos!
REVOLTEM-SE, PORRA!

sexta-feira, 14 de março de 2014

OLHÃO: CONCENTRAÇÃO/MANIFESTAÇÃO AMANHÃ, pelas 10:30

O Sindicato dos Trabalhadores da Pesca do Sul, promove para amanhã uma concentração/ manifestação a partir da Praceta Agadir com inicio marcado para as 10:30 da manhã.
Ainda que a manifestação seja convocada pelo Sindicato dos Pescadores não pode ou deve ficar indiferente o Povo de Olhão ao apela feito para a participação, uma vez que a Ria Formosa é essencial para o desenvolvimento da economia local, para o desenvolvimento social.
Aquilo que se está preparando nas costas do Povo, no segredo dos deuses, é uma ataque desbragado aos nativos que trabalham e vivem na Ria, com consequencias nefastas para a economia local, para o Povo, mas do qual vão beneficiar meia dúzia de pilantras que mais não vêem que o lucro.
O POLIS da Ria é o instrumento financeiro do governo fascista de Coelho, como o fora de Sócrates, para a execução de um vasto plano, contrario aos interesses da maioria da população.
Porque já foi denunciado começamos pelas demolições mas ilhas barreira em que não é por razões ambientais ou de dominialidade que as pretendem demolir, mas antes para a satisfação de poderosos grupos financeiros se instalarem. A ligação das condutas de agua e esgotos até ao Farol fariam algum sentido se não houvesse casas? Porque demolir as casa dos pescadores da Paria de Faro, que não têm mais de três metros de altura e deixam ficar edifícios com cinco pisos? Qual delas tem pior impacto ambiental? Ou será que, uma revisão acautelada do POOC vai permitir uma certa edificabilidade alheia à população nativa? A construção da nova ponte para a Praia de Faro, quando se pretende acabar com o tráfego, limitando-o aos residentes, onde se vão gastar cerca de três milhões do erario publico para meia dúzia de galifões da politica como o actual presidente da CCDR?  
Da legalidade à ilegalidade dos actos, pergunta-se como é que, mesmo sendo desafectada do domínio publico marítimo ou de direito privado se permitiu a edificabilidade, quando no domínio publico marítimo as construções não podem de natureza fixa?
A poluição da Ria, que o próprio Poder já reconheceu, admitindo uma hipotetica nova ETAR que sirva os concelhos de Faro e Olhão. Ou os esgotos directos da responsabilidade das Câmaras Municipais de Faro e Olhão, para os quais, e na parte que lhe diz respeito, o aprendiz de presidente da Câmara Munipal de Olhão anunciou publicamente que até ao final deste mês resolveria o problema.
As manobras para condicionar o tráfego marítimo dentro da Ria ao mesmo tempo que se promovem actividades náuticas de lazer. Quem se procura prejudicar e beneficiar?
O leilão dos mares em que os produtores correm o serio risco de perderem as suas concessões a favor de gente que nunca meteu os pés dentro das águas da Ria.
Razões são às carradas para participar nesta jornada de luta.
Obviamente que à Câmara Municipal de Olhão e em particular ao seu presidente não lhe interessa uma grande participação do Povo porque fazem parte do mal e não da cura. Nunca se interessaram pelos problemas da Ria e muito menos de quem nela e dela, trabalha e vive. Se tivéssemos autarcas a serio, seriam eles os primeiros que denunciariam aquilo que se prepara contra o Povo, mas são parte interessada, do outro lado da barricada.
PARTICIPA!
MANIFESTA-TE!
LUTA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

quinta-feira, 13 de março de 2014

Demolições na Ria Formosa novamente na ordem do dia! Há que organizar, e lutar para que tal não aconteça!

O ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Jorge Moreira da Silva, prometeu nesta quarta-feira que vão ser demolidas este ano 835 construções ilegalmente na orla costeira, a começar já em Maio ou Junho. Para esta operação está prevista uma verba de 16,6 milhões de euros.

Na Comissão Parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, o governante informou que durante 2014 vão ser demolidas 835 instalações ilegais, que foram identificadas ao longo do litoral, e que já foram aprovados os planos para aquelas operações.
Segundo o ministro, os primeiros trabalhos vão decorrer em S. Bartolomeu do Mar, Esposende, com a demolição de 27 habitações, "em Maio ou em Junho", depois de realizados os realojamentos necessários. O ministro acrescentou que se seguirão as demolições de segundas habitações, sublinhando que as destruições de casas próprias só avançam depois dos realojamentos das populações.
O PÚBLICO contactou o gabinete do ministro para saber em que outros locais haverá demolições, mas o assessor de imprensa de Moreira da Silva, Rui Boavida, disse que não irá "adiantar mais nada para além do que o ministro disse no Parlamento".
Demolições de casas ou outras construções que não deveriam estar onde estão são uma promessa de vários governos. Um levantamento realizado há dez anos indicava que, só nas áreas protegidas, havia mais de 3000 construções clandestinas junto ao litoral. A maior parte estava na Ria Formosa, sobre as dunas das ilhas de barreira.
Depois de previstas em sucessivos planos, várias demolições voltaram a figurar como urgentes no Plano de Acção de Protecção e Valorização do Litoral 2012-2015, aprovado já pelo actual Governo. Estas demolições estão incluídas em acções orçadas em mais de 45 milhões de euros – mais do que o valor anunciado pelo ministro do Ambiente no Parlamento.
Reagindo às declarações do ministro, o presidente da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA), Ribau Esteves, disse à Lusa que a demolição de casas na costa "não vai resolver o problema da erosão costeira". No máximo, admite, vai diminuir o risco de vida de algumas pessoas.
A CIRA é constituída por 11 municípios, cinco dos quais na orla costeira, e os prejuízos decorrentes da agitação marítima sentem-se em especial nas praias dos concelhos de Vagos, Ílhavo e Ovar.
"Discordo completamente de que tenha de haver um recuo da ocupação costeira. As áreas urbanas dos municípios de Vagos, Ílhavo e Ovar, que são as de maior risco, estão correctas e temos de as defender", afirmou Ribau Esteves.
O responsável, que é também presidente da Câmara de Aveiro e esteve durante 16 anos à frente da autarquia de Ílhavo (município que inclui as praias da Barra e Costa Nova, afetadas pelo avanço do mar) diz que nas praias da região de Aveiro já não há "zonas clandestinas", excepção feita a um pequeno bairro de pescadores a sul do Furadouro e a casos pontuais dispersos, já que as construções existentes foram regularizadas e legalizadas pelos municípios nos últimos anos.
"Temos de gerir a proximidade da sua presença ao mar e isso faz-se com a concretização física dos instrumentos de planeamento que o Governo tem, nomeadamente o Plano de Ordenamento da Orla Costeira", observou, salientando que "Portugal é um país costeiro e tem de lidar com a sua litoralidade" e não acenar com "soluções virtuais".
"É bom ter a consciência de que a erosão costeira vem do mar e não da terra e que não são as casas que a provocam. Uma das causas do avanço do mar é que o actual Governo e os últimos três não fizeram as obras previstas no Plano de Ordenamento da Orla Costeira Ovar/Marinha Grande", acusou.
O presidente da comunidade intermunicipal lamentou ainda que a revisão do Plano de Ordenamento da Orla Costeira se arraste há quatro anos: "porque é que não fizeram a revisão do plano num ano e já tinham feito as obras de defesa costeira, que há dinheiro para as fazer?".
Noticia do Publico on line.
Nota do Olhão Livre: Mais uma vez as demolições na Costa de Portugal estão na ordem do dia, diz o governo que serão construções ilegais, as construções que vão ser demolidas,  mas o que o governo não diz é que há Hoteis construidos ilegalmente em Zona do Dominio Publico Maritimo, que há milhares e milhares de mansões  de luxo construidas ilegalmente nem Dominio Publico Maritimo como no caso da Quinta do Lago na Ancão e por todas as arribas da costa do Algarve. 
Se,  as casas nas ilhas estão ilegais o que dizer esta Urnabização DELMAR,   de um condominio fehado, autorizada pela C.M.OLhão,na Zona Ribeirnha da Fuzeta?Onde se vende 73 por 800 000€.?Será o valor da especulação imobiliárias das casas, que determina a ilegalidade?
 
O que se prepara mais uma vez no Algarve, é a demolição das casas ditas ilegais dos descamisados, da Ria Formosa(embora gente do poder também tenha casa mas ilha do Farol e da Culatra como é o Caso dos ex.Governadores civis de Faro Cabrita Neto,com casa na Ilha da Culatrame de  e Antonio Pina, pai do actual presidnete da CMOlhão com casa na Ilha do Farol), como é o caso das habitações das Ilhas de São Lourenço parte Nascente e Poente. da Ilha dos Hangares e da Ilha do Farol e das casas dos pescadores da Ilha de Faro.
Na Ilha a de Faro a situação e de autêntico escândalo, e um atentado, contra o estado de direito, que dizem ser a República de Portugal, pois querem gastar milhões em fazer uma ponte nova, num país onde dizem não haver dinheiro,querem demolir as casas de 1ª habitação do nucleo de pescadores da Praia de Faro,que históricamente iniciou o povoamento da Praia de Faro,  e ao mesmo tempo deixam de fora edificios de vários pisos pertencentes à classe mais abastada da Ilha de Faro,classe essa que foi em tempos previligiada pelo estado fascista de Salazar, que empurou os pescadores para as pontas da Praia,  deixando essa classe previligiada construir a seu belo prazer, sem rei nem roque.
A situação actual deve servir para mobilizar TODAS as pessoas que tenham casas em cima do cordão dunar das ilhas barreira, de modo a  lutar e a não se deixar  dividir,  pois o governo que vai começar por demolir as casas na Ilha de S.Lourenço, no Ilhote da Cobra e na Praia de Faro, será o mesmo governo que depois irá demolir as casas na Ilha do Farol,na ILha do Hangares, e até na Ilha da Cultatra.
Sem Luta não há vitória e sem organização a vitória será dificil,por isso só resta a união de todas as pessoas para evitar a demolição das casas e obrigar o estado a resolver o problema da erosão costeira,de uma maneira séria utilizando as novas tecnologias de evitar a erosão costeira, nessas zonas onde existam habitações em perigo.

OLHÃO: SIMPLESMENTE, F.dA P.


A Câmara Municipal de Olhão desde há uns anos que tem um "apartamento comunitário" para alojar algumas pessoas com dificuldades, enquanto a outras atribui subsídios ao arrendamento.
O ano passado, porque era ano de eleições, juntou a duas pessoas que já lá estavam, outras duas, uma mulher e um rapaz, sendo que este ultimo passou a partilhar o quarto de outro e ambos titulares do Rendimento Social de Inserção.
Constava da propaganda eleitoral socialista, de que damos conta na imagem acima, que o actual aprendiz de presidente dizia " Quero uma rede de politicas sociais abrangente".
Um ano depois, os dois novos inquilinos, são intimados a abandonar as instalações sem cuidar de saber para onde iriam os dois habitar, quando se sabe que o rendimento auferido por eles é na ordem de 128 euros.
Para notificar as pessoas, a Câmara Municipal de Olhão enviou agentes da PSP, numa clara manobra intimidatoria a que os residentes acederam.
Qual o argumento para a expulsão da casa, que não é propriamente nem a do BIG BROTHER nem dos SEGREDOS? Bem, a mulher porque é mulher e não deve estar misturada com homens e o rapaz porque não é de Olhão e porque na altura fora admitido por pressão.
A Câmara Municipal de Olhão tem instalações que poderiam ser adaptadas a centro de acolhimento, até porque durante o mandato anterior foi confrontada com um problema que nunca foi resolvida por manifesta má vontade de quem gere os destinos da autarquia, como era o casa das mulheres vitimas de violência domestica e que necessitassem de ser deslocalizadas.
O acto de expulsão de pessoas que não têm onde habitar nem como pagar um simples quarto ou para comer é um acto próprio de F. da P. que vivem de barriga cheia à custa do empobrecimento das pessoas.
A falta de sensibilidade não lhes permite descortinar que, na ausência de instalações, poderiam atribuir o subsidio ao arrendamento para salvaguarda de uma habitação condigna. Neste caso é a Câmara Municipal de Olhão a promover a nova sociedade de sem.abrigo.
Se é esta a rede de politicas sociais do novo elenco no poder, então estamos conversados.
O Povo de Olhão poderá ter esquecido o movimento de ocupação de casas com o qual se resolveu o problema habitacional de muitas famílias e não pode ficar indiferente para a forma como a autarquia trata os mais necessitados.
F. da P. Simplesmente.
REVOLTEM-SE, PORRA!

quarta-feira, 12 de março de 2014

OLHÃO: OPOSIÇÃO PIOR QUE PODER

O papel que cabe às oposições não é do servir de muleta do poder institucionalizado, mas sim de tentar impor regaras claras de transparencia e rigor na gestão da coisa publica. O Povo de Olhão e de cada recanto deste País, foram, ao longo dos anos, vitimas de procedimentos pouco escrupulosos de quem geriu os destinos deste País com as consequencias de todos conhecidas. Daí a exigência de mudança na gestão autárquica.
Hipocritamente, a generalidade dos partidos da oposição acenaram com a bandeira da mudança, mas uma vez eleitos, continuam os jogos de poder, a promiscuidade politica e não só, com os representantes eleitos a dar uma no cravo e outra na ferradura, traindo os legítimos anseios do Povo, enganando-o mais uma vez.
Vem isto a propósito da ventilada auditoria que nunca mais conhece a luz do dia, porque, com os mais variados argumentos, a troika oposicionista na Câmara Municipal de Olhão, não se entende.
Uns defendem uma auditoria a todo o universo do grupo empresarial Município de Olhão e outros ficam-se pela rama, como se só na autarquia é que surgissem os cambalachos.
A verdade é que, por exemplo, na Mercados Olhão, EM não existe um sistema de facturação, com suporte em papel ou electrónico, o que significa que em tantos anos de existência aquela empresa tem praticado o crime de evasão fiscal, não se precisando em detalhe as receitas e quanto se cobra de impostos. Um verdadeiro caso de policia que só a oposição não vê ou não quer ver.
No meio disto, um vereador da oposição, chefe de finanças reformado, que no mínimo cai no ridículo. Só que este senhor, durante anos a fio, integrou os órgãos sociais de outra empresa municipal, a Fesnima, e que em coerência não pode defender a sua extinção embora saiba que só sobrevive graças as expedientes, para equilibrar as contas, utilizando trabalhadores da terceira empresa municipal, a Ambiolhão e da Câmara Municipal, pelas quais vencem apesar de prestarem serviço efectivo na empresa, chegando-se ao ponto de a autarquia pagar abonos para falhas do caixa, sem que o dito cujo não exerça manipule dinheiro da autarquia.
A Ambiolhão por sua vez, serve-se da engenharia financeira para também ela apresentar rácio de solvibilidade que de outra forma poderiam induzir à sua extinção, como por exemplo apresentar em activos, bens do domínio publico que como se sabe são inalienáveis, pelo que a Câmara Municipal de Olhão em boa verdade não os podia transmitir para a sua empresa sem previamente ter procedido à sua desafectação.
Chegados aqui, podemos concluir que se temos um Poder que assenta a sua gestão, na maior das aldrabices contabilisticas, a oposição encobre os crimes praticados por quem exerce o poder, tornando-se conivente com ele.
E por mais azedos, acres ou avinagrados que fiquem os ditos "opositores" a verdade é que  politicamente são medíocres, não revelam o mínimo da experencia tão apregoada durante a campanha eleitoral. Tenham vergonha e, ou derrubam este poder ou batam em debandada porque francamente estão a mais.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 10 de março de 2014

OLHÃO: SOMATORIO DE CAMBALACHOS PUBLICOS

A gestão autárquica em Olhão, a todos os níveis, tem sido pautada pela maior falta de transparencia como forma de esconder os cambalachos dos autarcas.
Durante os mandatos do ex-presidente da Junta de Freguesia de Pechão foram cometidos algumas trafulhices contabilisticas susceptíveis de constituir caso de policia e denunciadas em plena Assembleia de Freguesia, o que esperamos tenha sido registado na respectiva acta e proceder em conformidade.
Desculpou-se o ex-presidente com compromissos de boca incumpridos pelo seu camarada de partido, o defunto ex-presidente da Câmara Municipal de Olhão.
O ex-presidente da Junta na penúltima eleição para a concelhia socialista apresentou uma lista em oposição à do actual presidente da Câmara, acto do qual saiu derrotado.
Com as eleições para a nova concelhia socialista, mudou de rumo e conseguiu integrá-la, mas eis que...
Veio à tona de agua as trafulhices feitas na Junta. Ora o cavalheiro em causa em lugar de colocar à disposição o seu lugar na concelhia socialista, optou por se manter firme mas preparado para dar o golpe do baú.
Sabedor da situação, o aprendiz de presidente da Câmara Municipal de Olhão piscou-lhe o olho e começou o namoro, acenando-lhe com a resolução do problema, desde que, obviamente, estivesse do lado dele na concelhia, onde criou alguns anti-corpos.
Vai daí, o ex-presidente de Junta passou a defender o "amigo" que até então exorcizava.
Um e outro esquecem que as contas das autarquias têm de ser separadas, e que se trata de dinheiros públicos, não podendo ou não devendo a Câmara estar a pagar uma factura que não é sua, precisando estabelecer um protocolo, um compromisso que dê à Junta o dinheiro para pagar o que está em divida, mas cujas facturas foram contabilizadas como pagas, ou seja o buraco nas contas.
Sabem um e outro, que para a regularização da divida, vai ser necessário mais outro cambalacho contabilistico, o que não espanta nestes artistas, que se servem da politica para resultados muito duvidosos.
À nova concelhia socialista, se quer ter a credibilidade que os seus principais responsáveis merecem, não resta outra alternativa que aconselhar o seu camarada a cumprir um período de nojo prolongado até às próximas eleições, e exigir de todos os órgãos autárquicos a máxima transparencia.
Num aparte e para que não se pense que situações deste tipo só acontece com os socialistas, que os há de bons e maus, também as laranjas (PSD) de Moncarapacho estão tão azedas que nunca montaram o site a que estão obrigadas, nem publicam as contas ou quaisquer outros documentos constantes das obrigações do Regime Jurídico das Autarquias Locais.
O sistema mais que podre e precisamos de uma mudança que não vislumbramos com os actuas autarcas, preocupados em operações de cosmética exterior mas cheia de rugas interiores.
Estamos a ser enganados e roubados!
REVOLTEM-SE, PORRA!



domingo, 9 de março de 2014

OLHÃO: A UNIÃO EUROPEIA NÃO É A SOLUÇÃO, MAS O PROBLEMA



No passado dia 6, os pescadores de Vigo manifestaram-se da forma que se pode ver no vídeo contra as imposições da UE, que esmagam o sector produtivo nos países periféricos, e com eles estamos totalmente solidários, porque lá como cá, tem sido aquele tipo de imposições que nos conduziram à falência, ao empobrecimento do Povo.
Esta manifestação mostra a diferença de atitudes entre os Povos face às consequencias do rolo compressor do capitalismo selvagem que condiciona a vida das pessoas, votando-as à fome e miséria. Como são bem diferentes as nossas manifestações que comparadas com esta, parecem um arraial.
O tempo de mostrar a indignação já passou, está na hora de manifestar a revolta com acções mais musculadas.
Quando olhamos este vídeo e nos lembramos que os representantes dos produtores de bivalves fizeram o papel de bombeiros, apelando à calma, quando são as entidades publicas que lhes matam o marisco com a poluição, que interditam a apanha sem terem feito as analises a que estavam obrigados, que alteram as zonas de produção, não para resolver os problemas mas para os adiar, quando criam leis para os esmagar. é caso para dizer que estamos perante uma cambada de traidores que não representam classe alguma.
Os produtores de bivalves enquanto tiverem estes representantes vão assistir á redução dos seus rendimentos, vão perder os seus viveiros, sem que alguém venha em sua defesa.
A Câmara Municipal de Olhão e o seu presidente, têm muitas culpas no cartório por manterem ilegalmente esgotos directos para a Ria Formosa, mas também porque enquanto represente do Povo de Olhão era sua obrigação a defesa e salvaguarda dos interesses da população que representa, mas trata-se de mais um imbecil politico, que se serviu, serve e servirá da sua influencia politica para continuar a ocupar terrenos ilegais.
Que o Povo acorde da letargia em que este sistema politico de merda o mergulhou e ousem lutar e vencer.
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 8 de março de 2014

Viva o Dia Internacional da Mulher!

Viva o Dia Internacional da Mulher!
 Um dia que deve ser sempre comemorado relembrando a tragédia que o originou, a razão da sua existência!

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Retirado daqui 
Nota do Olhão Livre: Mais uma singela homenagem a todas as Mulheres trabalhadoras, que cada vez mais devem lutar pelos seus direitos, que cada vez mais, lhes vão sendo roubados por estes governo vende pátrias.

sexta-feira, 7 de março de 2014

OLHÃO: MENTIRA DA CÂMARA MUNICIPAL

Numa das ultimas sessões da Câmara municipal de Olhão, porque questionado pelos vereadores da oposição, o aprendiz de presidente mentiu e arrastou consigo na mentira o jurista que representa a autarquia.
A questão apresentada girava em torno do processo judicial que a Edifer moveu contra a autarquia para receber a continha da construção do Bairro de Habitação Social da Rua da Armona.
A primeira questão prende-se desde logo com o facto de quem deveria suportar os custos daquela intervenção, ser o beneficiado com a transferencia do Bairro do Largo da Feira para a Rua da Armona, o Grupo empresarial Bernardino Gomes. Este grupo ficou com o beneficio e a autarquia, melhor dizendo os munícipes, com os custos reflectidos na agua e no IMI.
A pressa na transferencia dos moradores com a entrega das casas aos moradores, originou que a Câmara Municipal descurasse o acompanhamento e fiscalização da obra, algo normal nestas bandas, resultando daí a aceitação da obra como concluída apesar dos apartamentos não terem caixas de esgotos, o que em caso de entupimento, vão ter de partir os solos para corrigir aquilo que a Câmara não podia nem devia ter aceitado e razão para não dar a obra como concluída.
Mas se a Edifer não agiu correctamente, a leviandade dos autarcas olhanenses da época foi mais longe. Usando e abusando de uma maioria absoluta em todos os órgãos municipais, fez aprovar, em 2007, o pedido de empréstimo bancário (12 milhões) para pagamento da obra, como se pode na copia do Relatório de Gestão de 2012.
Era suposto que a Câmara Municipal tivesse pago ao construtor, mas porque estávamos em vésperas de eleições, os bandidos feitos autarcas,entre os quais se encontrava o actual presidente, entenderam por bem desviar aquele dinheiro para outros fins, dando subsídios e estabelecendo protocolos com o sindicato de voto na mira de se manterem no poder, o que conseguiram.
Mas a empresa, perante a falta de pagamento decidiu recorrer à justiça para receber aquilo a que tem direito e que só em juros, ultrapassa o milhão de euros. 
De mentira em mentira, os autarcas pediram o socorro de um jurista que acabou por entender que a autarquia tinha razão, porque não havia recebido as verbas do poder central para a construção do Bairro da Rua da Armona, o que como se vê, é uma grosseira mentira.
Porem, admitindo que seria verdade, perguntar-se-ia sempre, qual o destino dado aos doze milhões, porque sou constantemente roubado pela autarquia na factura da agua e do IMI, para suportar a batota contabilistica da Câmara Municipal de Olhão.
A branda oposição acreditou nas historias de encantar de um mentiroso, treinado pelo antecessor e que segue o mesmo rumo. Da mudança que o Povo de Olhão exigia, nepia, a não ser algumas pinceladas de cosmética, mantendo o essencial das rugas de um Poder podre e caduco.
REVOLTEM-SE, PORRA!

terça-feira, 4 de março de 2014

C.M.Faro envenena as aguas da Ria Formosa com esgotos Tóxicos directos para a Ria Formosa.

Rogério Bacalhau presidente da C.M.Faro dicursou o seguinte: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.689467871103856.1073741894.118581711525811&type=1

“Faro é uma cidade do Mar, bordejada pelas mais belas parcelas da Ria Formosa. Se no Mar está certamente o nosso passado, é indubitável que será no Mar que nos encontraremos com o nosso destino. Faz, pois, todo o sentido que seja na área da economia do Mar que a IBM nos tenha oferecido esta oportunidade, certificando a cidade como uma Smarter City. Estamos gratos por este alto reconhecimento e perfeitamente conscientes da responsabilidade que será implementar as recomendações que aqui nos são feitas. O desafio começa agora.”
Mas a mesma pessoa que faz esse discurso que é o recém eleito, presidente da CMFaro, oculta  que Faro tem graves problemas de esgotos Tóxicos a descarregar directamnete,  em espaços protegidos da Rede Natura 2000, que fazem parte da Rede Ecológica Nacional e da ZPE da Ria Formosa,aqui ficam as fotos,do que Rogério Bacalhau dizem ser aguas saponárias,logo Rogério Bacalhau mente com todos os dentes que tem na boca no que toca a este esgoto ser proveniente de aguas saponárias como afirmou na página do f.b da CMFaro.
A unica coisa que mudou na foto, foi no tempo do Macário quando fizemos o alerta  desse crime, o Macário mandou retirar a moto, mas o veneno esse continua diariamente a envenenar a Zona, esse esgoto directo para a Ria fica situado ao lado de um Moinho de Marés em Ruinas ao pé da Horta da Areia e toda a zona envolvente está altamente poluida! 
Vale a pena uma visita ao local.



Hospital de Faro, esteve 4 meses sem agulhas, para diagnóstico do cancro da próstata.

Falta de agulhas atrasa exame de cancro quatro meses

por Diana Mendes

O Centro Hospitalar do Algarve esteve cerca de quatro meses sem agulhas para fazer biópsias à próstata, o que acabou por deixar várias dezenas de doentes em lista de espera para diagnosticar um cancro ou descartar essa hipótese. O DN apurou que a escassez de material levou a que profissionais da unidade chegassem mesmo a pedir material emprestado ao setor privado. O DN contactou o administrador, Pedro Nunes, e o hospital, mas não teve resposta até à hora de fecho.
O DN apurou que a escassez de material levou a que profissionais da unidade chegassem mesmo a pedir material emprestado ao setor privado. O caso foi contado numa sessão de debate da Ordem dos Médicos e foi confirmado ao DN pelo diretor de serviço de urologia, José Neves, que ressalva que a falta de material já foi resolvida.

Noticia retirada do DN on line 

Nota do Olhão Livre: Mais uma pouca vergonha no Hospital de Faro, que prova que a saude dos algarvios não vale nada, para este governo vende-pátrias, que está mais interessado em salvar bancos com o dinheiro que nos rouba, do que na boa saude dos cidadãos portugueses.
Nós cidadãos algarvios temos o direito de nos revoltarmos e de  lutarmos por um Serviço Nacional de Saude digno e ao serviço dos portugueses.
As Assembleias Municipais devem apresentar moções de censura contra o actual estado da saude publica,nos Hospitais do Algarve, e de exigir a demissão imediata de Pedro Nunes que há muito  perdeu o controlo das emoções e apelida os médicos de  BURROS E TONTOS, assim como o faz a toda a população do Algarve.
A cada dia que passa a população dp Algarve corre mais risco de vida por culpa da gestão economiscista para a saude,deste governo, que ao mesmo tempo esbanja o nosso dinheiro  a torto e a direito,com empregos para boys e boyas incompetentes dos jotinhas azuis e laranjas.
Demissão imediata de Pedro Nunes e do ministro da Saúde,  é a luta que todos os algarvios devem encentar urgentemente, em defesa de um Serviço Nacional de Saude, de qualidade, onde os doentes estão em 1º lugar.

RIA FORMOSA: PODER E OPOSIÇÃO, A MESMA MERDA!

A Assembleia Municipal de Faro aprovou uma moção onde se pedem intervenções urgentes na Ria Formosa, nomeadamente dragagens e a construção da nova ETAR Faro/Olhão . Que saibamos foi o único órgão autárquico dos cinco concelhos banhados pela Ria Formosa que se pronunciou sobre o assunto, estando todos os demais calados que nem uns ratos.
No entanto temos uma opinião diferente, que talvez por desconhecimento dos proponentes, não se tenham apercebido que a Declaração de Impacto Ambiental relativa às dragagens apresenta inconvenientes que poderão ter impactos negativos para o cordão dunar da Ria Formosa. Aceitar ou pedir que aquelas dragagens vão por diante sem rectificar os erros detectados e denunciados, é mais um crime que se comete contra a Ria.
Quanto à questão da nova ETAR e a localização apresentada e o destino dado aos efluentes é errado mas essa apreciação será analisada em sede de discussão publica do estudo de impacto ambiental. Aos proponentes deve dizer-se que na medida do possível a nova ETAR não precisa de ser mais complexa e com mais custos que as actuais. As águas residuais são ricas em nutrientes agrícolas, de tal forma que em países como o Canadá, aproveitam-nas para obter o fosforo que depois vendem como fertilizante. O problema deve ser encarado do ponto de vista da reutilização das águas residuais para fins agrícolas, uma solução mais barata e mais amiga do ambiente. Tudo o mais é transferir a poluição de um lado para outro.
A Ria Formosa tem sido objecto de bandeira politica sem nunca demonstrarem uma preocupação com as populações indígenas. Cabe às autarquias, como representantes dessas populações, a defesa de princípios e valores de salvaguarda dos interesses das populações que lhes deram um mandato popular, mas pelo que vimos, a cambada de políticos oportunistas que chegaram ás varias formas de poder, estão-se borrifando para as pessoas, preferindo salvaguardar interesses económicos de grupos com poder bastante para os apoiar nas campanhas eleitorais.
Uma autarquia que defenda os interesses da população da Ria Formosa já teria desencadeado, com o apoio dos nativos da zona. acções tendentes à revisão do Decreto Lei 226-A/2007, o tal que manda para leilão as concessões conhecidas como viveiros de bivalves.
Esta lei e o sistema de leilões favorece os grupos de interesses económicos mas destroi a economia local e degrada  o tecido social que sempre trabalhou e viveu de e na Ria, porque são essencialmente pequenos produtores que serão "atropelados" pelo rolo compressor dos grandes interesses económicos, cujas mais valias obtidas serão desviadas para bem longe da região, restando valores residuais, os ordenados de miséria que lhes estão reservados.
O pequeno produtor vai passar a ser um empregado, e o que vai receber é incomparavelmente menos do que ganham hoje em dia apesar dos crimes aqui cometidos pelas entidades publicas.
Os nosso autarcas, de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, andam mais ocupados a servirem de intermediarios dos grupos de interesses económicos do que servir aqueles que os elegem.
Está na hora de pedir a revogação e alteração deste decreto-lei, contrario aos interesses da população da Ria Formosa, e os partidos com representação nas autarquias podem e devem obrigar os órgãos à tomada de posição sobre esta matéria. Não o fazer, é estar contra quem os elegeu, é trair o eleitorado pelo que devem pedir a demissão.
Aos produtores de bivalves podem e devem avançar para formas de luta contra este acto de banditismo politico e obrigar os partidos do poder ou da oposição a tomarem um posição clara sobre o assunto.
REVOLTEM-SE, PORRA!

segunda-feira, 3 de março de 2014

OLHÃO: A QUEDA DO NOVO DITADOR?

Durante a semana passada, ocorreram factos que podem determinar a queda do aprendiz de presidente da Câmara Municipal de Olhão, tal o grau de conflitualidade com que tem gerido a autarquia.
Dando espaço e liberdade a um funcionário admitido pela porta do cavalo, isento de qualquer concurso, que vem somando asneiras uma atrás de outras e que culminaram com o envio de um email interno, assinado por António Pina na qualidade de presidente da Câmara Municipal de FARO, para comunicar aos trabalhadores o acordo celebrado com o STAL para o retorno aos horários antigos.
Os actos de indisciplina traduzidos na pratica deste "assessor" de imagem nunca foram punidos mesmo depois de envolver membros da oposição e o nome do presidente da Câmara, mal se compreendendo a impunidade deste.
Mas pior do que isso, foi o que se passou na assembleia de militantes socialistas, com estes a questionarem o presidente da câmara eleito com o seu apoio e envolvimento.
A primeira questão que se coloca aos eleitos pelo partido socialista para lugares remunerados é a de saber se devem ou não solidariedade financeira para com o partido, que mercê do apoio que lhes concedeu, permitiu ter vencimentos e mordomias que de outra forma não teriam. Os autarcas olhanenses nestas condições recusaram pura e simplesmente doar uma quota do seu vencimento, quando se sabe que a campanha eleitoral excedeu largamente o que fora orçamentado com base nas subvenções. A mentalidade destes cavalheiros diz-lhes que os custos ficam para o partido e os proveitos para os bolsos deles. Tudo bons camaradas!
Consciente da forma conflituosa com que tem gerido a autarquia e das questões que lhe poderiam ser levantadas, fez-se acompanhar do seu tutor, o defunto a cheirar a bosta, Francisco Leal, que, em sua defesa e perante as questões suscitadas, se pronunciou nos seguintes termos "Não faltaria que o presidente da câmara tivesse que prestar contas ao partido"
António Pina não se demarcou da posição do ditador corrido nas ultimas eleições por entender que de facto não tem de dar satisfações ao partido. Sendo assim, coloca-se na posição de um projecto pessoal de Poder, à semelhança do que Francisco Leal fizera, enquanto o aprendiz presidia à concelhia partidária.
Perante esta situação, deve a concelhia socialista obrigar o novo ditador a esclarecer se vai ou não prestar todas as informações tidas como essenciais ao funcionamento do partido como condição para lhe dar o apoio de que precisa para gerir a autarquia, tanto mais que a concelhia detém a maioria dos deputados municipais, cujo apoio é fundamental na prossecução dos objectivos do partido.
Obviamente que enquanto não lhe for retirada a confiança politica por parte do partido, este está obrigado ao apoio institucional, mas num cenário de confrontação interna começa a germinar a ideia da retirada daquele apoio, que poderá levar mesmo a eleições antecipadas.
A oposição tem, também ela, um papel importante na queda do novo ditador, a não ser que queira continuar a servir de muleta do projecto de Poder pessoal do António Pina, começando por lhe retirar a delegação de poderes concedida bem como o poder de nomear os membros dos conselhos de administração das empresas municipais.
REVOLTEM-SE, PORRA!

domingo, 2 de março de 2014

OLHÃO: QUE ESCONDE O IPMA?

Finalmente foram publicados os resultados das analises feitas aos bivalves da Ria Formosa durante o mês de Janeiro e que deixam muito a desejar.
Para aqueles que não acompanham estas coisas, devemos esclarecer que normalmente quando se fala em contaminação microbiologica, refere-se a coliformes-fecais, que no processo analítico é transformado em E-coli, podendo por isso induzir em erro, já que 300 coliformes é o equivalente a 230 E-coli.
A classificação dos bivalves e as respectivas áreas de produção estão dependentes da quantidade de E-coli presentes na carne do marisco. Valores até 230 E-coli merece a classificação A, entre esses e os 4600 de B e até 46000 como C.
A comparação com os resultados do mês anterior mostra-nos que em todas as zonas houve um aumento significativo de contaminação microbiologica passando os bivalves da Garganta de 70 para 2400, o Alto da Farroba de 130 para 3500, a Fortaleza de 230 para 790, a Barrinha de 80 para 2400 e o Lameirão de 230 para 3500. Temos razões de sobra para duvidar dos resultados analíticos, mais concretamente os referentes ao mês de Dezembro, o mês com menos radiação solar, factor determinante para a eliminação dos coliformes fecais, e uma duvidosa recolha de amostras, já que não é feita pelos técnicos do IPMA in locco, deixando essa tarefa para terceiros.
Aliás o resultado da pratica na recolha de amostras está patente na coluna de observações, onde se pode ler "Frequência mensal por amostra não fornecida". Ou seja, o IPMA não consegue recolher as amostras e decide sem conhecimento de causa, tendo resultado desse tipo de politica a revisão da classificação das zonas de produção em baixa.
Por outro lado, continua-se sem analises de contaminação microbiologica a outras espécies, não se percebendo como são introduzidas no mercado para consumo humano sem se averiguar dos impactos que possam vir a ter na saúde publica.
O presidente da Câmara Municipal de Olhão, em plenário de viveiristas, anunciou para Março uma decisão sobre a eliminação dos esgotos directos, chegando ao ponto de afirmar ter disponível quinhentos mil euros para a obra quando afinal não tinha um cêntimo e pior ainda, agora que está obrigado a dar ao seu antecessor 60.000 euros de subsidio de reintegração. No caso de Olhão, os esgotos directos têm um impacto tremendo na contaminação microbiologica, mas o mentiroso presidente na altura preferiu mentir e desmobilizar os produtores de bivalves da luta que se antevia, acolitado pelo presidente da Cooperativa Formosa, ambos com viveiros ilegais omitidos pelas entidades oficiais.
A guerra é um conjunto de batalhas e ganha, quem ganhar a ultima e as entidades oficiais ainda não mediram bem as consequencias do crime que estão cometendo contra o Povo e pelos quais devem ser responsabilizados,
REVOLTEM-SE, PORRA!

sábado, 1 de março de 2014

OLHÃO: AMBIENTE E PRESIDENTE DE MERDA


Um dos graves problemas que a cidade de Olhão enfrenta é a péssima qualidade ambiental a que o Povo está sujeito, só possível porque os autarcas têm tanta merda na cabeça como a que sai dos esgotos.
Das imagens acima, podemos ver no vídeo tirado a uma hora morta, o esgoto a deitar por fora, sinal de que está entupido, enquanto na outra imagem é possível ver o verdete provocado, sinal de que a situação não tem um dia ou uma semana, mas muito mais tempo que isso.
Os moradores das Barrequinhas Sul, obrigados a passar naquela rua, cada vez que passa um carro, estão sujeitos a levar um banho de mijo. Morasse o presidente da Câmara e da Ambiolhão naquele sitio e há muito que o problema estaria resolvido, mas porque são as pessoas humildes e simples das Barrequinhas está-se borrifando para o assunto.
Convém desde logo enaltecer a qualidade dos trabalhadores que fazem este serviço, contrariamente à dos autarcas, que deveriam ser obrigados a fazer aquele trabalho para saberem o que custa, para receberem a miséria de ordenado a que estão sujeitos.
O problema não se coloca, pois em relação aos trabalhadores, mas à péssima organização da empresa municipal de ambiente que tem como presidente uma aventesma, com uma licenciatura na área de gestão arrancada a ferros segundo um seu professor na universidade, tal a mediocridade do fulano.
O mesmo fulano que ainda na ultima sessão de Câmara, tentou minimizar as faculdades e o impacto de um seu professor e de alguma forma mentor, amigo e antigo colega do papá do menino.
Esta aventesma, estará esquecido daquilo que disse no Auditório Municipal aos viveiristas e mariscadores de que em Março teria pronto o projecto para eliminar os esgotos directos para a Ria Formosa, quando afinal nem é capaz de mandar desentupir um esgoto.
Às vezes, o presidente da Câmara Municipal merece um banho de mijo como aquele a que estão sujeitos os moradores das Barrequinhas, e neste caso merece-o mesmo-
Acompanharemos o evoluir da situação e os nossos autarcas ficam desde já a saber que tudo faremos para levar esta denuncia ao conhecimento de todos quantos se preocupam com o ambiente.
Ambiente e presidente de MERDA!
REVOLTEM-SE, PORRA!