segunda-feira, 30 de maio de 2016

PESCA: UNIÃO EUROPEIA QUER MATAR A PESCA DE CERCO!

Veio a lume uma noticia que pelo seu conteúdo merece o repudio não só dos pescadores da pesca de cerca mas da generalidade do Povo português.
Já vimos que a toda poderosa Alemanha conseguiu, pela via financeira, ganhar aquilo que não conseguiu pela força das armas, o domínio da Europa e continua esmagando os Povos, através de algumas medidas do directório europeu, não eleito.
Os submissos governantes, com o presidente da Republica à cabeça, deslocam-se a Berlim, pedindo por esmola que não sejam aplicadas sanções contra o Estado português por não ter cumprido com as regras do Euro ao apresentar um défice acima do tecto imposto.
Nessas regras, também está previsto um tecto ao excedentes que a Alemanha e Holanda fazem questão de manter no dobro do que está previsto apesar das advertências do tal directório europeu, telecomandado por Berlim.
A União Europeia em que nos enfiaram, sem termos sido consultados, tem dois pesos e duas medidas na apreciação das situações, conforme o Poder dos Países intervenientes.
Na pesca, passa-se a mesma coisa!
Os mares do norte da Europa não apresentam as correntes dos mares do sul, o que lhes permite desenvolver projectos de aquacultura, como os do bacalhau e do salmão. Diga-se em abono da verdade que se as pessoas tivessem conhecimento do grau de contaminação radioactiva daquelas aguas, não comeriam um grama de peixe proveniente daquela zona.
Mas porque têm necessidade de obrigar o Povo português a consumir a porcaria que ali fazem, há que criar restrições à nossa pesca, obrigando-nos a importar aquilo que temos cá.
A sede do ICES, a instituição Europeia que apresenta as recomendações restritivas, está sediada na Dinamarca, o que ajuda a perceber o porquê de tanta perseguição à pesca portuguesa.
O IPMA é a instituição portuguesa que faz a monitorização desde o norte de Espanha até ao golfo de Cadiz, passando pela costa portuguesa. Os relatórios apresentados, não faziam prever as restrições recomendadas, mas que ainda assim foram tentadas e que só não resultaram este ano, porque a elas se opuseram, firmemente, os pescadores portugueses, que chegaram a ameaçar de não acatar as medidas previstas de redução de capturas.
Vem agora, a União Europeia, com uma Directiva Comunitária, que mais não é que um acto de retaliação contra a pesca de cerco, como se pode ler em http://barlavento.pt/destaque/pescadores-contestam-sistema-por-pontos-imposto-pela-europa.
Não pensem as associações que é apontando a dedo os responsáveis que se resolve este problema, porque  que está em causa não são as contra-ordenações e o sistema de pontos que delas resultam, mas algo muito mais sério e que pode levar ao fim da pesca de cerco.
Depois do alargamento da placa continental, o nosso País ficou com uma área marítima maior que a área terrestre da Europa e por isso, o directório anti-democrático desta Europa, logo pensou na criação do Mar Europeu, ou seja o nosso mar ao serviço das grandes potencias, cujas frotas estão em condições de proceder à escolha do peixe a bordo dos navios.
É evidente que todos nós devemos prestar particular atenção à sustentabilidade dos recursos naturais, como o peixe, recursos esses que podem ser postos em causa por uma pesca intensiva.
Obviamente que sabemos haver excessos mas aí devem ser os pescadores a resolver o problema, repartindo por aquele que menos apanharam, o produto dos excessos daqueles que por ganancia, se pudessem, traziam até a areia para terra.
Assim, devem ser os próprios pescadores, a definir as quotas de captura de forma a não colocar em causa a estabilidade ou crescimento dos stocks, e não permitir que a União Europeia venha dar ordens no nosso espaço marítimo.
Solução mesmo, só surgirá quando o Povo português for capaz de dizer NÃO À UNIÃO EUROPEIA!
PELA SAÍDA DO EURO!
PELA SAÍDA DA UNIÃO EUROPEIA!
REVOLTEM-SE, PORRA!

3 comentários:

Marcio Carrilho disse...

A Alemanha que pague tudo o que deve aos países, derivados aos crimes de guerra cometidos pelo regime Nazi. O total ao nosso país ascende a milhares de milhões de euros. E Merkel quando fala até me dá graça. Enfim políticos fracos e que são marionetas de uma Europa mais que morta!!!

Anónimo disse...

De "Orgulhosamente sós" a " Submissamente acompanhados" foi a escolha de uns quantos iluminados imposta a um povo que deixou, até prova em contário, de ter a coragem de dizer não ou basta. Quando chegará o tempo do " Orgulhosamente acompanhados"??

Anónimo disse...

Um poeta "lutador pela liberdade" desbocou " A UE tal como está, é uma fraude".Nunca é tarde para se reconhecer a verdade ou a mentira. Quanto vai custar, quem vai pagar a maior parte da fraude? Que consequências para quem, de forma consciente, nos meteu na fraude? Como sair da fraude? Como o pensamento ainda não paga imposto, sejam felizes.